Caracterização da informação digital
|
|
|
- Laís Festas Barroso
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Caracterização da informação digital repreentação de uma menagem digital em banda de bae toma normalmente a forma de uma equência de impulo modulada em amplitude: ( ) = ( ) x t a r t KT K K a repreenta o K-éimo ímbolo pertencente a um alfabeto de M ímbolo. r(t) é o impulo de uporte. T não é neceariamente a duração do impulo, ma im a duração entre dua traniçõe uceiva do inal. Taxa ou ritmo de ímbolo: R = /T [baud]; O impulo apó toda a cadeia, p(t), etá ujeito à eguinte condiçõe: p ( t ) = t Eta condição garante que e pode recuperar a menagem amotrando x(t) periodicamente no intante t = T com =, ±, ±, vito que = t = ± T, ± T,... e.g. p(t) pode er um impulo rectangular rect(t/t ). ( ) ( ) x T = a p T KT = a K K = Tipo de impulo: e.g. NRZ, RZ, Mancheter, multi-nível.
2 Limitaçõe introduzida pelo canal de tranmião Emior Canal Ruído, n(t) Receptor x(t) g = L B T = B tenuação L + LPF y(t) Regenerador Menagem regenerada incronização O inal y(t) à aída do filtro paa-baixo é expreo por: y t ak p t td KT n t ( ) = ( ) + ( ) K t d é o atrao de tranmião p~ t é o impulo p(t) ditorcido ( ) recuperação da menagem é tarefa do regenerador do inal onde o inal é amotrado periodicamente, endo: Se ~ p( ) = t = T + t d y t a a p T KT n t ( ) = + ( ) + ( ) K K ímbolo de canal interferência inter-imbólica (IIS) ruído Componente: - Igualador; - mplificador; - Recuperação do relógio; - motrador; - Circuito de decião.
3 Limitaçõe do canal de tranmião (cont.) O efeito combinado do ruído e da interferência inter-imbólica (IIS) podem reultar em erro na menagem regenerada: y(t) y(t ) Como diminuir o ruído (aume-e branco e gauiano)? t reduzir a largura de banda do filtro redução da potência de ruído; implica também o alargamento do impulo aumento da interferência inter-imbólica. Uma Uma limitação fundamental da da tranmião digital digital é a relação relação entre entre a IIS, IIS, a largura largura de de banda banda e o ritmo ritmo de de ímbolo [[ R = R b / b / log log (M)]. (M)]. t Coniderando um canal ideal paa-baixo com largura de banda B, é poível tranmitir ímbolo independente a uma taxa R B baud em IIS. Não é poível tranmitir ímbolo independente a R > B. Critério de Nyquit 3
4 Critério de Nyquit utilização da taxa de ímbolo máxima permitida (R = B, ritmo de Nyquit) pelo critério de Nyquit envolve a utilização de um impulo epecial, o impulo inc: TF = inc( Rt ) inc( t T ) P( f ) = T rect R p( t) = Não há influência do filtro paa-baixo, com largura de banda B filtro R /, no inal vito que P( f) = para f > R /. im, ete impulo não ofre ditorção devido ao filtro paa-baixo e por io pode-e ter R = B; Não há interferência inter-imbólica, embora p(t) não eja limitado no tempo, vito que ete tipo de impulo é igual a zero no intante t = ± T, ± T,. f epectro limitado Sem IIS Com IIS -T T T -T T T intante de amotragem intante de amotragem 4
5 Critério de Nyquit (cont.) Na prática o impulo inc não é realizável (requereria um filtro paa-baixo ideal e torna crítica a precião temporal no intante de amotragem): o problema de incronização ão reolvido uando impulo com uma forma deignada por coeno elevado com um factor de exceo de banda β entre e. ( ) Factor de exceo de banda: B = B β + com Epectro do impulo para f > : min B R min = = T R Forma do impulo: p(t) P(f) β = T β =.5 β = Largura de banda: R B = + = + T B min ( β ) ( β ) R = = T -T β =.5 -T T β = T t R (,5) R + R f O filtro é uma contante até ete valor β = ( β ) T f < Bmin T π f π P ( f ) = in Bmin f Bmin + β Bmin β f Bmin ( + β ) ( β ) ( β ) ( ) p t ( πβ t T ) ( β t T ) co t = inc T Nota: Para β = B = R 5
6 Diagrama de olho Indicador qualitativo do deempenho de um itema; Contrução do diagrama de olho: depende do nº de ímbolo adjacente que interferem com o ímbolo em análie: e ó o ímbolo adjacente interferem então teremo 8 equência para analiar; a equência piore ão e. Parâmetro que podem er avaliado atravé da obervação do diagrama de olho: Ditorção no intante de amotragem (IIS) intante de amotragem óptimo margem de ruído Limiar de decião Ditorção no cruzamento por zero ( T). Declive dá a enibilidade a erro no intante de amotragem Nota: Não-linearidade no itema de tranmião criam aimetria no diagrama de olho. Intervalo de tempo em que o inal pode er amotrado Jitter (%) = T/T b x 6
7 Diagrama de olho (impulo de Nyquit) Jitter elevado 7
8 Taxa de erro binário (Bit Error Rate - BER) ume-e que: o canal não introduz ditorção o impulo recebido etá livre de IIS; o ruído é aditivo, branco, gauiano, tem média nula e é independente do inal. Receptor digital de banda de bae: G( f )=η / Regenerador x(t) + LPF H(f) y(t) S/H y(t ) x e (t) inal regenerado incronização comparador O amotrador (Sample & Hold - S/H) retira amotra do inal: amotra ão comparada com um limiar de decião V: y y ( t ) > V ( t ) < V ( t ) = a n( t ) y + 8
9 Taxa de erro binário (cont.) ume-e que x(t) é um inal unipolar, i.e a = ( lógico) e a = ( lógico); y(t) fdp de y(t ) depende da fdp do ruído e do ímbolo tranmitido fdp condicionada; V x e (t) y(t K ) t K t y ( t ) = a + n( t ) H H : a : a = Y = N = Y = + N t variável aleatória com ditribuição gauiana fdp condicionada: p Y (y H ) = p N (y) p Y (y H ) = p N (y ) erro 9
10 Taxa de erro binário (cont.) figura eguinte motra curva típica para a fdp condicionada, aim como um limiar de decião Vth; p Y (y H ) = p N (y) P e V th V th =V opt probabilidade média de erro é dada por P e p Y (y H ) = p N (y-) Na ituação preente, o limiar de decião óptimo etá localizado em V opt = /. im, a probabilidade média de erro mínima vem dada por: y P P e e = P = P P = P P + PP e e e ( Y > V H ) = p ( y H ) th V V σ th ( Y < V H ) = p ( y H ) dy = Q com th Q V ( ) = Y Y π + e Vth dy = Q σ λ dλ Nota: para itema de comunicação óptica tem-e normalmente P e = -. P e = Q σ - inai binário; - ruído gauiano branco; - ímbolo equiprovávei.
11 Igualação em tranmião digital Independentemente do tipo de impulo ecolhido exite empre alguma IIS, reultado da imperfeiçõe do filtro, conhecimento incompleto da caracterítica do canal, etcneceidade de igualação. Em tranmião digital não é neceário igualar o inal em todo o tempo bata garantir que a IIS é nula ou deprezável no intante de amotragem; P i (f) canal Igualador H c ( f ) I ( f ) P eq (f) Igualador tranveral com N + coeficiente: p~ ( t ) T T T T c -N c N P ( f ) P ( f ) H ( f ) I ( f ) eq = i c p eq ( t) I ( f ) = P i Peq ( f ) ( f ) H ( f ) c O coeficiente ão calculado de modo a eliminar a IIS no intante de amotragem: N p ~ c ~ p eq ( t ) = cn p( T nt ) = n= N p eq ( t ) = = N n n= N n = ±, ±,..., ± N Igualador zero-forcing
12 Regeneradore - Caracterítica gerai - Sinal à entrada do receptor Igualador + amplificador y(t) S/H y(t ) x e (t) inal regenerado comparador Extractor de relógio Equema para um regenerador binário (M=) mplificador: repete o inal de entrada na aída, amplificando-o; Regenerador: regenera o inal de entrada realizando 3 funçõe (3R): Re-formatação (Igualação e amplificação - Rehaping); Re-temporização (extracção do inal de relógio - Retiming); Regeneração (amotragem e decião - Regeneration).
13 Regeneradore - Probabilidade de erro para uma cadeia de m ecçõe - Emior Regenerador Regenerador m Receptor meio de tranmião Cada regenerador é caracterizado por uma probabilidade de erro p dependente do código de linha ou técnica de modulação uada: Para o código NRZ polar (± /): p = Pe = Q n À medida que um dado bit é tranmitido de ecção em ecção, ete pode ofrer erro acumulativo (admitindo independência entre repetidore): ( ) m Prob (bit ofrer erro em m ecçõe) = P = C p p m (ditribuição binomial) Só haverá erro na recepção quando um bit ofrer um nº ímpar de erro. im, a probabilidade de erro de bit para uma cadeia com m ecçõe é: m m ( ) e p << e m não for muito grande P = P = C p p mp e, m ímpar ímpar 3
14 Regeneradore veru amplificadore - Deempenho - Probabilidade de erro de bit para uma cadeia com m ecçõe com amplificadore: P e, m = Q n = Q m n Probabilidade de erro de bit para uma cadeia com m ecçõe com regeneradore: Pe, m mp = mq n P e = 5 Ganho de potência, db m Exemplo: Para m = ecçõe itema com amplificadore exigem mai cerca de 8.5 db de potência (por repetidor) que itema com regeneradore. 4
15 Código de linha - Objectivo e caracterítica - Objectivo: O código de linha ão ecolhido de modo a ultrapaarem a limitaçõe do canal de tranmião e do equipamento aociado (e.g. amplificadore). Caracterítica: Baixa componente epectral na baixa frequência e zero à frequência zero: evita o vagueio DC; permite o acoplamento C por tranformador. Conteúdo de temporização uficiente (número de traniçõe) para viabilizar a recuperação do inal de relógio; Capacidade de detecção de erro (e.g. código MI); Largura de banda reduzida (inai multi-nível); Tranparência a toda a informação binária (e.g. deve er capaz de tranmitir longa equência de pulo); 5
16 Vantagem do NRZ unipolar: implicidade. NRZI - uma tranição equivale ao nível lógico imune à inverõe de polaridade. Vantagem do RZ e NRZ polar: meno potência para a mema probabilidade de erro. Vantagen do MI: Componente DC nula; Detecção de erro; Mai traniçõe que o NRZ. CMI - Coded Mar Inverion (utilizado na 4ª hierarquia europeia - 39 Mbp) / -/ - / Código de linha - lgun tipo - T b NRZ unipolar RZ unipolar NRZ polar RZ polar Bipolar ou MI Código peudo-ternário t t t Mancheter Devantagen do RZ e NRZ unipolar: inuficiente informação de temporização em longa equência de e (RZ); componente DC e na baixa frequência; não tem capacidade de detecção de erro. Devantagem do MI: longa equência de Solução: ubtituir a equência de zero por equência epeciai que contêm violaçõe intencionai do código - Bipolar N-Zero Subtitution (BNZS), High- Denity Bipolar N (HDBN). O HDB3 é uado para a ª, ª e 3ª hierarquia europeia. Vantagen do Mancheter: forte componente de temporização; componente DC nula. -/ t Devantagem do Mancheter: precia de mai largura de banda. 6
17 O epectro de potência de um inal digital aleatório (para ímbolo incorrelacionado) é dado por: G x O epectro de potência de x(t) contém impulo na harmónica do ritmo de ímbolo, a meno que m a = ou P( f ) = para toda a frequência f = n/t (T é o tempo de ímbolo). Sinal RZ unipolar: Código de linha - Epectro - ( f ) = σ R P( f ) + ( m R ) P( nr ) δ ( f nr ) a G x (f) T/4 T/6 G x ( f ) a n= = T inc 6 f T + 6 Mancheter HDB3 n= ( nπ ) in nπ RZ unipolar NRZ unipolar MI P ( f ) - epectro do impulo p(t) R - ritmo de ímbolo m a - média da amplitude do ímbolo σ a - devio padrão da amplitude do ímbolo δ f n T P com T T ( f ) = inc Mai largura de banda (-) Recuperação de relógio (+) Epectro na baixa frequência (-) Recuperação de relógio (-) Epectro na baixa frequência (+) Recuperação de relógio (+) f /T /T 3/T 4/T f 7
Transmissão de impulsos em banda-base
Transmissão de impulsos em banda-base Códigos de linha Sequências pseudo-aleatórias Baralhadores Códigos de linha A transformação de uma sequência binária na sua representação eléctrica é feita através
II-6 Análise de ruído e capacidade de canal
II-6 Análise de ruído e capacidade de canal (28 de janeiro de 2013) 1 Sumário 1. Causa dos erros na transmissão 1. Modelo AWGN e ISI 2. Modelo BSC 3. Efeito do ruído 4. Relação sinal/ruído 2. Curvas de
CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos
CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada
2 Conceitos de transmissão de dados
2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados /24 2. Características dos sinais digitais 2. Características dos sinais digitais 2/24 Características dos sinais digitais Sinal
Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.
Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):
Comunicação de dados - Transmissão de dados sobre a rede telefónica -
Comunicação de dado - Tranmião de dado obre a rede elefónica - A maior pare do erviço de dado ão fornecido por modem que eão a funcionar obre canai analógico - uo de modulação digial (e.g. ASK, FSK, PSK,
Multiplexação FDM. Amplamente utilizada de forma conjunta às modulações AM, FM, QAM, PSK Usada na comunicação de sinais analógicos e digitais
Multiplexação FDM Multiplexação por Divisão de Frequência A multiplexação não é em si uma técnica de modulação de sinais, mas é frequentemente utilizada de forma complementar Possibilita o envio simultâneo
Enunciados de Problemas
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES Enunciados de Problemas de Sistemas de Telecomunicações I Ano Lectivo de 2002/2003 2.17 Admita que o coeficiente de
Codificação e modulação
TRABALHO DE REDES UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR CURSO: BACHARELADO EM INFORMÁTICA PROF.:MARCO ANTÔNIO C. CÂMARA COMPONENTES: ALUNO: Orlando dos Reis Júnior Hugo Vinagre João Ricardo Codificação e modulação
Transmissão de impulsos em banda-base
Transmissão de impulsos em anda-ase 3 Formatação de impulsos para cancelamento da interferência intersimólica 3.1 O critério de Nyquist. O espectro dorado. Impulsos de cosseno elevado Interferência intersimólica
(11) Número de Publicação: PT 104681 A. (51) Classificação Internacional: H04L 5/00 (2006.01) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO
(11) Número de Publicação: PT 104681 A (51) Classificação Internacional: H04L 5/00 (2006.01) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: 2009.07.23 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação
Códigos de bloco. Instituto Federal de Santa Catarina Curso superior de tecnologia em sistemas de telecomunicação Comunicações móveis 2
Instituto Federal de Santa Catarina Curso superior de tecnologia em sistemas de telecomunicação Comunicações móveis 2 Códigos de bloco Prof. Diego da Silva de Medeiros São José, maio de 2012 Codificação
1 Transmissão digital em banda base
1 Transmissão digital em banda base A transmissão digital oferece algumas vantagens no que diz respeito ao tratamento do sinal, bem como oferecimento de serviços: Sinal pode ser verificado para avaliar
Modulação por Pulsos
Modulação por Pulsos Propriedades Amostragem de sinais Modulação por amplitude de pulso (PAM) Modulação por pulso codificado (PCM) Modulação por largura de pulso (PWM) Modulação por posição de pulso (PPM)
2 Conceitos de transmissão de dados
2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 1/51 2.3 Codificação dos dados 2.3 Codificação dos dados 2/51 2.3.1 Fonte de dados digital transmissão de dados digital Códigos de
Redes de Computadores Prof. Ivair Teixeira [email protected]
Redes de Computadores Prof. Ivair Teixeira [email protected] Nesta Aula Nessa Aula Digitalização de sinais analógicos Codificação. Bibliografia: RSCD - Stallings, William - Redes e Sistemas de Comunicação
Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2
Reitência do Materiai SUMÁRIO 1. TESÕES DE CISLHMETO... 1 1.1 DIMESIOMETO... 1. EXEMPLOS... Cialhamento 0 Prof. Joé Carlo Morilla Reitência do Materiai 1. Tenõe de Cialhamento Quando dua força cortante
Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006
Redes de Computadores Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Sinal no domínio do tempo Redes de Computadores 2 1 Sinal sinusoidal no tempo S(t) = A sin (2πft
Universidade Federal de Pernambuco
Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Eletrônica e Sistemas Prática 1: Modulação em Largura de Pulso (PWM) Circuitos de Comunicação Professor: Hélio Magalhães Alberto Rodrigues Vitor Parente
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A27 (1) SIMULADOR DE INDUTÂNCIA (GYRATOR) INDUTOR ATIVO
Processamento Digital de Sinais. Conversão A/D e D/A. Prof. Dr. Carlos Alberto Ynoguti
Processamento Digital de Sinais Conversão A/D e D/A Prof. Dr. Carlos Alberto Ynoguti Introdução A maioria dos sinais encontrados na natureza é contínua Para processá los digitalmente, devemos: Converter
Capítulo 5. Sensores Digitais
Sensores Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Capítulo 5 Sensores Digitais Capítulo 5 Codificador Incremental de Posição Capítulo 5 Codificador Incremental
Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE
Aociação de Profeore de Matemática Contacto: Rua Dr. João Couto, n.º 7-A 1500-36 Liboa Tel.: +351 1 716 36 90 / 1 711 03 77 Fax: +351 1 716 64 4 http://www.apm.pt email: [email protected] PROPOSTA DE RESOLUÇÃO
Formatação e Modulação em Banda Básica
Formatação e Modulação em Banda Básica Edmar José do Nascimento (Tópicos Avançados em Engenharia Elétrica I) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado
Aula 15 Amplificadores Operacionais (pág. 453 a 459)
Aula 15 Amplificadores Operacionais (pág. 453 a 459) Prof. Dr. Aparecido Nicolett PUC-SP Slide 1 Considerações gerais: Amplificadores Operacionais são amplificadores diferencias com ganho muito alto, impedância
Comunicações Digitais Manual do Aluno Capítulo 7 Workboard PCM e Análise de Link
Comunicações Digitais Manual do Aluno Capítulo 7 Workboard PCM e Análise de Link Laboratório de Telecomunicações - Aula Prática 4 Sub-turma: 3 Nomes dos alunos: Tarefa 17 Ruído em um Link Digital Objetivo:
Circuitos de Comunicação. Prática 1: PWM
Circuitos de Comunicação Prática 1: PWM Professor: Hélio Magalhães Grupo: Geraldo Gomes, Paulo José Nunes Recife, 04 de Maio de 2014 SUMÁRIO Resumo 3 Parte I PWM - Teoria 3 Geração do PWM 5 Parte II Prática
= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B
eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força
STV 8 SET 2008 2. uma polaridade de sincronismo negativa, com os pulsos de sincronismo na posição para baixo, como mostrado na figura abaixo
STV 8 SET 2008 1 ANÁLISE DOS SINAIS DE VÍDEO as três partes do sinal composto de vídeo, ilustradas na figura abaixo, são: 1 o sinal da câmera correspondendo às variações de luz na cena 2 os pulsos de sincronismo
Características do sinal de voz
Características do sinal de voz Análise na freuência: a voz apresenta um conteúdo espectral ue vai de 0 Hz a 0 khz; os sons vozeados ou nasais (e.g. vogais e algumas consoantes j, l, m) apresentam um espectro
1 --Filtros Analógicos
1 --Filtro Analógico 1.1 1.1 --Definição num filtro eléctrico é uma re electiva na, que actua obre a amlitu e/ou a fae do inal entrada, ntro um dado intervalo, não influenciando inai cuja e encontrem fora
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) CADERNO DE PROVAS PROVA DISCURSIVA
Concurso Público - NÍVEL MÉDIO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) CARGO: Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Técnico 1 Padrão I TEMA: CADERNO DE PROVAS PROVA DISCURSIVA
1 Problemas de transmissão
1 Problemas de transmissão O sinal recebido pelo receptor pode diferir do sinal transmitido. No caso analógico há degradação da qualidade do sinal. No caso digital ocorrem erros de bit. Essas diferenças
Errata. Livro: Transmissão Digital - Princípios e Aplicações Edição:1ª Código: 4391 Autores: Dayan Adionel Guimarães & Rausley Adriano Amaral de Souza
Errata Livro: Transmissão Digital - Princípios e Aplicações Edição:1ª Código: 4391 Autores: Dayan Adionel Guimarães & Rausley Adriano Amaral de Souza Página 3 Primeiro parágrafo Excluir o seguinte texto
Lista 1: Processo Estocástico I
IFBA/Introdução aos Processos Estocásticos/ Prof. Fabrício Simões 1 Lista 1: Processo Estocástico I 1. Esboce o espaço amostral do processo estocástico x(t) = acos(ωt + θ), em que ω e θ constantes e a
AULA 07 Distribuições Discretas de Probabilidade
1 AULA 07 Distribuições Discretas de Probabilidade Ernesto F. L. Amaral 31 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro:
Objectivo Geral: Modulação de Amplitude: standard, com supressão de portadora e QAM.
Departamento de Engenharia Electrotécnica Secção de Telecomunicações Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Licenciatura em Engenharia Informática Introdução às Telecomunicações 2005/2006
Eletrônica Básica II. Amplificadores Diferenciais e Multiestágio
Eletrônica Básica II Amplificadores Diferenciais e Multiestágio Amplificadores Diferenciais O amplificador diferencial é a configuração mais utilizada em circuitos integrados analógicos Como exemplo, o
A transformada de Laplace pode ser usada para resolver equações diferencias lineares com coeficientes constantes, ou seja, equações da forma
Introdução A tranformada de Laplace pode er uada para reolver equaçõe diferencia lineare com coeficiente contante, ou eja, equaçõe da forma ay + by + cy = ft), para a, b, c R Para io, a equação diferencial
Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.)
Um exemplo de Análie de Covariância A Regreão Linear e a Análie de Variância etudada até aqui, ão cao particulare do Modelo Linear, que inclui também a Análie de Covariância Em qualquer deta trê ituaçõe
Notas de Aula. EE210 Sistemas de Comunicação II
Notas de Aula EE10 Sistemas de Comunicação II Autor Docentes Prof. Dr. Dayan Adionel Guimarães Prof. Dr. Dayan Adionel Guimarães Prof. Dr. Rausley Adriano Amaral de Souza Prof. MSc. Marcelo Carneiro de
Professora FLORENCE. Resolução:
1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num
CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M.
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROMECÂNICA CONTROLO DE SISTEMAS APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox Pedro Dini Gapar António Epírito Santo J. A. M. Felippe de Souza
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP
Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Lita de Exercício Reolvido Profeor: 1 de 11 Data: 13/0/08 Caruo 1. Um menino, na tentativa de melhor conhecer o fundo do mar, pretende chegar a uma profundidade de
Prof. Daniela Barreiro Claro
O volume de dados está crescendo sem parar Gigabytes, Petabytes, etc. Dificuldade na descoberta do conhecimento Dados disponíveis x Análise dos Dados Dados disponíveis Analisar e compreender os dados 2
Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2008. Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr.
Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2008 COMO FAZER A IDENTIFICAÇÃO DAS VANTAGENS E RISCOS DAS PERMUTAS NOS EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS Prof. Dr. João da Rocha
Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação
Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: [email protected] Um modelo de imulação é uma repreentação
2 Conceitos de transmissão de dados
Conceitos de transmissão de dados Conceitos de transmissão de dados /7 . Imperfeições do canal de transmissão. Imperfeições do canal de transmissão /7 Imperfeições do canal de transmissão Sinal analógico
SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: ED-2970
SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: DESCRIÇÃO O sistema de treinamento em comunicação digital apresenta fácil aprendizado em princípios e aplicações da moderna tecnologia de comunicação
Amostragem e PCM. Edmar José do Nascimento (Princípios de Comunicações) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento
Amostragem e PCM Edmar José do Nascimento (Princípios de Comunicações) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Roteiro 1 Amostragem 2 Introdução O processo
Sistemas de Controle I
Sistemas de Controle I UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO TECNOLÓGICO PPGEE Prof.: Dr.Carlos Tavares Capítulo V Introdução ao Controle de Processos Industriais III.1 Controladores tipo Relé e PID III.2
SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: ED-2990 DESCRIÇÃO
SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: DESCRIÇÃO O sistema de treinamento é um equipamento educacional especializado na área de comunicação moderna tais como PCM, PAM, TDM e FDM. Também,
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO Amanda 5ª Atividade: Codificador e codificação de linha e seu uso em transmissão digital Petrópolis, RJ 2012 Codificador: Um codoficador
Exercícios Resolvidos de Biofísica
Exercício Reolvido de Biofíica Faculdade de Medicina da Univeridade de oimbra Exercício Reolvido de Biofíica Metrado ntegrado em Medicina MEMBRNS HOMOGÉNES Exercício 1. Numa experiência com uma membrana
MODULAÇÃO DE UM SINAL ANALÓGICO
Relatório de Microprocessadores 2007/2008 Engenharia Física Tecnológica MODULAÇÃO DE UM SINAL ANALÓGICO USANDO UM PWM E UM CIRCUITO RC E AQUISIÇÃO ATRAVÉS DE UM ADC Laboratório IV Trabalho realizado por:
Amostragem e Conversão A/D
Amostragem e Conversão A/D Edmar José do Nascimento (Princípios de Comunicações) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Roteiro 1 Amostragem 2 Introdução
107484 Controle de Processos Aula: graus de liberdade, variáveis de desvio e linearização
107484 Controle de Proceo Aula: grau de liberdade, variávei de devio e linearização Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Univeridade de Braília UnB 1 o Semetre 2015 E. S.
Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).
2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()
1 CÓDIGOS DE TRANSMISSÃO EM BANDA BASE
Página 1 1 CÓDIGOS DE TRANSMISSÃO EM BANDA BASE Devido à simplicidade e eficiência que podem ser obtidos com sistemas de transmissão banda base, são estes os mais largamente utilizados em comunicação de
Apostila de SINAIS E SISTEMAS
Apotila de SINAIS E SISTEMAS Álvaro Luiz Stelle (PhD) DAELN CPGEI CEFET PR Março de 5 I PREFÁCIO Eta apotila tem como objetivo dar ao leitor um embaamento teórico da Tranformada de Laplace, de Fourier
4.5 Limiar da relação Sinal / Ruído em função do Nível de Sinal
4. Limiar da relação Sinal / Ruído em função do Nível de Sinal 4..1 Objetivo O objetivo principal deste ensaio é avaliar o desempenho do receptor digital quanto à sua sensibilidade. Para este ensaio serão
Tecnologia Mundial em Transporte e Distribuição de sinais de TV. www.linear.com.br
Tecnologia Mundial em Transporte e Distribuição de sinais de TV Santa Rita do Sapucaí -MG Ilhéus - BA Ilhéus - BA Pça Linear,100 37540-000 - Santa Rita do Sapucaí-MG Brasil - (5535) 3473-3473 (5535) 3473-3474
Teoria das Comunicações Prof. André Noll Barreto. Prova 3 2015/1 (02/07/2015)
Teoria das Comunicações Prova 3 2015/1 (02/07/2015) Aluno: Matrícula: Instruções A prova consiste de três questões discursivas A prova pode ser feita a lápis ou caneta Não é permitida consulta a notas
Sinal analógico x sinal digital. Sinal analógico. Exemplos de variações nas grandezas básicas. Grandezas básicas em sinais periódicos
Plano Redes de Computadores Transmissão de Informações nálise de Sinais ula 04 Introdução Dados, sinais e transmissão Sinal analógico x sinal digital Sinais analógicos Grandezas básicas Domínio tempo x
Transmissão de Dados
T 1 Transmissão de Dados FEUP/DEEC/RCD 2002/03 MPR/JAR T 2 Terminologia e Conceitos Meios de transmissão A transmissão de sinais, sob a forma de ondas electromagnéticas, é suportada em meios de transmissão
EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO - UNICAMP EE-832 - LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA INDUSTRIAL EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 7. Introdução A máquina de corrente
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Itrodução Aálie o domíio do tempo Repota ao degrau Repota à rampa Repota à parábola Aálie o domíio da freqüêcia Diagrama de Bode Diagrama de Nyquit Diagrama de Nichol Eta aula EM
Modulação. Modulação e Codificação. Modulação. Modulação. Técnicas de Modulação
Modulação e Codificação Modulação Dados analógicos Sinais analógicos Dados digitais Sinais analógicos Codificação Dados analógicos Sinais digitais Dados digitais Sinais digitais Modulação Processo pelo
Organização e Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva
Organização e Arquitetura de Computadores Hierarquia de Memória Ivan Saraiva Silva Hierarquia de Memória A Organização de Memória em um computador é feita de forma hierárquica Registradores, Cache Memória
4 CARACTERÍSTICA DE DESEMPENHO DE RECEPÇÃO
4 CARACTERÍSTICA DE DESEMPENHO DE RECEPÇÃO Este bloco de ensaios visa a avaliar as características dos sistemas de TV Digital ATSC, DVB-T e ISDB-T para recepção dos sinais. 4.1 Limiar da relação portadora
Mobilidade: implicações económicas. Prof. João Confraria ( UCP )
Mobilidade Uma presença pervasiva no quotidiano das sociedades modernas 21 de Outubro de 2004 Hotel Le Meridien Mobilidade: implicações económicas Prof. João Confraria ( UCP ) Patrocínio Organização Mobilidade:
Terminologias Sinais Largura de Banda de Dados Digitais. Sinais e Espectro
Sinais e Espectro Edmar José do Nascimento (Tópicos Avançados em Engenharia Elétrica I) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Engenharia
Afetação de recursos, produtividade e crescimento em Portugal 1
Artigo 65 Afetação de recuro, produtividade e crecimento em Portugal 1 Daniel A. Dia 2 Carlo Robalo Marque 3 Chritine Richmond 4 Reumo No período 1996 a 2011 ocorreu uma acentuada deterioração na afetação
Apresentação dos Requisitos Do Edital Inmetro nº 01/2011
Apresentação dos Requisitos Do Edital Inmetro nº 01/2011 Anexo B Especificações do simulador Eduardo Lopes Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade Objetivos Apresentar o simulador de pista com
Observação: CURSOS MICROSOFT
Obervação: O material utilizado nete curo é de propriedade e ditribuição da emprea Microoft, podendo er utilizado por qualquer peoa no formato de ditribuição WEB e leitura em PDF conforme decrito na lei
Capítulo 3: Osciladores, V CO e PLL (sintetizadores de frequência)
(sintetizadores de frequência) Tipos osciladores Cir. Eletrônica Aplica. Definição e aplicação Classes: 2 Tipos: senoidais, triangulares e onda quadrada Fatores: Frequência de operação Amplitude de saída
COMUNICAÇÃO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO PROF. MARCIO EISENCRAFT
COMUNICAÇÃO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO PROF. MARCIO EISENCRAFT Baseado em http://ocw.mit.edu/courses/electrical-engineering-and-computer-science/6-450- principles-of-digital-communications-i-fall-2006/video-lectures/lecture-1-introduction/
Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro
1 Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro Capitulo 1: Para começarmos a falar sobre TV Digital devemos conhecer os tipos de modulação digital que existem e entender, ao menos,
Cristais e Filtros Piezelétricos
UERJ Circuitos de Comunicação Prof. Gil Pinheiro Circuitos de Comunicação Cristais e s Piezelétricos Gil Pinheiro UERJ/FEN/DETEL UERJ Circuitos de Comunicação Prof. Gil Pinheiro Objetivo: s passabanda
Fundamentos de Transmissão de Dados. Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I
Fundamentos de Transmissão de Dados Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I 2 Fundamentos da Transmissão de Dados Tipos de Transmissão Analógica
Formatação de fonte. Teorema da amostragem
Formatação de ote 1 Teorema da amotragem Do aalógico para o digital A amotragem (itatâea) de um ial ou orma de oda aalógica é o proceo pelo qual o ial paa a er repreetado por um cojuto dicreto de úmero.
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos. Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM. Versão 1.
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM PROXSYS Versão 1.4 Setembro -2015 Controlador Industrial CP-WS1
-ESTRUTURA VIÁRIA TT048 SUPERELEVAÇÃO
INFRAINFRA -ESTRUTURA VIÁRIA TT048 SUPERELEVAÇÃO Profa. Daniane Franciesca Vicentini Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Márcia de Andrade Pereira DEFINIÇÕES CORPO ESTRADAL: forma assumida
5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI
68 5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI O software VPI foi originalmente introduzido em 1998 e era conhecido como PDA (Photonic Design Automation). O VPI atualmente agrega os
III-2 Cyclic Redundancy Check
III-2 Cyclic Redundancy Check 1 Dezembro de 2010 ISEL-DEETC- 1 Sumário 1. Códigos cíclicos 2. Polinómio gerador. CRC 1. Cálculo dos bits de paridade 2. Verificação dos bits de paridade 4. Divisão de polinómios
Considerações Finais. Capítulo 8. 8.1- Principais conclusões
Considerações Finais Capítulo 8 Capítulo 8 Considerações Finais 8.1- Principais conclusões Durante esta tese foram analisados diversos aspectos relativos à implementação, análise e optimização de sistema
PERMUTADOR DE PLACAS TP3
PERMUTADOR DE PLACAS TP3 LABORATÓRIOS DE ENGENHARIA QUÍMICA I (2009/2010 1. Objectivos Determinação de coeficientes globais de transferência de calor num permutador de calor de placas. Cálculo da eficiência
Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade
Enterprie Quality Management [EQM] Excelência em Getão da Qualidade A Getão da Qualidade Total, do inglê Total Quality Management - TQM é uma etratégia de adminitração completa que tem como objetivo principal
DISTRIBUIÇÕES ESPECIAIS DE PROBABILIDADE DISCRETAS
VARIÁVEIS ALEATÓRIAS E DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES 1 1. VARIÁVEIS ALEATÓRIAS Muitas situações cotidianas podem ser usadas como experimento que dão resultados correspondentes a algum valor, e tais situações
GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO
GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO Diertação apreentada ao Intituto Nacional de Telecomunicaçõe, como parte do requiito para obtenção do Título
2 Medição da taxa de bits errados (BER)
Medição da taxa de bits errados (BER) Este capítulo tem como objetivo destacar a importância da medição da BER, descrever as principais fontes causadoras de erro e caracterizar as técnicas de medição para
MOQ-14 Projeto e Análise de Experimentos
Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Mecânica-Aeronáutica MOQ-14 Projeto e Análise de Experimentos Profa. Denise Beatriz Ferrari www.mec.ita.br/ denise [email protected] Regressão Linear
METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL
METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL Leandro Michel * Robinon F. de Camargo * [email protected] [email protected] Fernando Botterón *
Conversão Digital Analógico e Analógico Digital. Disciplina: Eletrônica Básica Prof. Manoel Eusebio de Lima
Conversão Digital Analógico e Analógico Digital Disciplina: Eletrônica Básica Prof. Manoel Eusebio de Lima Agenda Grandezas Digitais e Analógicas Por que converter? Diagrama básico para conversão Conversores
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?
Introdução à Redes de Computadores
Introdução à Redes de Computadores 1 Agenda Camada 1 do modelo OSI (continuação) 2 1 Camada 1 do modelo OSI Continuação 3 Sinais Analógicos e Digitais Os sinais são uma voltagem elétrica, um padrão de
UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Aula-02
UFSM-CTISM Comunicação de Dados Aula-02 Professor: Andrei Piccinini Legg [email protected] Santa Maria, 2012 Sistema de Comunicação Digital Fonte de informação Modulador Informatica Canal Destino Demodulador
Filtros Analógicos Ativos
Filtro Analógico Ativo Topologia Sallen-Key FPB Prof. láudio A. Fleury onteúdo. Introdução. Filtro Paa-Baixa de a. Ordem 3. Mudança de Ecala 4. Filtro Paa-Alta de a. Ordem 5. Filtro Paa-Faixa e ejeita-faixa
