O Orçamento Geral do Estado e a Programação Macroeconómica
|
|
|
- Diego Paiva Carreira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O Orçamento Geral do Estado e a Programação Macroeconómica 1
2 Enquadramento 1. O Orçamento Geral do Estado é o documento que consolida o exercício previsional de todas a receitas e de todas as receitas de um Estado; 2. Para o preparo do Orçamento Geral do Estado, são necessários alguns pressupostos, sendo eles um conjunto de indicadores de natureza macroeconómica dentre os quais; a) A taxa de crescimento do PIB esperada para o ano em causa; a) O conhecimento da expectativa de crescimento do PIB por Sectores b) A taxa de crescimento dos preços domésticos/inflação; c) A taxa de crescimento dos agregados monetários; d) A expectativa de preços de exportação; e) A expectativa da taxa média de cambio. 3. Agregam-se ainda outros importantes pressupostos: a) O quadro legal permite fazer o enquadramento das receitas públicas do Estado como órgão central ou das Administrações Locais(autarquias) b) Alinhamento com os objectivosdo Plano de Governação em vigor, para o caso de Angola, o PND 2
3 Enquadramento 1. O Plano Nacional de Desenvolvimento, para o caso de Angola aponta para 5 importantes objecticvos: a) Melhoria da qualidade de vida; b) Inserção da Juventude na vida activa da sociedade; c) Desenvolvimento do sector privado; d) Garantia de pressupostos básicos necessários ao desenvolvimento; e) Inserção competitiva de Angola o contexto Internacional 2. Os objectivosdo Plano de Governação, permitem concretizar a visão programática do orçamento. O Orçamento é composto por programas e obedece uma hierarquia. 3
4 Classificação da Despesa Na visão programática do Orçamento, a despesa é organizada do seguinte modo: Programas Subprogramas Projectos Actividade Categoria Económica Natureza Económica Despesa Corrente Despesa de Capital Pessoal Bens & Serviços Transferências Correntes Subsídios Juros Despesas de Capital não Financeiro Despesas de Capital Financeiro 4
5 Classificação da Despesa 1. As despesas podem ser vistas como DESPESAS DE FUNCIONAMENTO-aquelas despesas permanentes das instituições públicas inscritas nas respectivas actividades básicas e 2. DESPESAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO-são despesas das unidades Orçamentais que contribuem, directa ou indirectamente, para o Desenvolvimento. 3. A receitas podem ser vistas em termos de tributos, receitas de índole patrimonial, receitas de capital, doações ou ainda receitas de financiamento 5
6 O Equilíbrio do Orçamento 1. O Equilíbrio do Orçamento decorre da relação de igualdade das Entradas e Saídas, ou seja das Receitas e Despesas; 2. Quando as despesas excedem a receita fiscal, o deficit faz parte das entradas e quando as receitas Fiscais excedem as despesa, o Superavit faz parte das saídas; 3. O excesso de despesas sobre as receitas fiscais determina a necessidade de financiamento; 4. A necessidade de financiamento é coberta com endividamento interno e ou externo: a) Acordos de mutuo; b) Linhas de crédito; c) Emissão de Títulos de Divida Pública ou Bilhetes do Tesouro d) Utilização de reservas decorrentes de superavits em exercícios passados 6
7 Princípios a Observar na Execução do Orçamento 1. A observância dos princípios da unicidade e da universalidade, constituem importantes aspectoscentrados na eficiência da execução do Orçamento e na eficácia quanto aos seus objectivos; 2. O orçamento deve compreender, em uma única peça, todas as receitas e despesas públicas, evidenciando, portanto, o seu resultado equilibrado, deficitário ou superavitário. 3. Observância aos princípios: a) Unicidade; b) Anualidade c) Universalidade; d) Não transitividade; e) Especificação/Descrição f) Transparência g) Equilíbrio h) Publicidade 7
8 Etapas dominantes no Processo de Elaboração do Orçamento Teste de Consistência Base de Calculo da Despesa e Alinhamento da Despesa às Prioridades e Politicas de Governação Determinação das Necessidades de Financiamento Fixação do Limite da Despesa Definição de Objectivos Definição do Quadro Macroeconómico 8
9 A relevância da Programação Macroeconómica 1. Sendo o Orçamento uma previsão, a programação macroeconómica é usada ex-antepara preparar o orçamento, porem é ainda usada no decorrer da implementação/execução do Orçamento, com objectivo de monitorar o comportamento dos principais agregados macroeconómicos, permitindo deste modo corrigir o Orçamento; 2. O exercício da Programação Macroeconómica, compreende acções de acompanhamento e revisão inter-temporaldos principais agregados macroeconómicos, e o ajustamento dos demais indicadores ao comportamento dos principais agregados; 3. O exercício da programação obedece intervalos trimestrais, podendo ser feito ainda para intervalos mais curtos (Exemplo, a gestão da Liquidez semanalmente) 9
10 A Execução da Despesa 1. Na execução da despesa, observam-se quatro fazes: a) Solicitação do bem ou serviço; b) Pesquisa de preços; c) Cabimentação, d) Liquidação; e) Pagamento 2. A despesa pode ser executada na ópticado Compromisso ou na ópticade Caixa, a diferença entre as duas ópticas, permitem-nos apurar o volume de atrasados Internosdo Estado (obrigações de pagamento de curto prazo) 10
Conceitos a reter. Economia e Finanças Públicas Aula T As contas e os saldos das AP. Bibliografia. Livro EFP, Cap 11 e Cap.
Economia e Finanças Públicas Aula T15 4.2 As contas e os saldos das AP 4.2.1 O saldo global das AP 4.2.2 A classificação económica das receitas e das despesas 4.2.3 Os saldos orçamentais EFP - ISEG 1 Conceitos
Lei n.º /2015. de de
Lei n.º /2015 de de Considerando o impacto significativo que as alterações do comportamento do preço do barril de petróleo no mercado internacional têm, ao nível das finanças públicas e do mercado cambial,
MACROECONOMIA. O problema é que às vezes alguns pormenores importantes são omitidos.
MACROECONOMIA Estuda a economia como um todo determinação e o comportamento de grandes agregados: renda e produtos nacionais, nível geral de preços, emprego e desemprego, estoque de s, taxas de juros,
Políticas Económicas e Sociais
Políticas Económicas e Sociais Conjunto de medidas implementadas pelo Estado, nas áreas económica e social, recorrendo a diferentes instrumentos, tendo como finalidade alcançar objectivos previamente traçados.
Balanço de pagamentos. Reinaldo Gonçalves
Balanço de pagamentos Reinaldo Gonçalves [email protected] 1 Sumário 1. BOP: Definição 2. BOP: Estrutura básica 3. BOP: Determinantes de curto prazo 4. BOP: Brasil 5. Posição do investimento
REPÚBLICA DE ANGOLA. Lei n.º /09. de de
REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º /09 de de O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira que expresso em termos de valores, para um período de
Balanço de pagamentos. Reinaldo Gonçalves
Balanço de pagamentos Reinaldo Gonçalves [email protected] 1 Sumário 1. BOP: Definição 2. BOP: Estrutura básica 3. BOP: Determinantes de curto prazo 4. BOP: Brasil 5. Posição do investimento
1.2- Breves Considerações sobre a Implementação do SISTAFE
I INTRODUÇÃO 1.1 Enquadramento Legal A Constituição da República de Moçambique estabelece, na alínea l) do n.º 2 do artigo 179, que é da exclusiva competência da Assembleia da República deliberar sobre
DIREITO FINANCEIRO ORÇAMENTO PÚBLICO
DIREITO FINANCEIRO ORÇAMENTO PÚBLICO I. PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS São diretrizes de direito financeiro que aplicamse direta e imediatamente à confecção do orçamento pelo Estado. São normas especificamente
Finanças Públicas. Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI
Finanças Públicas Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI 1. INTRODUÇÃO Implicações econômicas: Como a dívida afeta o funcionamento da economia? Quais as consequências de políticas fiscais passadas
Economia Pública. Cálculo Financeiro
Economia Pública 1º Semestre 2010/11 Cálculo Financeiro Só se podem somar valores monetários que se reportem ao mesmo momento do tempo. Para isso deveremos actualizar todos os valores ou capitaliza-los
Directora: Joana da Fonseca Cordeiro dos Santos
REPÚBLICA DE ANGOLA ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO 2011 BALANÇO DA EXECUÇÃO DO III TRIMESTRE LUANDA, OUTUBRO DE 2011 Ministério das Finanças Ministro: Carlos Alberto Lopes Secretária de Estado das Finanças:
CONTABILIDADE PÚBLICA. Balanço Orçamentário
CONTABILIDADE PÚBLICA Balanço Orçamentário DEMONSTRAÇÃO CONTÁBIL BALANÇO ORÇAMENTÁRIO BALANÇO FINANCEIRO DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS BALANÇO PATRIMONIAL FINALIDADE AVALIAÇÃO DA GESTÃO ORÇAMENTÁRIA
Economia Política. Ano 4º Carga horária semanal Natureza Anual Teórica Teórico-Prática Prática - 3 -
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Abrantes Curso Comunicação Social Ano Lectivo 2006/2007 Ficha da Disciplina Unidade Curricular Créditos ECTS - Economia Política Ano 4º Carga
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO 2007/2008 ECONOMIA PÚBLICA 2º ANO PLANO DO CURSO
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO 2007/2008 ECONOMIA PÚBLICA 2º ANO PLANO DO CURSO PARTE I INTRODUÇÃO 1) Economia Pública objecto da disciplina
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO 1 OBJETIVOS DA AULA 3 Dinâmica dos Mercados em Macroeconomia Contas Nacionais - Quantificando o Desempenho da
Licenciatura em Direito Economia Política. Fichas de trabalho Ficha nº 6
Licenciatura em Direito Economia Política Fichas de trabalho Ficha nº 6 Assunto: Princípios de macroeconomia. Agregados económicos. Contas nacionais. Orçamento Estado. A TEMA DE DISCUSSÃO 6 Leia atentamente
DOS MAIORES DE 23 ANOS NOME:
Notas: Apresente o seu documento de identificação. Coloque o nome em todas as folhas. Leia atentamente cada questão antes de iniciar a sua resposta. Grupo 1 [10 VALORES] Relativamente a cada questão, assinale
Programa de Unidade Curricular
Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Marketing Unidade Curricular Macroeconomia Semestre: 1 Nº ECTS: 6,0 Regente Maria Dolores Ferreira Nunes Cabral Assistente Carga
O Parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado no Âmbito da Prestação de Contas
Transparência Orçamental e os principais documentos orçamentais na fase de Auditoria das Contas Públicas O Parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado no Âmbito da Prestação de Contas Luanda,
Composição do Orçamento do Estado e o Ciclo orçamental. Fernanda Massarongo Beira, Dezembro de 2010
Composição do Orçamento do Estado e o Ciclo orçamental Fernanda Massarongo [email protected] Beira, Dezembro de 2010 Pretende-se que ao final deste módulo o participante tenha alcançado os
PREFÁCIO...XIII APRESENTAÇÃO... XV AGRADECIMENTOS...XXI I INICIANDO A ANÁLISE FINANCEIRA DOS GOVERNOS... 1
PREFÁCIO...XIII APRESENTAÇÃO... XV AGRADECIMENTOS...XXI I INICIANDO A ANÁLISE FINANCEIRA DOS GOVERNOS... 1 1.1 Governo e administração pública... 2 1.2 Objetivos das organizações governamentais... 5 1.3
Contabilidade CRISE. Planejamento Financeiro 25/08/2016. Escreve, oficializa É a ciência que registra os
CRISE Contabilidade Escreve, oficializa É a ciência que registra os Possuem denominador financeiro comum acontecimentos verificados no patrimônio de uma entidade Conjunto de bens direitos e obrigações
Capítulo I Constituição do Orçamento
REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 2/03 de 7 de Janeiro O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira que expresso em termos de valores, para um
Sumário da apresentação. Indicadores Económicos. Regime Cambial do Sector Petrolífero, Impactos e desafios. Perspectivas da Política Monetária
Angola Evolução dos Principais Indicadores Económicos e Financeiros (2008 e 2012 ) Perspectivas e Impactos do Novo Regime Cambial do Sector Petrolífero. Sumário da apresentação Indicadores Económicos Regime
REPÚBLICA DE ANGOLA. Lei n.º /10. de de
REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º /10 de de O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira que expresso em termos de valores, para um período de
Contabilidade Pública. Aula 2. Apresentação. Aula 2. Orçamento Público. O orçamento nacional deve ser equilibrado
Contabilidade Pública Aula 2 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Aula 2 Orçamento Público: conceito e finalidades. O orçamento nacional deve ser equilibrado As dívidas públicas devem ser reduzidas...
Instrumentos de Política Macroeconômica
Instrumentos de Política Macroeconômica Hildo Meirelles de Souza Filho Instrumentos da Política Macroeconômica Política Fiscal Política Monetária Política Cambial 1 1. Política Fiscal Gasto corrente do
A Balança de Pagamentos
A Balança de Pagamentos Importações e Exportações PORTUGAL Exportação Crédito MUNDO PORTUGAL Importação Débito MUNDO A BALANÇA DE PAGAMENTOS Balança de Pagamentos Balança Corrente Balança de Capital Balança
Progresso PARP Perspectivas
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DIRECÇÃO NACIONAL DE ESTUDOS E ANÁLISE DE POLÍTICAS Progresso PARP 2011-2014 Perspectivas 2013-2017 Apresentação ao Seminário Conjunto:
O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano
O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano Departamento de Comunicação e Educação Financeira 06/04/2017 O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Apresentação da Agenda
CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTAL E PATRIMONIAL DO POCAL, APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 54-A/99, DE 22 DE FEVEREIRO
Classe 0 Contas do controlo orçamental e de ordem* 01 Orçamento Exercício corrente* 02 Despesas 021 Dotações iniciais* 022 Modificações orçamentais* 0221 Transferências de dotações 02211 Reforços* 02212
Finanças Públicas Brasileiras Experiências Recentes entre 1970/
Capítulo 2 Bens Públicos, Externalidades, Falhas de Mercado 39 2.1. Bens públicos... 39 2.2 Monopólios naturais... 41 2.3 Externalidades... 42 2.4. Mercados incompletos e assimetria de informações... 43
PROFESSOR PAULO LACERDA
PROFESSOR PAULO LACERDA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEIS ORÇAMENTÁRIAS LDO RESULTADOS INSTAGRAM/TWITTER: @PAULOJLACERDA FACEBOOK.COM/PROFESSORPAULOLACERDA 1) Conceito Constitucional Art.
CAPÍTULO VI VEDAÇÕES CONSTITUCIONAIS EM MATÉRIA ORÇAMENTÁRIA Questões de concursos anteriores Gabarito
SUMÁRIO CAPÍTULO I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA 1.1 O Direito Financeiro e a Administração Financeira e Orçamentária 1.2 Normas gerais de Direito Financeiro 2. A atividade financeira
Programa. Finanças Públicas 2.º Ano Turmas A/B/Noite Ano Lectivo 2012/2013. Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira. Introdução
Programa Finanças Públicas 2.º Ano Turmas A/B/Noite Ano Lectivo 2012/2013 Professor Doutor Eduardo Paz Ferreira Introdução I. Aspectos gerais 1. As Finanças Públicas. Questões de ordem geral 2. Fixação
BALANÇA DE PAGAMENTOS Balança de Pagamentos Externos de Portugal Valores Líquidos Base de transacções Balança de Pagamentos Externos
ÍNDICE DE QUADROS Parte I ESTATÍSTICAS MONETÁRIAS E FINANCEIRAS Balanço do Banco de Portugal Dez 1947-Dez 1956... 11 Balanço do Banco de Portugal Dez 1957-Dez 1965... 12 Balanço do Banco de Portugal Mar
Sumário PARTE I. Os instrumentos monetários e financeiros e as instituições financeiras A moeda, as suas funções e a liquidez dos activos...
Sumário Nota Introdutória...9 PARTE I Os instrumentos monetários e financeiros e as instituições financeiras CAP. I - as funções e as Formas da moeda e os sistemas monetários...13 1.1. A moeda, as suas
Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhora e Senhores Membros do Governo
do Governo As propostas de Plano e Orçamento para 2005 e das Orientações de Médio Prazo para 2005-2008, agora em discussão, assinalam um novo ciclo para os Açores, após a fase do ciclo da Nova Autonomia
CAPÍTULO IV CRÉDITOS ADICIONAIS 1. Introdução 2. Créditos suplementares 3. Créditos especiais
SUMÁRIO CAPÍTULO I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA 1.1 O Direito Financeiro e a Administração Financeira e Orçamentária 1.2 Normas gerais de Direito Financeiro 2. A atividade financeira
Finanças Públicas. Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI
Finanças Públicas Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI 1. INTRODUÇÃO Implicações econômicas: Como a dívida afeta o funcionamento da economia? Quais as consequências de políticas fiscais passadas
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO 1 OBJETIVOS DA AULA 3 Dinâmica dos Mercados em Macroeconomia Contas Nacionais - Quantificando o Desempenho da
SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS. 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade
SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS 7ª Edição da Pós-Graduação em Fiscalidade Instituto Politécnico de Leiria (E.S.T.G.) Departamento de Gestão e Economia 4 de Novembro 2016 OE 2017 CENÁRIO MACRO-ECONÓMICO FMI
PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS
PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO
CONTABILIDADE PÚBLICA
CONTABILIDADE PÚBLICA Demonstrações Contábeis Análise das DCASP Parte 1 Prof. Cláudio Alves A análise das Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público constitui-se num processo de meditação sobre
Disciplina Economia A Módulo 4,5,6
Escola Secundária Cacilhas-Tejo MATRIZ DE EXAME (AVALIAÇÃO DO REGIME NÃO PRESENCIAL E AVALIAÇÃO DE RECURSO) Disciplina Economia A Módulo 4,5,6 ENSINO RECORRENTE MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS Duração da Prova:
Contabilidade Aplicada ao Setor Público Receitas e Despesas Públicas. Profa.: Patrícia Siqueira Varela
Contabilidade Aplicada ao Setor Público Receitas e Despesas Públicas Profa.: Patrícia Siqueira Varela Receita Pública Conceito: todo e qualquer recolhimento feito aos cofres públicos. Receita Orçamentária:
1. Introdução Avaliação ex-ante como ponto de partida Principais objectivos Avaliação de natureza operacional 3
1. Introdução 2 2. Avaliação ex-ante como ponto de partida 2 3. Principais objectivos 3 3.1. Avaliação de natureza operacional 3 3.2. Avaliação de natureza estratégica 4 4. Implementação 4 4.1. Avaliação
Execução Orçamental. Receita
Relatório de Gestão No presente relatório, elaborado em conformidade com o estabelecido no ponto 13 do POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais, visa-se de forma precisa, clara e sintética
FÓRUM DE INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO: UM NOVO PARADIGMA PARA A DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLANA APIEX. 13 de Maio de 2016
FÓRUM DE INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO: UM NOVO PARADIGMA PARA A DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLANA APIEX 13 de Maio de 2016 MERCADO DE CAPITAIS E INVESTIMENTOS Agenda Breves notas conceptuais Estruturas
Anteriormente vimos várias intervenções do setor público (Estado) nas atividades econômicas, motivadas pelas IMPERFEIÇÕES DO SISTEMA DE MERCADO:
Prof. Roberto Tomaoka O SETOR PÚBLICO Anteriormente vimos várias intervenções do setor público (Estado) nas atividades econômicas, motivadas pelas IMPERFEIÇÕES DO SISTEMA DE MERCADO: Políticas Fiscal Monetária
CONCEITOS BÁSICOS DE ECONOMIA. Professor:César Augusto Moreira Bergo Data: Maio 2011
CONCEITOS BÁSICOS DE ECONOMIA Professor:César Augusto Moreira Bergo Data: Maio 2011 Conceito de Economia: Ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as
MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS
MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS Metodologia para a Elaboração das Propostas do ORÇAMENTO DO ESTADO - Exercício Económico de 2016 - Julho, 2015 As instruções que se seguem visam orientar o preenchimento
Aula Teórica nº 1. Apresentação O que é a Macroeconomia?
Aula Teórica nº 1 Apresentação O que é a Macroeconomia? 1 1. O QUE É A MACROECONOMIA? 2 Macroeconomia Estudo do desempenho das economias nacionais e das políticas que as autoridades podem adoptar para
1G202 - MACROECONOMIA I
LICENCIATURA EM GESTÃO (2008-09) 1G202 - MACROECONOMIA I Duração: 120 minutos. Exame final 1ª época (27 de Janeiro de 2009) Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis deverão ser desligados
Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública. Vítor Gaspar
Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública Vítor Gaspar Lisboa, 24 de outubro 2012 Figura 1. Progressos significativos nos mercados de financiamento Taxas de juro das Obrigações do Tesouro
Orçamento de Exploração e Plano de Investimentos para o exercício económico de
Orçamento de Exploração e Plano de Investimentos para o exercício económico de 2018. 1 Nota Introdutória No cumprimento das disposições legais dos Estatutos, a Direção do Centro Social de Santana, no âmbito
Macroeconomia. 5. O Mercado de Bens e Serviços. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Macroeconomia 5. O Mercado de Bens e Serviços Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Oferta Agregada Nível de preços e custos Produto potencial Capital,
PROGRAMAÇÃO FISCAL E FINANCEIRA
Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação (FACE) Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (CCA) PROGRAMAÇÃO FISCAL
CONTROLES INTERNOS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE DE GASTOS PÚBLICOS
CONTROLES INTERNOS COMO INSTRUMENTO DE DE QUALIDADE DE GASTOS PÚBLICOS ARNALDO GOMES FLORES Fonte: Fonte: Fonte: Questão central Como garantir que os programas governamentais cumpram suas finalidades declaradas?
Conversão e optimização da exploração agro-pecuária. Aula 2
Conversão e optimização da exploração agro-pecuária Aula 2 Aula 2 Sumário: Principais conceitos associados à elaboração de projetos. Tipos de orçamentos necessários à elaboração do cash-flow do projeto:
Mercados Financeiros. 25. Poupança, Investimento e o Sistema Financeiro. Instituições Financeiras. Instituições Financeiras. Mercados Financeiros
25. Poupança, Investimento e o Sistema Financeiro Mercados Financeiros Mercado que permite que a poupança de um indivíduo torne-se o investimento de outro Mercado que permite que os recursos escassos de
Seminário de Economia Europeia
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Economia Seminário de Economia Europeia Ficha de Revisão de Conceitos Ano lectivo 2007-2008 Nome: Número: Leia com atenção e seleccione a alternativa que lhe parece
ECONOMIA. Macroeconomia. Fundamentos Macroeconômicos Parte 02. Prof. Alex Mendes
ECONOMIA Macroeconomia Parte 02 Prof. Alex Mendes Balança Comercial Para o cálculo da Balança Comercial, utilizamos as exportações a preços FOB, já que as despesas com seguros e fretes estão incluídas
MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO (Duração: 90 minutos + 30 minutos de tolerância)
MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO (Duração: 90 minutos + 30 minutos de tolerância) ECONOMIA A 11º ANO (Cursos Científico-Humanísticos Decreto-Lei
1.- Exemplos de alteração da lei de enquadramento orçamental para integração para integração do enfoque de género no ciclo orçamental.
CASO PRÁTICO 5: ALTERAÇÃO DA LEI DE ENQUADRAMENTO ORÇAMENTAL PARA INTEGRAÇÃO DO ENFOQUE DE GÉNERO NO CICLO ORÇAMENTAL. ANALISE DE PRÁCTICAS INTERNACIONAIS E PROPOSTAS PARA CABO VERDE 1.- Exemplos de alteração
Apresentação 1. O que é a Macroeconomia?
Aula Teórica nº 1 Sumário: Apresentação 1. O que é a Macroeconomia? Objectivos da aula: No final desta aula o aluno deverá ser capaz de: Identificar os principais problemas abordados pela Macroeconomia.
Universidade de Lisboa. Folha de Resposta
Universidade de Lisboa Macroeconomia I Teste de Escolha Múltipla Licenciaturas em Economia, Finanças e MAEG 24 de outubro de 2016 Duração da Prova: 60 minutos Atenção: Registe as respostas às perguntas
