2.Importância da Cultura
|
|
|
- Victor Gabriel Amadeu de Figueiredo Brandt
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CULTURA DO ARROZ
2 2.Importância da Cultura
3 Valor Nutritivo
4 Tabela: Teores de aminoácidos essenciais no arroz e feijão (mg/g). Aminoácidos Arroz Feijão Isoleucina Leucina Lisina Aromáticos Sulfurados Triptofano Valina Fonte: Adaptado de Souza et al. (1973)
5 Máximo valor protéico na dieta de ratos 50% - proteína do feijão 50% - proteína do milho Melhor relação 2,6 : 1 (72 g de milho + 28 g de feijão) Fonte: Bressani (1973)
6 Alto teor de carboidratos Arroz na alimentação Baixo teor protéico (7 a 9%) Baixo teor de sais minerais
7 Arroz descascado Mais nutritivo/ menor aceitação Arroz polido Perdas significativas no beneficiamento e lavagem antes do cozimento Consumidor Produto de melhor aparência e menor valor nutritivo
8 Tabela: Composição química do arroz em casca e do arroz polido e perdas no beneficiamento. Componente sem casca polido perdas (%) (%) beneficiamento (%) Gorduras 2,21 0,36 83,6 Fibra Bruta 0,83 0,25 69,8 Proteinas 9,04 7,48 17,3 Polimento do arroz remove Até 80% da tiamina 50% da riboflavina 65% da niacina Vitaminas do grupo B
9 Tabela: Perdas provocadas pela lavagem do arroz (%) antes do cozimento. Vitamina Arroz Arroz descascado beneficiado Tiamina 21,1 43,1 Riboflavina 7,7 25,9 Niacina 13,1 23,1
10 Tabela - Perdas de nutrientes do arroz polido por lavagem Constituintes Proteína Potássio Tiamina Riboflavina Niacina Perdas (%) Fonte: IRGA (2009)
11 Tabela - Perdas de nutrientes do arroz polido por lavagem e cozimento Constituintes Proteína Ferro Cálcio Fósforo Perdas ( %) Fonte: IRGA (2009)
12 Lavar ou não o arroz antes do cozimento? -Sob o ponto de vista das perdas nutricionais, no arroz polido édesaconselhável a lavagem; e no parboilizado écompletamente desnecessária. -O consumidor deve escolher a marca de sua confiança e inspecionar visualmente. Fonte: IRGA (2009)
13 Tabela: Teor protéico e de macronutrientes contidos nos grãos integral e polido de cultivares de arroz (%). Cultivar Proteína N P K Ca Mg S IAC 164 9,58 1,61 0,46 0,25 0,022 0,06 0,12 8,09 1,36 0,13 0,04 0,018 0,02 0,11 IAPAR 9 9,41 1,58 0,48 0,26 0,026 0,17 0,13 8,33 1,41 0,14 0,05 0,016 0,03 0,12 IAC 47 9,34 1,57 0,49 0,25 0,023 0,21 0,11 7,44 1,25 0,12 0,05 0,015 0,02 0,09 EMPASC 9,16 1,54 0,46 0,26 0,023 0,17 0,11 7,68 1,29 0,13 0,05 0,015 0,02 0,09 IAC ,92 1,51 0,44 0,26 0,024 0,16 0,11 7,97 1,34 0,15 0,05 0,016 0,03 0,09 Arroz integral Arroz polido Fonte: Fornasieri Filho et al. (2006)
14 Fonte: Elias (2015)
15 Conservação do valor nutritivo do arroz -Uso do arroz apenas descascado arroz integral -Redução na Intensidade de beneficiamento -Enriquecimento do arroz Tiamina Niacina Riboflavina Sais minerais -Parboilização
16 Vantagens da Parboilização -Facilita a retirada da casca; -Reduz a quantidade de grãos quebrados; -Aumenta a resistência a insetos; -Necessita de menor grau de beneficiamento; -Aumenta o valor nutritivo.
17 Parboilização no Brasil Processo MALEK Encharcamento em água quente, seguido de gelatinização do amido, por vapor, em autoclave contínua e secagem em secador rotativo, com ar quente. Processo ESTUFA Encharcamento em água quente, seguido de gelatinização e secagem simultânea em cilindro rotativo de fogo direto obtido da combustão de casca. Fonte: Amato et al. (2002).
18 Gelatinização do amido O amido passa da forma cristalina para a amorfa. Nesta operação, o grão fica mais compacto, as vitaminas e sais minerais são fixados em seu interior. Fluxograma de gelatinização Encharcamento Temp. < 68 C Gelatinização Temp. > 78 C Secagem
19 Tabela: Composição química do arroz branco e do arroz parboilizado. Proteínas - % 6,71 7,01 Gorduras - % 0,37 0,61 Fibras - % 0,16 0,25 Carboidratos - % Cálcio - mg/100g Fósforo - mg/100g Ferro - mg/100g 0,9 1 Tiamina - mg/100g 0,15 0,4 Riboflavina - mg/100 0,015 0,02 Niacina - mg/100g 1,8 4,7 Vitamina E - mg/100 traços 8,18 Fonte: Amato et al. (2002)
20 Fonte: Elias (2015)
21 Usos do arroz -Grãos inteiros na alimentação -Farelo - produção de óleo -Grãos quebrados -Exportação -Farinha de arroz -Quirera -Casca -Indústria -amido -bebidas
22 Casca do arroz -Representa aproximadamente 20% da produção de grãos -13 milhões de toneladas de grãos 2,6 milhões de t de casca -Usina termoelétrica, dependendo do tamanho, consome aproximadamente t de casca/mês t/ano Brasil produz casca suficiente para 22 usinas.
23 Fonte: Elias (2015)
24 3. Descrição da Planta
25 Panículas Folhas Perfilho Raízes Figura 1. A planta de arroz (Vergara, 1979).
26 A planta de arroz -Sistema radicular fasciculado; -Caules ocos e redondos; -Folha de limbo foliar plano e inflorescência terminal em forma de panícula; -O porte pode variar de 0,40 m nos cultivares anões até 7 m nos flutuantes; -Em condições de temperatura e umidade adequada, existe novo crescimento Soca
27 Foto: Aproveitamento da soca de arroz Primavera do Leste (MT).
28 Raízes -Seminais -Nodais ou adventícias ou permanentes Em cada nó desenvolvem-se 5 a 25 raízes com diâmetro de 0,5 a 1,0 mm
29 Figura 2. Seção transversal de uma raiz madura de arroz (Hoshikawa, 1975).
30 O máximo desenvolvimento radicular ocorre no florescimento -Ambiente anaeróbico -Ambiente aeróbico até 0,40 m de profundidade até mais de 1,00 m O comprimento radicular total no estádio de florescimento pode variar de 15 a 34 km por metro 2 (Yoshida, 1981)
31 Tabela: Distribuição de raízes em cultivares de arroz sob diferentes profundidades no solo. Sistema de Cultivo Irrigado Massa relativa de raízes (%) em Cultivar diferentes profundidades (cm) >20 Fujisaka 5 (1) Iguape Agulha (3) Sequeiro Norin Mochi (1) IAC 1246 (2) (1) HASEGAWA (1960) (2) OLIVEIRA (1979) (3) INFORZATO et al. (1964)
32 Tipos de raízes de arroz Figura 3. Os três tipos de raízes do arroz (Hoshikawa, 1975).
33 Principais fatores que determinam o crescimento das raízes e dos pelos radiculares: -Idade da planta; -Suprimento de oxigênio; -Teor de umidade e temperatura; -Disponibilidade de nutrientes; -Níveis de elementos tóxicos e patógenos; -Textura do solo; -Métodos de cultivo; -Cultivar Fonte: Guimarães et al. (2002).
34 Figura 7. Sistema radicular do arroz de terras altas, em plantio direto, após a soja. Dom Aquino, MT.
35 Figura 8. Sistema radicular do arroz, em plantio direto, semeadora equipada com haste escarificadora e disco de corte.
36 Colmos -Eretos e cilíndricos com diâmetro de 6 a 12 mm; -Base os entrenós são curtos e cada nó apresenta gema e primórdios radiculares. Gemas originam novos perfilhos; -Entrenós com comprimento decrescente do ápice para a base; -Número total de nós varia de 12 a 22 no colmo principal; -Número de nós = número de folhas + 2 (coleoptilo e panícula);
37 Acamamento da planta Momento de encurvamento Resultado do peso da parte aérea e da altura do colmo principal. Resistência àruptura da parte aérea -Comprimento dos entrenós inferiores -Resistência ou dureza dos entrenós -Resistência e firmeza das bainhas foliares Nitrogênio Potássio Silício 30 a 60% da resistência total do colmo àruptura
38 Como minimizar o acamamento? -Escolha do cultivar; -Adubação potássica equilibrada; -Fornecimento de silício para as plantas; -Adubação nitrogenada equilibrada; -Manejo adequado da irrigação; -Uso de reguladores vegetais.
39 Foto: Acamamento do cultivar AN Cambará irrigado por aspersão.
40 Momentos de aplicação de etil-trinexapac Perfilhamento - DF Diferenciação Floral
41 Foto: Momento entre o Perfilhamento e a DF no cultivar Primavera.
42 Foto: Momento da Diferenciação Floral no cultivar Primavera.
43 Foto: Aplicação de etil-trinexapac no momento da DF cv. Primavera.
44 Foto: Cultivar Primavera com 100% de acamamento nas bordaduras
45 Tabela: Altura de plantas (m) de arroz em função de doses de etiltrinexapac e épocas de aplicação, Selvíria MS. Doses - g/há Época Test RL/RQ Perf. 1,36 1,41 a 1,41 a 1,39 a 1,34 a ns P - DF 1,38 1,39 a 1,31 a 1,23 b 1,16 b RL DF 1,34 1,16 b 0,95 b 0,87 c 0,80 c RQ Fonte: Nascimento et al. (2009).
46 Tabela: Grau de acamamento de plantas de arroz em função de doses de etil-trinexapac e momentos de aplicação. Selvíria MS. Doses - g/há Época Test RL/RQ Perf. 5 4, ns P - DF 4,5 4,5 3 0,5 0 RL DF 4,8 0, RQ Notas de acamamento: 0 - sem acamamento 1 - até 5% de plantas acamadas 2-5 a 25 % 3-25 a 50% 4-50 a 75% 5-100% de plantas acamadas Fonte: Nascimento et al. (2009).
47 Tabela 4: Produtividade de grãos de arroz (kg/ha) em função de doses de etil-trinexapac e momentos de aplicação. Selvíria MS. Doses - g/hhá Época Test RL/RQ Perf ab 4.529b ns P - DF a 5.996a RL DF b 3.354b RQ Fonte: Nascimento et al. (2009).
48 Tabela Massa de cem grãos, massa hectolítrica e produtividade, obtidos em arroz de terras altas envolvendo regulador de crescimento e doses de nitrogênio. Selvíria (MS), 2007/08. Tratamentos Massa de cem grãos Massa hectolitrica Produtividade (gramas) (kg) (kg ha -1 ) Regulador de Crescimento Sem 2,19 b 51,30 b b Com 2,39 a 53,94 a a Doses de Nitrogênio (kg ha -1 ) 0 2,36 52, ,23 52, ,31 52, ,26 52, CV (%) 7,00 3,72 14,02 Fonte: Peron et al. (2008)
49 Tabela - Massa de 100 grãos, massa hectolítrica e produtividade, obtidos em arroz de terras altas irrigado por aspersão, envolvendo regulador de crescimento e densidade de semeadura. Selvíria (MS), 2007/08. Tratamentos Massa de Massa Produtividade. 100 grãos Hectolítrica (kg ha -1 ) Regulador de crescimento Sem 2,05 b 53,24 b Com 2,35 a 56,71 a Densidades (plantas m -2 ) 100 2,21 55, ,19 54, ,15 54, ,19 56, ,26 54, CV (%) 9,24 4,05 10,62 Fonte: Castilho et al. (2008).
50 Folhas 10 a 20 folhas no colmo principal -Bainha -Limbo -Lígula* -Aurículas * * Identificação de plantas na fase inicial capim arroz não possui. Folha bandeira difere das demais em tamanho e ângulo. Limbo nervura central proeminente na superfície inferior e lisa (arroz preto e arroz vermelho são ásperos ao tato).
51 Figura 10. Morfologia foliar (Vergara, 1979).
52 Figura 11. Seção transversal da bainha foliar (Hoshikawa, 1975).
53 Nas bainhas foliares, entre os feixes vasculares, observa-se espaços de ar que se acham conectados aos estômatos e com os colmos e raízes, constituindo um eficiente sistema de passagem de ar da parte aérea para as raízes -Necessário 100 C para o desenvolvimento da folha até a fase de iniciação floral e cerca de 170 C após esta fase. -Folha centro ativa em determinada fase do ciclo da planta desempenha, fisiologicamente, a principal função entre todas as folhas.
54 Tabela 5: Atividade fotossintética de folhas em várias posições no colmo principal. Avaliação Folha Absorção de CO2 (mg/100cm2/h) 28 de junh 7/0 13 6/0 36,6 5/0 58* 4/ de julh 10/0 18,3 9/0 26,6* 8/0 20,3 7/0 14,1 4/set 12/0 11,1* 11/0 6,1 * Mostra a folha centro ativa em cada momento da vida da planta. Fonte: Yoshida (1981).
55 Figura 12. Contagem das folhas da planta de arroz (Yoshida, 1981).
56 Inflorescência do tipo panícula Colmo principal e os perfilhos primários respondem por aproximadamente 80% da produção de grãos. Espiguetas -2 glumelas -2 lodículas -6 estames -1 ovário com estilete curto -2 estigmas plumosos -2 glumas na base das espiguetas. Lema e pálea podem ter apículo e a lema pode ter arista.
57 Figura 13. Partes da espigueta do arroz (Vergara, 1979).
58 Figura: Partes componentes da espigueta da planta de arroz. Fonte: Fornasieri Filho e Fornasieri (2006).
59 Figura 14. Panícula do arroz e seus componentes (Vergara, 1979).
60 Tipos de panícula Aristada Arista em todas as espiguetas Semi aristada Parte das espiguetas são múticas
61 Fruto do arroz Cariopse envolta pela casca constituída pela lema, pálea, glumas e ráquila. Comprimento, largura e espessura das espiguetas Importantes na classificação especialmente C/L ALBÚMEM vítreo ou farinhoso e opaco ou ainda gessado barriga branca
62 Figura 15. Estrutura dos grãos de arroz (Juliano, 1984).
UNIDADE 01 TRIGO Botânica e morfologia do trigo
Fitotecnia: Arroz, Feijão e Trigo UNIDADE 01 TRIGO Botânica e morfologia do trigo Gabriela Machineski da Silva Eng. Agrônoma Mestre em Ciências 1. Classificação Botânica Classe: Monocotiledonea Ordem:
6 Práticas Culturais
CULTURA DO ARROZ 6 Práticas Culturais A produção de arroz no Brasil é feita em dois grandes sistemas: - Terras altas - Várzeas Incluindo diversas modalidades de cultivo. Cultivo irrigado com irrigação
IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE
IRGA 424 OPÇÃO DE PRODUTIVIDADE A IRGA 424 apresenta como diferencial o alto potencial produtivo, responde muito bem ao manejo e às altas adubações. Origem: cruzamento IRGA 370-42-1-1F-B5/BR IRGA 410//IRGA
11. Colheita, Beneficiamento e Classificação do Arroz
11. Colheita, Beneficiamento e Classificação do Arroz COLHEITA Ponto de colheita: Critério visual 2/3 do ápice os grãos vítreos 1/3 da base de grãos farináceos Critério técnico determinação da umidade
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo TRIGO BALANÇO MUNDIAL Ano Área Produção Consumo Consumo Estoque final (mil ha) (mil t) (mil t) per capta (mil t) (kg/hab/ano) 2007/08 217.102 612.708
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo TRIGO BALANÇO MUNDIAL Ano Área Produção Consumo Consumo Estoque final (mil ha) (mil t) (mil t) per capta (mil t) (kg/hab/ano) 2009/10 225.587 687.633
DIAGNOSE FOLIAR EM ARROZ. N. K. Fageria EMBRAPA Arroz e Feijão, Caixa Postal 179, Santo Antônio de Goiás
DIAGNOSE FOLIAR EM ARROZ N. K. Fageria EMBRAPA Arroz e Feijão, Caixa Postal 179, Santo Antônio de Goiás Tabela 1. Área, produção e produtividade do arroz no Brasil. Safra 2006/2007. Região Área (10 6
Melhoramento Genético do Arroz
CULTURA DO ARROZ 7 - Cultivares Melhoramento Genético do Arroz Brasil -1937 - O IAC iniciou um programa de melhoramento de arroz com enfoque para o sistema de terras altas. -1938 O IRGA (RS) iniciou o
DESCRITORES MÍNIMOS DE ARROZ (Oryza sativa L.)
REPÚBLICA FEDERATIVA DO ASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES Nome proposto para a cultivar: I -
6.3 CALAGEM E ADUBAÇÃO
6.3 CALAGEM E ADUBAÇÃO 6.3.1 - CALAGEM Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina A quantidade de corretivo de acidez a ser usada varia conforme o Índice SMP determinado na análise do solo e a dose
Profa. Juliana Schmidt Galera
Profa. Juliana Schmidt Galera CEVADA TRIGO MILHO ARROZ AVEIA CENTEIO SORGO OUTROS Composição centesimal Composição centesimal - soja em grãos 9% OLEAGINOSA 30% 5% 36% Umidade Proteínas Lipídios Cinzas
COOPERCITRUS SIMPÓSIO DE ALTA TECNOLOGIA / 2018
COOPERCITRUS SIMPÓSIO DE ALTA TECNOLOGIA / 2018 ECOFISIOLOGIA DA SOJA EM AMBIENTE DE PALHADA DE CANA-DE-AÇÚCAR Prof. Dr. Gil Miguel de Sousa Câmara ESALQ / USP Produção Vegetal Bebedouro - SP Junho / 2018
Uma das maneiras de reduzir os efeitos da
Uma das maneiras de reduzir os efeitos da baixa disponibilidade de forragem sobre o desempenho dos animais é conservar a forragem de uma estação de crescimento para períodos de escassez de alimentos. A
Cultura da Cana de açúcar. Profª Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim
Cultura da Cana de açúcar Profª Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim Fenologia e Fisiologia Influência das condições ambientais sobre a produção Planta que apresenta uma grande taxa fotossintética e eficiência
6 CALAGEM E ADUBAÇÃO
CULTURA DO MILHO 6 CALAGEM E ADUBAÇÃO 6.1 - CALAGEM -Neutralização do Al; -Buscando atingir 70% da saturação de bases corrige a camada de incorporação; -Correção mais profunda incorporação mais profunda
Gramíneas Forrageiras
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE FORRAGEIRAS Gramíneas Forrageiras Otávio Matos Tavares [email protected]
Uso do grão de arroz na alimentação de suínos e aves
Uso do grão de arroz na alimentação de suínos e aves O Brasil é o décimo maior produtor mundial de arroz e fora do continente Asiático o Brasil é o maior produtor de arroz. O volume de produção na safra
Protocolo. Boro. Cultivo de soja sobre doses de boro em solo de textura média
Protocolo Boro Cultivo de soja sobre doses de boro em solo de textura média Set/ 2016 Out/ 2016 Nov/ 2016 Dez/ 2016 Jan/ 2017 Fev/ 2017 Mar/ 2017 Abr/ 2017 Mai/ 2017 Precipitação pluvial (mm) CAD Parecis
Principais famílias: 28/05/2015 MORFOLOGIA. Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras. Poaceae (gramíneas) grama, pastagem.
Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras MORFOLOGIA Refere-se a estrutura e ao arranjo de partes das plantas. Prof. Leandro C. Araujo (DBZ) Zootecnista Essencial para a identificação das plantas
DIAGNOSE FOLIAR EM MILHO E SORGO
I Simpósio Paulista Sobre Nutrição de Plantas Jaboticabal - SP, 15 a 17 de Abril de 2008 DIAGNOSE FOLIAR EM MILHO E SORGO ANTÔNIO MARCOS COELHO ESTRATÉGIAS DE MANEJO PARA ALTA PRODUTIVIDADE João Lorenti
PADRÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DO ARROZ. Alunas: Isabella Santos Jeanyni Mendes Natália Lopes
PADRÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DO ARROZ Alunas: Isabella Santos Jeanyni Mendes Natália Lopes ARROZ O arroz (Oryza sativa) é um dos cereais mais produzidos e consumidos no mundo, caracterizando-se como principal
PADRÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DO ARROZ. Alunas: Isabella Santos Jeanyni Mendes Natália Lopes
PADRÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DO ARROZ Alunas: Isabella Santos Jeanyni Mendes Natália Lopes ARROZ O arroz (Oryza sativa) é um dos cereais mais produzidos e consumidos no mundo, caracterizando-se como principal
4. Crescimento e Desenvolvimento
CULTURA DO ARROZ 4. Crescimento e Desenvolvimento Existem três fases importantes no ciclo do arroz: Fase vegetativa Fase reprodutiva Fase de maturação A duração de cada fase depende do ciclo do cultivar
BPUFs para Sistemas de Produção Envolvendo o Trigo
BPUFs para Sistemas de Produção Envolvendo o Trigo Antonio Costa IAPAR José Salvador Simoneti Foloni Embrapa Soja II Simpósio Regional INPI Brasil sobre Boas Práticas para Uso Eficiente de Fertilizantes
SEMEADORA-ADUBADORA. Prof. Dr. Carlos Eduardo Angeli Furlani RESULTADOS DE PESQUISAS
SEMEADORA-ADUBADORA RESULTADOS DE PESQUISAS 1 Rendimento da cultura de milho em diferentes manejos do solo e tipos de sulcadores (haste x disco duplo) utilizados na operação de semeadura. (Klein & Boller,
Tipos de Crescimento de Planta: Considerações atuais sobre amostragem de folhas e diagnose nutricional da cultura da soja
Tipos de Crescimento de Planta: Considerações atuais sobre amostragem de folhas e diagnose nutricional da cultura da soja Adilson de Oliveira Jr. Pesquisador Embrapa Soja Estrutura Estádios Fenológicos
13 AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS DE NUTRIÇÃO VIA
13 AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS DE NUTRIÇÃO VIA FOLIAR APLICADOS NA SOJA EM LUCAS DO RIO VERDE, MT O objetivo neste trabalho foi testar e avaliar o programa de nutrição foliar recomendado pela empresa Helena
16 EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FARTURE
16 EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FARTURE EM RELAÇÃO AO FORMULADO PADRÃO O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho do fertilizante Farture (00-12-12) em diferentes dosagens em relação ao
EFEITOS DO MANEJO DE ÁGUA E DE SISTEMAS DE CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM ARROZ (Oryza sativa L) IRRIGADO
EFEITOS DO MANEJO DE ÁGUA E DE SISTEMAS DE CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM ARROZ (Oryza sativa L) IRRIGADO Autor : Roberto Dantas de Medeiros Orientador: Prof. Dr. Hugo Ghelfi Filho Escola Superior de
Nutrição de Plantas: Técnicas para aumento da produtividade da Soja. Eng. Agr. Dr. Douglas Gitti Pesquisador de Manejo e Fertilidade do Solo
Nutrição de Plantas: Técnicas para aumento da produtividade da Soja Eng. Agr. Dr. Douglas Gitti Pesquisador de Manejo e Fertilidade do Solo Roteiro 1- Ativos Biológicos na Soja: Azospirillum 2- Sais e
CARACTERÍSTICAS DAS CULTIVARES DE ARROZ IRRIGADO INDICADAS PARA SEMEIO NA SAFRA 2009/10 EM RORAIMA
CARACTERÍSTICAS DAS CULTIVARES DE ARROZ IRRIGADO INDICADAS PARA SEMEIO NA SAFRA 2009/10 EM RORAIMA Antonio Carlos Centeno Cordeiro Eng. Agr. Dr. Pesquisador da Embrapa Roraima Em Roraima, o agronegócio
MANEJO DE NUTRIENTES NO ALGODOEIRO Solos de Goiás
MANEJO DE NUTRIENTES NO ALGODOEIRO Solos de Goiás Ana Luiza Dias Coelho Borin Engenheira agrônoma, D.Sc. em Ciência do Solo Pesquisadora da Embrapa Algodão Adubação de sistemas intensivos de produção Conceitos
Coprodutos e subprodutos agroindustriais na alimentação de bovinos
1/9 Coprodutos da indústria cervejeira /9 Cevada é o principal grão. Em 011 foram produzidos 180 milhões de toneladas de cerveja, gerando de 35-40 milhões de toneladas de resíduos; É um concentrado de
A Mandioca na Alimentação Animal
XIII Congresso Brasileiro da Mandioca A Mandioca na Alimentação Animal Botucatu- SP 16 de Julho de 2009 João Luís Homem de Carvalho [email protected] POR QUE UTILIZAR A MANDIOCA, PLANTA INTEGRAL, NA ALIMENTAÇÃO
Aspectos de Forma em Plantas Forrageiras
LZT 520 Plantas Forrageiras e Pastagens Aspectos de Forma em Plantas Forrageiras MORFOLOGIA E DESENVOLVIMENTO ESTRUTURAL RELACIONADOS COM A PRODUÇÃO E O MANEJO DE PASTAGENS Duas famílias Poaceae (Gramineae)
MILHO PARA SILAGEM E SEU EFEITO SOBRE O MANEJO DO SOLO. Dr. Rodrigo Pizzani
MILHO PARA SILAGEM E SEU EFEITO SOBRE O MANEJO DO SOLO Dr. Rodrigo Pizzani Cenário atual: desafios para agricultura Alimentar 9 bilhões de pessoas em 2050 Contornar problemas: Fatores-chaves para atingir
MATERIAL TÉCNICO aminoácidos + micronutrientes CANA-PLANTA
MATERIAL TÉCNICO aminoácidos + micronutrientes CANA-PLANTA TRATAMENTO EM CANA-PLANTA objetivos oferecer produtos que estimulem a emissão de raízes iniciais do tolete; aumentar a velocidade de brotação
AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA SOB DIFERENTES DOSES DE NITROGÊNIO MAIS FÓSFORO APLICADOS NO PLANTIO
AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA SOB DIFERENTES DOSES DE NITROGÊNIO MAIS FÓSFORO APLICADOS NO PLANTIO Rogério Nunes Gonçalves (1), Tiago Rodrigues de Sousa (2), Luiz Guilherme Romão (2), Adilson
RENDIMENTO DE FEIJÃO CULTIVADO COM DIFERENTES FONTES DE ADUBOS VERDES NA PRESENÇA E AUSÊNCIA DE COBERTURA NITROGENADA.
RENDIMENTO DE FEIJÃO CULTIVADO COM DIFERENTES FONTES DE ADUBOS VERDES NA PRESENÇA E AUSÊNCIA DE COBERTURA NITROGENADA. Alana Oliveira Silva 1 ; Manoel Mota dos Santos 2 ; 1 Aluno do Curso de Química Ambiental;
MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS Prof. Dr. João Antonio da Costa Andrade Departamento de Biologia
Estrutura e Desenvolvimento da Raiz e Caule
Estrutura e Desenvolvimento da Raiz e Caule RAIZ funções: 1 o ) fixação e absorção; 2 o ) armazenamento e condução. XILEMA H 2 O e sais minerais partes aéreas raiz substâncias orgânicas FLOEMA Raiz Primária
MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS Prof. Dr. João Antonio da Costa Andrade Departamento de Biologia
A CULTURA DO SORGO. Paulo César Magalhães. Manejo Cultural e Utilização. "Origem, Anatomia, Morfologia e Fisiologia do Sorgo".
MAG, 1993 P.C. I CURSO SOBRE A CULTURA DO SORGO Manejo Cultural e Utilização "Origem, Anatomia, Morfologia e Fisiologia do Sorgo". Paulo César Magalhães Sete Lagoas - MG MAIO 1993 ORlGEl\'I E HISTÓRIA
Continente asiático maior produtor (80%) Arroz sequeiro perdendo área para milho e soja
Alimento de importância mundial Continente asiático maior produtor (80%) Brasil 9º país produtor RS - 70% da produção nacional Arroz sequeiro perdendo área para milho e soja CONAB Nitrogênio é bastante
6 PRÁTICAS CULTURAIS
6 PRÁTICAS CULTURAIS 6.1 PREPARO DO SOLO - Histórico e Objetivos -Tipos de Preparo -- Aração + Gradagem - Discos -Aiveca -Escarificador -- Grade pesada + Grade Leve No caso de revolvimento do solo CUIDADOS
18 PRODUTIVIDADE DA SOJA EM FUNÇÃO DA
18 PRODUTIVIDADE DA SOJA EM FUNÇÃO DA APLICAÇÃO DE MACRONUTRIENTES EM PÓS- EMERGÊNCIA DA CULTURA O objetivo neste trabalho foi avaliar a aplicação de macronutrientes de diversas fontes e épocas de aplicação
Fertilidade do solo para culturas de inverno
VII SIMPÓSIO DE ATUALIZAÇÃO EM GRANDES CULTURAS CULTIVOS DE INVERNO De 22 a 24 de agosto de 2017 CCR UFSM Fertilidade do solo para culturas de inverno RENAN COSTA BEBER VIEIRA [email protected]
Prof. Fernando Luiz Finger
Prof. Fernando Luiz Finger E-mail: [email protected] APARÊNCIA VISUAL 1.Tamanho - Dimensão - Massa fresca total - Volume 2. Forma - Razão entre as dimensões 3. Cor - Uniformidade - Intensidade 4. Presença
IPR Artemis AVEIA GRANÍFERA AMPLA ADAPTAÇÃO, ALTO RENDIMENTO E ÓTIMA QUALIDADE DOS GRÃOS SEMENTES INFORMAÇÕES BENEFÍCIOS
AMPLA ADAPTAÇÃO, ALTO RENDIMENTO E ÓTIMA QUALIDADE DOS GRÃOS AVEIA GRANÍFERA SEMENTES Disponíveis nas empresas parceiras do IAPAR. IPR Artemis INFORMAÇÕES A aveia é um dos cereais mais consumidos no mundo,
ABSORÇÃO FOLIAR. Prof. Josinaldo Lopes Araujo. Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes
ABSORÇÃO FOLIAR Prof. Josinaldo Lopes Araujo 1 INTRODUÇÃO Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes Cada parte tem uma função definida As folhas absorvem água e nutrientes Porque essa capacidade?
ECOFISIOLOGIA APLICADA À PRODUÇÃO DE SOJA
ECOFISIOLOGIA APLICADA À PRODUÇÃO DE SOJA Prof. Dr. Gil Miguel de Sousa Câmara Professor Associado ESALQ / USP APRESENTAÇÃO LINHAS DE TRABALHO NA CULTURA DA SOJA C O M P L E X I D A D E Ambientes de Produção
4.1 - Introdução. Fontes. Nitrogênio: requerido em grande quantidade pelas plantas. Nitrogênio do solo. Fertilizantes
4 Fixação do Nitrogênio 1 4.1 - Introdução Nitrogênio: requerido em grande quantidade pelas plantas Nitrogênio do solo Fertilizantes Fontes FBN Nitrogênio: abundante na natureza (Fonte: Hungria et al.,
Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho
Sintomas de deficiência de alguns nutrientes na cultura do milho Prof. Luiz Duarte Silva Júnior Os nutrientes são elementos importantes no desenvolvimento das plantas para que elas possam completar o ciclo
Feijão. 9.3 Calagem e Adubação
Feijão 9.3 Calagem e Adubação Fonte: Fageria et al. (1996). 1996 CORREÇÃO DO SOLO -CALAGEM -GESSAGEM -SILICATAGEM CALAGEM -Aumento da eficiência dos adubos -Produtividade -Rentabilidade Agropecuária. Lopes
RELATÓRIO DE PESQUISA 11 17
AVALIAÇÃO DA RESPOSTA DA LINHA DE FERTILZIANTES FOLIARES BIOSUL NA PRODUTIVIDADE DA SOJA SAFRA 2017 / 2018 OBJETIVO: O manejo da adubação nos solos, é fundamental para alcançar altas produtividades na
Comunicado Técnico. Engenheiro-agrônomo, M. Sc. em Fitotecnia, pesquisador da Embrapa Meio-Norte, Teresina, PI.
Comunicado Técnico 235 ISSN 0104-7647 Julho, 2015 Teresina, PI foto: Maria Eugênia Ribeiro BRS 901 : Cultivar de Arroz Vermelho para o Nordeste Brasileiro José Almeida Pereira 1 Orlando Peixoto de Morais
MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS Prof. Dr. João Antonio da Costa Andrade Departamento de Biologia
DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL E ANÁLISE FOLIAR
Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Agrárias Departamento de Solos e Engenharia Agrícola AL 320 - Nutrição Mineral de Plantas DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL E ANÁLISE FOLIAR Professor: Volnei Pauletti
Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho
Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho Atualmente, pode-se dizer que um dos aspectos mais importantes no manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho refere-se à época de aplicação e
A Cultura do Algodoeiro
A Cultura do Algodoeiro Saul Carvalho 10. Calagem Aproximadamente 94% da área cultivada é cerrado É uma das práticas mais importantes na cultura do algodoeiro Altas produtividades estão relacionadas com
A cultura da soja. Recomendação de correção e adubação
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz LSO 526 - Adubos e Adubação A cultura da soja Recomendação de correção e adubação Piracicaba, Junho 2017 Eduardo de Castro Mattos
TEOR E EXTRAÇÃO DE NPK EM DOIS GENÓTIPOS DE MILHO SAFRINHA SOLTEIRO E CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIA
TEOR E EXTRAÇÃO DE NPK EM DOIS GENÓTIPOS DE MILHO SAFRINHA SOLTEIRO E CONSORCIADO COM BRAQUIÁRIA Adriano dos Santos (1), Neriane de Souza Padilha (2), Valdecir Batista Alves (3), Gessí Ceccon (4) Introdução
CLAUDINEI KURTZ Eng. Agrônomo, Dr. Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina
CLAUDINEI KURTZ Eng. Agrônomo, Dr. OBJETIVOS: MÁXIMA EFICIÊNCIA ECONÔMICA QUALIDADE DOS PRODUTOS MENOR RISCO DE CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL Brasil existem poucos estudos gerando curvas de acúmulo de nutrientes
Manejo de Nutrientes no Sistema de Produção de Soja. Adilson de Oliveira Jr. Pesquisador Embrapa Soja
Manejo de Nutrientes no Sistema de Produção de Soja Adilson de Oliveira Jr. Pesquisador Embrapa Soja Adubação de Sistemas Definição: Prática onde se busca, ao realizar o manejo nutricional, não se restringir
Alimentos Alternativos disponíveis no Nordeste para Alimentação de Aves Tipo Caipira
Alimentos Alternativos disponíveis no Nordeste para Alimentação de Aves Tipo Caipira Professor Carlos Bôa-Viagem Rabello Departamento de Zootecnia Universidade Federal Rural de Pernambuco Recife Pernambuco
Prof. Dr. Durval Dourado Neto ESALQ, Universidade de São Paulo A cultura de feijão
Prof. Dr. Durval Dourado Neto ESALQ, Universidade de São Paulo [email protected] A cultura de feijão Sumário Cenário (área irrigada e métodos de irrigação) Ambiente de produção e população de plantas Fisiologia
1 Clima. Silvando Carlos da Silva
1 Clima Silvando Carlos da Silva 1 Quais são os elementos climáticos que mais influenciam a produtividade do arroz de terras altas? A precipitação pluvial, a temperatura do ar, a radiação solar e o fotoperíodo
Princípios de fisiologia vegetal x crescimento de plantas forrageiras
Princípios de fisiologia vegetal x crescimento de plantas forrageiras 1. Utilização da radiação para formação da biomassa 2. Fluxo de biomassa aérea 3. Índice de área foliar e acúmulo de biomassa 4. Morfogênese
ICL PKpluS A melhor forma de garantir a nutrição balanceada de suas culturas ICL PK. plus
ICL PKpluS A melhor forma de garantir a nutrição balanceada de suas culturas ICL PK plus Aplique os fertilizantes da linha ICL PKpluS para um suprimento equilibrado de nutrientes As formulações da linha
Processamento dos alimentos: químico, físico, temperatura e umidade. Prof. Dr. Fernando Miranda de Vargas Junior
Processamento dos alimentos: químico, físico, temperatura e umidade Prof. Dr. Fernando Miranda de Vargas Junior VALOR NUTRITIVO DIGESTIBILIDADE AÇÃO ENZIMÁTICA ABSORÇÃO INTERAÇÃO SUBSTÂNCIAS ELEVAÇÃO DOS
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS. Prática - 1ª Semana
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS Prática - 1ª Semana Principais publicações de identificação de plantas daninhas: Manual de identificação (autor - H. Lorenzi) Plantas Daninhas do Brasil (autor - H. Lorenzi)
Eng. Agr. Leone Vignaga Eng. Agr. Milton Dalbosco Eng. Agr. Vicente Tondo
Eng. Agr. Leone Vignaga Eng. Agr. Milton Dalbosco Eng. Agr. Vicente Tondo Fertilidade Natural Na década de 70: Fertilidade natural: Baixa? Média? Alta? Fertilidade natural para nutrição: Baixa? Média?
Protocolo. Dinâmica do K. Dinâmica do potássio em solo de textura arenosa
Protocolo Dinâmica do K Dinâmica do potássio em solo de textura arenosa Set/ 2016 Out/ 2016 Nov/ 2016 Dez/ 2016 Jan/ 2017 Fev/ 2017 Mar/ 2017 Abr/ 2017 Mai/ 2017 Precipitação pluvial (mm) CAD Parecis O
Implantação e Manejo da Cultura do Milho
Implantação e Manejo da Cultura do Milho BOAS PRÁTICAS DE MILHO Goiânia,GO 17/04/2009 Produtividade de Milho no Brasil: 1977-2007 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - Kg/ha 1977 1979 1981
SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MILHO PARA PRODUÇÃO DE SILAGEM SAFRA 2017/2018. Campinas 21 de junho de 2018
SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MILHO PARA PRODUÇÃO DE SILAGEM SAFRA 2017/2018 Campinas 21 de junho de 2018 Realização: Apoio: Empresas de sementes SAFRA 2017/2018
A adubação nitrogenada é necessária para sustentar altos rendimentos de grãos de soja?
Universidade Federal do Rio Grande do Sul PPG Ciência do Solo Relação Solo-Planta A adubação nitrogenada é necessária para sustentar altos rendimentos de grãos de soja? Apresentador: Vítor Gabriel Ambrosini
Importância do uso de FÓSFORO e NITROGÊNIO em sulco de semeadura na cultura do milho safrinha Consultoria Pesquisa Agricultura de Precisão
Importância do uso de FÓSFORO e NITROGÊNIO em sulco de semeadura na cultura do milho safrinha Consultor: Paulo Sérgio de Assunção Daniel Bennemann Frasson OBJETIVO O objetivo do presente foi verificar
EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS
EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS Carlos Hissao Kurihara (1), Bruno Patrício Tsujigushi (2) Introdução A adubação da cultura do milho safrinha
CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE CULTIVARES DE ARROZ IRRIGADO E DE SEQUEIRO RECOMENDADAS PARA O MATO GROSSO DO SUL
Nº. 7, set./94, p.1-5 CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE CULTIVARES DE ARROZ IRRIGADO E DE SEQUEIRO RECOMENDADAS PARA O MATO GROSSO DO SUL João Carlos Heckler¹ Carlos Ricardo Fietz² Reinaldo Bazoni³ 1. INTRODUÇÃO
AMÉRICA LATINA MATRIZES ROSS 308 AP (AP95) Especificações Nutricionais. An Aviagen Brand
1 AMÉRICA LATINA MATRIZES ROSS 308 AP (AP95) Especificações Nutricionais An Aviagen Brand Introdução Este encarte contém as recomendações nutricionais para a matriz Ross 308 AP (AP95) de empenamento lento
Enxofre Nutrição Mineral de Plantas ENXOFRE. Prof. Volnei Pauletti. Departamento de Solos e Engenharia Agrícola
ENXOFRE Prof. Volnei Pauletti Departamento de Solos e Engenharia Agrícola [email protected] REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DOS PRINCIPAIS COMPONENTES E PROCESSOS DO CICLO DO ENXOFRE. Enxofre S -fontes Matéria
Série tecnológica cafeicultura. Deficiências nutricionais Macronutrientes
Série tecnológica cafeicultura Deficiências nutricionais Macronutrientes SÉRIE TECNOLÓGICA CAFEICULTURA DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS MACRONUTRIENTES NITROGÊNIO É um nutriente altamente exigido e o mais acumulado
Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos Cx. Postal 23, CEP: 13635-900, Pirassununga SP. Fone (19) 3565-4001 Disciplina: ZAZ 0313 Forragicultura I Período: 1º Semestre
DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS.
DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS. Elisa Pereira de Oliveira (1), Matheus Gustavo da Silva (2), Anne Mellisse Diaz Oliveira (3) Introdução
Protocolo. Parcelamento do K. Doses e parcelamento daadubação potássica para o cultivo da soja em solo arenoso
Protocolo Parcelamento do K Doses e parcelamento daadubação potássica para o cultivo da soja em solo arenoso Set/ 2016 Out/ 2016 Nov/ 2016 Dez/ 2016 Jan/ 2017 Fev/ 2017 Mar/ 2017 Abr/ 2017 Mai/ 2017 Precipitação
Tecnologia da Soja 22/2/2012. Disciplina: T. e P. de Grãos e Cereais Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Curso: Técnico em Agroindústria
Disciplina: T. e P. de Grãos e Cereais Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Curso: Técnico em Agroindústria Tecnologia e Processamento de Grãos Armazenáveis Professora Roberta Magalhães Dias Cardozo Professora: Roberta
APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT
APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT DESCRIÇÃO DO PRODUTO Fertilizante proveniente de cama de aviário; Fonte de macro e micro nutrientes; Fonte excepcional de matéria orgânica. DESCRIÇÃO DO PRODUTO Para
7.6. PRINCIPAIS DOENÇAS DO MILHO E SEU CONTROLE
7.6. PRINCIPAIS DOENÇAS DO MILHO E SEU CONTROLE 1 PODRIDÃO DE RAÍZES Fusarium, Pythium, etc 2 PODRIDÕES DE COLMO Pythium Coletotrichum 3 PODRIDÕES DE COLMO Erwinia carotovora Diplodia e Fusarium 4 PODRIDÕES
Plantas forrageiras possuem padrões estacionais de crescimento. Variam com a espécie, práticas agronômicas (adubação e irrigação), local e entre anos
Recapitulando... Águas Seca Águas Plantas forrageiras possuem padrões estacionais de crescimento Variam com a espécie, práticas agronômicas (adubação e irrigação), local e entre anos Planejamento de ações
MANEJO DA ADUBAÇÃO. Prof. Dr. Danilo Eduardo Rozane.
CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES EM PI MÓDULO GOIABA CATI - CAMPINAS 07 a 11 de novembro de 2011 MANEJO DA ADUBAÇÃO Prof. Dr. Danilo Eduardo Rozane [email protected]
AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO
AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO 1. INTRODUÇÃO M = nutriente transportado NUTRIENTE FORMAS NUTRIENTE FORMAS Nitrogênio NO - + 3 e NH 4 Boro H 3 BO 3 Fósforo - H 2 PO 4 Cloro Cl - Potássio K + Cobre Cu
