Processamento de Imagens
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- Samuel Ferrão Alves
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1 Processamento de Imagens Prof. Marcelo Portes de Albuquerque Prof. Márcio Portes de Albuquerque Colaboradores: Clécio R. De Bom (CBPF) André Persechino (CBPF) X Escola do CBPF 2015 X Escola do CBPF - Julho
2 Organização do Curso G14 - Aulas 13 a 24 de Julho Seg. Introdução a Análise de Imagens Ter. Segmentação e Morfologia Matemática Qua. Reconhecimento de Padrões Qui. Laboratório (ImageJ e MATLAB) Sex. Laboratório (MATLAB) Site Web: Notas de Aula: X Escola do CBPF - Julho
3 Informações X Escola CBPF A Escola fornecerá certificado de frequência aos alunos inscritos que tiverem assistido no mínimo 8 horas de aula de um determinado curso de graduação, e no mínimo 12 horas, no caso dos cursos de pós-graduação. Além disto, a Escola exige freqüência integral dos estudantes que beneficiam de auxílio financeiro (hospedagem e alimentação), em 2 cursos no caso dos estudantes de graduação e em 3 cursos, dos estudantes de pós-graduação. Pelas duas razões acima, é necessário que os alunos assinem as listas de presença a cada aula. X Escola do CBPF - Julho
4 Tópicos em Processamento de Imagens com MATLAB André Persechino X Escola do CBPF - Julho
5 Tópicos em PDI com MATLAB Noções preliminares Entrada de imagens no workspace Manipulação básica das entradas da imagem obtenção de histograma Filtragem FFT e filtragem no domínio das frequências Filtragem no domínio espacial X Escola do CBPF - Julho
6 Noções preliminares X Escola do CBPF - Julho
7 IX Escola do CBPF - Julho
8 Embora seja possível programar no workspace,é preferível sempre usar o editor. X Escola do CBPF - Julho
9 Como boa prática de programação em MATLAB, devemos sempre: Aniquilar quaisquer variáveis existentes; Fechar quaisquer figuras abertas; Limpar o workspace. Aniquila todas as variáveis armazenadas Limpa o workspace Fecha todas as janelas X Escola do CBPF - Julho
10 Para abrir a nossa imagem teste usamos o comando imread(), cujo argumento de entrada é uma string com o nome do arquivo. TAREFA 01: abra o editor, inicie-o com o escopo mostrado e abra a imagem pao_de_acucar.jpg. clear, clc, close all; img = imread('pao_de_acucar.jpg'); X Escola do CBPF - Julho
11 Para exibir a imagem carregada, usamos o comando imshow(): clear, clc, close all; img = imread('pao_de_acucar.jpg'); figure; imshow(img); X Escola do CBPF - Julho
12 Com a imagem no workspace, podemos começar a trabalhar sobre ela. Mas antes de tudo, é preciso conhecê-la... X Escola do CBPF - Julho
13 Queremos responder as seguintes perguntas sobre img: Quais suas dimensões? Qual o intervalo de quantização usado? Qual a forma de seu histograma? X Escola do CBPF - Julho
14 As dimensões espaciais e o intervalo de quantização usado podem ser obtidos por meio do comando whos(), cujo argumento de entrada é uma string com o nome da variável. clear, clc, close all; img = imread('pao_de_acucar.jpg'); figure; imshow(img); % OBTENCAO DAS INFORMACOES BASICAS DA IMAGEM info = whos('img'); disp(info); X Escola do CBPF - Julho
15 name: 'img' size: [ ] bytes: class: 'uint8' global: 0 sparse: 0 complex: 0 nesting: [1x1 struct] persistent: 0 X Escola do CBPF - Julho
16 O acesso às entradas da imagem/matriz ocorrem por meio do operador dois-pontos: img(l i :L f,c i :C f,ch i :Ch f ) OBSERVAÇÃO: Ch f Ch i Para acessar todas as linhas, colunas ou canais, usase : sem definir os extremos do intervalo. Exemplos: L i >> img(:,1:100,1); L f >> img(5:505,:,:); >> img(:,:,:); C i C f X Escola do CBPF - Julho
17 O histograma pode ser visualizado por meio da função imhist(), cujo parâmetro de entrada é a imagem a ser analisada. OBSERVAÇÃO: O histograma deve ser obtido para cada canal da imagem, individualmente. X Escola do CBPF - Julho
18 clear, clc, close all; img = imread('pao_de_acucar.jpg'); figure; imshow(img); % OBTENCAO DAS INFORMACOES BASICAS DA IMAGEM info = whos('img'); disp(info); % % OBTENCAO DO HISTOGRAMA DA IMAGEM figure; subplot(3,1,1) imhist(img(:,:,1)); title('histograma do canal R'); subplot(3,1,2) imhist(img(:,:,2)); title('histograma do canal G'); subplot(3,1,3) imhist(img(:,:,3)); title('histograma do canal B'); X Escola do CBPF - Julho
19 X Escola do CBPF - Julho
20 Filtragem X Escola do CBPF - Julho
21 A base da filtragem no domínio das frequências consiste a obtenção da transformada discreta de Fourier da imagem e do filtro, bem como suas inversas: F k x, k y = M 1 N 1 x=0 y=0 f x, y e 2πj k x M x+ k y N y DFT f x, y = 1 M 1 N 1 F k MN x, k y e 2πj x M k x+ y N k y kx =0 k y =0 IDFT f x, y h x, y F k x, k y H k x, k y Teorema da convolução IX Escola do CBPF - Julho
22 Dinâmica básica da filtragem no domínio das frequências Imagem original filtro DFT DFT X IDFT Imagem filtrada X Escola do CBPF - Julho
23 A DFT de uma imagem pode ser obtida por meio da função fft2(). A IDFT pode ser obtida por meio da função ifft2(). OBSERVAÇÃO: Antes de tomar a fft2 da imagem, é preciso convertêla para o formato double. Isso é feito por meio do comando im2double(). IX Escola do CBPF - Julho
24 TAREFA 02: [1] Inicialize um novo programa chamado estudo_fft.m, em que seja aberta a imagem pao_de_acucar_bw.jpg. Converta-a para o formato double. [2] Obtenha a DFT da imagem. [3] Obtenha a IDFT da DFT da imagem e a exiba na tela. clear, clc, close all; img = img = FT = IFT = imread('pao_de_acucar_bw.jpg'); im2double(img); fft2(img); ifft2(ft); figure; imshow(ift); X Escola do CBPF - Julho
25 Podemos visualizar o espectro de potência da imagem: F k x, k y = R F k x, k y 2 + I F kx, k y 2. Para isso, fazemos uso da função abs(). clear, clc, close all; img = imread('pao_de_acucar_bw.jpg'); img = im2double(img); imshow(log(spec+1),[]); FT = fft2(img); SPEC = abs(ft); figure; imshow(log(spec+1),[]); X Escola do CBPF - Julho
26 OBSERVAÇÃO 1: Para ser exibido de maneira mais perceptível, geralmente mostramos o logaritmo do espectro. OBSERVAÇÃO 2: O que vemos na imagem do espectro corresponde a uma versão não-centralizada dele. Para visualizar o espectro centralizado, usamos a função fftshift() sobre a DFT. X Escola do CBPF - Julho
27 OBSERVAÇÃO 3: O produto entre as DFTs da imagem e do filtro ocorre ponto a ponto. Logo, eles devem ter as mesmas dimensões. Frequentemente usamos o procedimento de zero-padding e completamos os dois sinais com zeros para que tenham as mesmas dimensões. OBSERVAÇÃO 4: Por causa da estrutura do algoritmo fft, é interessante (em termos de performance) que os sinais sejam matrizes quadradas com número de linhas/colunas igual a uma certa potência de 2. X Escola do CBPF - Julho
28 clear, clc, close all; img = img = imread('pao_de_acucar_bw.jpg'); im2double(img); % OBTENCAO DAS DIMENSOES DA IMAGEM s = size(img); % OBTENCAO DA MAIOR DIMENSAO DA IMAGEM DimMax = max(s); % ESTIMATIVA DA MENOR POTENCIA DE 2 MAIOR QUE DimMax M = log2(dimmax); M = 2^ceil(M); % OBTENCAO DAS DFTs E DOS ESPECTROS DE POTENCIA FT = fft2(img,m,m); IFT = ifft2(ft); SPEC_img = abs(fftshift(ft)); figure; imshow(log(spec_img+1),[]); title('espectro da imagem'); figure; imshow(ift,[]); title('idft'); X Escola do CBPF - Julho
29 X Escola do CBPF - Julho
30 TAREFA: [1] Abra a imagem pao_de_acucar_bw.jpg e a converta em double. [2] Construa os filtros diferenciadores h = v = e [3] Obtenha os espectros (centralizados) da imagem e dos dois filtros. [4] Realize o produto ponto-a-ponto das DFTs da imagem e dos filtros. [5] Obtenha as IDFTs dos produtos e verifique a ação dos filtros. O que ocorreu? X Escola do CBPF - Julho
31 X Escola do CBPF - Julho
32 X Escola do CBPF - Julho
33 X Escola do CBPF - Julho
34 Os filtros h e v detectam bordas nas duas direções da imagem. Podemos estimar a magnitude do gradiente a imagem, obtendo assim informações sobre suas bordas: f x, y = x f x, y 2 + y f x, y 2 X Escola do CBPF - Julho
35 X Escola do CBPF - Julho
36 clear, clc, close all; img = img = imread('pao_de_acucar_bw.jpg'); im2double(img); % DEFINICAO DOS FILTROS h = [0 0 0;-1 0 1;0 0 0]; v = [0-1 0;0 0 0; 0 1 0]; % OBTENCAO DAS DIMENSOES DA IMAGEM s = size(img); % OBTENCAO DA MAIOR DIMENSAO DA IMAGEM DimMax = max(s); % ESTIMATIVA DA MENOR POTENCIA DE 2 MAIOR QUE DimMax M = log2(dimmax); M = 2^ceil(M); % OBTENCAO DAS DFTs E DOS ESPECTROS DE POTENCIA FT = fft2(img,m,m); FTH = fft2(h,m,m); FTV = fft2(v,m,m); SPEC_img = abs(fftshift(ft)); SPEC_h = abs(fftshift(fth)); SPEC_v = abs(fftshift(ftv)); figure; imshow(log(spec_img+1),[]); title('espectro da imagem'); figure; imshow(log(spec_h+1),[]); title('espectro de h'); figure; imshow(log(spec_v+1),[]); title('espectro de v'); % FILTRAGEM REALIZADA PELO PRODUTO PONTO-A-PONTO DAS TRANSFORMADAS Y_h = FT.*FTH; Y_v = FT.*FTV; y_h = ifft2(y_h); y_h = y_h(1:s(1),1:s(2)); y_v = ifft2(y_v); y_v = y_v(1:s(1),1:s(2)); % ESTIMATIVA DA MAGNITUDE DO GRADIENTE MagGrad = sqrt(y_v.^2+y_h.^2); figure; imshow(y_h); figure; imshow(y_v); figure; imshow(maggrad); X Escola do CBPF - Julho
37 TAREFA: Defina novos filtros e realize o processo de filtragem no domínio das frequências tal como feito nos exemplos anteriores. EXEMPLOS DE FILTROS: Laplaciano: Média aritmética (raio n): L = M n = 1 n n n Gaussiano (raio n e desvio padrão σ): G n = 1 2 2n g ij ; g ij = e i 2 +j 2 2σ 2 ; com i, j n 1 2, n 1 2 X Escola do CBPF - Julho
38 Vários filtros podem ser obtidos por meio do comando fspecial(), cujo argumento de entrada é uma string com o nome do filtro. clear, clc, close all; img = img = imread('pao_de_acucar_bw.jpg'); im2double(img); L = fspecial('laplacian',0); G = fspecial('gaussian',10,1); P = fspecial('prewitt'); S = fspecial('sobel'); X Escola do CBPF - Julho
39 Para filtros lineares, a filtragem da imagem pode ocorrer diretamente sobre o domínio espacial. f x, y h x, y F k x, k y H k x, k y Isso é feito por meio do comando imfilter(), cujos argumentos de entrada são a imagem e o filtro. X Escola do CBPF - Julho
40 clear, clc, close all; img = img = imread('pao_de_acucar_bw.jpg'); im2double(img); G = fspecial('gaussian',50,10); y = imfilter(img,g); figure; imshow(y); title('imagem filtrada'); figure; surf(g); title('representacao do filtro'); X Escola do CBPF - Julho
41 Obviamente, o MATLAB proporciona muito mais recursos em PDI. Há ferramentas para filtragem não-linear, filtros estatísticos, morfologia matemática etc. Aliado a todo esse suporte específico, há uma poderosa linguagem de programação para ambiente científico. X Escola do CBPF - Julho
42 Alguns problemas atacados via PDI por nós no CBPF: Caracterização de amostras geológicas De Bom, C. R. et al. Multiscale matching of micro-ct images using pattern recognition and Hu moments. Notas Técnicas do CBPF. v. 4. n Processamento de imagens em hardware e aplicações a sequências de alta frequência de aquisição da Silva, F. S. et al. Desenvolvimento de ferramentas via FPGA para leitura e processamento de imagens em tempo real. Notas Técnicas do CBPF. v. 4. n Processamento de imagens mamográficas com vistas à detecção de estruturas suspeitas Persechino, A. et al. Evidenciação de estruturas em imagens por meio de equação de difusão. Notas Técnicas do CBPF. v. 4. n X Escola do CBPF - Julho
43 X Escola do CBPF - Julho
44 X Escola do CBPF - Julho
45 Se você tem interesse em trabalhar em nível de IC, mestrado ou doutorado nas áreas de Instrumentação científica em física; Física estatística / teoria da informação; Petrofísica; Imagens médicas, entre em contato conosco. X Escola do CBPF - Julho
46 LPDSI Laboratório de Processamento Digital de Sinais e Imagens [email protected] Coordenação de Atividades Técnicas CAT Rua Dr. Xavier Sigaud, andar. Ala C. Urca, Rio de Janeiro RJ. CEP: X Escola do CBPF - Julho
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