O que é a DESERTIFICAÇÃO?
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- Nathalie Furtado de Paiva
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1 Maria José Roxo Pedro Cortesão Casimiro Tiago Miguel Sousa O que é a DESERTIFICAÇÃO? Projecto DesertLinks Framework 5 União Europeia Geografia e Planeamento Regional Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa
2 O que é a? degradação do solo, da paisagem e do sistema bio-produtivo terrestre, em áreas áridas, semi-áridas e sub-húmidas, resultante de vários factores, incluindo as variações climáticas e as actividades humanas. Definição das Nações Unidas (1994) O fenómeno da tem sido erradamente confundido com o Despovoamento, que afecta grande parte do interior do País. No entanto, estes dois fenómenos podem estar relacionados. A perda de fertilidade dos solos acaba por levar ao declínio da agricultura, ao abandono da terra, e à emigração. Portanto é essencial distinguir os dois fenómenos, para que seja possível aplicar medidas de combate, que dificultem o avanço da. é uma perda progressiva da fertilidade do solo, pela destruição da sua estrutura e composição, o que não permite boas produções agrícolas, nem a existência de uma vegetação com variedade de espécies naturais. Formação Rocha Solos Jovens Solo Evoluído Erosão
3 A destruição do solo tem outras agravantes, uma vez que ao tornar-se mais delgado, permite apenas a infiltração de uma pequena quantidade da água da chuva. Deste modo a quantidade de água subterrânea diminui. Estudos efectuados revelam que cerca de 36% do País apresenta risco de desertificação, encontrando-se já 28% desta área, bastante afectada por este fenómeno. Diversas áreas do Interior de Portugal (Alentejo, Algarve, Beira Interior, Trásos-Montes), já apresentam vastas áreas com elevado grau de degradação dos solos e da vegetação. No caso particular do Concelho de Mértola, 47% da superfície deste município já se encontra afectada por um elevado grau de degradação, que se pode observar, facilmente, pelas enormes extensões com pouca vegetação, e com muita rocha e pedras à superfície. Áreas Ambientalmente Sensíveis à Concelho de Mértola 2001 Áreas Críticas Áreas Frágeis Áreas Não Afectadas
4 Causas São vários os factores que contribuem para a. Uns são causas naturais (chuvas intensas, ocorrência de secas), outros estão directamente ligados às actividades humanas (agricultura, indústria entre outras). Na realidade, a conjugação destes factores, tem tido um impacto negativo, muito grande, sobre os recursos naturais (solo, água e vegetação). As actividades agrícolas, por se basearem na utilização do solo, contribuem decisivamente para a. Assim, podem-se identificar uma série de práticas e acções, nocivas e que degradam os solo e o ambiente. Pastagens Sobrepastoreio Excessiva utilização das mesmas pastagens; Excesso de encabeçamento; Utilização de espécies de pastagens mal adaptadas às condições de solo e clima; Compactação da superfície do solo pelo pisoteio do gado; Aparecimento de uma rede de trilhos, que favorece a acção de escorrência da água da chuva.
5 Terras Aráveis Remoção do coberto vegetal (desmatação, queimas de restolhos e resíduos de culturas); Práticas agrícolas incorrectas, como são as lavouras profundas e sucessivas, no sentido da maior inclinação do terreno, entre outras; Perdas de matéria orgânica, pela lavagem do solo por água da chuva; Destruição da estrutura do solo, com as mobilizações; Compactação uso de maquinaria pesada; Remoção de nutrientes armazenados (pousio) monoculturas (ex. trigo, vinha, entre outras), espécies inadequadas às condições de solo e clima (ex. girassol); Poluição contaminação por resíduos tóxicos, e produtos químicos (fertilizantes, herbicidas, pesticidas). Regadios Práticas agrícolas incorrectas, como por exemplo o uso excessivo de água e erosão; Salinização formação de películas de sal à superfície do solo, devido à utilização, para irrigação, de águas subterrâneas com elevados teores em sais; Diminuição preocupante da quantidade de água subterrânea existente; Perda de fertilidade do solo por continua utilização esgotamento.
6 Floresta Desflorestação; Utilização de espécies exóticas de crescimento rápido, como o eucalipto; Ocorrência de incêndios. Outras actividades Impermeabilização infra-estruturas e urbanização; Consumo excessivo do recurso água em áreas turísticas (ex. Algarve). Todas estas actividades conduzem e intensificam os processos de erosão do solo, pela acção da água da chuva. As gotas de água ao caírem sobre o solo desprotegido e desagregado, fragmentam os agregados em partículas que, depois, são facilmente transportadas pelas águas de escorrência à superfície. Por essa razão, é comum verse os rios de cor barrenta, sobretudo durante o Outono (altura de lavouras e sementeiras), ou em outras estações do ano, quando a ocorrência de chuvas intensas coincidem com a abertura de alqueives (Primavera), ou com outras mobilizações de solo.
7 Consequências As consequências da desertificação são graves, apesar de ser um fenómeno que não surge com uma catástrofe, mas vai progredindo no tempo. A principal consequência é o abandono da terra, por perda de fertilidade do solo. Há assim uma diminuição da qualidade de vida das populações e, estas, decidem emigrar. Em virtude destes movimentos migratórios pode verificar-se um crescimento caótico das cidades, com aumento do desemprego e marginalidade, bem como da poluição e dos problemas ambientais. Da perda de fertilidade dos solos resultam: Quebras na produção e produtividade agrícola; Diminuição da renda e do poder de compra das populações; Oscilações do preço dos produtos, nos mercados regionais e nacionais; Instabilidade social, económica e política; Aumento das diferenças de riqueza entre regiões; Agravamento dos problemas ambientais, devidos à má utilização dos recursos naturais Pobreza e desemprego
8 No que diz respeito aos recursos naturais observa-se: Perda de Biodiversidade (menor variedade de plantas e animais); Perda de solo por erosão, o que implica menor capacidade para que a água da chuva se infiltre e vá alimentar rios e nascentes; Diminuição da disponibilidade de água doce, devido aos rios transportarem muitos sedimentos e as barragens ficarem cheias de materiais; Degradação do Montado ; Aumento progressivo da pressão sobre os recursos, para retirar algum rendimento. Como se pode concluir, está-se perante um fenómeno GRAVE, a que os governos e as populações não têm dado muita atenção. Por esse motivo é fundamental, ter consciência que a existe, está em curso, e que é urgente tomar medidas para que não avance. Apesar de existir um Plano Nacional de Combate à, elaborado em virtude de Portugal ter assinado a Convenção de Combate à e à Seca das Nações Unidas, está nas mãos de TODOS, contribuir, para a conservação de recursos vitais para o ser humano, como são o SOLO e a ÁGUA, porque o FUTURO de todos Nós, depende das acções e atitudes do Presente. Estar informado é um passo decisivo para participar, na luta contra a. Fotografias dos autores, tiradas no Concelho de Mértola 2003/2004 PANCD - Plano de Acção Nacional para Combate à Aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros nº 69/99 de 17 de Junho Direcção Geral dos Recursos Florestais sede do Ponto Focal da UNCCD
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