DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela
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- Matheus Batista de Santarém
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1 Direito Administrativo UNISO 1 DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela Bens Públicos Bens públicos. Conceito. Classificação. Características. Uso dos bens públicos por particular. Bens públicos em espécie. Conceito Todos aqueles que, de qualquer natureza e a qualquer título, pertençam às pessoas jurídicas de direito público, sejam elas federativas, como a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, sejam da Administração descentralizada, como as autarquias, nestas incluindo-se as fundações de direito público e as associações públicas (CARVALHO FILHO, 2009, p. 1073) No caso de bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público, só serão públicos aqueles que se encontrarem vinculados à prestação desses serviços públicos. Obs: Domínio eminente: possibilidade de que qualquer bem possa vir a fazer parte do patrimônio do Estado. Classificação a) Quanto à titularidade do bem Federais: art. 20 CR/88 Estaduais ou distritais: art. 26 CR/88 Municipais: determinados por exclusão b) Quanto a destinação (CC/02, art. 99) De uso comum do povo Domínio Público Aqueles destinados ao uso comum e geral de toda a comunidade (ex. praças, mares, estradas e ruas). Admite-se a regulamentação e a cobrança por parte da Administração. De uso especial Bens do patrimônio indisponível
2 Destinam-se à prestação do serviço administrativo. Direito Administrativo UNISO 2 Nessa classificação se incluem as terras ocupadas pelos índios, assim como os cemitérios. Bens dominicais (ou dominiais) Bens do patrimônio disponível São bens desafetados, mas pertencentes ao domínio público. Abrangem bens móveis e imóveis, corpóreos e incorpóreos. Podem ser alienados, observadas as exigências legais. Características a) Imprescritibilidade; Não podem ser objeto de usucapião STF súmula 340: Desde a vigência do Código Civil, os bens dominiais, como os demais bens públicos não podem ser adquiridos por usucapião. b) Impenhorabilidade Sistema de precatórios. c) Inalienabilidade; Característica relativa (alienabilidade condicionada) Obs: Art. 225, 5º, CR/88 - inalienabilidade absoluta Desafetação (lei ou ato administrativo) d) Impossibilidade de oneração Os bens públicos são insuscetíveis de oneração. Assim, sobre eles não podem incidir hipoteca, anticrese, penhor, etc. Exceções (art. 167, IV e 4º, CR/88): Prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita (inciso IV); É possível que se dêem os bens públicos em garantia ou contragarantia quando existe débito para com a União ( 4º). Formas de aquisição de bens públicos a) contratos
3 b) usucapião c) desapropriação d) acessão e) causa mortis (herança vacante - município) f) adjudicação g) loteamentos Direito Administrativo UNISO 3 h) perdimento de bens (CP, art. 91, II e art. 18, lei 8.429/92 Improbidade Administrativa) i) reversão (concessões) j) confisco (art. 243, CR/88) k) dação em pagamento l) arrematação Uso dos bens públicos por particular a) Uso normal É o que se dá conforme a destinação principal do bem. b) Uso anormal Ocorre em desconformidade com a destinação principal do bem. Não pode ser um uso incompatível e para que seja permitido, deve se verificar se não há prejuízo ao uso normal do bem. c) Uso comum Pode ser utilizado o bem público por todos, de igual forma, sem qualquer restrição. Ordinário: sem qualquer autorização prévia, concomitante ou posterior. Extraordinário: há sujeição prévia, concomitante ou posterior (ex. pedágio, passeatas) d) uso privativo ou especial Somente determinada pessoa pode usar o bem. Exemplo: box em mercadão utilizado para o estabelecimento de uma quitanda, somente será utilizado por aquele que tem a permissão para o uso deste bem público. I. Uso de bens públicos afetados por particular Exige-se um título jurídico:
4 Direito Administrativo UNISO 4 Autorização (ato administrativo unilateral, discricionário, precário e que atende a fins precipuamente particulares. Ex. mesas de um bar) Permissão (ato administrativo unilateral, discricionário, precário e que atende a interesses públicos. Ex. bancas de jornal e boxes em mercados públicos) Concessão (contrato administrativo) II. Uso de bens públicos não-afetados por particulares Locação Arrendamento Enfiteuse ou aforamento (terrenos da marinha e seus acrescidos) Concessão de direito real de uso (CC art , XII) Concessão de uso especial para fins de moradia (CC, art , XI) Cessão de uso Dada de um ente público para outro. Complementar - Bens públicos em espécie (CUNHA JR., 2011, p ) a) Terrenos de marinha e seus acrescidos São terrenos de marinha todos aqueles que, banhados pelas águas do mar ou dos rios e lagoas navegáveis (estes últimos exclusivamente se sofrerem a influência das marés, porque senão serão terrenos reservados), vão até a distância de 33 metros para a parte da terra contados da linha do preamar médio, medida em São terrenos acrescidos de marinha, os que tiverem formado natural ou artificialmente, para o lado do mar ou dos rios e lagoas, em seguimento aos terrenos de marinha. b) Terrenos reservados e seus acrescidos Também são chamados de terrenos marginais. São os que, banhados pelas correntes navegáveis, fora do alcance das marés, vão até a distância de 15 metros, medidos horizontalmente para a parte da terra, contados desde a linha média das enchentes ordinárias, também medida em São terrenos acrescidos aos terrenos reservados todos aqueles que se tiverem formado para o lado dos rios ou lagos em seguimento aos terrenos reservados. c) Terras tradicionalmente ocupadas pelos índios São aquelas habitadas pelos índios em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários ao seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e
5 Direito Administrativo UNISO 5 tradições. As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e lagos nelas existentes. d) Faixa de fronteira Área de 150 km de largura, paralela à linha divisória terrestre do território nacional, considerada indispensável à segurança nacional. e) Terras devolutas São terras públicas lato sensu, indeterminadas ou determináveis, sem nenhuma utilização pública específica e que não se encontram, por qualquer título, integradas ao domínio privado. Quando determinadas via ação discriminatória, passam a ser terras públicas stricto sensu. ESTE É UM MERO ROTEIRO PARA O ACOMPANHAMENTO DAS AULAS. JAMAIS SUBSTITUIRÁ O ESTUDO POR UMA BOA DOUTRINA.
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