BRB ANUNCIA RESULTADOS DO 2T15
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- Amália Antunes Borba
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1 BRB ANUNCIA RESULTADOS DO 2T15 Brasília, 26 de agosto de 2015 O BRB - Banco de Brasília S.A., sociedade de economia mista, cujo acionista majoritário é o Governo de Brasília, anuncia seus resultados do período findo em 30 de junho de 2015 (2T15). Todas as informações operacionais e financeiras a seguir, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas em Reais, de acordo com as práticas contábeis no Brasil, aplicáveis a instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Destaques do Período Principais Itens de Resultado (R$ mil) 1S15 1S14 Δ % Receita da Intermediação Financeira ,67 Despesa da Intermediação Financeira ,43 Receitas de prestação de serviços ,60 Despesas de pessoal ,81 Outras receitas operacionais ,76 Resultado Operacional (55,51) Lucro Líquido (62,15) Principais Itens Patrimoniais (R$ mil) 1S15 1S14 Δ % Ativos Totais ,99 Carteira de Crédito Total ,0 Provisão para Operações de Crédito ,9 Patrimônio Líquido 1.186, ,60 5,29 Indicadores de Desempenho 1S15 1S14 Δ % ROAE 6,65% 13,20% (6,55) ROAA 0,59% 1,18% (0,59) Liquidez Imeditada 1,81 1,19 0,62 Liquidez Geral 1,11 1,11 - Eficiência Tarifária 65,93% 69,87% (3,94) Eficiência Total 76,51% 67,76% 8,75 Alocação 66,04% 65,74% 0,31 CDB/Depósitos Totais 71,08% 69,42% 1,66 Índice de Basileia 14,51% 13,24% 1,27 Indicadores Estruturais 1S15 1S14 Δ % Postos de Atendimento Bancário ,5 Postos de Atendimento Eletrônico ,8 Colaboradores ,4 Página 1
2 Resultado Operacional Lucro Líquido O BRB apresentou Lucro Líquido de R$ 31,28 milhões no 1º semestre de 2015, o que proporcionou uma rentabilidade sobre o Patrimônio Médio anualizado de 6,65%. Patrimônio Líquido O Patrimônio Líquido alcançou R$ 1,19 bilhão, apresentando crescimento de 1,79% em relação a dezembro de 2014 e 5,29% em relação ao 1º semestre de Patrimônio Líquido (R$ milhão) , , ,80 869,78 972, S11 1S12 1S13 1S14 1S15 Ativos Totais Os Ativos Totais do BRB Múltiplo apresentaram crescimento de 7,11%, passando de R$ 12,1 bilhões, em dezembro de 2014, para os atuais R$ 12,96 bilhões. Já em relação ao mesmo período do ano passado, cresceu 9,69%. No tocante ao, o crescimento no 1º semestre de 2015 foi de 6,37% em relação ao final do exercício de 2014, passando de R$ 12,71 bilhões para os atuais R$ 13,52 bilhões. Em relação ao 1º semestre de 2014 o crescimento foi de 8,99%. Página 2
3 30 Ativos Totais (R$ bilhão) 30 Ativos Totais (R$ bilhão) ,71 13, ,41 13, ,1 12,96 dez/14 1S15 BRB Múltiplo ,82 12,96 1S14 1S15 BRB Múltiplo Receitas de Intermediação Financeira As receitas de intermediação financeira, em relação ao Banco Múltiplo, totalizaram R$ 1,19 bilhão, o que demonstra um crescimento de 14,19% em relação ao R$ 1,04 bilhão apresentados no 1º semestre de No 1º semestre de 2015, o Banco Consolidado totalizou R$ 1,25 bilhão, apresentando um crescimento de 16,67% em relação ao R$ 1,07 bilhão verificado no 1º semestre de Despesas de Intermediação Financeira A despesa de intermediação financeira do Banco Múltiplo foi de R$ 697,14 milhões contra R$ 521,53 milhões no 1º semestre de 2014, apresentando um acréscimo de 33,67%. Com referência ao Banco Consolidado, a despesa de intermediação financeira foi de R$ 725,82 milhões, contra R$ 516,87 milhões apresentados 1º semestre de 2014, apresentando um acréscimo de 40,43%. Página 3
4 Indicadores de Desempenho Apresentamos os indicadores de desempenho para o Banco Consolidado conforme a seguir: Os indicadores de Rentabilidade do BRB apresentaram oscilações no 1º semestre de 2015 quando comparados aos números do 1º semestre de 2014 com destaque para: O Retorno sobre os Ativos Médios (ROAA) reduziu 0,59 p.p., decorrente de um Lucro Líquido 62,15% menor e um aumento de 8,99% dos Ativos Totais; O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) encerrou o semestre em 6,65%, 6,55 p.p. inferior ao alcançado no mesmo período do ano anterior. No que diz respeito aos indicadores de Liquidez, a Liquidez Imediata obteve um acréscimo de 0,62 p.p em relação ao 1º semestre de 2014 em razão de um aumento nas Disponibilidades do Conglomerado em 49,06% e uma queda dos Depósitos à vista em 9,24%. A Liquidez Geral manteve-se constante no período, resultante do crescimento equilibrado entre as rubricas do Ativo e Passivo. Em relação aos indicadores de Eficiência do Conglomerado, a Eficiência Tarifária apresentou redução de 3,94 p.p, impactada pelo aumento de 10,81% nas Despesas de Pessoal. As Receitas de Prestação de Serviços não acompanharam esse mesmo ritmo de crescimento com elevação de 4,57%. O Conglomerado apresentou queda na Eficiência Total com redução de 8,75 p.p. justificado pelo crescimento das Despesas Administrativas e de Pessoal em 9,13% e 10,81%, respectivamente. O Resultado da Intermediação Financeira apresentou retração de 5,36%. Com relação à Estrutura Patrimonial do Banco, observa-se crescimento da participação das Operações de Crédito sobre os Ativos Totais. Em 2015, 66,04% dos ativos são compostos por operações de crédito, enquanto no mesmo período do ano anterior, a participação era de 65,74%. A participação dos Depósitos a prazo na composição do Passivo apresentou um acréscimo de 1,66 p.p. No primeiro semestre de 2015, a participação é de 71,08%, enquanto no mesmo período de 2014, a relação era de 69,42%. Indicadores- BRB BRB Múltiplo Indicadores 1S15 1S14 Δ % p.p 1S15 1S14 Δ % p.p ROAE (Lucro Líquido/PL médio) 6,65% 13,20% (6,55) 6,65% 13,20% (6,55) ROAA (LL/Ativo Total Médio) 0,62% 1,23% (0,61) 0,59% 1,18% (0,59) Liquidez Imeditada (Disp. + Aplic. Interf. de Liquidez/Dep. a vista) 3,24 2,17 1,07 1,81 1,19 0,62 Liquidez Geral (At. Circ. + Não Circ./Pass. Circ. + Pass. Não Circ.) 1,10 1,11 (0,01) 1,11 1,11 - Eficiência Tarifária (RPS/DP) 23,28% 25,24% (1,96) 65,93% 69,87% (3,94) Eficiência Total (DP + Outras Desp. Adm/Res. da Int. Finan. + RPS) 93,85% 81,29% 12,56 76,51% 67,76% 8,75 Alocação (Operações de Crédito/Ativos Totais) 60,88% 62,24% (1,36) 66,04% 65,74% 0,31 CDB/Depósitos Totais 71,74% 69,76% 1,98 71,08% 69,42% 1,66 Página 4
5 Operações de Crédito A tabela a seguir consolida o saldo das carteiras de crédito tanto do BRB Múltiplo quanto do Consolidado no 1º semestre de 2015, fazendo um comparativo com o mesmo período do ano anterior: Saldo das Carteiras de Crédito (R$ mil) BRB Múltiplo jun/15 jun/14 Δ % p.p jun/15 jun/14 Δ % p.p Carteira Comercial , ,2 Pessoa Física , ,8 Pessoa Jurídica , ,5 Comércio , ,4 Construção , ,0 Atividades adm. e serv. complementares , ,6 Outras atividades e serviços , ,3 Transporte, armazém e correio , ,1 Outros , ,6 Crédito Habitacional , ,6 Crédito Rural , ,3 Crédito Industrial , ,5 Importação e Exportação , ,9 Crédito Governamental , ,3 Subtotal , Provisão , ,9 Total , ,5 Destaca-se o crescimento das operações de crédito do BRB Múltiplo, cujo volume no 1º semestre de 2015 totalizou R$ 8,31 bilhões, representando um crescimento de 7,68% quando comparado ao 1º semestre de 2014 e 2,15% em comparação a dezembro/2014. Quanto ao, o saldo foi de R$ 9,39 bilhões, com crescimento de 3,35% em comparação a dezembro de 2014 e crescimento de 10% se comparado ao mesmo período do exercício anterior. A inadimplência total, considerando-se o saldo das operações em atraso há mais de 90 dias, alcançou 3,45% em junho de O BRB adotou algumas ações para o controle/redução da inadimplência como: estabelecimento de metas de redução da inadimplência para os PAs, criação de produto buscando redirecionar as operações de crédito de pessoas jurídicas contratadas na Carteira Comercial e readequação do risco contratado à real capacidade de pagamento do cliente, redução dos valores de limites de crédito atualizados automaticamente. A seguir, apresentamos gráfico com a evolução do saldo total das carteiras de crédito, por BRB Múltiplo e Consolidado, considerando o 1º semestre dos últimos 5 anos: Página 5
6 20 18 Operações de Crédito (R$ bilhão) ,13 8,53 9, ,37 4,19 7,71 8,31 6,57 5,07 3,99 1S11 1S12 1S13 1S14 1S15 BRB Múltiplo Carteira Comercial O saldo da Carteira de Crédito Comercial, para o BRB Múltiplo, em comparação com o 1º semestre do ano anterior, apresentou um crescimento de 6,28%, totalizando R$ 6,88 bilhões. A Carteira Pessoa Física, incluindo a Carteira de Crédito Consignado, teve crescimento de 8,5%, e a Carteira Pessoa Jurídica, uma redução de 2,4%. Importante ressaltar que essa redução do saldo da Carteira PJ foi motivada pelo quadro recessivo da economia brasileira, que impactou na desaceleração da concessão do crédito, especialmente para o segmento PJ, e na redução das atividades de produção e comércio, que afeta inclusive o Distrito Federal. O produto Crédito Consignado continua sendo um destaque da Carteira Pessoa Física. Encerrou o 1º semestre de 2015 com saldo de R$ 3,46 bilhões, apresentando um aumento de 13,33% em relação ao mesmo período de Na Carteira Pessoa Jurídica destaca-se a modalidade CONGA Conta Garantida, que encerrou o 1º semestre deste ano com um saldo de R$ 250 milhões, refletindo um crescimento de 46,14% em relação ao 1º semestre do ano anterior. Já para o, incluindo as operações de crédito da Financeira BRB, o saldo da carteira apresentou um crescimento de 9,16%, totalizando R$ 7,96 bilhões. A carteira Pessoa Física, incluindo a carteira de Crédito Consignado, teve crescimento de 11,8% e a carteira Pessoa Jurídica, redução de 2,5%. Página 6
7 Operações de Tesouraria e Captação Operações de Tesouraria No 1º semestre de 2015, o BRB focou em transações de compra e venda de títulos públicos indexados à inflação básica de juros (SELIC), com visão de médio e longo prazo, os quais trouxeram um rendimento expressivo à carteira, superando inclusive o benchmark CDI. Captações Totais As captações totais para o Banco Múltiplo registraram R$ 10,40 bilhões e apresentaram um crescimento de 8,36% comparativamente ao 1º semestre de Essas captações incluem os Depósitos Totais (à vista, a prazo e de poupança), Letras Financeiras (inclusive subordinadas) e Letras de Crédito Imobiliário. Neste grupo, destacam-se as Letras de Crédito Imobiliário, que tiveram um aumento de 281,15% no saldo quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Depósitos Totais O montante de Depósitos Totais do Banco Múltiplo apurado no semestre foi R$ 8,88 bilhões, contra R$ 8,52 bilhões em relação a dezembro de 2014, que representa um crescimento de 4,29%. O volume de depósitos totais do foi de R$ 8,66 bilhões, o que corresponde a um incremento de 3,85%, quando comparado a dezembro de 2014 e 5,01%, comparado ao 1º semestre de 2014, quando o volume foi de 8,25 bilhões. No tocante ao Banco Múltiplo, destacam-se as captações em depósito a prazo com volume apurado de R$ 6,37 bilhões, apresentando crescimento de 11,16% em relação a dezembro de 2014, e 8,91% em relação ao 1º semestre de Se considerarmos o Banco Consolidado, então o montante de depósitos a prazo registrado foi de 6,16 bilhões no 1º semestre de 2015 e crescimento de 10,68% em relação a dezembro de Já em comparação ao 1º semestre de 2014 o crescimento foi de 7,52%. Os depósitos a prazo evoluíram 6,87% em relação ao 1º semestre de 2014 e 11,16% em relação ao final de dezembro de Já as operações compromissadas do Banco Múltiplo saltaram de R$ 383,854 milhões em 30/06/2014 para R$ 471,576 em 30/06/2015 o que proporcionou um avanço de 22,85%. Cabe destacar que em função dos confortáveis índices de liquidez, o Banco não tem renovado as captações em Depósitos a Prazo com Garantia Especial DPGE e Letra Financeira LF, o que também proporcionou a substituição destes recursos por outros de menor custo, além da redução da despesa com o Fundo Garantidor de Crédito FGC. Página 7
8 Depósitos Totais (R$ mil) BRB Múltiplo jun/15 jun/14 jun/15 jun/14 Depósitos à vista Pessoa Física Pessoa Jurídica Vinculados Governos Depósitos a vista de ligadas Depósitos em instituições do sist. financ Depósitos em moedas estrangeiras Depósitos de poupança Pessoa Física Pessoa Jurídica Empresas ligadas PJ - Inst. financeira Depósitos interfinanceiros Total dos depósitos a prazo Depósitos a prazo Pessoa Física Pessoa Jurídica Empresas ligadas GDF Outros governos Depósitos judiciais com remuneração Depósitos não ligados s/ certificação com garantia especial - FGC Depósitos pagamentos por consignação - extrajudicial Total Passivo circulante Passivo não circulante No âmbito administrativo, ressalta-se a conclusão da implantação da Solução Integrada de Gestão dos Recursos de Tesouraria, que automatiza processos, melhora os controles e gera informações de uso gerencial e para a Alta Administração. Além disso, está em fase de implantação a solução de captação para o varejo, que possibilita a oferta de novos produtos com maior agilidade e segurança na operacionalização. Página 8
9 Estrutura de Capital Índice de Basiléia O Banco de Brasília S.A. gerencia o seu capital regulamentar pautado nas diretrizes do novo acordo de Basileia. O principal indicador de gestão do nível do capital do BRB é o índice de Basileia, calculado por meio da relação entre Capital (Patrimônio de Referência PR) e o Montante dos Ativos Ponderados pelo Risco RWA. A partir de 2015, o cálculo do índice de Basileia passou a considerar o Conglomerado Prudencial. O Patrimônio de Referência PR, composto basicamente pelo somatório do capital de nível I e do capital de nível II, com as deduções previstas em norma específica, atingiu o montante de R$ 1,42 bilhão em junho de 2015, crescendo 6,96% (R$ 92,21 milhões) em relação ao mesmo período de Já o montante de capital regulamentar mantido pelo BRB, dado pelo Montante dos Ativos Ponderados pelo Risco - RWA (somatório das parcelas referentes ao risco de crédito, mercado e operacional), em junho de 2015, foi de aproximadamente R$ 9,77 bilhões, reduzindo 2,37% (R$ 237,55 milhões) em relação ao mesmo período do ano anterior. Assim, visando garantir a solidez do BRB e o crescimento dos negócios, é realizado um monitoramento constante da necessidade de capital frente às exposições aos riscos inerentes. Em junho de 2015 o índice registrado para o Conglomerado Prudencial BRB foi de 14,51%, apresentando um crescimento de 1,27 p.p. em relação a junho de Ainda assim, o BRB supera em 3,51 p.p. o mínimo de 11% exigido para o cumprimento dos requisitos de capital impostos pelo órgão regulador. Evolução do Índice de Basiléia 15,67% 15,27% 14,97% 14,51% 13,24% abr/14 jun/14 jul/14 set/14 nov/14 dez/14 fev/15 abr/15 mai/15 jul/15 Página 9
10 Capacidade de Alavancagem O limite máximo de alavancagem pelas regras de Basileia no Brasil é de 9,09. Em junho de 2015 o grau de alavancagem apresentado pelo BRB foi de 6,89. Em junho de 2014 o grau de alavancagem observado foi de 7,55. Índice de Imobilização O índice de imobilização mede a relação entre o ativo permanente da Instituição e o seu PR. Trata-se de um quociente cujo intuito é revelar qual a porcentagem dos recursos próprios que está imobilizada ou que não está em giro. Tal exigência não foi prevista no âmbito do Acordo de Basileia, entretanto, por ser uma medida de liquidez, tem relação com a solvabilidade e indica um importante aspecto da estrutura de capital do Banco. O Banco Central do Brasil - Bacen fixou um limite máximo de 50% do PR sob a forma de ativo permanente. Em junho de 2015, o índice de imobilização registrado para o Conglomerado Prudencial BRB foi de 14,73%. Página 10
11 Próximos Eventos Teleconferência sobre os Resultados do 2T15 em Português 26 de Agosto de 2015 Horário: 10h00 (Brasília) Telefone de Conexão: +55 (11) Código de acesso: Banco de Brasília Webcast: clique aqui Relações com Investidores Gerência de Relações com Investidores: +55 (61) SBS - Quadra 1 - Bloco E Ed. Brasília - 8º andar Brasília (DF) Brasil Página 11
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