ANÁLISE DE DECISÃO 2013/2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE DECISÃO 2013/2014"

Transcrição

1 ANÁLISE DE DECISÃO 2013/2014 Caderno de Exercícios n.º 1 Modelação de Incerteza A. Representação de problemas em árvores de decisão e em diagramas de influência Exercício 1 Antes de conceder crédito a um cliente, um banco compra um relatório com a história de crédito desse cliente a uma empresa de rating. Para justificar a concessão de crédito, o banco deve considerar esse relatório satisfatório. Que decisão é que o banco tem de tomar? Quais são os objectivos do banco? Quais são os riscos que o banco enfrenta? Qual é o papel do relatório? Desenhe um diagrama de influência para representar este problema de decisão. Exercício 2 Quando um produtor de filmes analisa iniciar a produção de um novo filme, a principal incerteza reside no montante de receitas que o filme poderá gerar. Desenhe uma árvore de decisão para esta situação assumindo que o produtor só tem um único objectivo, que é maximizar as receitas. Exercício 3 Um jovem vai comprar um fato novo que o obrigará a despender uma quantia considerável. Ao sair de casa, o jovem pondera levar um guarda- chuva, pois assim o fato novo ficará protegido se chover. Se não levar o guarda- chuva e se chover o fato novo ficará danificado. Por outro lado, se não chover, será aborrecido ter de transportar o guarda- chuva. a) Desenhe uma árvore de decisão para esta situação. b) Desenhe um diagrama de influência para esta situação. c) Antes de decidir, o jovem quer ouvir a previsão do estado do tempo na rádio. Represente um diagrama de influência que tenha em conta a previsão do estado do tempo. Exercício 4 Suponha que está a pensar em organizar uma festa em sua casa no próximo fim- de- semana. Um churrasco no jardim, no seu ponto de vista, proporcionaria o melhor tipo de festa se estiver um dia solarengo; contudo, se chover, a festa resultaria num fiasco. Alternativamente, pode organizar uma boa festa dentro de casa, que não seria tão boa como um churrasco no jardim, mas seria melhor que fazer o churrasco e chover. Outra possibilidade será não organizar nenhuma festa, o que não é uma possibilidade que lhe agrade. a) Construa um diagrama de influência e uma árvore de decisão para este problema. Análise de Decisão 2013/2014 1/5

2 b) Antes de organizar a festa vai consultar a previsão do estado do tempo, que lhe dirá se o tempo vai estar chuvoso ou solarengo. A previsão não é perfeita. Se a previsão for de sol, então o sol vai ser mais provável que a chuva, mas haverá sempre uma pequena probabilidade que chova. A previsão de chuva implica que será mais provável chover, mas o sol ainda poderá brilhar. Desenhe o diagrama de influência para este problema de decisão, incluindo a previsão de estado do tempo. Desenhe a árvore de decisão para este problema com consulta da previsão do tempo. Exercício 5 Imagine que foi diagnosticada uma doença cardiovascular a um amigo seu. O médico recomenda ao seu amigo uma cirurgia de bypass que deverá resolver o problema detectado. Quando questionado sobre os riscos associados à cirurgia, o médico responde que alguns indivíduos morrem durante a operação, mas que é um sucesso total para muitos, que recuperam completamente. Deste modo o seu amigo poderá (muito provavelmente) antecipar uma vida mais longa e com saúde depois da cirurgia. Sem a cirurgia, o seu amigo terá uma menor esperança de vida e a sua qualidade de vida piorará. a) Assumindo que o objectivo do seu amigo é maximizar a esperança e qualidade de vida, represente este problema de decisão num diagrama de influência e numa árvore de decisão. b) O seu amigo decidiu consultar outro médico para pedir uma segunda opinião. Esse médico sugere que há uma terceira possibilidade: podem ocorrer complicações na sequência da cirurgia, o que exigiria um tratamento (adicional) longo e doloroso. Se isto acontecer, os resultados possíveis serão: recuperação total, ou recuperação parcial (o que implicará o uso de cadeira de rodas até à morte), ou morte em poucos meses. Esta informação altera a árvore de decisão e o diagrama de influência representados em a)? Desenhe uma árvore de decisão e um diagrama de influência que represente a situação depois de consultados os dois médicos. Dada esta nova estrutura, a cirurgia parece mais ou menos atraente que em a)? Análise de Decisão 2013/2014 2/5

3 B. Cálculo do valor da informação perfeita e do valor da informação imperfeita Exercício 6 Reverta a seguinte árvore de probabilidades: Exercício 7 Assuma que os nós de incerteza E e F da árvore de decisão representada na figura seguinte são independentes. a) Desenhe a árvore de decisão apropriada e calcule o valor esperado da informação perfeita para o evento E. b) Desenhe a árvore de decisão apropriada e calcule o valor esperado da informação perfeita para o evento F. c) Desenhe a árvore de decisão apropriada e calcule o valor esperado da informação perfeita para os eventos E e F, i.e. para o caso do decisor obter informação perfeita sobre os eventos E e F antes da decisão ser tomada. d) Desenhe o diagrama de influência que corresponde à árvore de decisão da figura anterior. Mostre como é que este diagrama de influência seria alterado de modo a responder às alíneas a), b) e c). Análise de Decisão 2013/2014 3/5

4 Exercício 8 Um investidor pretende efectuar uma aplicação financeira e pondera fazê- lo alternativamente em acções de alto risco, acções de baixo risco ou numa conta a prazo. Se optar pelas acções de alto risco e se as cotações tiverem uma grande subida obterá um lucro de 1500, se as cotações subirem pouco obterá um lucro de 100, mas se as cotações descerem terá um prejuízo de Se optar pelas acções de baixo risco e as cotações tiverem uma grande subida obterá um lucro de 1000, se as cotações subirem pouco obterá um lucro de 200, mas se as cotações descerem terá um prejuízo de 100. Se optar pelo depósito em conta a prazo obterá um lucro de 500. Sabendo que as probabilidades de grande subida das cotações, pequena subida das cotações e de descida das cotações são, respectivamente, 50%, 30% e 20%: a) Construa a árvore de decisão e determine a respectiva solução. b) Diga qual é o valor máximo que o decisor deveria estar disposto a pagar pelo fornecimento de informação perfeita acerca da evolução das cotações na bolsa. c) Diga qual é o valor máximo que o decisor deveria estar disposto a pagar a um especialista da bolsa pelas previsões de evolução das cotações, tendo em consideração o histórico de previsões desse especialista que se apresenta na tabela seguinte (ou seja, diga qual é o valor esperado da informação imperfeita). Previsão do especialista Verdadeiro estado do mercado Grande subida Pequena subida Descida Grande subida 80% 15% 20% Pequena subida 10% 70% 20% Descida 10% 15% 60% d) Determine o valor de controlo deste problema de decisão. Análise de Decisão 2013/2014 4/5

5 C. Determinação de utilidades Exercício 9 Considere as três lotarias de referência e os respectivos equivalentes certos indicados por um decisor que se apresentam de seguida: Lotaria de referência 1 Ganhar 100 com probabilidade de 0,5 Ganhar 10 com probabilidade de 0,5 O decisor disse estar disposto a vender a sua oportunidade de jogar a lotaria de referência 1 se lhe pagassem um mínimo de 30 (depois de um processo em que se apurou que por 31 o decisor preferia aceitar o dinheiro, e que por 29 preferia jogar o jogo). Portanto, 30 é o equivalente certo para a lotaria de referência 1. Lotaria de referência 2 Ganhar 100 com probabilidade de 0,5 Ganhar 30 com probabilidade de 0,5 O equivalente certo do decisor para a lotaria de referência 2 é 50. Lotaria de referência 3 Ganhar 30 com probabilidade de 0,5 Ganhar 10 com probabilidade de 0,5 O equivalente certo do decisor para a lotaria de referência 3 é 18. a) Determine a função utilidade deste decisor. b) Qual é a utilidade que resulta para 65, sabendo que o decisor considera que uma probabilidade p = 0,87 torna indiferente a lotaria de referência seguinte àquele montante? Ganhar 100 com probabilidade p Ganhar 10 com probabilidade 1 p Análise de Decisão 2013/2014 5/5

Caderno de Exercícios no. 1 (Modelização de Incerteza) A. Representação de Problemas em Árvores de Decisão e em Diagramas de Influência

Caderno de Exercícios no. 1 (Modelização de Incerteza) A. Representação de Problemas em Árvores de Decisão e em Diagramas de Influência MODELOS DE APOIO À DECISÃO 2008/2009 Caderno de Exercícios no. 1 (Modelização de Incerteza) A. Representação de Problemas em Árvores de Decisão e em Diagramas de Influência Exercício 1 Antes de conceder

Leia mais

Decisões Sequenciais Árvores de Decisão

Decisões Sequenciais Árvores de Decisão Teoria da Decisão Decisão Uni-Objectivo Decisões Sequenciais Árvores de Decisão Árvores de Decisão Uma Árvore de Decisão é uma forma gráfica que se utiliza para representar um conjunto de decisões sequenciais,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto REC MICROECONOMIA II EXERCÍCIOS SOBRE MONOPÓLIO PROF. DR. ROBERTO GUENA DE OLIVEIRA () O seguinte jogo é oferecido a uma consumidora:

Leia mais

Mestrado em Gestão de Empresas 2009/2010. Edição em Cabo Verde - Colaboração com o ISCEE

Mestrado em Gestão de Empresas 2009/2010. Edição em Cabo Verde - Colaboração com o ISCEE Mestrado em Gestão de Empresas 2009/2010 Edição em Cabo Verde - Colaboração com o ISCEE Unidade Curricular: Métodos Quantitativos (Data analysis, Modelling and Research) TRABALHO Nº 1 1. Uma empresa encara

Leia mais

Licenciaturas em Economia e Administração e Gestão de Empresas. Finanças I. 2ª Frequência 4/6/2011. Nome: Nº de aluno:

Licenciaturas em Economia e Administração e Gestão de Empresas. Finanças I. 2ª Frequência 4/6/2011. Nome: Nº de aluno: Licenciaturas em Economia e Administração e Gestão de Empresas Finanças I 2ª Frequência 4/6/2011 Nome: Nº de aluno: Instruções: Duração da prova: 100 minutos. Use apenas as folhas de teste agrafadas. Se

Leia mais

ANÁLISE DE DECISÃO. Elementos básicos sobre árvores de decisão e diagramas de influência. Conceitos complementares:

ANÁLISE DE DECISÃO. Elementos básicos sobre árvores de decisão e diagramas de influência. Conceitos complementares: ANÁLISE DE DECISÃO Elementos básicos sobre árvores de decisão e diagramas de influência Mónica Oliveira Ano lectivo 2011/2012 2 Conceitos Diagramas de influência Árvores de decisão Conceitos complementares:

Leia mais

MACROECONOMIA I 1E201 Licenciatura em Economia 2010/11

MACROECONOMIA I 1E201 Licenciatura em Economia 2010/11 MACROECONOMIA I E20 Licenciatura em Economia 200/ CAPS 3 E 4. RESTRIÇÕES ORÇAMENTAIS INTER-TEMPORAIS E PROCURA AGREGADA DE BENS E SERVIÇOS (CONSUMO, INVESTIMENTO) EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO. ENUNCIADOS..

Leia mais

ISCTE- INSTITUTO UNIVERSITÁRIO DE LISBOA MICROECONOMIA

ISCTE- INSTITUTO UNIVERSITÁRIO DE LISBOA MICROECONOMIA ISCTE- INSTITUTO UNIVERSITÁRIO DE LISBOA MICROECONOMIA Exame 2ª Época, 1º Semestre 2012-2013 Tempo de duração: 2h30 Nome: Nº Turma PARTE I: Fundamentos de Economia (2,5) 1. (1,5 v) Na atual conjuntura

Leia mais

Modelagem e Decisão Árvores de Decisões

Modelagem e Decisão Árvores de Decisões Modelagem e Decisão Árvores de Decisões Modelagem e Decisão (07181) Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (ICEAC) Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Introdução Uma árvore

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Organização Industrial

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Organização Industrial UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais Organização Industrial Diferenciação do Produto Exercício 1 Considere que numa determinada região existe apenas uma empresa

Leia mais

INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL

INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL ** Decisão com Incerteza Parte 1 ** Profa. Vitória Pureza 2º Semestre Roteiro Critérios de Decisão em Situações de Incerteza Teoria de Utilidade Axiomas de Von Neumann-Morgenstern

Leia mais

FICHA DE REVISÕES Micro 1

FICHA DE REVISÕES Micro 1 FIH DE REVISÕES Micro 1 1) Monopólio Num determinado mercado, servido só por uma empresa, a procura de mercado desse bem é dada por Q D = 100 P +, em que P é o preço do bem e os gastos em publicidade efectuados

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS

INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Mini -Teste I Data de realização: 16 de março de 2013 Duração: 90 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: CLASSIFICAÇÃO GRUPO 1 GRUPO 2 TOTAL Atente nas seguintes indicações:

Leia mais

MODELOS DE APOIO À DECISÃO Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Departamento de Engenharia e Gestão, Instituto Superior Técnico

MODELOS DE APOIO À DECISÃO Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Departamento de Engenharia e Gestão, Instituto Superior Técnico NOME: No. MECANOGRÁFICO: MODELOS DE APOIO À DECISÃO Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Departamento de Engenharia e Gestão, Instituto Superior Técnico Ano académico 2008/2009 2º Semestre Exame

Leia mais

Caderno de exercícios no. 2

Caderno de exercícios no. 2 Caderno de exercícios no. 2 1. Representou um problema de decisão numa árvore de decisão e calculou o valor monetário esperado da melhor opção. Depois de consultar um especialista com conhecimento imperfeito:

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Organização Industrial

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Organização Industrial UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais Organização Industrial Discriminação de Preços Exercício 1 Um monopolista vende o seu produto a clientes cujas procuras

Leia mais

Microeconomia I 2004/05

Microeconomia I 2004/05 Licenciaturas em Economia e Administração e Gestão de Empresas Microeconomia I 004/05 6 de Janeiro de 005 Exame Final Duração: h + 30 min Fernando Machado, Gisela Rua, Miguel Montenegro, Sara Filipe, Pedro

Leia mais

Decisão Decidir Análise / Teoria da Decisão

Decisão Decidir Análise / Teoria da Decisão Decisão Decidir é o acto de seleccionar uma linha de acção preferida entre várias alternativas existentes. Existem diversos instrumentos que podem contribuir para a tomada de decisões, dependentes do ambiente

Leia mais

Microeconomia I Exame Final, 2006/07

Microeconomia I Exame Final, 2006/07 Licenciaturas em Economia e Administração e Gestão de Empresas Microeconomia I Exame Final, 006/07 6 de Janeiro de 007 Duração: h + 30 min Fernando Branco, Fernando Machado, Ana F. Antunes, João Granja,

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA. Microeconomia

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA. Microeconomia UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais Microeconomia Licenciaturas em Administração e Gestão de Empresas e em Economia Ano lectivo 006-007 Fernando Branco º Semestre

Leia mais

Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência. Carlos A. Bana e Costa

Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência. Carlos A. Bana e Costa Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência Carlos A. Bana e Costa Referências: Clemen, R. (1996), Making Hard Decisions: An Introduction to Decision Analysis (2 nd Edition). Duxbury.

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão Microeconomia II Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 3.1 Introdução à Teoria das Probabilidades e da Preferência pelo Risco Isabel Mendes 2007-2008 18-03-2008 Isabel Mendes/MICRO

Leia mais

Cadeias de Markov. ch n M = 0,4 0,2 0,6 0,8. Matriz (diária): M² = 0,28 0,24 0,72 0,76 M 4 = 0,2512 0,2496 0,7488 0,7504. Diagrama (semanal)

Cadeias de Markov. ch n M = 0,4 0,2 0,6 0,8. Matriz (diária): M² = 0,28 0,24 0,72 0,76 M 4 = 0,2512 0,2496 0,7488 0,7504. Diagrama (semanal) ( ) Prova ( ) Prova Semestral (x) Exercícios ( ) Segunda Chamada ( ) Prova Modular ( ) Prova de Recuperação ( ) Prática de Laboratório ( ) Exame Final/Exame de Certificação ( ) Aproveitamento Extraordinário

Leia mais

Questão 1. Investindo a juros mensais de 8%, em quanto tempo seu capital dobrará? 33 = 903

Questão 1. Investindo a juros mensais de 8%, em quanto tempo seu capital dobrará? 33 = 903 Conteúdo: Matemática financeira (logaritmo, Tabela SAC e Tabela Price) Aluno(s):... N o(s) :... Professor: Fábio Vinícius Turma:... Data:... Nota:... [X] Para o lar [X] Individual [X] Dupla [X] Trio [X]

Leia mais

Probabilidades. Carla Henriques e Nuno Bastos. Eng. do Ambiente. Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu

Probabilidades. Carla Henriques e Nuno Bastos. Eng. do Ambiente. Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu Probabilidades Carla Henriques e Nuno Bastos Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu Eng. do Ambiente Introdução Ao comprar acções, um investidor sabe que o ganho que vai obter

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial https://www.pinterest.com/carlymundo/decision-tree-infographics/ Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Pós-Graduação em Ciência da Computação Inteligência Artificial

Leia mais

Capítulo II - JUROS. Capital = Qualquer valor expresso em moeda e disponível em determinada época.

Capítulo II - JUROS. Capital = Qualquer valor expresso em moeda e disponível em determinada época. O tamanho do seu sucesso é mensurado pela força do seu desejo, pelo tamanho do seu sonho e como você lida com o desapontamento no seu caminho Capítulo II - JUROS Capital = Qualquer valor expresso em moeda

Leia mais

Microeconomia II. Resolução Lista 2 - Capítulos 22 e 23. Profa. Elaine Toldo Pazello

Microeconomia II. Resolução Lista 2 - Capítulos 22 e 23. Profa. Elaine Toldo Pazello Microeconomia II Resolução Lista 2 - Capítulos 22 e 23 Profa. Elaine Toldo Pazello 1. Exercícios 1, 2, 3, 4 e 5 do Capítulo 22 do Varian e exercício 1 do Capítulo 23. 1-22 O lucro da empresa é dado por

Leia mais

Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos:

Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos: Nome Completo: (tal como consta do processo do aluno) Nº de Processo: Turma: Curso: Antes de iniciar a sua prova, tenha em atenção os seguintes aspectos: A duração da prova é de duas horas e trinta minutos

Leia mais

1º TESTE INTERMÉDIO DE INTRODUÇÃO AOS MERCADOS FINANCEIROS

1º TESTE INTERMÉDIO DE INTRODUÇÃO AOS MERCADOS FINANCEIROS INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA 1º TESTE INTERMÉDIO DE INTRODUÇÃO AOS MERCADOS FINANCEIROS ANO LECTIVO 2008/2009 ÉPOCA NORMAL Duração: 1,5 horas Já com a tolerância Atenção: Não se esqueça de indicar

Leia mais

Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência. Carlos A. Bana e Costa

Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência. Carlos A. Bana e Costa Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência Carlos A. Bana e Costa Referências: Clemen, R. (1996), Making Hard Decisions: An Introduction ti to Decision i Analysis (2 nd Edition).

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS. Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação. valores. M = C (1 + r) 1 (1 + r) r (m) m.

INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS. Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação. valores. M = C (1 + r) 1 (1 + r) r (m) m. INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: 1º Mini-Teste Data de realização: 14 de Março de 2009 Duração: 80 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação valores Regime de Juro Simples Regime

Leia mais

Análise de Decisão, Jogos & Negociação. Cesaltina Pires

Análise de Decisão, Jogos & Negociação. Cesaltina Pires Análise de Decisão, Jogos & Negociação Cesaltina Pires Fevereiro 2007 ii Conteúdo 1 Introdução (incompleto) 1 1.1 Decisão várias abordagens........................... 1 1.1.1 Decisões individuais versus

Leia mais

Investigação Operacional

Investigação Operacional Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica Investigação Operacional 2010.01.13 Prova com consulta Alunos admitidos a exame com avaliação contínua Duração: 2h30 A programação internacional do Ano Ibero-Americano

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Economia. Semestre de Primavera 2003/2004 FINANÇAS I. Aulas Práticas

Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Economia. Semestre de Primavera 2003/2004 FINANÇAS I. Aulas Práticas Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Economia Semestre de Primavera 2003/2004 FINANÇAS I Aulas Práticas Custo de capital, Estrutura de Financiamento e Avaliação de Projectos CUSTO DE CAPITAL, ESTRUTURA

Leia mais

Caderno de Exercícios de Microeconomia

Caderno de Exercícios de Microeconomia Caderno de Exercícios de Microeconomia Fatores de produção e custos Exercício 1 A gelataria Bem Bom é uma pequena loja que vende gelados numa pequena cidade. O João é o dono e tem três máquinas de gelados

Leia mais

EAD 755 Análise da Decisão. Aula 02 - Análise de Sensibilidade e Árvores de Decisão

EAD 755 Análise da Decisão. Aula 02 - Análise de Sensibilidade e Árvores de Decisão EAD 755 Análise da Decisão Aula 02 - Análise de Sensibilidade e Árvores de Decisão Prof. Cesar Alexandre de Souza FEA/USP [email protected] Histórico da Análise da Decisão Durante a Segunda Guerra Mundial,

Leia mais

Soluções para análise de crédito de grandes empresas

Soluções para análise de crédito de grandes empresas Soluções para análise de crédito de grandes empresas Inteligência que ajuda a eliminar os riscos e mostrar as oportunidades reais para sua empresa crescer. Crédito é uma ótima solução para o crescimento

Leia mais

NOME COMPLETO:... Nº DE PROCESSO:.TURMA:. PARTE A. (Duração: 60 m. Cotação 10 valores)

NOME COMPLETO:... Nº DE PROCESSO:.TURMA:. PARTE A. (Duração: 60 m. Cotação 10 valores) 1 Microeconomia I Licenciatura em Economia Finanças - MAEG 1 de Fevereiro de 2013 Duração da prova: 2:00 h NOME COMPLETO:........ Nº DE PROCESSO:.TURMA:. PARTE A (Duração: 60 m. Cotação 10 valores) 1.

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Microeconomia I

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. Microeconomia I UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais Microeconomia I Licenciaturas em Administração e Gestão de Empresas e em Economia 4 de Novembro de 003 Teste Intermédio

Leia mais

EMPRESAS EM MERCADOS COMPETITIVOS

EMPRESAS EM MERCADOS COMPETITIVOS EMPRESAS EM MERCADOS COMPETITIVOS Do que se trata? Trata-se do tema 4: Exemplifique e mostre o funcionamento de um mercado próximo da concorrência perfeita. O que vamos fazer? Aplicar conceitos do tema

Leia mais

5 Decisão Sob Incerteza

5 Decisão Sob Incerteza 5 Decisão Sob Incerteza Os problemas de decisão sob incerteza são caracterizados pela necessidade de se definir valores de variáveis de decisão sem o conhecimento prévio da realização de parâmetros que,

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional Pesquisa Operacional Teoria da Decisão Estatística Ciência da Computação Diretoria dos Cursos de Informática Profa. Dra. Gisele Castro Fontanella Pileggi Problemas de Decisão Resolver problemas pessoas

Leia mais

MERCADOS A PRAZO. Futuros, Forwards e Swaps

MERCADOS A PRAZO. Futuros, Forwards e Swaps MERCADOS A PRAZO Futuros, Forwards e Swaps Eduardo Sá Silva MERCADOS A PRAZO Futuros, Forwards e Swaps FICHA TÉCNICA Título Mercados a Prazo Futuros, Forwards e Swaps Autor Eduardo Sá Silva Editor Vida

Leia mais

12.º Ano de Escolaridade

12.º Ano de Escolaridade gabinete de avaliação educacional T E S T E I N T E R M É D I O D E M A T E M Á T I C A 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) (Dec.-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto, para alunos

Leia mais

Aumentos e descontos sucessivos

Aumentos e descontos sucessivos A UA UL LA 77 Aumentos e descontos sucessivos Introdução Na Aula 39, estudamos o que é lucro e prejuízo. Na aula de hoje, estudaremos os juros, as taxas, os aumentos e os descontos que fazem parte de nosso

Leia mais

Teoria da Decisão. Slide 1. c 2002, 1998 Maria Antónia Carravilla FEUP

Teoria da Decisão. Slide 1. c 2002, 1998 Maria Antónia Carravilla FEUP Teoria da Decisão Slide 1 Transparências de apoio à leccionação de aulas teóricas Versão 2 c 2002, 1998 Teoria da Decisão 1 Decisões A incerteza é muito mais a regra que a excepção, a única coisa que pode

Leia mais

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Primeiro Teste 29 de Outubro de 2011 17:00-18:30 Este teste é composto por 9 páginas contendo 11 perguntas. Para perguntas com resposta de escolha múltipla, respostas erradas com

Leia mais

Lista 6 - Competição Estratégica - MFEE - EPGE/FGV - 3T2011 P F = 6 Q F.

Lista 6 - Competição Estratégica - MFEE - EPGE/FGV - 3T2011 P F = 6 Q F. Lista 6 - Competição Estratégica - MFEE - EPGE/FGV - 3T011 Professor: Pedro Cavalcanti Ferreira Monitor: Angelo Polydoro 1. Em respeito ao mercado de leite fresco, existem dois tipos principais de consumidores.

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Repescagem Segundo Teste 31 de Janeiro de 2014 10:30-12:00 1.º Enunciado Esta prova é constituída por 5 enunciados separados. Preencha cuidadosamente o nome e número na primeira página de cada um dos enunciados.

Leia mais

1E207 - MACROECONOMIA II

1E207 - MACROECONOMIA II LICENCIATURA EM ECONOMIA (2008-09) 1E207 - MACROECONOMIA II Exame 1ª época (7 de Julho de 2009) Duração: 1 hora (escolha múltipla) + 1 hora e 45 minutos (exercícios). A classificação final é calculada

Leia mais

Técnicas de

Técnicas de Técnicas de Decisão @lucianodoll Desafio Ø 1. Ao lançar uma moeda: Ø se o resultado for Cara, você recebe R$100,00. Ø se for Coroa, você não recebe nada. 2. R$20,00 sem jogar. Qual alternativa você escolheria?

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CAMPUS ALEGRETE PIBID

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CAMPUS ALEGRETE PIBID PROPOSTA DIDÁTICA 1. Dados de Identificação 1.1 Nome do bolsista: Taís Baú Bernardi 1.2 Público alvo: 6 ao 9 ano do Ensino Fundamental e Curso Magistério 1.3 Duração: 5 horas 1.4 Conteúdo desenvolvido:

Leia mais

Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA. Prof. Mauricio Fanno

Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA. Prof. Mauricio Fanno Unidade I ESTATÍSTICA APLICADA Prof. Mauricio Fanno Estatística indutiva Estatística descritiva Dados no passado ou no presente e em pequena quantidade, portanto, reais e coletáveis. Campo de trabalho:

Leia mais

Sequência didática jogo Bons Negócios. Jogo voltado a alunos do Ensino Fundamental 2 3º ciclo (6º e 7º anos); Objetivos

Sequência didática jogo Bons Negócios. Jogo voltado a alunos do Ensino Fundamental 2 3º ciclo (6º e 7º anos); Objetivos SEQUENCIA DIDÁTICA Sequência didática jogo Bons Negócios Jogo voltado a alunos do Ensino Fundamental 2 3º ciclo (6º e 7º anos); Objetivos -Mostrar a importância do planejamento financeiro para o alcance

Leia mais

Prova escrita de conhecimentos específicos de MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS

Prova escrita de conhecimentos específicos de MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência dos Cursos Superiores do Instituto Politécnico de Leiria dos Maiores de 3 Anos - 0 Prova escrita de conhecimentos específicos

Leia mais

a) 1234 b) 3214 c) 2413 d) 4132 e) 4321

a) 1234 b) 3214 c) 2413 d) 4132 e) 4321 1. Título que os bancos emitem para se capitalizar, ou seja, conseguir dinheiro para financiar suas atividades de crédito. Tal conceito se refere a: a) Poupança b) Debênture c) Certificado de Depósito

Leia mais

Capítulo 2. Noções básicas de probabilidade

Capítulo 2. Noções básicas de probabilidade Probabilidades e Estatística Colectânea de Exercícios 2004/05 LEIC + LERCI + LEE Capítulo 2 Noções básicas de probabilidade Exercício 1.1 Admita que um lote contém peças pesando 5, 10, 15, 20 g e que existem

Leia mais

VESTIBULAR ª Fase RACIOCÍNIO LÓGICO- MATEMÁTICO. Instruções Gerais: Instruções para a prova de Raciocínio Lógico- Matemático:

VESTIBULAR ª Fase RACIOCÍNIO LÓGICO- MATEMÁTICO. Instruções Gerais: Instruções para a prova de Raciocínio Lógico- Matemático: Instruções Gerais: VESTIBULAR 2012 1ª Fase RACIOCÍNIO LÓGICO- MATEMÁTICO Hoje você deverá responder às questões de Artes Visuais e Literatura, História, Geografia e de Raciocínio Lógico- Matemático. Você

Leia mais

Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência

Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência Modelar a incerteza: Árvores de decisão e diagramas de influência Rui Cunha Marques Referências: Clemen, R. (1996), Making Hard Decisions: An Introduction to Decision Analysis (2 nd Edition). Duxbury.

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 1.º semestre 2008/09 Data: 24 de Janeiro de 2009 Início: 11h30m Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de

Leia mais

ECONOMIA I. PARTE I: Fundamentos de análise económica (1,0 V)

ECONOMIA I. PARTE I: Fundamentos de análise económica (1,0 V) Nome: ISCTE Instituto Universitário de Lisboa ECONOMIA I Nº Turma 1º Semestre 2011-2012 13 Janeiro Duração: Frequência - 2h00m; EXAME 2h30 Questões adicionais EXAME : Parte II-3; Parte III-3b); Parte IV

Leia mais

12.º Ano de Escolaridade

12.º Ano de Escolaridade gabinete de avaliação educacional T E S T E I N T E R M É D I O D E M A T E M Á T I C A 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) (Dec.-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto, para alunos

Leia mais

Mercados e Investimentos Financeiros. Cesaltina Pacheco Pires

Mercados e Investimentos Financeiros. Cesaltina Pacheco Pires Mercados e Investimentos Financeiros Cesaltina Pacheco Pires Índice geral Prefácio ix 1 Introdução 1 1.1 Activos reais e activos nanceiros........................ 1 1.2 Escolha intertemporal e taxa de

Leia mais

Lista 3-B Acréscimos e decréscimos Prof. Ewerton

Lista 3-B Acréscimos e decréscimos Prof. Ewerton Lista 3-B Acréscimos e decréscimos Prof. Ewerton 01) (Unicamp 2015 1ª fase) (Acréscimo e decréscimo percentual) Uma compra no valor de 1.000 reais será paga com uma entrada de 600 reais e uma mensalidade

Leia mais

1) A empresa DD é monopolista no setor industrial de retentores de portas. Seu custo de produção é dado por C=100-5Q+Q 2 e sua demanda é P=55-2Q.

1) A empresa DD é monopolista no setor industrial de retentores de portas. Seu custo de produção é dado por C=100-5Q+Q 2 e sua demanda é P=55-2Q. Mercados imperfeitos Monopólio 1) A empresa DD é monopolista no setor industrial de retentores de portas. Seu custo de produção é dado por C=100-5Q+Q 2 e sua demanda é P=55-2Q. a) Que preços a empresa

Leia mais