Petróleo & Gás. (downstream)
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- Júlio César Castelo Castilho
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1 Petróleo & Gás Noções Introdutórias - Parte 2 (downstream) Prof. Luiz Carneseca
2 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 2/28 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. TRANSPORTE 4 III. REFINO 9 IV. DISTRIBUIÇÃO 14 V. LOGÍSTICA 18 VII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 28
3 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 3/28 I INTRODUÇÃO Downstream Downstream na indústria do petróleo é a designação de todas as atividades que se iniciam quando se termina o processo de upstream (E&P exploração e produção). Essas atividades do downstream são basicamente: o transporte do hidrocarboneto retirado do poço, o refino desse hidrocarboneto e finalizando a distribuição do hidrocarboneto refinado para os clientes finais. As atividades do downstream são extremamente importantes para a indústria do petróleo, porém não são as atividades mais lucrativas atualmente, devido ao alto preço do barril de petróleo atualmente as atividades mais lucrativas são as atividades de E&P. Assim, a saúde financeira das empresas que trabalham no downstream depende da logística como fator competitivo e vital nas suas operações. O fluxograma abaixo ilustra o conceito da indústria do petróleo, e as atividades de downstream estão representadas nas atividades internas ao retângulo escuro. Todas essas atividades serão desenvolvidas nos próximos capítulos, mas sem grande profundidade técnica. Figura ilustrando fluxograma da cadeia do petróleo e derivados
4 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 4/28 II TRANSPORTE O transporte do petróleo e gás recém explorado e também dos seus produtos derivados após o refino é considerado um dos itens de extrema importância na cadeia petrolífera. O primeiro meio de transporte comercial do petróleo que se tem registro foi por meio de oleoduto, nos EUA em 1865, por um duto de 6.5 Km de extensão. Os EUA possuíam em 1946 mais de Km de malha dutoviária para o petróleo, que representa praticamente quatro vezes a malha dutoviária que o Brasil possui hoje. Para que o petróleo saia da unidade de produção e o produto final chegue ao consumidor, são usadas basicamente os seguintes modais de transporte: Rodoviário Ferroviário Aquaviário Dutoviário
5 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 5/28 Modal Rodoviário O modal rodoviário é executado por caminhões tanques, especialmente fabricados e licenciados para o transporte de produtos tóxicos e inflamáveis, com capacidade de 10m 3 a 30m 3. Esse tipo de modal é considerado o mais caro de todos, e somente é usado se nenhum outro modal for possível. Mas sua vantagem é de poder chegar a todo lugar que possua uma estrada de acesso, por mais precária que seja. Os casos clássicos onde esse modal é utilizado é no transporte do óleo produzido em poços terrestres de pequena produção, na transferência de produtos refinados de uma base de distribuição para outra, e principalmente no transporte do produto refinado de uma base de distribuição para o consumidor final. Figura ilustrando um caminhão tanque
6 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 6/28 Modal Ferroviário O modal ferroviário é executado por vagões tanques de trem, especialmente fabricados e licenciados para o transporte de produtos tóxicos e inflamáveis, com a capacidade de 40m 3. Esse tipo de modal é o segundo mais caro, ganhando apenas do rodoviário, porém esse modal tem a vantagem de poder transportar os produtos refinados em grande quantidade utilizando-se da malha ferroviária existente. Normalmente as bases de distribuição que utilizam desse modal ficam as margens da malha ferroviária, não necessitando de outro modal para se abastecer. O caso clássico de utilização desse modal é no transporte de produtos já refinados de uma base de distribuição localizada perto de uma refinaria para outra mais afastada, normalmente ambas localizadas as margens da malha ferroviária existente. Figura ilustrando vagões tanques
7 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 7/28 Modal Aquaviário O modal aquaviário é executado por navios tanques, especialmente fabricados e licenciados para o transporte de produtos tóxicos e inflamáveis, com a capacidade de carga variável, basicamente determinada pela rota da embarcação. Existem rotas em que há a limitação de calado (profundidade) ou de boca (largura) da embarcação, como o canal do Panamá ou Suez, que geraram embarcações tipo Panamax e Suezmax. Esse tipo de modal só não é mais barato que o dutoviário, porém esse modal tem a vantagem de transportar grande quantidade tanto de óleo cru quanto produtos refinados, por distancias intercontinentais, onde não seria possível a instalação de dutos para a mesma rota. O transporte aquaviário, além do navio necessita também de terminais de atracação, para que seja feito o carregamento e descarregamento em uma forma segura. Esses terminais normalmente são posicionados em águas abrigadas, propiciando uma disponibilidade operacional que não dependa muito das condições metereológicas. Esse tipo de modal é o principal meio de escoamento da produção das plataformas marítimas para os terminais que alimentam as refinarias, e também o responsável pela importação e exportação de óleo e produtos já refinados. Figura ilustrando um navio petroleiro
8 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 8/28 Modal Dutoviário O modal dutoviário é constituído por uma estação de bombeamento e oleodutos ou gasodutos fabricados em aço e especialmente projetados para suportar a temperatura, pressão e corrosividade do produto transportado. Esse tipo de modal em teoria é o melhor que existe, isso se não fosse seus impactos e altos custos de instalação. O projeto de instalação de um oleoduto ou gasoduto leva em consideração inúmeras variáveis, onde deve-se provar que é viável economicamente a fabricação do duto ao invés de utilizar outros modais, os quais não seria necessário nenhuma obra de engenharia. Assim, normalmente esse modal interliga terminais a refinarias e refinarias até bases de distribuição, principalmente devido a grande quantidade de produto transportado, que se fosse utilizar outro modal seria muito mais caro. Existem muito mais gasodutos do que oleodutos no mundo, pois o gás é um tipo de produto muito complicado de se transportar pelos modais citados anteriormente, devido principalmente a sua periculosidade, e assim viabilizando a construção de gasodutos baseados nas avaliações técnicas e econômicas. Figura ilustrando uma rede de dutos
9 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 9/28 III REFINO Introdução O petróleo é uma mistura de hidrocarbonetos composta de diversos tipos de moléculas formadas por átomos de hidrogênio e carbono e, em menor parte, de oxigênio, nitrogênio e enxofre, combinados de forma variável, conferindo características diferenciadas aos diversos tipos de crus encontrados na natureza. O refino de petróleo é, basicamente, um conjunto de processos físicos e químicos que objetivam a transformação dessa matéria-prima em derivados. Ele começa pela destilação atmosférica, que consiste no fracionamento do óleo cru a ser processado em toda e qualquer refinaria. Tal operação é realizada em colunas de fracionamento, de dimensões variadas, que possuem vários estágios de separação, um para cada fração desejada. O petróleo, proveniente dos tanques de armazenamento, é pré-aquecido e introduzido numa torre de destilação atmosférica. Os derivados deste fracionamento são, principalmente, gás, GLP, nafta, gasolina, querosene, óleo diesel e resíduo atmosférico. Tais frações, retiradas ao longo da coluna em seus vários estágios de separação, deverão ser tratadas, para se transformarem em produtos finais, ou ser enviadas como matéria-prima para outros processos de refino, que as beneficiarão. O resíduo atmosférico, fração mais pesada obtida no fundo da torre de destilação atmosférica, após novo aquecimento, é submetido a um segundo fracionamento, agora sob vácuo, no qual são gerados cortes de gasóleos e um resíduo de vácuo, conhecido como óleo combustível. As frações geradas na torre de destilação a vácuo são utilizadas como cargas de outros processos de refino que visam, principalmente, a obtenção de produtos de menor peso molecular e maior valor agregado. Exemplos clássicos desses processos são o craqueamento catalítico fluido (FCC) de gasóleos de vácuo, que apresenta como principais produtos o GLP e a gasolina, e o coqueamento de resíduo de vácuo, que gera GLP, nafta e óleo diesel. As correntes obtidas nesses processos de craqueamento (catalítico, no primeiro exemplo, e térmico, no segundo) são também enviadas para unidades de tratamento, onde se transformam em produtos acabados.
10 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 10/28 Derivados de petróleo Os derivados de petróleo são os produtos obtidos a partir da destilação do óleo cru. Conhecidas também como frações de petróleo, esses produtos possuem alto valor agregado. São muitas as aplicações dos derivados do petróleo. Alguns já saem da refinaria pronta para serem consumidos, sendo comercializados diretamente para distribuidores e consumidores; Outros derivados servirão ainda como matérias primas de várias indústrias, para a produção de outros artigos (os produtos finais); Os derivados do petróleo podem ser utilizados em aplicações Energéticas ou Não-energéticas: - Os derivados energéticos são também chamados combustíveis. Eles geram energia térmica (calor ou luz) ao entrar em combustão na presença do ar e de uma fonte de ignição (chama ou centelha). - Combustíveis são usados: No acionamento de motores (de combustão interno); No aquecimento doméstico e industrial (em fornos e caldeiras); Na iluminação. - Uma refinaria de petróleo pode produzir os seguintes derivados energéticos ou combustíveis: Gás combustível; Gás liquefeito de petróleo (GLP); Gasolina; Querosene; Óleo diesel; Óleo combustível; Coque. Além dos derivados combustíveis, existem outros derivados, com aplicações nãoenergéticas. São eles:
11 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 11/28 Nafta e Gasóleos petroquímicos além de outras matérias-primas específicas para a indústria; Lubrificantes básicos, matérias-primas para indústrias fabricantes de óleos para veículos e máquinas industriais; Asfalto, usado na pavimentação de ruas e estradas; Solventes domésticos e industriais, como aguarrás, querosene, etc; Coque, utilizadas por indústrias metalúrgicas para a fabricação de alumínio e titânio, por exemplo; Parafinas, utilizadas na indústria alimentícia, na fabricação de velas, ceras, cosméticos etc; Normalmente, os derivados Combustíveis são classificados em leves, médios ou pesados, conforme o comprimento, a complexidade das cadeias carbônicas existentes nas suas moléculas. Assim, por apresentarem as menores cadeias carbônicas, são considerados leves os seguintes derivados combustíveis. Nos demais derivados combustíveis, há muitas misturas de hidrocarbonetos, ficando difícil classificá-los por faixas de comprimento e complexidade das cadeias carbônicas. Apesar disso, por apresentarem cadeias de comprimentos intermediários, os seguintes derivados são considerados médios: Querosene e Óleo Diesel. Finalmente, por serem constituídos pelas cadeias carbônicas maiores ou mais complexas, os seguintes derivados são considerados pesados: óleo combustível, asfalto e coque. Embora os contaminantes do petróleo possam estar presentes em todos os derivados, é justamente nos pesados que eles mais se concentram.
12 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 12/28 Refinaria Numa indústria petrolífera, são as refinarias que geram os produtos finais a partir do petróleo recebido dos campos de produção. Depois de extraído e tratado no campo de produção, o petróleo segue para a refinaria, para ser transformado a série de derivados, que vão atender as necessidades de algum mercado. Figura ilustrando uma refinaria Nem todos os derivados são gerados de uma só vez e em um mesmo local na refinaria. Quase sempre, eles são obtidos após uma seqüência de processos, que são transformações de um ou mais fluidos (gás e/ou líquido), que servem de entradas do processo, em outros fluidos, chamados saídas do processo. Os fluidos em uma refinaria sejam de entrada ou de saída de algum processo, são também conhecidos como correntes. Os diferentes locais na refinaria onde ocorrem os processos de refino são as unidades de processo, também chamadas unidades de refino ou de processamento. Cada uma dessas unidades é composta por um conjunto de equipamentos responsável por uma etapa do refino. Alguns derivados já são produzidos na saída da primeira unidade, enquanto outros só após o processamento de várias unidades. Assim,
13 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 13/28 toda unidade realiza algum processamento sobre uma ou mais entradas, gerando uma ou mais saídas. Os processos de refino são classificados em: - Separação: Destilação atmosférica e à vácuo, desasfaltação a propano, desaromatização a furfural, desparafinação a solvente, extração de aromáticos, adsorção de parafinas entre outros; - Conversão: craqueamentos catalítico, térmico e retardado, hidrocraqueamento, reforma catalítica, isomerização e alquilação catalítica e viscorredução; - Tratamento: Dessalgação eletrostática, tratamentos cáustico, merox, bender, DEA/MEA e hidrotratamento; - Auxiliares: Geração de hidrogênio, utilidades off-sites e recuperação de enxofre.
14 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 14/28 IV DISTRIBUIÇÃO Distribuição de Derivados de Petróleo Denomina-se distribuição toda atividade ligada ao comércio por atacado com a rede varejista ou com grandes consumidores. No setor de petróleo e derivados, estas atividades são realizadas por empresas especializadas chamadas de Distribuidoras. Como atividades principais, têm-se a aquisição de produtos a granel e sua revenda por atacado para sua rede varejista ou para grandes consumidores. Tais atividades abrangem não somente a comercialização, como também a aquisição, armazenamento, transporte e o controle de combustíveis líquidos de derivados de petróleo, álcoois combustíveis (anidro ou hidratado), gás líquido envasado, lubrificantes e outros combustíveis automotivos. Bases de Distribuição Das refinarias, os produtos seguem para as Bases Primárias das Distribuidoras segundo a melhor logística. Atualmente este envio é feito por modal dutoviário nos casos das Bases do Sul e Sudeste e por navegação de cabotagem no caso das Bases localizadas no litoral do Nordeste brasileiro. De acordo com a ANP, o Brasil possui 322 bases, entre bases primárias e secundárias, das quais 131 (40,7%) situam-se na Região Sudeste, 56 (17,4%) na Região Sul, 47 (14,6%) na Região Nordeste, 46 (14,3%) na Região Norte e 42 (13,0%) na Região Centro-Oeste. O grande desafio logístico que as Distribuidoras enfrentam atualmente é o de disponibilizar seus produtos nos pontos mais remotos do Brasil, com qualidade e preços competitivos. De acordo com o estudo da COPPEAD, no que tange ao modal Ferroviário, indica que o atendimento das transferências por este modal atinge somente a 56% dos usuários atuais e mercado potencial, ou seja, 44% representam gargalos operacionais que geram custos anuais de R$ 50 milhões. Estes gargalos impactam diretamente nas margens financeiras dos elos da cadeia de suprimentos de combustíveis: Revendedores e Distribuidoras.
15 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 15/28 Para vencer as dimensões brasileiras, as principais Distribuidoras mantêm bases em diversas regiões. Estas instalações possuem toda a infra-estrutura necessária para receber, armazenar, misturar, embalar e distribuir os derivados de petróleo. Por conveniências financeiras e de investimento, as Bases podem ser próprias (todos os ativos pertencentes a uma determinada Distribuidora), pools (cada empresa Distribuidora participa com um percentual de investimento) e bases operadas por terceiros, na qual a empresa Distribuidora não possui ativo algum além do produto a ser movimentado, e depende de terceiros para viabilizar a movimentação de seus produtos. O abaixo ilustra o mercado brasileiro de distribuição de combustíveis. Participação das Distribuidoras no Mercado Nacional Combustíveis Fonte: SINDICOM13, ano-base Bases de Distribuição Primárias ou Principais Estas bases têm como característica receber os produtos diretamente de uma refinaria ou através de importação. O produto não passa por nenhuma outra Base.
16 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 16/28 Bases Secundárias ou de Interior São caracterizadas por receberem o produto de outra Base, seja principal ou secundária. A abaixo exemplifica as funções das bases primárias e secundárias na logística de distribuição de petróleo do Brasil. Atualmente, por questões de investimento e análise de custo benefício, as Bases da Petrobras que estão localizadas em regiões mais remotas servem a diversas outras empresas que não dispõem da estrutura logística para conduzir os produtos até aquela região. Esquema de Distribuição de Petróleo e Derivados no Brasil
17 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 17/28 A abaixo representa a localização geográfica de todas as Bases de Distribuição de Combustíveis e seus modais de recebimento e distribuição de produtos. Representação Geográfica das Bases de Distribuição de Derivados de Petróleo (Sindicom, 2004)
18 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 18/28 V LOGÍSTICA A Logística Empresarial A Logística foi redescoberta entre os anos 80 e início dos anos 90, impulsionada por uma série de vetores, dentre os quais se destaca: desregulamentação dos mercados de frete; redução de custos e disseminação das tecnologias de informação; preservação dos aspectos de qualidade ao longo distribuição física e formação de parcerias e alianças estratégicas, fortalecendo as cadeias de suprimento. A Logística tem ocupado um espaço cada vez mais crescente entre o Marketing e a produção nas empresas modernas, desempenhando funções que anteriormente eram de suas exclusivas responsabilidades. A moderna atividade logística pode e deve, por exemplo, interferir no planejamento e controle da produção, disponibilizando produtos no momento certo para serem expedidos ao mercado, enxugando os armazéns de produtos acabados e de matériasprimas. Diversos aspectos logísticos devem ser levados em consideração durante a comercialização de produtos acabados e de matérias primas. A disponibilidade de transporte numa determinada região, em muitos casos, é o fator redutor do custo da aquisição de materiais. Quando se define Logística Integrada, esta deve ser vista como uma atividade que relaciona a empresa com seus clientes e fornecedores. Existe um fluxo de informações sobre clientes, que se traduz em previsões de demanda e em ordens de venda penetrando a empresa, que os refina em ordens de produção e de compra de materiais para processamento. Em sentido contrário ocorre um fluxo material, onde materiais originados nos fornecedores penetram o interior da empresa, transformando-se em produtos acabados que atenderão à demanda requerida, gerando os resultados financeiros esperados. A figura abaixo esboça a ação interna da Logística Integrada, representando-a pela área sombreada. Com relação à Distribuição Física a Logística Integrada atua no sentido de proporcionar o nível de serviço ao cliente, projetado pela organização. Em relação a fabricação, atua coordenando o planejamento e controle da produção, sendo responsável pelo estoque de materiais que se fizerem necessários. Com relação a compra de materiais seu objetivo principal é suportar a produção ou revenda, colocando produtos ou matérias-primas no tempo correto e ao menor custo total. Esta forma de atuação da Logística, ainda que seja uma condição necessária para o seu sucesso, por si só, não o garante. No ambiente competitivo atual as empresas
19 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 19/28 devem expandir seu comportamento integrador, trazendo para dentro de suas fronteiras (área sombreada) clientes e fornecedores. Essa integração com o ambiente externo tem sido conhecida como Supply Chain Management ou gerenciamento da cadeia de suprimento. A Logística Integrada Fazendo um paralelo com o objeto do estudo poderíamos representar a atuação da Logística Integrada do downstream segundo a figura abaixo A área sombreada indica o campo de atuação desta atividade que deve: se articular com a área de comercialização para definir a compra e/ou a venda de petróleos (quantidade, qualidade e tempo de chegada) e definir conjuntamente com a área industrial, o schedule de refino, indicando, em cada momento, o derivado a ser produzido e a sua quantidade. Essa atividade é alimentada por fluxos de informação originados em ambos extremos da cadeia. Do lado do mercado partem informações sobre pedidos de compra de produtos e previsões de demanda da área de Marketing. Esse fluxo projeta schedules de operação das unidades de refino visando atender demanda prevista no tempo indicado. Esse fluxo alimenta as áreas de compra e coleta de petróleo definindo os tempos de chegada de cada tipo de matéria-prima à respectiva unidade operacional. No outro extremo, parte um contra-fluxo de informações provenientes, da atividade upstream indicando alterações no perfil de produção de petróleo, e de fornecedores externos, que podem alterar suas respectivas janelas de carregamento. Em ambos os casos, a programação dos respectivos schedules operacionais deve sofrer alterações.
20 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 20/28 A Logística Integrada do Downstream O fluxo material é composto pela movimentação da matéria-prima até o parque de refino e pela saída de derivados deste mesmo local em direção ao mercado. Na realidade este fluxo pode ser bastante complexo envolvendo a importação de derivados e a exportação de petróleos, ambas definidas pela Logística Integrada. A ampliação do conceito de Logística Integrada para o Supply Chain Management, no caso da indústria de petróleo, deveria envolver os fornecedores externos ao negócio principal da atividade. O presente trabalho não pretende abordar diretamente essa questão. Todavia, o conhecimento de diferentes alternativas de operação da cadeia permite formar uma base de informações confiáveis para uma futura negociação de parcerias e de alianças estratégicas com estes fornecedores. Aliás, tal fato será imperioso num futuro próximo, com a abertura de áreas de exploração e produção de petróleo às empresas estrangeiras. A Logística é responsável por definições importantes em quatro grandes áreas: localização de facilidades; estratégia de estoques; estratégia de transporte; e nível de serviço a ser oferecido aos clientes. Estas definições devem ser tomadas conjuntamente, analisando-se como cada uma interfere nas demais.
21 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 21/28 O Conceito de Custo Total A otimização do sistema não implica na otimização isolada de cada um de seus componentes. A soma dos ótimos isolados nem sempre produz o ótimo global. A aplicação do conceito do custo total em Logística é uma decorrência da abordagem sistêmica. Essa aplicação é a chave do gerenciamento da função de Logística. A minimização do custo de atividades isoladas pode levar ao incremento do custo de outros componentes do sistema, elevando o custo total. A figura abaixo apresenta os custos logísticos e os seus interrelacionamentos. Alterar um só destes custos pode significar uma alteração muito mais ampla no sistema, influenciando outros custos envolvidos. Serão detalhados agora cada custo logístico apresentado, conforme segue: (i) Custos com nível de serviço ao cliente tratam-se das perdas de receitas decorrentes de vendas perdidas pela falta de produto. Algumas metodologias propõem também acrescentar a este custo o valor presente de possíveis perdas futuras, em conseqüência da perda definitiva do cliente. Neste trabalho, considerou-se que a falta de um nível de serviço adequado pode ocasionar o custo da perda da margem de refino, caso a refinaria venha a reduzir sua carga e o custo da perda de receita com a produção de petróleo, caso não seja possível aliviar a tempo, o respectivo campo produtor; Fonte: Adaptado de LAMBERT (1993) Relações de Trade-Offs Entre Custos Logísticos
22 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 22/28 (ii) (iii) (iv) (v) (vi) Custos de transportes referem-se a todos os custos relacionados com a transferência de materiais entre dois pontos distintos. Como exemplos podemos citar: pagamento de fretes, tarifas portuárias, impostos de circulação, despachos alfandegários etc. Custos de armazenagem são gastos que podem ser eliminados ou ampliados, segundo o número de armazéns; Custos com informação e processamento de ordens estão associados com a introdução, transmissão e processamento de ordens de compra e venda de produtos ou matérias-primas; Custos de setup são ocasionados pela mudança de condições do sistema logístico. Por exemplo, ao serem produzidos lotes menores de produtos, necessita-se de maior tempo para preparação de equipamentos, inspeções etc. Custos com manutenção de estoques - inclui todos os custos que variam com o nível de estoques armazenado, podendo ser classificados nos seguintes tipos : custos de capital que é o custo de oportunidade que a empresa tem de uso do capital; custos com serviços como seguros e taxas; custos com espaços e custos com riscos decorrentes de obsolescência, perdas, danos e movimentações. Nível de Serviço Logístico A idéia de serviço ao cliente possui inúmeros entendimentos. As diversas definições tratam da interface comprador/vendedor, contendo elementos que poderiam ser classificados em três grupos: pré-transação; transação e pós-transação. No primeiro grupo encontram-se elementos relacionados às declarações escritas, estrutura e flexibilidade da empresa relacionada a uma políica formal de serviços. No grupo relacionado à transação constam elementos ligados diretamente à função de distribuição física, tais como: confiabilidade do produto e da entrega. No último grupo constam elementos relacionados com serviços de pós-venda, tais como: assistência técnica, fornecimento de peças de reposição, manutenção de canais de reclamação, entre outros. Dependendo da estratégia e da natureza do negócio, diferentes ênfases serão dadas, aos diferentes elementos dos três grupos, durante a formulação de uma política de serviços ao cliente. É proposta a metodologia apresentada abaixo para planejamento dos níveis de serviço de um sistema logístico.
23 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 23/28 O primeiro passo desta metodologia consiste em identificar as necessidades de serviço demandadas, tendo em mente que nem todos os clientes valorizam os mesmos elementos. Deve ser feita uma segmentação dos clientes, formando grupos específicos, com níveis de serviço diferenciados para cada um deles. As medidas do nível de serviço não devem ser únicas para todo o negócio e devem satisfazer os anseios dos diferentes segmentos. Com relação ao passo dois, pode-se dizer, segundo esse mesmo autor, que o principal objetivo de uma estratégia de serviços é o de reduzir o seu ônus ao consumidor final. Do ponto de vista do fornecedor do serviço, a definição do nível de serviço a ser oferecido deve levar em conta, uma análise criteriosa da relação custo-benefício de cada objetivo a ser alcançado. A figura abaixo representa adequadamente o trade-off mencionado, onde se nota que, ao oferecer ao cliente um nível de serviço bastante elevado, o sitema logístico é onerado por um custo marginal, superior a possível receita adicional a ser conquistada, reduzindo-se a margem total. Daí, conclui-se que, neste caso, a maximização da margem de lucro do negócio é obtida ofertando-se ao cliente um nível de serviço inferior à 100%. Fonte: CHRISTOPHER (1997) A Relação Custo/Benefício de Um Serviço Logístico
24 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 24/28 Outro ponto importante a ser destacado, observando-se este modelo conceitual, é que pode ser possível descobrir novas alternativas de operação do sistema logístico, oferecendo-se os mesmos níveis de serviço ao cliente a custos mais baixos. Neste caso, a curva de custos se deslocará para a direita, redefinindo o ponto ótimo de operação deste sistema. Prazo Logístico A redução do tempo entre a colocação de um pedido de compra pelo cliente e a entrega dos produtos requisitados, que se define por tempo de ciclo do pedido, constituise num fator crítico de disputa entre cadeias de suprimento. Cadeias de suprimento que possuem e conseguem sustentar baixos tempos de ciclo de pedido, possuem vantagens competitivas sobre as demais. Os clientes tem se mostrado cada vez mais sensíveis em relação ao tempo, reconhecendo e valorizando aquelas cadeias que conseguem atendê-los com maior eficácia. Isto tem ocorrido, não somente no mercado de produtos finais, como também no mercado de matérias-primas, onde as indústria vem reduzindo seus estoques de insumos, adotando esquemas de produção do tipo just in time. Do ponto de vista do retorno do capital investido no negócio, o tempo mais importante a ser controlado e estreitado é o tempo decorrido entre a aquisição da matériaprima e o recebimento do valor do produto final entregue ao mercado. Este tempo é conhecido como prazo logístico, sendo composto por uma série de atividades que agregam custos e/ou valor ao longo da cadeia. O gerenciamento adequado da cadeia tem como principal objetivo comprimir o prazo logístico total, reduzindo o tempo gasto com atividades que não agregam valor, porém, incorporam custos. A figura abaixo mostra graficamente esta tarefa. O prazo logístico é a soma dos tempos gastos em todas as atividades do fluxo logístico. O tempo gasto em cada etapa da cadeia possui variações que somadas, totalizam um prazo ainda mais alongado e de baixa previsibilidade. Trabalhar com prazos longos e de grande variabilidade implica na manutenção de elevados estoques de segurança para fazer frente às flutuações encontradas. Grandes variações do prazo logístico oneram os custos logísticos da cadeia. Outro ponto importante a ser destacado é o de que, prazos logísticos alongados requerem previsões de demanda para pontos mais distantes no tempo, o que por sua vez requer a utilização de ferramentas de previsão complexas. As melhores previsões possíveis, para pontos cada vez mais distantes do momento presente, estarão sempre
25 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 25/28 sujeitas a erros consideráveis. Erros na previsão da demanda implicam em estoques elevados ou na falta de produto para entrega. O encurtamento dos prazos aproxima o horizonte a ser conhecido, aumentando a margem de certeza das previsões com a conseqüente redução dos custos de falta e de manutenção de estoques desnecessários. Fonte: CHRISTOPHER (1997) Compressão do Prazo Logístico A Logística na Indústria de Petróleo - O Contexto Atual e As Novas Estratégias Empresariais O paradigma da verticalização das atividades da indústria de petróleo, que marcou fortemente sua trajetória ao longo de um século, vem sendo relativizado, com empresas desmobilizando-se de elos importantes de suas cadeias de suprimento. O ambiente empresarial da indústria de petróleo vem sofrendo, conforme aponta a empresa de consultoria, Booz-Allen, uma série de mudanças, provocadas pelos seguintes vetores:
26 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 26/28 i) Competição Global A abertura e a desregulamentação de mercados anteriormente monopolizados e a desintegração das atividades das empresas, tem liberado as atividades downstream para novos tipos de sourcing. Ou seja, o downstream pode agora processar petróleos de outras fontes não se restringindo aos petróleos produzidos pelo E&P da antiga atividade integrada. Por sua vez, a atividade upstream pode comercializar livremente no mercado a sua produção; ii) Volatilidade de Preços O petróleo e seu derivados tem sido indubitavelmente as commodities mais nervosas deste final de século; iii) Desintegração O fortalecimento dos mercados spots tem encorajado a desintegração de atividades, fazendo com que produtores e refinadores o procurem como referência de compra e venda de petróleos. A atividade de refino tem se desvinculado de um processamento pré-fixado de elenco; iv) Novas tecnologias Ampliação das reservas de petróleo existentes com a adoção de novas tecnologias acessíveis a todos os concorrentes; v) Sistemas de informação Redução drástica dos custos dos sistemas para tomada de decisão, permitindo maior difusão e descentralização da mesma; vi) Transformação política Surgimento de novos mercados, parceiros e concorrentes; vii) Crescimento de restrições ambientais redefinição de negócios em função de maior rigor nos padrões de qualidade dos combustíveis bem como maior controle governamental sobre as atividades desta indústria; viii) Propriedade/governo o estado tem saído da atividade downstream, porém mantendo o controle do upstream ; ix) Desregulamentação mercados começam a ser liberados em preços e padrões de qualidade. As indústrias de petróleo podem adquirir hoje o status de indústrias de energia, entrando em outras atividades do setor. A ênfase atual deste setor consiste em aumentar o valor do retorno aos acionistas da empresa. A indústria está cada vez mais abandonando a antiga estratégia de se expandir fisicamente, responsabilizando-se por todas as etapas do processo. As estratégias para o século XXI, contemplam cada vez menos à aquisição de ativos físicos e mais, a construção/consolidação de estruturas flexíveis e ágeis, com grande velocidade na tomada de decisões. O ciclo de tomada de decisão é crítico, pois o negócio pode se transformar em prejuízo em questão de segundos. É fundamental aqui o Link logística/comercialização, substituindo rapidamente crus indicados para compra por outras fontes de suprimento. Na
27 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 27/28 maior parte dos casos, dada a incapacidade de serem tomadas novas decisões, as empresas permanecem fiéis à um planejamento defasado e sem consistência. Devido a grande incerteza nos fundamentos de mercado: política; clima e tecnologia, as commodities petróleo, derivados e gás natural têm se tornado extremamente nervosas e voláteis. Os preços destas mercadorias oscilam em mais de 10% no decorrer de um mês, sendo também de grande instabilidade, os diferenciais entre petróleos, e entre petróleo e derivados. As empresas atuam cada vez mais como compradoras e vendedoras de riscos, ganhando vantagens sobre aquelas que se relacionam com o mercado da forma tradicional, procurando-o apenas para comprar o petróleo para refino e vender os derivados processados. A função logística/comercialização tem sido o elemento fundamental para gerenciamento de riscos. A logística viabiliza no interior da empresa, as condições para a comercialização atuar no mercado de forma flexível e ágil, conquistando as vantagens disponíveis diante das oportunidades apresentadas. Diante de tal ambiente, as empresas tem adotado novas estratégias de ação, as quais devem compreender: ampliação da lucratividade de seus negócios, preservando suas vantagens competitivas; redução de custos operacionais e de capital; saída de atividades de baixa lucratividade, ainda mais se estas representarem baixa relação com as atividade essenciais; realocação de investimentos; redesenho de processos e reestruturação interna; aprimoramento de atividades e terceirização de outras e investimentos maciços em ferramentas de apoio à decisão.
28 Petróleo & Gás Noções Introdutórias dowstream 28/28 VI REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - Thomas, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. Editora Interciência, Rocha, J. A. Padrões de Concorrência e Estratégias Empresariais no Setor de Distribuição de Derivados de Petróleo no Brasil. UFRJ - Instituto de Economia, Monografia de Bacharelado, Borges, F. J. Uma Análise da Cadeia Logística de Suprimento da Indústria de Petróleo Utilizando a Técnica de Simulação. UFSC Engenharia de Produção, Tese de Mestrado, Ono, R. T. Modelagem Sistêmica e Planejamento Logístico da Cadeia de Suprimentos de Petróleo. USP Departamento de Engenharia Naval, Tese de Doutorado, Rejowski, R. Otimização da Programação de Operações Dutoviárias: Formulações Eficientes e Considerações Hidráulicas.USP Departamento de Engenharia Química, Tese de Doutorado, 2007.
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