UNIDADE 01 TRIGO Botânica e morfologia do trigo
|
|
|
- Domingos Delgado César
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fitotecnia: Arroz, Feijão e Trigo UNIDADE 01 TRIGO Botânica e morfologia do trigo Gabriela Machineski da Silva Eng. Agrônoma Mestre em Ciências
2 1. Classificação Botânica Classe: Monocotiledonea Ordem: Poales Família: Poaceae (Gramineae) Subfamília: Pooideae Tribo: Triticeae Subtribo:Triticinae Gênero: Triticum Espécies: - 3 Grupos: Diplóides 2n=14 (boeticum, nonococcum, urartu, etc.) Tetrapóides 2n=28 (durum, araraticum, dicoccum, etc.) Hexaplóides 2n=42 (aestivum, spelta, macha, compactum, etc.) Maior importância: aestivum e durum
3
4 2. Características Botânicas INFLORESCÊNCIA FOLHAS COLMO RAIZ
5 2.1. Sistema Radicular Três grupos de raízes formam o sistema radicular do trigo: a) raízes seminais; b) raízes permanentes (coroa); c) raízes adventícias
6 2.1. Sistema Radicular a) raízes seminais: -Raízes originárias do embrião -5 a 6 raízes
7
8
9 2.1. Sistema Radicular b) raízes permanentes (coroa) c) raízes adventícias - Formado no nó acima do mesocótilo
10
11 2.1. Sistema Radicular Sistema radicular fasciculado - até 1,5 m de profundidade - média de 0,6 1,0 m - raio de 15 a 23 cm
12 2.2. Colmo O colmo integra as partes da planta de trigo, tanto do ponto de vista estrutural como funcional; Eretos, cilíndricos, nodosos, ocos (entrenós) e geralmente lisos; Compactos e contraídos nos nós (vegetativos e reprodutivos); No início do desenvolvimento, apresenta pseudocolmo. - ereto, semi-ereto e rasteiro.
13 2.2. Colmo Altura de 0,50 a 1,50m - modernas < tradicionais Média 5 a 7 entrenós; - basal curto e o último mais distendido. Entrenós superiores mais finos que os inferiores. Diâmetro colmo: - fino (<4mm), - semi-grosso (4-4,7mm), - grosso (>4,7mm) Paredes do colmo: delgadas, semi-espessas ou espessas
14 2.2. Colmo PERFILHAMENTO Formação de perfilhos nos nós basais: - aproximadamente 15 dias após a germinação - Novos colmos: perfilhos - 1 a mais de 4 perfilhos (tradicionais >modernas). - Cor: claro (creme a amarelo) ou escuro (castanho a pardo).
15 2.3. Folhas Início: Coleóptilo (pseudofolha) protege a plúmula - aproximadamente 5 a 6 folhas (nº nós) - bainha, lâmina, lígula e um par de aurículas. - disposição das folhas é alternada, formando ângulos de 180º - Última: comumente chamada de folha bandeira
16
17 2.3. Folhas - Bainha: pilosa - Lâmina foliar: pilosa; planas, semitorcidas ou torcidas sentido horário - Lígula: média / membranosa - Aurícula: médias, pilosas com pelos compridos, pontas finas que se cruzam
18 2.3. Folhas Tamanho, número, forma, posição, cerosidade e outras características das folhas são fatores importantes para o rendimento de grãos e para a caracterização dos cultivares de trigo
19
20 2.4. Inflorescência - Tipo espiga, com eixo central (ráquis) - em ziguezague; - Espiguetas laterais compondo duas fileiras;
21 Espig a Entrenós Nó
22 Espig a
23 Transição do meristema Desenvolvimento da inflorescência
24
25 2.4. Inflorescência - 15 a 20 espiguetas/espiga 2 a 9 flores/espigueta; - Formação de 2, 3, 4 ou mais grãos por espigueta. - Flores protegidas por glumas (pálea e lema)
26
27 2.4. Inflorescência - Lemas aristadas ou muticas; -Presença de lodículas abertura das glumas; - 3 estames finos filetes e grandes anteras; - Pistilo 1 ovário, 1 óvulo e 1 estigma bífido plumoso; - Polinização antes da abertura autógama (0,1 a 2%).
28
29
30 2.4. Inflorescência Forma: fusiforme, oblongas, clavadas ou elípticas Comprimento: - curtas (<7,5cm) - semicurtas (7,5 e 8,5cm) - semilongas (8,5 a 9,5cm) - longas (mais de 9,5cm)
31 Posição da espiga: - eretas, inclinadas ou pendentes 2.4. Inflorescência
32 2.5. Frutos (Grãos) CARIOPSE: formado por pericarpo, endosperma (amido) e embrião. PROTEÍNAS: gluteinas e gliadinas (glúten). - albuminas e globulinas EMBRIÃO: localizado na parte inferior do grão. - coleóptilo e coleorriza FORMA: ovóide, elíptica, ovalada. COMPRIMENTO: - curtos (<6mm), médios (6 e 7mm) e longos (>7mm)
33
34 2.5. Frutos (Grãos) Cor: brancos (creme ao amarelo) ou vermelhos (marrom a pardo-escuro) Textura: - Mole ou soft (farináceo), duros ou hard (vítreo) ou semiduros (intermediários) Presença de pincel: - pêlos no ápice grão (curtos, semilongos ou longos) Tamanho embrião: - pequeno (1/6 dorso do grão) grande (1/4 do dorso do grão) Variações na abertura e profundidade do sulco do grão
35
36
37 2.5. Frutos (Grãos) Cor: brancos (creme ao amarelo) ou vermelhos (marrom a pardo-escuro) Textura: - Mole ou soft (farináceo), duros ou hard (vítreo) ou semiduros (intermediários) Presença de pincel: - pêlos no ápice grão (curtos, semilongos ou longos) Tamanho embrião: - pequeno (1/6 dorso do grão) grande (1/4 do dorso do grão) Variações na abertura e profundidade do sulco do grão
38
DESCRITORES MÍNIMOS DE TRIGO (Triticum aestivum L.) Nome proposto para a cultivar: I - DESCRITORES MORFOLÓGICOS. Código que melhor descreve a cultivar
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES Nome proposto para a cultivar: I
Conhecendo a planta de trigo
Conhecendo a planta de trigo Erlei Melo Reis OR Melhoramento de sementes Ltda Passo Fundo - RS Roteiro: Classificação sistemática A morfologia do grão Germinação de sementes Morfologia da raiz Morfologia
BOTÂNICA. MORFOLOGIA E DESCRiÇÃO FENOTíPICA 2
BOTÂNICA. MORFOLOGIA E DESCRiÇÃO FENOTíPICA 2 Pedra Luiz Scheeren' Ricardo Lima de Castro' Eduardo Caierão' Este capítulo está dividido em duas partes. Na primeira, apresentam-se a classificação botânica
MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS Prof. Dr. João Antonio da Costa Andrade Departamento de Biologia
2.Importância da Cultura
CULTURA DO ARROZ 2.Importância da Cultura Valor Nutritivo Tabela: Teores de aminoácidos essenciais no arroz e feijão (mg/g). Aminoácidos Arroz Feijão Isoleucina 94 100 Leucina 188 201 Lisina 85 141 Aromáticos
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS. Prática - 1ª Semana
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS Prática - 1ª Semana Principais publicações de identificação de plantas daninhas: Manual de identificação (autor - H. Lorenzi) Plantas Daninhas do Brasil (autor - H. Lorenzi)
Angiospermas. Monocotiledôneas
Angiospermas Monocotiledôneas Arecaceae Sch. Sch. (Palmae) 200 gên. (2000 spp); Brasil: 40 gên. (200 spp.) Posição taxonômica Distribuição Características morfológicas Exemplos Próxima Posição taxonômica
Angiospermas. Monocotiledôneas
Angiospermas Monocotiledôneas Arecaceae Sch. Sch. (Palmae) 200 gên. (2000 spp); Brasil: 40 gên. (200 spp.) Posição taxonômica Distribuição Características morfológicas Exemplos Próxima Posição taxonômica
MORFOLOGIA DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS
Capítulo 2 MORFOLOGIA DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Roberto Serena Fontaneli A família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae) é uma das principais famílias
DESCRITORES MÍNIMOS DO MILHO (Zea mays L.)
REPÚBLICA FEDERATIVA DO ASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES DESCRITORES MÍNIMOS DO MILHO (Zea
MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS
ORIGEM E HISTÓRIA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS ORIGEM E HISTÓRIA DO MILHO 1492 - observado
DESCRITORES MÍNIMOS DE ARROZ (Oryza sativa L.)
REPÚBLICA FEDERATIVA DO ASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES Nome proposto para a cultivar: I -
FISIOLOGIA VEGETAL 24/10/2012. Crescimento e desenvolvimento. Crescimento e desenvolvimento. Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento
FISIOLOGIA VEGETAL Crescimento e desenvolvimento Pombal PB Crescimento e desenvolvimento Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento Polinização: transferência do grão de pólen da antera ao estigma
Principais famílias: 28/05/2015 MORFOLOGIA. Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras. Poaceae (gramíneas) grama, pastagem.
Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras MORFOLOGIA Refere-se a estrutura e ao arranjo de partes das plantas. Prof. Leandro C. Araujo (DBZ) Zootecnista Essencial para a identificação das plantas
Gramíneas Forrageiras
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE FORRAGEIRAS Gramíneas Forrageiras Otávio Matos Tavares [email protected]
ANEXO VIII MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇAO DE CULTIVARES
ANEXO VIII MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇAO DE CULTIVARES Requisitos Mínimos para Determinação do Valor de Cultivo e Uso do
AULA 2. Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras
AULA 2 Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras Terminologia em Forragicultura Forragicultura: Estudo das plantas forrageiras. (????) Forragem: Partes aéreas de uma população de plantas herbáceas,
DESCRITORES MÍNIMOS DE SORGO (Sorghum spp.) Característica
REPÚBLICA FEDERATIVA DO ASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES DESCRITORES MÍNIMOS DE SORGO (Sorghum
Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras
MORFOLOGIA?? Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras A morfologia das plantas tem o propósito não apenas biológico mas também de auxiliar nas decisões de manejo da forrageira. MORFOLOGIA MORFOLOGIA
Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras
MORFOLOGIA?? Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras A morfologia das plantas tem o propósito não apenas biológico mas também de auxiliar nas decisões de manejo da forrageira. MORFOLOGIA MORFOLOGIA
ESTUDOS BOTÂNICOS EM TRIGO'
Scç5o Fitotecnia ESTUDOS BOTÂNICOS EM TRIGO' ARRENIUS IGOR BETTIOL 2 Sinopse Foi realizado um estudo com a finalidade de caracterização varietal de quatro variedades de trigo no Rio Grande do Sul, visto
Principais características de gramíneas e leguminosas
Principais características de gramíneas e leguminosas Plantas Forrageiras Plantas forrageiras Poaceae (gramínea) Fabales (leguminosas) 1 Plantas Forrageiras - Poaceae Reino: Vegetal. Divisão: Magnoliophyta
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS. Prática - 1ª Semana
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDÔNEAS Prática - 1ª Semana b) Principais publicações de identificação de plantas daninhas: Manual de identificação (autor - H. Lorenzi) Plantas Daninhas do Brasil (autor - H. Lorenzi)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos Departamento de Zootecnia LISTA DE EXERCÍCIOS Medicina Veterinária ZAZ 1376 Produção e Conservação de Forragens A TAXONOMIA E
Angiospermas. (Antófitas) Cap. 34 do Livro texto
Angiospermas (Antófitas) Cap. 34 do Livro texto Angiospermas Mais de 300 mil espécies Sucesso na conquista do meio terrestre Único grupo que produz frutos Angio do grego aggeîon = vaso, urna A flor padrão
Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos Cx. Postal 23, CEP: 13635-900, Pirassununga SP. Fone (19) 3565-4001 Disciplina: ZAZ 0313 Forragicultura I Período: 1º Semestre
BOTÂNICA ANGIOSPERMAS. Prof. Gassem ANGIOSPERMAS. Grupo de plantas vasculares (traqueófitas) que apresentam sementes protegidas por frutos:
BOTÂNICA ANGIOSPERMAS Prof. Gassem ANGIOSPERMAS Grupo de plantas vasculares (traqueófitas) que apresentam sementes protegidas por frutos: do grego, angios (aggeîon) = vaso, urna; sperma = semente espermatófitas;
Estrutura e Desenvolvimento da Raiz e Caule
Estrutura e Desenvolvimento da Raiz e Caule RAIZ funções: 1 o ) fixação e absorção; 2 o ) armazenamento e condução. XILEMA H 2 O e sais minerais partes aéreas raiz substâncias orgânicas FLOEMA Raiz Primária
ANEXO I III. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGÜIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE
ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGÜIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE GOIABEIRA SERRANA (Acca sellowiana (O. Berg) Burret). I. OBJETIVO Estas instruções visam
Características morfológicas, fisiológicas e agronômicas de plantas forrageiras
Características morfológicas, fisiológicas e agronômicas de plantas forrageiras Paulo Bardauil Alcântara PqC VI ANPROSEM Março, 2015 MORFOLOGIA - descreve a espécie - auxilia no manejo da planta - é base
Morfologia Vegetal INFLORESCÊNCIAS
Morfologia Vegetal INFLORESCÊNCIAS M.E.M ans ana res Dra. MARIANA ESTEVES MANSANARES Departamento de Biologia Setor de Botânica Sistemática Universidade Federal de Lavras (UFLA) INFLORESCÊNCIAS Sistema
USO DA ESCALA BBCH MODIFICADA PARA DESCRIÇÃO DOS ESTÁDIOS DE CRESCIMENTO DAS ESPÉCIES DE PLANTAS DANINHAS MONO- E DICOTILEDÔNEAS
USO DA ESCALA BBCH MODIFICADA PARA DESCRIÇÃO DOS ESTÁDIOS DE CRESCIMENTO DAS ESPÉCIES DE PLANTAS DANINHAS MONO- E DICOTILEDÔNEAS A escala BBCH é viável para uso com plantas daninhas: permite a definição
MELHORAMENTO EM MILHO (Noções Básicas)
MELHORAMENTO EM MILHO (Noções Básicas) Eng.º Agr.º Sylmar Denucci 1 1. Introdução O milho é uma planta monóica (sexos separados na mesma planta) de característica alógama ( fecundação cruzada e ao acaso).
Aspectos de Forma em Plantas Forrageiras
LZT 520 Plantas Forrageiras e Pastagens Aspectos de Forma em Plantas Forrageiras MORFOLOGIA E DESENVOLVIMENTO ESTRUTURAL RELACIONADOS COM A PRODUÇÃO E O MANEJO DE PASTAGENS Duas famílias Poaceae (Gramineae)
VARIEDADES AGRÍCOLAS DE TRIGO (TRITICUM AESTIVUM L.)
VARIEDADES AGRÍCOLAS DE TRIGO (TRITICUM AESTIVUM L.) CARACTERIZAÇÃO BOTÂNICA DE ALGUMAS VARIEDADES EM EXPERIMENTAÇÃO EM SÃO PAULO ( 1 ) D. M. DEDECCA, engenheiro agrônomo, Secção de Botânica, e M. J. PÚECHIO,
ATO Nº 10 DE 19 DE SETEMBRO DE 2008 ANEXO I
ATO Nº 0 DE DE SETEMBRO DE 008 ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DA ESPÉCIE CENTEIO (Secale cereale) L. I. OBJETIVO Estas instruções
Angeion: urna; Sperma: semente. Raiz: cenoura, beterraba, batata doce, nabo, rabanete. Caule: batata inglesa, cebola e alho
ANGIOSPERMAS Angeion: urna; Sperma: semente Também são denominadas por antófitas (anthos = flor), espermáfitas, traqueófitas e fanerógamas É o grupo mais numeroso de todos os vegetais, com cerca de 90%
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1A. estigma proteção suporte. antera reprodução carpelos. filete ovário estames
Conteúdo: Flor: Órgãos FICHA DE TRABALHO 1A Completa o texto com os termos: estigma proteção suporte antera reprodução carpelos filete ovário estames Uma for hermafrodita é constituída por: (1) órgãos
2.1 DIVERSIDADE NAS PLANTAS CONSTITUIÇÃO DAS PLANTAS COM FLOR
2.1 DIVERSIDADE NAS PLANTAS CONSTITUIÇÃO DAS PLANTAS COM FLOR Como são constituídas as plantas com flor? As plantas com flor são constituídas por raiz, caule e folhas. Apresentando em certas épocas do
ESALQ - USP. Produção Vegetal março
Botânica, morfologia e zoneamento agrícola do cafeeiro ESALQ - USP Produção Vegetal março - 212 Prof. Dr. José Laércio Favarin Família: Rubiaceae Gênero: Coffea Espécie: Coffea arabica L. Tetraplóide:
Ciências Naturais, 6º Ano. Ciências Naturais, 6º Ano FICHA DE TRABALHO 1A. Escola: Nome: Turma: N.º: Escola: Nome: Turma: N.º: Conteúdo: Flor: Órgãos
Conteúdo: Flor: Órgãos FICHA DE TRABALHO 1A Completa o texto com os termos: estigma proteção suporte Conteúdo: Flor: Órgãos FICHA DE TRABALHO 1A Completa o texto com os termos: estigma proteção suporte
18/04/2017. Cerca de 235 mil espécies; Fanerógamas; Espermatófitas; Novidades: flores e sementes (óvulo) protegidas por frutos (ovário); FLOR
Cerca de 235 mil espécies; Fanerógamas; Angiospermas Espermatófitas; Novidades: flores e sementes (óvulo) protegidas por frutos (ovário); 1 2 Vasculares ou traqueófitas; Independe de água para a reprodução:
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDONEAS
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDONEAS Monocotiledônea Embrião com apenas 1 cotilédone ou sem diferenciação Commelinaceae Distribuição trópicos 40 gêneros, 650 espécies Sementes aéreas Sementes subterrâneas Exemplos:
Angiospermas. Prof. Fernando Belan Biologia Mais
Angiospermas Prof. Fernando Belan Biologia Mais Angiospermas Novidades: Ovário (protege o óvulo) e Fruto (protege a semente). O fruto é o ovário desenvolvido após a fecundação. O óvulo fecundado forma
Aula 12 - Diversidade das Angiospermas e suas famílias mais importantes
Observe a lenhosidade do material, que apresenta folhas compostas bipinadas com folíolos de primeira ordem (traço) e de segunda ordem (seta vermelha). Atente para os pulvinos (setas azuis), uma dilatação
CEREAIS E DERIVADOS Cereais:
CEREAIS CEREAIS E DERIVADOS Cereais:... são as sementes ou grãos comestíveis das gramíneas, tais como: trigo, arroz, centeio, aveia. milho (Zea mays) trigo(triticum aestivum, T.durum) arroz(oriza sativa)
ANEXO. 2. A amostra viva deverá apresentar vigor e boas condições fitossanitárias.
ANEXO INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE BANANEIRA (Musa acuminata Colla e Musa x paradisiaca L. (M. acuminata Colla x M. balbisiana
Indivíduos haplóides (n) gametófitos formam gametas (n). Zigoto diplóide (2n) faz mitose e forma o indivíduo esporófito, que por meiose forma os
REINO VEGETAL Organismos eucariontes, pluricelulares, autótrofos e fotossintetizantes. Todas as plantas apresentam alternância de gerações em seu ciclo de vida. Indivíduos haplóides (n) gametófitos formam
Referências 8/15/2012. Tipos de lígula. Estruturas foliares Poaceae (Gramineae) gramíneas. Limbo foliar. Limbo foliar. Lígula.
Referências TÉCNICAS DE RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PLÂNTULAS DE PLANTAS DANINHAS DA CLASSE DAS MONOCOTILEDÔNEAS 1 Monquero, P.A. e Christoffoleti, P.J. Dinâmica do banco de sementes em áreas com
UNIDADE 01 TRIGO Qualidade Tecnológica de Trigo
Fitotecnia: Arroz, Feijão e Trigo UNIDADE 01 TRIGO Qualidade Tecnológica de Trigo Gabriela Machineski da Silva Eng. Agrônoma Mestre em Ciências Trigo PLANTA = GRÃO = FARINHA 1. Planta Família Poaceae,
Raiz. Geralmente subterrânea, mas podem ser aquática e áreas. Função de sustentação, fixação da planta e absorção de água, sais minerais e seiva.
Raiz Geralmente subterrânea, mas podem ser aquática e áreas. Função de sustentação, fixação da planta e absorção de água, sais minerais e seiva. A primeira raiz é a primária, a partir da radícula Partes
SEMENTE, GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS
BIB140 Forma & Função em Plantas SEMENTE, GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS Atividade 1 Experimento sobre pressão de embebição Faça essa atividade ao início da aula prática. Só então comece a observação morfológica.
Angeion: urna; Sperma: semente. Raiz: cenoura, beterraba, batata doce, nabo, rabanete. Caule: batata inglesa, cebola e alho
ANGIOSPERMAS Angeion: urna; Sperma: semente Também são denominadas por antófitas (anthos = flor), espermáfitas, traqueófitas e fanerógamas É o grupo mais numeroso de todos os vegetais, com cerca de 90%
setor 1401 Aulas 17 a 19 REINO VEGETAL. ANGIOSPERMAS (ANTÓFITAS)
setor 1401 14010409 14010409-SP Aulas 17 a 19 REINO VEGETAL. ANGIOSPERMAS (ANTÓFITAS) 1. Classe formada por representantes de aspecto variado, desde minúsculas formas que lembram lentilhas até árvores
Ecofisiologia. Ecofisiologia. Cultivo do Milho. Economia da Produção Zoneamento Agrícola Clima e Solo
Cultivo do Milho Ecofisiologia Ecofisiologia Embrapa Milho e Sorgo Sistema de Produção, 1 Paulo César Magalhães Frederico O.M. Durães Economia da Produção Zoneamento Agrícola Clima e Solo Ecofisiologia
Angiospermas. Vasculares; Espermatófitas; Fanerógamas; Antófitas. NOVIDADES EVOLUTIVAS: flor, fruto e dupla fecundação
ANGIOSPERMAS Angiospermas Vasculares; Espermatófitas; Fanerógamas; Antófitas. NOVIDADES EVOLUTIVAS: flor, fruto e dupla fecundação Flor Folhas modificadas (peças florais) para a reprodução sexuada 1) Sépalas
Controle harmônico de divisão e diferenciação
Controle harmônico de divisão e diferenciação Padrão indeterminado de crescimento Sistema altamente organizado Crescimento Diferenciação MORFOGÊNESE Angiosperma: semente Organização: a) unidade de crescimento
CICLO DE VIDA E REPRODUÇÃO SEXUADA FLOR
Campus Campo Grande Biologia 3 Professor Edilson Silveira ANGIOSPERMAS São plantas de pequeno, médio e grande porte Fanerógamas Vasculares Não dependem de água para fecundação. Possuem flores, frutos e
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo TRIGO BALANÇO MUNDIAL Ano Área Produção Consumo Consumo Estoque final (mil ha) (mil t) (mil t) per capta (mil t) (kg/hab/ano) 2007/08 217.102 612.708
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo TRIGO BALANÇO MUNDIAL Ano Área Produção Consumo Consumo Estoque final (mil ha) (mil t) (mil t) per capta (mil t) (kg/hab/ano) 2009/10 225.587 687.633
CARACTERIZAÇÃO BOTÂNICA DE CULTIVARES DE ARROZ (ORYZA SATÍVA L.) ( 1 )
CARACTERIZAÇÃO BOTÂNICA DE CULTIVARES DE ARROZ (ORYZA SATÍVA L.) ( 1 ) DERLY MACHADO DE SOUZA, engenheiro-agrônomo, Seção de Arroz e Cereais de Inverno, HERMÓGENES DE FREITAS LEI TÃO FILHO ( 2 ), engenheiro-agrónomo,
ATO Nº 9, DE 19 DE SETEMBRO DE 2008 ANEXO I
ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DA ESPÉCIE MANDIOCA Manihot esculenta Krantz. I. OBJETIVO Estas instruções visam estabelecer
Mankets!! Angiospermas
Mankets!! Angiospermas Mankets! Uma flor completa: 1. Pedúnculo. 2. Receptáculo. 3. Sépalas. 4. Pétalas. 5. Estames. 6. Carpelos ou pistilos. Angiospermas Mankets!! Angiospermas Mankets!! As sépalas são
Ficha de estudo. A Montanha perto de Ti A FOTOSSÍNTESE. O que é a Fotossíntese?
A FOTOSSÍNTESE O que é a Fotossíntese? A fotossíntese é o processo através do qual as plantas convertem a energia da luz em energia química, transformando o dióxido de carbono (CO 2 ), a água (H 2 O) e
MORFOLOGIA DE LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS
Capítulo 9 MORFOLOGIA DE LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Augusto Carlos Baier As leguminosas constituem uma família da classe das Dicotiledôneas, muito rica
A CULTURA DO SORGO. Paulo César Magalhães. Manejo Cultural e Utilização. "Origem, Anatomia, Morfologia e Fisiologia do Sorgo".
MAG, 1993 P.C. I CURSO SOBRE A CULTURA DO SORGO Manejo Cultural e Utilização "Origem, Anatomia, Morfologia e Fisiologia do Sorgo". Paulo César Magalhães Sete Lagoas - MG MAIO 1993 ORlGEl\'I E HISTÓRIA
Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações. Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula
Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula - 2017 A FOLHA Órgão lateral: expansão laminar do caule Altamente variável em estrutura e função!!
Morfologia Vegetal. Aula 1
Morfologia Vegetal Aula 1 Organização do corpo vegetal Espermatophyta = Fanerógamas Plantas com sementes + grão-de-pólen!!!! Gimnospermas e Angiospermas Sementes nuas Estróbilos ESTRUTURAS REPRODUTIVAS
ÓRGÃOS VEGETAIS. Raízes:
ÓRGÃOS VEGETAIS Raiz: fixação no solo, absorção de água e sais minerais (seiva bruta); Caule: sustentação das partes aéreas, conexão entre a raiz e folhas (condução das seivas); Folha : Fotossíntese (seiva
A cultura do Triticale (X Triticosecale)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Centro de Ciências Rurais Departamento de Fitotecnia Disciplina de Agricultura Especial A cultura do Triticale (X Triticosecale) Prof. Lucio Zabot Introdução: - Primeiro
4. Crescimento e Desenvolvimento
CULTURA DO ARROZ 4. Crescimento e Desenvolvimento Existem três fases importantes no ciclo do arroz: Fase vegetativa Fase reprodutiva Fase de maturação A duração de cada fase depende do ciclo do cultivar
Teste de raios X: princípio e interpretação
Teste de raios X: princípio e interpretação Aula 2 LPV 5731 - ANÁLISE DE IMAGENS DE SEMENTES E PLÂNTULAS Programa de pós-graduação em Fitotecnia Francisco G Gomes-Junior Escola Superior de Agricultura
Análise de sementes Importância das sementes Como mecanismo de preservação da espécie Como elemento modificador da história do homem
SEMENTES As sementes representam um meio de sobrevivência das espécies vegetais, visto que resistem a condições adversas que seriam fatais a essas espécies e, mesmo após a extinção das plantas que lhes
PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente.
PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente. Eng. Agr. Clélia Maria Mardegan O QUE VAMOS ESTUDAR SOBRE SEMENTES Conceitos iniciais. Um pouco de estória. Importância das sementes.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CULTURA DO ARROZ
UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CULTURA DO ARROZ Antônio Alves Soares Editora UFLA FEVEREIRO/2012 OS TEXTOS ACADÊMICOS VISAM A PUBLICAR TRABALHOS ELABORADOS PELOS DOCENTES PARA USO EM SALA DE AULA. OS TEXTOS,
1.6. Sida acuta Burm. Fl. Ind Prancha 1, fig. A.
18 1.5. Sidastrum paniculatum (L.) Fryxell, Brittonia 30(4): 453. 1978. Prancha 1, fig. H. Arbusto, ca. 1-3 m alt.; ramos cilíndricos, pubescentes, tricomas estrelados; estípulas ca. 3-6 x 1-2 mm, lanceoladas,
BRS PASTOREIO: NOVA CULTIVAR DE TRIGO DUPLO PROPÓSITO DA EMBRAPA
BRS PASTOREIO: NOVA CULTIVAR DE TRIGO DUPLO PROPÓSITO DA EMBRAPA Ricardo Lima de Castro, Eduardo Caierão, Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos, Márcio Só e Silva, Pedro Luiz Scheeren, Eliana
AS PARTES DE UMA ANGIOSPERMA
AS PARTES DE UMA ANGIOSPERMA A flor padrão de uma angiosperma É um sistema de reprodução sexuada Reprodução Formada por folhas modificadas Sépalas: são folhas verdes, pequenas, para proteção do botão
GLOSSÁRIO FRUTIFICAÇÃO
GLOSSÁRIO FRUTIFICAÇÃO PRODUÇÃO DE RECURSOS EXPLORANDO A VISUALIDADE NO ENSINO DE FRUTIFICAÇÃO: UMA ABORDAGEM PARA ALUNOS SURDOS FICHA TÉCNICA: Projeto de mestrado de: Aline Gonzalez Saller Orientação:
Angiospermas. Flores, frutos e sementes. Nomes: Natiely, Eduardo Innocente, Maria Eduarda Castro Professora: Leila Fritz Ciências Turma: 72
Angiospermas Flores, frutos e sementes Nomes: Natiely, Eduardo Innocente, Maria Eduarda Castro Professora: Leila Fritz Ciências Turma: 72 Reprodução das angiospermas A reprodução das angiospermas inicia-se
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque Família Juglandaceae Nome Comum nogueira, nogueira-comum, nogueira-europeia Origem Grécia e região Balcânica, naturalizada a sul e oeste da Europa e norte de Portugal.
