Profª Drª Maria Aparecida Baccega
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- Leila Pinhal Alcaide
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1 Profª Drª Maria Aparecida Baccega Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP
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3 Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP; Docente, pesquisadora e orientadora do Programa de Mestrado Comunicação e práticas de consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing SP, desde Professora e pesquisadora da Escola de Comunicações e Artes, tendo ministrado graduação e pós-graduação stricto e lato sensu e também chefe de Departamento de 1992 a 1996, entre outros cargos. Fundadora e editora da revista Comunicação &Educação (USP; Paulinas) de 1994 a 2003 da qual hoje é Membro do Conselho Editorial e da Comissão de Publicação. Autora de artigos e capítulos de livros, tem vasta contribuição no campo comunicação e educação, além de livros, entre os quais: Palavra e discurso (Ática); Comunicação e linguagem (Moderna); Televisão e escola: uma mediação possível? (Senac); Gestão de processos comunicacionais (org.) (Atlas); Comunicação e culturas do consumo (org.) (Atlas).
4 formação acadêmica Primeira graduação : Ciências Jurídicas e Sociais - Faculdade de Direito Laudo de Camargo. Segunda graduação: Letras. Universidade de São Paulo, USP Especialização em: Licenciatura Em Letras Português -Universidade de São Paulo, USP Mestrado Linguística - Universidade de São Paulo, USP. Doutorado Letras - Universidade de São Paulo. Livre-docência - Universidade de São Paulo.
5 A obra série princípios da Ática, 2000.
6 Bibliografia comentada BAKHTIN, Mikhail Marxismo e filosofia da linguagem; problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Trad. de Michel Lahud et alii. São Paulo, Hucitec. ORLANDI, Eni P A linguagem e seu funcionamento, as formas do discurso. São Paulo, Brasiliense. PÊCHEUX, Michel Semântica e discurso; uma crítica à afirmação do óbvio. Campinas, Edunicamp. Pêcheux, Michel. "Análise automática do discurso", in: F. Gadet e T. Hak, Por uma análise automática do discurso; uma introdução à obra de Michel Pêcheux (Campinas, Edunicamp, 1990).
7 Parte I Da palavra à vida, da vida à nova palavra Discutir as questões relacionadas à linguagem verbal a partir de vários enfoques, entendendoa, sobretudo, como ação humana.
8 Parte II Da vida da palavra nos discursos aos discursos das mudanças Mostrar, de modo sucinto, a palavra como matéria-prima nos discursos da história e da literatura, inter-relacionandoos, apontando suas divergências e convergências, revelando-os como lugares de construção do futuro.
9 Objetivos da obra Estudar a palavra no intercâmbio da vida social, procurando mostrar a linguagem verbal como raiz dos discursos. Desvelar as inter-relações dos discursos e os mecanismos de construção de suas especificidades, numa dinâmica que possibilita caracterizar os discursos como iniciadores de novos processos.
10 Construção de sentidos Este trabalho procura discutir a dimensão do processo de produção e reprodução de palavras, na procura de caminhos que indiquem a construção de sentidos novos, a reafirmação de velhos sentidos. O intercâmbio, enfim, de sentidos e de discursos, exemplificando com os discursos da história e da literatura.
11 História e Literatura Apresentar um trabalho que se constitua em motivação para o conhecimento da literatura e da história, como suportes indispensáveis aos discursos profissionais e pessoais. Afinal, a história e a literatura inserem o indivíduo no universo da ciência e das artes, duas faces do mesmo ser: o homem na sua integralidade.
12 As várias faces As palavras têm vida. Vestem-se de significados. Mascaram-se. Contagiam-se com as outras palavras próximas. "Dançam conforme a música", tocada no salão de baile onde estão. O salão é o discurso e é aí que elas cristalizam momentaneamente uma de suas máscaras.
13 Desafios das vozes no discurso Possibilitar ao indivíduo exercer sua capacidade de produzir novas ações, novas significações, portanto novas palavras (e não apenas repetir as consagradas), conduzindo a própria história.
14 História, Literatura, palavra A raiz de tudo é a palavra - a linguagem verbal que, enquanto ação humana, constrói/reconstrói/destrói realidades. Cada um, junto com todos, pode ser o editor e/ou copidesque do mundo, o arquiteto da realidade.
15 Relação entre os discursos É importante conhecer o processo pelo qual nos acercamos dos discursos (literatura e história, no caso dessa obra) para conhecê-los. Trata-se de um processo que envolve o sujeito e o objeto, mediados pela palavra, buscando o conhecimento de um universo pleno de palavras.
16 Linguagem e ação social A opção por um ou outro modo de ver e, portanto, por uma ou outra palavra revela que cada indivíduo/sujeito se insere num determinado sistema de valores a partir do qual lerá o mundo, praticará ações, fará ciência. O homem é produto e produtor de cultura, o sistema de valores vai-se modificando, em espiral, possibilitando, assim, novas elaborações sobre a realidade.
17 O processo de conhecimento Quando falamos em conhecimento, três elementos afloram: o sujeito que conhece, o objeto que se dá a conhecer e o produto desse processo interativo o conhecimento que, por sua vez, impulsiona novos processos.
18 Primeira abordagem - Mecanicista A primeira abordagem, que é conhecida como teoria mecanicista do reflexo, privilegia o objeto. Segundo essa teoria, o sujeito é um ser passivo, cuja sensibilidade será "marcada" pelo objeto, de tal modo que o conhecimento nada mais será que um reflexo, uma cópia do objeto que se instala no conhecedor. É como se não houvesse atividade humana.
19 Segunda abordagem - idealista Numa segunda abordagem, ressalta-se o sujeito. Trata-se do modelo idealista. Aqui, a realidade passa a ser exclusivamente produção do sujeito, é ele quem cria a realidade. O objeto do conhecimento praticamente desaparece. É como se a realidade deixasse de existir quando fechamos os olhos. Nesse caso, diferentemente do anterior, a atividade humana se manifesta, mas se ela cria o objeto, continua não havendo interação.
20 Terceira abordagem - Interação Finalmente uma terceira abordagem, à qual nos filiamos: entre o sujeito que conhece e o objeto do conhecimento há uma interação. Ou seja, o sujeito que conhece não é mero registrador passivo do objeto; ele exerce um papel ativo no processo de conhecimento, ainda que ele próprio seja resultado dos condicionamentos sociais, o que implica uma visão da realidade com forte presença dos aspectos socialmente transmitidos. Já o objeto mantém sua existência objetiva, independente do sujeito.
21 O lugar de pertencimento O homem vê e percebe a realidade a partir do seu lugar de pertencimento. Se a alguém ocorre que o homem "fotografa" a realidade, é bom lembrar que é ele quem escolhe o quê e em que perspectiva fotografar. Também é ele quem vai revelar essas fotos, escurecendo ou clareando este ou aquele ponto, inserindo figuras por inteiro, ou recortando-as, para torná-las mais adequadas, mais convenientes.
22 O resultado O resultado de nosso trabalho é, portanto, uma verdade parcial, que se somará a outras, num processo infinito de aproximações ao objeto a palavra, os discursos, num processo de acumulação do saber e de aproximação da verdade absoluta, a nosso ver inalcançável.
23 A autora por ela mesma A autora do trabalho é um indivíduo/sujeito, resultado dos discursos sociais, com um sistema de referências por ela interpretado, a qual interage com a realidade, apropriando-se dela de acordo com seus valores. Trata-se de um eu que na verdade é sempre uma pluralidade de vozes sociais sempre um nós que escreve o trabalho científico. Esse nós não é, portanto, o que a gramática da norma padrão chama de "plural de modéstia"; ele é o nós dos vários interlocutores do diálogo social, de cujo resultado sai este trabalho.
24 Conclusão A concepção de linguagem se vincula à dinâmica da vida social; Os sentidos das palavras se vinculam às ações humanas. Logo, toda relação que o indivíduo/sujeito terá com a linguagem passará forçosamente pelo discurso.
25 Conclusão Qualquer análise apenas interna do texto só conseguirá evidenciar a palavra dada. Só o estudo das relações dele com as formações ideológicas/formações discursivas, com as condições de produção do discurso, possibilitará a percepção da palavra dando-se, da palavra em movimento na direção do novo.
26 Agradecimentos Elizabeth Moraes Gonçalves
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