Controle Estatístico de Qualidade. Capítulo 14 (montgomery)
|
|
|
- Mateus de Sá Brandt
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Controle Estatístico e Qualiae Capítulo 4 (montgomery)
2 Amostragem e Aceitação Lote a Lote para Atributos Introução A Amostragem poe ser efinia como a técnica estatística usaa para o cálculo e estimativas e uma ou mais características e uma população com base na observação e uma fração essa população a amostra escolhia com esse objetivo. Estuaremos os seguintes planos e amostragem e aceitação para atributos: Amostragem única, upla, múltipla e sequencial;
3 Amostragem e Aceitação Lote a Lote para Atributos Motivação Suponha que uma inústria recebe um carregamento e um forneceor como, por exemplo, uma eterminaa matéria-prima usaa no processo e proução. Selecionano-se uma amostra e um lote, inspecionamos alguma característica a qualiae. De posse essa informação toma-se uma ecisão com relação a aceitação ou rejeição o lote Os lotes aceitos são enviaos para processamento posterior, e os lotes rejeitaos são retrabalhaos ou sucateaos. Algumas vezes enominam essa ecisão e Sentenciamento o Lote.
4 roblema a Amostragem e Aceitação Aspectos importantes:. O objetivo é eciir sobre o lote, e não estimar sua qualiae.. Não fornece qualquer forma ireta e controle e qualiae. Simplesmente aceita ou rejeita lotes. 3. Serve e ferramenta e verificação para garantir que a saía o processo esteja e acoro com as especificações.
5 Amostragem e Aceitação Lote a Lote para Atributos Diferentes Aboragens Aceitar sem inspeção Útil em situações em que o processo é muito bom (capaciae o processo 3 ou 4) ou quano há necessiae e conter espesas; Inspeção 00% -. Há inspeção e toos os itens o lote. Remove-se toas as uniaes que apresentaram efeito. Utilizaa em situações one é extremamente critico a passagem e itens efeituosos ou quano a capaciae é uviosa;
6 Amostragem e Aceitação Lote a Lote para Atributos Diferentes Aboragens Amostragem e aceitação Útil nas seguintes situações: O teste for estrutivo; Quano o custo a inspeção 00% for muito alto; Quano há muitos itens a serem inspecionaos; Quano houver bom histórico a qualiae; Quano houver sérios riscos potenciais para a creibiliae o prouto, seno necessário um programa e monitoramento contínuo.
7 Amostragem e Aceitação versus inspeção 00% Vantagens Usualmente é menos ispeniosa, pois há menos inspeção; Há menos manuseio o prouto, logo menos avarias; Aplica-se a testes estrutivos; Menos pessoas são envolvias nas ativiaes e inspeção; Em geral, reuz enormemente a quantiae e erros e inspeção; A rejeição e lotes inteiros em lugar o simples retorno e efeituosos, em geral, fornece uma motivação mais forte ao veneor em relação a melhorias na qualiae Desvantagens Há riscos e aceitação e lotes ruins e rejeição e lotes bons ; Em geral, gera-se menos informação sobre o prouto ou sobre o seu processo e manufatura; A amostragem e aceitação exige planejamento e ocumentação o proceimento e amostragem, ao contrário a inspeção 00%.
8 Tipos e lanos e Amostragem lano e Amostragem Única Selecionam-se n itens o lote e conta-se a quantiae e efeitos. Fixao o número e aceitação c, aceitamos o lote se c e rejeitamos se > c; lanos e Amostragem Dupla Toma-se a ecisão e aceitação ou rejeição, baseao em mais e uma amostra. A partir a informação a amostra inicial toma-se uma ecisão para aceitar o lote, rejeitá-lo ou extrair uma nova amostra. A informação e ambas as amostras serão combinaas para se chegar a uma ecisão; lano e Amostragem Múltipla Extensão a amostragem upla para mais e uas amostras; lano e Amostragem Sequencial - uniaes o lote são selecionaas uma e caa vez. Uma ecisão é tomaa no sentio e aceitar o lote, rejeitá-lo ou selecionar uma outra amostra
9 Formação os Lotes A maneira como o lote é formao poe influenciar na eficiência o plano e amostragem e aceitação Aspectos Importantes: Os lotes evem ser homogêneos; Lotes maiores são preferíveis a lotes menores (economicamente); Deve ser fácil o acesso ao lote para escolha os itens que irão fazer parte a amostra. As uniaes e um lote evem ser escolhias aleatoriamente, e evem ser representativas e toos os itens o lote.
10 lanos e Amostragem Única para Atributos Definição É efinio pelo tamanho amostral n e pelo número e aceitação c Exemplo Consiere o tamanho o lote N O plano amostral n 89 e c, significa que, e um lote e tamanho 0.000, inspeciona-se uma amostra aleatória e n 89 uniaes, observano-se o número e itens não-conformes ou efeituosos. Se c, o lote será aceito e se > c, o lote será rejeitao.
11 lanos e Amostragem Única para Atributos Definição Note, também, que no problema e aceitação ou rejeição e um lote a característica a qualiae é icotômica. Logo a istribuição o número e efeitos em uma amostra e n itens será Binomial (N ) e Hipergeométrica (N é finito) e p será a fração e itens efeituosos.
12 lanos e Amostragem Única para Atributos A Curva Característica e Operação (CO) Uma meia importante para o plano e amostragem e aceitação é a Curva Característica e Operação, que plota a probabiliae e aceitação o lote versus a fração e efeituosos. A curva CO mostra o poer iscriminatório o plano amostral. Assim, ao um plano amostral, a probabiliae e aceitação e um lote será obtia por c a ( c) p 0! n! ( n ) ( ) n p one ~ Binomial (n,p) e p é a fração e itens efeituosos no lote.!
13 lanos e Amostragem Única para Atributos Curva Característica e Operação Exemplo: Se a fração e efeituosos o lote é p 0,0, n 89 e c, então a ( c) 89! (0,0) 0!89! 89! + (0,0)!87! 0, (0,99) (0,99)! ! ( 89 ) + 89!!88! (0,0)! (0,0) ( 0,99) (0,99) 88 89
14 lanos e Amostragem Única para Atributos Curva Característica e Operação (CO) para n 89 e c
15 lanos e Amostragem Única para Atributos Efeitos e n e c sobre as Curvas CO Infelizmente a Curva CO Ieal quase nunca poe ser obtia na prática. Na teoria, poeria ser obtia pela inspeção 00%, se esta fosse livre e erro. A forma a curva CO ieal poe ser aproximaa aumentano o tamanho a amostra, manteno c proporcional a n.
16 lanos e Amostragem Única para Atributos Efeitos e n e c sobre as Curvas CO Os planos com menores valores e c fornecem iscriminação a níveis mais baixos a fração e efeituosos o lote o que planos com maiores valores e c.
17 lanos e Amostragem Única para Atributos A Curva CO Tipo A É utilizaa para calcular probabiliaes e aceitação em lotes e tamanho finito. Neste caso, a istribuição será Hipergeométrica. No entanto, a a poerá ser calculaa a partir a istribuição Binomial (Curva CO tipo B) em lotes, cujo N é grane.
18 Elaboração e um lano e Amostragem Única Curva CO Especificaa Suponha que esejamos construir um plano amostral, com probabiliae e aceitação - α para lotes com fração e efeituosos p, e com probabiliae e aceitação β para lotes com fração e efeituosos p. Supono que a istribuição Binomial é aequaa (N grane), temos que o tamanho e amostra n e o número e aceitação c são as soluções o sistema e equações α β c 0 c 0!! n! n! ( n ) ( n ) p! p! ( p ) ( ) n p n
19 Elaboração e um lano e Amostragem Única Curva CO Especificaa As uas equações simultâneas são não-lineares, e não possuem solução simples Os valores e n e c que são a solução esse sistema e equações são obtios através o Nomograma Binomial ( Exemplo Suponha um plano amostral para o qual: p 0.0, α0.05, p 0.06 e β0.0 A intersecção as retas que ligam (p 0.0, - α0.95) e (p 0.06 e β0.0) no nomograma, sugere que o planejamento seja n89 e c.
20
21 Inspeção e Retificação Suponha que os lotes que chegam para a ativiae e inspeção tenham fração e efeituosos p 0. Alguns esses lotes serão aceitos, e outros rejeitaos. Os lotes rejeitaos sofrerão uma varreura (Inspeção 00%), e sua fração e efeituosos final será zero. No entanto, os lotes aceitos têm fração e efeituosos p 0. Consequentemente, os lotes que saem a ativiae e inspeção são uma mistura esses lotes e a fração e efeituosos zero, e moo que a fração méia e efeituosos no conjunto será, agora, p < p 0.
22 Inspeção e Retificação Meias Importantes Qualiae e Saía Méia (QSM) - mee a qualiae no lote resultante a aplicação a inspeção e retificação, seno efinia por Exemplo: QMS a ( N n) p N Suponha N0.000, n89 e c, e que os lotes que entram sejam e qualiae p0,0, obteno a 0,9397. Logo, (0,9397)( ) QMS (0,0) 0, Note que o QMS < p
23 Inspeção e Retificação Meias Importantes Inspeção Total Méia (ITM) - mee o número méio e itens inspecionaos, evio ao uso e um programa e inspeção por retificação. Exemplo: ITM n + ( a )( N n) ITM 89 + ( 0,9397)( ) 687 Note que n < ITM < N.
24 lano e Amostragem Dupla É um proceimento no qual, sob certas circunstâncias, exige-se uma seguna amostra antes o lote ser sentenciao. O plano e amostragem Dupla é efinio por quatro parâmetros: n: tamanho a primeira amostra; c: número e aceitação a primeira amostra; n: tamanho a seguna amostra; c: número e aceitação a seguna amostra A principal vantagem e um plano e amostragem upla é que ele poe reuzir o total e inspeção exigia. Execução: observa-se o número e efeitos na ª amostra. Se que c aceita-se o lote e se > c rejeita-o. Contuo, se estiver entre c < c inspeciona-se uma ª amostra. Se ( + ) c aceita-se o lote, e se ( + ) > c rejeita-o.
25 lanos e Amostragem Dupla Exemplo: Suponha n 50, c, n 00 e c 3, teremos graficamente
26 lano e Amostragem Dupla Curva CO Um plano e amostragem Dupla é representao por 3 curvas características e operação rimária: ilustra a probabiliae e aceitação nas amostra combinaas Suplementares: ilustra a probabiliae e aceitação e rejeição o lote na a amostra.
27 lano e Amostragem Dupla CO Curva rimária A representação a CO rimária será construía a partir a probabiliae e aceitação combinaa ( a ), seno efina por one enotam a probabiliae e aceitação na a e a amostras, respectivamente. II a I a a + II a I a e ) ( ) ( ), ( ) ( )!!(! ) ( 0 0 n n c c c II a II a n c I a p p n p p n c c c p p n n c + <
28 lano e Amostragem Dupla CO Curva rimária Exemplo Consierano o plano e amostragem Dupla com n 50, c, n 00 c 3 e p 0.05 (fração e ef. o lote), temos I 50! 50 a (0,05) (0,95) 0,79!(50 )! II a II a II a a (0,05) 0 { ( ) [ ( 0) + ( ) ]} + { ( 3) ( 0) } + 0, ,00 I a II a 0,89 (0,05) ,05 0,0. Logo, temos que (0,95) 00
29 lano e Amostragem Dupla CO Curvas Secunária A representação as CO s Secunárias será: A CO referente a probabiliae e aceitação na a amostra será construía e forma iêntica ao caso o lano e Amostragem Única, através e um gráfico e vs p. A CO referente a probabiliae e rejeição na a amostra será construía a partir e um gráfico e vs p. ) ( )!!(! ) ( 0 n c I a p p n n c I a > ) ( )!!(! ) ( ) ( 0 n c I R p p n n c c I R
30 lano e Amostragem Dupla Tamanho e Amostrá Méio (TAM) TAM A fórmula geral para o tamanho amostral méio na amostragem upla, supono inspeção total a seguna amostra, é I I I I n ( a + R ) + ( n + n)( a R ) n + n( Logo, o TAM equivale ao tamanho e n somaa ao tamanho e n, poneraa pela chance e ocorrência e uma a amostra. I a I R )
31 Elaborano um lano e Amostragem Dupla Sejam (p,-α) e (p,β) os ois pontos e interesse na curva CO. Um proceimento simples que poe ser usao para obter tais planos, através o Nomograma, é restringir que n seja um múltiplo e n. Duncan (986) apresenta uma iscussão etalhaa essas técnicas. or outro lao, é possível calibrar a eficiência e um plano e amostragem upla com valores n, c, n e c, através as curvas CO rimária e Secunária.
32 lanos e Amostragem Dupla Inspeção e Retificação Inspeção e Retificação A Qualiae e Saía Méia será aa por QMS [ ] I II a ( N n ) + a ( N n n ) p N A Inspeção Total Méia será aa por ITM n + ( n + n) + N( I II a a a )
33 lanos e Amostragem Múltipla O lano e Amostragem Múltipla é uma extensão o lano e Amostragem Dupla no sentio que mais e uas amostras poem ser necessárias para o sentenciamento o Lote. O aspecto negativo a Amostragem Múltipla é a ificulae e implantação este lano. Duncan (986) apresenta uma iscussão etalhaa essa técnica.
34 lanos e Amostragem Sequencial lano e amostragem no qual são retiraas uniaes e amostra, uma a uma, inspecionaas e, com base nos resultaos, tomaa ecisão sobre a aceitação, rejeição o lote, ou inspeção e nova uniae. É baseaa no teste sequencial a razão a probabiliae (TSR) esenvolvio por Wal(947).
35 lanos e Amostragem Sequencial Operação e um plano e amostragem sequencial item a item Consierar o número acumulao e efeituosos () Construir um gráfico one, no eixo as abscissas temos o número total e itens selecionaos (n) até aquele momento, versus o número total e efeituosos (). Se os pontos plotaos permanecem entro os limites as retas e aceitação e rejeição, outra amostra eve ser retiraa. Tão logo um ponto caia sobre ou acima a linha superior, o lote é rejeitao. Se o ponto cair sobre ou abaixo a linha inferior, o lote é aceito.
36
37 lanos e Amostragem Sequencial Equações para as uas retas limite para valores especificaos e (p, -α) e (p, β) são X A h + sn (reta e aceitação) one, h h X R h + α log / k β β log / k α sn (reta e rejeição) k log s log p p ( ( p p ) ) [( p ) ( p )]/ k
38 lanos e Amostragem Sequencial Exemplo: Construa as equações e aceitação e rejeição, consierano p 0.0, α 0.05, p 0.06 e β ( 0.0) k log 0.0( 0.06) s log [( 0.0) ( 0.06) ]/ h h 0.05 log log 0.05 / k / k,,57 X A, + 0, 08n X R,57 + 0, 08n
39 lanos e Amostragem Sequencial Observações: Os números e aceitação (X A ) e rejeição (X B ) tem que ser inteiros. X A é o inteiro mais próximo menor ou igual. X R é o inteiro mais próximo maior ou igual. Assim, para n45, temos que X A X R, + 0,08(45) 0,04,57 + 0,08(45),83 0,00 3,00 Note que o lote poe não ser aceito a não ser que, pelo menos, n44 uniaes tenham sio testaas (X A < 0).
40 Exemplo Desenhe a curva CO tipo B para o plano e amostragem única n50, c.
41 Exemplo Desenhe as curvas primária e suplementares para um plano e amostragem upla com n 50, c, n 00 e c 6. Se os lotes que entram têm uma fração e não-conformes p0,05, qual a probabiliae e aceitação na º amostra? Qual a probabiliae e aceitação final? Calcule a probabiliae e rejeição na primeira amostra?
42 Exemplo Deuza um plano e amostragem sequencial item a item para o qual p 0,0, α0,05, p 0,0 eβ0,0.
CE219 - Controle Estatístico de Qualidade
CE219 - Controle Estatístico de Qualidade Cesar Augusto Taconeli 06 de junho, 2017 Cesar Augusto Taconeli CE219 - Controle Estatístico de Qualidade 06 de junho, 2017 1 / 29 Aula 9 - Amostragem de aceitação
Na sala e computaores Preparação Divia os alunos em uplas e se achar pertinente, peça para levar lápis e papel para anotações. Requerimentos técnicos
Guia o Professor Móulo IV Ativiae - Fazeno um Plano e Vôo Apresentação: Nesta ativiae será proposto que o aluno faça um plano e vôo observano certas regras. Para isso, será preciso calcular a istância
Professor Mauricio Lutz AMOSTRAGEM
1 AMOSTRAGEM 1)Conceitos em amostragem Inferência estatística é o processo e obter informação sobre uma população a partir e resultaos observaos na amostra. Amostragem é o processo e retiraa os n elementos
Inspeção de Qualidade
Inspeção de Qualidade Roteiro 1. Inspeção para Aceitação 2. Planos de Amostragem Simples 3. Determinação Plano de Amostragem 4. Inspeção Retificadora 5. Plano de Amostragem Dupla 6. Referências Inspeção
Aula 7- Metodologia de verificação da segurança do EC7 para estruturas de suporte rígidas. Aplicações.
Aula 7- Metoologia e verificação a segurança o EC7 para estruturas e suporte rígias. Aplicações. Paulo Coelho - FCTUC Mestrao em Engª. Civil - Construções Civis ESTG/IPLeiria Verificação a Segurança: M.
LISTA3 - PROCESSOS ESTOCÁSTICOS (CE 211) Prof. Benito Olivares Aguilera 2 o Sem./ 2009
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPTO. DE ESTATÍSTICA LISTA3 - PROCESSOS ESTOCÁSTICOS (CE ) Prof. Benito Olivares Aguilera o Sem./ 9. Suponha que o último censo inica que as pessoas
LAN 2740 INSPEÇÃO DA QUALIDADE. Inspeção para aceitação Planos de amostragem
LAN 2740 INSPEÇÃO DA QUALIDADE Inspeção para aceitação Planos de amostragem INSPEÇÃO DA QUALIDADE Em um processo produtivo, a inspeção da qualidade pode ser efetuada em diversos estágios: recepção de matéria-prima
LIMITES. Para iniciarmos o estudo de limites, analisemos os seguintes exemplos de sucessões numéricas:
LIMITES O esenvolvimento o cálculo foi estimulao por ois problemas geométricos: achar as áreas e regiões planas e as retas tangentes à curva. Esses problemas requerem um processo e limite para sua solução.
QUESTÕES COMENTADAS DE MECÂNICA
QUESTÕES COMENTDS DE MECÂNIC Prof. Inácio Benvegnú Morsch CEMCOM Depto. Eng. Civil UFGS ) Calcule as reações em para a viga isostática representaa na figura () kn/m,5 m Solução: Este cálculo fica simplificao
SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA
81 1 SOLENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOLENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores, ou por uma única espira são, para efeitos práticos, bastante fracos. Uma forma e se prouzir campos magnéticos
III Corpos rígidos e sistemas equivalentes de forças
III Corpos rígios e sistemas equivalentes e forças Nem sempre é possível consierar toos os corpos como partículas. Em muitos casos, as imensões os corpos influenciam os resultaos e everão ser tias em conta.
DIFERENÇA DE POTENCIAL. d figura 1
DIFERENÇ DE POTENCIL 1. Trabalho realizao por uma força. Consieremos uma força ue atua sobre um objeto em repouso sobre uma superfície horizontal como mostrao na figura 1. kx Esta força esloca o objeto
Aula 1- Distâncias Astronômicas
Aula - Distâncias Astronômicas Área 2, Aula Alexei Machao Müller, Maria e Fátima Oliveira Saraiva & Kepler e Souza Oliveira Filho Ilustração e uma meição e istância a Terra (à ireita) à Lua (à esquera),
Força Elétrica. Sabendo que o valor de m 1 é de 30 g e que a aceleraçăo da gravidade local é de 10 m/s 2, determine a massa m 2
Força Elétrica 1. (Ueg 01) Duas partículas e massas m 1 e m estăo presas a uma haste retilínea que, por sua vez, está presa, a partir e seu ponto méio, a um fio inextensível, formano uma balança em equilíbrio.
Engenharia da Qualidade. Unidade 3 Inspeção por Amostragem para Aceitação Prof. Luciana Rosa Leite
Engenharia da Qualidade Unidade 3 Inspeção por Amostragem para Aceitação Prof. Luciana Rosa Leite Conteúdo da Unidade 3.1 Inspeção da Qualidade 3.2 Riscos e parâmetros 3.3 Tipos de amostragem 3.4 Planos
Uma breve introdução ao estudo de equações diferenciais 1
Uma breve introução ao estuo e equações iferenciais 1 2 Pero Fernanes Este texto tem o objetivo e apresentar os métoos e resolução os moelos mais básicos e equações iferenciais. A ieia é fornecer um treinamento
Centro de Estudos Gilberto Gualberto Ancorando a sua aprendizagem Em um plano, munido do sistema Questão 01 - (UECE/2017)
Em um plano, munio o sistema Questão 01 - (UECE/017) e coorenaas cartesianas usual, as equações x y + 6 = 0 e x + 4y 1 = 0 representam uas retas concorrentes. A meia a área a região limitaa por essas retas
CAPÍTULO 6 CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS PLANOS DE AMOSTRAGEM
CAPÍTULO 6 CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS PLANOS DE AMOSTRAGEM A CCO define para cada plano de amostragem: a probabilidade de aceitação do lote (P) que tem uma qualidade p em porcentagem defeituosa, e
a prova de Matemática da FUVEST 2ª fase
a prova e Matemática a FUVEST ª fase - 00 Matemática QUESTÃO 0 QUESTÃO 0 A iferença entre ois números inteiros positivos é 0. Ao multiplicar um pelo outro, um estuante cometeu um engano, teno iminuío em
SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 01 Circuitos Magnéticos
SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Aula 01 Circuitos Magnéticos Tópicos a Aula e oje Proução e campo magnético a partir e corrente elétrica Lei circuital e Ampère Intensiae e campo magnético ()
INSPEÇÃO DA QUALIDADE. Ghislaine Miranda Bonduelle
INSPEÇÃO DA QUALIDADE Ghislaine Miranda Bonduelle INSPEÇÃO DA QUALIDADE È O PROCESSO DE VERIFICAÇÃO DE LOTES OU AMOSTRAS A FIM DE DETERMINAR SE A QUALIDADE DO PRODUTO ATENDE ÀS ESPECIFICAÇÕES Inspeção
Prof. André Motta - A) 3s; 10 m/s; 20 m/s B) 3s; 15 m/s; 30 m/s C) 6s; 10 m/s; 20 m/s D) 6s; 20 m/s; 40 m/s
Simulao 1 Física AFA/EFOMM 1- A face inferior e uma camaa e nuvens é plana e horizontal. Um rojão estoura entre o solo e a camaa e nuvens. Uma pessoa situaa na mesma vertical e junto ao solo vê o clarão
SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA
EETROMAGNETSMO 105 1 SOENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores ou por uma única espira são bastante fracos para efeitos práticos. Assim, uma forma e se conseguir
8- Controlador PID. PID = Proporcional + Integral + Derivativo
Controlaor PID 154 8- Controlaor PID PID = Proporcional + Integral + Derivativo É interessante assinalar que mais a metae os controlaores inustriais em uso nos ias atuais utiliza estratégias e controle
Mais derivadas. g(x)f (x) f(x)g (x) g(x) 2 cf(x), com c R cf (x) x r, com r R. rx r 1
Universiae e Brasília Departamento e Matemática Cálculo 1 Mais erivaas Neste teto vamos apresentar mais alguns eemplos importantes e funções eriváveis. Até o momento, temos a seguinte tabela e erivaas:
CÁLCULO I. 1 Regras de Derivação. Objetivos da Aula. Aula n o 12: Regras de Derivação. Apresentar e aplicar as regras operacionais de derivação;
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. Anré Almeia Prof. Eilson Neri Júnior Aula n o 2: Regras e Derivação Objetivos a Aula Apresentar e aplicar as regras operacionais e erivação; Derivar funções utilizano
Lista 9. Ernesto Massaroppi Junior e João Lirani
Lista 9 1) Deseja-se unir uma polia e aço funio (GS), que transmite um momento e torção constante e 0 [kgf.cm], a um eixo e aço ABNT 1040 com 50 [mm]. Dimensione a união supono-a feita por meio e pino
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUANAS DEARTAENTO DE GESTÃO E ECONOIA ACROECONOIA II Licenciaturas: Economia, Gestão 1º A/2º S CADERNO EXERCÍCIOS Nº 4 oelo IS/L Docentes:
Introdução às Ciências Físicas Módulo 1 Aula 1
Prática 1 As ativiaes experimentais escritas a seguir foram elaoraas com a finaliae e esenvolver sua capaciae e propor moelos para escrever fenômenos naturais. Experimento 1 Propagação a luz num meio homogêneo
COMEDOUROS PARA SUÍNOS EM CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO
ISSN 0100-8862 Empresa Brasileira e Pesquisa Agropecuária Centro Nacional e Pesquisa e Suínos e Aves Ministerio a Agricultura e o Abastecimento Caixa Postal 21, 89700-000, Concória, SC Telefone: (49) 442-8555,
10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA
10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10.1 INTRODUÇÃO A armaura posicionaa na região comprimia e uma viga poe ser imensionaa a fim e se reuzir a altura e uma viga, caso seja necessário.
Força elétrica e campo elétrico Prof. Caio
1. (Fuvest) Os centros e quatro esferas iênticas, I, II, III e IV, com istribuições uniformes e carga, formam um quarao. Um feixe e elétrons penetra na região elimitaa por esse quarao, pelo ponto equiistante
CÁLCULO I. 1 Regras de Derivação. Objetivos da Aula. Aula n o 12: Regras de Derivação. Apresentar e aplicar as regras operacionais de derivação;
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. Anré Almeia Prof. Eilson Neri Júnior Prof. Emerson Veiga Prof. Tiago Coelho Aula n o : Regras e Derivação Objetivos a Aula Apresentar e aplicar as regras operacionais
Sistemas lineares. x,..., x são as incógnitas; 1 Introdução
Sistemas lineares Vamos pensar na seguinte situação-problema: Um terreno e 8000 m² eve ser iviio em ois lotes. O lote maior everá ter 000 m² a mais que o lote menor. Vamos calcular a área que caa lote
Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.
Matemática Aula: 07 e 08/10 Prof. Pero Souza UMA PARCERIA Visite o Portal os Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistaeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO
A Regra da Cadeia. 14 de novembro de u(x) = sen x. v(x) = cos x. w(x) = x 5
A Regra a Caeia 4 e novembro e 0. As operações algébricas entre funções (soma, prouto, etc) fornecem uma grane iversiae e novas funções para os iferentes casos que vimos até agora. Porém, existe uma outra
Emprego de Análise em Multiresolução para Mosaicagem de Imagens de Sensoriamento Remoto
Emprego e Análise em Multiresolução para Mosaicagem e Imagens e Sensoriamento Remoto Vantier Veronezi Bagli Divisão e Processamento e Imagens Instituto Nacional e Pesquisas Espaciais São José os Campos
Integral de Linha e Triedro de Frenet
Cálculo III Departamento e Matemática - ICEx - UFMG Marcelo Terra Cunha Integral e Linha e Triero e Frenet Na aula anterior iniciamos o estuo as curvas parametrizaas. Em particular, interpretamos a erivaa
Caracterização de povoamentos Variáveis dendrométricas da árvore (continuação)
Caracterização e povoamentos Variáveis enrométricas a árvore (continuação) FORMA Forma Equação a parábola orinária 5 0 5 y = i/ 0 0 0 0 30 y b x -5 com b real -0-5 x = i Forma Família as parábolas generalizaas
Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Física. Referências bibliográficas: H S T.
Universiae eeral o Paraná Setor e Ciências Eatas Departamento e ísica ísica III Prof. Dr. Ricaro Luiz Viana Referências bibliográficas: H. -4 S. -5 T. 18- Aula Lei e Coulomb Charles Augustin e Coulomb
Aula 18. Carlos Amaral Fonte: Cristiano Quevedo Andrea
Aula 8 Carlos Amaral Fonte: Cristiano Queveo Anrea UTFPR - Universiae Tecnológica Feeral o Paraná DAELT - Departamento Acaêmico e Eletrotécnica Curitiba, Junho e Comparação entre técnicas e controle Técnica
PROVA de FÍSICA MÓDULO II do PISM ( ) QUESTÕES OBJETIVAS. 09. Leia, com atenção:
PROVA e FÍSIA MÓDUO II o PISM (2004-2006) QUESTÕES OBJETIVAS 09. eia, com atenção: Use, se necessário: Aceleração gravitacional g = 0 m/s 2 Densiae a água = 000 kg/m alor latente e vaporização a água =
DIMENSIONAMENTO DAS ARMADURAS LONGITUDINAIS DE VIGAS DE SEÇÃO RETANGULAR
DIMENSIONAMENTO DAS ARMADURAS LONGITUDINAIS DE VIGAS DE SEÇÃO RETANGULAR Prof. Henrique Innecco Longo e-mail [email protected] LN ε cu l α c f c C h M A S ε s b T Departamento e Estruturas Escola
Ficha de Trabalho de Matemática do 8º ano Soluções da ficha de preparação para a ficha de avaliação de Matemática Lições nº,, = 1 10
Escola Secunária com ºCEB e Lousaa Ficha e Trabalho e Matemática o 8º ano 00 Soluções a ficha e preparação para a ficha e avaliação e Matemática Lições nº,, Resolve caa uma as equações seguintes: 4 5 Resposta:
AULA 04 Teste de hipótese
1 AULA 04 Teste de hipótese Ernesto F. L. Amaral 03 de outubro de 2013 Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais (CPEQS) Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) Universidade Federal
3.8 O Teorema da divergência ou Teorema de Gauss
144 CAPÍTULO 3. INTEGRAI DE UPERFÍCIE 3.8 O Teorema a ivergência ou Teorema e Gauss O Teorema e tokes relaciona uma integral e superfície com uma e linha ao longo o boro a superfície. O Teorema e Gauss
## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## , determine t 1 3. Isolando o vetor t : Temos o vetor t procurado!
## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## LISTA DE EXERCÍCIOS Operações com Vetores na Forma Algébrica [Analítica] no R [página 7] 5) Daos os vetores u i j Inicialmente, antes e substituir
Ensaios sobre Estimação em Pequenos Domínios no INE
Ensaios sobre Estimação em Pequenos Domínios no INE Aplicação o Estimaor EBLUP e o Estimaor sintético a regressão no Inquérito ao Emprego Pero Campos 1,2, Luís Correia 1, Paula Marques 1, Jorge M. Menes
FACENS FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA
FAENS FAULDADE DE ENGENHARIA DE SOROABA TEORIA DAS ESTRUTURAS Deslocamentos em Estruturas Lineares O Princípio os Trabalhos Virtuais Prof. JOSÉ LUIZ F. e ARRUDA SERRA SUÁRIO 01. O Princípio os trabalhos
AULA 05 Teste de Hipótese
1 AULA 05 Teste de Hipótese Ernesto F. L. Amaral 03 de setembro de 2012 Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução
PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 1. Inspeção por Amostragem
PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 1 Inspeção por Amostragem PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 2 UM EXEMPLO SIMPLES Caixas com 10 bolas coloridas 10 PRETAS 9 PRETAS 1 BRANCA 8 PRETAS 1 BRANCA A B C 7 PRETAS 3
FIG. 16 Esforços de tração na madeira. Fonte: RITTER (1990) apud CALIL JÚNIOR & BARALDI (1998)
3. TRÇÃO 3.1. ITRODUÇÃO Conorme a ireção e aplicação o esorço e tração, em relação às ibras a maeira, poe-se ter a maeira submetia à tração paralela ou à tração normal, como se apresenta na igura 16. Do
A) tecido nervoso substância cinzenta. B) tecido nervoso substância branca. C) hemácias. D) tecido conjuntivo. E) tecido adiposo.
1. No gráfico abaixo, mostra-se como variou o valor o ólar, em relação ao real, entre o final e 2001 e o início e 2005. Por exemplo, em janeiro e 2002, um ólar valia cerca e R$2,40. Durante esse períoo,
Professora: Engª Civil Silvia Romfim
Proessora: Engª Civil Silvia Romim LIGAÇÕES EM ESTRUTURAS DE MADEIRA Generaliaes Ligações com pinos metálicos Ligações com cavilhas Ligações com pregos Ligações com parausos LIGAÇÕES GENERALIDADES Devio
APLICAÇÕES DA TRIGONOMETRIA ESFÉRICA NA CARTOGRAFIA E NA ASTRONOMIA
APLICAÇÕES DA TRIGONOMETRIA ESFÉRICA NA CARTOGRAFIA E NA ASTRONOMIA Aplica-se a trigonometria esférica na resolução e muitos problemas e cartografia, principalmente naqueles em que a forma a Terra é consieraa
