OSS S E S G E UR U AN A ÇA A NA
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- Adelino Candal Desconhecida
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1 ZOONOSES E BiOSSEGURANÇA NA CLÍNICA VETERINÁRIA É RESPONSABILIDADE DE CADA UM ZELAR PELA PRÓPRIA SEGURANÇA E DAS PESSOAS COM QUEM TRABALHA 1
2 2
3 NO BRASIL GAMA FILHO, J. B. AVALIAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS EM HOSPITAIS VETERINÁRIOS LOCALIZADOS NO DISTRITO FEDERAL (DISSERATAÇÃO DE MESTRADO-UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA), BRASÍLIA, DF, TIPO DE ACIDENTES PERFUROCORTANTES 35% MORDEDURAS 60,5% ARRANHADURAS 65,1% 3
4 DISTRIBUIÇÃO DE TRABALHADORES QUE POSSUEM CONHECIMENTO DOS RISCO A QUE ESTÃO EXPOSTOS VETERINÁRIOS 100% AUXILIARES 90% MASCULINO 60,2% FEMININO TREINAMENTO NÃO VETERINÁRIOS 88,5% AUXILIARES 84,8% RISCOS BIOLÓGICOS 800 ESPÉCIES DE PATÓGENOS 60% DE TODAS AS SP CONHECIDAS 4
5 Evolution in health and disease / edited by Stephen C. Stearns and Jacob C. Koella. 2nd ed. 500 ESPÉCIES PATÓGENOS 200 ZOONOSES ZOONOSES 5
6 Esporotricose Animal Mem Inst Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Vol. 96(6), August 2001 Foto: Foto: 6
7 Cad. Saúde Pública 28(10): MORTES HUMANAS 04 MORCEGOS 01 GUAXININ 08 SAGUIS NOVA VARIANTE 7
8 Tuberculose Caso Fêmea SRD 12 anos Sem contato com outros animais Perda de peso, anorexia, tosse, hemotemesis, epistaxis, dispinéia, febre, linfoadenopatia Exame Clínico Caquexia, febre, tosse, hemotemesis, epistaxis, dispinéia, aumento de fígado e baço linfoadenopatia Mycobacterium tuberculosis infection as a zoonotic disease: transmission between humans and elephants. Michalak et al. Emerging Infectious Diseases.4(2): RFLP IS6110. TBN12. Coluna 1 amostra elefante (ƚ1996); 2 elefante (ƚ1994); 3 elefante vivo (1996); 4 pulmão elefante (ƚ Agosto 1996); 5 linfonodo elefante (ƚ Agosto 1996); 6 tratador (Setembro 1996). 8
9 Isolation of Mycobacterium tuberculosis from Captive black spider monkey (Ateles paniscus) Rocha et al Vector Borne and Zoonotic Diseases 11(5): Caso: Fêmea adulta em cativero por mais de 2 anos Exame clínico: Apatia Edemaciação, aumento dos linfonodos Presença de massa na cavidade abdominal Tratamento: Não responsivo (enrofloxacin, azitromicina, ceftiofur) Morto em 6 meses Necropsia: Lesões granulomatosas em linfonodo, fígado, pleura, pulmão, baço e rim Laboratorial: Positivo para M. tuberculosis Tuberculosis determined by Mycobacterium bovis in captive waterbucks (Kobus ellipsiprymnus) in São Paulo, Brazil Rocha et al Braz J Microbiol 42(2): Caso: Casal em cativero, adultos, nascidos em cativeiro Exame clínico: Problemas respiratórios com tosse crônica Necropsia: Lesões granulomatosas em linfonodo mediastinico e pulmão Laboratorial: Positivo para Mycobacterium bovis spoligotype SB0121 Genotipo associado a bovinos Identificação de Mycobacterium bovis em Lhama (Lama glama) Ikuta 2015 Caso: Mortalidade de lhamas de 9 animais 6 morerram Sinais: Prostração, dispnéia, anorexia e emagrecimento Necropsia: Lesões granulomatosas na cavidade torácica e pulmões Laboratorial: Isolamento de M. bovis spoligotipo SB1961 9
10 Identificação de Mycobacterium tuberculosis em papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) Ikuta 2015 Caso: 1 papagaio-verdadeiro; animal de estimação Laboratorial: Isolamento de M. tuberculosis Histórico de paciente com tuberculose na residência 942 FILHOTES PAPAGAIOS VERDADEIROS FEZES, SECREÇÕES FONTE :INFORMATIVO SOS FAUNA OUTUBRO
11 COMO PODEMOS MINIMIZAR OS RISCOS DE INFECÇÃO? 1. DESENVOLVER A PERCEPÇÃO DE RISCO 2. VACINAÇÃO 3. RECONHECER ANIMAIS INFECTADOS 4. SITUAÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS SUSPEITAS 5. MANUSEAR CORRETAMENTE ESSES ANIMAIS 6. PRECAUÇÕES BÁSICAS DE BIOSEGURANÇA 7. HIGIENE PESSOAL Brucelose Canina Keid 2004 FOTO: LARA BORGES 11
12 VIAS DE PENETRAÇÃO DOS MICRORGANISMOS CONTATO DIRETO MANUSEIO DOS ANIMAIS EXPOSIÇÃO DAS MUCOSAS GOTÍCULAS OU AEROSSÓIS INGESTÃO EXAME CLÍNICO MEDICAÇÃO BRONCOSCOPIA VOCALIZAÇÃO TOSSE 12
13 LIMPEZA DE GAIOLAS, CAMAS E AFINS NECRÓPSIA FOTO: LAURA VILLA-REAL 13
14 ABORTAMENTO VIAS DE PENETRAÇÃO DOS MICRORGANISMOS VIA CUTÂNEA/PERCUTÂNEA ATRAVÉS DE AGULHAS CONTAMINADAS (VACINAÇÃO B19) VIDRARIA QUEBRADA INSTRUMENTOS PERFUROCORTANTES 14
15 MEDIDA MAIS EFICIENTE PARA REDUZIR O RISCO DE INFECÇÃO ÁGUA CORRENTE E SABÃO REMOÇÃO MECÂNICA DA SUJEIRA REDUÇÃO DOS MO TRANSITÓRIOS DA PELE SABONETE ANTIMICROBIANOS INIBIÇÃO DO CRESCIMENTO DA FLORA RESIDENTE E TRANSITÓRIA TODOS DESTROEM O ENVELOPE VIRAL EFEITO DELETÉRIO NA MEMBRANA DAS BACTÉRIAS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIS) DISPOSITIVOS DE USO INDIVIDUAL DESTINADOS A PROTEGER A INTEGRIDADE FÍSICA DO TRABALHADOR. A Portaria 3214-NR6 do Ministério do Trabalho, de 08/06/1978 prevê a distribuição gratuita dos EPIs, sendo atribuição dos trabalhadores utilizá-los e conservá-los. 1. USO DE LUVAS, AVENTAIS, MACACÃO E BOTAS LUVAS _ BARREIRA DE PROTEÇÃO (SANGUE, FLUÍDOS CORPORAIS, SECREÇÕES/SECREÇÕES, PELE NÃO INTACTA) SUBSTITUI A LAVAGEM DAS MÃOS???? OBS: NÃO SÃO NECESSÁRIAS QUANDO MANIPULO ANIMAL SAUDÁVEL 15
16 PODE?????? 2. PROTEÇÃO FACIAL PROTEGE MUCOSA MÁSCARA CIRÚRGICA SUFICIENTE PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS NEBULIZAÇÕES SUCÇÕES 16
17 SOS FAUNA w3.impa.br/.../fotos/0607_chapada_diamantina/ HERPESVÍRUS INFLUENZA RAIVA VACINAÇÃO TÉTANO RAIVA Desenvolvimento da percepção de risco Treinamento e capacitação constantes Identificação de casos/epidemiologia suspeitos Ambiente de trabalho organizado Adoção de boas práticas (perfurocortantes, descarte de resíduos) Identificar os acidentáveis Utilização de EPIS HIGIENE PESSOAL 17
18 A SEGURANÇA DEPENDE DE CADA UM DE NÓS 18
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