Determinação do coeficiente de atrito estático e cinético
|
|
|
- Silvana Camilo Lameira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Métodos Estatístios em Físia Experimental Prof. Zwinglio Guimarães Determinação do oefiiente de atrito estátio e inétio Natália Camargo 1º Semestre/2015
2 O trabalho a ser apresentado é uma análise experimental do plano inlinado para a determinação dos oefiientes de atrito estátio e inétio. Introdução A força de ontato que atua na superfíie de um orpo e sempre se opõe à tendênia de esorregamento ou deslizamento deste orpo em relação à superfíie de um plano é hamada força de atrito. Para demonstrar a força e determinar o oefiiente de atrito estátio e inétio, foi oloada uma aeronave miniatura feita em material de plástio sobre a superfíie de um plano inlinado de madeira. O ângulo de inlinação deste plano é então aumentado até que a força peso vença a força de atrito, fazendo om que o orpo deslize sobre a rampa. Pode-se assim determinar o oefiiente de atrito estátio para diferentes alturas da rampa e o oefiiente de atrito inétio entre a aeronave de plástio e a madeira. Todo o experimento foi filmado para posterior análise no programa Traker Video Analysis. Objetivos: - Determinar o oefiiente de atrito estátio entre o plano de madeira o avião em função da inlinação do plano. - Determinar o oefiiente de atrito inétio entre o plano de madeira o avião. - Comparar os valores obtidos para os oefiientes de atrito estátio e inétio.
3 Fundamento teório Para relaionar o atrito ao plano inlinado é neessário ompreender as três leis de Newton: 1ª Lei de Newton ou Lei da Inéria; 2ª Lei de Newton ou Prinípio Fundamental da Dinâmia; 3ª Lei de Newton ou Lei da Ação e Reação. No experimento realizado é possível observar a relação das leis de Newton e assim determinar a força de atrito estátio e a força de atrito inétio. Como demonstra a figura a seguir: Figura 1 Plano Inlinado
4 Material utilizado Os prinipais materiais envolvidos nesse proedimento foram: - Plano inlinado; Figura 1 Plano inlinado Comprimento L = ( 94,00 0,05) m - Aeronave em miniatura em material metálio; Massa: 69 g - dinamômetro; - trema; - âmera de vídeo. Figura 2 Aeronave miniatura
5 Proedimento utilizado para a determinação do Coefiiente Estátio: Primeiramente oloou-se o plano de madeira sobre o hão e o avião sobre o plano. Em seguida elevou-se o plano e a altura H em relação ao hão foi medida para 7 inlinações diferentes em que o objeto mantinha-se parado. Sabendo que o omprimento L do plano era igual a ( 94,00 0,05) m, que a tangente do ângulo formado entre o hão e o plano é dada por a tabela abaixo: tg H L e que e tg, montamos (H 0,05)m e e 0,00 0,0000 0,0005 5,00 0,0533 0, ,00 0,1070 0, ,00 0,1616 0, ,00 0,2178 0, ,00 0,2759 0, ,00 0,3368 0, ,00 0,3621 0,0008 Tabela 1 Coefiiente de atrito estátio Gráfio 1 oefiiente de atrito estátio em função da posição Logo, o oefiiente de atrito estátio rítio (na eminênia do movimento) é: e 0,3621 0,0008
6 Proedimento utilizado para a determinação do Coefiiente Cinétio: Primeiramente o plano inlinado foi olado no hão e lentamente sua altura foi aumentada até que o avião omeçou a deslizar. A altura em que se deu o deslizamento foi medida: (32,00 0,05)m. Todo o proedimento foi filmado. O vídeo está disponível no link a seguir: Video1 Os dados de posição e tempo a seguir foram obtidos através do programa Traker Video Analysis. T(s) X(m) T(s) X(m) 0,00 0,00 0,53 22,23 0,02 0,20 0,55 23,59 0,03 0,22 0,57 25,12 0,05 0,26 0,58 26,77 0,07 0,36 0,60 28,49 0,08 0,46 0,62 30,17 0,10 0,68 0,63 32,00 0,12 0,93 0,65 33,75 0,13 1,15 0,67 35,72 0,15 1,48 0,68 37,65 0,17 1,82 0,70 39,58 0,18 2,17 0,72 41,56 0,20 2,62 0,73 43,59 0,22 3,12 0,75 45,59 0,23 3,85 0,77 47,73 0,25 4,51 0,78 49,95 0,27 5,08 0,80 52,22 0,28 5,69 0,82 54,56 0,30 6,44 0,83 56,88 0,32 7,20 0,85 59,21 0,33 8,11 0,87 62,27 0,35 9,04 0,88 63,76 0,37 10,06 0,90 66,43 0,38 11,06 0,92 68,50 0,40 12,02 0,93 71,66 0,42 13,12 0,95 74,22 0,43 14,24 0,97 76,78 0,45 15,39 0,98 78,77 0,47 16,69 1,00 81,08 0,48 18,00 1,02 83,32 0,50 19,37 1,03 85,95 0,52 20,75 1,05 88,06 Tabela 2 Posição x Tempo Em seguida os dados foram importados para o programa Webroot.
7 Gráfio 2 Posição x tempo Dessa forma, temos: x (87,06 0,08) t 2 (4,92 0,09) t (0.18 0,02) Com o valor do parâmetro [0] determinado, somos apazes de determinar o valor da aeleração da aeronave miniatura durante sua deida.
8 Logo: a ( 174,1 0,2) m / s 2 Com esse dado e apliando as leis de Newton ao plano inlinado, temos: P F ma (1.0) x at P x sen. m. g (1.1) F. N. P at P y os. m. g F y. os. m g (1.2) at. Substituindo as equações (1.2) e (1.1) na primeira equação (1.0), temos: sen. g a os. g Temos também que a altura H em que se deu iníio ao deslizamento é igual a ( 32,00 0,05)m e que o omprimento do plano é igual a ( 94,00 0,05) m. Assim: sen (32,00 0,05) (94,00 0,05) (88,40 0,05) os (94,00 0,05) 0,3404 0,0007 0,940 0,001 (0,3404 0,0007). 9,7838 (1,741 0,002) (0,940 0,001). 9,7838 1,589 0,009 0,173 0,001 9,20 0,01 0,173 0,001
9 Conlusão O oefiiente de atrito estátio enontrado no experimento foi 0,3621 0, 0008 e o oefiiente de atrito inétio foi 0,173 0, 001. Esses valores apresentam-se oerentes pois o oefiiente de atrito estátio deve ser menor ou igual ao oefiiente de atrito inétio:. e Também podemos onluir que não é neessário saber a massa do objeto para a determinação do oefiiente de atrito inétio, bastando saber o ângulo do plano inlinado em que oorre o deslizamento, a distânia que o objeto perorreu e o tempo. e
COEFICIENTES DE ATRITO
Físia Geral I MIEET Protoolos das Aulas Prátias Departamento de Físia Universidade do Algarve COEFICIENTES DE ATRITO 1. Resumo Corpos de diferentes materiais são deixados, sem veloidade iniial, sobre um
Avaliação individual. Questões: 1) Apresente a leitura completa correspondente a cada uma das medidas abaixo ilustradas:
Engenharia de Controle e Automação Físia Experimental para Engenharia 1 (N1FE1) Professor Osvaldo Canato Júnior e Wilson Elmer Avaliação individual Formulário: s v 1 1 1 vm ; am ; s s0 vt; s s0 v0t at
COEFICIENTES DE ATRITO
Físia Geral I EF, ESI, MAT, FQ, Q, BQ, OCE, EAm Protoolos das Aulas Prátias 003 / 004 COEFICIENTES DE ATRITO 1. Resumo Corpos de diferentes materiais são deixados, sem veloidade iniial, sobre um plano
SOBRE O PAPEL DA RESOLUÇÃO LITERAL DE PRO- BLEMAS NO ENSINO DA FÍSICA: EXEMPLOS EM ME- CÂNICA +
SOBRE O PAPEL DA RESOLUÇÃO LITERAL DE PRO- BLEMAS NO ENSINO DA FÍSICA: EXEMPLOS EM ME- CÂNICA + Luiz O.Q. Peduzzi Sônia Silveira Peduzzi Departamento de Físia - UFSC Florianópolis - SC Resumo Neste trabalho
Electromagnetismo e Óptica 1º Semestre 2º Exame 29/01/ :00h
Lieniatura em Engenharia e Arquitetura Naval Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespaial Eletromagnetismo e Óptia º Semestre º Exame 9//3 5:h Duração do exame: :3h Leia o enuniado om atenção. Justifique
ANALYTICAL METHODS IN VIBRATION. Leonard Meirovitch Capitulo 1
ANALYTICAL METHODS IN VIBRATION Leonard Meirovith Capitulo Comportamento de sistemas Um sistema é definido omo uma montagem de omponentes atuando omo um todo. Os omponentes são lassifiados e definidos
Gabarito (Exame )
Gabarito (Exame 010.1) 1 A) Alternativa (d) O fluxo do ampo elétrio através de uma superfíie Gaussiana qualquer é = E nda A interseção da superfíie Gaussiana om o plano arregado é uma irunferênia de raio
Força de atrito e as leis de Newton. Isaac Newton
Força de atrito e as leis de Newton Isaac Newton o Causadas pelo movimento de um corpo em relação a outro ou em relação ao ambiente o Sempre apontam na direção contrária ao movimento (frenagem) o Força
Física I Lista 2: resolver até
Universidade de São Paulo Instituto de Físia de São Carlos Físia I Lista : resolver até 18.3.013 Nome: Matriula: Questão 16: Tensor de Levi-Civita Sejam dados os vetores a, b,, d R 3. A definição do símbolo
Data: Metodologia utilizada/descrição das atividades (anexar modelos): Em anexo.
CÂMPUS: Rio do Sul LABORATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS RELATÓRIO DE ATIVIDADE Curso: Licenciatura em Física Disciplina: Física 2 Turma: 2013.2 Professor: Bruno Data: Tema da aula: Dinâmica Conteúdos relacionados:
Laboratório de Física
Laboratório de Física Experimento 04 - Coeficiente de Atrito Disciplina: Laboratório de Física Experimental I Professor: Turma: Data: / /20 Alunos: 1: 2: 3: 4: 5: 1/10 04 - Coeficiente de Atrito 1.1. Objetivos
Experimento: Determinação do coeficiente de atrito
Física Mecânica Roteiros de Experiências 50 UNIMONTE, Engenharia Laboratório de Física Mecânica Experimento: Determinação do coeficiente de atrito Turma: Data: : Nota: Participantes Nome RA Introdução
Introdução à Física Moderna
Físia IV Poli Engenharia Elétria: 9ª Aula (15/09/014) Prof. Alvaro Vannui Introdução à Físia Moderna No final do séulo XIX já se onheiam as equações de Maxwell mas não se tinha ainda um onepção sólida
Laboratório de Física
Laboratório de Física Experimento 0 - Coeficiente de Atrito no Plano Inclinado Disciplina: Laboratório de Física Experimental I Professor: Turma: Data: / /0 Alunos: : : : : : /0 0 - Coeficiente de Atrito
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO DEPARTAMENTO DE CIENCIAS NATURAIS EXPERIMENTO 2: EQUILÍBRIO ENTRE CORPOS NUM PLANO INCLINADO COM ATRITO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO DEPARTAMENTO DE CIENCIAS NATURAIS EXPERIMENTO 2: EQUILÍBRIO ENTRE CORPOS NUM PLANO INCLINADO COM ATRITO Gabriel Lourena Néia OLIVEIRA; João Paulo PESSI; Luiza Alves
Comece apresentando as partes do triângulo retângulo usadas na trigonometria.
ós na ala de Aula - Matemátia 6º ao 9º ano - unidade 7 As atividades propostas nas aulas a seguir têm omo objetivo proporionar ao aluno ondições de ompreender, de forma prátia, as razões trigonométrias
Dinâmica dos corpos rígidos
Dinâmi dos orpos ríidos Moimento em D Métodos de resolução Num instnte prtiulr: Equções de moimento Moimento finito: Prinípio d onserção de eneri meâni (forçs onsertis) Disiplin DCR, Z. Dimitrooá, DEC/FCT/UNL,
Estudo Dirigido de Matemática 2 o Trimestre
Nome: Nº Colégio Nossa Senhora das Dores 1º ano EM Prof. Manuel Data: / /009 Estudo Dirigido de Matemátia o Trimestre Prezado(a) aluno(a), Devido à interrupção das aulas durante o período ompreendido entre
Exemplo. T 1 2g = -2a T 2 g = a. τ = I.α. T 1 T 2 g = - 3a a g = - 3a 4a = g a = g/4. τ = (T 1 T 2 )R. T 1 T 2 = Ma/2 T 1 T 2 = a.
Exercícios Petrobras 2008 eng. de petróleo Dois corpos de massa m 1 = 2 kg e m 2 = 1 kg estão fixados às pontas de uma corda com massa e elasticidade desprezíveis, a qual passa por uma polia presa ao
Matemática. Resolução das atividades complementares. M2 Trigonometria nos triângulos
Resolução das atividades complementares Matemática M Trigonometria nos triângulos p. 4 ipotenusa de um triângulo retângulo mede 0 cm e o ângulo ˆ mede 60. Qual é a medida dos catetos? 5 cm; 5 cm y 60 o
RESOLUÇÕES ONLINE Teoria da Relatividade INTRODUÇÃO. No século XIX, a maior velocidade já observada era a velocidade da luz
www.professordanilo.om Teoria da Relatiidade INTRODUÇÃO No séulo XIX, a maior eloidade já obserada era a eloidade da luz 8 ( 3 10 m/s ) 1. Por olta de 1860, o britânio James Clerk Maxwell, trabalhando
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais PMT 2200 Exercícios-Fratura
ESCOLA POLITÉCICA DA UIVERSIDADE DE SÃO PAULO 1. Um aço tem um limite de esoamento σ e de 1100 MPa, um limite de resistênia σ r de 1200 MPa e uma tenaidade à fratura I de 90 MPa(m) 1/2. a) Uma plaa om
Distâncias inacessíveis
U UL L esse: http://fuvestibular.om.br/ Distânias inaessíveis Introdução Na ula 20 aprendemos a alular distânias que não podiam ser medidas diretamente. Nessa aula, os oneitos utilizados foram a semelhança
Aula-7 Teoria da Relatividade
Aula-7 Teoria da Relatiidade Os Postulados i) Postulado da relatiidade: As leis da físia deem ser eatamente as mesmas se desritas por obseradores em diferentes refereniais ineriais. Não eiste um referenial
Osmometria de Membrana. Ricardo Cunha Michel sala J-210 e J-126 (LAFIQ) 2562-7228 [email protected]
Osmometria de Membrana Riardo Cunha Mihel sala J-210 e J-126 (LAFIQ) 2562-7228 [email protected] O Fenômeno da Osmose * A osmose pode ser desrita omo sendo o resultado da tendênia do solvente em meslar-se
LISTA DE EXERCÍCIOS PLANO INCLINADO PROF. PEDRO RIBEIRO
LISTA DE EXERCÍCIOS PLANO INCLINADO PROF. PEDRO RIBEIRO 1 Um bloco de massa m = 10 kg, inicialmente a uma altura de 2 m do solo, desliza em uma rampa de inclinação 30 o com a horizontal. O bloco é seguro
CINEMÁTICA E DINÂMICA
PETROBRAS TECNICO(A) DE OPERAÇÃO JÚNIOR CINEMÁTICA E DINÂMICA QUESTÕES RESOLVIDAS PASSO A PASSO PRODUZIDO POR EXATAS CONCURSOS www.exatas.com.br v3 RESUMÃO GRANDEZAS E UNIDADES (S.I.) s: Espaço (distância)
Prática V MOVIMENTO NO PLANO INCLINADO
Prática V MOVIMENTO NO PLANO INCLINADO OBJETIVOS Determinação dos coeficientes de atrito estático e cinético. INTRODUÇÃO Quando se tenta colocar um objeto sólido em movimento ao longo de uma superfície
Instituto de Física Universidade de São Paulo
Instituto de Física Universidade de São Paulo Trabalho Escrito de Prática de Tratamento de Dados em Física Experimental Medindo Objetos utilizando uma Câmera Digital. Carlos de Oliveira Sousa NUSP 6514672
Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Híbridos pela Mecânica Newtoniana
Modelage Mateátia de isteas Meânios Híbridos pela Meânia Newtoniana 1 7 Modelage Mateátia de isteas Meânios Híbridos pela Meânia Newtoniana 1 INTRODUÇÃO Nesta apostila aprendereos oo obter o odelo ateátio
Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Translacionais pela Mecânica Newtoniana
Modelage Mateátia de Sisteas Meânios Translaionais pela Meânia Newtoniana 5 Modelage Mateátia de Sisteas Meânios Translaionais pela Meânia Newtoniana INTRODUÇÃO Nesta apostila aprendereos oo obter o odelo
FIS-15 Mecânica I. Ronaldo Rodrigues Pela
FIS-15 Mecânica I Ronaldo Rodrigues Pela Objetivos Entender o modelo do atrito seco em geral e em alguns casos específicos Parafuso Correias Mancais Rolamento Resumo Ângulo de Atrito Mancal Parafuso M
Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo EXPERIMENTO 6
Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo Roteiro para prática experimental EXPERIMENTO 6 Condições de equilíbrio estático utilizando o plano inclinado por fuso Disciplina: Física Experimental
Prof. A.F.Guimarães Questões de Cinemática 2 Movimento Uniforme Questão 2
Questão Prof..F.Guimarães Questões de Cinemátia 2 Moimento Uniforme Questão 2 (FUVEST) ois arros, e, moem se no mesmo sentido, em uma estrada reta, om eloidades onstantes V 00 km h e V 80 km h, respetiamente.
ATIVIDADE DE MATEMÁTICA REVISÃO. Prof. Me. Luis Cesar Friolani Data: / / Nota: Aluno (a): Nº: 9 Ano/EF
Prof. Me. Luis esar Friolani Data: / / Nota: Disciplina: Matemática luno (a): Nº: 9 no/ef Objetivo: Desenvolver os conceitos sobre razões trigonométricas no triângulo retângulo valiar se o aluno é capaz
Lista de Exercícios para a P1-2014
Lista de Exercícios para a P1-2014 OBJETIVAS www.engenhariafacil.weebly.com 1)(Halliday-Adaptad Uma pessoa saltou do topo de um edifício de H m, caindo em cima da caixa de um ventilador metálico, que afundou
1.3. Forças e movimentos. Professora Paula Melo Silva
1.3. Forças e movimentos Professora Paula Melo Silva QUEDA LIVRE O filósofo grego Aristóteles acreditava que os corpos mais pesados, abandonados de uma mesma altura, alcançariam o solo antes dos mais leves.
AVALIAÇÃO POR ULTRA-SOM DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ALÍVIO DE TENSÕES EM COMPONENTE INDUSTRIAL
AVALIAÇÃO POR ULTRA-SOM DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ALÍVIO DE TENSÕES EM COMPONENTE INDUSTRIAL Linton Patriio Carvajal Ortega Universidad de Santiago de Chile, Departamento de Ingenieria Metalúrgia Alonso
Figura 8. 1 Figura Atrito viscoso: película de fluído Atrito seco (atrito de Coulomb): sem película de fluído. Figura Figura 8.
1 8- Atrito 8.1- Características do Atrito Seco Atrito é a força associada ao movimento tangencial relativo entre duas superfícies em contato. Figura 8. 1 Figura 8. 2 Atrito viscoso: película de fluído
TP052-PESQUISA OPERACIONAL I Análise de Sensibilidade. Prof. Volmir Wilhelm Curitiba, Paraná, Brasil
TP5-PESQUISA OPERACIOAL I Análise de Sensiilidade Prof. Volmir Wilhelm Curitia, Paraná, rasil Análise de Sensiilidade Interpretação geométria de análise de sensiilidade Os preços-somra variáveis duais
resoluções de exercícios
resoluções de exeríios QUÍMICA II Dinâmia das Transformações Químias Capítulo 06 Cinétia Químia onstante (seta laranja abaixo) Logo, α A veloidade da reação também dobra quando a onentração de A é dobrada
ISOTERMAS DE EQUILÍBRIO PARA PAPEL ARTESANAL: INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA
VI Congresso Brasileiro de Engenharia Químia em Iniiação Científia 1/6 ISOTERMAS DE EQUILÍBRIO PARA PAPEL ARTESANAL: INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA Mahado, G.D. 1, Luheis, R.M. 2, Motta Lima, O.C. 3 *, Sousa,
GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO GRÉ MATA NORTE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO CAMPUS MATA NORTE ESCOLA DE APLICAÇÃO PROFESSOR CHAVES LEIS DE NEWTON I
GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO GRÉ MATA NORTE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO CAMPUS MATA NORTE ESCOLA DE APLICAÇÃO PROFESSOR CHAVES LEIS DE NEWTON I ALUNO(A): Nº NAZARÉ DA MATA, DE DE 2016 1º ANO 1 2 3 4
1ª. Prova de Física 1 FCM Gabarito Valor das Questões 1ª. a) 1,0 b) 1,0 c) 0,5 2ª. 2,5...3,0 3ª. a) 0,75 b) 0,75 c) 1,00 4ª.
1ª. Prova de Física 1 FCM 0501- Gabarito 2013 Nome do Aluno Número USP Valor das Questões 1ª. a) 1,0 b) 1,0 c) 0,5 2ª. 2,5...3,0 3ª. a) 0,75 b) 0,75 c) 1,00 4ª. 2,5 Nota Nota Final Boa Prova! A prova é
ESPAÇO PARA RESPOSTA COM DESENVOLVIMENTO
Parte 2 - P2 de Física I - 2016-2 NOME: DRE Teste 1 Nota Q1 Assinatura: Questão 1 - [2,4 ponto] Dois pequenos discos (que podem ser considerados como partículas), de massas m e 2m, se deslocam sobre uma
Apresentação: Força de atrito
DEIS - ICEB - UOP Apresentação: orça de atrito ITRODUÇÃO Quando duas superfícies deslizam ou tendem a deslizar uma sobre a outra, haverá uma força de atrito. O atrito entre superfícies não lubrificadas
Forças de atrito e elástica. Física Geral e Experimental I, Eng. Civil 2018 Prof. Dr. Gustavo A. Lanfranchi
Forças de atrito e elástica Física Geral e Experimental I, Eng. Civil 2018 Prof. Dr. Gustavo A. Lanfranchi Forças de atrito e elástica O que é e quais são as propriedades da força de atrito? Do que ela
Matemática B Semi-Extensivo V. 3
GRITO Matemática Semi-Etensivo V. (, e (, M, Então: M = M = M = M = Eercícios D Substituindo em I, temos: = =. = = Então, = ( = 8 M(, (, (, M = M = 8 M = M = D Sabendo que o eio é o da abcissa e que o
INTRODUÇÃO AOS ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE
Universidade Eduardo Mondlane Curso de Engenharia Civil Hidráulia II Apontamentos das Aulas Teórias o Doente : Eng. Carlos Caupers olaboração: Eng.º Jaime Palalane Engª Mihela Paulo Maputo, 007 CAPÍTULO
ÁREA DE ESTUDO: CÓDIGO 12 Mecânica Geral; Estruturas de aço e madeira; Estruturas de concreto protendido
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS DEPARTAMENTO DE INGRESSOS/PROEN CONCURSO PÚBLICO CARREIRA DOCENTE EDITAL Nº 03/GR-IFCE/013 ÁREA DE ESTUDO:
FIS-14 Mecânica I. Ronaldo Rodrigues Pela
FIS-14 Mecânica I Ronaldo Rodrigues Pela Objetivos Entender o modelo do atrito seco em geral e em alguns casos específicos Parafuso Correias Mancais Rolamento Tópicos Introdução Parafusos Correias Mancais
CPV MARÉ/ CEASM Física I CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS Prof. Carlos
Leis de Newton II 1 Um bloco de massa m = 10kg, movimenta-se força horizontal F de intensidade de 30N. O a mesa é μ d = 0,20. Sendo g = 10m/s²,. 2 - Um bloco de massa m = 20kg, movimentase força horizontal
Plano inclinado Comitê Olímpico
Plano inclinado Comitê Olímpico 1. (Ufpe) O trabalho realizado para levantar uma caixa até uma altura h, arrastando-a sobre um plano inclinado com coeficiente de atrito e inclinação de 30 relativo à horizontal,
MAS AFINAL O QUE É A FORÇA CENTRÍFUGA?
5º DESAIO MAS AINAL O QUE É A ORÇA CENTRÍUGA? Aabámos de ver o filme relativo ao tereiro desafio proposto e, antes sequer de pensar no problema em ausa, demos por nós (e passando a expressão) a ROERMO-NOS
Física 1. 1 a prova 23/09/2017. Atenção: Leia as recomendações antes de fazer a prova.
Física 1 1 a prova 23/09/2017 Atenção: Leia as recomendações antes de fazer a prova. 1- Assine seu nome de forma LEGÍVEL na folha do cartão de respostas. 2- Leia os enunciados com atenção. 3- Analise sua
FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 06 PLANO INCLINADO
FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 06 PLANO INCLINADO P T P N θ P Como pode cair no enem? Uma máquina utiliza um carrinho para retirar carvão do interior de uma mina, puxando-o, sobre um plano inclinado, por meio
LISTA DE EXERCICIOS TRIÂNGULOS QUAISQUER. 1) Na figura ao abaixo calcule o valor da medida x. 2) No triângulo abaixo, determine as medidas x e y.
LISTA DE EXERCICIOS TRIÂNGULO RETÂNGULO 1) Um caminhão sobe uma rampa inclinada de 10º em relação ao plano horizontal. Se a rampa tem 30 m de comprimento, a quantos metros o caminhão se eleva, verticalmente
Exercícios de Aplicação do Teorema de Pitágoras
Exercícios de Aplicação do Teorema de Pitágoras Prof. a : Patrícia Caldana 1. Um terreno triangular tem frentes de 12 m e 16 m em duas ruas que formam um ângulo de 90. Quanto mede o terceiro lado desse
2. Uma escada apoiada em uma parede forma, com ela, um ângulo de 30 o. Determine o comprimento da escada, sabendo que a mesma esta a 3 m da parede:
1. Um ciclista partindo de um ponto A, percorre 21 km para o norte; a seguir, fazendo um ângulo de 90, percorre mais 28 km para leste, chegando ao ponto B. Qual a distância, em linha reta, do ponto B ao
MEDINDO ÂNGULO. Uma das dificuldades que alguns alunos demostram é fazer a relação entre graus e radianos.
MEDINDO ÂNGULO Uma das dificuldades que alguns alunos demostram é fazer a relação entre graus e radianos. Grau ( ) e radiano (rad) são diferentes unidades de medida de ângulo que podem ser relacionadas
O CORPO HUMANO E A FÍSICA
1 a fase Prova para alunos do º e 3º anos LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Esta prova destina-se exlusivamente a alunos dos o e 3º anos do ensino médio. Ela ontém trinta questões. 0) Os alunos
MECÂNICA GERAL EQUILÍBRIO TRIDIMENSIONAL DE PONTO MATERIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano EXERCÍCIOS:
MECÂNICA GERAL EXERCÍCIOS: EQUILÍBRIO TRIDIMENSIONAL DE PONTO MATERIAL Prof. Dr. Daniel Caetano 2019-1 Objetivos Exercitar os conceitos de problemas de equilíbrio de ponto material em três dimensões Material
3.Um feixe de luz laser, de comprimento de onda 400nm m, tem intensidade
1.Em um laboratório de físia, estudantes fazem um experimento em que radiação eletromagnétia de omprimento de onda λ 300 nm inide em uma plaa de sódio, provoando a emissão de elétrons. Os elétrons esapam
TÍTULO: DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE ATRITO ENTRE SUPERFÍCIES PRODUZIDAS NA IMPRESSORA 3D
TÍTULO: DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE ATRITO ENTRE SUPERFÍCIES PRODUZIDAS NA IMPRESSORA 3D CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: Engenharias INSTITUIÇÃO(ÕES): FACULDADE ENIAC
Questões. Exercícios e Problemas
Lista 7: A Terceira Lei de Newton Importante: 1. Ler os enunciados com atenção. 2. Responder a questão de forma organizada, mostrando o seu raciocínio de forma coerente. 3. Siga a estratégia para resolução
Torção Deformação por torção de um eixo circular
Torção Deformação por torção de um eixo irular Torque é um momento que tende a torer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o omprimento e o raio do eixo permaneerão
FÍSICA MODERNA. 2. (Epcar (Afa) 2016) O diagrama abaixo ilustra os níveis de energia ocupados por elétrons de um elemento químico A.
FÍSICA MODERNA 1. (Ufg 014) Em 1989, foi anuniada a realização em laboratório da assim hamada fusão a frio, um proesso de fusão nulear à temperatura ambiente realizada por meio de uma élula eletroquímia.
CONTEÚDO: Razões trigonométricas no Triangulo Retângulo e em Triângulo qualquer.
LISTA DE EXERCICIOS - ESTUDO PARA A PROVA PR1 3ºTRIMESTRE PROF. MARCELO CONTEÚDO: Razões trigonométricas no Triangulo Retângulo e em Triângulo qualquer. (seno, cosseno e tangente; lei dos senos e lei dos
Física Geral e Experimental II
Físia Geral e Experimental II Físia Moderna Material Teório Responsável pelo Conteúdo: Prof. Dr. José Agostinho Gonçalves Prof. Eduardo Landulfo Revisão Textual: Profa. Esp. Mária Ota Físia Moderna Introdução
