MIRAGE 2000 UMA REFLEXÃO SOBRE O STOP-GAP DO PROGRAMA F-X
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- Fernanda Camelo Amado
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1 MIRAGE 2000 UMA REFLEXÃO SOBRE O STOP-GAP DO PROGRAMA F-X JOSÉ ALVES DANIEL FILHO, Graduando em Ciências Econômicas - UPIS -DF. [email protected] Nos últimos dias pudemos observar nas várias revistas especializadas em sistemas de defesa e diversos jornais de circulação nacional que o país acabou de adquirir aeronaves obsoletas que vieram a ser chamadas de ferro velho 1, para substituir sua frota de Mirage III na Força Aérea Brasileira, ao contrário de seus vizinhos Chile e Venezuela, que estão adquirindo aeronaves novas para substituir a sua antiga frota de aeronaves de combate. Inicialmente estava prevista a aquisição de 12 caças de última geração para equipar o 1º GDA em Anápolis, por meio do Programa F-X da FAB, mas por motivos políticos e econômicos foram sendo postergados até o cancelamento da licitação no início de O valor previsto a ser empregado no programa seria em torno de US$ 700 milhões, mas a única proposta que se encaixou nesse orçamento foi a do MIG 29 SE. As outras propostas seguiam até o limite de US$ 1,02 bilhão pedidos pelo Mirage 2000BR do consórcio Dassault/EMBRAER, ou seja, um valor elevado para um país emergente e com vários problemas econômicos e estruturais a serem resolvidos. Além de problemas orçamentários, acrescenta-se o fato de uma nova geração de caças estarem entrando em operação pelo mundo, substituindo quase todos os concorrentes da licitação do F- X, com isso, efetuaríamos um grande investimento em uma aeronave que em breve estará sendo substituída, como nossos vizinhos estão fazendo, pois os modelos de caças que foram adquiridas por eles já estão sendo substituídos em seus países de origem. Com o cancelamento da licitação, o governo optou por adquirir um caça usado para esse período de transição até a aquisição de uma nova aeronave para o GDA, previsto para o ano de Em uma compra direta governo a governo, foi fechado um contrato no valor de 60 milhões (aproximadamente US$ 76,8 milhões 2 ), por 12 Mirage 2000 B/C (10 mono tripulado e 2 bi tripulado). Por mais 6,8 milhões (em torno de US$ 8,7 milhões) o Brasil também adquiriu 10 mísseis Matra Super 530D (mais 4 de treinamento) e 22 Magic 2 (mais 6 de treinamento) e alguns cartuchos para os canhões, chaff/flares para armas os aviões. 1 Correio Braziliense, Caderno Mundo de 27/08/ Euro: R$ 2,78 e o Dólar: R$ 2,17
2 Fabricados a partir de 1984, os Mirage 2000 B/C possuem uma satisfatória capacidade de combate para os padrões atuais, ainda mais se levarmos em conta que existe a possibilidade delas passarem por um grande processo de revitalização, dotando a aeronave com sensores de última geração, além de possuírem uma boa relação peso/potência contribuindo para o combate ar-ar e por carregar uma boa quantidade de armamentos ar-solo e possuírem sistemas fly-by-wire 3, ao contrário das outras aeronaves de caça da Força. Apesar das aeronaves estarem, em média, com 20 anos de uso, a Armèe de I Air (Força Aérea Francesa) tem planos para até o ano de 2020 de utilizar seus quase 300 Mirage 2000 de diferentes versões, além de existirem em torno de mais 150 caças dessa linha operando em outros países, facilitando a aquisição de peças, células para recompor as perdas operacionais e equipamentos para a manutenção da frota por um bom período ainda. Da esquerda para a direita. Mirage 2000C da Força Aérea Francesa operando na CRUZEX III 2006, em Anápolis GO, e um dos primeiros Mirage 2000C da Força Aérea Brasileira - FAB. (Fotos: Roberto Bertazzo e FAB) Os substitutos dos Mirage III da FAB, da esquerda para a direita, Mirage 2000B e C recém chegados no país. (Fotos: FAB) As aeronaves que começaram a chegar no país no último dia 04 de setembro estão equipadas com o motor SNECMA M53-5 com 8,998 kg de empuxo, radar Thomson-CSF RDI 4 Séries J2, com alcance aproximado de 90 km no modo ar-ar e capacidade look up e look down 5, RWR Serval e lançador de chaffs/flares Éclair. Essa é uma configuração, apesar de ter sido utilizada na Guerra do Golfo em 1990, pode ser considerada bem simples, já que o GDA é a elite da caça no Brasil. Só para comparar nosso F-5 EM/FM que começam a equipar três esquadrões de caça da Força, tem sistemas muito mais avançados 3 Comandos da aeronave são feitos por impulsos elétricos e não por controles hidráulicos. 4 Radar Doppler à Impulsions 5 Capacidade que o radar tem para locar um alvo voando abaixo ou acima do nível que ele está operando.
3 que aqueles, os quais equipam o Mirage 2000 C/B, perdendo para este somente em desempenho operacional em combate (velocidade, razão de subida, capacidade de carga etc). Como exemplo, podemos citar o destaque dessa versão modernizada do F-5 na Operação CRUZEX 2006, onde operando em conjunto com as aeronaves de R-99 obtiveram vitórias nos combates ar-ar contra aeronaves Mirage 2000N, escoltados por Mirage 2000C e apoiados um Boeing E-3 AWACS da Armèe de I Air, retornando para suas bases sem avarias. Ao contrário que ocorreu na CRUZEX 2002, em que, no primeiro dia, todos os F-5 antes da modernização foram abatidos e tiveram que reiniciar o Exercício. Na atual configuração nossos Mirage podem ser equipados com até dois mísseis de médio alcance Matra Super 530D com alcance de 40 km e dois mísseis de curto alcance Matra Magic 2 com alcance em torno de 15 km 6, ou seja, com os armamentos adquiridos só podemos equipar cinco aeronaves para um combate ar-ar, das 12 adquiridas! Também está sendo ventilada a possibilidade de aquisição de mais um lote de 12 aeronaves para equipar o GDA ou um outro esquadrão de primeira linha a ser criado, mas vem a pergunta: vale a pena investir nessas aeronaves defasadas para operarmos por mais 20 a 25 anos? A resposta é sim, mas com a ressalva de que as aeronaves passem por um amplo processo de modernização a exemplo do bem sucedido programa em execução das aeronaves F-5 e A-1 nacionais. O custo médio da modernização daquelas aeronaves foi de US$ 6,2 milhões para o F-5 e de US$ 7,4 milhões para o A-1 a unidade, supondo que a modernização do Mirage ficasse em torno de US$ 9 milhões por célula, teríamos um gasto de US$ 216 milhões para a modernização de 24 aeronaves para o padrão BR. E como essas aeronaves poderiam ser equipadas? Existem infinitas configurações que podem equipar uma aeronave de caça de última geração, lembrando que hoje em dia o que define a modernidade da aeronave, não é a idade de sua célula somente, e sim os sensores que ela carrega. Algumas possibilidades seria a instalação dos seguintes equipamentos: Compatibilização para a utilização do míssil Derby (BVR 7 ), recém adquirido pela FAB, facilitando sua operação dentro da força devido a comunalidade com os mísseis que as outras aeronaves já estão utilizando, além de possuir um alcance superior se comparado com o Super 530D, atualmente em utilização. Além disso poderia ser efetuada a modificação para utilização de quatro mísseis BVR ao invés de dois. Além de dois mísseis A-Darter 8, para combate à curta distância e com capacidade off-boresight 9. Substituição de todo sistema de missão de ataque, navegação, comunicação e auto defesa. Dotando as aeronaves com transmissão de dados via data link, IFF, RWR, MCDF 10, etc; Utilização de HMD (Helmet Mounted Display) 11 ; Comunalidade com os aviônicos utilizados nas aeronaves A-1M, F-5M e A/AT-29 (ALX), facilitando a manutenção e os custos de aquisição, sendo cada um com as particularidades exigidas de sua arena de combate; Utilização de NGV 12, FLIR 13, GPS 14, HUD 15 além de OBOGS 16 ; 6 Esses valores podem variar em função da velocidade, altitude e localização do alvo no momento do disparo. 7 Míssil além do alcance visual 8 Em desenvolvimento pela FAB, MECTRON e a empresa africana Kenel, com previsão de entrada em operação em Míssil capaz de ser lançado fora do ângulo de visada do radar. 10 Multi Color Display Function: Display Multi-Função Colorido. 11 Mira montada em capacete, para utilização com mísseis com capacidade off-boresight. 12 Night Vision Goggles: Óculos de Visão Noturna.
4 Troca do radar RDI por um de maior capacidade de detecção e contramedidas eletrônicas, além da capacidade SAR 17. Utilização dos mesmos casulos de Guerra Eletrônica Sky Shield já utilizado nos F-5 EM/FM. Concepção artística de um F-5 da FAB disparando míssil Sul-africano R-Darter. (Foto: Denel Aerospace) Com um investimento total de US$ 370 milhões possuiríamos uma aeronave de grande capacidade de combate, em total comunalidade em relação às outras que possuímos a custo bem inferior ao previsto inicialmente alocado para o Programa F-X (em torno de 53%), destacando ainda que teríamos o dobro de células a disposição de nossos pilotos. Com a diferença da verba inicialmente prevista para o Programa F-X o que podemos fazer? Primeiramente, adquirir mais algumas células de F-5, pois a FAB pretende equipar seus esquadrões com 80 caças do modelo até o ano de Hoje possuímos 55, incluindo os 9 que foram comprados da Arábia Saudita este ano. F-5M da Força Aérea Brasileira, modernizados pela Embraer. (Foto: Força Aérea Brasileira) 13 Forward Looking Infra-Red. 14 Global Position System: Sistema de posicionamento global, auxiliando na navegação e ataque com armas guiadas. 15 Head-Up Display: Visor de cabeça erguido, facilitando a navegação durante o vôo, deixando o piloto mais livre para a operação dos comandos da aeronave durante o ataque. 16 On Board Oxygen Generating System: Sistema Gerador de Oxigenio a bordo. 17 SAR (Synthetic Aperture Radar): Radar de Abertura sintética (faz o mapeamento do terreno no modo ar-solo).
5 Após a aquisição dessas aeronaves elas serão submetidas no processo de modernização como as outras que estão sendo feitas na EMBRAER. Para efetuar a modernização dessas aeronaves serão gastos em torno de US$ 154 milhões, além de estimados US$ 67 milhões para aquisição das células. Outro ponto que devemos nos preocupar é a aquisição de armamento para equipar nossas aeronaves, como estão fazendo nossos vizinhos Chile, Peru, Equador (que possuem mísseis que operam na arena BVR ou de 4º geração) e a Colômbia e Venezuela que já tem em seus estoques até armas guiadas a laser. Os custos para aquisição desses armamentos não serão baratos. De acordo com algumas fontes um míssil Derby custa em torno de US$ 1,25 milhão a unidade, um míssil A-Darter (em desenvolvimento) deve sair em torno de US$ 300 mil também a unidade, os kits para adaptação em bombas convencionais para transformá-las em guiadas a laser gira em torno de US$ 150 mil. Além do míssil MAR-1 18, em desenvolvimento, que entrará em operação nos próximos anos na FAB, com um custo aproximado entre US$ 800 mil a US$ 1 milhão. Com uma frota prevista de 24 Mirage 2000M, 80 F-5 EM/FM, 53 A-1M (cerca de 160 caças de primeira linha), sem considerar os 99 ALXs, será uma despesa necessária para manter nossa capacidade defensiva e ofensiva da nossa arma aérea. Sendo assim, com o valor estimado para a aquisição dos 12 caças da concorrência F-X, em torno de US$ 1 bilhão pelo Mirage 2000BR, teríamos uma força presente e de respeito, no cenário Latino-americano, totalizando 157 caças armados para defender nossos céus e recursos pelos próximos 25 anos das possíveis ameaças sobre o nosso país. 18 Míssil Anti-Radiação: para missões que visa a destruição de radares.
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