Sistemas de Controle I
|
|
|
- Maria das Dores Custódio Brás
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistemas de Controle I UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO TECNOLÓGICO PPGEE Prof.: Dr.Carlos Tavares
2 Capítulo V Introdução ao Controle de Processos Industriais III.1 Controladores tipo Relé e PID III.2 Métodos de Sintonização Heurística de Controladores PID
3 III.1 Controladores do tipo Relé e PID III Controlador do tipo Relé - Ação de controle de duas posições ou liga desliga: Em um controle de duas posições, o sinal u(t) permanece em um valor máximo ou em um valor mínimo, dependendo do sinal de erro e(t) ser maior ou menor que um certo valor E 1. u(t) = M 1 p/ e(t) > E 1 = M 2 p/ e(t) < E 1 Obs.: Usualmente M 2 é zero ou M 1.
4 V Controlador do tipo Relé Para prevenir uma operação freqüente demais do mecanismo liga-desliga (on off), muitas vezes é colocado intencionalmente um intervalo (ou histerese) diferencial através do qual o sinal de erro atuante deve mover se antes de ocorrer o chaveamento. Exemplo: Descarga sanitária com histerese.
5 V.1.2 Controlador Proporcional - Ação de controle proporcional u(t) = K p e(t) C(s) = K p amplificador com ganho Considere uma planta arbitrária de 2 a ordem G(s) = T(s) = s 2 b + as + b A saída deste sistema para uma entrada degrau unitário é: ω n σt y(t) = K DC 1 e sen( ωdt + φ) ωd s 2 K + as + P b b + K P b = s 2 + K ω 2 DC n 2 2ξω n s + ω n Com o aumento de K p, ω d /ω n diminui muito pouco, enquanto ω d aumenta bastante. Assim, o controle proporcional aumenta a velocidade com que o erro tende a zero.
6 V.1.2 Controlador Proporcional Ilustração: Obs. 1: K p CG sistema mais robusto Obs. 2: Em alguns casos, o controle proporcional é essencial para eliminar o erro. O erro do sistema em regime estacionário é: e(t) = Para sistemas de ordem maior que 2 o aumento de K p pode levar o sistema à instabilidade.
7 V.1.3 Controlador Integral - Ação de controle integral: u(t) = K T C(s) = K I /st I, T I tempo integral taxa de restabelecimento. Obs.: A análise do erro estacionário pressupõe que o sistema é estável. Este controle tem como principal virtude a capacidade de gerar um sinal de controle de valor finito com sinal de erro nulo. Isto porque u é uma função dos valores passados de e(t), mais do que do atual como no controle proporcional. Exemplo: (Apostila) I p T T 0 e( t) dt A principal razão do controle integral é reduzir ou eliminar erros de estado estacionário, mas isto pode acarretar redução da estabilidade. Em geral, qualquer sistema se tornará menos estável ou menos atenuado pela adição de um controle integral.
8 V.1.4 Controlador Proporcional Integral - Ação de controle proporcional integral: u(t) = U(s)= K O controlador PI equivale a dar um ganho K p / T I na malha direta, adicionar um zero em s = - 1 / T I e um pólo em s = 0 à função de transferência de malha aberta (aumenta a ordem e o tipo do sistema). Exemplo: (Apostila) p K K e( t) + T I p t 0 e( t) dt 1 K I 1 + E( s) = K p E( s) E( s) T I s s p +
9 V.1.5 Controlador (Proporcional) Derivativo - Ação de controle derivativa: u(t) = K p T D e(t) + K p e(t) C(s) = K p T D s + K p É usado tipicamente para aumentar o amortecimento e geralmente para melhorar a estabilidade de um sistema. O efeito do controle derivativo na resposta transitória de um sistema de controle a realimentação, pode ser investigado recorrendo se às respostas temporais mostradas no gráfico a seguir:
10 V.1.5 Controlador (Proporcional) Derivativo
11 V.1.5 Controlador (Proporcional) Derivativo Exemplos: (Apostila) Enquanto o controlador PI melhora o erro estacionário em uma ordem, simultaneamente permitindo uma resposta transitória com pouco ou nenhum sobre sinal, o tempo de subida pode ser um tanto grande. Isso não é surpreendente, já que o controlador PI é, essencialmente, um filtro passa baixa que atenua os sinais de alta freqüência. Isto motiva o uso do controlador PID, já que as melhores propriedades de cada controlador podem ser utilizadas.
12 V.1.6. Controlador Proporcional + Integral + Derivativo Ação de controle: Ou
13 V.2. Métodos de Sintonização Heurística de Controladores PID III.2.1. Atraso de Transporte Puro O atraso de transporte é bastante comum na maioria dos sistemas físicos e consiste do tempo que o sistema necessita para responder a um determinado estímulo. Um sistema que consiste apenas de um atraso puro tem a seguinte resposta ao degrau unitário:
14 V.2.1. Atraso de Transporte Puro Na figura abaixo mostramos a resposta ao degrau unitário que tem um sistema de 1 a ordem sem e com atraso de transporte puro. A forma da saída com atraso é: ou ainda, y 2 (t) = y 1 (t T d ) Y 2 (s) = [y 1 (t a)] = Logo, a função de transferência de um atrasador puro é: G(s) = e T d s 0 y st Td s ( t T ) e dt = e Y1 ( 1 d s Como exemplo de sistemas com atraso de transporte citamos os sistemas com transmissões hidráulicas, pneumáticas ou mecânicas. )
15 III.2.2. Método de Sintonização pela Curva de Reação (Ziegler-Nichols). Obs.: Neste método os dados do PID são levantados em testes com o sistema em malha aberta. Ziegler e Nichols observaram que a resposta ao degrau da maioria dos sistemas de controle de processos tem a forma geral de um s, como mostrado abaixo: que é chamada de curva de reação do processo e pode ser gerada experimentalmente ou a partir de uma simulação dinâmica da planta. A forma da curva é característica de sistemas de ordem elevada, e a relação entrada saída pode ser aproximada por Y ( s) U ( s) = Ke T d s τs + 1 u(t) é um degrau unitário que é um sistema de 1 a ordem mais um atraso de transporte.
16 V.2.2. Método de Sintonização pela Curva de Reação (Ziegler-Nichols). A escolha dos parâmetros do controlador é baseada em uma razão de decaimento de aproximadamente 0,25, que significa que o transitório dominante decai a um quarto de seu valor após um período de oscilação, como mostrado abaixo:
17 V.2.2. Método de Sintonização pela Curva de Reação (Ziegler-Nichols). O decaimento de um quarto corresponde a ξ = 0,21 e é um bom compromisso entre rapidez de resposta e margem de estabilidade adequada. Os parâmetros do regulador PID C( s) 1 = K + + T s p 1 D TI s sugerido por Ziegler Nichols para razão de decaimento de 0,25 são mostrados na tabela abaixo:
18 V.2.2. Método de Sintonização pela Curva de Reação (Ziegler-Nichols). Tipo do controlador Ganho ótimo P K p = 1 RL PI PID 1,2 RL 0,9 RL K p =, T I = L K p =, T I = 2L, T D = 0,5L
19 V.2.3. Método do Ganho Crítico (Ziegler Nichols). Obs.: Neste método, os parâmetros do PID são levantados em testes com o sistema em malha fechada. Procedimento: O ganho de um controlador proporcional é variado até serem observadas oscilações contínuas, isto é, ata o sistema tornar-se marginalmente estável. O ganho crítico correspondente K c e o período de oscilação P c são determinados como mostrado na figura abaixo:
20 V.2.3. Método do Ganho Crítico (Ziegler Nichols). Os parâmetros do regulador PID são mostrados na tabela abaixo: Tipo do controlador P Ganho ótimo K p = 0,5K c PI K p = 0,45K c, T I = 1 P c 1,2 PID K p = 0,6K c, T I =, T D = 1 2 P c 1 P c 8
21 V.3. Projeto por Realocação de Pólos V.3.1. Resposta no Tempo de Sistemas de 1ª Ordem
22 V.3.2. Controlador PI
23 V.3.2. Controlador PI
24 V.3.3. Análise de Sistema de Segunda Ordem
25 V.3.3. Análise de Sistema de Segunda Ordem
26 V.3.4 Controlador PID
27 V.3.4 Controlador PID
28 V.3.4 Controlador PID
SISTEMAS REALIMENTADOS
SISTEMAS REALIMENTADOS Prof.: Helder Roberto de O. Rocha Engenheiro Eletricista Doutorado em Computação Sintonia de controladores PID Mais da metade dos controladores industriais em uso emprega sistemas
Projeto pelo Lugar das Raízes
Projeto pelo Lugar das Raízes 0.1 Introdução Controle 1 Prof. Paulo Roberto Brero de Campos Neste apostila serão estudadas formas para se fazer o projeto de um sistema realimentado, utilizando-se o Lugar
Ajuste de Reguladores de Velocidade de Turbinas Hidráulicas
Ajuste de Reguladores de Velocidade de Turbinas Hidráulicas Características do Controle de Velocidade de Turbinas Hidráulicas Resposta Inversa da Turbina: Necessidade de redução de ganho transitório; Redução
Modelos Matemáticos de Sistemas
Modelos Matemáticos de Sistemas Introdução; Equações Diferenciais de Sistemas Físicos; Aproximações Lineares de Sistemas Físicos; Transformada de Laplace; Função de Transferência de Sistemas Lineares;
Exemplo de Projeto. 2. Controle de velocidade de um fita de áudio digital sujeito a retardo no tempo 2.1. Controle PID 2.2. Estabilidade robusta
Exemplo de Projeto 1. Retardo no tempo 1.1. Modelo de incerteza? 2. Controle de velocidade de um fita de áudio digital sujeito a retardo no tempo 2.1. Controle PID 2.2. Estabilidade robusta 3. Exercícios
Sintonia do compensador PID
Sintonia do compensador PID 0.1 Introdução DAELN - UTFPR - Controle I Paulo Roberto Brero de Campos Neste capítulo será estudado um problema muito comum na indústria que consiste em fazer o ajuste dos
I Controle Contínuo 1
Sumário I Controle Contínuo 1 1 Introdução 3 11 Sistemas de Controle em Malha Aberta e em Malha Fechada 5 12 Componentes de um sistema de controle 5 13 Comparação de Sistemas de Controle em Malha Aberta
Controlador PID: algoritmo, estrutura e sintonia
Controlador PID: algoritmo, estrutura e sintonia Prof. Marcus V. Americano da Costa F o Departamento de Engenharia Química Universidade Federal da Bahia Salvador-BA, 05 de setembro de 2018. Sumário 1 Introdução
Método do Lugar das Raízes
Método do Lugar das Raízes 1. Conceito do Lugar das Raízes 2. Virtudes do Lugar das Raízes (LR) pag.1 Controle de Sistemas Lineares Aula 8 No projeto de um sistema de controle, é fundamental determinar
Reguladores de Velocidade
Reguladores de Velocidade Introdução O regulador de velocidade controla a velocidade da turbina e portanto a frequência da tensão do gerador síncrono; Para que a velocidade seja mantida no valor desejado,
3 Modelo Cinemático do Veículo
3 Modelo Cinemático do Veículo Nesse capítulo se faz uma breve apresentação do modelo cinemático do veículo, descrito em (Speranza,Spinola, 2005) e em seguida projeta-se a malha de controle onde são feitos
PMR3404 Controle I Aula 3
PMR3404 Controle I Aula 3 Resposta estática Ações de controle PID Newton Maruyama 23 de março de 2017 PMR-EPUSP Classificação de sistemas de acordo com o seu desempenho em regime estático Seja o seguinte
SINTONIA DE UM CONTROLADOR PID NO AQUECIMENTO DE UMA CÂMARA TÉRMICA
SINTONIA DE UM CONTROLADOR PID NO AQUECIMENTO DE UMA CÂMARA TÉRMICA Carlos Eduardo Fontes da Silva ([email protected]) Víctor Orlando Gamarra Rosado ([email protected]) UNESP - Universidade Estadual
PID e Lugar das Raízes
PID e Lugar das Raízes 1. Controlador PID 2. Minorsky (1922), Directional stability of automatically steered bodies, Journal of the American Society of Naval Engineers, Vol. 34, pp. 284 Pilotagem de navios
Ações de controle básicas: uma análise do desempenho em regime
Capítulo 3 Ações de controle básicas: uma análise do desempenho em regime estático 3. Introdução Neste capítulo, as ações de controle básicas utilizadas em controladores industriais e o seu desempenho
Projeto básico de controladores
Projeto básico de controladores l l l l Definição das margens Diagramas de Bode Diagramas de Nyquist Exemplos de projetos Margem de ganho Conhecido o máximo ganho (K m ) que assegure a estabilidade para
AULA #10. Introdução ao Controle por Realimentação
AULA #10 ntrodução ao Controle por Realimentação ntrodução ao Controle por Realimentação Neste momento, ao processo químico serão adicionados os outros elementos que compõem um sistema de controle por
Controle de Processos Aula: Ações de Controle
Aula 7484 Controle de Processos Aula: Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília UnB o Semestre 26 E. S. Tognetti UnB) Controle de processos / Ação proporcional
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas
Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação
Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação Introdução; Sinais de entrada para Teste; Desempenho de um Sistemas de Segunda Ordem; Efeitos de um Terceiro Pólo e de um Zero na Resposta Sistemas
3. Métodos de Medição e Instrumentação 1
3. Métodos de Medição e Instrumentação Sumário 3.1 Introdução 3.2 Métodos de medição 3.2.1 Métodos analógicos 3.2.2 Métodos digitais 3.2.3 Métodos de comparação 3.2.4 Métodos de medição de resistência
LABORATÓRIO DE CONTROLE I SINTONIA DE CONTROLADOR PID
UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE CONTROLE I Experimento 6: SINTONIA DE CONTROLADOR PID COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCENTES: Lucas Pires
Cintia Ayumi Kagueyama. Sintonia do controlador PID: Método de Ziegler Nichols Modificado.
Cintia Ayumi Kagueyama Sintonia do controlador PID: Método de Ziegler Nichols Modificado. Londrina, 2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Sintonia do controlador
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID)
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID) AÇÕES DE CONTROLE O controlador PID é um controlador composto por três ações de controle Ação proporcional: u t = k e t Ação integral: u t = k 0 t
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID)
CONTROLADOR PROPORCIONAL, INTEGRAL E DERIVATIVO (PID) AÇÕES DE CONTROLE O controlador PID é um controlador composto por três ações de controle Ação proporcional: u t = k e t Ação integral: u t = k 0 t
Sintonia de Controladores PID. TCA: Controle de Processos 2S / 2012 Prof. Eduardo Stockler Universidade de Brasília Depto. Engenharia Elétrica
Sintonia de Controladores PID TCA: Controle de Processos 2S / 2012 Prof. Eduardo Stockler Universidade de Brasília Depto. Engenharia Elétrica Sintonia de Controladores Características Desejáveis do Controlador
Experimento #3 OSCILADORES SENOIDAIS. Guia de Experimentos. Osciladores senoidais com amplificadores operacionais LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA Experimento #3 OSCILADORES SENOIDAIS Osciladores senoidais
Controle de Processos Aula: Sintonia de Controladores PID
107484 Controle de Processos Aula: Sintonia de Controladores PID Prof. Eduardo Stockler Departamento de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília 1º Semestre 2015 Sintonia de Controladores Características
CARACTERIZAÇÃO DEPROCESSOS
CARACTERIZAÇÃO DEPROCESSOS ESINTONIA DECONTROLADORES PORMÉTODOSEMPÍRICOS Profa. Cristiane Paim Semestre 2014-2 Caracterização de Processos Considere a configuração série de um sistema de controle: Dado
Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1
Erros de Estado Estacionário Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Projeto e análise de sistemas de controle: Resposta de Transiente Estabilidade Erros de Estado Estacionário (ou Permanente) Diferença entre
Controladores PID - Efeitos e sintonia
- Efeitos e sintonia Guilherme Luiz Moritz 1 1 DAELT - Universidade Tecnológica Federal do Paraná 03 de 2013 Guilherme Luiz Moritz Avaliação UTFPR - Engenharia industrial elétrica - ênfase em eletrônica/telecomunicações
Questões para Revisão Controle
Questões para Revisão Controle 1. (PROVÃO-1999)A Figura 1 apresenta o diagrama de blocos de um sistema de controle, e a Figura 2, o seu lugar das raízes para K > 0. Com base nas duas figuras, resolva os
SISTEMA DE TREINAMENTO EM SERVO MECANISMO MODELO: ED-4400B
SISTEMA DE TREINAMENTO EM SERVO MECANISMO MODELO: O aprendizado do conceito de um sistema de servo mecanismo é efetuado facilmente com o. A construção modular, com cada módulo representando um função diferente,
Capacitor em corrente contínua
Capacitor em corrente contínua OBJETIVOS: a) estudar o processo de carga e descarga de um capacitor em regime de corrente contínua; b) verificar experimentalmente o significado da constante de tempo (τ)
Amplificador a transistor
Amplificador a transistor Amplificador significa ampliar um sinal ou um som através da amplitude. Tipos de amplificadores Os amplificadores podem ser divididos em várias categorias: Quanto à amplitude
Choppers Conversores CC/CC. Professor: Cleidson da Silva Oliveira
Choppers Conversores CC/CC Professor: Cleidson da Silva Oliveira Choppers Conversores CC/CC São utilizados para converter uma fonte CC fixa em uma fonte CC variável; São amplamente utilizados em controle
Introdução. Introdução. Introdução Controle. Introdução Controle. Controle Conceitos básicos 05/30/2016. Introdução à Robótica Controle
à Robótica Prof. Douglas G. Macharet [email protected] de robôs móveis Assunto para um semestre inteiro Teoria de controle Assunto para vários semestres Engenharia de e Automação Serão abordados
Atraso de transporte e controlador de modelo interno
Experiência 10 Atraso de transporte e controlador de modelo interno 10.1 Introdução Esta experiência tem por objetivos servir como uma breve e simplificada apresentação a sistemas com atraso de transporte,
Novos métodos de Sintonia de Controladores PID
Novos métodos de Sintonia de Controladores PID. Introdução Existem diversas questões que devem ser consideradas no projeto de controladores PID, como por exemplo: Resposta a distúrbios de carga; Resposta
SILVIO CELSO PEIXOTO GOMES LUGAR GEOMÉTRICO DAS RAÍZES INCREMENTAL E SUA APLICAÇÃO NA SINTONIA DE CONTROLARES PID.
SILVIO CELSO PEIXOTO GOMES LUGAR GEOMÉTRICO DAS RAÍZES INCREMENTAL E SUA APLICAÇÃO NA SINTONIA DE CONTROLARES PID. SÃO CAETANO DO SUL 009 SILVIO CELSO PEIXOTO GOMES LUGAR GEOMÉTRICO DAS RAÍZES INCREMENTAL
EA-721 : PRINCÍPIOS DE CONTROLE E SERVOMECANISMO Primeira Lista de Exercícios
EA-721 : PRINCÍPIOS DE CONTROLE E SERVOMECANISMO Primeira Lista de Exercícios José C. Geromel e Rubens H. Korogui Exercício 1 Resolva as equações diferenciais a seguir pelo método dos coeficientes a determinar
CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA
CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA SISTEMAS ANALÓGICOS Prática: 4 Assunto: Amplificador Operacional - Parte IV Objetivos: Montar e testar as configurações de comparadores. Material
Aula 6: Controladores PI
Aula 6: Controladores PI prof. Dr. Eduardo Bento Pereira Universidade Federal de São João del-rei [email protected] 31 de agosto de 2017. prof. Dr. Eduardo Bento Pereira (UFSJ) Controle II 31 de agosto
Controle Básico Realimentado (Feedback)
Departamento de Engenharia Química e de Petróleo UFF Disciplina: TEQ102- CONTROLE DE PROCESSOS Introdução ao Controle Antecipatório (Feedforward control) Prof a Ninoska Bojorge Controle Básico Realimentado
Mario Campos, Dr.ECP PETROBRÁS/CENPES. Engenharia Básica em Automação e Otimização de Processos (EB/AOT)
Controle Regulatório Avançado e Sintonia de Controladores PID Mario Campos, Dr.ECP PETROBRÁS/CENPES Engenharia Básica em Automação e Otimização de Processos (EB/AOT) e-mail: mariocampos@petrobras petrobras.com..com.br
defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt arga e descarga de um condensador em.. Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino
Profa. Luciana Rosa de Souza
Profa. Luciana Rosa de Souza o Curto prazo e Longo prazo No estudo da produção, é importante que se diferencie o curto prazo do longo prazo. Curto Prazo: refere-se ao período de tempo no qual um ou mais
Motores. Motores Como funcionam. Motores Como funcionam. Motores Como funcionam. Motores Tipos 03/23/2016
Introdução à Robótica e Prof. Douglas G. Macharet [email protected] Energia Elétrica Energia Mecânica Direct Current (DC) Corrente contínua Amplamente utilizado em robótica Pequeno, barato,
Controle de Processos
Controle de Processos Na natureza o controle de processos é fundamental para a vida Crescimento de plantas e animais temperatura corporal batimento cardíaco Pressão sanguínea Movimento e estabilidade do
Circuito integrado Temporizador 555. Circuito Integrado Temporizador (Timer) 555
Circuito Integrado Temporizador (Timer) 555 Apesar de não se tratar de um componente digital, faremos agora um estudo do Timer 555. Este circuito Integrado é largamente utilizado como base de marcação
Aplicações das derivadas ao estudo do gráfico de funções
Aplicações das derivadas ao estudo do gráfico de funções MÁXIMOS E MÍNIMOS LOCAIS: Seja f uma f. r. v. r. definida num intervalo e D f. 1) f tem um mínimo local f ( ), em, se e só se f ( ) f ( ) para qualquer
MEDIDOR E MONITOR DE VAZÃO CALORIMÉTRICO
R MEDIDOR E MONITOR DE VAZÃO CALORIMÉTRICO Para Líquidos Compensação inteligente de temperatura Com ajuste do range de medição Montagem simples e fácil Nenhuma parte móvel Sem desgaste mecânico Perda de
Capítulo 3 Sistemas de Controle com Realimentação
Capítulo 3 Sistemas de Controle com Realimentação Gustavo H. C. Oliveira TE055 Teoria de Sistemas Lineares de Controle Dept. de Engenharia Elétrica / UFPR Gustavo H. C. Oliveira Sistemas de Controle com
Inspeção de Qualidade
Roteiro Inspeção de Qualidade 1. Inspeção para Aceitação 2. Planos de Amostragem Simples 3. Determinação Plano de Amostragem 4. Inspeção Retificadora 5. Plano de Amostragem Dupla 6. Planos de Amostragem
Teoria do Controlo. Síntese de controladores. Controladores PID MIEEC
Teoria do Controlo Síntese de controladores Controladores PID MIEEC! Esquema de controlo r - G c (s) G p (s) y TCON 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Controlador com pura ação proporcional
Controle de Processos Aula: Regras de sintonia de controladores PID
107484 Controle de Processos Aula: Regras de sintonia de controladores PID Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília 1º Semestre 2016 Escolha da estrutura
2.1 - Análise de Sistemas Realimentado pelo Lugar das Raízes- G 4 (s) = G 2 5 (s) = (s+5) G 6 (s) =
ENG04035 - Sistemas de Controle I Prof. João Manoel e Prof. Romeu LISTA DE EXERCÍCIOS 2.1 - Análise de Sistemas Realimentado pelo Lugar das Raízes- 1. Considere os seguintes processos: 5 1 G 1 (s) = (s2)(s10)
INTRODUÇÃO. Noções preliminares. Um pouco de matemática. 100 Pb
INTRODUÇÃO Este artigo pretende criar no leitor uma percepção física do funcionamento de um controle PID, sem grandes análises e rigorismos matemáticos, visando introduzir a técnica aos iniciantes e aprimorar
ENCERRAMENTO DE SALDOS (ZERAMENTO) DAS CONTAS DE RESULTADO
ENCERRAMENTO DE SALDOS (ZERAMENTO) DAS CONTAS DE RESULTADO As contas de resultado são contas de saldo periódico. Ao final de cada período contábil (apuração de resultado), seus saldos devem ser encerrados.
Função de Transferência de Malha Fechada
Função de Transferência de Malha Fechada R(s) B(s) + - E(s) Controlador Gc(S) U(s) Sensor G(S) Planta C(s) C(s)=G(s)*U(s) H(S) C(s)=G(s)*Gc(s)*E(s) C(s)=G(s)*Gc(s)*[ R(s)-B(s) ] C(s)=G(s)*Gc(s)*[ R(s)-H(s)*C(s)
Veja na figura abaixo o retificador de meia onda sem filtro e o respectivo sinal de saída.
Retificadores com filtro capacitivo Introdução As saídas dos retificadores são sinais contínuos, porém pulsados. Esse tipo de saída não interessa à maioria dos circuitos eletrônicos que necessitam de tensão
Controladores: Proporcional (P) Proporcional e Integral (PI) Proporcional, Integral e Derivativo (PID)
Sistemas Realimentados Regulação e Tipo de sistema: Entrada de referência Entrada de distúrbio Controladores: Proporcional (P) Proporcional e Integral (PI) Proporcional, Integral e Derivativo (PID) Fernando
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA (1) Determine o valor da tensão na saída V o. LISTA DE EXERCICIOS
MEDIÇÃO DE VAZÃO DO FLUÍDO DE ARREFECIMENTO COM MEDIDOR TIPO TURBINA
MEDIÇÃO DE VAZÃO DO FLUÍDO DE ARREFECIMENTO COM MEDIDOR TIPO TURBINA F. V. RADEL 1, M. ESPOSITO 1 1 Universidade Federal de Pelotas, Centro de Engenharias, Engenharia de Controle e Automação E-mail para
Hidráulica Geral (ESA024A)
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA04A) º semestre 011 Terças de 10 às 1 h Quintas de 08 às 10h Análise dos Sistemas de Recalque Objetivos -Analisar as condições de funcionamento
USO DE COMPENSADOR PID NO CONTROLE DA TAXA DE VARIAÇÃO DE TEMPERATURAEMUMFORNO ELÉTRICO A RESISTÊNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA USO DE COMPENSADOR PID NO CONTROLE DA TAXA DE VARIAÇÃO DE TEMPERATURAEMUMFORNO ELÉTRICO A RESISTÊNCIA LEONARDO
Curso Técnico em Automação Industrial
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS DE LUZERNA Curso Técnico em Automação Industrial Apostila
ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T6 Física Experimental I - 2007/08 ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO 1. Objectivo Estudo do funcionamento, em regime estacionário,
SC1 Sistemas de Controle 1. Cap. 3 Erros no Regime Estacionário Prof. Tiago S Vítor
SC1 Sistemas de Controle 1 Cap. 3 Erros no Regime Estacionário Prof. Tiago S Vítor Sumário 1. Introdução 2. Erro em regime estacionário de sistemas com realimentação unitária 3. Constantes de Erro Estático
Princípios Básicos de CLP
Princípios Básicos de CLP Conceitos de CLP C : Controlador L : Lógico P : Programável Equipamento dedicado que surgiu como opção para a substituição e simplificação de ligações físicas (fios e relés) nos
3 Modelos de Simulação
43 3 Modelos de Simulação 3.1 Simulação de Monte Carlo O método de Monte Carlo foi concebido com este nome nos anos 40 por John Von Neumann, Stanislaw Ulam e Nicholas Metropolis durante o projeto de pesquisa
COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A CURTAS DISTÂNCIAS
LOGO FQA COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A CURTAS DISTÂNCIAS Propagação de um sinal Energia e velocidade de propagação (modelo ondulatório) Transmissão de sinais Sinal - é qualquer espécie de perturbação que
TRABALHO SOBRE DIODOS. AUTORES Al 2046 Fernandes Al 2430 Lourenço. Prof. Cap Carrilho
MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA (REAL ACADEMIA DA ARTILHARIA, FORTIFICAÇÃO E DESENHO 1792) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS TRABALHO SOBRE
A Derivada. 1.0 Conceitos. 2.0 Técnicas de Diferenciação. 2.1 Técnicas Básicas. Derivada de f em relação a x:
1.0 Conceitos A Derivada Derivada de f em relação a x: Uma função é diferenciável / derivável em x 0 se existe o limite Se f é diferenciável no ponto x 0, então f é contínua em x 0. f é diferenciável em
O Método do Lugar das Raízes Parte 2. Controle de Sistemas I Renato Dourado Maia (FACIT)
O Método do Lugar das Raízes Parte 2 Controle de Sistemas I Renato Dourado Maia (FACIT) 1 O procedimento para se obter o traçado do gráfico do Lugar das Raízes é realizado por meio de um procedimento ordenado
Circuitos com Diodo. Prof. Jonathan Pereira
Circuitos com Diodo Prof. Jonathan Pereira Introdução Figura 1 Válvula hidráulica uidirecional 2 Sinal Senoidal Sinal elétrico alternado pode ser representado matematicamente
Controle de Processos Industriais: Oportunidades e Desafios
Controle de Processos Industriais: Oportunidades e Desafios Prof. Eduardo Stockler Tognetti Depto. Engenharia Elétrica Universidade de Brasília - UnB Indicadores de Desempenho Variabilidade Especificação
8 Compensação. 8.1 Introdução. 8.2 Pré-Compensadores. 8.3 Compensador por Avanço de Fase. V(s) G p (s) + G c (s) G (s) D(s) + 8 Compensação 109
8 Compensação 09 8 Compensação 8. Introdução O objetivo deste capítulo é apresentar e discutir algumas técnicas de projeto de S.L.I.T.'s. Entende-se por compensação a definição e o ajuste de dispositivos
Apostila de Física 26 Resistores
Apostila de Física 26 Resistores 1.0 Definições Efeito térmico ou efeito joule: Transformação de energia elétrica em energia térmica. Choque dos elétrons livres contra os átomos dos condutores. Causa elevação
Apostila 1 Física. Capítulo 3. A Natureza das Ondas. Página 302. Gnomo
Apostila 1 Física Capítulo 3 Página 302 A Natureza das Ondas Classificação quanto a natureza Ondas Mecânicas São ondas relacionadas à oscilação das partículas do meio. Portanto, exige a presença de meio
3 ROBUSTEZ DOS SISTEMAS DE TV DIGITAL A INTERFERÊNCIAS
3 ROBUSTEZ DOS SISTEMAS DE TV DIGITAL A INTERFERÊNCIAS Este bloco de ensaios visa a avaliar a robustez dos sistemas de TV Digital ATSC, DVB-T e ISDB-T na presença de interferências. 3.1 Interferências
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES 2011 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 I II III IV V TEMPO MÉDIO DE TEMPO MÉDIO DE ATIVIDADES EXECUÇÃO EXECUÇÃO PRECEDENTES Normal
Turbina eólica: conceitos
Turbina eólica: conceitos Introdução A turbina eólica, ou aerogerador, é uma máquina eólica que absorve parte da potência cinética do vento através de um rotor aerodinâmico, convertendo em potência mecânica
Pelo gráfico pode-se perceber que existe atraso na resposta, portanto o modelo adequado é o de 1ª ordem mais tempo morto, que se dá por:
TEQ00 - Lista 3 Controle de Processos Monitoria º Semestre 013 Resolução 1- a) Pelo gráfico pode-se perceber que existe atraso na resposta, portanto o modelo adequado é o de 1ª ordem mais tempo morto,
Sistemas de Controle 2
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 2 Cap.9 Projeto por Intermédio do Lugar das Raízes Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro AED Cap.8 8.8 Lugar das Raízes Generalizado
Aula 7: Sintonia de controladores PID
Aula 7: Sintonia de controladores PID prof. Dr. Eduardo Bento Pereira Universidade Federal de São João del-rei [email protected] 5 de setembro de 2017. prof. Dr. Eduardo Bento Pereira (UFSJ) Controle
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA ARTUR GONÇALVES. FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A 11º Ano
Agrupamento de Escolas AR T U R G O N Ç AL V E S ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA ARTUR GONÇALVES FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A 11º Ano Assunto: Viagens com GPS 1. Classifica cada uma das afirmações
INTRODUÇÃO TEÓRICA. Existe uma dependência entre a tensão aplicada e a corrente que circula em um circuito.
OBJETIVOS: a) verificar experimentalmente a Lei de Ohm; b) determinar o valor de resistências pelas medidas de tensão e corrente e pelo gráfico da característica elétrica; c) familiarização com os gráficos
Curva característica de transferência (VsxVe) em malha aberta, para um ganho de malha aberta de 100.000.
APLICAÇÕES NÃO LINEARES COM AMPLIFICADOR OPERACIONAL APLICAÇÕES NÃO LINEARES: INTRODUÇÃO 741 Ro = 75 Ohms Apresentação de circuitos não - lineares Saída função não linear do sinal de entrada Larga utilização
Resposta no Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Resposta no Tempo Carlos Alexandre Mello 1 Resposta no Tempo - Introdução Como já discutimos, após a representação matemática de um subsistema, ele é analisado em suas respostas de transiente e de estadoestacionário
Controle por Computador Parte II. 22 de novembro de 2011
Controle por Computador Parte II 22 de novembro de 2011 Outline 1 Exemplo de Projeto 2 Controladores PID 3 Projeto de Controle em Tempo Discreto Exemplo de Projeto Exemplo de Projeto: Controle de azimute
Exercício #3 Controle de Processos Químicos
Exercício #3 Controle de Processos Químicos Ronaldo 1. estabeleça uma configuração de controle para o sistema (a) calcule o número de graus de liberdade para o controle a partir do modelo não-linear sugerido
CAPÍTULO 2 AMOSTRAGEM DE SINAIS CONTÍNUOS 2.1 CONVERSORES ANALÓGICO-DIGITAL E DIGITAL-ANALÓGICO
17 Prof. César Janeczko (2º semestre de 2014) CAPÍTULO 2 AMOSTRAGEM DE SINAIS CONTÍNUOS 2.1 CONVERSORES ANALÓGICO-DIGITAL E DIGITAL-ANALÓGICO Muitos dos sinais diretamente encontrados na ciência e engenharia
p. 1/1 Resumo Circuitos não lineares de formatação de Ondas Circuitos Rectificadores de Precisão
p. 1/1 Resumo Circuitos não lineares de formatação de Ondas p. 2/1 Circuitos não lineares de formatação de Ondas Díodos e transístores podem ser combinados com resistências para sintetizar dipolos com
Regulador Analógico de Posição Tipo VT-MACAS
RP 30 050/03.04 Substitui: 11.02 Regulador Analógico de Tipo VT-MACAS Série 1X Tipo VT-MACAS Índice Características Conteúdo Características Dados para pedido Placa frontal Diagrama de blocos Dados técnicos
Calor Específico. 1. Introdução
Calor Específico 1. Introdução Nesta experiência, serão estudados os efeitos do calor sobre os corpos, e a relação entre quantidade de calor, variação da temperatura e calor específico. Vamos supor que
