A Paisagem Monumental de Loriga
|
|
|
- Francisco Gesser Estrada
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A Paisagem Monumental de Loriga Valor Patrimonial, Ambiental e Cultural Que Futuro?
2 Localização Principais linhas de água e de escoamento de ar frio Área de Paisagem intensamente humanizada
3 Corte fito-climacico Loriga 700 a 900 m
4 Alta Montanha Limite da zona florestal Glaciar Expansões recentes Os Vales de Agricultura intensiva de Regadio Núcleo Histórico
5 Situação Actual 2.010
6 40 anos de evolução Crescimento urbano, desflorestação, despovoamento e regressão cultural
7 40 anos de evolução construtiva Zona de aplanação de Cumeada
8 Valor Patrimonial
9 Loriga Património edificado Área urbana central: 3,6 ha IO = 0,5 A.I. estimada m2 NMP= 2 A.B.C. estimada: m2 Valor: 15 a 20 Milhões de euros Zonas de expansão: 15 ha IO = 0,2 A.I. estimada m2 NMP= 2 A.B.C. estimada: m2 Valor: 24 a 30 Milhões de euros Evolução da População: ?
10 A armação do solo intensificada a partir do século XVIII para a cultura do milho Loriga É patente a descontinuidade dos povoamentos florestais e a sustentabilidade do Mosaico agroflorestal
11 Loriga O esforço monumental de armação do Terreno Só na envolvente desta povoação - Cerca de ml de muros de suporte, com alturas médias entre 2 e 4 m, atingindo por vezes mais de 6 metros, profundos arroteamentos e movimentação de terras, com um regadio superior a 200 ha Mais de 8 milhões de euros a preços actuais
12 2 / 3,0 m Armação do terreno Pormenor construtivo Declive natural do terreno Vala de Rega e Drenagem Inclinação variável entre 2 a 12 % >0,25 m Terras Vegetais >0,50 m Material drenante de enchimento Custos construtivos no regadio de Loriga Valor actualizado - Em milhões de euros ml de Muros m3 de Terras vegetais m3 de T. de enchimento 0, m3 escavação 1, ml de Valas e açudes 0,5 Total estimado.. 8,75
13 Valor Ambiental e Cultural
14 Loriga As Valas de Rega e de drenagem Um pormenor exemplificativo da Sistematização tradicional da Paisagem Uma Sistematização Hidrológica exemplar com; -Controle da erosão, dispersão do escoamento e redução das pontas de cheia; - Rega de lima (com recarga sob pressão dos aquíferos) e rega de estiagem. Os Muros de suporte de Terras O aproveitamento cultural tradicional e o simplificado A Policultura e pastagem permanente
15 Sistematização da Paisagem Pormenor Levada Percursos pedestres e de Gado Muros de suporte de Terras Ligações entre socalcos Levadas Socalcos Construções agrícolas Açude Levada Caminho carreteiro Moinho
16 Regadio com Rega de Lima Mais 500% de superfície de infiltração e de abastecimento dos aquíferos Leito de infiltração modificado Leito de Infiltração natural
17 Um pormenor do Mosaico agro florestal As áreas agrícolas de abertura da Paisagem Os Aceiros produtivos As Matas de recobrimento das encostas de grande inclinação
18 Que Futuro? Abandonar e/ou florestar com espécies de crescimento rápido Modernizar e reconverter o sistema cultural de modo integrado com actividades culturais/turísticas
19 A insustentabilidade do cenário Abandono
20 A Campanha de Florestação dos Baldios A expansão do Pinheiro bravo em povoamentos extremes e contínuos dos anos 40 a 70 do Sec. XX A criação de manchas contínuas de espécies arbóreas de crescimento rápido e de alta combustibilidade O desaparecimento das pastagens colectivas - A imigração e a desertificação do território Área já ardida O abandono e regressão cultural estabelecendo o continuo de fogo O continuo de Fogo Leito de Infiltração natural Leito de infiltração modificado em regressão
21 A caminho de Cabeça e Casal do Rei A Florestação contínua dos Baldios O Mosaico Agro-Florestal sustentável, com grande diversidade de habitats, agora em regressão O continuo de fogo A perda drástica da Biodiversidade
22 O Presente e o Futuro No cenário abandono que temos vindo a promover Abandonar ou Florestar com espécies de alto risco O Aviso da capacidade destruidora implacável do fogo
23 Setembro de O resultado de 48 horas de Fogo De Belmonte à Covilhã
24 O Presente e o Futuro No cenário abandono que temos vindo a promover O Trabalho acelerado da Erosão A Desertifica- ção O descontrole hidrológico
25 Quinta do Vale da Forna Zonas ardidas 1987 / Incêndios entre Gouveia / Seia Um exemplo da Insustentabilidade da gestão actual da paisagem Áreas com Projecto de intervenção Florestal Fogo 2010 Fogo 2005 Fogo 2002 Fogos 1987/ 1995
26 Ribeira da Bandoiva Gouveia A insistência no aproveitamento da regeneração do Pinhal tendo ao lado um barril de Pólvora a perder de vista (áreas abandonadas invadidas pelo giestal) Está instalado o continuo de fogo Incêndios em Agosto de Julho de 2.005
27 O Presente e o Futuro No cenário abandono que temos vindo a promover Cheia de A erosão marginal Pilar da Ponte sobre o Rio Alva no IP3 ainda por reparar Os custos que teremos que pagar cada vez mais
28 O Presente e o Futuro No cenário abandono que temos vindo a promover Baixo Mondego A Rotura impensável não controlada dos diques, cuja reparação custou mais de 300 milhões de euros Os custos que teremos que pagar cada vez mais
29 Modernização e Reconversão da Paisagem Modernizar as Infra-estruturas e modificar o sistema cultural de modo integrado com actividades culturais/turísticas Um exemplo de intervenção
30 PNSE 1987
31
32 Levantamento e caracterização do património edificado existente 80 Fogos 17 casais activos 40 Imigrantes reformados 1 Escola Primária 1 Lagar de Azeite 1Moinho 2 Alambiques Habitação Const. Rurais Anexos Eq.Colectivos Comercio
33
34
35 A modernização das infra-estruturas da Paisagem Sistemas de rega e caminhos agrícolas
36 O acesso ao Lugar A estrada e a Ponte em construção A estrumação, bem como os demais produtos de sementeiras e colheitas transportada por escadas, à cabeça e ao ombro
37 A acessibilidade mecânica aos campos com um mínimo de intervenção
38 A acessibilidade nos socalcos
39
40 Fabrico intensivo de Matéria Orgânica - Composto
41 Propostas de estudo e intervenção
42 Propostas de estudo e intervenção
43 Propostas de estudo e intervenção 7. Pequenos frutos Mirtilos, framboesas, amoras e medronho Conservação/transformação
44 Programação das intervenções Custos e financiamento Reconversão do sistema agro-florestal
45
46 Componente agro-ambiental Unidade de Produção Ajuda Base 120 a 300 /ha/ano Manutenção da rotação cereal-pousio; (sementeira directa) 90 a 120 /ha/na Manutenção de pastagens permanentes 50 a 240 /h a/ano Manutenção de socalcos 240 /ha/ano Baldio Gestão do pastoreio em áreas de baldio 25 a 95 /ha/ano
47 Componente silvo-ambiental Unidade de Produção / Baldio Conservação e recuperação de povoamentos florestais Requalificação de matagais Manutenção de maciços e bosquetes Manutenção de galerias ripícola Conservação de corredores ecológicos Renaturalizacao de manchas florestais
48 Investimentos não produtivos Portaria 1048/2010 Número máximo de pedidos de apoio por beneficiário:. 3 pedidos por componente no período do ProDer para Unidade Produtiva para baldios 100% dos custos elegíveis
49 Em unidades de produção: Reconstrução de muretes de suporte Reconstrução de abrigos, rodeios e cortes; Instalação ou recuperação de vedações, cercas e de protectores individuais contra a acção de gado ou da fauna selvagem Recuperação de cervunais e turfeiras Manutenção de infra-estruturas de dispersão e retenção de agua
50 F I M
INTERVENÇÃO TERRITORIAL INTEGRADA DOURO INTERNACIONAL, SABOR, MAÇÂS E VALE DO CÔA
INTERVENÇÃO TERRITORIAL INTEGRADA DOURO INTERNACIONAL, SABOR, MAÇÂS E VALE DO CÔA Para a conservação dos recursos naturais é necessário a manutenção de alguns sistemas agrícolas e florestais com eles relacionados.
MEDIDA 8 - PROTEÇÃO E REABILITAÇÃO DOS POVOAMENTOS FLORESTAIS PDR 2020
MEDIDA 8 - PROTEÇÃO E REABILITAÇÃO DOS POVOAMENTOS FLORESTAIS PDR 2020 Programa de Desenvolvimento Rural Novas Medidas de Apoio ao Investimento Operação 8.1.1 Florestação de Terras Agrícolas e não Agrícolas
INTERVENÇÃO TERRITORIAL INTEGRADA SERRAS DE AIRE E CANDEEIROS
INTERVENÇÃO TERRITORIAL INTEGRADA SERRAS DE AIRE E CANDEEIROS Para a conservação dos recursos naturais é necessário a manutenção de alguns sistemas agrícolas e florestais com eles relacionados. O PRODER
PLANO REGIONAL ORDENAMENTO FLORESTAL DO TÂMEGA
PLANO GIONAL ORDENAMENTO FLOSTAL DO TÂMEGA Objectivos específicos comuns a) Diminuir o número de ignições de incêndios florestais; b) Diminuir a área queimada; c) Reabilitação de ecossistemas florestais:
GESTÃO DO RISCO DE INCÊNDIO FLORESTAL COM RECURSO À PASTORÍCIA
. GESTÃO DO RISCO DE INCÊNDIO FLORESTAL COM RECURSO À PASTORÍCIA As atividades humanas transformaram e modelaram a Serra da Estrela. O aproveitamento de madeiras e lenhas, transformaram as encostas outrora
LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos
LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado de São Paulo Artigo 1º
CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO
CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO ÍNDICE DE TEXTO VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO...219 217 218 VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO O presente capítulo tem como
1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis
CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições
A florestação do PFSMMV e a gestão do risco de incêndio florestal
A florestação do PFSMMV e a gestão do risco de incêndio florestal Índice: Breve caracterização do Perímetro Florestal da Serra do Marão e Meia Via Florestação do PFSMMV Incêndios e Reflorestação O incêndio
MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS
MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS Destina-se a apoiar. nas explorações agrícolas para a produção primária de produtos agrícolas - Componente 1. na transformação e/ou comercialização de produtos agrícolas
A Sustentabilidade no Espaço Público Isabel Martinho da Silva e Maria José Curado CIBIO_UP A SUSTENTABILIDADE DO ESPAÇO PÚBLICO
A Sustentabilidade no Espaço Público Isabel Martinho da Silva e Maria José Curado CIBIO_UP Rede de Parques Metropolitanos da Grande Área Metropolitana do Porto Rede de Parques Metropolitanos da Grande
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS. Giselda Durigan Floresta Estadual de Assis - Instituto Florestal
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Giselda Durigan Floresta Estadual de Assis - Instituto Florestal POR QUE ESTAMOS AQUI HOJE? Não queremos mais... EROSÃO ASSOREAMENTO AGRICULTURA EM APP POR QUE ESTAMOS AQUI?
Da produção ao consumidor
Da produção ao consumidor 1 Da produção ao consumidor O Esporão concluiu que o seu modo de produção não estava adequado à visão da empresa: fazer os melhores produtos que a terra proporciona, de forma
Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.
Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que
É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável.
Pescas Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhoras e Senhores Membros do Governo É inevitável olhar as ilhas na sua descontinuidade e imaginá-las
Alterações Climá/cas baixo carbono e adaptação
Portugal e Alterações Climá/cas baixo carbono e adaptação Outubro de 2011 Comissão para as Alterações Climá/cas Comité Execu3vo Em 200 anos, emitimos a quantidade de carbono que havia sido emitida nos
Gestão e conservação de habitats prioritários dos Sítios de São Mamede e Nisa/Lage da Prata
Projeto LIFE Natureza nº LIFE04/NAT/PT/000214 Gestão e conservação de habitats prioritários dos Sítios de São Mamede e Nisa/Lage da Prata Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo/José Conchinha 1. Como
INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL
INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA [email protected] POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração
Curso Defesa da Floresta contra Incêndios
Curso Defesa da Floresta contra Incêndios os antecedentes do Projecto: Fogos de 2003 e 2005 que devastaram a Região Centro; Implementação do Plano Nacional DFCI; Instalação das Comissões Municipais; Aprovação
Promoção da Biodiversidade em Pastagens Extensivas
Seminário Boas Práticas Agrícolas para a Biodiversidade Promoção da Biodiversidade em Pastagens Extensivas Santarém 14.06.2013, João Madeira Estrutura da Apresentação 1. situação de partida (demografia,
Dinâmica da ocupação florestal do solo Economia e regulação. Departamento de Gestão e Produção Florestal Conceição Ferreira
Dinâmica da ocupação florestal do solo Economia e regulação Departamento de Gestão e Produção Florestal Conceição Ferreira Perspetiva histórica Fixação e arborização das dunas, 1802 José de Bonifácio Andrada
Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia
Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia Impactos potenciais das alterações do Código Florestal
Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?
Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento
Programa de Desenvolvimento Rural 2014 2020 Seminário A PAC rumo a 2020: fazer face aos desafios da sustentabilidade João Marques DSPP 19 de Abril de 2013 1 1 Programação do Desenvolvimento Rural 2014-2020
Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013
Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Francisco Avillez (Professor Emérito do ISA, UTL e coordenado científico da AGR.GES) 16 de Abril de 2013 1. Evolução do pinheiro bravo
O que é a DESERTIFICAÇÃO?
Maria José Roxo Pedro Cortesão Casimiro Tiago Miguel Sousa O que é a DESERTIFICAÇÃO? Projecto DesertLinks Framework 5 União Europeia Geografia e Planeamento Regional Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Morfologia do Terreno
Conferência Internacional ESTRUTURA ECOLÓGICA NACIONAL CONCEITOS E DELIMITAÇÃO Auditório da Torre do Tombo, 22 de Novembro de 2013 Morfologia do Terreno Natália Cunha Manuela Raposo Magalhães Maria Manuela
Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112
Incentivos PRODER Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112 Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112 Abertura: A partir de 22 de Maio Objectivos: Melhorar condições vida, trabalho e produção dos agricultores
Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. [email protected].
Eixo 3 do PRODER Dinamização das zonas Rurais Englobam no eixo 3 do PRODER Abordagem Leader as seguintes Medidas e Acções Medida 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 3.1.1 Diversificação
PLANO DE INTERVENÇÃO DA PONTE DA VÁRZEA
PLANO DE INTERVENÇÃO DA PONTE DA VÁRZEA 1 A Junta de Freguesia de Labruja, tendo definido como uma das suas prioridades para este mandato, a requalificação de toda a área da Ponte da Várzea, junto às margens
Diário da República, 1.ª série N.º 130 8 de Julho de 2008 4264-(7) iii) Aluguer de espaços destinado às acções de aconselhamento
Diário da República, 1.ª série N.º 130 8 de Julho de 2008 4264-(7) iii) Aluguer de espaços destinado às acções de aconselhamento técnico e de sensibilização das populações alvo da ITI; iv) Outros materiais
Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Ano Internacional dos solos
Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Ano Internacional dos solos Hélder Muteia Representante da FAO em Portugal/CPLP [email protected] www.fao.org/portugal 4 de dezembro de 2015
Testes de Diagnóstico
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística
Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira SÃO PAULO SP 22 / 05 / 2013
Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira SÃO PAULO SP 22 / 05 / 2013 SOJA BRASILEIRA A soja é a principal cultura agrícola do Brasil - 28 milhões de ha (25% da área mundial plantada)
I Revisão do. Caracterização biofísica. Leiria
I Revisão do Plano Director Municipal de Caracterização biofísica Leiria Volume II 2004 1. ECOZONAS Ao percorrer o concelho de Leiria de Norte para Sul e de Este para Oeste a paisagem varia. Uma imagem
A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES)
A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) Esquema da apresentação: Objectivos da PAC pós-2013 Orientações propostas
CICLO DE PALESTRAS E DEBATES
CICLO DE PALESTRAS E DEBATES PLC PROGRAMA Nº 30/11 NOVO PRODUTOR CÓDIGO FLORESTAL DE ÁGUA Ã NO GUARIROBA Á COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA DO SENADO FEDERAL Devanir Garcia dos Santos Gerente
O Desenvolvimento Rural na Região. Carlos Pedro Trindade
O Desenvolvimento Rural na Região de Lisboa e Vale do Tejo Carlos Pedro Trindade O Desenvolvimento Rural na Região de Lisboa e Vale do Tejo 1. A Agricultura da região de LVT 2. O apoio ao Sector Agrícola
Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS
Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas
GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009
GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) O plano plurianual de investimentos para 2009 tem subjacente um planeamento financeiro que perspectiva a execução dos
RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
HIDROLOGIA I RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - Introdução: Apresentação do Programa da Disciplina, Sistema de Avaliação; Conceito; Importância e Aplicação da Hidrologia (2h) 2 - Ciclo Hidrológico (2h);
Hugo Saturnino Paulo Fernandez e José M. Monteiro Coimbra - 30 Maio de 2009
OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA NO PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE INFRA- ESTRUTURAS DE PREVENÇÃO E SUPRESSÃO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS CASO DE ESTUDO: CONCELHO DA SERTÃ Hugo Saturnino Paulo Fernandez e
PELOS CAMINHOS DO ALVÃO UMA PROPOSTA DE REQUALIFICAÇÃO DOS PERCURSOS PEDESTRES NO PARQUE NATURAL DO ALVÃO
PELOS CAMINHOS DO ALVÃO UMA PROPOSTA DE REQUALIFICAÇÃO DOS PERCURSOS PEDESTRES NO PARQUE NATURAL DO ALVÃO Maria Amélia Fernandes Vale, Curso de Geografia e Planeamento, Universidade do Minho, Campus de
Vinha, Vinho e Turismo na Região do Douro
Vinha, Vinho e Turismo na Região do Douro Rosa Amador REGIÃO DO DOURO Vinha domina a paisagem REGIÃO DO DOURO REGIÃO DO DOURO REGIÃO DO DOURO Solo feito de xisto REGIÃO DO DOURO REGIÃO DO DOURO Quinta
Enquadramento Turismo Rural
Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o
Erosão e Voçorocas. Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Estudos Ambientais Professor: João Paulo Nardin Tavares
Erosão e Voçorocas Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Estudos Ambientais Professor: João Paulo Nardin Tavares O que é erosão? A erosão caracteriza-se pela abertura de enormes buracos no chão pela
ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS
ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS 10 DE DEZEMBRO DE 2013 REALIZAÇÃO: CATI SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO E SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE GOVERNO DO ESTADO DE
O POTENCIAL HIDROGRÁFICO DA BACIA DO RIO ZAMBEZE Situação geográfica da Bacia do Zambeze (Moçambique) Cont. Características Físicas e Climática Bacia do Zambeze da A Bacia do rio Zambeze é a quarta maior
Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro
ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE -NOVO CÓDIGO FLORESTAL MINEIRO LEI 20922/13 Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE(APPs) ART. 8º - São aquelas cobertas ou não por vegetação
Índice. Baldios em Portugal Continental registados no Sistema de Identificação Parcelar
O Sistema de Identificação Parcelar O que é? Implementação dos novos limites Administrativos - CAOP Baldios em Portugal Continental registados no Sistema de Identificação Parcelar Como estava a ser calculada
Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código?
Impacto das Alterações do Código Florestal: Quais Políticas de Conservação no Pós Código? Dr. Sergius Gandolfi IV Simpósio sobre RAD - Ibt 16/11/2011-14h- Capital (SP) Biólogo, Laboratório de Ecologia
ASSOCIAÇÃO TRANSUMÂNCIA E NATUREZA. apoie esta campanha em www.ppl.com.pt
ASSOCIAÇÃO TRANSUMÂNCIA E NATUREZA apoie esta campanha em www.ppl.com.pt A Pombal do Coto Fernando Romão A Faia Brava é a primeira área protegida privada do país, no coração do vale do Côa, no Nordeste
MATERIAL DE APOIO PROFESSOR
CURSO INTENSIVO III Disciplina: Direito Ambiental Prof. Fabiano Melo Data: 09.12.2009 Aula nº 06 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Lei 4771/65 Art. 2 Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta
NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA
NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA Por meio do Projeto de Georreferenciamento e Diagnóstico das Nascentes de Sorocaba, a equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMA) selecionou a Nascente
B I O G E O G R A F I A
B I O G E O G R A F I A BIOMAS BRASILEIROS 2011 Aula VII BRASIL E VARIABILIDADE FITOGEOGRÁFICA O Brasil possui um território de dimensões continentais com uma área de 8.547.403 quilômetros quadrados. 4.320
PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA
PORTUCEL SOPORCEL INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA Com uma posição de grande relevo no mercado internacional de pasta e papel, o Grupo Portucel Soporcel é uma
Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)
Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos
Bairro Ourives. Lotes A, B, C e D. Setembro de 2014
Bairro Ourives Lotes A, B, C e D Setembro de 2014 OBJETIVO Com o objetivo de dar continuidade às ações desenvolvidas no âmbito do PIPARU - Programa de Investimento Prioritário em Ações de Reabilitação
Novo Código Florestal, Adequação Ambiental e CAR
Considerações Novo Código Florestal, Adequação Ambiental e CAR Prof. Rafaelo Balbinot Curso de Engenharia Florestal UFSM-Campus de Frederico Westphalen Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para
Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen
Lei 12.651/2012 Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Considerações Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para aplicação da lei Análise individual
Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado, e dá providências correlatas
LEI Nº 13.550, DE 02 DE JUNHO DE 2009 Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado, e dá providências correlatas O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que
IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS
IMPACTOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS Devanir Garcia dos Santos Gerente de Uso Sustentável de Água e Solo Superintendência de Implementação de Programas e Projetos DISPONIBILIDADE
FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL
FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências
CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005
CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 EXTREMA EXTREMO SUL DE MINAS. SERRA DA MANTIQUEIRA. 480 KM BH E 100 KM DA CIDADE DE SP. POPULAÇÃO 24.800 HABITANTES. CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA DE 20 ANOS
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS Informação-síntesepara apoioà sessãode avaliação dos trabalhos desenvolvidosapóso GIF de Catraia São Brás de Alportel e Tavira, 24 de novembro de 2014 1. ÁREA ARDIDA ENTRE
Eng.º José Pinto Leite
Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS
PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria do Meio Ambiente Secretaria da Agricultura e Abastecimento Dezembro de 2005 COBERTURA FLORESTAL (Inventário Florestal,
Encontro Técnico Poluição difusa desafios para o futuro. O caso prático da agricultura: Perímetro de Rega do Vale do Sorraia
Encontro Técnico Poluição difusa desafios para o futuro O caso prático da agricultura: Perímetro de Rega do Vale do Sorraia José Nuncio Auditório do IPQ, Caparica 29 Maio 2013 Definição POLUIÇÃO DIFUSA
Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8
Climas e Formações Vegetais no Mundo Capítulo 8 Formações Vegetais Desenvolvem-se de acordo com o tipo de clima, relevo, e solo do local onde se situam.de todos estes, o clima é o que mais se destaca.
XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO
XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO Desenvolvimento Rural, Agricultura, Florestas e Sustentabilidade 17 de outubro de 2014 / GPP Eduardo
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PROJETO DE LEI Nº 051/2012
PROJETO DE LEI Nº 051/2012 Torna obrigatória a adoção de pavimentação ecológica nas áreas que menciona e dá outras providências. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Artigo 1º
Florestas Energéticas. Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014
Florestas Energéticas Alex Carneiro Leal Engenheiro Florestal 22 de maio de 2014 O IAPAR Vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), é o órgão de pesquisa que da embasamento tecnológico
USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares
USO DA TERRA NO BRASIL 851 milhões de hectares URBANIZAÇÃO E OUTROS USOS 4% AGRICULTURA 7% VEGETAÇÃO NATURAL (FLORESTAIS E OUTROS) 65% PASTAGENS 23% FONTES: MMA/IBGE-PAM(2010)/INPE/CENSO AGROPECUÁRIO 2006
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE PREFEITURA DE SUMARÉ SECRETARIA MUNICIPAL DE AÇÃO SOCIAL SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 3M DO BRASIL
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE PREFEITURA DE SUMARÉ SECRETARIA MUNICIPAL DE AÇÃO SOCIAL SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 3M DO BRASIL SOCIEDADE HUMANA DESPERTAR LABORATÓRIO DE ECOLOGIA E RESTAURAÇÃO
A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional. Divanildo Monteiro ([email protected])
A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional Divanildo Monteiro ([email protected]) Complexo Agroflorestal em Portugal Complexo agro-florestal: território, economia e sociedade 70% do
Carlos Branco - Engª Agronomo - Divisão de Investimento da Guarda
Os apoios ao investimento em estruturas, equipamentos de produção, refrigeração, recolha, concentração e transformação do leite no âmbito do PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural) 2007-2013 Sector
Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:
Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,
III WORKSHOP DO IBIS / INLAND
III WORKSHOP DO IBIS / INLAND UFV, 23 a 25 de fevereiro de 2010 Marcos Heil Costa, UFV Boas-vindas e avisos Almoços terça, quarta e quinta Restaurante Geraes, embaixo do hotel do CEE Usem os tickets distribuídos
Uma estratégiacom o objectivoúnicode contribuirpara fixar população no interior do seu território.
TAGUS, 20 de Janeiro de 2015 20 anos Uma estratégiacom o objectivoúnicode contribuirpara fixar população no interior do seu território. Combater o exodo rural e abandono da activiade agro- Combater o exodo
What We re Doing For Cycling no município do Seixal
What We re Doing For Cycling no município do Seixal SEIXAL Seixal: 94 km2 158 269 habitantes 94 600 empregados e estudantes 47 800 ficam no concelho (50%) Seixal: 94 km2 158 269 habitantes 94 600 empregados
MEDIDAS PRIVADAS DE GESTÃO DO RISCO: ASSOCIADAS DA UNAC. Estratégias de Gestão do Risco Florestal 18. 03. 2010
MEDIDAS PRIVADAS DE GESTÃO DO RISCO: ASSOCIADAS DA UNAC Estratégias de Gestão do Risco Florestal 18. 03. 2010 Agenda A UNAC Incêndios florestais impacto Que abordagem? Seguro Florestal UNAC em números
3 - Formulário de Levantamento dos Impactos Ambientais Potenciais (IAP).
1 - FICHAS AMBIENTAIS ANEXO 13 FICHAS DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL (Esta ficha deve ser aplicada para todos os subprojetos e contempla o levantamento e demanda da área ambiental, inclusive os povos tradicionais
Restauração Ecossistêmica RPPN Fazenda Bulcão (Aimorés/MG) e Reserva Biológica de Itapina (Colatina/ES) Instituto Terra
Restauração Ecossistêmica RPPN Fazenda Bulcão (Aimorés/MG) e Reserva Biológica de Itapina (Colatina/ES) Instituto Terra Quem somos O Instituto Terra é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada
E s t r u t u r a V e r d e
Estrutura Verde A. Introdução O conceito de Estrutura Verde insere-se numa estratégia de desenvolvimento sustentado, objecto fundamental das políticas do ordenamento do território. A Estrutura Verde é
