A importância da Educação para a Saúde
|
|
|
- Zilda Veiga Vilalobos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação 8 A alínea do questionário Actividade que tem em conta as necessidades dos indivíduos foi seleccionada pelos inquiridos como primeira e segunda prioridade a integrar o conceito de EpS, e a alínea Participação activa do indivíduo/comunidade foi a terceira, quarta e quinta prioridade. Ambas as alíneas pertencem ao conjunto do tipo participativo. No que se refere ao cruzamento da variável Tipo de conceito com as variáveis de caracterização, nenhum dos testes estatísticos aplicados deu uma diferença significativa entre as amostras. O mesmo aconteceu entre aquela variável em estudo e a variável Fez formação de suporte à EpS (p =,21 Mann-Whitney). Podemos no entanto verificar que o tipo de conceito Participativo é o mais representativo em todas as habilitações académicas, sendo os licenciados aqueles que optam mais por este tipo de conceito, assim como pelo Participativo puro (23,% e 12,5% respectivamente). Por sua vez os bacharéis são os que mais escolhem o conceito Predominantemente tradicional (6,6%). Os enfermeiros graduados são a categoria profissional mais representativa em todos os tipos de conceito. Os enfermeiros (Nível I) são os que mais escolhem o conceito Predominantemente tradicional, enquanto que os enfermeiros especialistas e chefes optam mais pelos conceitos Participativo e Participativo puro. Os enfermeiros que fazem formação de suporte em EpS, só optaram em menor número do que os enfermeiros que não fazem essa formação, no tipo de conceito Predominantemente tradicional. No Participativo puro são quase três vezes mais frequentes Opinião dos enfermeiros acerca da importância da Educação para a Saúde e percepção das dificuldades, carências e progressos sentidos nas suas práticas de Educação para a Saúde A importância da Educação para a Saúde A opinião da maioria dos enfermeiros (48,7%) acerca da importância da EpS é de que é uma actividade de tal modo importante, que pode vir a substituir as actividades de tratamento. Em conjunto com a opção Maior importância do que perfazem 67,1% da
2 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação 81 amostra. Merece destaque o facto de existir apenas uma pessoa (,7%) que refere que a EpS não é importante e nenhum respondente ter referido que a EpS é Menos importante que as actividades de tratamento (Figura 1). N.º de respondentes Importância da EpS Não é importante Menor importância do que Igual importância do que Maior importância do que Pode vir a substituir Fig. 1 Distribuição da amostra face à opinião sobre a importância da EpS Constata-se através da aplicação do teste estatístico de Kruskal-Wallis, que existem diferenças muito significativas (p =,8) entre as diferentes categorias etárias, no que respeita à opinião acerca da importância da EpS. Assim, as amostras constituídas pelos grupos etários de maior idade consideram a EpS mais importante que as actividades de foro curativo, que os grupos etários de menor idade. Aplicou-se este teste não paramétrico, embora às variáveis dependentes ordinais tipo escala de avaliação, como é o caso da Importância da EpS, se possam aplicar os testes paramétricos. Neste caso seria a ANOVA. Não foi possível fazê-lo porque, aquela variável não cumpria os pressupostos da distribuição normal, nem da igualdade de variâncias (Hill e Hill, ). Existe também uma relação altamente significativa entre a variável Categorias de idade e a variável dependente Importância da EpS, segundo o coeficiente de associação de Spearman (p =,1). Isto indica que à medida que aumenta a idade dos enfermeiros, aumenta a importância atribuída à EpS pelos mesmos. Existem também diferenças significativas entre os diferentes intervalos de Tempo de actividade profissional em CSP (ANOVA: p =,16) e a Importância da EpS. Por seu lado, o coeficiente de correlação de Pearson revelou que existe uma relação entre a variável Tempo de actividade profissional em CSP e a Importância da EpS
3 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação 82 (p =,8). A importância atribuída à EpS aumenta com o tempo de actividade profissional. Os restantes testes estatísticos realizados, não revelaram diferenças estatisticamente significativas, inclusive, entre a variável Fez formação de suporte e Importância da EpS (Teste t: p =,5) O cruzamento entre a variável Fez formação de suporte ao desenvolvimento da EpS e a Importância da EpS, apesar de não existirem diferenças significativas entre as amostras, revelou que o único enfermeiro que refere que a EpS não é importante não fez formação e daqueles que referem que a EpS é de tal modo importante que Pode vir a substituir as actividades de tratamento, os que fazem formação são o dobro dos que não a fazem Dificuldades, carências e progressos sentidos nas práticas de Educação para a Saúde Na pergunta referente às dificuldades e carências cada opção constituiu uma variável nominal com duas categorias: sim e não. Por sua vez, cada respondente devia assinalar as 3 opções que considerasse mais pertinentes. Na Figura 11 apresenta-se a distribuição das dificuldades assinaladas, na Figura 12 a distribuição das carências e na Figura 13 a distribuição da opinião dos enfermeiros acerca dos progressos da EpS.
4 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação 83 N.º de respostas seleccionadas Tipo de dificuldade Estar à vontade perante o público Utilizar adequada linguagem Planear adequadamente as actividades Provocar mudanças de comportamentos Criar competências nas pessoas Fazer o diagnóstico da situação Trabalhar em equipe Outras dificuldades Fig. 11 Distribuição da amostra face às dificuldades sentidas na EpS No caso das dificuldades, como se pode verificar, a alínea mais vezes seleccionada foi o Provocar mudanças de comportamentos (73%), que constitui a primeira e a segunda prioridade das dificuldades. As menos seleccionadas foram o Trabalhar em equipa (13,8%) e Outras dificuldades (3,3%). Em relação às carências, a opção mais vezes assinalada foi a Falta de recursos humanos, logo seguida da Falta de tempo para planear as actividades de EpS, respectivamente, 48% e 46,7%. As menos seleccionadas foram a Falta de motivação própria (9,9%) e Outras carências (1,3%). A primeira e a terceira prioridade das carências para esta amostra de enfermeiros foi a Falta de tempo para planear as actividades, enquanto que a segunda é partilhada pela Falta de recursos humanos e Falta de tempo para desenvolver as actividades de EpS.
5 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação Tipo de carência Falta de tempo para planear Falta de tempo para desenvolver Falta de motivação própria Falta de motivação dos serviços Falta de recursos humanos Falta de recursos materiais Falta de organização dos serviços Falta de formação específica Outras carências Fig Distribuição da amostra face às carências sentidas na EpS No que diz respeito, aos progressos sentidos nos últimos 5 anos a maioria da amostra (55,9%) refere ter havido Alteração para um pouco melhor que, em conjunto com a alteração para muito melhor (9,2%), totalizam 65,1%. Apenas dois respondentes (1,3%) são de opinião que tem havido Alteração para muito pior. As opiniões negativas que incluem esta opção e a Alteração para um pouco pior totalizam, assim, apenas 6,6% (Figura 13). N.º de respostas seleccionadas 1 8 Progressos na EpS Alteração para muito pior Alteração para um pouco pior Não houve alterações Alterações para um pouco melhor Alterações para muito melhor Fig Distribuição da amostra face à opinião acerca dos progressos da EpS dos últimos 5 anos
6 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação 85 Não se verificaram diferenças significativas entre amostras no cruzamento das variáveis de caracterização e da variável Tempo de actividade profissional em CSP e as variáveis dependentes Primeira prioridade das dificuldades e Primeira prioridade das carências e Progressos. Entre a variável Fez formação de suporte à EpS e as variáveis Primeira prioridade das dificuldades e Primeira prioridade das carências também não se constataram diferenças significativas (χ 2 : p =,631; p =,58), mas entre a variável Fez formação de suporte à EpS e a variável Progressos verificaram-se diferenças altamente significativas (Mann-Whitney: p =,). Assim, os indivíduos que fazem formação referem alterações mais positivas na EpS. Aplicaram-se estes testes porque a variável ordinal (tipo escala de avaliação) Progressos não segue uma distribuição normal. Quanto à relação entre estas variáveis, o coeficiente de associação de Spearman deu uma diferença altamente significativa p =,, ou seja, a formação tem uma relação directa na opinião acerca dos progressos da EpS Caracterização das práticas de Educação para a Saúde dos enfermeiros da Sub- Região de Saúde de Vila Real A maior proporção de enfermeiros desta amostra refere realizar actividades de EpS Muitas vezes (38,8%), logo seguidos pelos que só realizam Às vezes (32,9%). Apenas quatro elementos (2,6%) dizem Nunca realizar actividades de EpS (Fig. 14). Associando as categorias Às vezes, Muitas vezes e Sempre para constituir o grupo do Sim e as categorias Nunca e Raramente o grupo do Não, constata-se que 88,2 % dos respondentes fazem EpS e 11,8% não.
7 Educação para a Saúde: conceitos, práticas e necessidades de formação 86 N.º de respondentes Frequência da realização de EpS pelo próprio Nunca Raramente Às vezes Muitas vezes Sempre Fig. 14 Distribuição da amostra segundo a frequência da realização de actividades de EpS pelo próprio Quando questionados acerca da EpS realizada pela equipa de enfermagem, 66 indivíduos (43,4%) referem que a equipa realiza actividades Às vezes e só 32 dizem que o faz Muitas vezes (21,1%). A moda é a opção Às vezes. Cinco elementos (3,3%) dizem que a equipa Nunca desenvolve actividades de EpS planeadas. Fazendo a mesma associação da distribuição anterior verifica-se que 69,1% das equipas de enfermagem realizam EpS planeadas e 21,7% não o fazem. É, no entanto, de salientar que houve 14 indivíduos (9,2%) que não responderam a esta questão (Figura 15). N.º de respondentes Frequência da realização de EpS pela equipa Nunca Raramente Às vezes Muitas vezes Sempre Fig. 15 Distribuição da amostra segundo a frequência da realização de actividades de EpS planeadas pela equipa de enfermagem
Apontamentos de Introdução às Probabilidades e à Estatística
i Índice 7. Estimação 1 7.1. Estimação pontual 1 7.1.1. Propriedades dos estimadores 1 7.1.2. Métodos de estimação 4 7.1.2.1. Método dos momentos 4 7.1.2.2. Método da máxima verosimilhança 5 7.1.3. Exemplos
EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE:
Amâncio Carvalho * Graça Carvalho EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE: CONCEITOS, PRÁTICAS E NECESSIDADES DE FORMAÇÃO LUSOCIÊNCIA Dedico este livro: Ao André e à Nucha pelo seu apoio incondicional A todos os enfermeiros,
Métodos Quantitativos Aplicados
Métodos Quantitativos Aplicados Aula 6 http://www.iseg.utl.pt/~vescaria/mqa/ Tópicos apresentação Análise de dados bivariada: os casos dos testes de proporções para duas amostras independentes e emparelhadas
1 Que é Estatística?, 1. 2 Séries Estatísticas, 9. 3 Medidas Descritivas, 27
Prefácio, xiii 1 Que é Estatística?, 1 1.1 Introdução, 1 1.2 Desenvolvimento da estatística, 1 1.2.1 Estatística descritiva, 2 1.2.2 Estatística inferencial, 2 1.3 Sobre os softwares estatísticos, 2 1.4
Capítulo 6 Estatística não-paramétrica
Capítulo 6 Estatística não-paramétrica Slide 1 Teste de ajustamento do Qui-quadrado Testes de independência e de homogeneidade do Qui-quadrado Testes dos sinais e de Wilcoxon Teste de Mann-Whitney Teste
1. Conceitos básicos de estatística Níveis de medição Medidas características de distribuições univariadas 21
OS SABERES INDISPENSÁVEIS 7 Índice Prefácio 13 Capítulo 1 Os Saberes Indispensáveis 1. Conceitos básicos de estatística 17 1.1. Níveis de medição 18 1.2. Medidas características de distribuições univariadas
ÍNDICE Janelas Menus Barras de ferramentas Barra de estado Caixas de diálogo
XXXXXXXX ÍNDICE INTRODUÇÃO 15 1. VISÃO GERAL DO SPSS PARA WINDOWS 17 1.1. Janelas 17 1.2. Menus 20 1.3. Barras de ferramentas 21 1.4. Barra de estado 21 1.5. Caixas de diálogo 22 2. OPERAÇÕES BÁSICAS 23
Variância pop. * conhecida Teste t Paramétrico Quantitativa Distribuição normal Wilcoxon (teste dos sinais, Wilcoxon p/ 1 amostra)
Testes de Tendência Central (média, mediana, proporção) Classificação Variável 1 Variável 2 Núm ero Gru pos Dependência Teste Z Paramétrico Quantitativa - 1 - Premissas Variância pop. * conhecida Teste
Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008
6. TEMA EM ANÁLISE Situação dos migrantes e seus descendentes directos no mercado de trabalho Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008 Graça Magalhães* Instituto Nacional de Estatística 1. Introdução
SUMÁRIO. Prefácio, Espaço amostrai, Definição de probabilidade, Probabilidades finitas dos espaços amostrais fin itos, 20
SUMÁRIO Prefácio, 1 3 1 CÁLCULO DAS PROBABILIDADES, 15 1.1 Introdução, 15 1.2 Caracterização de um experimento aleatório, 15 1.3 Espaço amostrai, 16 1.4 Evento, 17 1.5 Eventos mutuamente exclusivos, 17
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Técnicas de Análise Aplicadas ao Serviço Social Ano Lectivo 2011/2012
Programa da Unidade Curricular Técnicas de Análise Aplicadas ao Serviço Social Ano Lectivo 2011/2012 1. Unidade Orgânica Serviço Social (1º Ciclo) 2. Curso Serviço Social 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade
Testes de Hipóteses. : Existe efeito
Testes de Hipóteses Hipótese Estatística de teste Distribuição da estatística de teste Decisão H 0 : Não existe efeito vs. H 1 : Existe efeito Hipótese nula Hipótese alternativa Varia conforme a natureza
Apostila de estatística básica Minitab Organizador: Daniel Magalhães Lima. Autores:
Apostila de estatística básica Minitab Organizador: Daniel Magalhães Lima Autores: Sumário Importando dados... 3 Explorando dados Tendência central, dispersão e gráficos... 3 Teste de normalidade... 3
Equipa de Avaliação Interna da Escola Secundária de Lousada
A equipa de avaliação interna preparou um questionário on-line para ser feito aos alunos e aos professores sobre a INDISCIPLINA na escola. O trabalho apresentado baseou-se no tratamento estatístico das
Introdução. Amostragem, amostra aleatória simples, tabela de números aleatórios, erros
Estatística Aplicada 2007/2008 Programa Introdução às probabilidades. Distribuições. Amostragem. Testes de hipóteses. Análise da variância. Estatística não-paramétrica. Testes de ajuste do qui-quadrado.
1 Introdução, 1 2 Polo Epistemológico, 9 3 Polo Teórico, 25
1 Introdução, 1 1.1 Tipos de Conhecimentos, 1 1.2 Classificação das Ciências, 2 1.3 Pesquisa nas Ciências Naturais e do Homem, 2 1.4 Epistemologia, 3 1.5 Um Modelo Paradigmático, 4 1.6 A Escolha de um
Bioestatística. Mestrado Saúde Materno Infantil 2005 Prof. José Eulálio Cabral Filho
Bioestatística Mestrado Saúde Materno Infantil 2005 Prof. José Eulálio Cabral Filho Medidas de Dispersão Desvio padrão Medida da variabilidade dos valores em torno da média. ( xi DP= n 1 x) 2 É mais fiel
PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO DESTINADO À ELABORAÇÃO DE UMA DISSERTAÇÃO ORIGINAL NO ÂMBITO DO CURSO DE MESTRADO EM EPIDEMIOLOGIA (1ª EDIÇÃO)
PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO DESTINADO À ELABORAÇÃO DE UMA DISSERTAÇÃO ORIGINAL NO ÂMBITO DO CURSO DE MESTRADO EM EPIDEMIOLOGIA (1ª EDIÇÃO) Prevalência e Factores de Sucesso do Aleitamento Materno no Hospital
VALORES NO DESPORTO - O QUE É PARA MIM IMPORTANTE NO DESPORTO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20
VALORES NO DESPORTO - O QUE É PARA MIM IMPORTANTE NO DESPORTO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20 (2009) Susana Isabel Vicente Ramos Professora na Faculdade de Ciências do Desporto
Introdução 5 PREFÁCIO 15
Introdução 5 ÍNDICE PREFÁCIO 15 INTRODUÇÃO 1. INICIAÇÃO AO SPSS 17 1.1. File 19 1.2. Edit 20 1.3. View 22 1.4. Data 22 1.5. Transform 24 1.5.1. Criar novas variáveis 24 1.5.2. Inversão da ordem das categorias
Estatística descritiva
Estatística descritiva Para que serve a estatística? Qual o seu principal objectivo? obter conclusões sobre a população usando uma amostra? População Amostragem Amostra Uma ou mais variáveis (X) são observadas
Filho, não é um bicho: chama-se Estatística!
Paulo Jorge Silveira Ferreira Filho, não é um bicho: chama-se Estatística! Estatística aplicada uma abordagem prática FICHA TÉCNICA EDIÇÃO: Paulo Ferreira TÍTULO: Filho, não é um bicho: chama-se Estatística!
I VOLUME. O. INTRODUÇÃO Destinatários desta obra. Objectivos. Concepção Agradecimentos. Exemplos gerais. Advertência.. I.
índice GERAL I VOLUME Prefácio do Autor à Edição Portuguesa. Introdução à Edição Portuguesa. IX XI O. INTRODUÇÃO Destinatários desta obra. Objectivos. Concepção Agradecimentos. Exemplos gerais. Advertência..
ÍNDICE. Variáveis, Populações e Amostras. Estatística Descritiva PREFÁCIO 15 NOTA À 3ª EDIÇÃO 17 COMO USAR ESTE LIVRO? 21 CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 2
COMO USAR ESTE LIVRO ÍNDICE PREFÁCIO 15 NOTA À 3ª EDIÇÃO 17 COMO USAR ESTE LIVRO? 21 CAPÍTULO 1 Variáveis, Populações e Amostras 1.1. VARIÁVEIS ESTATÍSTICAS E ESCALAS DE MEDIDA 27 1.2. POPULAÇÃO VS. AMOSTRA
Gilberto Müller Beuren
Gilberto Müller Beuren Coleta dos dados: Processo de obtenção dos dados Validação Interna: O quão bem o instrumento mede o que está proposto a medir Validação Externa: Refere-se às hipóteses do estudo
Estimação e Testes de Hipóteses
Estimação e Testes de Hipóteses 1 Estatísticas sticas e parâmetros Valores calculados por expressões matemáticas que resumem dados relativos a uma característica mensurável: Parâmetros: medidas numéricas
Ajustar Técnica usada na análise dos dados para controlar ou considerar possíveis variáveis de confusão.
Glossário Ajustar Técnica usada na análise dos dados para controlar ou considerar possíveis variáveis de confusão. Análise de co-variância: Procedimento estatístico utilizado para análise de dados que
RELATÓRIO DO QUESTIONÁRIO SOBRE A QUALIDADE DAS ACTIVIDADES DE DINAMIZAÇÃO E EXTENSÃO CULTURAL DA BIBLIOTECA DO ISCTE-IUL
RELATÓRIO DO QUESTIONÁRIO SOBRE A QUALIDADE DAS ACTIVIDADES DE DINAMIZAÇÃO E EXTENSÃO CULTURAL DA BIBLIOTECA DO ISCTE-IUL Maria da Conceição Nunes Espinheira Moinhos 10 de Dezembro de 2010 Conteúdo Índice
Por que testes não-paramétricos?
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Métodos Estatísticos Avançados em Epidemiologia Aula 3 Testes Não-Paramétricos: Wilcoxon Mann-Whitney Kruskal-Wallis
Perfil do Turista - 1 ZONA DE TURISMO DE GUIMARÃES PERFIL DO TURISTA
1 ZONA DE TURISMO DE GUIMARÃES PERFIL DO TURISTA - 2002 2 A Zona de Turismo de Guimarães promoveu durante os meses de Maio a Setembro de 2002 um inquérito aos turistas. Foram realizados 428 inquéritos
ISCTE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
ISCTE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Licenciatura em Gestão Exame de 2ª Época de Estatística II Duração: 2h +30m Nota: Não são prestados esclarecimentos durante a prova! Só é permitida
Prof. Dr. Alfredo J Rodrigues. Departamento de Cirurgia e Anatomia Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo
Bioestatística Básica RCA 5804 1. Experimentos no qual o sujeito recebe + de 1 tratamento 2. Alternativas para teste T e Análise de Variância 3. Correlação Prof. Dr. Alfredo J Rodrigues Departamento de
TESTE DE MANN-WHITNEY
TESTE DE MANN-WHITNEY A importância deste teste é ser a alternativa não paramétrica ao teste t para a diferença de médias. Sejam (X,X,...,X n ) e (Y,Y,...,Y m ) duas amostras independentes, de tamanhos
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G6)
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G6) A duração desta prova é de 30 minutos MATERIAL O material desta prova é constituído por este caderno de questões e pela folha de respostas para
Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica / 2010 NOÇÕES DE STICA
Curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica / 2010 NOÇÕES DE BIOSTATÍSTICA STICA Prof a. Lilian Pinto da Silva Faculdade de Fisioterapia Universidade Federal de Juiz de Fora [email protected]
Capítulo 2 Transições para a velhice 69 Sofia Aboim, Teresa Amor, Vítor Sérgio Ferreira e Cátia Nunes
Os autores 15 Introdução Cursos de vida, padronizações e disritmias 19 José Machado Pais "* Parte I Fases da vida, transições e marcadores de passagem Capítulo 1 Transições para a idade adulta 39 Vítor
Causalidade e inferência em epidemiologia. Fábio Raphael Pascoti Bruhn Disciplina: Epidemiologia e Ecologia
Causalidade e inferência em epidemiologia Fábio Raphael Pascoti Bruhn Disciplina: Epidemiologia e Ecologia UFPel 2016 Epidemiologia Conceito: epi (sobre) + demo (povo) Estudo da distribuição e dos determinantes
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA Ano Lectivo 2018/2019
Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA Ano Lectivo 2018/2019 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular ESTATÍSTICA (20309)
Se é possível cuidar, recuperar e integrar as pessoas internadas, dependentes com incapacidade funcional, sem a ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO?
Se é possível cuidar, recuperar e integrar as pessoas internadas, dependentes com incapacidade funcional, sem a ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO? É, mas não com a mesma qualidade.. (Mark Twain) AGRADECIMENTOS
Bioestatística. Paulo Nogueira quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012
Bioestatística Paulo Nogueira quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012 Bioestatística? Bioestatística Biologia + Estatística (Portmanteau) Biometria Estatística aplicada às ciências da saúde Para que serve
Folha de apresentação do estudo e de dados demográficos
ANEXO 1 Folha de apresentação do estudo e de dados demográficos ESTUDO SOBRE O ENVELHECIMENTO nº A população portuguesa está cada vez mais envelhecida. Por isso, torna-se cada vez mais importante estudar
Prevalência da Asma em Portugal:
Unidade de Epidemiologia Instituto de Medicina Preventiva e Saúde Pública Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa Prevalência da Asma em Portugal: Análise nacional, regional e comparação internacional
1 Introdução aos Métodos Estatísticos para Geografia 1
1 Introdução aos Métodos Estatísticos para Geografia 1 1.1 Introdução 1 1.2 O método científico 2 1.3 Abordagens exploratória e confirmatória na geografia 4 1.4 Probabilidade e estatística 4 1.4.1 Probabilidade
ESTUDO DA SATISFAÇÃO DOS UTENTES DO SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO DO HOSPITAL DE MAGALHÃES LEMOS, EPE. Relatório Final
ESTUDO DA SATISFAÇÃO DOS UTENTES DO SERVIÇO DE ALIMENTAÇÃO DO HOSPITAL DE MAGALHÃES LEMOS, EPE Relatório Final Porto Maio de 2014 Ficha Técnica: Título: Estudo da Satisfação dos Utentes do Serviço de Alimentação
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ANEXO PROGRAMAS DOS CURSOS CURTA DURAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS COM SPSS
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ANEXO PROGRAMAS DOS CURSOS CURTA DURAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS COM SPSS ANÁLISE DE DADOS COM SPSS NÍVEL I - INTRODUTÓRIO OBJETIVOS Dotar os formandos de competências que permitam
Estatística Computacional (Licenciatura em Matemática) Duração: 2h Frequência NOME:
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Estatística Computacional (Licenciatura em Matemática) Duração: 2h Frequência 24-05-2011 NOME: Observação: A resolução completa das perguntas inclui
CAPITULO III METODOLOGIA
CAPITULO III METODOLOGIA Após o enquadramento teórico dos diversos conceitos implícitos nesta investigação, assim como uma revisão da literatura que se debruçaram sobre esta área de estudo, passamos a
Qual o delineamento e quantas observações devo considerar em meu projeto? Ivan Barbosa Machado Sampaio Professor Emérito Escola de Veterinária - UFMG
Qual o delineamento e quantas observações devo considerar em meu projeto? Ivan Barbosa Machado Sampaio Professor Emérito Escola de Veterinária - UFMG Após 45 dias sob mesmo manejo... Foram selecionados
TRANSFORMAÇÕES. 1 Tornar comparáveis descritores medidos em diferentes unidades
TRANSFORMAÇÕES Razões para transformar os dados antes das análises: 1 Tornar comparáveis descritores medidos em diferentes unidades Isso é feito através da padronização (Standardization), que significa
Apostila de estatística básica R Commander Organizador: Daniel Magalhães Lima. Autores:
Apostila de estatística básica R Commander Organizador: Daniel Magalhães Lima Autores: Sumário Importando dados... 3 Explorando dados Tendência central, dispersão e gráficos... 3 Teste de normalidade...
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA A FASE ANALÍTICA TCOR ENGEL SILVA COSTA [email protected]/226013 2 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Previamente ao início da recolha de dados, o investigador
17/04/2017. Tipos de dados. Primários. Secundários
1 Tipos de dados Primários Secundários 2 1 Dados primários Recolhidos, observados ou experienciados junto ao evento 3 Dados secundários Fontes que interpretam os dados primários. Tendem a ser menos fiáveis
A CONSTRUÇÃO DE UM QUESTIONÁRIO. Manuela Magalhães Hill Andrew Hill. Outubro WP n.º 1998/11 DOCUMENTO DE TRABALHO WORKING PAPER
Manuela Magalhães Hill Andrew Hill Outubro 998 WP n.º 998/ DOCUMENTO DE TRABALHO WORKING PAPER Índice PREFÁCIO.... AS BASES DE CONSTRUÇÃO DE UM QUESTIONÁRIO... 2.. OS OBJECTIVOS DA INVESTIGAÇÃO... 3.2.
Bioestat 5.0. Rafael de Oliveira Xavier. Lab. Ecologia e Conservação, Departamento de Botânica, UFSCar
Bioestat 5.0 Rafael de Oliveira Xavier Lab. Ecologia e Conservação, Departamento de Botânica, UFSCar O Bioestat é um programa criado em 1998 por José Márcio Ayres e colaboradores, com o apoio de vários
Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade
Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Prof. Dr. Marcelo Botelho da Costa Moraes www.marcelobotelho.com [email protected] Turma: 2º / 2016 1 Agenda
1. Iniciação ao IBM-SPSS 22
Índice Prefácio 17 Introdução 1. Iniciação ao IBM-SPSS 22 1.1. Ficheiro de dados 22 1.2. Definição de variáveis e casos 22 1.3. Análise estatística 27 1.4. Gráficos 28 1.5. Ajudas 29 1.6. Junção de informação
Métodos Quantitativos Aplicados
Métodos Quantitativos Aplicados Aula 8 http://www.iseg.utl.pt/~vescaria/mqa/ Tópicos apresentação A análise de relações de interdependência para variáveis qualitativas: a Análise factorial de correspondências
TÍTULO: Estudo Sobre o Comportamento Humano em caso de incêndio na Sociedade Portuguesa.
TÍTULO: Estudo Sobre o Comportamento Humano em caso de incêndio na Sociedade Portuguesa. INTRODUÇÃO Autora: Elisabete Cordeiro Co-Autor: António Leça Coelho Das possíveis situações de emergência a que,
16/6/2014. Teste Qui-quadrado de independência
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA TESTES NÃO- PARAMÉTRICOS Parte I Prof. Luiz Medeiros Departamento de Estatística Teste Qui-quadrado de independência Um dos principais objetivos de se construir uma tabela
MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011
MOTIVAÇÕES E PERFIL DO VISITANTE DE GUIMARÃES 2011 INTRODUÇÃO O Município de Guimarães promoveu, nos últimos anos, vários estudos relativos às motivações de viagem e perfil do visitante a Guimarães. Estes
