Macro II Parte II Expectativas
|
|
|
- Salvador Back Mascarenhas
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Macro II Par II Expcaivas Rcursos para as aulas d Profssor Dr. Anony Mullr 1. Curva d Phillips A curva d Phillips Capíulo 9: Inflação, aividad conômica crscimno da moda nominal π = π α( u u ) n A inflação dpnd da inflação sprada do dsvio do dsmprgo m rlação à axa naural d dsmprgo. Quando π s aproxima d π -1, não: π π 1 = α( u un ) Sgundo a curva d Phillips, u u < u π > π 1 n > u π < π 1 n 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard A curva d Phillips mosra uma rlação ngaiva nr inflação dsmprgo. Inflação vrsus dsmprgo nos Esados Unidos,
2 π = π + ( µ + z) α u Sgundo ssa quação: Um aumno da inflação sprada, π, lva a um aumno da inflação fiva, π. Dada a inflação sprada, π, um aumno da margm, µ, ou um aumno dos faors qu afam a drminação dos salários, z, lva a um aumno da inflação, π. Dada a inflação sprada, π, um aumno da axa d dsmprgo, u, lva a uma diminuição da inflação, π. Inflação, inflação sprada dsmprgo Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips π = π + ( µ + z) α u Para podrmos nos rfrir a variávis como inflação, inflação sprada ou dsmprgo m um ano spcífico, srá convnin usar índics mporais: π = π + ( µ + z) α u As variávis π, π u rfrm-s, rspcivamn, à inflação, inflação sprada ao dsmprgo no ano. µ z são considrados consans não possum índics mporais Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
3 8.2 Curva d Phillips Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips S supusrmos qu π = 0, não: π = ( µ + z) α u Essa é a rlação ngaiva nr dsmprgo inflação qu Phillips nconrou para o Rino Unido Solow Samulson nconraram para os Esados Unidos (ou a primira vrsão da curva d Phillips) Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard A spiral d prços salários: Dado P =P-1: O dsmprgo baixo lva a um salário nominal mais alo. Em rsposa ao salário nominal mais alo, as mprsas aumnam sus prços. Em ração, os rabalhadors pdm um salário nominal mais alo. O salário nominal mais alo lva as mprsas a um aumno adicional d sus prços. Em rsposa, os rabalhadors pdm um aumno adicional do salário nominal. A corrida nr prços salários rsula m uma inflação conínua.
4 Inflação vrsus dsmprgonos Esados Unidos, A diminuição conínua da axa d dsmprgo nos Esados Unidos duran a década d 1960 sv associada a um aumno conínuo da axa d inflação. Inflação vrsus dsmprgo nos Esados Unidos dsd 1970 A parir d 1970, a rlação nr a axa d dsmprgo a axa d inflação dsaparcu nos Esados Unidos.
5 A rlação ngaiva nr dsmprgo inflação s manv ao longo da década d 1960, mas dsaparcu após ss príodo por dois moivos: O grand aumno no prço do prólo, mas principalmn porqu Os fixadors d salário mudaram o modo como formavam suas xpcaivas, dvido a uma mudança no comporamno da inflação. A axa d inflação s ornou posiiva d forma consisn, A inflação s ornou mais prsisn. Transformaçõs Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips Suponha qu as xpcaivas d inflação sjam formadas d acordo com π θπ = 1 O valor do parâmro θ rprsna o fio da axa d inflação do ano anrior, π -1, sobr a axa d inflação sprada do ano aual, π. O valor d θ aumnou consanmn na década d 1970, d zro a um Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Podmos pnsar no qu aconcu na década d 1970 como um aumno do valor d θ ao longo do mpo: Enquano a inflação prmancia baixa não muio prsisn, ra razoávl qu rabalhadors mprsas ignorassm a inflação passada supusssm qu o nívl d prços d um ano foss aproximadamn igual ao nívl d prços do ano anrior. No nano, à mdida qu a inflação s ornava mais prsisn, rabalhadors mprsas comçaram a mudar o modo d formar xpcaivas.
6 Transformaçõs Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips π θπ µ α = 1 + ( + z) u Na quação acima, quando θ é igual a zro, a rlação nr a axa d inflação a axa d dsmprgo é: π = ( µ + z) αu Quando θ é posiivo, a axa d inflação dpnd ano da axa d dsmprgo quano da axa d inflação do ano anrior: π = θπ 1 + ( µ + z) αu Quando θ é igual a um, a rlação s orna: π π 1 = ( µ + z) αu 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Transformaçõs Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips π π 1 = ( µ + z) αu Quando θ = 1, a axa d dsmprgo afa não a axa d inflação, mas a variação da axa d inflação. Dsd 1970, uma rlação claramn ngaiva surgiu nr a axa d dsmprgo a variação da axa d inflação Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
7 Variação da inflação vrsus dsmprgo nos Esados Unidos dsd 1970 Dsd 1970, há uma rlação ngaiva nr a axa d dsmprgo a variação da axa d inflação nos Esados Unidos. Transformaçõs Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips A curva original d Phillips é: A curva modificada d Phillips, ou curva d Phillips aumnada plas xpcaivas, ou ainda curva d Phillips aclracionisa, é: π π 1 = ( µ + z) αu π = ( µ + z) αu 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
8 Fridman Phlps qusionaram a xisência d um dilma nr dsmprgo inflação. Els argumnaramm qu a axa d dsmprgo não podria sr susnada abaixo d cro nívl, um nívl qu ls chamaram d axa naural d dsmprgo. A axa naural d dsmprgo é a axa d dsmprgo m qu a axa d inflação fiva é igual à axa d inflação sprada. 0 = ( µ + z) não z u = µ + n α αu n
9 D vola à axa naural d dsmprgo Capíulo 8: A axa naural d dsmprgo a curva d Phillips π π 1 = α( u un ) A rlação acima é imporan por dois moivos: Proporciona oura manira d pnsar na curva d Phillips: como uma rlação nr a axa d dsmprgo fiva, u, a axa naural d dsmprgo, u n, a variação da axa d inflação π Proporciona ambém π 1 oura manira d pnsar a axa naural d dsmprgo. A axa d dsmprgo não aclradora da inflação (ou TDNAI) é a axa d dsmprgo ncssária para manr a axa d inflação consan Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Rsumo A rlação d ofra agrgada hoj nos Esados Unidos é bm rprsnada por uma rlação nr a variação da axa d inflação o dsvio da axa d dsmprgo m rlação à axa naural d dsmprgo. Quando a axa d dsmprgo supra a axa naural d dsmprgo, a axa d inflação diminui. Quando a axa d dsmprgo sá abaixo da axa naural d dsmprgo, a axa d inflação aumna. π π 1 = ( µ + z) αu Na quação acima, os rmos µ z podm não sr consans, mas mudar ao longo do mpo, provocando alraçõs na axa naural d dsmprgo. A rlação da curva d Phillips nr a variação da axa d inflação a axa d dsmprgo s dslocou para a diria ao longo do mpo, sugrindo um aumno conínuo da axa naural d dsmprgo na Europa dsd 1960.
10 Variação da inflação vrsus dsmprgo: a ára do uro dsd 1961 (Os quadrados rprsnam a década d 1960; os losangos, a década d 1970, os riângulos, o príodo a parir da década d Expcaivas: Frramnas básicas Capíulo 14: Expcaivas frramnas básicas Taxas rais d juros vrsus axas nominais d juros P Dado qu1 + r = ( 1 + i ) P + 1 não, a axa d inflação sprada é igual a Consqünmn, ( 1 + r ) =, sabndo qu 1 + i 1 + π + 1 P P π + 1 = + 1 S a axa nominal d juros a axa d inflação sprada não são muio lvadas, uma xprssão mais simpls sria: r = i π + 1 P 1 ( 1 + π ) + 1 A axa ral d juros é (aproximadamn) igual à axa ral d juros mnos a axa d inflação sprada. P P 2006 Pason Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
11 Capíulo 14: Expcaivas frramnas básicas Taxas rais d juros vrsus axas nominais d juros Esas são algumas implicaçõs da rlação acima: S S S π = 0 i = r π > 0 i > r i r = i π π r 2006 Pason Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
12 Capíulo 14: Expcaivas frramnas básicas 14.3 Taxa d nominal d juros, axa ral d juros o modlo IS-LM Ao dcidir quano invsir, as mprsas procupam- ral d juros. Assim, a rlação IS dv s com a axa sr rscria como: A axa d juros diramn afada pla políica monária a axa d juros qu nra na quação LM é a axa nominal d juros, porano: A axa ral d juros é: 2006 Pason Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
13 14.4 Crscimno da moda, inflação, axa nominal d juros axa ral d juros Capíulo 14: Expcaivas frramnas básicas O objivo dsa sção é sudar as sguins afirmaçõs: Um maior crscimno da moda lva a uma rdução das axas nominais d juros no curo prazo, mas a um aumno das axas nominais d juros no médio prazo. Um maior crscimno da moda lva a uma rdução das axas rais d juros no curo prazo, mas não xrc nnhum fio sobr as axas rais d juros no médio prazo Pason Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
14
15 Taxa nominal d juros axa ral d juros no médio prazo Capíulo 14: Expcaivas frramnas básicas i = r + g n No médio prazo, a axa d inrss nominal aumna na msma proporção da inflação. Es rsulado é conhcido como fio Fishr ou hipós d Fishr. Por xmplo, um aumno no crscimno da moda nominal d 10% acabará s rflindo m um aumno d 10% da axa d inflação m um aumno d 10% da axa nominal d juros, dixando inalrada a axa ral d juros. m 2006 Pason Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Um aumno do crscimno da moda lva inicialmn a uma quda ano da axa nominal d juros quano da axa ral d juros. Ao longo do mpo, conudo, a axa ral d juros vola a su valor inicial, a axa nominal d juros convrg para um novo valor mais alo, igual ao valor inicial mais o aumno do crscimno da moda.
16 3. Mrcados Financiros Expcaivas Os íulos difrm m duas dimnsõs básicas: Risco d inadimplência: o risco d qu o missor do íulo não pagu o monan oal promido. Vncimno: o inrvalo d mpo m qu o íulo prom fazr pagamnos a su dnor. Cada íulo com vncimno difrn m um prço uma axa d juros associada dnominada rndimno aé o vncimno, ou, simplsmn, rndimno. Curva d rndimnos A rlação nr vncimno rndimno é chamada d curva d rndimno ou sruura a rmos das axas d juros. A curva d rndimno, qu inha uma dclividad lvmn ngaiva m novmbro d 2000, passou a r uma dclividad formn posiiva s mss dpois. Uma curva d rndimno posiivamn inclinada significa qu as axas d juros d longo prazo são mais alas do qu as axas d juros d curo prazo. Os mrcados financiros spram qu as axas d curo prazo sjam maiors no fuuro. Uma curva d rndimno ngaivamn inclinada significa qu as axas d juros d longo prazo são mais baixas do qu as axas d juros d curo prazo. Os mrcados financiros spram qu a axas d juros d curo prazo sjam mnors no fuuro.
17 Financiamno d mprsas por divida açõs As mprsas capam rcursos d dois modos: Por mio d financiamno por dívida íulos mprésimos; Por mio d financiamno por paricipação acionária, aravés da missão d açõs. Tíulos pagam monans prdrminados; açõs pagam dividndos dos lucros da mprsa. Os prços das açõs sgum um passio alaório uma vz qu cada passo qu dão pod sr ano para cima quano para baixo. Porano, sus movimnos são imprvisívis. Os prços das açõs nm smpr corrspondm a su valor fundamnal, dfinido como o valor prsn dos dividndos sprados. As bolhas spculaivas racionais ocorrm quando os prços das açõs sobm somn porqu os invsidors spram qu ls subam. Os dsvios dos prços das açõs d su valor fundamnal são frqünmn chamados d modismos. 4. Expcaivas, Consumo Invsimno A oria do consumo foi dsnvolvida na década d 1950 por Milon Fridman, qu a chamou d oria do consumo da rnda prmann, por Franco Modigliani, qu a chamou d oria do consumo do ciclo d vida. Um consumidor d grand prvisibilidad é aqul qu dcid quano consumir com bas no valor d sua riquza oal, qu inclui: O valor d sua riquza não humana ou a soma da riquza financira imobiliária. A soma do valor d sua riquza humana d sua riquza não humana, qu fornc uma simaiva d sua riquza oal.
18 Rumo a uma dscrição mais ralisa Capíulo 16: Expcaivas, consumo invsimno O nívl consan d consumo qu um consumidor pod manr é igual à sua riquza oal dividida plo númro rsan d anos d vida qu spra vivr. O consumo dpnd não apnas da riquza oal, mas ambém da rnda aual. Y LT Y L = rnda ral do rabalho no ano. T = Imposos rais no ano. T = Riquza humana ou valor prsn sprado d sua rnda do rabalho líquida d imposos Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard O consumo é uma função crscn da riquza oal, ambém, uma função crscn da rnda aual do rabalho líquida d imposos. A riquza oal é a soma da riquza não humana riquza financira mais riquza imobiliária com a riquza humana: o valor prsn da rnda sprada do rabalho líquido d imposos. As xpcaivas afam o consumo d duas maniras: Diramn, por mio da riquza humana, ou das xpcaivas d rnda fuura do rabalho, das axas rais d juros dos imposos. Indiramn, por mio da riquza não humana açõs, íulos imóvis. As xpcaivas do valor da riquza não humana são calculadas plos mrcados financiros. Essa dpndência do consumo m rlação às xpcaivas m duas implicaçõs principais para a rlação nr consumo rnda: O consumo provavlmn rspond mnos do qu proporcionalmn às fluuaçõs da rnda aual. O consumo pod variar msmo qu a rnda aual não vari. O consumo pod variar msmo qu a rnda aual não vari dvido a alraçõs na confiança do consumidor. As dcisõs d invsimno dpndm das vndas auais, da axa d juros aual das xpcaivas d fuuro.
19 A dcisão d comprar uma máquina dpnd do valor prsn dos lucros qu a mprsa spra aufrir com ssa máquina m comparação com o cuso d sua aquisição. Dprciação: A axa d dprciação, δ, md o quano a máquina prd a sua uilidad ao ano. Os valors para δ cosumam ficar nr 4 15% para máquinas 2 4% para prédios fábricas Dcisão d invsimno Capíulo 16: Expcaivas, consumo invsimno Sja I o invsimno agrgado, Π o lucro por máquina (ou por unidad d capial) da conomia como um odo V(Π ) o valor prsn sprado do lucro por unidad d capial. Isso sugr a função d invsimno: I = I( V ( Π )) ( + ) Em palavras: o invsimno dpnd posiivamn do valor prsn sprado dos lucros fuuros (por unidad d capial) Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
20 Um caso spcial convnin Capíulo 16: Expcaivas, consumo invsimno Suponha qu as mprsas sprm qu ano os lucros fuuros quano as axas d juros fuuras prmançam no msmo nívl d hoj, d modo qu Π = Π = Π r = r = r Os conomisas chamam ssas xpcaivas xpcaivas d qu o fuuro sja igual ao prsn d xpcaivas sáicas. Dssas duas hipóss, obmos 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard V ( Π ) = r Π + δ O q d Tobin fornc o valor d uma unidad d capial insalado m rlação a su prço d compra aual. q d Tobin vrsus a razão nr invsimno capial: axas anuais d variação,
21 Um caso spcial convnin Capíulo 16: Expcaivas, consumo invsimno Π Junando V ( Π ) = r o invsimno srá dado por: I I I V + δ = ( ( Π )) Π = I r + δ A soma da axa ral d juros com a axa d dprciação é chamada cuso d uso ou cuso d alugul do capial. Porano, Cuso d alugul = ( + δ) r 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
22 Lucro aual vrsus lucro sprado Capíulo 16: Expcaivas, consumo invsimno O invsimno dpnd dos lucros fuuros sprados mas ambém das variaçõs do lucro aual. I = I( V ( Π ), Π ) ( +, + ) As mprsas podm rluar m omar mprsado s o lucro aual for baixo. No nano, s o lucro aual for lvado, a mprsa podrá sr capaz d financiar su invsimno sm r d fazr um mprésimo. Msmo s a mprsa quisr invsir, podrá nconrar dificuldad para consguir o mprésimo. Os ponciais mprsadors podm não s convncr d qu o projo é ão bom quano a mprsa diz Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Invsimno lucro variam d manira smlhan Variaçõs do invsimno variaçõs do lucro nos Esados Unidos dsd 1960
23 Rnabilidad é o valor prsn dsconado sprado dos lucros fuuros. Fluxo d caixa é o lucro aual ou o fluxo líquido d dinhiro qu a mprsa sá rcbndo agora. Tano a rnabilidad quano o fluxo d caixa são imporans para as dcisõs d invsimno ndm a movr-s junos. O lucro por unidad d capial a razão nr o produo o capial movm-s praicamn junos Variaçõs do lucro por unidad d capial vrsus variaçõs da razão nr produo capial nos Esados Unidos dsd 1960 Π = Π Y K
24 Obsrv as smlhanças nr nosso raamno do comporamno do consumo do invsimno: A prcpção plos consumidors d mudanças auais na rnda como ransiórias ou prmanns afa suas dcisõs d consumo. Da msma forma, a prcpção por par das mprsas sobr s as variaçõs auais das vndas são ransiórias ou prmanns afa suas dcisõs d invsimno. Mas xism ambém difrnças imporans nr as dcisõs d consumo as dcisõs d invsimno: Quando dparam com um aumno da rnda qu prcbm como prmann, os consumidors rspondm, no máximo, com um aumno igual do consumo. Quando as mprsas dparam com um aumno das vndas qu acrdiam sr prmann, o valor prsn dos lucros sprados aumna, lvando a um aumno do invsimno. As variaçõs rlaivas do invsimno são bm maiors do qu as variaçõs rlaivas do consumo. Taxas d variação do consumo do invsimno nos Esados Unidos dsd 1960
25 A figura lva a rês conclusõs: Consumo invsimno normalmn s movm junos. O invsimno é muio mais voláil do qu o consumo. Como, no nano, o nívl d invsimno é muio mnor do qu o nívl d consumo, as variaçõs do invsimno d um ano para o próximo acabam sndo da msma magniud oal qu as variaçõs do consumo 5. Expcaivas, Produo Políica Econômica As xpcaivas afam as dcisõs d consumo invsimno, ano diramn como por mio dos prços dos aivos. Expcaivas gasos: os canais
26 Obsrv na Figura 17.1: Um aumno da rnda ral aual fuura sprada do rabalho líquida d imposos, ou uma diminuição das axas rais d juros aual fuuras spradas, aumna a riquza humana lva a um aumno do consumo. Um aumno dos dividndos rais auais fuuros sprados, ou uma diminuição das axas rais d juros aual fuuras spradas, aumna os prços das açõs, o qu lva a um aumna da riquza não humana a um aumno do consumo. Obsrv na Figura 17.1: Uma diminuição das axas nominais d juros aual fuuras spradas lva a um aumno do prços dos íulos, o qu lva a um aumno da riquza não humana a um aumno do consumo. Um aumno dos lucros rais aual fuuros sprados líquidos d imposos, ou uma diminuição das axas rais d juros aual fuuras spradas, aumna o valor prsn dos lucros rais líquidos d imposos, o qu lva a um aumno do invsimno.
27 Expcaivas, consumo dcisõs d invsimno Capíulo 17: Expcaivas, produo políica conômica Consumo invsimno dpndm das xpcaivas do fuuro. Para lvar m cona o fio das xpcaivas, são ncssários dois passos: Anriormn, a rlação IS ra: Y = C( Y T) + I( Y, r) + G Dfina o gaso privado agrgado, ou simplsmn, o gaso privado, A, como: A( Y, T, r) C( Y T) + I( Y, r) Rscrva a rlação IS como: Y= A( Y, T, r) + G ( +,, ) 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Expcaivas a rlação IS Capíulo 17: Expcaivas, produo políica conômica Dado qu Y = C( Y T) + I( Y, r) + G Y = A( Y, T, r) + G 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard ( +,, ) incorporando o papl das xpcaivas, não: Y = A ( Y, T, r, Y', T ' r ' ) + G ( +,, +,, ) Os sinais posiivos ngaivos xplicam como: Y or Y' T or T' r or r' A A A * Os apósrofos rprsnam valors fuuros o sobrscrio rprsna uma xpcaiva. Dadas a xpcaivas, uma quda da axa ral d juros lva a um pquno aumno do produo: a curva IS m uma dclividad ngaiva acnuada. Aumnos dos gasos do govrno ou do produo fuuro sprado dslocam a curva IS para a diria. Aumnos dos imposos ou dos imposos fuuros sprados ou da axa ral d juros fuura sprada dslocam a curva IS para a squrda.
28 A nova curva IS é inclinada, o qu significa qu uma grand diminuição da axa d juros aual provavlmn rá pouco fio sobr a rnda d quilíbrio, por dois moivos: Uma diminuição da axa ral d juros aual não m muio fio sobr o gaso s as axas fuuras spradas não ndm a baixar ambém. O muliplicador provavmn srá pquno. Caso a xpcaiva sja d qu as mudanças na rnda não durm, ssas mudanças rão um fio limiado no consumo no invsimno.
29 Expcaivas a rlação IS Capíulo 17: Expcaivas, produo políica conômica Mudanças m Y= A( Y, T, r, Y', T' r' ) + G ( +,, +,, ) xco Y r, dslocam a curva IS: Mudanças m T (imposos auais) ou G (gaso aual do govrno) dslocam a curva IS. Mudanças nas variávis fuuras spradas ambém dslocam a curva IS Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard D vola à rlação LM Capíulo 17: Expcaivas, produo políica conômica A rlação LM não é modificada porqu o cuso d oporunidad d rr moda hoj dpnd da axa nominal d juros aual, não da axa nominal d juros sprada para o próximo ano. M P = YL( i) A axa d juros qu nra na rlação LM é a axa nominal d juros aual Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard
30 Políica monária, xpcaivas produo Capíulo 17: Expcaivas, produo políica conômica Vjamos ssa disinção mais d pro: A axa ral d juros é aproximadamn igual à axa nominal d juros mnos a inflação sprada: r = i π A axa ral d juros fuura sprada é aproximadamn igual à axa nominal d juros fuura mnos a inflação fuura sprada: r' = i' π' 2006 Parson Educaion Macroconomia, 4/ Olivir Blanchard Diminuindo a axa nominal d juros aual i, os fios sobr a axa ral d juros aual a axa ral d juros fuura sprada dpndm d dois faors: S o aumno da ofra lva os mrcados financiros a rvr suas xpcaivas da axa nominal d juros fuura, i. S o aumno da ofra d moda lva os mrcados financiros a rvr suas xpcaivas da inflação aual da inflação fuura, π π. A curva IS m uma dclividad ngaiva acnuada. Tudo o mais consan, uma mudança na axa d juros aual m pquno fio sobr o produo. A curva LM é posiivamn inclinada. O quilíbrio sá na inrsção das curvas IS LM. Os fios da políica monária sobr o produo dpndm muio d s, como, as políicas monárias afam as xpcaivas. IS: Y = A( Y, T, r, Y', T', r' ) + G LM: M = YL( r) P
31 Os fios da políica monária dpndm ssncialmn d su impaco sobr as xpcaivas: S uma xpansão monária lva invsidors, mprsas consumidors a rvr suas xpcaivas d axas d juros fuuras d produo fuuro, não os fios da xpansão monária sobr o produo podrão sr muio grands. Mas, s as xpcaivas não s alrarm, os fios da xpansão monária sobr o produo srão pqunos. Os conomisas rfrm-s a xpcaivas formadas olhando para a frn como xpcaivas racionais: As pssoas formam xpcaivas sudando o curso provávl d uma políica fuura sprada não dduzindo as implicaçõs dssa aividad fuura. Aé o início da década d 1970, os macroconomisas pnsavam sobr xpcaivas scolhndo uma d duas formas: Insino animal: uma xprssão inroduzida por Kyns, qu considrava as xpcaivas imporans, mas inxplicávis. Rgras simpls olhando para o passado xpcaivas sáicas ou adapaivas.
32 A hipós das xpcaivas racionais foi um dos dsnvolvimnos mais imporans na macroconomia nos úlimos 25 anos. No curo prazo, a rdução do défici lva a um aumno do produo. No médio prazo, a rdução do défici não m nnhum fio sobr o produo, mas lva a uma axa d juros mais baixa a um invsimno mais aio. No longo prazo, um invsimno maior lva a um soqu d capial maior, consqünmn, a um nívl d produo maior. Vamos volar ao qu você aprndu sobr os fios d uma rdução do défici no médio prazo no longo prazo: No médio prazo, uma rdução do défici não afa o produo. Conudo, lva a uma quda da axa d juros a um aumno do invsimno. No longo prazo, um invsimno maior lva a um soqu d capial maior, por isso, a um nívl mais lvado d produo. Uma rdução d défici pod aé msmo aumnar o gaso o produo, msmo no curo prazo, s as pssoas lvarm m considração os fios bnéficos fuuros da rdução d défici. Em rsposa ao anúncio d rdução d défici: O gaso aual diminui a curva IS s dsloca para a squrda. O produo fuuro sprado aumna a curva IS s dsloca para a diria. E a axa d juros cai a curva IS s dsloca para a diria. Quando os fios sobr as xpcaivas são lvados m cona, uma rdução dos gasos do govrno não ncssariamn lva a uma quda do produo. Pqunas rduçõs dos gasos do govrno grands rduçõs dos gasos sprados fuuros lvarão a um aumno maior do produo no príodo aual um concio conhcido como adiamno (backloading). O adiamno, nrano, pod lvar a um problma com a crdibilidad do programa d rdução do défici dixando a maior par da rdução para o fuuro, não para o prsn. O govrno prcisa fuar um ao d quilíbrio dlicado: fazr cors suficins no príodo aual para mosrar um compromisso com a rdução do défici, ao msmo mpo, dixar para o fuuro cors suficins para rduzir os fios advrsos sobr a conomia no curo prazo.
33 Em rsumo, a mudança do produo como rsulado d uma rdução do défici dpnd: Da crdibilidad do programa Do cronograma do programa Da composição do programa Do sado inicial das finanças do govrno. Fon: Olivir Blanchard: Macroconomia, 4ª. Edição, Cap 14, 15, 16 par do Cap 8
MACROECONOMIA III PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS
MACROECONOMIA III PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Qusão: Considr o modlo d crscimno d Solow com a sguin função d 1 3 2 produção, Y K AL3. Os mrcados d faors são prfiamn compiivos
Expectativas, consumo e investimento CAPÍTULO 16. Olivier Blanchard Pearson Education Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard
Expecaivas, consumo e Olivier Blanchard Pearson Educaion CAPÍTULO 16 16.1 Consumo A eoria do consumo foi desenvolvida na década de 1950 por Milon Friedman, que a chamou de eoria do consumo da renda permanene,
RI406 - Análise Macroeconômica
Fdral Univrsity of Roraima, Brazil From th SlctdWorks of Elói Martins Snhoras Fall Novmbr 18, 2008 RI406 - Anális Macroconômica Eloi Martins Snhoras Availabl at: http://works.bprss.com/loi/54/ Anális Macroconômica
Capítulo 6 Decaimento Radioativo
Física das Radiaçõs Dosimria Capíulo 6 Dcaimno Radioaivo Dra. Luciana Tourinho Campos Programa acional d Formação m Radiorapia Inrodução Inrodução Consan d dcaimno Vida-média mia-vida Rlaçõs nr núclo pai
Problemas Numéricos: 1) Desde que a taxa natural de desemprego é 0.06, π = π e 2 (u 0.06), então u 0.06 = 0.5(π e π), ou u =
Capitulo 12 (ABD) Prguntas para rvisão: 5) Os formuladors d políticas dsjam mantr a inflação baixa porqu a inflação impõ psados custos sobr a conomia. Os custos da inflação antcipado inclum custos d mnu,
J, o termo de tendência é positivo, ( J - J
6. Anxo 6.. Dinâmica da Economia A axa d juros (axa SEL LBO) sgu um modlo. Ou sja, o procsso da axa d juros (nuro ao risco) é dscrio por: dj ( J J ) d J ond: J : axa d juros (SEL ou LBO) no insan : vlocidad
Universidade Federal Fluminense TEXTOS PARA DISCUSSÃO UFF/ECONOMIA
ISSN 59-462 Univrsidad Fdral Fluminns TEXTOS PARA DISCUSSÃO UFF/ECONOMIA Univrsidad Fdral Fluminns Faculdad d Economia Rua Tiradns, 7 - Ingá - Nirói (RJ) Tl.: (0xx2) 2629-9699 Fax: (0xx2) 2629-9700 hp://www.uff.br/con
MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO
II/05 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 0//5 MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO ECONOMIA DA INFORMAÇÃO E DOS INCENTIVOS APLICADA À ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Maurício
MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO
II/05 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 0//5 MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO ECONOMIA DA INFORMAÇÃO E DOS INCENTIVOS APLICADA À ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Maurício
AOS MODELOS DE INCONSISTÊNCIA DINÂMICA: DETERMINAÇÃO ENDÓGENA DA TAXA DE CÂMBIO 1
AOS MODELOS DE INCONSISTÊNCIA DINÂMICA: DETERMINAÇÃO ENDÓGENA DA TAXA DE CÂMBIO 1 ANA PAULA MENEZES PEREIRA RESUMO O objivo ds rabalho é fazr uma rsnha sobr a liraura rcn qu rabalha com a adapação dos
Curva de Phillips e o Modelo de Realimentação: Será Friedman um Neo- Estruturalista?
Curva d Phillips o Modlo d Ralimnação: Srá Fridman um No- Esruuralisa? Frnando d Holanda Barbosa. Inrodução Es rabalho m dois objivos. O primiro consis m sablcr uma disinção basan clara nr o modlo d ralimnação
O modelo Von Bertalanffy adaptado para suínos de corte
O modlo Von Bralanffy adapado para suínos d cor Lucas d Olivira nro Fdral d Educação Fdral Tcnológica EFET-MG.5-, Av. Amazonas 525 - Nova Suíça - Blo Horizon - MG - Brasil E-mail: [email protected]
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT 013 - Matemática I Prof.: Leopoldina Cachoeira Menezes
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT - Mamáica I Prof.: Lopoldina Cachoira Mnzs Prof.: Mauricio Sobral Brandão ª Lisa d Ercícios Par I: Funçõs Econômicas
ANO LECTIVO 2001/2002
ANO LECTIVO 00/00 ª Fas, ª Chamada 00 Doss rapêuicas iguais d um cro anibióico são adminisradas, pla primira vz, a duas pssoa: a Ana o Carlos Admia qu, duran as doz primiras horas após a omada simulâna
Curso de linguagem matemática Professor Renato Tião. 3. Sendo. 4. Considere as seguintes matrizes:
Curso d linguagm mamáica Profssor Rnao Tião 1 PUCRS. No projo Sobrmsa Musical, o Insiuo d Culura da PUCRS raliza aprsnaçõs smanais grauias para a comunidad univrsiária. O númro d músicos qu auaram na aprsnação
LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Internacional
Profa. Sílvia Miranda Data: Novmbro/2015 LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Intrnacional 1)O qu é uma Ára Montária Òtima 2) Expliqu o fito locomotiva. 3) (ANPEC, 2015) - Para avaliar as assrtivas
HORIZONTALISMO DA CURVA DE PHILLIPS: UMA CONTRIBUIÇÃO À ANÁLISE NOVO KEYNESIANA
Arigo a sr aprsnado no XIII Enconro Rgional d Economia - ANPEC Sul 2010 11 a 13 d agoso d 2010 - Poro Algr/RS HORIZONTALISMO DA CURVA DE PHILLIPS: UMA CONTRIBUIÇÃO À ANÁLISE NOVO KEYNESIANA Frnando Moa
Corrente elétrica, Resistência e circuitos elétricos de corrente contínua. Cargas em movimento
9//17 Elricidad Magnismo IME Corrn lérica, sisência circuios léricos d corrn conínua Prof. Crisiano Olivira Ed. Basilio Jaf sala [email protected] Cargas m movimno Cargas m movimno Corrn lérica O caminho
MACROECONOMIA. Capítulo 1 - Introdução aos Modelos Macroeconômicos 1. Ciclo e Crescimento Econômico 2. Inflação e Nível de Atividade Econômica
MACROECONOMIA Capíulo 1 - Inrodução aos Modlos Macroconômicos 1. Ciclo Crscimno Econômico 2. Inflação Nívl d Aividad Econômica Frnando d Holanda Barbosa Capíulo 2 - As Curvas IS LM: A Dmanda Agrgada 1.
Microeconomia II. Prof. Elaine Toldo Pazello. Capítulo 24
Microconomia II Rsolução 4 a Lista d Exrcícios Prof. Elain Toldo Pazllo Capítulo 24 1. Exrcícios 2, 3, 4, 7, 8, 9, 11 12 do Capítulo 24 do Varian. s no final do livro. 2. Uma mprsa monopolista opra com
FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL COMPLEXA
FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL COMPLEXA Ettor A. d Barros 1. INTRODUÇÃO Sja s um númro complxo qualqur prtncnt a um conjunto S d númros complxos. Dizmos qu s é uma variávl complxa. S, para cada valor d s, o valor
DICAS PARA CÁLCULOS MAIS RÁPIDOS ARTIGO 03
DICAS PARA CÁLCULOS MAIS RÁPIDOS ARTIGO 0 Em algum momnto da sua vida você dcorou a tabuada (ou boa part dla). Como você mmorizou qu x 6 = 0, não prcisa fazr st cálculo todas as vzs qu s dpara com l. Além
Algumas distribuições de variáveis aleatórias discretas importantes:
Algumas distribuiçõs d variávis alatórias discrtas importants: Distribuição Uniform Discrta Enquadram-s aqui as distribuiçõs m qu os possívis valors da variávl alatória tnham todos a msma probabilidad
Metas de inflação em perspectiva: a influência do trinômio reputação-credibilidade-transparência sobre a economia
Rvisa d Economia Políica, vol. 28, nº 4 (2), pp. 648-668, ouubro-dzmbro/2008 Mas d inflação m prspciva: a influência do rinômio rpuação-crdibilidad-ransparência sobr a conomia Gabril Caldas Mons* Inflaion
MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 07. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano
MESTRADO EM MACROECONOMIA FINANÇAS Disiplina d Compuação Aula 7 Prof. Dr. Maro Anonio Lonl Caano Guia d Esudo para Aula 7 Vors Linarmn Indpndns - Vrifiação d vors LI - Cálulo do Wronsiano Equaçõs Difrniais
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações
Escola Politécnica da Univrsidad d São Paulo Dpartamnto d Engnharia d Estruturas Fundaçõs Laboratório d Estruturas Matriais Estruturais Extnsomtria létrica III Notas d aula Dr. Pdro Afonso d Olivira Almida
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO
0 FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO A Formação da Expcaiva Inflacionária no Rgim Monário d Mas d Inflação a Crdibilidad do Banco Cnral do Brasil Sidny Yoshihiro - Msrado m Economia
Representação de Números no Computador e Erros
Rprsntação d Númros no Computador Erros Anális Numérica Patrícia Ribiro Artur igul Cruz Escola Suprior d Tcnologia Instituto Politécnico d Stúbal 2015/2016 1 1 vrsão 23 d Fvriro d 2017 Contúdo 1 Introdução...................................
LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Internacional - GABARITO
LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Intrnacional - GABARITO Profa. Sílvia Miranda Data: Novmbro/2015 1)O qu é uma Ára Montária Òtima vr psquisa 2) Expliqu o fito locomotiva aula sobr Ajusts
Matemática C Extensivo V. 7
Matmática C Extnsivo V 7 Exrcícios 0) 0 0) D 0 Falsa B A 4 0 6 0 4 6 4 6 0 Vrdadira A + B 0 0 + 4 6 7 04 Vrdadira A B 0 0 4 6 6 4 08 Vrdadira dt ( A) dt (A) 9 ( ) 9 dt (B) 9 0 6 Vrdadira A A 0 0 0 0 0
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 12.º Ano Versão 1/3
FICHA d AVALIAÇÃO d MATEMÁTICA A.º Ano Vrsão / Nom: N.º Trma: Aprsn o s raciocínio d orma clara, indicando odos os cálclos q ivr d ar odas as jsiicaçõs ncssárias. Qando, para m rslado, não é pdida ma aproimação,
A DERIVADA DE UM INTEGRAL
A DERIVADA DE UM INTEGRAL HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. O cálculo o valor a rivaa um ingral ocorr com cra frquência na via profissional físicos, químicos, ngnhiros, conomisas ou biólogos. É frqun, conuo,
PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES EUROPÉIAS E EXÓTICAS (PATH-DEPENDENT) POR SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO. Ricardo Sassatani (*) José de Oliveira Siqueira (**)
III MAD PRCIFICAÇÃO D OPÇÕ UROPÉIA XÓICA (PAH-DPNDN) POR IMULAÇÃO D MON CARLO Ricardo assaani (*) José d Olivira iquira (**) RUMO Apsar do sucsso da imporância obidos no mundo acadêmico financiro plos
Lista 9: Integrais: Indefinidas e Definidas e Suas Aplicações
GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO CÂMPUS JUAZEIRO/BA COLEG. DE ENG. ELÉTRICA PROF. PEDRO MACÁRIO DE MOURA MATEMÁTICA APLICADA À ADM 5. Lista 9: Intgrais:
Funções de Várias Variáveis (FVV) UFABC, 2019-Q1
Funçõs d Várias Variávis (FVV UFABC, 209-Q Pr Hazard 4 Drivadas Toal, Dircional Parcial 4. Drivadas a rspio d um vor. Dfinição 4.. Sja A R n um abro, sja f: A R, P A v R n. Digamos qu f é drivávl (ou difrnciávl
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdad d Economia, Administração Contabilidad d Ribirão Prto Dpartamnto d Economia Nom: Númro: REC200 MICROECONOMIA II PRIMEIRA PROVA (20) () Para cada uma das funçõs d produção
Estatística II. Aula 8. Prof. Patricia Maria Bortolon, D. Sc.
Estatística II Aula 8 Pro. Patricia Maria Bortolon, D. Sc. Tsts Qui Quadrado Objtivos da Aula 8 Nsta aula, você aprndrá: Como quando utilizar o tst qui-quadrado para tablas d contingência Como utilizar
Capítulo 3. Análise de Sinais Dep. Armas e Electronica, Escola Naval V1.1 - Victor Lobo 2004. Page 1. Domínio da frequência
Dp. Armas Elcronica, Escola Naval V. - Vicor Lobo 004 Capíulo 3 Transformadas ourir ourir Discra Bibliografia Domínio da frquência Qualqur sinal () po sr composo numa soma xponnciais complxas Uma xponncial
Derivada Escola Naval
Drivada Escola Naval EN A drivada f () da função f () = l og é: l n (B) 0 l n (E) / l n EN S tm-s qu: f () = s s 0 s < < 0 s < I - f () só não é drivávl para =, = 0 = II - f () só não é contínua para =
VI - ANÁLISE CUSTO - VOLUME - RESULTADOS
VI - ANÁLISE CUSTO - VOLUME - RESULTADOS 6.1 Introdução ao tma Exist todo o intrss na abordagm dst tma, pois prmit a rsolução d um conjunto d situaçõs qu s aprsntam rgularmnt na vida das organizaçõs. Estas
TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 202 UMA EXTENSÃO AO MODELO SCHUMPETERIANO DE CRESCIMENTO ENDÓGENO. Marco Flávio da Cunha Resende Flávio Gonçalves
TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 202 UMA EXTENSÃO AO MODELO SCHUMPETERIANO DE CRESCIMENTO ENDÓGENO Marco Flávio da Cunha Rsnd Flávio Gonçalvs Junho d 2003 Ficha caalográfica 33034 R433c 2003 Rsnd, Marco Flávio
CAPÍTULO 17. Expectativas, produto e política econômica. Olivier Blanchard Pearson Education
Expectativas, produto e política econômica Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 17 17.1 Expectativas e decisões: fazendo o balanço Figura 17.1 Expectativas e gastos: os canais As expectativas afetam
Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T.
Pêndulo Simpls Um corpo suspnso por um fio, afastado da posição d quilíbrio sobr a linha vrtical qu passa plo ponto d suspnsão, abandonado, oscila. O corpo o fio formam o objto qu chamamos d pêndulo. Vamos
PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia
PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Profa. Maria Antônia C. Gouvia 1. A Editora Progrsso dcidiu promovr o lançamnto do livro Dscobrindo o Pantanal m uma Fira Intrnacional
Capítulo 2.1: Equações Lineares; Método dos Fatores Integrantes
Capíulo.: Equaçõs Linars; Méodo dos Faors Ingrans Uma EDO d primira ordm m a forma gral d d f ond f é linar m. Emplos inclum quaçõs com coficins consans a ou quaçõs com coficins variavis: d d b p g Capíulo.:
P R O P O S T A D E R E S O L U Ç Ã O D O E X A M E T I P O 5
P R O P O S T A D E R E S O L U Ç Ã O D O E X A M E T I P O 5 GRUPO I ITENS DE ESCOLHA MÚLTIPLA 1. Agrupando num bloco a Ana, a Bruna, o Carlos, a Diana o Eduardo, o bloco os rstants st amigos prmutam
