FUNDAÇÕES FUNDAÇÕES FUNDAÇÕES FUNDAÇÕES. Tutorial. Tutorial. Tutorial. Tutorial. MULTIPLUS MULTIPLUS
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- Arthur Domingos Lencastre
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1 Tutorial Tutorial FUNDAÇÕES FUNDAÇÕES Hot Line: (11) SIM /controle/acesso.asp Praça da República, 386 6º and São Paulo - SP Hot Line: (11) SIM /controle/acesso.asp Praça da República, 386 6º and São Paulo - SP Tutorial Tutorial FUNDAÇÕES FUNDAÇÕES Hot Line: (11) SIM /controle/acesso.asp Praça da República, 386 6º and São Paulo - SP Hot Line: (11) SIM /controle/acesso.asp Praça da República, 386 6º and São Paulo - SP
2 Índice Índice 1. Fundações Isoladas Sapatas Isoladas Tensões Sobre o Terreno Estados de Equilíbrio Estados de Concreto Sapata Contínua sob o Muro Vigas de Fundação Vigas de Travamento Blocos Sobre Estacas Critérios de Cálculo Critérios de Sinais Considerações de Cálculo e Geometria Placas de Ancoragem Sapatas de Concreto em Massa Cálculo de Sapatas como Sólido Rígido Cálculo de Sapata como Estrutura de Concreto em Massa Listagem de Comprovações Descrição do Programa Menu Dados da Obra Materiais Modelo de Lançamento Edição das Armaduras Começando uma Obra Nova A Janela Dados Gerais Introdução dos Pilares Formas de se Entrar os Pilares no CYPECAD As Máscaras DXF Inserindo o Primeiro Pilar Conceito de Ponto Fixo Ajustar o Pilar para a Posição Correta Alterando Pilares Fundações Sapatas Opções Gerais Armadura Perimetral Sapata Quadrada Sapata Retangular Centrada Sapata Retangular Excêntrica Sapata Piramidal Rigidez Combinadas Incremento Tensões Terreno Fundações Isoladas Sapatas Isoladas Tensões Sobre o Terreno Estados de Equilíbrio Estados de Concreto Sapata Contínua sob o Muro Vigas de Fundação Vigas de Travamento Blocos Sobre Estacas Critérios de Cálculo Critérios de Sinais Considerações de Cálculo e Geometria Placas de Ancoragem Sapatas de Concreto em Massa Cálculo de Sapatas como Sólido Rígido Cálculo de Sapata como Estrutura de Concreto em Massa Listagem de Comprovações Descrição do Programa Menu Dados da Obra Materiais Modelo de Lançamento Edição das Armaduras Começando uma Obra Nova A Janela Dados Gerais Introdução dos Pilares Formas de se Entrar os Pilares no CYPECAD As Máscaras DXF Inserindo o Primeiro Pilar Conceito de Ponto Fixo Ajustar o Pilar para a Posição Correta Alterando Pilares Fundações Sapatas Opções Gerais Armadura Perimetral Sapata Quadrada Sapata Retangular Centrada Sapata Retangular Excêntrica Sapata Piramidal Rigidez Combinadas Incremento Tensões Terreno 49 - /controle/acesso.asp tel.: /controle/acesso.asp tel.: Índice Índice 1. Fundações Isoladas Sapatas Isoladas Tensões Sobre o Terreno Estados de Equilíbrio Estados de Concreto Sapata Contínua sob o Muro Vigas de Fundação Vigas de Travamento Blocos Sobre Estacas Critérios de Cálculo Critérios de Sinais Considerações de Cálculo e Geometria Placas de Ancoragem Sapatas de Concreto em Massa Cálculo de Sapatas como Sólido Rígido Cálculo de Sapata como Estrutura de Concreto em Massa Listagem de Comprovações Descrição do Programa Menu Dados da Obra Materiais Modelo de Lançamento Edição das Armaduras Começando uma Obra Nova A Janela Dados Gerais Introdução dos Pilares Formas de se Entrar os Pilares no CYPECAD As Máscaras DXF Inserindo o Primeiro Pilar Conceito de Ponto Fixo Ajustar o Pilar para a Posição Correta Alterando Pilares Fundações Sapatas Opções Gerais Armadura Perimetral Sapata Quadrada Sapata Retangular Centrada Sapata Retangular Excêntrica Sapata Piramidal Rigidez Combinadas Incremento Tensões Terreno Fundações Isoladas Sapatas Isoladas Tensões Sobre o Terreno Estados de Equilíbrio Estados de Concreto Sapata Contínua sob o Muro Vigas de Fundação Vigas de Travamento Blocos Sobre Estacas Critérios de Cálculo Critérios de Sinais Considerações de Cálculo e Geometria Placas de Ancoragem Sapatas de Concreto em Massa Cálculo de Sapatas como Sólido Rígido Cálculo de Sapata como Estrutura de Concreto em Massa Listagem de Comprovações Descrição do Programa Menu Dados da Obra Materiais Modelo de Lançamento Edição das Armaduras Começando uma Obra Nova A Janela Dados Gerais Introdução dos Pilares Formas de se Entrar os Pilares no CYPECAD As Máscaras DXF Inserindo o Primeiro Pilar Conceito de Ponto Fixo Ajustar o Pilar para a Posição Correta Alterando Pilares Fundações Sapatas Opções Gerais Armadura Perimetral Sapata Quadrada Sapata Retangular Centrada Sapata Retangular Excêntrica Sapata Piramidal Rigidez Combinadas Incremento Tensões Terreno 49 - /controle/acesso.asp tel.: /controle/acesso.asp tel.:
3 Índice Índice Tabelas de Armaduras de Sapatas Lançamento das Sapatas Tipos de Sapatas Vigas Alavancas Tabela de Armadura Cálculo de Sapatas Armadura em 3D Blocos Bloco de 1 Estaca Vigas de Blocos Vigas e Malhas Armadura Perimetral Lançamento de Blocos Seleção de Estaca Tipo de Blocos Vigas Alavancas e Travamento Viga de Travamento Tabela de Armadura Armadura em 3D Tabelas de Armaduras de Sapatas Lançamento das Sapatas Tipos de Sapatas Vigas Alavancas Tabela de Armadura Cálculo de Sapatas Armadura em 3D Blocos Bloco de 1 Estaca Vigas de Blocos Vigas e Malhas Armadura Perimetral Lançamento de Blocos Seleção de Estaca Tipo de Blocos Vigas Alavancas e Travamento Viga de Travamento Tabela de Armadura Armadura em 3D 84 - /controle/acesso.asp tel.: /controle/acesso.asp tel.: Índice Índice Tabelas de Armaduras de Sapatas Lançamento das Sapatas Tipos de Sapatas Vigas Alavancas Tabela de Armadura Cálculo de Sapatas Armadura em 3D Blocos Bloco de 1 Estaca Vigas de Blocos Vigas e Malhas Armadura Perimetral Lançamento de Blocos Seleção de Estaca Tipo de Blocos Vigas Alavancas e Travamento Viga de Travamento Tabela de Armadura Armadura em 3D Tabelas de Armaduras de Sapatas Lançamento das Sapatas Tipos de Sapatas Vigas Alavancas Tabela de Armadura Cálculo de Sapatas Armadura em 3D Blocos Bloco de 1 Estaca Vigas de Blocos Vigas e Malhas Armadura Perimetral Lançamento de Blocos Seleção de Estaca Tipo de Blocos Vigas Alavancas e Travamento Viga de Travamento Tabela de Armadura Armadura em 3D 84 - /controle/acesso.asp tel.: /controle/acesso.asp tel.:
4 1. Fundações Isoladas 1. Fundações Isoladas Neste manual indicam-se as considerações gerais tidas em conta para a verificação e dimensionamento dos elementos de fundação definíveis em CYPECAD sob elementos de suporte verticais do edifício definidos com vinculação exterior. Recorde que pode calcular simultaneamente com o resto da estrutura ou de forma independente. Como são elementos com vinculação exterior, não têm assentamentos, logo não influem no cálculo da estrutura. Dado que se podem calcular de forma independente, não esqueça que pode fazer modificações na estrutura sem que isso implique afetar a fundação. Também é possível utilizá-la como um editor, pelo que poderá introduzir elementos de fundação sem calcular, e obter desenhos e medições Sapatas isoladas CYPECAD efetua o cálculo de sapatas de concreto armado e em massa (consulte o ponto 1.7. Sapatas de concreto armado em massa deste manual). Sendo o tipo de sapatas a resolver os seguintes: Sapatas de altura constante Sapatas de altura variável ou piramidais Em planta classificam-se em: Quadradas Retangulares centradas Retangulares excêntricas (caso particular: medianeiras e de canto). Cada sapata pode ser fundação de um número ilimitado de elementos de suporte (pilares, paredes e muros) em qualquer posição. As cargas transmitidas pelos elementos de suporte transportam-se ao centro da sapata obtendo a sua resultante. Os esforços transmitidos podem ser: N: axial Mx : momento x My : momento y Qx : esforço cortante x Qy : esforço cortante y T: torsor 1 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Neste manual indicam-se as considerações gerais tidas em conta para a verificação e dimensionamento dos elementos de fundação definíveis em CYPECAD sob elementos de suporte verticais do edifício definidos com vinculação exterior. Recorde que pode calcular simultaneamente com o resto da estrutura ou de forma independente. Como são elementos com vinculação exterior, não têm assentamentos, logo não influem no cálculo da estrutura. Dado que se podem calcular de forma independente, não esqueça que pode fazer modificações na estrutura sem que isso implique afetar a fundação. Também é possível utilizá-la como um editor, pelo que poderá introduzir elementos de fundação sem calcular, e obter desenhos e medições Sapatas isoladas CYPECAD efetua o cálculo de sapatas de concreto armado e em massa (consulte o ponto 1.7. Sapatas de concreto armado em massa deste manual). Sendo o tipo de sapatas a resolver os seguintes: Sapatas de altura constante Sapatas de altura variável ou piramidais Em planta classificam-se em: Quadradas Retangulares centradas Retangulares excêntricas (caso particular: medianeiras e de canto). Cada sapata pode ser fundação de um número ilimitado de elementos de suporte (pilares, paredes e muros) em qualquer posição. As cargas transmitidas pelos elementos de suporte transportam-se ao centro da sapata obtendo a sua resultante. Os esforços transmitidos podem ser: N: axial Mx : momento x My : momento y Qx : esforço cortante x Qy : esforço cortante y T: torsor 1 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Fundações Isoladas 1. Fundações Isoladas Neste manual indicam-se as considerações gerais tidas em conta para a verificação e dimensionamento dos elementos de fundação definíveis em CYPECAD sob elementos de suporte verticais do edifício definidos com vinculação exterior. Recorde que pode calcular simultaneamente com o resto da estrutura ou de forma independente. Como são elementos com vinculação exterior, não têm assentamentos, logo não influem no cálculo da estrutura. Dado que se podem calcular de forma independente, não esqueça que pode fazer modificações na estrutura sem que isso implique afetar a fundação. Também é possível utilizá-la como um editor, pelo que poderá introduzir elementos de fundação sem calcular, e obter desenhos e medições Sapatas isoladas CYPECAD efetua o cálculo de sapatas de concreto armado e em massa (consulte o ponto 1.7. Sapatas de concreto armado em massa deste manual). Sendo o tipo de sapatas a resolver os seguintes: Sapatas de altura constante Sapatas de altura variável ou piramidais Em planta classificam-se em: Quadradas Retangulares centradas Retangulares excêntricas (caso particular: medianeiras e de canto). Cada sapata pode ser fundação de um número ilimitado de elementos de suporte (pilares, paredes e muros) em qualquer posição. As cargas transmitidas pelos elementos de suporte transportam-se ao centro da sapata obtendo a sua resultante. Os esforços transmitidos podem ser: N: axial Mx : momento x My : momento y Qx : esforço cortante x Qy : esforço cortante y T: torsor 1 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Neste manual indicam-se as considerações gerais tidas em conta para a verificação e dimensionamento dos elementos de fundação definíveis em CYPECAD sob elementos de suporte verticais do edifício definidos com vinculação exterior. Recorde que pode calcular simultaneamente com o resto da estrutura ou de forma independente. Como são elementos com vinculação exterior, não têm assentamentos, logo não influem no cálculo da estrutura. Dado que se podem calcular de forma independente, não esqueça que pode fazer modificações na estrutura sem que isso implique afetar a fundação. Também é possível utilizá-la como um editor, pelo que poderá introduzir elementos de fundação sem calcular, e obter desenhos e medições Sapatas isoladas CYPECAD efetua o cálculo de sapatas de concreto armado e em massa (consulte o ponto 1.7. Sapatas de concreto armado em massa deste manual). Sendo o tipo de sapatas a resolver os seguintes: Sapatas de altura constante Sapatas de altura variável ou piramidais Em planta classificam-se em: Quadradas Retangulares centradas Retangulares excêntricas (caso particular: medianeiras e de canto). Cada sapata pode ser fundação de um número ilimitado de elementos de suporte (pilares, paredes e muros) em qualquer posição. As cargas transmitidas pelos elementos de suporte transportam-se ao centro da sapata obtendo a sua resultante. Os esforços transmitidos podem ser: N: axial Mx : momento x My : momento y Qx : esforço cortante x Qy : esforço cortante y T: torsor 1 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
5 As ações consideradas podem ser: Permanente, Sobrecarga, Vento, Neve e Sismo. Os estados a verificar são: Tensões sobre o terreno Equilíbrio Concreto (flexão e esforço cortante) Pode-se realizar um dimensionamento a partir das dimensões por padrão definidas nas opções do programa, ou de umas dimensões dadas. Também se pode simplesmente obter a armadura a partir de uma determinada geometria. A verificação consiste em verificar os aspectos normativos da geometria e armadura de uma sapata Tensões sobre o terreno Supõe-se um diagrama de deformação plana para a sapata, pelo que se obterão, em função dos esforços, uns diagramas de tensões sobre o terreno de forma trapezoidal. Não se admitem trações, pelo que, quando a resultante sair do núcleo central, aparecerão zonas sem tensão. A resultante deve ficar dentro da sapata, pois de outra forma não haveria equilíbrio. Considera-se o peso próprio da sapata. Verifica-se que: A tensão média não supere a do terreno. A tensão máxima no bordo não supere numa % a média segundo o tipo de combinação: - gravitacional: 25% - com vento: 33% - com sismo: 50% 2 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As ações consideradas podem ser: Permanente, Sobrecarga, Vento, Neve e Sismo. Os estados a verificar são: Tensões sobre o terreno Equilíbrio Concreto (flexão e esforço cortante) Pode-se realizar um dimensionamento a partir das dimensões por padrão definidas nas opções do programa, ou de umas dimensões dadas. Também se pode simplesmente obter a armadura a partir de uma determinada geometria. A verificação consiste em verificar os aspectos normativos da geometria e armadura de uma sapata Tensões sobre o terreno Supõe-se um diagrama de deformação plana para a sapata, pelo que se obterão, em função dos esforços, uns diagramas de tensões sobre o terreno de forma trapezoidal. Não se admitem trações, pelo que, quando a resultante sair do núcleo central, aparecerão zonas sem tensão. A resultante deve ficar dentro da sapata, pois de outra forma não haveria equilíbrio. Considera-se o peso próprio da sapata. Verifica-se que: A tensão média não supere a do terreno. A tensão máxima no bordo não supere numa % a média segundo o tipo de combinação: - gravitacional: 25% - com vento: 33% - com sismo: 50% 2 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As ações consideradas podem ser: Permanente, Sobrecarga, Vento, Neve e Sismo. Os estados a verificar são: Tensões sobre o terreno Equilíbrio Concreto (flexão e esforço cortante) Pode-se realizar um dimensionamento a partir das dimensões por padrão definidas nas opções do programa, ou de umas dimensões dadas. Também se pode simplesmente obter a armadura a partir de uma determinada geometria. A verificação consiste em verificar os aspectos normativos da geometria e armadura de uma sapata Tensões sobre o terreno Supõe-se um diagrama de deformação plana para a sapata, pelo que se obterão, em função dos esforços, uns diagramas de tensões sobre o terreno de forma trapezoidal. Não se admitem trações, pelo que, quando a resultante sair do núcleo central, aparecerão zonas sem tensão. A resultante deve ficar dentro da sapata, pois de outra forma não haveria equilíbrio. Considera-se o peso próprio da sapata. Verifica-se que: A tensão média não supere a do terreno. A tensão máxima no bordo não supere numa % a média segundo o tipo de combinação: - gravitacional: 25% - com vento: 33% - com sismo: 50% 2 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As ações consideradas podem ser: Permanente, Sobrecarga, Vento, Neve e Sismo. Os estados a verificar são: Tensões sobre o terreno Equilíbrio Concreto (flexão e esforço cortante) Pode-se realizar um dimensionamento a partir das dimensões por padrão definidas nas opções do programa, ou de umas dimensões dadas. Também se pode simplesmente obter a armadura a partir de uma determinada geometria. A verificação consiste em verificar os aspectos normativos da geometria e armadura de uma sapata Tensões sobre o terreno Supõe-se um diagrama de deformação plana para a sapata, pelo que se obterão, em função dos esforços, uns diagramas de tensões sobre o terreno de forma trapezoidal. Não se admitem trações, pelo que, quando a resultante sair do núcleo central, aparecerão zonas sem tensão. A resultante deve ficar dentro da sapata, pois de outra forma não haveria equilíbrio. Considera-se o peso próprio da sapata. Verifica-se que: A tensão média não supere a do terreno. A tensão máxima no bordo não supere numa % a média segundo o tipo de combinação: - gravitacional: 25% - com vento: 33% - com sismo: 50% 2 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
6 Estes valores são opcionais e modificáveis. Estes valores são opcionais e modificáveis Estados de Equilíbrio Estados de Equilíbrio Aplicando as combinações de estado limite correspondentes, verifica-se que a resultante fica dentro da sapata. O excesso referente ao coeficiente de segurança expressa-se através do conceito % de reserva de segurança: Se for zero, o equilíbrio é o estrito, e se for grande, indica que se encontra muito do lado da segurança em relação ao equilíbrio. Aplicando as combinações de estado limite correspondentes, verifica-se que a resultante fica dentro da sapata. O excesso referente ao coeficiente de segurança expressa-se através do conceito % de reserva de segurança: Se for zero, o equilíbrio é o estrito, e se for grande, indica que se encontra muito do lado da segurança em relação ao equilíbrio Estados de Concreto Estados de Concreto 3 Deve-se verificar a flexão da sapata e as tensões tangenciais. Momentos fletores No caso de pilar único, verifica-se com a seção de referência situada a 0.15 da dimensão do pilar para o seu interior. Se houver vários elementos de suporte, faz-se uma análise, calculando momentos em muitas seções ao longo de toda a sapata. Efetua-se em ambas direções x e y, com pilares metálicos e placa de ancoragem, no ponto médio entre bordo de placa e perfil. Esforços cortantes A seção de referência situa-se a uma altura útil dos bordos do elemento de suporte. Se houver vários, poderiam emendar-se as seções por proximidade, Deve-se verificar a flexão da sapata e as tensões tangenciais. Momentos fletores No caso de pilar único, verifica-se com a seção de referência situada a 0.15 da dimensão do pilar para o seu interior. Se houver vários elementos de suporte, faz-se uma análise, calculando momentos em muitas seções ao longo de toda a sapata. Efetua-se em ambas direções x e y, com pilares metálicos e placa de ancoragem, no ponto médio entre bordo de placa e perfil. Esforços cortantes A seção de referência situa-se a uma altura útil dos bordos do elemento de suporte. Se houver vários, poderiam emendar-se as seções por proximidade, 3 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Estes valores são opcionais e modificáveis. Estes valores são opcionais e modificáveis Estados de Equilíbrio Estados de Equilíbrio Aplicando as combinações de estado limite correspondentes, verifica-se que a resultante fica dentro da sapata. O excesso referente ao coeficiente de segurança expressa-se através do conceito % de reserva de segurança: Se for zero, o equilíbrio é o estrito, e se for grande, indica que se encontra muito do lado da segurança em relação ao equilíbrio. Aplicando as combinações de estado limite correspondentes, verifica-se que a resultante fica dentro da sapata. O excesso referente ao coeficiente de segurança expressa-se através do conceito % de reserva de segurança: Se for zero, o equilíbrio é o estrito, e se for grande, indica que se encontra muito do lado da segurança em relação ao equilíbrio Estados de Concreto Estados de Concreto 3 Deve-se verificar a flexão da sapata e as tensões tangenciais. Momentos fletores No caso de pilar único, verifica-se com a seção de referência situada a 0.15 da dimensão do pilar para o seu interior. Se houver vários elementos de suporte, faz-se uma análise, calculando momentos em muitas seções ao longo de toda a sapata. Efetua-se em ambas direções x e y, com pilares metálicos e placa de ancoragem, no ponto médio entre bordo de placa e perfil. Esforços cortantes A seção de referência situa-se a uma altura útil dos bordos do elemento de suporte. Se houver vários, poderiam emendar-se as seções por proximidade, Deve-se verificar a flexão da sapata e as tensões tangenciais. Momentos fletores No caso de pilar único, verifica-se com a seção de referência situada a 0.15 da dimensão do pilar para o seu interior. Se houver vários elementos de suporte, faz-se uma análise, calculando momentos em muitas seções ao longo de toda a sapata. Efetua-se em ambas direções x e y, com pilares metálicos e placa de ancoragem, no ponto médio entre bordo de placa e perfil. Esforços cortantes A seção de referência situa-se a uma altura útil dos bordos do elemento de suporte. Se houver vários, poderiam emendar-se as seções por proximidade, 3 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
7 emitindo-se um aviso. Ancoragem das armaduras Verifica-se a ancoragem nos extremos das armaduras, colocando as dobras correspondentes se for o caso e segundo a sua posição. Alturas mínimas Verifica-se a altura mínima que a norma especificar. emitindo-se um aviso. Ancoragem das armaduras Verifica-se a ancoragem nos extremos das armaduras, colocando as dobras correspondentes se for o caso e segundo a sua posição. Alturas mínimas Verifica-se a altura mínima que a norma especificar. Separação de armaduras Verifica-se as separações mínimas entre armaduras da norma, que no caso de dimensionamento, considera-se um mínimo prático de 10 cm. Quantidades mínimas e máximas Verifica-se o cumprimento das quantidades mínimas, mecânicas e geométricas que a norma especificar. Diâmetros mínimos Verifica-se que o diâmetro seja pelo menos os mínimos indicados na norma. Dimensionamento O dimensionamento à flexão obriga a dispor alturas para que não seja necessária armadura de compressão. O dimensionamento ao esforço cortante, igualmente, para não ter de colocar reforço transversal. Verificação à compressão oblíqua Realiza-se no bordo de apoio, não permitindo superar a tensão no concreto por rotura à compressão oblíqua. Dependendo do tipo de elemento de suporte, pondera-se o axial do elemento de suporte por: Elementos de suporte interiores: 1.1 Elementos de suporte medianeiros: 1.4 Elementos de suporte de canto: 1.5 Para ter em conta o efeito da excentricidade das cargas. 4 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Separação de armaduras Verifica-se as separações mínimas entre armaduras da norma, que no caso de dimensionamento, considera-se um mínimo prático de 10 cm. Quantidades mínimas e máximas Verifica-se o cumprimento das quantidades mínimas, mecânicas e geométricas que a norma especificar. Diâmetros mínimos Verifica-se que o diâmetro seja pelo menos os mínimos indicados na norma. Dimensionamento O dimensionamento à flexão obriga a dispor alturas para que não seja necessária armadura de compressão. O dimensionamento ao esforço cortante, igualmente, para não ter de colocar reforço transversal. Verificação à compressão oblíqua Realiza-se no bordo de apoio, não permitindo superar a tensão no concreto por rotura à compressão oblíqua. Dependendo do tipo de elemento de suporte, pondera-se o axial do elemento de suporte por: Elementos de suporte interiores: 1.1 Elementos de suporte medianeiros: 1.4 Elementos de suporte de canto: 1.5 Para ter em conta o efeito da excentricidade das cargas. 4 /controle/acesso.asp Tel.: (11) emitindo-se um aviso. Ancoragem das armaduras Verifica-se a ancoragem nos extremos das armaduras, colocando as dobras correspondentes se for o caso e segundo a sua posição. Alturas mínimas Verifica-se a altura mínima que a norma especificar. emitindo-se um aviso. Ancoragem das armaduras Verifica-se a ancoragem nos extremos das armaduras, colocando as dobras correspondentes se for o caso e segundo a sua posição. Alturas mínimas Verifica-se a altura mínima que a norma especificar. Separação de armaduras Verifica-se as separações mínimas entre armaduras da norma, que no caso de dimensionamento, considera-se um mínimo prático de 10 cm. Quantidades mínimas e máximas Verifica-se o cumprimento das quantidades mínimas, mecânicas e geométricas que a norma especificar. Diâmetros mínimos Verifica-se que o diâmetro seja pelo menos os mínimos indicados na norma. Dimensionamento O dimensionamento à flexão obriga a dispor alturas para que não seja necessária armadura de compressão. O dimensionamento ao esforço cortante, igualmente, para não ter de colocar reforço transversal. Verificação à compressão oblíqua Realiza-se no bordo de apoio, não permitindo superar a tensão no concreto por rotura à compressão oblíqua. Dependendo do tipo de elemento de suporte, pondera-se o axial do elemento de suporte por: Elementos de suporte interiores: 1.1 Elementos de suporte medianeiros: 1.4 Elementos de suporte de canto: 1.5 Para ter em conta o efeito da excentricidade das cargas. 4 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Separação de armaduras Verifica-se as separações mínimas entre armaduras da norma, que no caso de dimensionamento, considera-se um mínimo prático de 10 cm. Quantidades mínimas e máximas Verifica-se o cumprimento das quantidades mínimas, mecânicas e geométricas que a norma especificar. Diâmetros mínimos Verifica-se que o diâmetro seja pelo menos os mínimos indicados na norma. Dimensionamento O dimensionamento à flexão obriga a dispor alturas para que não seja necessária armadura de compressão. O dimensionamento ao esforço cortante, igualmente, para não ter de colocar reforço transversal. Verificação à compressão oblíqua Realiza-se no bordo de apoio, não permitindo superar a tensão no concreto por rotura à compressão oblíqua. Dependendo do tipo de elemento de suporte, pondera-se o axial do elemento de suporte por: Elementos de suporte interiores: 1.1 Elementos de suporte medianeiros: 1.4 Elementos de suporte de canto: 1.5 Para ter em conta o efeito da excentricidade das cargas. 4 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
8 Dimensionam-se sempre sapatas rígidas, embora na verificação apenas se avisa do seu não cumprimento, se for o caso (balanço/altura =2). No dimensionamento de sapatas com vários elementos de suporte, limita-se a esbelteza a 8, sendo a esbelteza a relação entre o vão entre elementos de suporte dividido pela altura da sapata. Dispõe-se de umas opções de dimensionamento de maneira que o utilizador possa escolher a forma de crescimento da sapata, ou fixando alguma dimensão, em função do tipo de sapata. Obviamente, os resultados podem ser diferentes, conforme a opção selecionada. Quando o diagrama de tensões não ocupar toda a sapata, podem aparecer trações na face superior pelo peso da sapata em balanço, colocando-se uma armadura superior se for necessário. Dimensionam-se sempre sapatas rígidas, embora na verificação apenas se avisa do seu não cumprimento, se for o caso (balanço/altura =2). No dimensionamento de sapatas com vários elementos de suporte, limita-se a esbelteza a 8, sendo a esbelteza a relação entre o vão entre elementos de suporte dividido pela altura da sapata. Dispõe-se de umas opções de dimensionamento de maneira que o utilizador possa escolher a forma de crescimento da sapata, ou fixando alguma dimensão, em função do tipo de sapata. Obviamente, os resultados podem ser diferentes, conforme a opção selecionada. Quando o diagrama de tensões não ocupar toda a sapata, podem aparecer trações na face superior pelo peso da sapata em balanço, colocando-se uma armadura superior se for necessário Sapata Contínua Sob o Muro O programa calcula sapatas contínuas de concreto armado sob o muro. Este tipo de sapata contínua sob o muro pode-se utilizar em muros de suporte e muros de cave de edifícios, ou muros de carga. Há três tipos de sapatas: Com balanços em ambos os lados 1.2. Sapata Contínua Sob o Muro O programa calcula sapatas contínuas de concreto armado sob o muro. Este tipo de sapata contínua sob o muro pode-se utilizar em muros de suporte e muros de cave de edifícios, ou muros de carga. Há três tipos de sapatas: Com balanços em ambos os lados 5 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Dimensionam-se sempre sapatas rígidas, embora na verificação apenas se avisa do seu não cumprimento, se for o caso (balanço/altura =2). No dimensionamento de sapatas com vários elementos de suporte, limita-se a esbelteza a 8, sendo a esbelteza a relação entre o vão entre elementos de suporte dividido pela altura da sapata. Dispõe-se de umas opções de dimensionamento de maneira que o utilizador possa escolher a forma de crescimento da sapata, ou fixando alguma dimensão, em função do tipo de sapata. Obviamente, os resultados podem ser diferentes, conforme a opção selecionada. Quando o diagrama de tensões não ocupar toda a sapata, podem aparecer trações na face superior pelo peso da sapata em balanço, colocando-se uma armadura superior se for necessário. Dimensionam-se sempre sapatas rígidas, embora na verificação apenas se avisa do seu não cumprimento, se for o caso (balanço/altura =2). No dimensionamento de sapatas com vários elementos de suporte, limita-se a esbelteza a 8, sendo a esbelteza a relação entre o vão entre elementos de suporte dividido pela altura da sapata. Dispõe-se de umas opções de dimensionamento de maneira que o utilizador possa escolher a forma de crescimento da sapata, ou fixando alguma dimensão, em função do tipo de sapata. Obviamente, os resultados podem ser diferentes, conforme a opção selecionada. Quando o diagrama de tensões não ocupar toda a sapata, podem aparecer trações na face superior pelo peso da sapata em balanço, colocando-se uma armadura superior se for necessário Sapata Contínua Sob o Muro O programa calcula sapatas contínuas de concreto armado sob o muro. Este tipo de sapata contínua sob o muro pode-se utilizar em muros de suporte e muros de cave de edifícios, ou muros de carga. Há três tipos de sapatas: Com balanços em ambos os lados 1.2. Sapata Contínua Sob o Muro O programa calcula sapatas contínuas de concreto armado sob o muro. Este tipo de sapata contínua sob o muro pode-se utilizar em muros de suporte e muros de cave de edifícios, ou muros de carga. Há três tipos de sapatas: Com balanços em ambos os lados 5 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
9 Com balanço à esquerda Com balanço à esquerda Com balanço à esquerda Com balanço à esquerda Utiliza-se como fundação de muros de concreto armado e de muros de alvenaria. A geometria define-se na introdução de dados do muro. Dimensiona-se e verifica-se da mesma forma que as sapatas retangulares (consulte o ponto Sapatas Isoladas), por isso tem as mesmas possibilidades (inclusão de pilares próximos na mesma) e as mesmas condicionantes. A única diferença está na forma de aplicar as cargas. Enquanto que num pilar as cargas aplicam-se no seu centro-eixo geométrico, quer seja quadrado ou retangular alargado, num muro converte-se num diagrama de cargas ao longo do muro de forma discreta, é como converter uma resultante num diagrama de tensões aplicadas ao longo da base do muro, discreteada em escalões que o programa realiza internamente, segundo as suas dimensões. De uma forma simples, expressando-o graficamente: Utiliza-se como fundação de muros de concreto armado e de muros de alvenaria. A geometria define-se na introdução de dados do muro. Dimensiona-se e verifica-se da mesma forma que as sapatas retangulares (consulte o ponto Sapatas Isoladas), por isso tem as mesmas possibilidades (inclusão de pilares próximos na mesma) e as mesmas condicionantes. A única diferença está na forma de aplicar as cargas. Enquanto que num pilar as cargas aplicam-se no seu centro-eixo geométrico, quer seja quadrado ou retangular alargado, num muro converte-se num diagrama de cargas ao longo do muro de forma discreta, é como converter uma resultante num diagrama de tensões aplicadas ao longo da base do muro, discreteada em escalões que o programa realiza internamente, segundo as suas dimensões. De uma forma simples, expressando-o graficamente: 6 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Com balanço à esquerda Com balanço à esquerda Com balanço à esquerda Com balanço à esquerda Utiliza-se como fundação de muros de concreto armado e de muros de alvenaria. A geometria define-se na introdução de dados do muro. Dimensiona-se e verifica-se da mesma forma que as sapatas retangulares (consulte o ponto Sapatas Isoladas), por isso tem as mesmas possibilidades (inclusão de pilares próximos na mesma) e as mesmas condicionantes. A única diferença está na forma de aplicar as cargas. Enquanto que num pilar as cargas aplicam-se no seu centro-eixo geométrico, quer seja quadrado ou retangular alargado, num muro converte-se num diagrama de cargas ao longo do muro de forma discreta, é como converter uma resultante num diagrama de tensões aplicadas ao longo da base do muro, discreteada em escalões que o programa realiza internamente, segundo as suas dimensões. De uma forma simples, expressando-o graficamente: Utiliza-se como fundação de muros de concreto armado e de muros de alvenaria. A geometria define-se na introdução de dados do muro. Dimensiona-se e verifica-se da mesma forma que as sapatas retangulares (consulte o ponto Sapatas Isoladas), por isso tem as mesmas possibilidades (inclusão de pilares próximos na mesma) e as mesmas condicionantes. A única diferença está na forma de aplicar as cargas. Enquanto que num pilar as cargas aplicam-se no seu centro-eixo geométrico, quer seja quadrado ou retangular alargado, num muro converte-se num diagrama de cargas ao longo do muro de forma discreta, é como converter uma resultante num diagrama de tensões aplicadas ao longo da base do muro, discreteada em escalões que o programa realiza internamente, segundo as suas dimensões. De uma forma simples, expressando-o graficamente: 6 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
10 1.3. Vigas de Fundação 1.3. Vigas de Fundação O programa calcula vigas de fundação de concreto armado entre fundações. As vigas de fundação utilizam-se para o equilíbrio de sapatas e bloco sobre de estacas. Existem dois tipos: Momentos Negativos O programa calcula vigas de fundação de concreto armado entre fundações. As vigas de fundação utilizam-se para o equilíbrio de sapatas e bloco sobre de estacas. Existem dois tipos: Momentos Negativos Momentos positivos armadura simétrica Existem umas tabelas de armadura para cada tipo, definíveis e modificáveis. Os esforços sobre as vigas de fundação são: Momentos e esforços cortantes necessários para o efeito de equilíbrio. Não admite cargas sobre ela, nem se considera a sua carga permanente. Supõe-se que as transmitem ao terreno sem sofrer esforços. Os esforços que recebem, quando são várias, um elemento sapata ou Bloco de encabeçamento de estacas, são proporcionais às suas rigidezes. Podem receber esforços só por um extremo ou por ambos. Se o seu comprimento for menor que 25 cm, emite-se um aviso de viga curta. Existe uma tabela de armadura para cada tipo, verificando-se o seu cumprimento para os esforços aos quais se encontra submetida. Realizam-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal 7 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Momentos positivos armadura simétrica Existem umas tabelas de armadura para cada tipo, definíveis e modificáveis. Os esforços sobre as vigas de fundação são: Momentos e esforços cortantes necessários para o efeito de equilíbrio. Não admite cargas sobre ela, nem se considera a sua carga permanente. Supõe-se que as transmitem ao terreno sem sofrer esforços. Os esforços que recebem, quando são várias, um elemento sapata ou Bloco de encabeçamento de estacas, são proporcionais às suas rigidezes. Podem receber esforços só por um extremo ou por ambos. Se o seu comprimento for menor que 25 cm, emite-se um aviso de viga curta. Existe uma tabela de armadura para cada tipo, verificando-se o seu cumprimento para os esforços aos quais se encontra submetida. Realizam-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal 7 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vigas de Fundação 1.3. Vigas de Fundação O programa calcula vigas de fundação de concreto armado entre fundações. As vigas de fundação utilizam-se para o equilíbrio de sapatas e bloco sobre de estacas. Existem dois tipos: Momentos Negativos O programa calcula vigas de fundação de concreto armado entre fundações. As vigas de fundação utilizam-se para o equilíbrio de sapatas e bloco sobre de estacas. Existem dois tipos: Momentos Negativos Momentos positivos armadura simétrica Existem umas tabelas de armadura para cada tipo, definíveis e modificáveis. Os esforços sobre as vigas de fundação são: Momentos e esforços cortantes necessários para o efeito de equilíbrio. Não admite cargas sobre ela, nem se considera a sua carga permanente. Supõe-se que as transmitem ao terreno sem sofrer esforços. Os esforços que recebem, quando são várias, um elemento sapata ou Bloco de encabeçamento de estacas, são proporcionais às suas rigidezes. Podem receber esforços só por um extremo ou por ambos. Se o seu comprimento for menor que 25 cm, emite-se um aviso de viga curta. Existe uma tabela de armadura para cada tipo, verificando-se o seu cumprimento para os esforços aos quais se encontra submetida. Realizam-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal 7 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Momentos positivos armadura simétrica Existem umas tabelas de armadura para cada tipo, definíveis e modificáveis. Os esforços sobre as vigas de fundação são: Momentos e esforços cortantes necessários para o efeito de equilíbrio. Não admite cargas sobre ela, nem se considera a sua carga permanente. Supõe-se que as transmitem ao terreno sem sofrer esforços. Os esforços que recebem, quando são várias, um elemento sapata ou Bloco de encabeçamento de estacas, são proporcionais às suas rigidezes. Podem receber esforços só por um extremo ou por ambos. Se o seu comprimento for menor que 25 cm, emite-se um aviso de viga curta. Existe uma tabela de armadura para cada tipo, verificando-se o seu cumprimento para os esforços aos quais se encontra submetida. Realizam-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal 7 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
11 diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima de tração quantidade mecânica mínima (aceita-se redução) quantidade máxima de armadura longitudinal separação mínima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima da armadura longitudinal separação máxima de estribos largura mínima de vigas 1/20 vão) altura mínima de vigas 1/2 vão) verificação à fissuração (0.3 mm) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior verificação à flexão (não ter armadura de compressão) verificação ao esforço cortante (concreto + estribos resistem ao esforço cortante). Admite-se uma certa tolerância no ângulo de desvio da viga de fundação quando entrar pelo bordo da sapata (1 ). Existe uma opção que permite fixar uma quantidade geométrica mínima de tração. Existem uns critérios para dispor a viga relativamente à sapata, em função da altura relativa entre ambos os elementos, nivelando-a pela face superior ou inferior. Para todas as verificações e dimensionamento, utilizam-se as combinações de vigas de fundação como elemento de concreto armado, exceto para fissuração, onde se utilizam as de tensões sobre o terreno Vigas de travamento O programa calcula de viga de travamento entre fundações de concreto armado. diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima de tração quantidade mecânica mínima (aceita-se redução) quantidade máxima de armadura longitudinal separação mínima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima da armadura longitudinal separação máxima de estribos largura mínima de vigas 1/20 vão) altura mínima de vigas 1/2 vão) verificação à fissuração (0.3 mm) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior verificação à flexão (não ter armadura de compressão) verificação ao esforço cortante (concreto + estribos resistem ao esforço cortante). Admite-se uma certa tolerância no ângulo de desvio da viga de fundação quando entrar pelo bordo da sapata (1 ). Existe uma opção que permite fixar uma quantidade geométrica mínima de tração. Existem uns critérios para dispor a viga relativamente à sapata, em função da altura relativa entre ambos os elementos, nivelando-a pela face superior ou inferior. Para todas as verificações e dimensionamento, utilizam-se as combinações de vigas de fundação como elemento de concreto armado, exceto para fissuração, onde se utilizam as de tensões sobre o terreno Vigas de travamento O programa calcula de viga de travamento entre fundações de concreto armado. 8 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima de tração quantidade mecânica mínima (aceita-se redução) quantidade máxima de armadura longitudinal separação mínima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima da armadura longitudinal separação máxima de estribos largura mínima de vigas 1/20 vão) altura mínima de vigas 1/2 vão) verificação à fissuração (0.3 mm) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior verificação à flexão (não ter armadura de compressão) verificação ao esforço cortante (concreto + estribos resistem ao esforço cortante). Admite-se uma certa tolerância no ângulo de desvio da viga de fundação quando entrar pelo bordo da sapata (1 ). Existe uma opção que permite fixar uma quantidade geométrica mínima de tração. Existem uns critérios para dispor a viga relativamente à sapata, em função da altura relativa entre ambos os elementos, nivelando-a pela face superior ou inferior. Para todas as verificações e dimensionamento, utilizam-se as combinações de vigas de fundação como elemento de concreto armado, exceto para fissuração, onde se utilizam as de tensões sobre o terreno Vigas de travamento O programa calcula de viga de travamento entre fundações de concreto armado. diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima de tração quantidade mecânica mínima (aceita-se redução) quantidade máxima de armadura longitudinal separação mínima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima da armadura longitudinal separação máxima de estribos largura mínima de vigas 1/20 vão) altura mínima de vigas 1/2 vão) verificação à fissuração (0.3 mm) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior verificação à flexão (não ter armadura de compressão) verificação ao esforço cortante (concreto + estribos resistem ao esforço cortante). Admite-se uma certa tolerância no ângulo de desvio da viga de fundação quando entrar pelo bordo da sapata (1 ). Existe uma opção que permite fixar uma quantidade geométrica mínima de tração. Existem uns critérios para dispor a viga relativamente à sapata, em função da altura relativa entre ambos os elementos, nivelando-a pela face superior ou inferior. Para todas as verificações e dimensionamento, utilizam-se as combinações de vigas de fundação como elemento de concreto armado, exceto para fissuração, onde se utilizam as de tensões sobre o terreno Vigas de travamento O programa calcula de viga de travamento entre fundações de concreto armado. 8 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
12 As vigas travamento servem para travar as sapatas, absorvendo os esforços horizontais pela ação do sismo. A partir do esforço axial máximo, multiplica-se pela aceleração sísmica de cálculo a (nunca menor que 0.05) e estes esforços consideram-se de tração e compressão ( N). Opcionalmente, dimensionam-se à flexão para uma carga uniforme p (1 T/ml ou 10 KN/ml), produzida pela compactação das terras e soleira superior. Dimensionam-se para um momento pl 2 /12 positivo e negativo e um esforço cortante pl/2, sendo l o vão da viga. Para o dimensionamento utilizam-se as combinações chamadas de Vigas de Fundação como elemento de concreto armado. Utilizam-se umas tabelas de armadura com armadura simétrica nas faces. Fazem-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima da armadura de traçam (se tiver ativado a carga de compactação) quantidade geométrica mínima da armadura de compressão (se tiver ativado a carga de compactação) armadura mecânica mínima separação mínima entre armaduras longitudinais separação máxima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima entre estribos largura mínima de vigas (1/20 de vão) altura mínima de vigas (1/2 de vão) fissuração (0.3 mm, não considerando o sismo) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior 9 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As vigas travamento servem para travar as sapatas, absorvendo os esforços horizontais pela ação do sismo. A partir do esforço axial máximo, multiplica-se pela aceleração sísmica de cálculo a (nunca menor que 0.05) e estes esforços consideram-se de tração e compressão ( N). Opcionalmente, dimensionam-se à flexão para uma carga uniforme p (1 T/ml ou 10 KN/ml), produzida pela compactação das terras e soleira superior. Dimensionam-se para um momento pl 2 /12 positivo e negativo e um esforço cortante pl/2, sendo l o vão da viga. Para o dimensionamento utilizam-se as combinações chamadas de Vigas de Fundação como elemento de concreto armado. Utilizam-se umas tabelas de armadura com armadura simétrica nas faces. Fazem-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima da armadura de traçam (se tiver ativado a carga de compactação) quantidade geométrica mínima da armadura de compressão (se tiver ativado a carga de compactação) armadura mecânica mínima separação mínima entre armaduras longitudinais separação máxima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima entre estribos largura mínima de vigas (1/20 de vão) altura mínima de vigas (1/2 de vão) fissuração (0.3 mm, não considerando o sismo) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior 9 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As vigas travamento servem para travar as sapatas, absorvendo os esforços horizontais pela ação do sismo. A partir do esforço axial máximo, multiplica-se pela aceleração sísmica de cálculo a (nunca menor que 0.05) e estes esforços consideram-se de tração e compressão ( N). Opcionalmente, dimensionam-se à flexão para uma carga uniforme p (1 T/ml ou 10 KN/ml), produzida pela compactação das terras e soleira superior. Dimensionam-se para um momento pl 2 /12 positivo e negativo e um esforço cortante pl/2, sendo l o vão da viga. Para o dimensionamento utilizam-se as combinações chamadas de Vigas de Fundação como elemento de concreto armado. Utilizam-se umas tabelas de armadura com armadura simétrica nas faces. Fazem-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima da armadura de traçam (se tiver ativado a carga de compactação) quantidade geométrica mínima da armadura de compressão (se tiver ativado a carga de compactação) armadura mecânica mínima separação mínima entre armaduras longitudinais separação máxima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima entre estribos largura mínima de vigas (1/20 de vão) altura mínima de vigas (1/2 de vão) fissuração (0.3 mm, não considerando o sismo) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior 9 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As vigas travamento servem para travar as sapatas, absorvendo os esforços horizontais pela ação do sismo. A partir do esforço axial máximo, multiplica-se pela aceleração sísmica de cálculo a (nunca menor que 0.05) e estes esforços consideram-se de tração e compressão ( N). Opcionalmente, dimensionam-se à flexão para uma carga uniforme p (1 T/ml ou 10 KN/ml), produzida pela compactação das terras e soleira superior. Dimensionam-se para um momento pl 2 /12 positivo e negativo e um esforço cortante pl/2, sendo l o vão da viga. Para o dimensionamento utilizam-se as combinações chamadas de Vigas de Fundação como elemento de concreto armado. Utilizam-se umas tabelas de armadura com armadura simétrica nas faces. Fazem-se as seguintes verificações: diâmetro mínimo da armadura longitudinal diâmetro mínimo da armadura transversal quantidade geométrica mínima da armadura de traçam (se tiver ativado a carga de compactação) quantidade geométrica mínima da armadura de compressão (se tiver ativado a carga de compactação) armadura mecânica mínima separação mínima entre armaduras longitudinais separação máxima entre armaduras longitudinais separação mínima entre estribos separação máxima entre estribos largura mínima de vigas (1/20 de vão) altura mínima de vigas (1/2 de vão) fissuração (0.3 mm, não considerando o sismo) comprimento de ancoragem armadura superior comprimento de ancoragem armadura de pele comprimento de ancoragem armadura inferior 9 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
13 verificação ao esforço cortante (só com carga de compactação) verificação à flexão (só com carga de compactação) verificação ao esforço axial. Existem opções para alongar os estribos até à face da sapata ou até ao elemento de suporte. Também são opcionais a posição da viga com nivelação superior ou inferior com a sapata em função das suas alturas relativas. verificação ao esforço cortante (só com carga de compactação) verificação à flexão (só com carga de compactação) verificação ao esforço axial. Existem opções para alongar os estribos até à face da sapata ou até ao elemento de suporte. Também são opcionais a posição da viga com nivelação superior ou inferior com a sapata em função das suas alturas relativas Bloco sobre Estacas O programa calcula bloco de concreto armado sobre estacas de seção quadrada ou circular de acordo com as seguintes tipologias: Bloco de 1 estaca. (A) Bloco de 2 estacas. (B) Bloco de 3 estacas. (C) Bloco de 4 estacas. (D) Bloco linear. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 3. (B) Bloco retangular. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 9. (D) Bloco retangular sobre 5 estacas (uma central).(d) Bloco pentagonal sobre 5 estacas. (C) Bloco pentagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 7 estacas (uma central).(c) Nota: Com CYPECAD é possível definir vários elementos de suporte sobre um mesmo Bloco Critérios de Cálculo Os Blocos tipo A baseiam-se no modelo de cargas concentradas sobre Blocos. Armam-se com estribos verticais e horizontais (opcionalmente com diagonais). Os Blocos tipo B baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Armam-se como vigas, com armadura longitudinal inferior, superior e pele, além de estribos verticais. Os Blocos tipo C baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais, malhas inferiores e superiores, e armadura perimetral de vigas de bordo. Os Blocos tipo D baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais (salvo o retangular), malhas inferiores e superiores Bloco sobre Estacas O programa calcula bloco de concreto armado sobre estacas de seção quadrada ou circular de acordo com as seguintes tipologias: Bloco de 1 estaca. (A) Bloco de 2 estacas. (B) Bloco de 3 estacas. (C) Bloco de 4 estacas. (D) Bloco linear. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 3. (B) Bloco retangular. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 9. (D) Bloco retangular sobre 5 estacas (uma central).(d) Bloco pentagonal sobre 5 estacas. (C) Bloco pentagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 7 estacas (uma central).(c) Nota: Com CYPECAD é possível definir vários elementos de suporte sobre um mesmo Bloco Critérios de Cálculo Os Blocos tipo A baseiam-se no modelo de cargas concentradas sobre Blocos. Armam-se com estribos verticais e horizontais (opcionalmente com diagonais). Os Blocos tipo B baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Armam-se como vigas, com armadura longitudinal inferior, superior e pele, além de estribos verticais. Os Blocos tipo C baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais, malhas inferiores e superiores, e armadura perimetral de vigas de bordo. Os Blocos tipo D baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais (salvo o retangular), malhas inferiores e superiores. 10 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) verificação ao esforço cortante (só com carga de compactação) verificação à flexão (só com carga de compactação) verificação ao esforço axial. Existem opções para alongar os estribos até à face da sapata ou até ao elemento de suporte. Também são opcionais a posição da viga com nivelação superior ou inferior com a sapata em função das suas alturas relativas. verificação ao esforço cortante (só com carga de compactação) verificação à flexão (só com carga de compactação) verificação ao esforço axial. Existem opções para alongar os estribos até à face da sapata ou até ao elemento de suporte. Também são opcionais a posição da viga com nivelação superior ou inferior com a sapata em função das suas alturas relativas Bloco sobre Estacas O programa calcula bloco de concreto armado sobre estacas de seção quadrada ou circular de acordo com as seguintes tipologias: Bloco de 1 estaca. (A) Bloco de 2 estacas. (B) Bloco de 3 estacas. (C) Bloco de 4 estacas. (D) Bloco linear. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 3. (B) Bloco retangular. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 9. (D) Bloco retangular sobre 5 estacas (uma central).(d) Bloco pentagonal sobre 5 estacas. (C) Bloco pentagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 7 estacas (uma central).(c) Nota: Com CYPECAD é possível definir vários elementos de suporte sobre um mesmo Bloco Critérios de Cálculo Os Blocos tipo A baseiam-se no modelo de cargas concentradas sobre Blocos. Armam-se com estribos verticais e horizontais (opcionalmente com diagonais). Os Blocos tipo B baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Armam-se como vigas, com armadura longitudinal inferior, superior e pele, além de estribos verticais. Os Blocos tipo C baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais, malhas inferiores e superiores, e armadura perimetral de vigas de bordo. Os Blocos tipo D baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais (salvo o retangular), malhas inferiores e superiores Bloco sobre Estacas O programa calcula bloco de concreto armado sobre estacas de seção quadrada ou circular de acordo com as seguintes tipologias: Bloco de 1 estaca. (A) Bloco de 2 estacas. (B) Bloco de 3 estacas. (C) Bloco de 4 estacas. (D) Bloco linear. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 3. (B) Bloco retangular. Pode escolher o número de estacas. Por padrão são 9. (D) Bloco retangular sobre 5 estacas (uma central).(d) Bloco pentagonal sobre 5 estacas. (C) Bloco pentagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 6 estacas. (C) Bloco hexagonal sobre 7 estacas (uma central).(c) Nota: Com CYPECAD é possível definir vários elementos de suporte sobre um mesmo Bloco Critérios de Cálculo Os Blocos tipo A baseiam-se no modelo de cargas concentradas sobre Blocos. Armam-se com estribos verticais e horizontais (opcionalmente com diagonais). Os Blocos tipo B baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Armam-se como vigas, com armadura longitudinal inferior, superior e pele, além de estribos verticais. Os Blocos tipo C baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais, malhas inferiores e superiores, e armadura perimetral de vigas de bordo. Os Blocos tipo D baseiam-se em modelos de bielas e tirantes. Podem-se armar com vigas laterais, diagonais (salvo o retangular), malhas inferiores e superiores. 10 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
14 Pode-se verificar e dimensionar qualquer Bloco. A verificação consiste em verificar os aspetos geométricos e mecânicos com umas dimensões e armadura dadas. Podem-se definir ou não cargas. O dimensionamento necessita de cargas e a partir de umas dimensões mínimas que o programa considera (dimensionamento completo), ou de umas dimensões iniciais que o utilizador fornece (dimensões mínimas), obtém-se (se for possível) uma geometria e armaduras de acordo com a norma e opções definidas. Sendo a norma EHE-98 a que maior informação e análise fornece para o cálculo de Blocos, adotou-se como norma básica para os Blocos, sempre rígidos, e nos casos em que tenha sido possível, para outras normas tais como a ACI-318/95, CIRSOC, NB-1, EH-91, bibliografia técnica como o livro de Estruturas de Cimentação de Marcelo da Cunha Moraes, e os critérios de CYPE Engenheiros; aplicaram-se esses princípios Critério de Sinais Pode-se verificar e dimensionar qualquer Bloco. A verificação consiste em verificar os aspetos geométricos e mecânicos com umas dimensões e armadura dadas. Podem-se definir ou não cargas. O dimensionamento necessita de cargas e a partir de umas dimensões mínimas que o programa considera (dimensionamento completo), ou de umas dimensões iniciais que o utilizador fornece (dimensões mínimas), obtém-se (se for possível) uma geometria e armaduras de acordo com a norma e opções definidas. Sendo a norma EHE-98 a que maior informação e análise fornece para o cálculo de Blocos, adotou-se como norma básica para os Blocos, sempre rígidos, e nos casos em que tenha sido possível, para outras normas tais como a ACI-318/95, CIRSOC, NB-1, EH-91, bibliografia técnica como o livro de Estruturas de Cimentação de Marcelo da Cunha Moraes, e os critérios de CYPE Engenheiros; aplicaram-se esses princípios Critério de Sinais Considerações de cálculo e geometria Ao definir um Bloco, necessita também de indicar as estacas, tipo, número e posição. É um dado da estaca a sua capacidade de carga, isto é, a carga de serviço que é capaz de suportar (sem majorar). Previamente, será necessário calcular a carga que as estacas recebem, que serão o resultado de considerar o peso próprio do Bloco, as ações exteriores e a aplicação da fórmula clássica de Navier: Considerações de cálculo e geometria Ao definir um Bloco, necessita também de indicar as estacas, tipo, número e posição. É um dado da estaca a sua capacidade de carga, isto é, a carga de serviço que é capaz de suportar (sem majorar). Previamente, será necessário calcular a carga que as estacas recebem, que serão o resultado de considerar o peso próprio do Bloco, as ações exteriores e a aplicação da fórmula clássica de Navier: com as combinações de tensões sobre o terreno. Compara-se ma estaca mais carregada na sua capacidade de carga e se a superar emite-se um aviso Quando se define uma estaca, pede-se a distância mínima entre estacas. Este 11 /controle/acesso.asp Tel.: (11) com as combinações de tensões sobre o terreno. Compara-se ma estaca mais carregada na sua capacidade de carga e se a superar emite-se um aviso Quando se define uma estaca, pede-se a distância mínima entre estacas. Este 11 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Pode-se verificar e dimensionar qualquer Bloco. A verificação consiste em verificar os aspetos geométricos e mecânicos com umas dimensões e armadura dadas. Podem-se definir ou não cargas. O dimensionamento necessita de cargas e a partir de umas dimensões mínimas que o programa considera (dimensionamento completo), ou de umas dimensões iniciais que o utilizador fornece (dimensões mínimas), obtém-se (se for possível) uma geometria e armaduras de acordo com a norma e opções definidas. Sendo a norma EHE-98 a que maior informação e análise fornece para o cálculo de Blocos, adotou-se como norma básica para os Blocos, sempre rígidos, e nos casos em que tenha sido possível, para outras normas tais como a ACI-318/95, CIRSOC, NB-1, EH-91, bibliografia técnica como o livro de Estruturas de Cimentação de Marcelo da Cunha Moraes, e os critérios de CYPE Engenheiros; aplicaram-se esses princípios Critério de Sinais Pode-se verificar e dimensionar qualquer Bloco. A verificação consiste em verificar os aspetos geométricos e mecânicos com umas dimensões e armadura dadas. Podem-se definir ou não cargas. O dimensionamento necessita de cargas e a partir de umas dimensões mínimas que o programa considera (dimensionamento completo), ou de umas dimensões iniciais que o utilizador fornece (dimensões mínimas), obtém-se (se for possível) uma geometria e armaduras de acordo com a norma e opções definidas. Sendo a norma EHE-98 a que maior informação e análise fornece para o cálculo de Blocos, adotou-se como norma básica para os Blocos, sempre rígidos, e nos casos em que tenha sido possível, para outras normas tais como a ACI-318/95, CIRSOC, NB-1, EH-91, bibliografia técnica como o livro de Estruturas de Cimentação de Marcelo da Cunha Moraes, e os critérios de CYPE Engenheiros; aplicaram-se esses princípios Critério de Sinais Considerações de cálculo e geometria Ao definir um Bloco, necessita também de indicar as estacas, tipo, número e posição. É um dado da estaca a sua capacidade de carga, isto é, a carga de serviço que é capaz de suportar (sem majorar). Previamente, será necessário calcular a carga que as estacas recebem, que serão o resultado de considerar o peso próprio do Bloco, as ações exteriores e a aplicação da fórmula clássica de Navier: Considerações de cálculo e geometria Ao definir um Bloco, necessita também de indicar as estacas, tipo, número e posição. É um dado da estaca a sua capacidade de carga, isto é, a carga de serviço que é capaz de suportar (sem majorar). Previamente, será necessário calcular a carga que as estacas recebem, que serão o resultado de considerar o peso próprio do Bloco, as ações exteriores e a aplicação da fórmula clássica de Navier: com as combinações de tensões sobre o terreno. Compara-se ma estaca mais carregada na sua capacidade de carga e se a superar emite-se um aviso Quando se define uma estaca, pede-se a distância mínima entre estacas. Este 11 /controle/acesso.asp Tel.: (11) com as combinações de tensões sobre o terreno. Compara-se ma estaca mais carregada na sua capacidade de carga e se a superar emite-se um aviso Quando se define uma estaca, pede-se a distância mínima entre estacas. Este 11 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
15 dado deve ser fornecido pelo utilizador (valor por padrão 1.00 m) em função do tipo de estaca, diâmetro, terreno, etc. Ao definir um Bloco de mais de uma estaca, deve definir as distâncias entre eixos de estacas (1.00 m por padrão). Verifica-se que essa distância seja superior à distância mínima. A verificação e dimensionamento de estacas baseia-se na carga máxima da estaca mais carregada, aplicando as combinações de concreto selecionadas às cargas por ações definidas. Se quiser que todos os Blocos de uma mesma tipologia tenham uma geometria e armadura tipificados para um mesmo tipo de estaca, dispõe de uma opção em Blocos, que se chama Cargas por estaca, que ao ser ativada, permite unificar os Blocos, de maneira que possa dimensionar o Bloco para a capacidade de carga da estaca. Neste caso defina um coeficiente de majoração da capacidade de carga (coeficiente de segurança para o considerar como uma combinação mais), denominado Coeficiente de Aproveitamento da Estaca (1.5 por padrão). Se não quiser considerar toda a capacidade de carga da estaca, pode definir uma percentagem da mesma, que se chamou Fração de cargas de estacas, variável entre 0 e 1 (1 por padrão). Neste caso, o programa determinará o máximo entre o valor anterior que é função da capacidade de carga, e o máximo das estacas pelas cargas exteriores aplicadas. Em algumas zonas e países é prática habitual, pois obtém-se um único Bloco por diâmetro e número de estacas, simplificando a execução. Esta opção está desativada por padrão. Em relação aos esforços, realizam-se as seguintes verificações: aviso de trações nas estacas: tração máxima 10% compressão máxima aviso de momentos fletores: será necessário dispor vigas de fundação aviso de esforços cortantes excessivos: se o esforço cortante em alguma combinação superar 3% do esforço axial com vento, ou noutras combinações da conveniência de colocar estacas inclinada aviso de torções se existirem tais definidas nas cargas. Se introduzirem vigas de fundação, essas vigas absorverão os momentos na direção em que atuarem. Em Blocos de 1 estaca são sempre necessárias em ambas as direções. Em Blocos de 2 estacas e lineares são necessárias na direção perpendicular à linha de estacas. O programa não considera nenhuma excentricidade mínima ou construtiva, dado deve ser fornecido pelo utilizador (valor por padrão 1.00 m) em função do tipo de estaca, diâmetro, terreno, etc. Ao definir um Bloco de mais de uma estaca, deve definir as distâncias entre eixos de estacas (1.00 m por padrão). Verifica-se que essa distância seja superior à distância mínima. A verificação e dimensionamento de estacas baseia-se na carga máxima da estaca mais carregada, aplicando as combinações de concreto selecionadas às cargas por ações definidas. Se quiser que todos os Blocos de uma mesma tipologia tenham uma geometria e armadura tipificados para um mesmo tipo de estaca, dispõe de uma opção em Blocos, que se chama Cargas por estaca, que ao ser ativada, permite unificar os Blocos, de maneira que possa dimensionar o Bloco para a capacidade de carga da estaca. Neste caso defina um coeficiente de majoração da capacidade de carga (coeficiente de segurança para o considerar como uma combinação mais), denominado Coeficiente de Aproveitamento da Estaca (1.5 por padrão). Se não quiser considerar toda a capacidade de carga da estaca, pode definir uma percentagem da mesma, que se chamou Fração de cargas de estacas, variável entre 0 e 1 (1 por padrão). Neste caso, o programa determinará o máximo entre o valor anterior que é função da capacidade de carga, e o máximo das estacas pelas cargas exteriores aplicadas. Em algumas zonas e países é prática habitual, pois obtém-se um único Bloco por diâmetro e número de estacas, simplificando a execução. Esta opção está desativada por padrão. Em relação aos esforços, realizam-se as seguintes verificações: aviso de trações nas estacas: tração máxima 10% compressão máxima aviso de momentos fletores: será necessário dispor vigas de fundação aviso de esforços cortantes excessivos: se o esforço cortante em alguma combinação superar 3% do esforço axial com vento, ou noutras combinações da conveniência de colocar estacas inclinada aviso de torções se existirem tais definidas nas cargas. Se introduzirem vigas de fundação, essas vigas absorverão os momentos na direção em que atuarem. Em Blocos de 1 estaca são sempre necessárias em ambas as direções. Em Blocos de 2 estacas e lineares são necessárias na direção perpendicular à linha de estacas. O programa não considera nenhuma excentricidade mínima ou construtiva, 12 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) dado deve ser fornecido pelo utilizador (valor por padrão 1.00 m) em função do tipo de estaca, diâmetro, terreno, etc. Ao definir um Bloco de mais de uma estaca, deve definir as distâncias entre eixos de estacas (1.00 m por padrão). Verifica-se que essa distância seja superior à distância mínima. A verificação e dimensionamento de estacas baseia-se na carga máxima da estaca mais carregada, aplicando as combinações de concreto selecionadas às cargas por ações definidas. Se quiser que todos os Blocos de uma mesma tipologia tenham uma geometria e armadura tipificados para um mesmo tipo de estaca, dispõe de uma opção em Blocos, que se chama Cargas por estaca, que ao ser ativada, permite unificar os Blocos, de maneira que possa dimensionar o Bloco para a capacidade de carga da estaca. Neste caso defina um coeficiente de majoração da capacidade de carga (coeficiente de segurança para o considerar como uma combinação mais), denominado Coeficiente de Aproveitamento da Estaca (1.5 por padrão). Se não quiser considerar toda a capacidade de carga da estaca, pode definir uma percentagem da mesma, que se chamou Fração de cargas de estacas, variável entre 0 e 1 (1 por padrão). Neste caso, o programa determinará o máximo entre o valor anterior que é função da capacidade de carga, e o máximo das estacas pelas cargas exteriores aplicadas. Em algumas zonas e países é prática habitual, pois obtém-se um único Bloco por diâmetro e número de estacas, simplificando a execução. Esta opção está desativada por padrão. Em relação aos esforços, realizam-se as seguintes verificações: aviso de trações nas estacas: tração máxima 10% compressão máxima aviso de momentos fletores: será necessário dispor vigas de fundação aviso de esforços cortantes excessivos: se o esforço cortante em alguma combinação superar 3% do esforço axial com vento, ou noutras combinações da conveniência de colocar estacas inclinada aviso de torções se existirem tais definidas nas cargas. Se introduzirem vigas de fundação, essas vigas absorverão os momentos na direção em que atuarem. Em Blocos de 1 estaca são sempre necessárias em ambas as direções. Em Blocos de 2 estacas e lineares são necessárias na direção perpendicular à linha de estacas. O programa não considera nenhuma excentricidade mínima ou construtiva, dado deve ser fornecido pelo utilizador (valor por padrão 1.00 m) em função do tipo de estaca, diâmetro, terreno, etc. Ao definir um Bloco de mais de uma estaca, deve definir as distâncias entre eixos de estacas (1.00 m por padrão). Verifica-se que essa distância seja superior à distância mínima. A verificação e dimensionamento de estacas baseia-se na carga máxima da estaca mais carregada, aplicando as combinações de concreto selecionadas às cargas por ações definidas. Se quiser que todos os Blocos de uma mesma tipologia tenham uma geometria e armadura tipificados para um mesmo tipo de estaca, dispõe de uma opção em Blocos, que se chama Cargas por estaca, que ao ser ativada, permite unificar os Blocos, de maneira que possa dimensionar o Bloco para a capacidade de carga da estaca. Neste caso defina um coeficiente de majoração da capacidade de carga (coeficiente de segurança para o considerar como uma combinação mais), denominado Coeficiente de Aproveitamento da Estaca (1.5 por padrão). Se não quiser considerar toda a capacidade de carga da estaca, pode definir uma percentagem da mesma, que se chamou Fração de cargas de estacas, variável entre 0 e 1 (1 por padrão). Neste caso, o programa determinará o máximo entre o valor anterior que é função da capacidade de carga, e o máximo das estacas pelas cargas exteriores aplicadas. Em algumas zonas e países é prática habitual, pois obtém-se um único Bloco por diâmetro e número de estacas, simplificando a execução. Esta opção está desativada por padrão. Em relação aos esforços, realizam-se as seguintes verificações: aviso de trações nas estacas: tração máxima 10% compressão máxima aviso de momentos fletores: será necessário dispor vigas de fundação aviso de esforços cortantes excessivos: se o esforço cortante em alguma combinação superar 3% do esforço axial com vento, ou noutras combinações da conveniência de colocar estacas inclinada aviso de torções se existirem tais definidas nas cargas. Se introduzirem vigas de fundação, essas vigas absorverão os momentos na direção em que atuarem. Em Blocos de 1 estaca são sempre necessárias em ambas as direções. Em Blocos de 2 estacas e lineares são necessárias na direção perpendicular à linha de estacas. O programa não considera nenhuma excentricidade mínima ou construtiva, 12 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
16 13 /controle/acesso.asp Tel.: (11) embora seja habitual considerar para evitar implantações incorretas das estacas ou do próprio Bloco em 10% do esforço axial. Incremente os momentos nesta quantidade 0.10 x N nas ações de cargas correspondentes, se considerar necessário. Se atuar mais do que uma viga de fundação na mesma direção, o momento distribuir-se-á proporcionalmente pelas suas rigidezes. Verificações que realiza: Verificações gerais: - aviso de ecrã - aviso de elementos de suporte muito separados (em CYPECAD) - aviso que não existem elementos de suporte definidos - balanço mínima desde o perímetro da estaca - balanço mínima desde o eixo da estaca - balanço mínima desde o pilar - largura mínima da estaca - capacidade de carga da estaca Verificações particulares: Para cada tipo de Bloco realizam-se as verificações geométricas e mecânicas que a norma indica. Recomendamos que realize um exemplo de cada tipo e obtenha a listagem de verificação, onde pode verificar todas e cada uma das verificações realizadas, avisos emitidos e referências aos artigos da norma ou critério utilizado pelo programa. Dos Blocos pode obter listagens dos dados introduzidos, medição dos Blocos, tabela de estacas, e listagem de verificação. Quanto aos desenhos, poderá obter graficamente a geometria e armaduras obtidas, assim como um quadro de medição e resumo. Como se mencionou anteriormente, é possível definir vários elementos de suporte num mesmo Bloco, tipo pilar ou parede, pelo que se impuseram algumas restrições geométricas em forma de aviso quanto às distâncias dos elementos de suporte ao bordo ou às estacas. Quando existem vários elementos de suporte sobre um Bloco, obtém-se a resultante de todos eles aplicada ao centro do Bloco, utilizando o método de bielas e tirantes e supondo o Bloco rígido, pelo que deve assumir a validade desse método, que conforme o caso particular de que se tratar, possa ficar fora do campo de aplicação desse método, pelo que deverá fazer as correções manuais e cálculos complementares necessários se sair fora do campo de validade desse método e ações consideradas Placas de Ancoragem Na verificação de uma placa de ancoragem, a hipótese básica assumida pelo programa é a de placa rígida ou hipótese de Bernouilli. Isto implica supor que a 13 /controle/acesso.asp Tel.: (11) embora seja habitual considerar para evitar implantações incorretas das estacas ou do próprio Bloco em 10% do esforço axial. Incremente os momentos nesta quantidade 0.10 x N nas ações de cargas correspondentes, se considerar necessário. Se atuar mais do que uma viga de fundação na mesma direção, o momento distribuir-se-á proporcionalmente pelas suas rigidezes. Verificações que realiza: Verificações gerais: - aviso de ecrã - aviso de elementos de suporte muito separados (em CYPECAD) - aviso que não existem elementos de suporte definidos - balanço mínima desde o perímetro da estaca - balanço mínima desde o eixo da estaca - balanço mínima desde o pilar - largura mínima da estaca - capacidade de carga da estaca Verificações particulares: Para cada tipo de Bloco realizam-se as verificações geométricas e mecânicas que a norma indica. Recomendamos que realize um exemplo de cada tipo e obtenha a listagem de verificação, onde pode verificar todas e cada uma das verificações realizadas, avisos emitidos e referências aos artigos da norma ou critério utilizado pelo programa. Dos Blocos pode obter listagens dos dados introduzidos, medição dos Blocos, tabela de estacas, e listagem de verificação. Quanto aos desenhos, poderá obter graficamente a geometria e armaduras obtidas, assim como um quadro de medição e resumo. Como se mencionou anteriormente, é possível definir vários elementos de suporte num mesmo Bloco, tipo pilar ou parede, pelo que se impuseram algumas restrições geométricas em forma de aviso quanto às distâncias dos elementos de suporte ao bordo ou às estacas. Quando existem vários elementos de suporte sobre um Bloco, obtém-se a resultante de todos eles aplicada ao centro do Bloco, utilizando o método de bielas e tirantes e supondo o Bloco rígido, pelo que deve assumir a validade desse método, que conforme o caso particular de que se tratar, possa ficar fora do campo de aplicação desse método, pelo que deverá fazer as correções manuais e cálculos complementares necessários se sair fora do campo de validade desse método e ações consideradas Placas de Ancoragem Na verificação de uma placa de ancoragem, a hipótese básica assumida pelo programa é a de placa rígida ou hipótese de Bernouilli. Isto implica supor que a 13 /controle/acesso.asp Tel.: (11) embora seja habitual considerar para evitar implantações incorretas das estacas ou do próprio Bloco em 10% do esforço axial. Incremente os momentos nesta quantidade 0.10 x N nas ações de cargas correspondentes, se considerar necessário. Se atuar mais do que uma viga de fundação na mesma direção, o momento distribuir-se-á proporcionalmente pelas suas rigidezes. Verificações que realiza: Verificações gerais: - aviso de ecrã - aviso de elementos de suporte muito separados (em CYPECAD) - aviso que não existem elementos de suporte definidos - balanço mínima desde o perímetro da estaca - balanço mínima desde o eixo da estaca - balanço mínima desde o pilar - largura mínima da estaca - capacidade de carga da estaca Verificações particulares: Para cada tipo de Bloco realizam-se as verificações geométricas e mecânicas que a norma indica. Recomendamos que realize um exemplo de cada tipo e obtenha a listagem de verificação, onde pode verificar todas e cada uma das verificações realizadas, avisos emitidos e referências aos artigos da norma ou critério utilizado pelo programa. Dos Blocos pode obter listagens dos dados introduzidos, medição dos Blocos, tabela de estacas, e listagem de verificação. Quanto aos desenhos, poderá obter graficamente a geometria e armaduras obtidas, assim como um quadro de medição e resumo. Como se mencionou anteriormente, é possível definir vários elementos de suporte num mesmo Bloco, tipo pilar ou parede, pelo que se impuseram algumas restrições geométricas em forma de aviso quanto às distâncias dos elementos de suporte ao bordo ou às estacas. Quando existem vários elementos de suporte sobre um Bloco, obtém-se a resultante de todos eles aplicada ao centro do Bloco, utilizando o método de bielas e tirantes e supondo o Bloco rígido, pelo que deve assumir a validade desse método, que conforme o caso particular de que se tratar, possa ficar fora do campo de aplicação desse método, pelo que deverá fazer as correções manuais e cálculos complementares necessários se sair fora do campo de validade desse método e ações consideradas Placas de Ancoragem Na verificação de uma placa de ancoragem, a hipótese básica assumida pelo programa é a de placa rígida ou hipótese de Bernouilli. Isto implica supor que a 13 /controle/acesso.asp Tel.: (11) embora seja habitual considerar para evitar implantações incorretas das estacas ou do próprio Bloco em 10% do esforço axial. Incremente os momentos nesta quantidade 0.10 x N nas ações de cargas correspondentes, se considerar necessário. Se atuar mais do que uma viga de fundação na mesma direção, o momento distribuir-se-á proporcionalmente pelas suas rigidezes. Verificações que realiza: Verificações gerais: - aviso de ecrã - aviso de elementos de suporte muito separados (em CYPECAD) - aviso que não existem elementos de suporte definidos - balanço mínima desde o perímetro da estaca - balanço mínima desde o eixo da estaca - balanço mínima desde o pilar - largura mínima da estaca - capacidade de carga da estaca Verificações particulares: Para cada tipo de Bloco realizam-se as verificações geométricas e mecânicas que a norma indica. Recomendamos que realize um exemplo de cada tipo e obtenha a listagem de verificação, onde pode verificar todas e cada uma das verificações realizadas, avisos emitidos e referências aos artigos da norma ou critério utilizado pelo programa. Dos Blocos pode obter listagens dos dados introduzidos, medição dos Blocos, tabela de estacas, e listagem de verificação. Quanto aos desenhos, poderá obter graficamente a geometria e armaduras obtidas, assim como um quadro de medição e resumo. Como se mencionou anteriormente, é possível definir vários elementos de suporte num mesmo Bloco, tipo pilar ou parede, pelo que se impuseram algumas restrições geométricas em forma de aviso quanto às distâncias dos elementos de suporte ao bordo ou às estacas. Quando existem vários elementos de suporte sobre um Bloco, obtém-se a resultante de todos eles aplicada ao centro do Bloco, utilizando o método de bielas e tirantes e supondo o Bloco rígido, pelo que deve assumir a validade desse método, que conforme o caso particular de que se tratar, possa ficar fora do campo de aplicação desse método, pelo que deverá fazer as correções manuais e cálculos complementares necessários se sair fora do campo de validade desse método e ações consideradas Placas de Ancoragem Na verificação de uma placa de ancoragem, a hipótese básica assumida pelo programa é a de placa rígida ou hipótese de Bernouilli. Isto implica supor que a
17 14 /controle/acesso.asp Tel.: (11) placa permanece plana perante os esforços aos quais se vê submetida, de forma que se podem desprezar as suas deformações para efeitos da distribuição de cargas. Para que isto se cumpra, a placa de ancoragem deve ser simétrica (o que o programa garante sempre) e suficientemente rígida (espessura mínima em função do lado). As verificações que se devem efetuar para validar uma placa de ancoragem dividem-se em três grupos, segundo o elemento verificado: concreto da fundação, parafusos de ancoragem e placa propriamente dita, com os seus enrigecedores, se existirem. Verificação sobre o concreto. Consiste em verificar que no ponto mais comprimido sob a placa não se supera a tensão admissível do concreto. O método utilizado é o das tensões admissíveis, supondo uma distribuição triangular de tensões sobre o concreto que apenas podem ser de compressão. A verificação do concreto só se efetua quando a placa está apoiada sobre o mesmo, e não se tem um estado de tração simples ou composta. Além disso, despreza-se o atrito entre o concreto e a placa de ancoragem, isto é, a resistência perante esforço cortante e torção confia-se exclusivamente aos parafusos. Verificações sobre os parafusos. Cada parafuso vê-se submetido, no caso mais geral, a um esforço axial e a um esforço cortante, avaliando-se cada um deles de forma independente. O programa considera que em placas de ancoragem apoiadas diretamente na fundação, os parafusos só trabalham à tração. No caso da placa estar a certa altura sobre a fundação, os parafusos poderão trabalhar à compressão, fazendo-se a correspondente verificação de encurvadura sobre os mesmos (considera-se o modelo de viga bi-engastada, com possibilidade de corrimento relativo dos apoios normal à diretriz: b = 1) e a translação de esforços à fundação (aparece flexão devida aos esforços cortantes sobre o perfil). O programa faz três grupos de verificações em cada parafuso: Tensão sobre o parafuso. Consiste em verificar que a tensão não supere a resistência de cálculo do parafuso. Verificação do concreto. À parte da rotura do parafuso, outra causa da sua falha é a rotura do concreto que o rodeia por um ou vários dos seguintes motivos: - Deslizamento por perda de aderência - Arranque pelo cone de rotura - Rotura por esforço cortante (concentração de tensões por efeito cunha). Para calcular o cone de rotura de cada parafuso, o programa supõe que a geratriz do mesmo forma 45 graus com o seu eixo. Tem-se em conta a redução de área efetiva pela presença de outros parafusos próximos, dentro do cone de 14 /controle/acesso.asp Tel.: (11) placa permanece plana perante os esforços aos quais se vê submetida, de forma que se podem desprezar as suas deformações para efeitos da distribuição de cargas. Para que isto se cumpra, a placa de ancoragem deve ser simétrica (o que o programa garante sempre) e suficientemente rígida (espessura mínima em função do lado). As verificações que se devem efetuar para validar uma placa de ancoragem dividem-se em três grupos, segundo o elemento verificado: concreto da fundação, parafusos de ancoragem e placa propriamente dita, com os seus enrigecedores, se existirem. Verificação sobre o concreto. Consiste em verificar que no ponto mais comprimido sob a placa não se supera a tensão admissível do concreto. O método utilizado é o das tensões admissíveis, supondo uma distribuição triangular de tensões sobre o concreto que apenas podem ser de compressão. A verificação do concreto só se efetua quando a placa está apoiada sobre o mesmo, e não se tem um estado de tração simples ou composta. Além disso, despreza-se o atrito entre o concreto e a placa de ancoragem, isto é, a resistência perante esforço cortante e torção confia-se exclusivamente aos parafusos. Verificações sobre os parafusos. Cada parafuso vê-se submetido, no caso mais geral, a um esforço axial e a um esforço cortante, avaliando-se cada um deles de forma independente. O programa considera que em placas de ancoragem apoiadas diretamente na fundação, os parafusos só trabalham à tração. No caso da placa estar a certa altura sobre a fundação, os parafusos poderão trabalhar à compressão, fazendo-se a correspondente verificação de encurvadura sobre os mesmos (considera-se o modelo de viga bi-engastada, com possibilidade de corrimento relativo dos apoios normal à diretriz: b = 1) e a translação de esforços à fundação (aparece flexão devida aos esforços cortantes sobre o perfil). O programa faz três grupos de verificações em cada parafuso: Tensão sobre o parafuso. Consiste em verificar que a tensão não supere a resistência de cálculo do parafuso. Verificação do concreto. À parte da rotura do parafuso, outra causa da sua falha é a rotura do concreto que o rodeia por um ou vários dos seguintes motivos: - Deslizamento por perda de aderência - Arranque pelo cone de rotura - Rotura por esforço cortante (concentração de tensões por efeito cunha). Para calcular o cone de rotura de cada parafuso, o programa supõe que a geratriz do mesmo forma 45 graus com o seu eixo. Tem-se em conta a redução de área efetiva pela presença de outros parafusos próximos, dentro do cone de 14 /controle/acesso.asp Tel.: (11) placa permanece plana perante os esforços aos quais se vê submetida, de forma que se podem desprezar as suas deformações para efeitos da distribuição de cargas. Para que isto se cumpra, a placa de ancoragem deve ser simétrica (o que o programa garante sempre) e suficientemente rígida (espessura mínima em função do lado). As verificações que se devem efetuar para validar uma placa de ancoragem dividem-se em três grupos, segundo o elemento verificado: concreto da fundação, parafusos de ancoragem e placa propriamente dita, com os seus enrigecedores, se existirem. Verificação sobre o concreto. Consiste em verificar que no ponto mais comprimido sob a placa não se supera a tensão admissível do concreto. O método utilizado é o das tensões admissíveis, supondo uma distribuição triangular de tensões sobre o concreto que apenas podem ser de compressão. A verificação do concreto só se efetua quando a placa está apoiada sobre o mesmo, e não se tem um estado de tração simples ou composta. Além disso, despreza-se o atrito entre o concreto e a placa de ancoragem, isto é, a resistência perante esforço cortante e torção confia-se exclusivamente aos parafusos. Verificações sobre os parafusos. Cada parafuso vê-se submetido, no caso mais geral, a um esforço axial e a um esforço cortante, avaliando-se cada um deles de forma independente. O programa considera que em placas de ancoragem apoiadas diretamente na fundação, os parafusos só trabalham à tração. No caso da placa estar a certa altura sobre a fundação, os parafusos poderão trabalhar à compressão, fazendo-se a correspondente verificação de encurvadura sobre os mesmos (considera-se o modelo de viga bi-engastada, com possibilidade de corrimento relativo dos apoios normal à diretriz: b = 1) e a translação de esforços à fundação (aparece flexão devida aos esforços cortantes sobre o perfil). O programa faz três grupos de verificações em cada parafuso: Tensão sobre o parafuso. Consiste em verificar que a tensão não supere a resistência de cálculo do parafuso. Verificação do concreto. À parte da rotura do parafuso, outra causa da sua falha é a rotura do concreto que o rodeia por um ou vários dos seguintes motivos: - Deslizamento por perda de aderência - Arranque pelo cone de rotura - Rotura por esforço cortante (concentração de tensões por efeito cunha). Para calcular o cone de rotura de cada parafuso, o programa supõe que a geratriz do mesmo forma 45 graus com o seu eixo. Tem-se em conta a redução de área efetiva pela presença de outros parafusos próximos, dentro do cone de 14 /controle/acesso.asp Tel.: (11) placa permanece plana perante os esforços aos quais se vê submetida, de forma que se podem desprezar as suas deformações para efeitos da distribuição de cargas. Para que isto se cumpra, a placa de ancoragem deve ser simétrica (o que o programa garante sempre) e suficientemente rígida (espessura mínima em função do lado). As verificações que se devem efetuar para validar uma placa de ancoragem dividem-se em três grupos, segundo o elemento verificado: concreto da fundação, parafusos de ancoragem e placa propriamente dita, com os seus enrigecedores, se existirem. Verificação sobre o concreto. Consiste em verificar que no ponto mais comprimido sob a placa não se supera a tensão admissível do concreto. O método utilizado é o das tensões admissíveis, supondo uma distribuição triangular de tensões sobre o concreto que apenas podem ser de compressão. A verificação do concreto só se efetua quando a placa está apoiada sobre o mesmo, e não se tem um estado de tração simples ou composta. Além disso, despreza-se o atrito entre o concreto e a placa de ancoragem, isto é, a resistência perante esforço cortante e torção confia-se exclusivamente aos parafusos. Verificações sobre os parafusos. Cada parafuso vê-se submetido, no caso mais geral, a um esforço axial e a um esforço cortante, avaliando-se cada um deles de forma independente. O programa considera que em placas de ancoragem apoiadas diretamente na fundação, os parafusos só trabalham à tração. No caso da placa estar a certa altura sobre a fundação, os parafusos poderão trabalhar à compressão, fazendo-se a correspondente verificação de encurvadura sobre os mesmos (considera-se o modelo de viga bi-engastada, com possibilidade de corrimento relativo dos apoios normal à diretriz: b = 1) e a translação de esforços à fundação (aparece flexão devida aos esforços cortantes sobre o perfil). O programa faz três grupos de verificações em cada parafuso: Tensão sobre o parafuso. Consiste em verificar que a tensão não supere a resistência de cálculo do parafuso. Verificação do concreto. À parte da rotura do parafuso, outra causa da sua falha é a rotura do concreto que o rodeia por um ou vários dos seguintes motivos: - Deslizamento por perda de aderência - Arranque pelo cone de rotura - Rotura por esforço cortante (concentração de tensões por efeito cunha). Para calcular o cone de rotura de cada parafuso, o programa supõe que a geratriz do mesmo forma 45 graus com o seu eixo. Tem-se em conta a redução de área efetiva pela presença de outros parafusos próximos, dentro do cone de
18 15 /controle/acesso.asp Tel.: (11) rotura em questão. Não se têm em conta os seguintes efeitos, cujo aparecimento deve ser verificado pelo usuario. - Parafusos muito próximos do bordo da fundação. Nenhum parafuso deve estar a menos distância do bordo da fundação, que o seu comprimento de ancoragem, uma vez que se reduziria a área efetiva do cone de rotura e além disso apareceria outro mecanismo de rotura lateral por esforço cortante não contemplado no programa. - Espessura reduzida da fundação. Não se contempla o efeito de cone de ruptura global que aparece quando há vários parafusos agrupados e a espessura do concreto é pequena. - O programa não contempla a possibilidade de utilizar parafusos contínuos, uma vez que não faz as verificações necessárias neste caso (tensões na outra face do concreto). Esmagamento da placa. O programa também verifica se, em cada parafuso, não se supera o esforço cortante que o esmagamento da placa contra o parafuso produziria. Verificações sobre a placa Cálculo de tensões globais. O programa constrói quatro seções no perímetro do perfil, verificando todas perante tensões. Esta verificação só se faz em placas com balanço (não se têm em conta as encurvaduras locais dos enrigecedores, e o utilizador deve verificar que as suas respetivas espessuras não lhes dão uma esbelteza excessiva). Cálculo de tensões locais. Trata-se de verificar todas as placas locais nas quais perfil e enrigecedores dividem a placa de ancoragem propriamente dita. Para cada uma destas placas locais, partindo da distribuição de tensões no concreto e de esforços axiais nos parafusos, calcula-se o seu fletor ponderado desfavorável, comparando-se com o fletor de rotura plástica. Isto parece razoável, uma vez que para verificar cada placa local supomos o ponto mais desfavorável da mesma, onde obtemos um pico local de tensões que se pode baixar pelo aparecimento de plastificação, sem diminuir a segurança da placa Sapatas de Concreto em Massa As sapatas de concreto em massa são aquelas em que os esforços no estado limite último são resistidos exclusivamente pelo concreto. No entanto, podem-se colocar no programa grelhas nas sapatas, mas o cálculo realizar-se-á como estrutura debilmente armada, isto é, como estruturas nas quais as armaduras têm a missão de controlar a fissuração devida à retração e à 15 /controle/acesso.asp Tel.: (11) rotura em questão. Não se têm em conta os seguintes efeitos, cujo aparecimento deve ser verificado pelo usuario. - Parafusos muito próximos do bordo da fundação. Nenhum parafuso deve estar a menos distância do bordo da fundação, que o seu comprimento de ancoragem, uma vez que se reduziria a área efetiva do cone de rotura e além disso apareceria outro mecanismo de rotura lateral por esforço cortante não contemplado no programa. - Espessura reduzida da fundação. Não se contempla o efeito de cone de ruptura global que aparece quando há vários parafusos agrupados e a espessura do concreto é pequena. - O programa não contempla a possibilidade de utilizar parafusos contínuos, uma vez que não faz as verificações necessárias neste caso (tensões na outra face do concreto). Esmagamento da placa. O programa também verifica se, em cada parafuso, não se supera o esforço cortante que o esmagamento da placa contra o parafuso produziria. Verificações sobre a placa Cálculo de tensões globais. O programa constrói quatro seções no perímetro do perfil, verificando todas perante tensões. Esta verificação só se faz em placas com balanço (não se têm em conta as encurvaduras locais dos enrigecedores, e o utilizador deve verificar que as suas respetivas espessuras não lhes dão uma esbelteza excessiva). Cálculo de tensões locais. Trata-se de verificar todas as placas locais nas quais perfil e enrigecedores dividem a placa de ancoragem propriamente dita. Para cada uma destas placas locais, partindo da distribuição de tensões no concreto e de esforços axiais nos parafusos, calcula-se o seu fletor ponderado desfavorável, comparando-se com o fletor de rotura plástica. Isto parece razoável, uma vez que para verificar cada placa local supomos o ponto mais desfavorável da mesma, onde obtemos um pico local de tensões que se pode baixar pelo aparecimento de plastificação, sem diminuir a segurança da placa Sapatas de Concreto em Massa As sapatas de concreto em massa são aquelas em que os esforços no estado limite último são resistidos exclusivamente pelo concreto. No entanto, podem-se colocar no programa grelhas nas sapatas, mas o cálculo realizar-se-á como estrutura debilmente armada, isto é, como estruturas nas quais as armaduras têm a missão de controlar a fissuração devida à retração e à 15 /controle/acesso.asp Tel.: (11) rotura em questão. Não se têm em conta os seguintes efeitos, cujo aparecimento deve ser verificado pelo usuario. - Parafusos muito próximos do bordo da fundação. Nenhum parafuso deve estar a menos distância do bordo da fundação, que o seu comprimento de ancoragem, uma vez que se reduziria a área efetiva do cone de rotura e além disso apareceria outro mecanismo de rotura lateral por esforço cortante não contemplado no programa. - Espessura reduzida da fundação. Não se contempla o efeito de cone de ruptura global que aparece quando há vários parafusos agrupados e a espessura do concreto é pequena. - O programa não contempla a possibilidade de utilizar parafusos contínuos, uma vez que não faz as verificações necessárias neste caso (tensões na outra face do concreto). Esmagamento da placa. O programa também verifica se, em cada parafuso, não se supera o esforço cortante que o esmagamento da placa contra o parafuso produziria. Verificações sobre a placa Cálculo de tensões globais. O programa constrói quatro seções no perímetro do perfil, verificando todas perante tensões. Esta verificação só se faz em placas com balanço (não se têm em conta as encurvaduras locais dos enrigecedores, e o utilizador deve verificar que as suas respetivas espessuras não lhes dão uma esbelteza excessiva). Cálculo de tensões locais. Trata-se de verificar todas as placas locais nas quais perfil e enrigecedores dividem a placa de ancoragem propriamente dita. Para cada uma destas placas locais, partindo da distribuição de tensões no concreto e de esforços axiais nos parafusos, calcula-se o seu fletor ponderado desfavorável, comparando-se com o fletor de rotura plástica. Isto parece razoável, uma vez que para verificar cada placa local supomos o ponto mais desfavorável da mesma, onde obtemos um pico local de tensões que se pode baixar pelo aparecimento de plastificação, sem diminuir a segurança da placa Sapatas de Concreto em Massa As sapatas de concreto em massa são aquelas em que os esforços no estado limite último são resistidos exclusivamente pelo concreto. No entanto, podem-se colocar no programa grelhas nas sapatas, mas o cálculo realizar-se-á como estrutura debilmente armada, isto é, como estruturas nas quais as armaduras têm a missão de controlar a fissuração devida à retração e à 15 /controle/acesso.asp Tel.: (11) rotura em questão. Não se têm em conta os seguintes efeitos, cujo aparecimento deve ser verificado pelo usuario. - Parafusos muito próximos do bordo da fundação. Nenhum parafuso deve estar a menos distância do bordo da fundação, que o seu comprimento de ancoragem, uma vez que se reduziria a área efetiva do cone de rotura e além disso apareceria outro mecanismo de rotura lateral por esforço cortante não contemplado no programa. - Espessura reduzida da fundação. Não se contempla o efeito de cone de ruptura global que aparece quando há vários parafusos agrupados e a espessura do concreto é pequena. - O programa não contempla a possibilidade de utilizar parafusos contínuos, uma vez que não faz as verificações necessárias neste caso (tensões na outra face do concreto). Esmagamento da placa. O programa também verifica se, em cada parafuso, não se supera o esforço cortante que o esmagamento da placa contra o parafuso produziria. Verificações sobre a placa Cálculo de tensões globais. O programa constrói quatro seções no perímetro do perfil, verificando todas perante tensões. Esta verificação só se faz em placas com balanço (não se têm em conta as encurvaduras locais dos enrigecedores, e o utilizador deve verificar que as suas respetivas espessuras não lhes dão uma esbelteza excessiva). Cálculo de tensões locais. Trata-se de verificar todas as placas locais nas quais perfil e enrigecedores dividem a placa de ancoragem propriamente dita. Para cada uma destas placas locais, partindo da distribuição de tensões no concreto e de esforços axiais nos parafusos, calcula-se o seu fletor ponderado desfavorável, comparando-se com o fletor de rotura plástica. Isto parece razoável, uma vez que para verificar cada placa local supomos o ponto mais desfavorável da mesma, onde obtemos um pico local de tensões que se pode baixar pelo aparecimento de plastificação, sem diminuir a segurança da placa Sapatas de Concreto em Massa As sapatas de concreto em massa são aquelas em que os esforços no estado limite último são resistidos exclusivamente pelo concreto. No entanto, podem-se colocar no programa grelhas nas sapatas, mas o cálculo realizar-se-á como estrutura debilmente armada, isto é, como estruturas nas quais as armaduras têm a missão de controlar a fissuração devida à retração e à
19 contração térmica, mas que não se considerarão para efeitos resistentes, isto é, para resistir aos esforços. Convém salientar que, contra a opinião alargada que existe, as estruturas de concreto em massa requerem mais cuidados no seu projeto e execução que as de concreto armado ou pré-esforçado. Na memória de cálculo tratar-se-ão os aspetos destas sapatas que apresentam diferenças significativas com as sapatas de concreto armado, e far-se-á referência à memória de cálculo das sapatas de concreto armado nos aspetos comuns a ambas Cálculo de Sapatas Como Sólido Rígido O cálculo da sapata como sólido rígido compreende, nas sapatas isoladas, duas comprovações: - Comprovação da balanço. - Comprovação das tensões sobre o terreno. Estas duas comprovações são idênticas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e encontram-se explicadas na memória de cálculo dessas sapatas. contração térmica, mas que não se considerarão para efeitos resistentes, isto é, para resistir aos esforços. Convém salientar que, contra a opinião alargada que existe, as estruturas de concreto em massa requerem mais cuidados no seu projeto e execução que as de concreto armado ou pré-esforçado. Na memória de cálculo tratar-se-ão os aspetos destas sapatas que apresentam diferenças significativas com as sapatas de concreto armado, e far-se-á referência à memória de cálculo das sapatas de concreto armado nos aspetos comuns a ambas Cálculo de Sapatas Como Sólido Rígido O cálculo da sapata como sólido rígido compreende, nas sapatas isoladas, duas comprovações: - Comprovação da balanço. - Comprovação das tensões sobre o terreno. Estas duas comprovações são idênticas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e encontram-se explicadas na memória de cálculo dessas sapatas Cálculo da Sapata Como Estrutura de Concreto em Massa Cálculo da Sapata Como Estrutura de Concreto em Massa. Neste capítulo é onde se apresentam as diferenças fundamentais com as sapatas de concreto armado. A seguir expõem-se as três comprovações que se realizam para o cálculo estrutural das sapatas de concreto em massa. Comprovação de flexão. As seções de referência que se utilizam para o cálculo à flexão nas sapatas de concreto em massa são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se especificadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que as tensões de flexão, na ação de deformação plana, produzidas sob a ação do momento fletor de cálculo, devem ser inferiores à resistência à flexotração dada pela seguinte fórmula: Neste capítulo é onde se apresentam as diferenças fundamentais com as sapatas de concreto armado. A seguir expõem-se as três comprovações que se realizam para o cálculo estrutural das sapatas de concreto em massa. Comprovação de flexão. As seções de referência que se utilizam para o cálculo à flexão nas sapatas de concreto em massa são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se especificadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que as tensões de flexão, na ação de deformação plana, produzidas sob a ação do momento fletor de cálculo, devem ser inferiores à resistência à flexotração dada pela seguinte fórmula: 16 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) contração térmica, mas que não se considerarão para efeitos resistentes, isto é, para resistir aos esforços. Convém salientar que, contra a opinião alargada que existe, as estruturas de concreto em massa requerem mais cuidados no seu projeto e execução que as de concreto armado ou pré-esforçado. Na memória de cálculo tratar-se-ão os aspetos destas sapatas que apresentam diferenças significativas com as sapatas de concreto armado, e far-se-á referência à memória de cálculo das sapatas de concreto armado nos aspetos comuns a ambas Cálculo de Sapatas Como Sólido Rígido O cálculo da sapata como sólido rígido compreende, nas sapatas isoladas, duas comprovações: - Comprovação da balanço. - Comprovação das tensões sobre o terreno. Estas duas comprovações são idênticas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e encontram-se explicadas na memória de cálculo dessas sapatas. contração térmica, mas que não se considerarão para efeitos resistentes, isto é, para resistir aos esforços. Convém salientar que, contra a opinião alargada que existe, as estruturas de concreto em massa requerem mais cuidados no seu projeto e execução que as de concreto armado ou pré-esforçado. Na memória de cálculo tratar-se-ão os aspetos destas sapatas que apresentam diferenças significativas com as sapatas de concreto armado, e far-se-á referência à memória de cálculo das sapatas de concreto armado nos aspetos comuns a ambas Cálculo de Sapatas Como Sólido Rígido O cálculo da sapata como sólido rígido compreende, nas sapatas isoladas, duas comprovações: - Comprovação da balanço. - Comprovação das tensões sobre o terreno. Estas duas comprovações são idênticas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e encontram-se explicadas na memória de cálculo dessas sapatas Cálculo da Sapata Como Estrutura de Concreto em Massa Cálculo da Sapata Como Estrutura de Concreto em Massa. Neste capítulo é onde se apresentam as diferenças fundamentais com as sapatas de concreto armado. A seguir expõem-se as três comprovações que se realizam para o cálculo estrutural das sapatas de concreto em massa. Comprovação de flexão. As seções de referência que se utilizam para o cálculo à flexão nas sapatas de concreto em massa são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se especificadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que as tensões de flexão, na ação de deformação plana, produzidas sob a ação do momento fletor de cálculo, devem ser inferiores à resistência à flexotração dada pela seguinte fórmula: Neste capítulo é onde se apresentam as diferenças fundamentais com as sapatas de concreto armado. A seguir expõem-se as três comprovações que se realizam para o cálculo estrutural das sapatas de concreto em massa. Comprovação de flexão. As seções de referência que se utilizam para o cálculo à flexão nas sapatas de concreto em massa são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se especificadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que as tensões de flexão, na ação de deformação plana, produzidas sob a ação do momento fletor de cálculo, devem ser inferiores à resistência à flexotração dada pela seguinte fórmula: 16 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
20 Nas fórmulas anteriores fck está em N/mm 2 e h (altura) em mm. Comprovação de esforço cortante. As seções de referência que se utilizam para o cálculo ao esforço cortante são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que a tensão tangencial máxima produzida pelo esforço cortante não deve ultrapassar o valor de ft,d, o qual é dado por: Nas fórmulas anteriores fck está em N/mm 2 e h (altura) em mm. Comprovação de esforço cortante. As seções de referência que se utilizam para o cálculo ao esforço cortante são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que a tensão tangencial máxima produzida pelo esforço cortante não deve ultrapassar o valor de ft,d, o qual é dado por: Comprovação de compressão oblíqua. A comprovação de rotura do concreto por compressão oblíqua realiza-se no bordo do apoio e comprova-se que a tensão tangencial de cálculo no perímetro do apoio seja menor ou igual a um determinado valor máximo. Esta comprovação far-se-á igual para todas as normas, aplicando o artigo 46.4 da norma espanhola EHE-98. Esse artigo estabelece o seguinte: Comprovação de compressão oblíqua. A comprovação de rotura do concreto por compressão oblíqua realiza-se no bordo do apoio e comprova-se que a tensão tangencial de cálculo no perímetro do apoio seja menor ou igual a um determinado valor máximo. Esta comprovação far-se-á igual para todas as normas, aplicando o artigo 46.4 da norma espanhola EHE-98. Esse artigo estabelece o seguinte: Onde: fcd é a resistência de cálculo do concreto à compressão simples. Fsd é o esforço axial que o apoio transmite à sapata. b é um coeficiente que tem em conta a excentricidade da carga. Quando não há transmissão de momentos entre o apoio e a sapata, 17 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Onde: fcd é a resistência de cálculo do concreto à compressão simples. Fsd é o esforço axial que o apoio transmite à sapata. b é um coeficiente que tem em conta a excentricidade da carga. Quando não há transmissão de momentos entre o apoio e a sapata, 17 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Nas fórmulas anteriores fck está em N/mm 2 e h (altura) em mm. Comprovação de esforço cortante. As seções de referência que se utilizam para o cálculo ao esforço cortante são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que a tensão tangencial máxima produzida pelo esforço cortante não deve ultrapassar o valor de ft,d, o qual é dado por: Nas fórmulas anteriores fck está em N/mm 2 e h (altura) em mm. Comprovação de esforço cortante. As seções de referência que se utilizam para o cálculo ao esforço cortante são as mesmas que nas sapatas de concreto armado e encontram-se no capítulo correspondente da memória de cálculo. Em todas as seções deve-se verificar que a tensão tangencial máxima produzida pelo esforço cortante não deve ultrapassar o valor de ft,d, o qual é dado por: Comprovação de compressão oblíqua. A comprovação de rotura do concreto por compressão oblíqua realiza-se no bordo do apoio e comprova-se que a tensão tangencial de cálculo no perímetro do apoio seja menor ou igual a um determinado valor máximo. Esta comprovação far-se-á igual para todas as normas, aplicando o artigo 46.4 da norma espanhola EHE-98. Esse artigo estabelece o seguinte: Comprovação de compressão oblíqua. A comprovação de rotura do concreto por compressão oblíqua realiza-se no bordo do apoio e comprova-se que a tensão tangencial de cálculo no perímetro do apoio seja menor ou igual a um determinado valor máximo. Esta comprovação far-se-á igual para todas as normas, aplicando o artigo 46.4 da norma espanhola EHE-98. Esse artigo estabelece o seguinte: Onde: fcd é a resistência de cálculo do concreto à compressão simples. Fsd é o esforço axial que o apoio transmite à sapata. b é um coeficiente que tem em conta a excentricidade da carga. Quando não há transmissão de momentos entre o apoio e a sapata, 17 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Onde: fcd é a resistência de cálculo do concreto à compressão simples. Fsd é o esforço axial que o apoio transmite à sapata. b é um coeficiente que tem em conta a excentricidade da carga. Quando não há transmissão de momentos entre o apoio e a sapata, 17 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
21 esse coeficiente vale a unidade. No caso em que se transmitam momentos, segundo a posição do pilar, o coeficiente toma os valores indicados na tabela seguinte. esse coeficiente vale a unidade. No caso em que se transmitam momentos, segundo a posição do pilar, o coeficiente toma os valores indicados na tabela seguinte. Valores do coeficiente de excentricidade da carga Valores do coeficiente de excentricidade da carga u0 é o perímetro de comprovação, que toma os seguintes valores: - Em apoios interiores vale o perímetro do apoio. - Em apoios excêntricos vale: u0 é o perímetro de comprovação, que toma os seguintes valores: - Em apoios interiores vale o perímetro do apoio. - Em apoios excêntricos vale: - Em apoios de canto vale: - Onde c1 é a largura do apoio paralelo ao lado da sapata no qual o apoio é excêntrico e c2 é a largura da sapata na direção perpendicular ao excêntrico. d é a altura útil da sapata. Esta comprovação realiza-se em todos os apoios que chegam à sapata e para todas as combinações do grupo de combinações de concreto. Na listagem de comprovações aparece a tensão tangencial máxima obtida percorrendo todos os pilares e todas as combinações. Como se pode observar, esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado Listagem de Comprovações. Neste ponto comentam-se as comprovações que se realizam no caso de sapatas de concreto em massa, tanto Apoios interiores 1.15 Apoios excêntricos /controle/acesso.asp Tel.: (11) Em apoios de canto vale: - Onde c1 é a largura do apoio paralelo ao lado da sapata no qual o apoio é excêntrico e c2 é a largura da sapata na direção perpendicular ao excêntrico. d é a altura útil da sapata. Esta comprovação realiza-se em todos os apoios que chegam à sapata e para todas as combinações do grupo de combinações de concreto. Na listagem de comprovações aparece a tensão tangencial máxima obtida percorrendo todos os pilares e todas as combinações. Como se pode observar, esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado Listagem de Comprovações. Neste ponto comentam-se as comprovações que se realizam no caso de sapatas de concreto em massa, tanto Apoios interiores 1.15 Apoios excêntricos /controle/acesso.asp Tel.: (11) esse coeficiente vale a unidade. No caso em que se transmitam momentos, segundo a posição do pilar, o coeficiente toma os valores indicados na tabela seguinte. esse coeficiente vale a unidade. No caso em que se transmitam momentos, segundo a posição do pilar, o coeficiente toma os valores indicados na tabela seguinte. Valores do coeficiente de excentricidade da carga Valores do coeficiente de excentricidade da carga u0 é o perímetro de comprovação, que toma os seguintes valores: - Em apoios interiores vale o perímetro do apoio. - Em apoios excêntricos vale: u0 é o perímetro de comprovação, que toma os seguintes valores: - Em apoios interiores vale o perímetro do apoio. - Em apoios excêntricos vale: - Em apoios de canto vale: - Onde c1 é a largura do apoio paralelo ao lado da sapata no qual o apoio é excêntrico e c2 é a largura da sapata na direção perpendicular ao excêntrico. d é a altura útil da sapata. Esta comprovação realiza-se em todos os apoios que chegam à sapata e para todas as combinações do grupo de combinações de concreto. Na listagem de comprovações aparece a tensão tangencial máxima obtida percorrendo todos os pilares e todas as combinações. Como se pode observar, esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado Listagem de Comprovações. Neste ponto comentam-se as comprovações que se realizam no caso de sapatas de concreto em massa, tanto Apoios interiores 1.15 Apoios excêntricos /controle/acesso.asp Tel.: (11) Em apoios de canto vale: - Onde c1 é a largura do apoio paralelo ao lado da sapata no qual o apoio é excêntrico e c2 é a largura da sapata na direção perpendicular ao excêntrico. d é a altura útil da sapata. Esta comprovação realiza-se em todos os apoios que chegam à sapata e para todas as combinações do grupo de combinações de concreto. Na listagem de comprovações aparece a tensão tangencial máxima obtida percorrendo todos os pilares e todas as combinações. Como se pode observar, esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado Listagem de Comprovações. Neste ponto comentam-se as comprovações que se realizam no caso de sapatas de concreto em massa, tanto Apoios interiores 1.15 Apoios excêntricos /controle/acesso.asp Tel.: (11)
22 19 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Apoios de canto 1.5 de altura constante como de altura variável ou piramidais. Comprovação de altura mínima. Trata-se de comprovar que a altura das sapatas é maior ou igual ao valor mínimo que as normas indicam para as sapatas de concreto em massa. No caso das sapatas piramidais ou de altura variável, esta comprovação realizase no bordo. Comprovação de altura mínima para amarrar arranques. Comprova-se que a altura da sapata é igual ou superior ao valor mínimo que faz falta para amarrar a armadura dos pilares ou dos parafusos das placas de ancoragem que apoiam sobre a sapata. No caso das sapatas piramidais, a altura que se comprova é a altura no pedestal. Comprovação de ângulo máximo do talude. Esta comprovação é análoga à que se realiza no caso de sapatas de concreto armado, e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação da balanço. A comprovação da balanço é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e está explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de tensões sobre o terreno. As comprovações de tensões sobre o terreno são análogas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e estão explicadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de flexão. A comprovação realiza-se de acordo com o indicado no ponto 2.1, e os dados que se mostram na listagem de comprovações para cada direção indicam-se a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de flexão para uma direção: O momento de cálculo desfavorável que atua sobre a seção. No capítulo de informação adicional aparece o coeficiente de aproveitamento máximo, que é a maior relação entre o esforço solicitante e o esforço resistente. Se alguma seção não cumprir, os dados que se mostram na listagem de comprovações para essa direção são os seguintes: O primeiro momento fletor que se encontrou para o qual a seção não resiste. A coordenada da seção na qual atua esse momento fletor. Comprovação de esforço cortante A comprovação de esforço cortante realiza-se de acordo com o que se explicou no ponto desta Memória de Cálculo e os dados que se mostram na listagem de comprovações são os que se indicam a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de esforço cortante 19 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Apoios de canto 1.5 de altura constante como de altura variável ou piramidais. Comprovação de altura mínima. Trata-se de comprovar que a altura das sapatas é maior ou igual ao valor mínimo que as normas indicam para as sapatas de concreto em massa. No caso das sapatas piramidais ou de altura variável, esta comprovação realizase no bordo. Comprovação de altura mínima para amarrar arranques. Comprova-se que a altura da sapata é igual ou superior ao valor mínimo que faz falta para amarrar a armadura dos pilares ou dos parafusos das placas de ancoragem que apoiam sobre a sapata. No caso das sapatas piramidais, a altura que se comprova é a altura no pedestal. Comprovação de ângulo máximo do talude. Esta comprovação é análoga à que se realiza no caso de sapatas de concreto armado, e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação da balanço. A comprovação da balanço é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e está explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de tensões sobre o terreno. As comprovações de tensões sobre o terreno são análogas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e estão explicadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de flexão. A comprovação realiza-se de acordo com o indicado no ponto 2.1, e os dados que se mostram na listagem de comprovações para cada direção indicam-se a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de flexão para uma direção: O momento de cálculo desfavorável que atua sobre a seção. No capítulo de informação adicional aparece o coeficiente de aproveitamento máximo, que é a maior relação entre o esforço solicitante e o esforço resistente. Se alguma seção não cumprir, os dados que se mostram na listagem de comprovações para essa direção são os seguintes: O primeiro momento fletor que se encontrou para o qual a seção não resiste. A coordenada da seção na qual atua esse momento fletor. Comprovação de esforço cortante A comprovação de esforço cortante realiza-se de acordo com o que se explicou no ponto desta Memória de Cálculo e os dados que se mostram na listagem de comprovações são os que se indicam a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de esforço cortante 19 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Apoios de canto 1.5 de altura constante como de altura variável ou piramidais. Comprovação de altura mínima. Trata-se de comprovar que a altura das sapatas é maior ou igual ao valor mínimo que as normas indicam para as sapatas de concreto em massa. No caso das sapatas piramidais ou de altura variável, esta comprovação realizase no bordo. Comprovação de altura mínima para amarrar arranques. Comprova-se que a altura da sapata é igual ou superior ao valor mínimo que faz falta para amarrar a armadura dos pilares ou dos parafusos das placas de ancoragem que apoiam sobre a sapata. No caso das sapatas piramidais, a altura que se comprova é a altura no pedestal. Comprovação de ângulo máximo do talude. Esta comprovação é análoga à que se realiza no caso de sapatas de concreto armado, e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação da balanço. A comprovação da balanço é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e está explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de tensões sobre o terreno. As comprovações de tensões sobre o terreno são análogas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e estão explicadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de flexão. A comprovação realiza-se de acordo com o indicado no ponto 2.1, e os dados que se mostram na listagem de comprovações para cada direção indicam-se a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de flexão para uma direção: O momento de cálculo desfavorável que atua sobre a seção. No capítulo de informação adicional aparece o coeficiente de aproveitamento máximo, que é a maior relação entre o esforço solicitante e o esforço resistente. Se alguma seção não cumprir, os dados que se mostram na listagem de comprovações para essa direção são os seguintes: O primeiro momento fletor que se encontrou para o qual a seção não resiste. A coordenada da seção na qual atua esse momento fletor. Comprovação de esforço cortante A comprovação de esforço cortante realiza-se de acordo com o que se explicou no ponto desta Memória de Cálculo e os dados que se mostram na listagem de comprovações são os que se indicam a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de esforço cortante 19 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Apoios de canto 1.5 de altura constante como de altura variável ou piramidais. Comprovação de altura mínima. Trata-se de comprovar que a altura das sapatas é maior ou igual ao valor mínimo que as normas indicam para as sapatas de concreto em massa. No caso das sapatas piramidais ou de altura variável, esta comprovação realizase no bordo. Comprovação de altura mínima para amarrar arranques. Comprova-se que a altura da sapata é igual ou superior ao valor mínimo que faz falta para amarrar a armadura dos pilares ou dos parafusos das placas de ancoragem que apoiam sobre a sapata. No caso das sapatas piramidais, a altura que se comprova é a altura no pedestal. Comprovação de ângulo máximo do talude. Esta comprovação é análoga à que se realiza no caso de sapatas de concreto armado, e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação da balanço. A comprovação da balanço é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e está explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de tensões sobre o terreno. As comprovações de tensões sobre o terreno são análogas às que se realizam nas sapatas de concreto armado, e estão explicadas no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de flexão. A comprovação realiza-se de acordo com o indicado no ponto 2.1, e os dados que se mostram na listagem de comprovações para cada direção indicam-se a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de flexão para uma direção: O momento de cálculo desfavorável que atua sobre a seção. No capítulo de informação adicional aparece o coeficiente de aproveitamento máximo, que é a maior relação entre o esforço solicitante e o esforço resistente. Se alguma seção não cumprir, os dados que se mostram na listagem de comprovações para essa direção são os seguintes: O primeiro momento fletor que se encontrou para o qual a seção não resiste. A coordenada da seção na qual atua esse momento fletor. Comprovação de esforço cortante A comprovação de esforço cortante realiza-se de acordo com o que se explicou no ponto desta Memória de Cálculo e os dados que se mostram na listagem de comprovações são os que se indicam a seguir. No caso em que todas as seções cumpram a comprovação de esforço cortante
23 20 /controle/acesso.asp Tel.: (11) para uma direção, na listagem indica-se: A tensão tangencial de cálculo que produz uma maior relação entre a tensão tangencial solicitante e a resistente produz. A tensão tangencial resistente da mesma seção da qual se mostra a tensão tangencial de cálculo máxima. No caso em que haja alguma seção (para uma direção) na qual não se verifique a comprovação de esforço cortante, os dados que se mostram na listagem de comprovações são os seguintes: A tensão tangencial de cálculo da primeira seção encontrada para a qual não se cumpre a comprovação de esforço cortante. A coordenada dessa seção encontrada que não cumpre. Comprovação de compressão oblíqua. Esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de separação mínima de armaduras. É a única comprovação que se realiza às armaduras que o utilizador possa colocar na sapata, dado que estas não se têm em conta no cálculo. Nesta comprovação verifica-se que a separação entre os eixos das armaduras seja igual ou superior a 10 cm, que é o valor que se adotou para todas as normas como critério de CYPE Engenheiros. Esta comprovação realiza-se unicamente no caso em que o utilizador decida colocar uma grelha, e o que se pretende evitar é que as barras se coloquem demasiado juntas, de forma que dificultem muito a concretagem da sapata. 2. Descrição do Programa O programa dispõe de algumas ferramentas distribuídas em: - Barra de Menus - Barra de ferramentas - Janela de desenho do elemento - Barra de Menus. Esta localizada na parte superior da janela e contem comandos como Arquivo, Dados da obra, entre outros. Barra de Ferramentas. Contem ícones de acesso rápido com todas as opções do menu e botões da Janela de desenho do elemento, onde pode trabalhar com zoom, pan, enviar o desenho para impressora. - Janela de desenho do elemento. Contem as janelas de visualização do elemento. Desenho em 3D e detalhe do elemento, onde pode visualizar as cotas, detalhe de armadura. A janela 3D permite visualizar o elemento tridimensionalmente, tanto solido como a armadura. Pode-se girar a janela, tanto horizontal como vertical através de barras de rolagem situadas lateralmente na tela. 20 /controle/acesso.asp Tel.: (11) para uma direção, na listagem indica-se: A tensão tangencial de cálculo que produz uma maior relação entre a tensão tangencial solicitante e a resistente produz. A tensão tangencial resistente da mesma seção da qual se mostra a tensão tangencial de cálculo máxima. No caso em que haja alguma seção (para uma direção) na qual não se verifique a comprovação de esforço cortante, os dados que se mostram na listagem de comprovações são os seguintes: A tensão tangencial de cálculo da primeira seção encontrada para a qual não se cumpre a comprovação de esforço cortante. A coordenada dessa seção encontrada que não cumpre. Comprovação de compressão oblíqua. Esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de separação mínima de armaduras. É a única comprovação que se realiza às armaduras que o utilizador possa colocar na sapata, dado que estas não se têm em conta no cálculo. Nesta comprovação verifica-se que a separação entre os eixos das armaduras seja igual ou superior a 10 cm, que é o valor que se adotou para todas as normas como critério de CYPE Engenheiros. Esta comprovação realiza-se unicamente no caso em que o utilizador decida colocar uma grelha, e o que se pretende evitar é que as barras se coloquem demasiado juntas, de forma que dificultem muito a concretagem da sapata. 2. Descrição do Programa O programa dispõe de algumas ferramentas distribuídas em: - Barra de Menus - Barra de ferramentas - Janela de desenho do elemento - Barra de Menus. Esta localizada na parte superior da janela e contem comandos como Arquivo, Dados da obra, entre outros. Barra de Ferramentas. Contem ícones de acesso rápido com todas as opções do menu e botões da Janela de desenho do elemento, onde pode trabalhar com zoom, pan, enviar o desenho para impressora. - Janela de desenho do elemento. Contem as janelas de visualização do elemento. Desenho em 3D e detalhe do elemento, onde pode visualizar as cotas, detalhe de armadura. A janela 3D permite visualizar o elemento tridimensionalmente, tanto solido como a armadura. Pode-se girar a janela, tanto horizontal como vertical através de barras de rolagem situadas lateralmente na tela. 20 /controle/acesso.asp Tel.: (11) para uma direção, na listagem indica-se: A tensão tangencial de cálculo que produz uma maior relação entre a tensão tangencial solicitante e a resistente produz. A tensão tangencial resistente da mesma seção da qual se mostra a tensão tangencial de cálculo máxima. No caso em que haja alguma seção (para uma direção) na qual não se verifique a comprovação de esforço cortante, os dados que se mostram na listagem de comprovações são os seguintes: A tensão tangencial de cálculo da primeira seção encontrada para a qual não se cumpre a comprovação de esforço cortante. A coordenada dessa seção encontrada que não cumpre. Comprovação de compressão oblíqua. Esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de separação mínima de armaduras. É a única comprovação que se realiza às armaduras que o utilizador possa colocar na sapata, dado que estas não se têm em conta no cálculo. Nesta comprovação verifica-se que a separação entre os eixos das armaduras seja igual ou superior a 10 cm, que é o valor que se adotou para todas as normas como critério de CYPE Engenheiros. Esta comprovação realiza-se unicamente no caso em que o utilizador decida colocar uma grelha, e o que se pretende evitar é que as barras se coloquem demasiado juntas, de forma que dificultem muito a concretagem da sapata. 2. Descrição do Programa O programa dispõe de algumas ferramentas distribuídas em: - Barra de Menus - Barra de ferramentas - Janela de desenho do elemento - Barra de Menus. Esta localizada na parte superior da janela e contem comandos como Arquivo, Dados da obra, entre outros. Barra de Ferramentas. Contem ícones de acesso rápido com todas as opções do menu e botões da Janela de desenho do elemento, onde pode trabalhar com zoom, pan, enviar o desenho para impressora. - Janela de desenho do elemento. Contem as janelas de visualização do elemento. Desenho em 3D e detalhe do elemento, onde pode visualizar as cotas, detalhe de armadura. A janela 3D permite visualizar o elemento tridimensionalmente, tanto solido como a armadura. Pode-se girar a janela, tanto horizontal como vertical através de barras de rolagem situadas lateralmente na tela. 20 /controle/acesso.asp Tel.: (11) para uma direção, na listagem indica-se: A tensão tangencial de cálculo que produz uma maior relação entre a tensão tangencial solicitante e a resistente produz. A tensão tangencial resistente da mesma seção da qual se mostra a tensão tangencial de cálculo máxima. No caso em que haja alguma seção (para uma direção) na qual não se verifique a comprovação de esforço cortante, os dados que se mostram na listagem de comprovações são os seguintes: A tensão tangencial de cálculo da primeira seção encontrada para a qual não se cumpre a comprovação de esforço cortante. A coordenada dessa seção encontrada que não cumpre. Comprovação de compressão oblíqua. Esta comprovação é análoga à que se realiza nas sapatas de concreto armado e encontra-se explicada no capítulo correspondente da memória de cálculo. Comprovação de separação mínima de armaduras. É a única comprovação que se realiza às armaduras que o utilizador possa colocar na sapata, dado que estas não se têm em conta no cálculo. Nesta comprovação verifica-se que a separação entre os eixos das armaduras seja igual ou superior a 10 cm, que é o valor que se adotou para todas as normas como critério de CYPE Engenheiros. Esta comprovação realiza-se unicamente no caso em que o utilizador decida colocar uma grelha, e o que se pretende evitar é que as barras se coloquem demasiado juntas, de forma que dificultem muito a concretagem da sapata. 2. Descrição do Programa O programa dispõe de algumas ferramentas distribuídas em: - Barra de Menus - Barra de ferramentas - Janela de desenho do elemento - Barra de Menus. Esta localizada na parte superior da janela e contem comandos como Arquivo, Dados da obra, entre outros. Barra de Ferramentas. Contem ícones de acesso rápido com todas as opções do menu e botões da Janela de desenho do elemento, onde pode trabalhar com zoom, pan, enviar o desenho para impressora. - Janela de desenho do elemento. Contem as janelas de visualização do elemento. Desenho em 3D e detalhe do elemento, onde pode visualizar as cotas, detalhe de armadura. A janela 3D permite visualizar o elemento tridimensionalmente, tanto solido como a armadura. Pode-se girar a janela, tanto horizontal como vertical através de barras de rolagem situadas lateralmente na tela.
24 2.1 Menu Dados da Obra. 2.1 Menu Dados da Obra Materiais Materiais Concreto: Selecione o concreto das sapatas ou blocos, junto com o controle utilizado, lembrando: Com desfavor = 1,5 Em geral = 1.4 Usinado=1.3 Aço. Das barras para o concreto armado. Concreto: Selecione o concreto das sapatas ou blocos, junto com o controle utilizado, lembrando: Com desfavor = 1,5 Em geral = 1.4 Usinado=1.3 Aço. Das barras para o concreto armado. Concreto magro. Espessura do lastro a ser utilizado Coeficiente de atrito. Para as comprovações de deslizamentos Tensão admissível do terreno. Para as comprovações de tensões, as unidades estão indicadas na tela. Hipóteses. Ao clicar no mais, serão criadas as hipóteses de carregamento. Cobrimentos. Indicar a distancia do eixo da barra a face do concreto, deve ser indicado o cobrimentos para as laterais e parte inferior e superior dos elementos Modelo de Lançamento Concreto magro. Espessura do lastro a ser utilizado Coeficiente de atrito. Para as comprovações de deslizamentos Tensão admissível do terreno. Para as comprovações de tensões, as unidades estão indicadas na tela. Hipóteses. Ao clicar no mais, serão criadas as hipóteses de carregamento. Cobrimentos. Indicar a distancia do eixo da barra a face do concreto, deve ser indicado o cobrimentos para as laterais e parte inferior e superior dos elementos Modelo de Lançamento Vamos clicar no Aparece a tela onde clicamos no sinal de + Vamos clicar no Aparece a tela onde clicamos no sinal de + 21 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Menu Dados da Obra. 2.1 Menu Dados da Obra Materiais Materiais Concreto: Selecione o concreto das sapatas ou blocos, junto com o controle utilizado, lembrando: Com desfavor = 1,5 Em geral = 1.4 Usinado=1.3 Aço. Das barras para o concreto armado. Concreto: Selecione o concreto das sapatas ou blocos, junto com o controle utilizado, lembrando: Com desfavor = 1,5 Em geral = 1.4 Usinado=1.3 Aço. Das barras para o concreto armado. Concreto magro. Espessura do lastro a ser utilizado Coeficiente de atrito. Para as comprovações de deslizamentos Tensão admissível do terreno. Para as comprovações de tensões, as unidades estão indicadas na tela. Hipóteses. Ao clicar no mais, serão criadas as hipóteses de carregamento. Cobrimentos. Indicar a distancia do eixo da barra a face do concreto, deve ser indicado o cobrimentos para as laterais e parte inferior e superior dos elementos Modelo de Lançamento Concreto magro. Espessura do lastro a ser utilizado Coeficiente de atrito. Para as comprovações de deslizamentos Tensão admissível do terreno. Para as comprovações de tensões, as unidades estão indicadas na tela. Hipóteses. Ao clicar no mais, serão criadas as hipóteses de carregamento. Cobrimentos. Indicar a distancia do eixo da barra a face do concreto, deve ser indicado o cobrimentos para as laterais e parte inferior e superior dos elementos Modelo de Lançamento Vamos clicar no Aparece a tela onde clicamos no sinal de + Vamos clicar no Aparece a tela onde clicamos no sinal de + 21 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
25 Ao clicar em aceitar, temos: Ao clicar em aceitar, temos: 22 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Ao clicar em aceitar, temos: Ao clicar em aceitar, temos: 22 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
26 Vamos clicar no ícone ou acessar o comando: Dados > Tipo de elemento Escolhemos o tipo de arranque que vamos utilizar, como por exemplo pilar retangular de concreto No tipo de fundação temos: Vamos clicar no ícone ou acessar o comando: Dados > Tipo de elemento Escolhemos o tipo de arranque que vamos utilizar, como por exemplo pilar retangular de concreto No tipo de fundação temos: 1 Sapata de concreto armado 1 Sapata de concreto armado 23 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vamos clicar no ícone ou acessar o comando: Dados > Tipo de elemento Escolhemos o tipo de arranque que vamos utilizar, como por exemplo pilar retangular de concreto No tipo de fundação temos: Vamos clicar no ícone ou acessar o comando: Dados > Tipo de elemento Escolhemos o tipo de arranque que vamos utilizar, como por exemplo pilar retangular de concreto No tipo de fundação temos: 1 Sapata de concreto armado 1 Sapata de concreto armado 23 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
27 2 - Sapata de concreto massa 2 - Sapata de concreto massa Bloco sobre estacas Bloco sobre estacas No caso do bloco sobre estacas, deve-se clicar sobre o item seleção de estaca, onde configuramos os parâmetros da estaca No caso do bloco sobre estacas, deve-se clicar sobre o item seleção de estaca, onde configuramos os parâmetros da estaca Vamos no nosso caso, escolher uma sapata em concreto armado ( tipo2) e escolher centrada. Vamos no nosso caso, escolher uma sapata em concreto armado ( tipo2) e escolher centrada. Temos, Temos, 24 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Sapata de concreto massa 2 - Sapata de concreto massa Bloco sobre estacas Bloco sobre estacas No caso do bloco sobre estacas, deve-se clicar sobre o item seleção de estaca, onde configuramos os parâmetros da estaca No caso do bloco sobre estacas, deve-se clicar sobre o item seleção de estaca, onde configuramos os parâmetros da estaca Vamos no nosso caso, escolher uma sapata em concreto armado ( tipo2) e escolher centrada. Vamos no nosso caso, escolher uma sapata em concreto armado ( tipo2) e escolher centrada. Temos, Temos, 24 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
28 Vamos agora carregar esse pilar de concreto, para isso clicar no icone: Ou acessar pela barra de menus. Vamos agora carregar esse pilar de concreto, para isso clicar no icone: Ou acessar pela barra de menus. Temos, Temos, Indicamos as cargas digitando nos campos correspondentes, onde: N- carga axial Mx- Momento em torno no eixo X My- Momento em torno do eixo Y Qx- Cortante em x Qy- Cortante em Y Vamos indicar o carregamento como na tela abaixo: Indicamos as cargas digitando nos campos correspondentes, onde: N- carga axial Mx- Momento em torno no eixo X My- Momento em torno do eixo Y Qx- Cortante em x Qy- Cortante em Y Vamos indicar o carregamento como na tela abaixo: NOTA: caso tenha criado mais de uma hipótese nos dados iniciais, aparecem as linhas correspondentes. Ao clicar no próximo ícone: Podemos editar as dimensões de pilares. Assim como indicar os ferros do arranque. NOTA: caso tenha criado mais de uma hipótese nos dados iniciais, aparecem as linhas correspondentes. Ao clicar no próximo ícone: Podemos editar as dimensões de pilares. Assim como indicar os ferros do arranque. 25 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vamos agora carregar esse pilar de concreto, para isso clicar no icone: Ou acessar pela barra de menus. Vamos agora carregar esse pilar de concreto, para isso clicar no icone: Ou acessar pela barra de menus. Temos, Temos, Indicamos as cargas digitando nos campos correspondentes, onde: N- carga axial Mx- Momento em torno no eixo X My- Momento em torno do eixo Y Qx- Cortante em x Qy- Cortante em Y Vamos indicar o carregamento como na tela abaixo: Indicamos as cargas digitando nos campos correspondentes, onde: N- carga axial Mx- Momento em torno no eixo X My- Momento em torno do eixo Y Qx- Cortante em x Qy- Cortante em Y Vamos indicar o carregamento como na tela abaixo: NOTA: caso tenha criado mais de uma hipótese nos dados iniciais, aparecem as linhas correspondentes. Ao clicar no próximo ícone: Podemos editar as dimensões de pilares. Assim como indicar os ferros do arranque. NOTA: caso tenha criado mais de uma hipótese nos dados iniciais, aparecem as linhas correspondentes. Ao clicar no próximo ícone: Podemos editar as dimensões de pilares. Assim como indicar os ferros do arranque. 25 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
29 Podemos ainda adicionar as vigas de travamento ou vigas alavancas clicando no ícone: Onde escolhemos a viga a ser indicada. Ao clicar no sinal de + escolhemos a viga Para dimensionar essa fundação vamos clicar em: Dados > Dimensionar Aparece a mensagem: Podemos ainda adicionar as vigas de travamento ou vigas alavancas clicando no ícone: Onde escolhemos a viga a ser indicada. Ao clicar no sinal de + escolhemos a viga Para dimensionar essa fundação vamos clicar em: Dados > Dimensionar Aparece a mensagem: Ao clicar em aceitar aparece a tela: Ao clicar em aceitar aparece a tela: 26 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Podemos ainda adicionar as vigas de travamento ou vigas alavancas clicando no ícone: Onde escolhemos a viga a ser indicada. Ao clicar no sinal de + escolhemos a viga Para dimensionar essa fundação vamos clicar em: Dados > Dimensionar Aparece a mensagem: Podemos ainda adicionar as vigas de travamento ou vigas alavancas clicando no ícone: Onde escolhemos a viga a ser indicada. Ao clicar no sinal de + escolhemos a viga Para dimensionar essa fundação vamos clicar em: Dados > Dimensionar Aparece a mensagem: Ao clicar em aceitar aparece a tela: Ao clicar em aceitar aparece a tela: 26 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
30 Clique em sim para ver o relatório de dimensionamento : Clique em sim para ver o relatório de dimensionamento : Na tela depois de calcular a sapata temos o detalhamento do elemento. Na tela depois de calcular a sapata temos o detalhamento do elemento. Ao clicar na guia inferior em Vista 3D temos: Ao clicar na guia inferior em Vista 3D temos: 27 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Clique em sim para ver o relatório de dimensionamento : Clique em sim para ver o relatório de dimensionamento : Na tela depois de calcular a sapata temos o detalhamento do elemento. Na tela depois de calcular a sapata temos o detalhamento do elemento. Ao clicar na guia inferior em Vista 3D temos: Ao clicar na guia inferior em Vista 3D temos: 27 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
31 Edição das Armaduras Ao clicar em edição da fundação, no menu dados, temos: Edição das Armaduras Ao clicar em edição da fundação, no menu dados, temos: Onde podemos clicar no item armadura e alterar o detalhamento fornecido pelo software. Onde podemos clicar no item armadura e alterar o detalhamento fornecido pelo software. Trabalhando com uma planta de pilares Esse procedimento foi utilizado para o calculo de apenas um elemento isolado Muitas vezes é necessário utilizar uma planta de locação, ou até mesmo o calculo de um radier 28 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Trabalhando com uma planta de pilares Esse procedimento foi utilizado para o calculo de apenas um elemento isolado Muitas vezes é necessário utilizar uma planta de locação, ou até mesmo o calculo de um radier 28 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Edição das Armaduras Ao clicar em edição da fundação, no menu dados, temos: Edição das Armaduras Ao clicar em edição da fundação, no menu dados, temos: Onde podemos clicar no item armadura e alterar o detalhamento fornecido pelo software. Onde podemos clicar no item armadura e alterar o detalhamento fornecido pelo software. Trabalhando com uma planta de pilares Esse procedimento foi utilizado para o calculo de apenas um elemento isolado Muitas vezes é necessário utilizar uma planta de locação, ou até mesmo o calculo de um radier 28 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Trabalhando com uma planta de pilares Esse procedimento foi utilizado para o calculo de apenas um elemento isolado Muitas vezes é necessário utilizar uma planta de locação, ou até mesmo o calculo de um radier 28 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
32 Nesse caso devemos lançar mais de um pilar( tampem no caso de sapatas associadas). Quando tiver essa situação devemos clicar no icone do CYPECAD na área de trabalho. Ao entrar no software temos a tela inicial onde vamos clicar em novo. 3. Começando uma Obra Nova Para iniciar uma obra, clique no Menu Arquivo. Escolha a opção Novo. Será aberta a janela Nova Obra. No primeiro campo, forneça um nome para a nossa obra, que será o nome do Arquivo a ser armazenado no disco rígido: fund ; No campo Nome da obra, digite: Espaço de Lazer. Clique em Aceitar. Nesse caso devemos lançar mais de um pilar( tampem no caso de sapatas associadas). Quando tiver essa situação devemos clicar no icone do CYPECAD na área de trabalho. Ao entrar no software temos a tela inicial onde vamos clicar em novo. 3. Começando uma Obra Nova Para iniciar uma obra, clique no Menu Arquivo. Escolha a opção Novo. Será aberta a janela Nova Obra. No primeiro campo, forneça um nome para a nossa obra, que será o nome do Arquivo a ser armazenado no disco rígido: fund ; No campo Nome da obra, digite: Espaço de Lazer. Clique em Aceitar A Janela Dados Gerais Imediatamente você verá surgir a janela Dados Gerais, onde devemos fornecer os dados dos materiais, dados de vento e de coeficientes de majoração. Entendendo os Elementos Pisos Compreende as lajes e vigas do edifício (não vamos utilizar) Vigas/ Lajes Vigas sobre base elásticas e radiers Fundação Pilares Pilares e pilares-paredes Note que podem ser adotados valores de f ck diferentes para cada elemento da obra. Clique na seta à direita de C18, em geral. Você verá que para cada valor de f ck, temos 3 categorias que seguem as exigências da Norma Brasileira quanto ao controle da obra: 3.1. A Janela Dados Gerais Imediatamente você verá surgir a janela Dados Gerais, onde devemos fornecer os dados dos materiais, dados de vento e de coeficientes de majoração. Entendendo os Elementos Pisos Compreende as lajes e vigas do edifício (não vamos utilizar) Vigas/ Lajes Vigas sobre base elásticas e radiers Fundação Pilares Pilares e pilares-paredes Note que podem ser adotados valores de f ck diferentes para cada elemento da obra. Clique na seta à direita de C18, em geral. Você verá que para cada valor de f ck, temos 3 categorias que seguem as exigências da Norma Brasileira quanto ao controle da obra: 29 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Nesse caso devemos lançar mais de um pilar( tampem no caso de sapatas associadas). Quando tiver essa situação devemos clicar no icone do CYPECAD na área de trabalho. Ao entrar no software temos a tela inicial onde vamos clicar em novo. 3. Começando uma Obra Nova Para iniciar uma obra, clique no Menu Arquivo. Escolha a opção Novo. Será aberta a janela Nova Obra. No primeiro campo, forneça um nome para a nossa obra, que será o nome do Arquivo a ser armazenado no disco rígido: fund ; No campo Nome da obra, digite: Espaço de Lazer. Clique em Aceitar. Nesse caso devemos lançar mais de um pilar( tampem no caso de sapatas associadas). Quando tiver essa situação devemos clicar no icone do CYPECAD na área de trabalho. Ao entrar no software temos a tela inicial onde vamos clicar em novo. 3. Começando uma Obra Nova Para iniciar uma obra, clique no Menu Arquivo. Escolha a opção Novo. Será aberta a janela Nova Obra. No primeiro campo, forneça um nome para a nossa obra, que será o nome do Arquivo a ser armazenado no disco rígido: fund ; No campo Nome da obra, digite: Espaço de Lazer. Clique em Aceitar A Janela Dados Gerais Imediatamente você verá surgir a janela Dados Gerais, onde devemos fornecer os dados dos materiais, dados de vento e de coeficientes de majoração. Entendendo os Elementos Pisos Compreende as lajes e vigas do edifício (não vamos utilizar) Vigas/ Lajes Vigas sobre base elásticas e radiers Fundação Pilares Pilares e pilares-paredes Note que podem ser adotados valores de f ck diferentes para cada elemento da obra. Clique na seta à direita de C18, em geral. Você verá que para cada valor de f ck, temos 3 categorias que seguem as exigências da Norma Brasileira quanto ao controle da obra: 3.1. A Janela Dados Gerais Imediatamente você verá surgir a janela Dados Gerais, onde devemos fornecer os dados dos materiais, dados de vento e de coeficientes de majoração. Entendendo os Elementos Pisos Compreende as lajes e vigas do edifício (não vamos utilizar) Vigas/ Lajes Vigas sobre base elásticas e radiers Fundação Pilares Pilares e pilares-paredes Note que podem ser adotados valores de f ck diferentes para cada elemento da obra. Clique na seta à direita de C18, em geral. Você verá que para cada valor de f ck, temos 3 categorias que seguem as exigências da Norma Brasileira quanto ao controle da obra: 29 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
33 Condições desfavoráveis Em geral Concreto usinado com controle rigoroso g c =1.5 g c =1.4 g c =1.3 Vamos adotar para esta nossa obra C18, em geral, para todos os elementos. Quanto ao aço é possível também detalhar o que se quer usar em cada elemento, mas vamos analisar isto um pouco mais tarde. Por enquanto, deixe o padrão: CA-50 e CA-60B. Os dados de Aços dobrados e laminados são para o caso de se querer adotar pilares e vigas em aço. O vento também será estudado em um capítulo especial. Conjunto de cargas Especiais: O Cype já considera automaticamente as condições de cargas permanentes e de cargas acidentais (sobrecarga). Mas, podemos ter situações especiais em que definiremos mais casos de carregamentos. Em hora oportuna, trataremos desse assunto Na última parte desta janela, temos as opções de combinações de carregamentos. Os coeficientes de majoração são normalmente estabelecidos pelas normas técnicas. Para edifícios residenciais e comerciais, o programa já tem configuradas as combinações habituais exigidas pelas normas. Vá clicando em Aceitar e, por enquanto, apenas observe as configurações pré-estabelecidas. Do lado direito desta última parte, estão os coeficientes de flambagem. Aqui cabe uma observação: o Cype considera como comprimento de flambagem a distância livre entre pisos. Lembre-se que o cálculo é sempre feito como pórtico espacial, daí falarmos que o nosso edifício está dentro do micro (edifício virtual). Achamos que o valor adotado pelo programa é bastante razoável. Se você precisar voltar à janela Dados Gerais, é fácil: Vá ao Menu Geral e escolha Dados da Obra. Fechando esta janela, note no centro da tela o ícone (vermelho) que simboliza a origem do sistema de coordenadas. Condições desfavoráveis Em geral Concreto usinado com controle rigoroso g c =1.5 g c =1.4 g c =1.3 Vamos adotar para esta nossa obra C18, em geral, para todos os elementos. Quanto ao aço é possível também detalhar o que se quer usar em cada elemento, mas vamos analisar isto um pouco mais tarde. Por enquanto, deixe o padrão: CA-50 e CA-60B. Os dados de Aços dobrados e laminados são para o caso de se querer adotar pilares e vigas em aço. O vento também será estudado em um capítulo especial. Conjunto de cargas Especiais: O Cype já considera automaticamente as condições de cargas permanentes e de cargas acidentais (sobrecarga). Mas, podemos ter situações especiais em que definiremos mais casos de carregamentos. Em hora oportuna, trataremos desse assunto Na última parte desta janela, temos as opções de combinações de carregamentos. Os coeficientes de majoração são normalmente estabelecidos pelas normas técnicas. Para edifícios residenciais e comerciais, o programa já tem configuradas as combinações habituais exigidas pelas normas. Vá clicando em Aceitar e, por enquanto, apenas observe as configurações pré-estabelecidas. Do lado direito desta última parte, estão os coeficientes de flambagem. Aqui cabe uma observação: o Cype considera como comprimento de flambagem a distância livre entre pisos. Lembre-se que o cálculo é sempre feito como pórtico espacial, daí falarmos que o nosso edifício está dentro do micro (edifício virtual). Achamos que o valor adotado pelo programa é bastante razoável. Se você precisar voltar à janela Dados Gerais, é fácil: Vá ao Menu Geral e escolha Dados da Obra. Fechando esta janela, note no centro da tela o ícone (vermelho) que simboliza a origem do sistema de coordenadas. 4. Introdução dos Pilares Verifique se a Guia Inferior atual é Entrada de Pilares. Se não for, clique nela. Você já sabe que no centro da tela, em vermelho está a origem do sistema de coordenadas Formas de se Entrar os Pilares no Cype. No Roteiro para o Cálculo de um Edifício Através do CypeCAD 3D são mostrados todos os processos possíveis para a entrada dos pilares no Cype. 30 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Introdução dos Pilares Verifique se a Guia Inferior atual é Entrada de Pilares. Se não for, clique nela. Você já sabe que no centro da tela, em vermelho está a origem do sistema de coordenadas Formas de se Entrar os Pilares no Cype. No Roteiro para o Cálculo de um Edifício Através do CypeCAD 3D são mostrados todos os processos possíveis para a entrada dos pilares no Cype. 30 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Condições desfavoráveis Em geral Concreto usinado com controle rigoroso g c =1.5 g c =1.4 g c =1.3 Vamos adotar para esta nossa obra C18, em geral, para todos os elementos. Quanto ao aço é possível também detalhar o que se quer usar em cada elemento, mas vamos analisar isto um pouco mais tarde. Por enquanto, deixe o padrão: CA-50 e CA-60B. Os dados de Aços dobrados e laminados são para o caso de se querer adotar pilares e vigas em aço. O vento também será estudado em um capítulo especial. Conjunto de cargas Especiais: O Cype já considera automaticamente as condições de cargas permanentes e de cargas acidentais (sobrecarga). Mas, podemos ter situações especiais em que definiremos mais casos de carregamentos. Em hora oportuna, trataremos desse assunto Na última parte desta janela, temos as opções de combinações de carregamentos. Os coeficientes de majoração são normalmente estabelecidos pelas normas técnicas. Para edifícios residenciais e comerciais, o programa já tem configuradas as combinações habituais exigidas pelas normas. Vá clicando em Aceitar e, por enquanto, apenas observe as configurações pré-estabelecidas. Do lado direito desta última parte, estão os coeficientes de flambagem. Aqui cabe uma observação: o Cype considera como comprimento de flambagem a distância livre entre pisos. Lembre-se que o cálculo é sempre feito como pórtico espacial, daí falarmos que o nosso edifício está dentro do micro (edifício virtual). Achamos que o valor adotado pelo programa é bastante razoável. Se você precisar voltar à janela Dados Gerais, é fácil: Vá ao Menu Geral e escolha Dados da Obra. Fechando esta janela, note no centro da tela o ícone (vermelho) que simboliza a origem do sistema de coordenadas. Condições desfavoráveis Em geral Concreto usinado com controle rigoroso g c =1.5 g c =1.4 g c =1.3 Vamos adotar para esta nossa obra C18, em geral, para todos os elementos. Quanto ao aço é possível também detalhar o que se quer usar em cada elemento, mas vamos analisar isto um pouco mais tarde. Por enquanto, deixe o padrão: CA-50 e CA-60B. Os dados de Aços dobrados e laminados são para o caso de se querer adotar pilares e vigas em aço. O vento também será estudado em um capítulo especial. Conjunto de cargas Especiais: O Cype já considera automaticamente as condições de cargas permanentes e de cargas acidentais (sobrecarga). Mas, podemos ter situações especiais em que definiremos mais casos de carregamentos. Em hora oportuna, trataremos desse assunto Na última parte desta janela, temos as opções de combinações de carregamentos. Os coeficientes de majoração são normalmente estabelecidos pelas normas técnicas. Para edifícios residenciais e comerciais, o programa já tem configuradas as combinações habituais exigidas pelas normas. Vá clicando em Aceitar e, por enquanto, apenas observe as configurações pré-estabelecidas. Do lado direito desta última parte, estão os coeficientes de flambagem. Aqui cabe uma observação: o Cype considera como comprimento de flambagem a distância livre entre pisos. Lembre-se que o cálculo é sempre feito como pórtico espacial, daí falarmos que o nosso edifício está dentro do micro (edifício virtual). Achamos que o valor adotado pelo programa é bastante razoável. Se você precisar voltar à janela Dados Gerais, é fácil: Vá ao Menu Geral e escolha Dados da Obra. Fechando esta janela, note no centro da tela o ícone (vermelho) que simboliza a origem do sistema de coordenadas. 4. Introdução dos Pilares Verifique se a Guia Inferior atual é Entrada de Pilares. Se não for, clique nela. Você já sabe que no centro da tela, em vermelho está a origem do sistema de coordenadas Formas de se Entrar os Pilares no Cype. No Roteiro para o Cálculo de um Edifício Através do CypeCAD 3D são mostrados todos os processos possíveis para a entrada dos pilares no Cype. 30 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Introdução dos Pilares Verifique se a Guia Inferior atual é Entrada de Pilares. Se não for, clique nela. Você já sabe que no centro da tela, em vermelho está a origem do sistema de coordenadas Formas de se Entrar os Pilares no Cype. No Roteiro para o Cálculo de um Edifício Através do CypeCAD 3D são mostrados todos os processos possíveis para a entrada dos pilares no Cype. 30 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
34 Aqui usaremos as máscaras DXF dos desenhos arquitetônicos, que nos parece a maneira mais segura (porque temos certeza da posição do pilar dentro da planta arquitetônica), mais fácil (não há necessidade de se fazer nenhuma operação matemática) e mais moderna (afinal, usamos recursos computacionais que nos permitem uma intercomunicação entre softwares e entre profissionais). Aqui usaremos as máscaras DXF dos desenhos arquitetônicos, que nos parece a maneira mais segura (porque temos certeza da posição do pilar dentro da planta arquitetônica), mais fácil (não há necessidade de se fazer nenhuma operação matemática) e mais moderna (afinal, usamos recursos computacionais que nos permitem uma intercomunicação entre softwares e entre profissionais) As Máscaras DXF. Os arquivos do tipo DXF são arquivos especiais, binários, criados especialmente para troca de informações entre aplicativos. Vários programas gráficos geram DXF, como por exemplo o AutoCAD, o IntelliCAD e o MicroStation. E vários são os aplicativos que lêem DXF, entre eles o Cype. Como o AutoCAD é o programa para desenhos técnicos mais utilizado em todo o mundo, daremos aqui as dicas do que deve ser feito dentro dele, para gerar arquivos DXF. A unidade de trabalho do CypeCAD é o metro. 1) Abra a planta arquitetônica feita pelo arquiteto, de extensão DWG 2) Faça uma cópia específica para uso no Cype (comando Save As e forneça outro número 3) apague formato, hachuras, mobiliário, textos e outros objetos que não interessam pelo cálculo da nossa estrutura. 4) Verifique a unidade que foi feito o desenho, alguns arquitetos trabalham em metros, outros em centímetros (use o comando Distance e meça uma parede por exemplo. Se a distância entre as faces da parede for 15, está em cm; se for 0.15, está em M!) 5) numa layer específica (sugerimos o layer PILAR), lance os pilares na sua posição correta, estimando uma dimensão preliminar, deixando os cobrimentos necessários. 6) analise um por um o ponto fixo do pilar, ou seja, se a dimensão estimada não passar, para onde vai crescer cada Pilar. Faça uma marca, por exemplo um pequeno círculo, neste ponto fixo, que para o Cype pode ser: - o centro geométrico da seção do pilar - um dos quatro vértices - um dos ponto médios de cada face (também em número de 4) 7) Se o desenho já está em metros, pule o passe 8 8) Se o desenho está em centímetros, é necessário passá-lo para metros, dividindo tudo por 100 (o que é o mesmo que multiplicar por 0.01): use o comando SCALE, com um fator de correção (Scale factor) = 0.01 (1cm=0.01) 9) Para uma melhor visualização, é interessante deixar toda a planta da edificação no 1º quadrante. Para isto, use o comando MOVE, selecione all 31 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As Máscaras DXF. Os arquivos do tipo DXF são arquivos especiais, binários, criados especialmente para troca de informações entre aplicativos. Vários programas gráficos geram DXF, como por exemplo o AutoCAD, o IntelliCAD e o MicroStation. E vários são os aplicativos que lêem DXF, entre eles o Cype. Como o AutoCAD é o programa para desenhos técnicos mais utilizado em todo o mundo, daremos aqui as dicas do que deve ser feito dentro dele, para gerar arquivos DXF. A unidade de trabalho do CypeCAD é o metro. 1) Abra a planta arquitetônica feita pelo arquiteto, de extensão DWG 2) Faça uma cópia específica para uso no Cype (comando Save As e forneça outro número 3) apague formato, hachuras, mobiliário, textos e outros objetos que não interessam pelo cálculo da nossa estrutura. 4) Verifique a unidade que foi feito o desenho, alguns arquitetos trabalham em metros, outros em centímetros (use o comando Distance e meça uma parede por exemplo. Se a distância entre as faces da parede for 15, está em cm; se for 0.15, está em M!) 5) numa layer específica (sugerimos o layer PILAR), lance os pilares na sua posição correta, estimando uma dimensão preliminar, deixando os cobrimentos necessários. 6) analise um por um o ponto fixo do pilar, ou seja, se a dimensão estimada não passar, para onde vai crescer cada Pilar. Faça uma marca, por exemplo um pequeno círculo, neste ponto fixo, que para o Cype pode ser: - o centro geométrico da seção do pilar - um dos quatro vértices - um dos ponto médios de cada face (também em número de 4) 7) Se o desenho já está em metros, pule o passe 8 8) Se o desenho está em centímetros, é necessário passá-lo para metros, dividindo tudo por 100 (o que é o mesmo que multiplicar por 0.01): use o comando SCALE, com um fator de correção (Scale factor) = 0.01 (1cm=0.01) 9) Para uma melhor visualização, é interessante deixar toda a planta da edificação no 1º quadrante. Para isto, use o comando MOVE, selecione all 31 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Aqui usaremos as máscaras DXF dos desenhos arquitetônicos, que nos parece a maneira mais segura (porque temos certeza da posição do pilar dentro da planta arquitetônica), mais fácil (não há necessidade de se fazer nenhuma operação matemática) e mais moderna (afinal, usamos recursos computacionais que nos permitem uma intercomunicação entre softwares e entre profissionais). Aqui usaremos as máscaras DXF dos desenhos arquitetônicos, que nos parece a maneira mais segura (porque temos certeza da posição do pilar dentro da planta arquitetônica), mais fácil (não há necessidade de se fazer nenhuma operação matemática) e mais moderna (afinal, usamos recursos computacionais que nos permitem uma intercomunicação entre softwares e entre profissionais) As Máscaras DXF. Os arquivos do tipo DXF são arquivos especiais, binários, criados especialmente para troca de informações entre aplicativos. Vários programas gráficos geram DXF, como por exemplo o AutoCAD, o IntelliCAD e o MicroStation. E vários são os aplicativos que lêem DXF, entre eles o Cype. Como o AutoCAD é o programa para desenhos técnicos mais utilizado em todo o mundo, daremos aqui as dicas do que deve ser feito dentro dele, para gerar arquivos DXF. A unidade de trabalho do CypeCAD é o metro. 1) Abra a planta arquitetônica feita pelo arquiteto, de extensão DWG 2) Faça uma cópia específica para uso no Cype (comando Save As e forneça outro número 3) apague formato, hachuras, mobiliário, textos e outros objetos que não interessam pelo cálculo da nossa estrutura. 4) Verifique a unidade que foi feito o desenho, alguns arquitetos trabalham em metros, outros em centímetros (use o comando Distance e meça uma parede por exemplo. Se a distância entre as faces da parede for 15, está em cm; se for 0.15, está em M!) 5) numa layer específica (sugerimos o layer PILAR), lance os pilares na sua posição correta, estimando uma dimensão preliminar, deixando os cobrimentos necessários. 6) analise um por um o ponto fixo do pilar, ou seja, se a dimensão estimada não passar, para onde vai crescer cada Pilar. Faça uma marca, por exemplo um pequeno círculo, neste ponto fixo, que para o Cype pode ser: - o centro geométrico da seção do pilar - um dos quatro vértices - um dos ponto médios de cada face (também em número de 4) 7) Se o desenho já está em metros, pule o passe 8 8) Se o desenho está em centímetros, é necessário passá-lo para metros, dividindo tudo por 100 (o que é o mesmo que multiplicar por 0.01): use o comando SCALE, com um fator de correção (Scale factor) = 0.01 (1cm=0.01) 9) Para uma melhor visualização, é interessante deixar toda a planta da edificação no 1º quadrante. Para isto, use o comando MOVE, selecione all 31 /controle/acesso.asp Tel.: (11) As Máscaras DXF. Os arquivos do tipo DXF são arquivos especiais, binários, criados especialmente para troca de informações entre aplicativos. Vários programas gráficos geram DXF, como por exemplo o AutoCAD, o IntelliCAD e o MicroStation. E vários são os aplicativos que lêem DXF, entre eles o Cype. Como o AutoCAD é o programa para desenhos técnicos mais utilizado em todo o mundo, daremos aqui as dicas do que deve ser feito dentro dele, para gerar arquivos DXF. A unidade de trabalho do CypeCAD é o metro. 1) Abra a planta arquitetônica feita pelo arquiteto, de extensão DWG 2) Faça uma cópia específica para uso no Cype (comando Save As e forneça outro número 3) apague formato, hachuras, mobiliário, textos e outros objetos que não interessam pelo cálculo da nossa estrutura. 4) Verifique a unidade que foi feito o desenho, alguns arquitetos trabalham em metros, outros em centímetros (use o comando Distance e meça uma parede por exemplo. Se a distância entre as faces da parede for 15, está em cm; se for 0.15, está em M!) 5) numa layer específica (sugerimos o layer PILAR), lance os pilares na sua posição correta, estimando uma dimensão preliminar, deixando os cobrimentos necessários. 6) analise um por um o ponto fixo do pilar, ou seja, se a dimensão estimada não passar, para onde vai crescer cada Pilar. Faça uma marca, por exemplo um pequeno círculo, neste ponto fixo, que para o Cype pode ser: - o centro geométrico da seção do pilar - um dos quatro vértices - um dos ponto médios de cada face (também em número de 4) 7) Se o desenho já está em metros, pule o passe 8 8) Se o desenho está em centímetros, é necessário passá-lo para metros, dividindo tudo por 100 (o que é o mesmo que multiplicar por 0.01): use o comando SCALE, com um fator de correção (Scale factor) = 0.01 (1cm=0.01) 9) Para uma melhor visualização, é interessante deixar toda a planta da edificação no 1º quadrante. Para isto, use o comando MOVE, selecione all 31 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
35 (todos) e coloque o canto do lote ou o canto da 1º planta do ponto de coordenadas 0,0 10) Cada pavimento deve estar em um arquivo separado, para que as coordenadas dos pilares em cada planta sejam as mesmas, evidentemente. Use um ponto comum a todas elas (um ponto do poço do elevador, da caixa de escada, ou um ponto da fachada comum a todos os pisos como referência 11)Caso você não tenha esta arquitetura no AutoCAD, vale a pena desenhar um esboço da edificação, com os pilares, alinhamentos das vigas e linhas de alvenarias. Estas últimas facilitarão a introdução das cargas devidas à alvenaria. 12) para gerar o DXF: - No AutoCAD R14: Menu File > Export > Dar um nome > Salvar como arquivo do tipo: AutoCAD R14 DXF No AutoCAD 2000: Menu File > Save As > Salvar como arquivo do tipo AutoCAD 2000 DXF Como trazer as máscaras de DXF para a tela do Cype? 1) Clique no ícone DXF, situado a esquerda da barra de ferramentas 2) Clique no ícone com sinal de + para acrescentar um DXF a lista 3) Na já janela do Windows, busque o CD-ROM, depois escolha DXF 4) introduza, de uma vez, os arquivos DXF de todos os pisos 5) na coluna visível deixe marcado só o arquivo que interessa (todos) e coloque o canto do lote ou o canto da 1º planta do ponto de coordenadas 0,0 10) Cada pavimento deve estar em um arquivo separado, para que as coordenadas dos pilares em cada planta sejam as mesmas, evidentemente. Use um ponto comum a todas elas (um ponto do poço do elevador, da caixa de escada, ou um ponto da fachada comum a todos os pisos como referência 11)Caso você não tenha esta arquitetura no AutoCAD, vale a pena desenhar um esboço da edificação, com os pilares, alinhamentos das vigas e linhas de alvenarias. Estas últimas facilitarão a introdução das cargas devidas à alvenaria. 12) para gerar o DXF: - No AutoCAD R14: Menu File > Export > Dar um nome > Salvar como arquivo do tipo: AutoCAD R14 DXF No AutoCAD 2000: Menu File > Save As > Salvar como arquivo do tipo AutoCAD 2000 DXF Como trazer as máscaras de DXF para a tela do Cype? 1) Clique no ícone DXF, situado a esquerda da barra de ferramentas 2) Clique no ícone com sinal de + para acrescentar um DXF a lista 3) Na já janela do Windows, busque o CD-ROM, depois escolha DXF 4) introduza, de uma vez, os arquivos DXF de todos os pisos 5) na coluna visível deixe marcado só o arquivo que interessa A máscara DXF deve estar na tela. Vamos detalhar as Ferramentas de Visualização. Repare neste grupo de ícones da Barra de Ferramentas: A máscara DXF deve estar na tela. Vamos detalhar as Ferramentas de Visualização. Repare neste grupo de ícones da Barra de Ferramentas: 32 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) (todos) e coloque o canto do lote ou o canto da 1º planta do ponto de coordenadas 0,0 10) Cada pavimento deve estar em um arquivo separado, para que as coordenadas dos pilares em cada planta sejam as mesmas, evidentemente. Use um ponto comum a todas elas (um ponto do poço do elevador, da caixa de escada, ou um ponto da fachada comum a todos os pisos como referência 11)Caso você não tenha esta arquitetura no AutoCAD, vale a pena desenhar um esboço da edificação, com os pilares, alinhamentos das vigas e linhas de alvenarias. Estas últimas facilitarão a introdução das cargas devidas à alvenaria. 12) para gerar o DXF: - No AutoCAD R14: Menu File > Export > Dar um nome > Salvar como arquivo do tipo: AutoCAD R14 DXF No AutoCAD 2000: Menu File > Save As > Salvar como arquivo do tipo AutoCAD 2000 DXF Como trazer as máscaras de DXF para a tela do Cype? 1) Clique no ícone DXF, situado a esquerda da barra de ferramentas 2) Clique no ícone com sinal de + para acrescentar um DXF a lista 3) Na já janela do Windows, busque o CD-ROM, depois escolha DXF 4) introduza, de uma vez, os arquivos DXF de todos os pisos 5) na coluna visível deixe marcado só o arquivo que interessa (todos) e coloque o canto do lote ou o canto da 1º planta do ponto de coordenadas 0,0 10) Cada pavimento deve estar em um arquivo separado, para que as coordenadas dos pilares em cada planta sejam as mesmas, evidentemente. Use um ponto comum a todas elas (um ponto do poço do elevador, da caixa de escada, ou um ponto da fachada comum a todos os pisos como referência 11)Caso você não tenha esta arquitetura no AutoCAD, vale a pena desenhar um esboço da edificação, com os pilares, alinhamentos das vigas e linhas de alvenarias. Estas últimas facilitarão a introdução das cargas devidas à alvenaria. 12) para gerar o DXF: - No AutoCAD R14: Menu File > Export > Dar um nome > Salvar como arquivo do tipo: AutoCAD R14 DXF No AutoCAD 2000: Menu File > Save As > Salvar como arquivo do tipo AutoCAD 2000 DXF Como trazer as máscaras de DXF para a tela do Cype? 1) Clique no ícone DXF, situado a esquerda da barra de ferramentas 2) Clique no ícone com sinal de + para acrescentar um DXF a lista 3) Na já janela do Windows, busque o CD-ROM, depois escolha DXF 4) introduza, de uma vez, os arquivos DXF de todos os pisos 5) na coluna visível deixe marcado só o arquivo que interessa A máscara DXF deve estar na tela. Vamos detalhar as Ferramentas de Visualização. Repare neste grupo de ícones da Barra de Ferramentas: A máscara DXF deve estar na tela. Vamos detalhar as Ferramentas de Visualização. Repare neste grupo de ícones da Barra de Ferramentas: 32 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
36 ÍCONE NOME UTILIDADE 1º Vista Anterior Mostra na tela a vista anterior à atual 2º Vista Completa Ajusta todos os objetos ao tamanho da tela 3º Vista Dupla Afasta todos os objetos 4º Redesenhar Redesenha todos os objetos, atualizando-os 5º Zoom permite que o usuário aproxime uma parte do desenho, fazendo uma janela que abraça o conteúdo desejado. Basta fornecer 2 cantos opostos da janela. Observação: Para aqueles habituados ao AutoCAD: 1º)Zoom Previous, 2º)Zoom Extents, 3º)Zoom Vmax, 4º)Redraw e 5º)Zoom Window. Na prática: - Peça uma vista completa - Se quiser treinar, faça Vista Anterior e Vista Dupla - Dê um Zoom que aproxime SOMENTE o pilar superior esquerdo do Espaço de Lazer (observe a figura) - Verifique o Incremento da Posição do Cursor (se necessário volte ao item 2.5) e deixe o incremento em Isto é muito importante! 4.3. Inserindo o Primeiro PILAR No menu introdução, escolha pilares, pilares - paredes e elementos de fundação Clique em novo arranque Observe com calma a janela novo arranque ÍCONE NOME UTILIDADE 1º Vista Anterior Mostra na tela a vista anterior à atual 2º Vista Completa Ajusta todos os objetos ao tamanho da tela 3º Vista Dupla Afasta todos os objetos 4º Redesenhar Redesenha todos os objetos, atualizando-os 5º Zoom permite que o usuário aproxime uma parte do desenho, fazendo uma janela que abraça o conteúdo desejado. Basta fornecer 2 cantos opostos da janela. Observação: Para aqueles habituados ao AutoCAD: 1º)Zoom Previous, 2º)Zoom Extents, 3º)Zoom Vmax, 4º)Redraw e 5º)Zoom Window. Na prática: - Peça uma vista completa - Se quiser treinar, faça Vista Anterior e Vista Dupla - Dê um Zoom que aproxime SOMENTE o pilar superior esquerdo do Espaço de Lazer (observe a figura) - Verifique o Incremento da Posição do Cursor (se necessário volte ao item 2.5) e deixe o incremento em Isto é muito importante! 4.3. Inserindo o Primeiro PILAR No menu introdução, escolha pilares, pilares - paredes e elementos de fundação Clique em novo arranque Observe com calma a janela novo arranque 33 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) ÍCONE NOME UTILIDADE 1º Vista Anterior Mostra na tela a vista anterior à atual 2º Vista Completa Ajusta todos os objetos ao tamanho da tela 3º Vista Dupla Afasta todos os objetos 4º Redesenhar Redesenha todos os objetos, atualizando-os 5º Zoom permite que o usuário aproxime uma parte do desenho, fazendo uma janela que abraça o conteúdo desejado. Basta fornecer 2 cantos opostos da janela. Observação: Para aqueles habituados ao AutoCAD: 1º)Zoom Previous, 2º)Zoom Extents, 3º)Zoom Vmax, 4º)Redraw e 5º)Zoom Window. Na prática: - Peça uma vista completa - Se quiser treinar, faça Vista Anterior e Vista Dupla - Dê um Zoom que aproxime SOMENTE o pilar superior esquerdo do Espaço de Lazer (observe a figura) - Verifique o Incremento da Posição do Cursor (se necessário volte ao item 2.5) e deixe o incremento em Isto é muito importante! 4.3. Inserindo o Primeiro PILAR No menu introdução, escolha pilares, pilares - paredes e elementos de fundação Clique em novo arranque Observe com calma a janela novo arranque ÍCONE NOME UTILIDADE 1º Vista Anterior Mostra na tela a vista anterior à atual 2º Vista Completa Ajusta todos os objetos ao tamanho da tela 3º Vista Dupla Afasta todos os objetos 4º Redesenhar Redesenha todos os objetos, atualizando-os 5º Zoom permite que o usuário aproxime uma parte do desenho, fazendo uma janela que abraça o conteúdo desejado. Basta fornecer 2 cantos opostos da janela. Observação: Para aqueles habituados ao AutoCAD: 1º)Zoom Previous, 2º)Zoom Extents, 3º)Zoom Vmax, 4º)Redraw e 5º)Zoom Window. Na prática: - Peça uma vista completa - Se quiser treinar, faça Vista Anterior e Vista Dupla - Dê um Zoom que aproxime SOMENTE o pilar superior esquerdo do Espaço de Lazer (observe a figura) - Verifique o Incremento da Posição do Cursor (se necessário volte ao item 2.5) e deixe o incremento em Isto é muito importante! 4.3. Inserindo o Primeiro PILAR No menu introdução, escolha pilares, pilares - paredes e elementos de fundação Clique em novo arranque Observe com calma a janela novo arranque 33 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
37 Referência NOME do Pilar Ângulo Normalmente = 0. É a inclinação em planta Com Vínculo Quando o pilar nasce de um elemento de com o Exterior fundação externo Sem Vínculo Quando o pilar nasce em viga ou laje com o Exterior Desnível de para terrenos em desnível apoio Altura de apoio altura a ser deixada para a espera na fundação Referência NOME do Pilar Ângulo Normalmente = 0. É a inclinação em planta Com Vínculo Quando o pilar nasce de um elemento de com o Exterior fundação externo Sem Vínculo Quando o pilar nasce em viga ou laje com o Exterior Desnível de para terrenos em desnível apoio Altura de apoio altura a ser deixada para a espera na fundação Note que a forma do ponteiro se altera para uma cruz com um pequeno quadrado. O ponto central deste ponteiro chamamos de ALVO. É o alvo que deve coincidir com os PONTOS FIXOS dos pilares no MOMENTO DA INSERÇÃO. Ponto fixo? O que é isso? Calma, já explico. Clique em Aceitar. Note que a forma do ponteiro se altera para uma cruz com um pequeno quadrado. O ponto central deste ponteiro chamamos de ALVO. É o alvo que deve coincidir com os PONTOS FIXOS dos pilares no MOMENTO DA INSERÇÃO. Ponto fixo? O que é isso? Calma, já explico. Clique em Aceitar Conceito de Ponto Fixo Lembra quando analisamos os pilares antes de iniciarmos a entrada de dados no Cype? Estudamos qual ponto (ou face) deve permanecer fixa, caso seja necessário alterar a seção transversal que estimamos para os pilares. Então, PRESTE ATENÇÃO: seu clique deve fazer com que o ALVO coincida com o ponto fixo do pilar do DXF. Veja a figura. Por enquanto o pilar do Cype (em vermelho na sua tela) está FORA DO LUGAR. Já vamos consertar isto. Antes disso, ainda há uma coisa IMPORTANTE: como pegar com PRECISÃO o ponto fixo do DXF? Fácil. Isto o Cype faz para você. Basta pedir que o programa identifique por exemplo a INTERSEÇÃO entre as linhas das faces do pilar. 34 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Conceito de Ponto Fixo Lembra quando analisamos os pilares antes de iniciarmos a entrada de dados no Cype? Estudamos qual ponto (ou face) deve permanecer fixa, caso seja necessário alterar a seção transversal que estimamos para os pilares. Então, PRESTE ATENÇÃO: seu clique deve fazer com que o ALVO coincida com o ponto fixo do pilar do DXF. Veja a figura. Por enquanto o pilar do Cype (em vermelho na sua tela) está FORA DO LUGAR. Já vamos consertar isto. Antes disso, ainda há uma coisa IMPORTANTE: como pegar com PRECISÃO o ponto fixo do DXF? Fácil. Isto o Cype faz para você. Basta pedir que o programa identifique por exemplo a INTERSEÇÃO entre as linhas das faces do pilar. 34 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Referência NOME do Pilar Ângulo Normalmente = 0. É a inclinação em planta Com Vínculo Quando o pilar nasce de um elemento de com o Exterior fundação externo Sem Vínculo Quando o pilar nasce em viga ou laje com o Exterior Desnível de para terrenos em desnível apoio Altura de apoio altura a ser deixada para a espera na fundação Referência NOME do Pilar Ângulo Normalmente = 0. É a inclinação em planta Com Vínculo Quando o pilar nasce de um elemento de com o Exterior fundação externo Sem Vínculo Quando o pilar nasce em viga ou laje com o Exterior Desnível de para terrenos em desnível apoio Altura de apoio altura a ser deixada para a espera na fundação Note que a forma do ponteiro se altera para uma cruz com um pequeno quadrado. O ponto central deste ponteiro chamamos de ALVO. É o alvo que deve coincidir com os PONTOS FIXOS dos pilares no MOMENTO DA INSERÇÃO. Ponto fixo? O que é isso? Calma, já explico. Clique em Aceitar. Note que a forma do ponteiro se altera para uma cruz com um pequeno quadrado. O ponto central deste ponteiro chamamos de ALVO. É o alvo que deve coincidir com os PONTOS FIXOS dos pilares no MOMENTO DA INSERÇÃO. Ponto fixo? O que é isso? Calma, já explico. Clique em Aceitar Conceito de Ponto Fixo Lembra quando analisamos os pilares antes de iniciarmos a entrada de dados no Cype? Estudamos qual ponto (ou face) deve permanecer fixa, caso seja necessário alterar a seção transversal que estimamos para os pilares. Então, PRESTE ATENÇÃO: seu clique deve fazer com que o ALVO coincida com o ponto fixo do pilar do DXF. Veja a figura. Por enquanto o pilar do Cype (em vermelho na sua tela) está FORA DO LUGAR. Já vamos consertar isto. Antes disso, ainda há uma coisa IMPORTANTE: como pegar com PRECISÃO o ponto fixo do DXF? Fácil. Isto o Cype faz para você. Basta pedir que o programa identifique por exemplo a INTERSEÇÃO entre as linhas das faces do pilar. 34 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Conceito de Ponto Fixo Lembra quando analisamos os pilares antes de iniciarmos a entrada de dados no Cype? Estudamos qual ponto (ou face) deve permanecer fixa, caso seja necessário alterar a seção transversal que estimamos para os pilares. Então, PRESTE ATENÇÃO: seu clique deve fazer com que o ALVO coincida com o ponto fixo do pilar do DXF. Veja a figura. Por enquanto o pilar do Cype (em vermelho na sua tela) está FORA DO LUGAR. Já vamos consertar isto. Antes disso, ainda há uma coisa IMPORTANTE: como pegar com PRECISÃO o ponto fixo do DXF? Fácil. Isto o Cype faz para você. Basta pedir que o programa identifique por exemplo a INTERSEÇÃO entre as linhas das faces do pilar. 34 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
38 Na prática: A seleção de Ferramentas de Captura é algo fantástico e utilizado por qualquer programa gráfico de precisão que se preze. Nosso olho não tem capacidade para permitir que cliquemos EXATAMENTE no ponto desejado. 1 o - Ache, na Barra de Ferramentas, o ícone de um ímã. 2 o - Clique nele 3 o - Marque o quadrinho da Interseção Na prática: A seleção de Ferramentas de Captura é algo fantástico e utilizado por qualquer programa gráfico de precisão que se preze. Nosso olho não tem capacidade para permitir que cliquemos EXATAMENTE no ponto desejado. 1 o - Ache, na Barra de Ferramentas, o ícone de um ímã. 2 o - Clique nele 3 o - Marque o quadrinho da Interseção Estas ferramentas vão capturar e saltar para aquele ponto específico que queremos. No cado deste nosso pilar, poderíamos também utilizar a captura Extremo. Quando você tem um círculo pode capturar seu centro. Para pontos fixos nos pontos médios das faces, escolha ponto médio e assim por diante. Verifique se a ferramenta de interseção está selecionada. Clique em aceitar. Agora faça o alvo coincidir com o vértice que é o canto externo do pilar e dê um clique. O pilar está fora do lugar, mas já vamos corrigir isto. Este ponto é da fachada e não pode ser alterado, portanto este é o ponto fixo do pilar ao longo de toda a sua prumada. Para que o CYPE considere este ponto como fixo, basta introduzir o pilar no seu ponto fico e agora aplicar o comando ajustar, para leválo para a posição correta. Como achar o comando ajustar? 4.5. Ajustar o Pilar para a Posição Correta 1º pressione o botão da direita do mouse. 2º na tela novo pilar clique em cancelar 3º no menu pilares escolha Ajustar 4º na janela Aplicar Deslocamento ao ajustar, apenas clique em aceitar 5º clique em um ponto próximo do canto oposto ao ponto fixo. Veja a posição no cursor da página anterior 6º verifique se o pilar do CYPE em vermelho e numerado coincide com o DXF Agora vamos lançar os outros pilares. Siga esse mesmo procedimento e lance os demais pilares Estas ferramentas vão capturar e saltar para aquele ponto específico que queremos. No cado deste nosso pilar, poderíamos também utilizar a captura Extremo. Quando você tem um círculo pode capturar seu centro. Para pontos fixos nos pontos médios das faces, escolha ponto médio e assim por diante. Verifique se a ferramenta de interseção está selecionada. Clique em aceitar. Agora faça o alvo coincidir com o vértice que é o canto externo do pilar e dê um clique. O pilar está fora do lugar, mas já vamos corrigir isto. Este ponto é da fachada e não pode ser alterado, portanto este é o ponto fixo do pilar ao longo de toda a sua prumada. Para que o CYPE considere este ponto como fixo, basta introduzir o pilar no seu ponto fico e agora aplicar o comando ajustar, para leválo para a posição correta. Como achar o comando ajustar? 4.5. Ajustar o Pilar para a Posição Correta 1º pressione o botão da direita do mouse. 2º na tela novo pilar clique em cancelar 3º no menu pilares escolha Ajustar 4º na janela Aplicar Deslocamento ao ajustar, apenas clique em aceitar 5º clique em um ponto próximo do canto oposto ao ponto fixo. Veja a posição no cursor da página anterior 6º verifique se o pilar do CYPE em vermelho e numerado coincide com o DXF Agora vamos lançar os outros pilares. Siga esse mesmo procedimento e lance os demais pilares 35 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Na prática: A seleção de Ferramentas de Captura é algo fantástico e utilizado por qualquer programa gráfico de precisão que se preze. Nosso olho não tem capacidade para permitir que cliquemos EXATAMENTE no ponto desejado. 1 o - Ache, na Barra de Ferramentas, o ícone de um ímã. 2 o - Clique nele 3 o - Marque o quadrinho da Interseção Na prática: A seleção de Ferramentas de Captura é algo fantástico e utilizado por qualquer programa gráfico de precisão que se preze. Nosso olho não tem capacidade para permitir que cliquemos EXATAMENTE no ponto desejado. 1 o - Ache, na Barra de Ferramentas, o ícone de um ímã. 2 o - Clique nele 3 o - Marque o quadrinho da Interseção Estas ferramentas vão capturar e saltar para aquele ponto específico que queremos. No cado deste nosso pilar, poderíamos também utilizar a captura Extremo. Quando você tem um círculo pode capturar seu centro. Para pontos fixos nos pontos médios das faces, escolha ponto médio e assim por diante. Verifique se a ferramenta de interseção está selecionada. Clique em aceitar. Agora faça o alvo coincidir com o vértice que é o canto externo do pilar e dê um clique. O pilar está fora do lugar, mas já vamos corrigir isto. Este ponto é da fachada e não pode ser alterado, portanto este é o ponto fixo do pilar ao longo de toda a sua prumada. Para que o CYPE considere este ponto como fixo, basta introduzir o pilar no seu ponto fico e agora aplicar o comando ajustar, para leválo para a posição correta. Como achar o comando ajustar? 4.5. Ajustar o Pilar para a Posição Correta 1º pressione o botão da direita do mouse. 2º na tela novo pilar clique em cancelar 3º no menu pilares escolha Ajustar 4º na janela Aplicar Deslocamento ao ajustar, apenas clique em aceitar 5º clique em um ponto próximo do canto oposto ao ponto fixo. Veja a posição no cursor da página anterior 6º verifique se o pilar do CYPE em vermelho e numerado coincide com o DXF Agora vamos lançar os outros pilares. Siga esse mesmo procedimento e lance os demais pilares Estas ferramentas vão capturar e saltar para aquele ponto específico que queremos. No cado deste nosso pilar, poderíamos também utilizar a captura Extremo. Quando você tem um círculo pode capturar seu centro. Para pontos fixos nos pontos médios das faces, escolha ponto médio e assim por diante. Verifique se a ferramenta de interseção está selecionada. Clique em aceitar. Agora faça o alvo coincidir com o vértice que é o canto externo do pilar e dê um clique. O pilar está fora do lugar, mas já vamos corrigir isto. Este ponto é da fachada e não pode ser alterado, portanto este é o ponto fixo do pilar ao longo de toda a sua prumada. Para que o CYPE considere este ponto como fixo, basta introduzir o pilar no seu ponto fico e agora aplicar o comando ajustar, para leválo para a posição correta. Como achar o comando ajustar? 4.5. Ajustar o Pilar para a Posição Correta 1º pressione o botão da direita do mouse. 2º na tela novo pilar clique em cancelar 3º no menu pilares escolha Ajustar 4º na janela Aplicar Deslocamento ao ajustar, apenas clique em aceitar 5º clique em um ponto próximo do canto oposto ao ponto fixo. Veja a posição no cursor da página anterior 6º verifique se o pilar do CYPE em vermelho e numerado coincide com o DXF Agora vamos lançar os outros pilares. Siga esse mesmo procedimento e lance os demais pilares 35 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
39 Prontos os pilares? Se tiver algum errado, vamos apagá-lo e lançá-lo novamente. Como fazer isso? Simples Alterando Pilares (apagar, renumerar, mover...) No menu pilares, existe a opção Apagar. Então: Apagando um ou mais pilares (se necessário) 1) Menu superior Introdução 2) Pilares, Pilares-Paredes 3) Escolha Apagar 4) Clicar no pilar a ser eliminado Repita os passo para lançar pilar. E se eu quiser mudar a numeração? Mudando a numeração de pilares (se necessário) 1) Faça surgir a janela Pilares 2) Escolha modificar referência 3) Surge um aviso importantíssimo: isto não pode ser feito depois de introduzidos as vigas, pois a numeração das vigas está amarrada à numeração dos pilares 4) Clique em aceitar 5) clique no 1º pilar que você pode mudar o nome 6) altere o nome deste pilar que você escolheu 7) se quiser marque a opção numerar consecutivamente para que você vá clicando nos próximos pilares. Lançado os pilares, vamos entrar na tela de introdução de pilares > Cargas na cabeça do pilar 36 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Prontos os pilares? Se tiver algum errado, vamos apagá-lo e lançá-lo novamente. Como fazer isso? Simples Alterando Pilares (apagar, renumerar, mover...) No menu pilares, existe a opção Apagar. Então: Apagando um ou mais pilares (se necessário) 1) Menu superior Introdução 2) Pilares, Pilares-Paredes 3) Escolha Apagar 4) Clicar no pilar a ser eliminado Repita os passo para lançar pilar. E se eu quiser mudar a numeração? Mudando a numeração de pilares (se necessário) 1) Faça surgir a janela Pilares 2) Escolha modificar referência 3) Surge um aviso importantíssimo: isto não pode ser feito depois de introduzidos as vigas, pois a numeração das vigas está amarrada à numeração dos pilares 4) Clique em aceitar 5) clique no 1º pilar que você pode mudar o nome 6) altere o nome deste pilar que você escolheu 7) se quiser marque a opção numerar consecutivamente para que você vá clicando nos próximos pilares. Lançado os pilares, vamos entrar na tela de introdução de pilares > Cargas na cabeça do pilar 36 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Prontos os pilares? Se tiver algum errado, vamos apagá-lo e lançá-lo novamente. Como fazer isso? Simples Alterando Pilares (apagar, renumerar, mover...) No menu pilares, existe a opção Apagar. Então: Apagando um ou mais pilares (se necessário) 1) Menu superior Introdução 2) Pilares, Pilares-Paredes 3) Escolha Apagar 4) Clicar no pilar a ser eliminado Repita os passo para lançar pilar. E se eu quiser mudar a numeração? Mudando a numeração de pilares (se necessário) 1) Faça surgir a janela Pilares 2) Escolha modificar referência 3) Surge um aviso importantíssimo: isto não pode ser feito depois de introduzidos as vigas, pois a numeração das vigas está amarrada à numeração dos pilares 4) Clique em aceitar 5) clique no 1º pilar que você pode mudar o nome 6) altere o nome deste pilar que você escolheu 7) se quiser marque a opção numerar consecutivamente para que você vá clicando nos próximos pilares. Lançado os pilares, vamos entrar na tela de introdução de pilares > Cargas na cabeça do pilar 36 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Prontos os pilares? Se tiver algum errado, vamos apagá-lo e lançá-lo novamente. Como fazer isso? Simples Alterando Pilares (apagar, renumerar, mover...) No menu pilares, existe a opção Apagar. Então: Apagando um ou mais pilares (se necessário) 1) Menu superior Introdução 2) Pilares, Pilares-Paredes 3) Escolha Apagar 4) Clicar no pilar a ser eliminado Repita os passo para lançar pilar. E se eu quiser mudar a numeração? Mudando a numeração de pilares (se necessário) 1) Faça surgir a janela Pilares 2) Escolha modificar referência 3) Surge um aviso importantíssimo: isto não pode ser feito depois de introduzidos as vigas, pois a numeração das vigas está amarrada à numeração dos pilares 4) Clique em aceitar 5) clique no 1º pilar que você pode mudar o nome 6) altere o nome deste pilar que você escolheu 7) se quiser marque a opção numerar consecutivamente para que você vá clicando nos próximos pilares. Lançado os pilares, vamos entrar na tela de introdução de pilares > Cargas na cabeça do pilar 36 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
40 Introduza as cargas como naquele primeiro exemplo. Agora é só lançar as fundações. Introduza as cargas como naquele primeiro exemplo. Agora é só lançar as fundações. 5. Fundação 5. Fundação Vamos agora lançar a fundação em nosso edifício, para esta etapa vamos dividir em dois módulos. No primeiro a fundação será lançada com sapatas enquanto o segundo com Blocos sobre estacas 5.1. Sapatas Para o lançamento de sapatas, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: Vamos agora lançar a fundação em nosso edifício, para esta etapa vamos dividir em dois módulos. No primeiro a fundação será lançada com sapatas enquanto o segundo com Blocos sobre estacas 5.1. Sapatas Para o lançamento de sapatas, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > Dados da Obra. Selecionar a opção Por elemento. Clicar no item Fundação como na figura a seguir: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > Dados da Obra. Selecionar a opção Por elemento. Clicar no item Fundação como na figura a seguir: Selecione o item em amarelo na frente da palavra sapatas. Opções para Sapatas. Selecione o item em amarelo na frente da palavra sapatas. Opções para Sapatas. 37 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Introduza as cargas como naquele primeiro exemplo. Agora é só lançar as fundações. Introduza as cargas como naquele primeiro exemplo. Agora é só lançar as fundações. 5. Fundação 5. Fundação Vamos agora lançar a fundação em nosso edifício, para esta etapa vamos dividir em dois módulos. No primeiro a fundação será lançada com sapatas enquanto o segundo com Blocos sobre estacas 5.1. Sapatas Para o lançamento de sapatas, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: Vamos agora lançar a fundação em nosso edifício, para esta etapa vamos dividir em dois módulos. No primeiro a fundação será lançada com sapatas enquanto o segundo com Blocos sobre estacas 5.1. Sapatas Para o lançamento de sapatas, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > Dados da Obra. Selecionar a opção Por elemento. Clicar no item Fundação como na figura a seguir: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > Dados da Obra. Selecionar a opção Por elemento. Clicar no item Fundação como na figura a seguir: Selecione o item em amarelo na frente da palavra sapatas. Opções para Sapatas. Selecione o item em amarelo na frente da palavra sapatas. Opções para Sapatas. 37 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
41 Segue a tela: Segue a tela: Selecione a opção Opções para sapatas isoladas. Selecione a opção Opções para sapatas isoladas. Na tela de dados da obra, em frente aos dados sobre o concreto da fundação, temos: Na tela de dados da obra, em frente aos dados sobre o concreto da fundação, temos: Tensão admissível do terreno : é a tensão do solo, onde será utilizada para a dimensão em planta da sapata, muito cuidado com as unidades de entrada deste dado, geralmente é necessário fazer conversões, o que pode gerar alguma confusão. Considerar combinações com vento ou sismo : Possibilidade disponível caso seja considerado o vento na estrutura. Tensão admissível do terreno : é a tensão do solo, onde será utilizada para a dimensão em planta da sapata, muito cuidado com as unidades de entrada deste dado, geralmente é necessário fazer conversões, o que pode gerar alguma confusão. Considerar combinações com vento ou sismo : Possibilidade disponível caso seja considerado o vento na estrutura. 38 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Segue a tela: Segue a tela: Selecione a opção Opções para sapatas isoladas. Selecione a opção Opções para sapatas isoladas. Na tela de dados da obra, em frente aos dados sobre o concreto da fundação, temos: Na tela de dados da obra, em frente aos dados sobre o concreto da fundação, temos: Tensão admissível do terreno : é a tensão do solo, onde será utilizada para a dimensão em planta da sapata, muito cuidado com as unidades de entrada deste dado, geralmente é necessário fazer conversões, o que pode gerar alguma confusão. Considerar combinações com vento ou sismo : Possibilidade disponível caso seja considerado o vento na estrutura. Tensão admissível do terreno : é a tensão do solo, onde será utilizada para a dimensão em planta da sapata, muito cuidado com as unidades de entrada deste dado, geralmente é necessário fazer conversões, o que pode gerar alguma confusão. Considerar combinações com vento ou sismo : Possibilidade disponível caso seja considerado o vento na estrutura. 38 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
42 Opções Gerais Opções Gerais Incremento da largura : É o incremento que é dado à largura para cada direção, nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata. Incremento de altura : É o incremento que é dado à altura nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata Altura mínima : É o valor mínimo da altura para todas as sapatas da obra., o mínimo deve ser 30 cm. Modificar os mínimos geométricos de armaduras : Selecionando-se esta opção serão modificados os valores recomendados pela norma para os mínimos geométricos. Os valores introduzidos são empregados unicamente no dimensionamento da sapata, e não na verificação. Aplicar redução aos mínimos de flexão: Se está ativada esta opção, será aplicada a redução de quantidade mecânica necessária por flexão, se permitir a norma selecionada. Esta redução é aplicada sempre na verificação. Colocar malha superior, em sapatas isoladas : No caso em que aparecem descolamentos na sapata, pode ocorrer que para o momento negativo produzido pelo peso próprio da sapata seja necessária a colocação de uma armadura superior. Se esta opção está ativada, será colocada armadura superior no caso em que esta seja necessária por cálculo. Igualar as malhas para cada direção : No caso desta opção estar ativada, para todas as barras numa mesma direção se igualam as duas dobras tomando-se o maior dos valores obtidos no cálculo. Não colocar malha superior se passar como concreto simples: Selecionando-se esta opção, no dimensionamento será colocada somente armadura superior caso não seja verificada a flexão como seção de concreto simples, ou seja, assume-se uma resistência à tração do concreto. Tipo de sapata padrão : Quando gerar sapata automático, será utilizada esta opção, pode ser piramidal ou quadrada, depois de inserida pode ser alterada. Criterio de altura: Alturas sapatas resultante do Calculo: Selecionando-se esta opção a altura das sapatas será o resultado obtido do cálculo das mesmas sem considerar a Altura das vigas alavancas e de travamento que nelas chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga sem excepção : Selecionando-se esta opção, a altura de cada sapata será no mínimo igual à maior altura de todas as vigas alavancas e de travamento que nela chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga para sapatas nas quais atua : Selecionandose esta opção a altura de cada sapata será no mínimo a maior altura de todas as vigas alavancas que nela chegam. Incremento da largura : É o incremento que é dado à largura para cada direção, nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata. Incremento de altura : É o incremento que é dado à altura nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata Altura mínima : É o valor mínimo da altura para todas as sapatas da obra., o mínimo deve ser 30 cm. Modificar os mínimos geométricos de armaduras : Selecionando-se esta opção serão modificados os valores recomendados pela norma para os mínimos geométricos. Os valores introduzidos são empregados unicamente no dimensionamento da sapata, e não na verificação. Aplicar redução aos mínimos de flexão: Se está ativada esta opção, será aplicada a redução de quantidade mecânica necessária por flexão, se permitir a norma selecionada. Esta redução é aplicada sempre na verificação. Colocar malha superior, em sapatas isoladas : No caso em que aparecem descolamentos na sapata, pode ocorrer que para o momento negativo produzido pelo peso próprio da sapata seja necessária a colocação de uma armadura superior. Se esta opção está ativada, será colocada armadura superior no caso em que esta seja necessária por cálculo. Igualar as malhas para cada direção : No caso desta opção estar ativada, para todas as barras numa mesma direção se igualam as duas dobras tomando-se o maior dos valores obtidos no cálculo. Não colocar malha superior se passar como concreto simples: Selecionando-se esta opção, no dimensionamento será colocada somente armadura superior caso não seja verificada a flexão como seção de concreto simples, ou seja, assume-se uma resistência à tração do concreto. Tipo de sapata padrão : Quando gerar sapata automático, será utilizada esta opção, pode ser piramidal ou quadrada, depois de inserida pode ser alterada. Criterio de altura: Alturas sapatas resultante do Calculo: Selecionando-se esta opção a altura das sapatas será o resultado obtido do cálculo das mesmas sem considerar a Altura das vigas alavancas e de travamento que nelas chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga sem excepção : Selecionando-se esta opção, a altura de cada sapata será no mínimo igual à maior altura de todas as vigas alavancas e de travamento que nela chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga para sapatas nas quais atua : Selecionandose esta opção a altura de cada sapata será no mínimo a maior altura de todas as vigas alavancas que nela chegam. 39 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Opções Gerais Opções Gerais Incremento da largura : É o incremento que é dado à largura para cada direção, nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata. Incremento de altura : É o incremento que é dado à altura nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata Altura mínima : É o valor mínimo da altura para todas as sapatas da obra., o mínimo deve ser 30 cm. Modificar os mínimos geométricos de armaduras : Selecionando-se esta opção serão modificados os valores recomendados pela norma para os mínimos geométricos. Os valores introduzidos são empregados unicamente no dimensionamento da sapata, e não na verificação. Aplicar redução aos mínimos de flexão: Se está ativada esta opção, será aplicada a redução de quantidade mecânica necessária por flexão, se permitir a norma selecionada. Esta redução é aplicada sempre na verificação. Colocar malha superior, em sapatas isoladas : No caso em que aparecem descolamentos na sapata, pode ocorrer que para o momento negativo produzido pelo peso próprio da sapata seja necessária a colocação de uma armadura superior. Se esta opção está ativada, será colocada armadura superior no caso em que esta seja necessária por cálculo. Igualar as malhas para cada direção : No caso desta opção estar ativada, para todas as barras numa mesma direção se igualam as duas dobras tomando-se o maior dos valores obtidos no cálculo. Não colocar malha superior se passar como concreto simples: Selecionando-se esta opção, no dimensionamento será colocada somente armadura superior caso não seja verificada a flexão como seção de concreto simples, ou seja, assume-se uma resistência à tração do concreto. Tipo de sapata padrão : Quando gerar sapata automático, será utilizada esta opção, pode ser piramidal ou quadrada, depois de inserida pode ser alterada. Criterio de altura: Alturas sapatas resultante do Calculo: Selecionando-se esta opção a altura das sapatas será o resultado obtido do cálculo das mesmas sem considerar a Altura das vigas alavancas e de travamento que nelas chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga sem excepção : Selecionando-se esta opção, a altura de cada sapata será no mínimo igual à maior altura de todas as vigas alavancas e de travamento que nela chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga para sapatas nas quais atua : Selecionandose esta opção a altura de cada sapata será no mínimo a maior altura de todas as vigas alavancas que nela chegam. Incremento da largura : É o incremento que é dado à largura para cada direção, nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata. Incremento de altura : É o incremento que é dado à altura nas sucessivas iterações do dimensionamento da sapata Altura mínima : É o valor mínimo da altura para todas as sapatas da obra., o mínimo deve ser 30 cm. Modificar os mínimos geométricos de armaduras : Selecionando-se esta opção serão modificados os valores recomendados pela norma para os mínimos geométricos. Os valores introduzidos são empregados unicamente no dimensionamento da sapata, e não na verificação. Aplicar redução aos mínimos de flexão: Se está ativada esta opção, será aplicada a redução de quantidade mecânica necessária por flexão, se permitir a norma selecionada. Esta redução é aplicada sempre na verificação. Colocar malha superior, em sapatas isoladas : No caso em que aparecem descolamentos na sapata, pode ocorrer que para o momento negativo produzido pelo peso próprio da sapata seja necessária a colocação de uma armadura superior. Se esta opção está ativada, será colocada armadura superior no caso em que esta seja necessária por cálculo. Igualar as malhas para cada direção : No caso desta opção estar ativada, para todas as barras numa mesma direção se igualam as duas dobras tomando-se o maior dos valores obtidos no cálculo. Não colocar malha superior se passar como concreto simples: Selecionando-se esta opção, no dimensionamento será colocada somente armadura superior caso não seja verificada a flexão como seção de concreto simples, ou seja, assume-se uma resistência à tração do concreto. Tipo de sapata padrão : Quando gerar sapata automático, será utilizada esta opção, pode ser piramidal ou quadrada, depois de inserida pode ser alterada. Criterio de altura: Alturas sapatas resultante do Calculo: Selecionando-se esta opção a altura das sapatas será o resultado obtido do cálculo das mesmas sem considerar a Altura das vigas alavancas e de travamento que nelas chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga sem excepção : Selecionando-se esta opção, a altura de cada sapata será no mínimo igual à maior altura de todas as vigas alavancas e de travamento que nela chegam. Alturas sapatas >= Altura Viga para sapatas nas quais atua : Selecionandose esta opção a altura de cada sapata será no mínimo a maior altura de todas as vigas alavancas que nela chegam. 39 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
43 Armadura perimetral Armadura perimetral Em sapatas rígidas (balanço <= 2 x altura), quando as cargas são apreciáveis, é recomendável colocar uma armadura perimetral de reforço, especificada a seguir. O critério (que deve ser avaliado pelo projetista)é: quando o axial de cálculo (Ndmax) supera o valor do axial limite Em sapatas rígidas (balanço <= 2 x altura), quando as cargas são apreciáveis, é recomendável colocar uma armadura perimetral de reforço, especificada a seguir. O critério (que deve ser avaliado pelo projetista)é: quando o axial de cálculo (Ndmax) supera o valor do axial limite Diâmetro mínimo da armadura perimetral de reforço : será colocado como diâmetro da armadura perimetral de reforço o primeiro diâmetro da lista de diâmetros correspondente ao aço selecionado, que seja igual ou superior ao diâmetro mínimo colocado. No caso de não existir nenhum diâmetro superior, coloca-se o maior da lista. Axial mínimo para dispor: Se o valor máximo do axial em algum dos pilares, para a combinação de concreto mais desfavorável, supera o valor do axial indicado neste campo, será disposta armadura perimetral de reforço. Tipos: Diâmetro mínimo da armadura perimetral de reforço : será colocado como diâmetro da armadura perimetral de reforço o primeiro diâmetro da lista de diâmetros correspondente ao aço selecionado, que seja igual ou superior ao diâmetro mínimo colocado. No caso de não existir nenhum diâmetro superior, coloca-se o maior da lista. Axial mínimo para dispor: Se o valor máximo do axial em algum dos pilares, para a combinação de concreto mais desfavorável, supera o valor do axial indicado neste campo, será disposta armadura perimetral de reforço. Tipos: 40 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Armadura perimetral Armadura perimetral Em sapatas rígidas (balanço <= 2 x altura), quando as cargas são apreciáveis, é recomendável colocar uma armadura perimetral de reforço, especificada a seguir. O critério (que deve ser avaliado pelo projetista)é: quando o axial de cálculo (Ndmax) supera o valor do axial limite Em sapatas rígidas (balanço <= 2 x altura), quando as cargas são apreciáveis, é recomendável colocar uma armadura perimetral de reforço, especificada a seguir. O critério (que deve ser avaliado pelo projetista)é: quando o axial de cálculo (Ndmax) supera o valor do axial limite Diâmetro mínimo da armadura perimetral de reforço : será colocado como diâmetro da armadura perimetral de reforço o primeiro diâmetro da lista de diâmetros correspondente ao aço selecionado, que seja igual ou superior ao diâmetro mínimo colocado. No caso de não existir nenhum diâmetro superior, coloca-se o maior da lista. Axial mínimo para dispor: Se o valor máximo do axial em algum dos pilares, para a combinação de concreto mais desfavorável, supera o valor do axial indicado neste campo, será disposta armadura perimetral de reforço. Tipos: Diâmetro mínimo da armadura perimetral de reforço : será colocado como diâmetro da armadura perimetral de reforço o primeiro diâmetro da lista de diâmetros correspondente ao aço selecionado, que seja igual ou superior ao diâmetro mínimo colocado. No caso de não existir nenhum diâmetro superior, coloca-se o maior da lista. Axial mínimo para dispor: Se o valor máximo do axial em algum dos pilares, para a combinação de concreto mais desfavorável, supera o valor do axial indicado neste campo, será disposta armadura perimetral de reforço. Tipos: 40 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
44 Sapata Quadrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Igualar armadura nas duas direções : Iguala as armaduras nas duas direções para cada malha Sapata Retangular Centrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Retangular Excêntrica Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Piramidal Angulo máximo: mínimo de 30 graus Balanço mínimo no pescoço; É o valor mínimo do balanço do pescoço para todas as direções em que a sapata não é de divisa ou de canto, onde o balanço do pescoço é nulo. Altura mínima na borda: É o menor valor que se considerará para a altura na borda no dimensionamento das sapatas piramidais Rigidez Combinadas Sapata Quadrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Igualar armadura nas duas direções : Iguala as armaduras nas duas direções para cada malha Sapata Retangular Centrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Retangular Excêntrica Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Piramidal Angulo máximo: mínimo de 30 graus Balanço mínimo no pescoço; É o valor mínimo do balanço do pescoço para todas as direções em que a sapata não é de divisa ou de canto, onde o balanço do pescoço é nulo. Altura mínima na borda: É o menor valor que se considerará para a altura na borda no dimensionamento das sapatas piramidais Rigidez Combinadas Máxima relação vão máximo entre pilares-altura: É a máxima relação entre o maior vão entre todos os pilares da sapata e a altura da mesma que se permite no dimensionamento para poder considerar a sapata como rígida Máxima relação balanço máxima-altura: É a máxima relação entre o balanço máximo e a altura que se permite no dimensionamento Máxima relação vão máximo entre pilares-altura: É a máxima relação entre o maior vão entre todos os pilares da sapata e a altura da mesma que se permite no dimensionamento para poder considerar a sapata como rígida Máxima relação balanço máxima-altura: É a máxima relação entre o balanço máximo e a altura que se permite no dimensionamento 41 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Sapata Quadrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Igualar armadura nas duas direções : Iguala as armaduras nas duas direções para cada malha Sapata Retangular Centrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Retangular Excêntrica Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Piramidal Angulo máximo: mínimo de 30 graus Balanço mínimo no pescoço; É o valor mínimo do balanço do pescoço para todas as direções em que a sapata não é de divisa ou de canto, onde o balanço do pescoço é nulo. Altura mínima na borda: É o menor valor que se considerará para a altura na borda no dimensionamento das sapatas piramidais Rigidez Combinadas Sapata Quadrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Igualar armadura nas duas direções : Iguala as armaduras nas duas direções para cada malha Sapata Retangular Centrada Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Retangular Excêntrica Balanço mínimo : É o valor mínimo do balanço da sapata para todas as direções. Relação máxima de lados : É o valor máximo da relação entre a largura maior da sapata e a largura menor Sapata Piramidal Angulo máximo: mínimo de 30 graus Balanço mínimo no pescoço; É o valor mínimo do balanço do pescoço para todas as direções em que a sapata não é de divisa ou de canto, onde o balanço do pescoço é nulo. Altura mínima na borda: É o menor valor que se considerará para a altura na borda no dimensionamento das sapatas piramidais Rigidez Combinadas Máxima relação vão máximo entre pilares-altura: É a máxima relação entre o maior vão entre todos os pilares da sapata e a altura da mesma que se permite no dimensionamento para poder considerar a sapata como rígida Máxima relação balanço máxima-altura: É a máxima relação entre o balanço máximo e a altura que se permite no dimensionamento Máxima relação vão máximo entre pilares-altura: É a máxima relação entre o maior vão entre todos os pilares da sapata e a altura da mesma que se permite no dimensionamento para poder considerar a sapata como rígida Máxima relação balanço máxima-altura: É a máxima relação entre o balanço máximo e a altura que se permite no dimensionamento 41 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
45 Incremento Tensões Terreno Incremento Tensões Terreno Tabelas e Armaduras de Sapatas Para Editar as tabelas de armaduras devemos entrar na tela de dados da obra e selecionar o item em azul: Tabelas e Armaduras de Sapatas Para Editar as tabelas de armaduras devemos entrar na tela de dados da obra e selecionar o item em azul: Temos: Temos: 42 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Incremento Tensões Terreno Incremento Tensões Terreno Tabelas e Armaduras de Sapatas Para Editar as tabelas de armaduras devemos entrar na tela de dados da obra e selecionar o item em azul: Tabelas e Armaduras de Sapatas Para Editar as tabelas de armaduras devemos entrar na tela de dados da obra e selecionar o item em azul: Temos: Temos: 42 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
46 Ao acessar tabela de armaduras de sapatas isoladas temos: Ao acessar tabela de armaduras de sapatas isoladas temos: Nesta tela podemos visualizar ou editar a tabela de armadura para sapatas. Para editar vamos clicar em especial, alterar o nome desta tabela e clicar em seleção de diâmetros: Nesta tela podemos visualizar ou editar a tabela de armadura para sapatas. Para editar vamos clicar em especial, alterar o nome desta tabela e clicar em seleção de diâmetros: Selecione os diâmetros que deseja eliminar. Posteriormente clicar em Edição de tabela Selecione os diâmetros que deseja eliminar. Posteriormente clicar em Edição de tabela Clicando no sinal de mais, podemos adicionar novos arranjos de armadura, vamos treinar, habilitando o diâmetro de 10 mm e criando algumas seções. N. barras : indica quantas barras pertencem ao arranjo Diâmetro : Diâmetro da barra, somente o que esta disponível em diâmetros permitidos. Seção : n de barras vezes a área nominal da barra. Largura min : se no calculo for necessário uma determinada seção de aço, o software busca essa seção na tabela e depois compara a largura calculada com a largura min da tabela, a fim de verificar o espaçamento. Clicando no sinal de mais, podemos adicionar novos arranjos de armadura, vamos treinar, habilitando o diâmetro de 10 mm e criando algumas seções. N. barras : indica quantas barras pertencem ao arranjo Diâmetro : Diâmetro da barra, somente o que esta disponível em diâmetros permitidos. Seção : n de barras vezes a área nominal da barra. Largura min : se no calculo for necessário uma determinada seção de aço, o software busca essa seção na tabela e depois compara a largura calculada com a largura min da tabela, a fim de verificar o espaçamento. 43 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Ao acessar tabela de armaduras de sapatas isoladas temos: Ao acessar tabela de armaduras de sapatas isoladas temos: Nesta tela podemos visualizar ou editar a tabela de armadura para sapatas. Para editar vamos clicar em especial, alterar o nome desta tabela e clicar em seleção de diâmetros: Nesta tela podemos visualizar ou editar a tabela de armadura para sapatas. Para editar vamos clicar em especial, alterar o nome desta tabela e clicar em seleção de diâmetros: Selecione os diâmetros que deseja eliminar. Posteriormente clicar em Edição de tabela Selecione os diâmetros que deseja eliminar. Posteriormente clicar em Edição de tabela Clicando no sinal de mais, podemos adicionar novos arranjos de armadura, vamos treinar, habilitando o diâmetro de 10 mm e criando algumas seções. N. barras : indica quantas barras pertencem ao arranjo Diâmetro : Diâmetro da barra, somente o que esta disponível em diâmetros permitidos. Seção : n de barras vezes a área nominal da barra. Largura min : se no calculo for necessário uma determinada seção de aço, o software busca essa seção na tabela e depois compara a largura calculada com a largura min da tabela, a fim de verificar o espaçamento. Clicando no sinal de mais, podemos adicionar novos arranjos de armadura, vamos treinar, habilitando o diâmetro de 10 mm e criando algumas seções. N. barras : indica quantas barras pertencem ao arranjo Diâmetro : Diâmetro da barra, somente o que esta disponível em diâmetros permitidos. Seção : n de barras vezes a área nominal da barra. Largura min : se no calculo for necessário uma determinada seção de aço, o software busca essa seção na tabela e depois compara a largura calculada com a largura min da tabela, a fim de verificar o espaçamento. 43 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
47 Largura max : idem ao anterior Espaçamento : idem ao anterior. Largura max : idem ao anterior Espaçamento : idem ao anterior Lançamento das Sapatas Lançamento das Sapatas Para o lançamento das sapatas, vamos clicar em: Para o lançamento das sapatas, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Segue a tela abaixo: Vamos escolher Nova Sapata. Vamos escolher Nova Sapata. Sapatas para um só pilar: É selecionado o pilar que deseja lançar a sapata, posicionando o cursor sobre este pilar temos os tipo de sapata disponíveis para o lançamento. Ao selecionar o tipo temos: Sapatas para um só pilar: É selecionado o pilar que deseja lançar a sapata, posicionando o cursor sobre este pilar temos os tipo de sapata disponíveis para o lançamento. Ao selecionar o tipo temos: 44 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Largura max : idem ao anterior Espaçamento : idem ao anterior. Largura max : idem ao anterior Espaçamento : idem ao anterior Lançamento das Sapatas Lançamento das Sapatas Para o lançamento das sapatas, vamos clicar em: Para o lançamento das sapatas, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Segue a tela abaixo: Vamos escolher Nova Sapata. Vamos escolher Nova Sapata. Sapatas para um só pilar: É selecionado o pilar que deseja lançar a sapata, posicionando o cursor sobre este pilar temos os tipo de sapata disponíveis para o lançamento. Ao selecionar o tipo temos: Sapatas para um só pilar: É selecionado o pilar que deseja lançar a sapata, posicionando o cursor sobre este pilar temos os tipo de sapata disponíveis para o lançamento. Ao selecionar o tipo temos: 44 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
48 Sapatas para vários pilares : Nesse caso deve-se selecionar todos os pilares que pertencem a esta sapata, é fornecido o centro geométrico, clicando enter é lançada a sapata. Vamos fazer o lançamento das demais sapatas como na figura abaixo: Sapatas para vários pilares : Nesse caso deve-se selecionar todos os pilares que pertencem a esta sapata, é fornecido o centro geométrico, clicando enter é lançada a sapata. Vamos fazer o lançamento das demais sapatas como na figura abaixo: Feito o lançamento das sapatas, vamos lançar as vigas alavancas e de travamento Tipos de Sapatas Para escolher o tipo da sapata, deve clicar em seleção de tipo Ao clicar no item aparece os itens abaixo: Feito o lançamento das sapatas, vamos lançar as vigas alavancas e de travamento Tipos de Sapatas Para escolher o tipo da sapata, deve clicar em seleção de tipo Ao clicar no item aparece os itens abaixo: Escolha o tipo que deseja lançar Vigas Alavancas Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. Escolha o tipo que deseja lançar Vigas Alavancas Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. 45 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Sapatas para vários pilares : Nesse caso deve-se selecionar todos os pilares que pertencem a esta sapata, é fornecido o centro geométrico, clicando enter é lançada a sapata. Vamos fazer o lançamento das demais sapatas como na figura abaixo: Sapatas para vários pilares : Nesse caso deve-se selecionar todos os pilares que pertencem a esta sapata, é fornecido o centro geométrico, clicando enter é lançada a sapata. Vamos fazer o lançamento das demais sapatas como na figura abaixo: Feito o lançamento das sapatas, vamos lançar as vigas alavancas e de travamento Tipos de Sapatas Para escolher o tipo da sapata, deve clicar em seleção de tipo Ao clicar no item aparece os itens abaixo: Feito o lançamento das sapatas, vamos lançar as vigas alavancas e de travamento Tipos de Sapatas Para escolher o tipo da sapata, deve clicar em seleção de tipo Ao clicar no item aparece os itens abaixo: Escolha o tipo que deseja lançar Vigas Alavancas Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. Escolha o tipo que deseja lançar Vigas Alavancas Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. 45 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
49 Escolher o item vigas equilib/trav Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Escolher o item vigas equilib/trav Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Vamos escolher viga de equilíbrio. Vamos escolher viga de equilíbrio. Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. Tipo centrada: Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. Tipo centrada: 46 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Escolher o item vigas equilib/trav Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Escolher o item vigas equilib/trav Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Vamos escolher viga de equilíbrio. Vamos escolher viga de equilíbrio. Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. Tipo centrada: Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. Tipo centrada: 46 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
50 Viga de travamento Viga de travamento onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos. onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Temos: Temos: 47 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Viga de travamento Viga de travamento onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos. onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Temos: Temos: 47 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
51 Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: Vamos clicar em introduzir vigas. Vamos clicar em introduzir vigas. A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. 48 /controle/acesso.asp Tel.: (11) A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. 48 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: Vamos clicar em introduzir vigas. Vamos clicar em introduzir vigas. A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. 48 /controle/acesso.asp Tel.: (11) A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. 48 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
52 Vamos introduzir as vigas como na figura abaixo: Note que as vigas alavancas possui um sinal de momento em suas extremidades, o que já não ocorre com as vigas de travamento. Vamos introduzir as vigas como na figura abaixo: Note que as vigas alavancas possui um sinal de momento em suas extremidades, o que já não ocorre com as vigas de travamento Calculo de Sapatas Lançada toda a fundação podemos agora dimensioná-la Calculo de Sapatas Lançada toda a fundação podemos agora dimensioná-la. Temos três opções nesta tela: - o dimensionamento completo - dimensionamento com dimensões mínimas ( recomendável ) - dimensionamento iterativo ( onde é feita uma verificação com os dados fornecidos pelo usuário ) Temos três opções nesta tela: - o dimensionamento completo - dimensionamento com dimensões mínimas ( recomendável ) - dimensionamento iterativo ( onde é feita uma verificação com os dados fornecidos pelo usuário ) 49 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vamos introduzir as vigas como na figura abaixo: Note que as vigas alavancas possui um sinal de momento em suas extremidades, o que já não ocorre com as vigas de travamento. Vamos introduzir as vigas como na figura abaixo: Note que as vigas alavancas possui um sinal de momento em suas extremidades, o que já não ocorre com as vigas de travamento Calculo de Sapatas Lançada toda a fundação podemos agora dimensioná-la Calculo de Sapatas Lançada toda a fundação podemos agora dimensioná-la. Temos três opções nesta tela: - o dimensionamento completo - dimensionamento com dimensões mínimas ( recomendável ) - dimensionamento iterativo ( onde é feita uma verificação com os dados fornecidos pelo usuário ) Temos três opções nesta tela: - o dimensionamento completo - dimensionamento com dimensões mínimas ( recomendável ) - dimensionamento iterativo ( onde é feita uma verificação com os dados fornecidos pelo usuário ) 49 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
53 Selecionando-se a opção "Dimensionamento rápido" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento iterativo" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. É dimensionado a fundação ficando em vermelho as sapatas que apresentarem qualquer problema. Selecionando-se a opção "Dimensionamento rápido" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento iterativo" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. É dimensionado a fundação ficando em vermelho as sapatas que apresentarem qualquer problema. Após o dimensionamento temos: Após o dimensionamento temos: Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Nova Sapata : lança uma nova sapata. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina a sapata lançada Girar : Rotaciona a sapata, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma duas sapatas em uma única 50 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Nova Sapata : lança uma nova sapata. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina a sapata lançada Girar : Rotaciona a sapata, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma duas sapatas em uma única 50 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Selecionando-se a opção "Dimensionamento rápido" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento iterativo" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. É dimensionado a fundação ficando em vermelho as sapatas que apresentarem qualquer problema. Selecionando-se a opção "Dimensionamento rápido" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento iterativo" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. É dimensionado a fundação ficando em vermelho as sapatas que apresentarem qualquer problema. Após o dimensionamento temos: Após o dimensionamento temos: Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Nova Sapata : lança uma nova sapata. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina a sapata lançada Girar : Rotaciona a sapata, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma duas sapatas em uma única 50 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Nova Sapata : lança uma nova sapata. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina a sapata lançada Girar : Rotaciona a sapata, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma duas sapatas em uma única 50 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
54 Igualar : Copia as propriedades de uma sapata para outras informação : fornece os dados inseridos para a sapata selecionada. Vamos clicar em editar. Temos a tela a seguir: Onde podemos consultar a geometria Igualar : Copia as propriedades de uma sapata para outras informação : fornece os dados inseridos para a sapata selecionada. Vamos clicar em editar. Temos a tela a seguir: Onde podemos consultar a geometria Temos ainda uma serie de ferramentas que permite alterar as propriedades de uma sapata já existente, são elas: Clicando nesse ícone, temos: Temos ainda uma serie de ferramentas que permite alterar as propriedades de uma sapata já existente, são elas: Clicando nesse ícone, temos: onde podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. onde podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. 51 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Igualar : Copia as propriedades de uma sapata para outras informação : fornece os dados inseridos para a sapata selecionada. Vamos clicar em editar. Temos a tela a seguir: Onde podemos consultar a geometria Igualar : Copia as propriedades de uma sapata para outras informação : fornece os dados inseridos para a sapata selecionada. Vamos clicar em editar. Temos a tela a seguir: Onde podemos consultar a geometria Temos ainda uma serie de ferramentas que permite alterar as propriedades de uma sapata já existente, são elas: Clicando nesse ícone, temos: Temos ainda uma serie de ferramentas que permite alterar as propriedades de uma sapata já existente, são elas: Clicando nesse ícone, temos: onde podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. onde podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. 51 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
55 Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. 52 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. 52 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
56 Geralmente depois de alterar a armadura temos que rearmar a sapata, como veremos a seguir. Estabelece critérios de crescimento da sapata, este item pode interferir e muito na geometria da sapata, já que se é selecionado para fazer a sapata quadrada, se um dos lados estiver com uma grande dimensão o outro irá acompanhar, sempre o software igualando os lados pelo maior calculado Geralmente depois de alterar a armadura temos que rearmar a sapata, como veremos a seguir. Estabelece critérios de crescimento da sapata, este item pode interferir e muito na geometria da sapata, já que se é selecionado para fazer a sapata quadrada, se um dos lados estiver com uma grande dimensão o outro irá acompanhar, sempre o software igualando os lados pelo maior calculado A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. Se por algum caso, a sapata não passar, a mensagem acima ficara : Alguma verificação não foi cumprida, deseja ver lista de verificações? Como na janela abaixo: Se por algum caso, a sapata não passar, a mensagem acima ficara : Alguma verificação não foi cumprida, deseja ver lista de verificações? Como na janela abaixo: Ao clicar sim temos: Ao clicar sim temos: 53 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Geralmente depois de alterar a armadura temos que rearmar a sapata, como veremos a seguir. Estabelece critérios de crescimento da sapata, este item pode interferir e muito na geometria da sapata, já que se é selecionado para fazer a sapata quadrada, se um dos lados estiver com uma grande dimensão o outro irá acompanhar, sempre o software igualando os lados pelo maior calculado Geralmente depois de alterar a armadura temos que rearmar a sapata, como veremos a seguir. Estabelece critérios de crescimento da sapata, este item pode interferir e muito na geometria da sapata, já que se é selecionado para fazer a sapata quadrada, se um dos lados estiver com uma grande dimensão o outro irá acompanhar, sempre o software igualando os lados pelo maior calculado A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. Se por algum caso, a sapata não passar, a mensagem acima ficara : Alguma verificação não foi cumprida, deseja ver lista de verificações? Como na janela abaixo: Se por algum caso, a sapata não passar, a mensagem acima ficara : Alguma verificação não foi cumprida, deseja ver lista de verificações? Como na janela abaixo: Ao clicar sim temos: Ao clicar sim temos: 53 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
57 Lembrando que a altura da sapata se dá em função do comprimento de ancoragem, dependendo da bitola do pilar calculado, fck e também do fyd utilizado para o calculo. Então caso desejar diminuir a altura das sapatas, deve-se primeiro revisar os comprimentos de ancoragem e também as bitolas das armaduras do pilar em questão. Nesta opção temos: Lembrando que a altura da sapata se dá em função do comprimento de ancoragem, dependendo da bitola do pilar calculado, fck e também do fyd utilizado para o calculo. Então caso desejar diminuir a altura das sapatas, deve-se primeiro revisar os comprimentos de ancoragem e também as bitolas das armaduras do pilar em questão. Nesta opção temos: onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento mínimas" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga 54 /controle/acesso.asp Tel.: (11) onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento mínimas" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga 54 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Lembrando que a altura da sapata se dá em função do comprimento de ancoragem, dependendo da bitola do pilar calculado, fck e também do fyd utilizado para o calculo. Então caso desejar diminuir a altura das sapatas, deve-se primeiro revisar os comprimentos de ancoragem e também as bitolas das armaduras do pilar em questão. Nesta opção temos: Lembrando que a altura da sapata se dá em função do comprimento de ancoragem, dependendo da bitola do pilar calculado, fck e também do fyd utilizado para o calculo. Então caso desejar diminuir a altura das sapatas, deve-se primeiro revisar os comprimentos de ancoragem e também as bitolas das armaduras do pilar em questão. Nesta opção temos: onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento mínimas" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga 54 /controle/acesso.asp Tel.: (11) onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de "Dimensionamento mínimas" efetua-se o dimensionamento da fundação realizando três iterações, já que variando-se a rigidez de uma viga 54 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
58 alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. e rearmar a sapata é calculada com as dimensões fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata Armadura em 3D Ao clicar em vista 3D, temos: alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. e rearmar a sapata é calculada com as dimensões fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata Armadura em 3D Ao clicar em vista 3D, temos: 55 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. e rearmar a sapata é calculada com as dimensões fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata Armadura em 3D Ao clicar em vista 3D, temos: alavanca, isto influencia no cálculo das sapatas onde chega esta viga alavanca. e rearmar a sapata é calculada com as dimensões fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata Armadura em 3D Ao clicar em vista 3D, temos: 55 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
59 5.2. Blocos Blocos. Para o lançamento de blocos, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: Para o lançamento de blocos, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > dados gerais > por elemento Escolha a opção para blocos. Segue a tela: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > dados gerais > por elemento Escolha a opção para blocos. Segue a tela: 56 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Blocos Blocos. Para o lançamento de blocos, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: Para o lançamento de blocos, primeiramente, deve-se estar no nível fundação, para verificar existe duas maneiras: 1- Na parte inferior direita da tela: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: 2- Os pilares que aparecem na tela devem estar na cor vermelha: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > dados gerais > por elemento Escolha a opção para blocos. Segue a tela: O primeiro passo antes de calcular a fundação é a configuração, para isso, localizando-se na fundação, vamos clicar em Obra > dados gerais > por elemento Escolha a opção para blocos. Segue a tela: 56 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
60 Distâncias Bordas : distâncias mínimas da face do bloco ao perímetro da estaca e também a partir da face do pilar Critério de altura mínima: Estabelece o critério para definição da altura mínima. Altura máxima: A altura máxima fixa o limite superior que alcançará o dimensionamento Espaçamento mínimo entre barras : Será respeitado esse valor mínimo para a distancia entre as barras. Diâmetro máximo : Limita a bitola máxima a ser utilizado no calculo. Cargas por estaca. Selecionando-se esta opção, será tomada como carga nas estacas o maior dos valores entre a resultante dos esforços dos pilares e a porcentagem fixada da capacidade portante das estacas do bloco, atuando esta última como se fosse uma nova combinação. O usuário deverá definir o coeficiente de majoração que queira empregar para esta carga das estacas. No caso em que nenhum pilar chegue ao bloco, não será considerada esta opção. Esta nova combinação será considerada tanto no dimensionamento quanto na verificação Bloco de 1 Estaca Distâncias Bordas : distâncias mínimas da face do bloco ao perímetro da estaca e também a partir da face do pilar Critério de altura mínima: Estabelece o critério para definição da altura mínima. Altura máxima: A altura máxima fixa o limite superior que alcançará o dimensionamento Espaçamento mínimo entre barras : Será respeitado esse valor mínimo para a distancia entre as barras. Diâmetro máximo : Limita a bitola máxima a ser utilizado no calculo. Cargas por estaca. Selecionando-se esta opção, será tomada como carga nas estacas o maior dos valores entre a resultante dos esforços dos pilares e a porcentagem fixada da capacidade portante das estacas do bloco, atuando esta última como se fosse uma nova combinação. O usuário deverá definir o coeficiente de majoração que queira empregar para esta carga das estacas. No caso em que nenhum pilar chegue ao bloco, não será considerada esta opção. Esta nova combinação será considerada tanto no dimensionamento quanto na verificação Bloco de 1 Estaca Porcentagem de profundidade de armadura : A profundidade da armadura determina a porcentagem da altura na qual se supõe que serão absorvidas as trações que aparecem em um Bloco de concreto por divergência nas bielas comprimidas. Este valor será tomado no dimensionamento para determinar a altura útil do bloco. dispor de estribos diagonais : a disposição de estribos diagonais favorecerá o confinamento do concreto do bloco. É conveniente dispormos no caso de aparecer cargas portantes consideráveis Porcentagem de profundidade de armadura : A profundidade da armadura determina a porcentagem da altura na qual se supõe que serão absorvidas as trações que aparecem em um Bloco de concreto por divergência nas bielas comprimidas. Este valor será tomado no dimensionamento para determinar a altura útil do bloco. dispor de estribos diagonais : a disposição de estribos diagonais favorecerá o confinamento do concreto do bloco. É conveniente dispormos no caso de aparecer cargas portantes consideráveis 57 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Distâncias Bordas : distâncias mínimas da face do bloco ao perímetro da estaca e também a partir da face do pilar Critério de altura mínima: Estabelece o critério para definição da altura mínima. Altura máxima: A altura máxima fixa o limite superior que alcançará o dimensionamento Espaçamento mínimo entre barras : Será respeitado esse valor mínimo para a distancia entre as barras. Diâmetro máximo : Limita a bitola máxima a ser utilizado no calculo. Cargas por estaca. Selecionando-se esta opção, será tomada como carga nas estacas o maior dos valores entre a resultante dos esforços dos pilares e a porcentagem fixada da capacidade portante das estacas do bloco, atuando esta última como se fosse uma nova combinação. O usuário deverá definir o coeficiente de majoração que queira empregar para esta carga das estacas. No caso em que nenhum pilar chegue ao bloco, não será considerada esta opção. Esta nova combinação será considerada tanto no dimensionamento quanto na verificação Bloco de 1 Estaca Distâncias Bordas : distâncias mínimas da face do bloco ao perímetro da estaca e também a partir da face do pilar Critério de altura mínima: Estabelece o critério para definição da altura mínima. Altura máxima: A altura máxima fixa o limite superior que alcançará o dimensionamento Espaçamento mínimo entre barras : Será respeitado esse valor mínimo para a distancia entre as barras. Diâmetro máximo : Limita a bitola máxima a ser utilizado no calculo. Cargas por estaca. Selecionando-se esta opção, será tomada como carga nas estacas o maior dos valores entre a resultante dos esforços dos pilares e a porcentagem fixada da capacidade portante das estacas do bloco, atuando esta última como se fosse uma nova combinação. O usuário deverá definir o coeficiente de majoração que queira empregar para esta carga das estacas. No caso em que nenhum pilar chegue ao bloco, não será considerada esta opção. Esta nova combinação será considerada tanto no dimensionamento quanto na verificação Bloco de 1 Estaca Porcentagem de profundidade de armadura : A profundidade da armadura determina a porcentagem da altura na qual se supõe que serão absorvidas as trações que aparecem em um Bloco de concreto por divergência nas bielas comprimidas. Este valor será tomado no dimensionamento para determinar a altura útil do bloco. dispor de estribos diagonais : a disposição de estribos diagonais favorecerá o confinamento do concreto do bloco. É conveniente dispormos no caso de aparecer cargas portantes consideráveis Porcentagem de profundidade de armadura : A profundidade da armadura determina a porcentagem da altura na qual se supõe que serão absorvidas as trações que aparecem em um Bloco de concreto por divergência nas bielas comprimidas. Este valor será tomado no dimensionamento para determinar a altura útil do bloco. dispor de estribos diagonais : a disposição de estribos diagonais favorecerá o confinamento do concreto do bloco. É conveniente dispormos no caso de aparecer cargas portantes consideráveis 57 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
61 Vigas de Blocos Vigas de Blocos Armadura superior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Armadura inferior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Diâmetro máximo de estribos : estabelece a bitola máxima para os estribos Vigas e Malhas Armadura superior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Armadura inferior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Diâmetro máximo de estribos : estabelece a bitola máxima para os estribos Vigas e Malhas Criterio de dimensionamento : Os blocos podem ser dimensionados segundo a norma EHE-98 (espanhola), com vigas laterais e vigas diagonais ou intermediárias, unicamente com malhas, com armadura perimetral e malhas ou com armadura perimetral e vigas intermediárias ou diagonais. Para todas as normas, se aceitará como correta durante a verificação, a disposição de armadura prevista na EHE-98. Assim, podem surgir verificações que não cumpram disposições de armadura diferentes daquela prevista nesta norma. 58 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Criterio de dimensionamento : Os blocos podem ser dimensionados segundo a norma EHE-98 (espanhola), com vigas laterais e vigas diagonais ou intermediárias, unicamente com malhas, com armadura perimetral e malhas ou com armadura perimetral e vigas intermediárias ou diagonais. Para todas as normas, se aceitará como correta durante a verificação, a disposição de armadura prevista na EHE-98. Assim, podem surgir verificações que não cumpram disposições de armadura diferentes daquela prevista nesta norma. 58 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vigas de Blocos Vigas de Blocos Armadura superior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Armadura inferior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Diâmetro máximo de estribos : estabelece a bitola máxima para os estribos Vigas e Malhas Armadura superior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Armadura inferior : As dobras das barras das vigas podem ser prolongadas até o Cobrimento da face oposta, ou então ter o comprimento mínimo necessário para assegurar a ancoragem Diâmetro máximo de estribos : estabelece a bitola máxima para os estribos Vigas e Malhas Criterio de dimensionamento : Os blocos podem ser dimensionados segundo a norma EHE-98 (espanhola), com vigas laterais e vigas diagonais ou intermediárias, unicamente com malhas, com armadura perimetral e malhas ou com armadura perimetral e vigas intermediárias ou diagonais. Para todas as normas, se aceitará como correta durante a verificação, a disposição de armadura prevista na EHE-98. Assim, podem surgir verificações que não cumpram disposições de armadura diferentes daquela prevista nesta norma. 58 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Criterio de dimensionamento : Os blocos podem ser dimensionados segundo a norma EHE-98 (espanhola), com vigas laterais e vigas diagonais ou intermediárias, unicamente com malhas, com armadura perimetral e malhas ou com armadura perimetral e vigas intermediárias ou diagonais. Para todas as normas, se aceitará como correta durante a verificação, a disposição de armadura prevista na EHE-98. Assim, podem surgir verificações que não cumpram disposições de armadura diferentes daquela prevista nesta norma. 58 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
62 Armadura Perimetral Armadura Perimetral Pode-se escolher a possibilidade de se dispor uma armadura perimetral que aumente o confinamento do concreto do bloco. É conveniente escolher esta opção no caso do bloco estar submetido a cargas portantes apreciáveis. A carga fixada se refere a cargas majoradas para os estados limites últimos do concreto. Será disposta armadura perimetral quando a força axial de cálculo for igual ou superior ao valor colocado nesta opção Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Pode-se escolher a possibilidade de se dispor uma armadura perimetral que aumente o confinamento do concreto do bloco. É conveniente escolher esta opção no caso do bloco estar submetido a cargas portantes apreciáveis. A carga fixada se refere a cargas majoradas para os estados limites últimos do concreto. Será disposta armadura perimetral quando a força axial de cálculo for igual ou superior ao valor colocado nesta opção Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Segue a tela abaixo: Vamos escolher Novo 59 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vamos escolher Novo 59 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Armadura Perimetral Armadura Perimetral Pode-se escolher a possibilidade de se dispor uma armadura perimetral que aumente o confinamento do concreto do bloco. É conveniente escolher esta opção no caso do bloco estar submetido a cargas portantes apreciáveis. A carga fixada se refere a cargas majoradas para os estados limites últimos do concreto. Será disposta armadura perimetral quando a força axial de cálculo for igual ou superior ao valor colocado nesta opção Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Pode-se escolher a possibilidade de se dispor uma armadura perimetral que aumente o confinamento do concreto do bloco. É conveniente escolher esta opção no caso do bloco estar submetido a cargas portantes apreciáveis. A carga fixada se refere a cargas majoradas para os estados limites últimos do concreto. Será disposta armadura perimetral quando a força axial de cálculo for igual ou superior ao valor colocado nesta opção Lançamento dos Blocos Para o lançamento dos blocos, vamos clicar em: Segue a tela abaixo: Segue a tela abaixo: Vamos escolher Novo 59 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vamos escolher Novo 59 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
63 Seleção de Estaca Seleção de Estaca Ao clicar temos: Ao clicar temos: Temos que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo: Temos que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo: Descrição : Nome para identificação da estaca Tipo de estaca : Pode ser circular ou retangular Diâmetro : Diâmetro da estaca Com símbolo : Estabelece um símbolo para cada estaca criada, temos: Descrição : Nome para identificação da estaca Tipo de estaca : Pode ser circular ou retangular Diâmetro : Diâmetro da estaca Com símbolo : Estabelece um símbolo para cada estaca criada, temos: 60 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Seleção de Estaca Seleção de Estaca Ao clicar temos: Ao clicar temos: Temos que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo: Temos que clicar no sinal de mais no canto superior esquerdo: Descrição : Nome para identificação da estaca Tipo de estaca : Pode ser circular ou retangular Diâmetro : Diâmetro da estaca Com símbolo : Estabelece um símbolo para cada estaca criada, temos: Descrição : Nome para identificação da estaca Tipo de estaca : Pode ser circular ou retangular Diâmetro : Diâmetro da estaca Com símbolo : Estabelece um símbolo para cada estaca criada, temos: 60 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
64 Capacidade portante : A capacidade portante das estacas determina a máxima carga de cálculo que romperia a estaca para os coeficientes de segurança dos estados limites últimos do concreto. Espaçamento mínimo entre eixos : O espaçamento mínimo entre eixos fixa distância mínima que deve existir entre os eixos de 2 estacas adjacentes Tipo de Blocos Capacidade portante : A capacidade portante das estacas determina a máxima carga de cálculo que romperia a estaca para os coeficientes de segurança dos estados limites últimos do concreto. Espaçamento mínimo entre eixos : O espaçamento mínimo entre eixos fixa distância mínima que deve existir entre os eixos de 2 estacas adjacentes Tipo de Blocos Os blocos podem ser : 1 estaca Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 2 estacas 3 estacas 3 estacas 61 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Capacidade portante : A capacidade portante das estacas determina a máxima carga de cálculo que romperia a estaca para os coeficientes de segurança dos estados limites últimos do concreto. Espaçamento mínimo entre eixos : O espaçamento mínimo entre eixos fixa distância mínima que deve existir entre os eixos de 2 estacas adjacentes Tipo de Blocos Capacidade portante : A capacidade portante das estacas determina a máxima carga de cálculo que romperia a estaca para os coeficientes de segurança dos estados limites últimos do concreto. Espaçamento mínimo entre eixos : O espaçamento mínimo entre eixos fixa distância mínima que deve existir entre os eixos de 2 estacas adjacentes Tipo de Blocos Os blocos podem ser : 1 estaca Os blocos podem ser : 1 estaca 2 estacas 2 estacas 3 estacas 3 estacas 61 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
65 4 estacas 4 estacas 5 estacas 5 estacas 6 estacas 6 estacas 7 estacas 7 estacas Ainda podem ser : Bloco linear Ainda podem ser : Bloco linear Onde é fornecido o numero de estacas. Onde é fornecido o numero de estacas. 62 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) estacas 4 estacas 5 estacas 5 estacas 6 estacas 6 estacas 7 estacas 7 estacas Ainda podem ser : Bloco linear Ainda podem ser : Bloco linear Onde é fornecido o numero de estacas. Onde é fornecido o numero de estacas. 62 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
66 Bloco retangular Bloco retangular Escolhido o tipo de bloco ainda temos alguns parâmetros a definir, são eles : Clicando nesse ícone, temos: onde,podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Escolhido o tipo de bloco ainda temos alguns parâmetros a definir, são eles : Clicando nesse ícone, temos: onde,podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: 63 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Bloco retangular Bloco retangular Escolhido o tipo de bloco ainda temos alguns parâmetros a definir, são eles : Clicando nesse ícone, temos: onde,podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: Escolhido o tipo de bloco ainda temos alguns parâmetros a definir, são eles : Clicando nesse ícone, temos: onde,podemos alterar o concreto, aço e também a tensão do solo para esta sapata em especifico. Com este ícone pode-se alterar a geometria de uma sapata: 63 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
67 Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: onde para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Vamos lançar os blocos todos com 3 estacas, sendo o bloco do pilar parede como um bloco retangular Vigas Alavancas e Travamento Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. Escolher o item vigas equilib/trav 64 /controle/acesso.asp Tel.: (11) onde para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Vamos lançar os blocos todos com 3 estacas, sendo o bloco do pilar parede como um bloco retangular Vigas Alavancas e Travamento Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. Escolher o item vigas equilib/trav 64 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: Alteração de armadura, ao clicar sobre este ícone temos: onde para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Vamos lançar os blocos todos com 3 estacas, sendo o bloco do pilar parede como um bloco retangular Vigas Alavancas e Travamento Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. Escolher o item vigas equilib/trav 64 /controle/acesso.asp Tel.: (11) onde para alterar a armadura fornecida, clicamos em editar: Clicando sobre a janela selecionada alteramos o diâmetro, espaçamento e também as dobras das armaduras fornecidas. Vamos lançar os blocos todos com 3 estacas, sendo o bloco do pilar parede como um bloco retangular Vigas Alavancas e Travamento Para isso vamos clicar em: Obra > Dados da Obra > Por elemento. No mesmo comando já acessado na edição das sapatas. Ao clicar em por elemento, vamos acessar o item fundação. Escolher o item vigas equilib/trav 64 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
68 Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Vamos escolher viga de equilibrio. Vamos escolher viga de equilibrio. Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. 65 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Ao clicar no quadrinho amarelo temos: Vamos escolher viga de equilibrio. Vamos escolher viga de equilibrio. Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. Angulo tolerância centralização : Ao escolher uma tolerância de centralização, as vigas alavancas próximas aos cantos do elemento de fundação e situadas dentro do ângulo definido, passarão a centrar o momento fletor da face adjacente. Esta opção poderá ser empregada no caso de pilares não dispostos segundo uma malha ortogonal. Definir mínimos geométricos : Os mínimos geométricos adotados para o dimensionamento das vigas alavancas podem ser definidos pelo usuário a fim de evitar armaduras simétricas no caso de centralização de sapatas com vigasparedes. 65 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
69 Tipo centrada: Tipo centrada: Viga de Travamento: Viga de Travamento: onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. 66 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Tipo centrada: Tipo centrada: Viga de Travamento: Viga de Travamento: onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. onde, Sobrecarga por compactação terreno: A sobrecarga de compactação aparece quando viga se constrói relativamente na superfície. Como esta sobrecarga somente é considerada na fase de construção, deverá ser introduzida alterada pelo coeficiente de segurança que considere o usuário. Não se considerará atuando simultaneamente com as ações de tração e compressão derivadas do sismo. Porcentagem minima de esforço axial: A percentagem mínima do esforço axial é o valor que se levará em conta para calcular as vigas de travamento, à tração e à compressão. 66 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
70 Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos. Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Temos: Temos: Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: 67 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: 67 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos. Se tiverem sido definidas ações sísmicas, obterá a aceleração de cálculo como fração da gravidade, aplicando-se o valor máximo entre aqueles obtidos Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Tabela de Armadura Clicando no icone da tabela de armadura Temos: Temos: Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Onde podemos criar novas vigas alavancas, selecionando edição de tabela. Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: 67 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Clicando no sinal de mais, criamos novas vigas alavancas. Para vigas de travamento segue o mesmo procedimento. Para o lançamento vamos clicar em: 67 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
71 Vamos clicar em introduzir vigas. Vamos clicar em introduzir vigas. A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. Terminado o lançamento temos o resultado: A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. Terminado o lançamento temos o resultado: 68 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Vamos clicar em introduzir vigas. Vamos clicar em introduzir vigas. A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. Terminado o lançamento temos o resultado: A viga amarela representa viga de travamento, enquanto a viga em azul corresponde a viga alavanca, lembrando que estas vigas não tem a finalidade de suportar nenhum carregamento, ficando a cargo de : - viga de travamento : Como o nome mesmo diz, tem a finalidade de apenas travar os pilares - viga alavanca : Absorver a carga momento dos pilares. No entanto, se deseja lançar um nível baldrame que terá um carregamento, por exemplo de alvenaria, pode lançar em entrada de pilares >> Pisos e grupos um nível chamado de baldrame, onde se as vigas tem 40 cm, este novo nível terá a altura de no mínimo 41 cm. Terminado o lançamento temos o resultado: 68 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
72 Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Novo : lança um novo bloco. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina o bloco lançado Girar : Rotaciona o bloco, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma dois sapatas em um único bloco Igualar : Copia as propriedades de um bloco para outros informação : fornece os dados inseridos para o bloco selecionado. Após o dimensionamento alguns blocos ficaram na cor vermelha, então podemos verificar quais os problemas, para isso vamos clicar em editar e selecionar o bloco em vermelho, temos: Novo : lança um novo bloco. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina o bloco lançado Girar : Rotaciona o bloco, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma dois sapatas em um único bloco Igualar : Copia as propriedades de um bloco para outros informação : fornece os dados inseridos para o bloco selecionado. Após o dimensionamento alguns blocos ficaram na cor vermelha, então podemos verificar quais os problemas, para isso vamos clicar em editar e selecionar o bloco em vermelho, temos: 69 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Edição e Verificações a realizar Primeiramente vamos ver todas as possibilidades de edição: Novo : lança um novo bloco. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina o bloco lançado Girar : Rotaciona o bloco, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma dois sapatas em um único bloco Igualar : Copia as propriedades de um bloco para outros informação : fornece os dados inseridos para o bloco selecionado. Após o dimensionamento alguns blocos ficaram na cor vermelha, então podemos verificar quais os problemas, para isso vamos clicar em editar e selecionar o bloco em vermelho, temos: Novo : lança um novo bloco. Editar : altera os dados já inseridos Apagar : elimina o bloco lançado Girar : Rotaciona o bloco, pode ser em relação ao angulo do pilar, ou entrar com esse angulo digitando. Unir : Transforma dois sapatas em um único bloco Igualar : Copia as propriedades de um bloco para outros informação : fornece os dados inseridos para o bloco selecionado. Após o dimensionamento alguns blocos ficaram na cor vermelha, então podemos verificar quais os problemas, para isso vamos clicar em editar e selecionar o bloco em vermelho, temos: 69 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
73 Para ver o que não passou vamos clicar em: Para ver o que não passou vamos clicar em: A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. Clicando em aceitar: Clicando em aceitar: 70 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) Para ver o que não passou vamos clicar em: Para ver o que não passou vamos clicar em: A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. A verificação é uma ferramenta que deve ser utilizada para todas as sapatas, já que gera um memorial com os itens calculados e também os critérios baseados. Clicando em aceitar: Clicando em aceitar: 70 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
74 Ao clicar sim temos: Ao clicar sim temos: Analisando a planilha, vemos que o problema esta na carga por estaca, para resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. Analisando a planilha, vemos que o problema esta na carga por estaca, para resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. solicitamos um novo calculo: Nesta opção temos: solicitamos um novo calculo: Nesta opção temos: onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de e rearmar o bloco é calculada com as dimensões 71 /controle/acesso.asp Tel.: (11) onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de e rearmar o bloco é calculada com as dimensões 71 /controle/acesso.asp Tel.: (11) Ao clicar sim temos: Ao clicar sim temos: Analisando a planilha, vemos que o problema esta na carga por estaca, para resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. Analisando a planilha, vemos que o problema esta na carga por estaca, para resolver este problema devemos clicar em : e alterar a estaca atual. solicitamos um novo calculo: Nesta opção temos: solicitamos um novo calculo: Nesta opção temos: onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de e rearmar o bloco é calculada com as dimensões 71 /controle/acesso.asp Tel.: (11) onde: Selecionando-se a opção "completo" efetua-se o dimensionamento de todos os elementos da fundação realizando uma única passada. No caso em que se selecione a opção de e rearmar o bloco é calculada com as dimensões 71 /controle/acesso.asp Tel.: (11)
75 fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata. Vamos utilizar a opção rearmar, temo agora o resultado: fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata. Vamos utilizar a opção rearmar, temo agora o resultado: Armadura em 3D Clicando em Vista 3D, podemos consultar a armadura do bloco em 3D, assim como editar a armadura, alterar comprimento das dobras, alterar o tipo de bloco, assim como as dimensões utilizadas Armadura em 3D Clicando em Vista 3D, podemos consultar a armadura do bloco em 3D, assim como editar a armadura, alterar comprimento das dobras, alterar o tipo de bloco, assim como as dimensões utilizadas. 72 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11) fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata. Vamos utilizar a opção rearmar, temo agora o resultado: fornecidas pelo usuário. Esta ultima opção é utilizada em grande escala, uma vez que o usuário pode agir de forma iterativa até chegar no resultado satisfatório, alterando geometria e propriedades da sapata. Vamos utilizar a opção rearmar, temo agora o resultado: Armadura em 3D Clicando em Vista 3D, podemos consultar a armadura do bloco em 3D, assim como editar a armadura, alterar comprimento das dobras, alterar o tipo de bloco, assim como as dimensões utilizadas Armadura em 3D Clicando em Vista 3D, podemos consultar a armadura do bloco em 3D, assim como editar a armadura, alterar comprimento das dobras, alterar o tipo de bloco, assim como as dimensões utilizadas. 72 /controle/acesso.asp Tel.: (11) /controle/acesso.asp Tel.: (11)
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