III Corpos rígidos e sistemas equivalentes de forças

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "III Corpos rígidos e sistemas equivalentes de forças"

Transcrição

1 III Corpos rígios e sistemas equivalentes e forças Nem sempre é possível consierar toos os corpos como partículas. Em muitos casos, as imensões os corpos influenciam os resultaos e everão ser tias em conta. maioria os corpos poem ser consieraos rígios, isto é, não se eformam quano sujeitos à acção e forças. Na realiae, toos os corpos sofrem eformações, mas estas são pequenas quano comparaas com as imensões o corpo e poem ser ignoraas para efeito e equilíbrio ou movimento o corpo. Em resistência os materiais e em estruturas, o cálculo estas eformações é muito importante para eterminar os esforços a que este corpo está sujeito e o seu ponto e rotura Noção e forças exteriores orças exteriores representam a acção e outros corpos sobre o corpo rígio em análise. Estas forças são inteiramente responsáveis sobre o comportamento externo o corpo rígio. Conicionam o seu movimento ou a sua permanência em repouso. orças interiores são aquelas que mantêm unias as iferentes partículas que constituem o corpo rígio. Se o corpo rígio é estruturalmente composto por várias partes, as forças e ligação entre elas são também efinias como forças interiores. Para ilustrar, consiere um carrinho sobre um piso horizontal puxao por um cabo Diagrama espacial R 1 g R Diagrama e corpo livre III-1

2 s forças exteriores são o peso ou força gravítica, as reacções o piso nas roas e a força exercia pelo cabo. força gravítica anula-se com as reacções o piso e a força causa o movimento. Como o carrinho urante o movimento mantém a sua orientação original, o movimento é e translacção. Um macaco hiráulico colocao sob um os eixos o carrinho iria causar um movimento e rotação. acção e forças exteriores num corpo rígio, poe na ausência e oposição, causar um movimento e rotação ou translacção. 3.. Principio a transmissibiliae O princípio a transmissibiliae estabelece que as conições e equilíbrio e um corpo rígio permanecem inalteraas se a força, aplicaa num corpo rígio, for substituía por uma força ' com a mesma intensiae, a mesma irecção e o mesmo sentio, aplicaa num outro ponto, ese que estas uas forças tenham a mesma linha e acção orças equivalentes orças que respeitem o princípio a transmissibiliae, são consieraas forças equivalentes. Contuo para a análise os esforços internos, os efeitos são iferentes. III-

3 mbas as barras estão em equilibro, pois as forças anulam-se. Contuo os esforços internos são iferentes. No âmbito a resistência os materiais, as eformações sofrias pelas barras são iferentes Momento e uma força em relação a um ponto Consiere uma força que actua num corpo rígio. Uma força é representaa por um vector que efine a sua intensiae, irecção e sentio. Contuo, o efeito a força no corpo rígio epene também o seu ponto e aplicação. O r θ posição o ponto e aplicação é efinia pelo vector posição r, com origem no ponto fixo e referência O. O momento e uma força efine-se como o prouto externo e r por = r e trauz o efeito e rotação em torno o ponto O que a força provoca no corpo rígio. De acoro com a efinição e prouto externo, o vector momento é normal ao plano que contém os vectores r e e o seu sentio é ao pela regra a mão ireita. intensiae o vector é aa por = r sin( θ ) = seno: M = r O t III-3

4 θ ângulo formao entre os vectores r e braço o momento No sistema internacional (SI), one a força é expressa em Newtons (N) e a istância em metros (m), o momento e uma força é expresso em Newton.metro (N.m) Teorema e Varignon proprieae istributiva o prouto externo e vectores poe ser utilizaa para eterminar o momento a resultante e várias forças concorrentes (forças aplicaas no mesmo ponto). r ( ) = r 1 + r +... O momento em relação a um ao ponto O a resultante e várias forças concorrentes é igual à soma os momentos as iversas forças em relação ao mesmo ponto O. 1 r Momento e um binário Duas forças com a mesma intensiae, linhas e acção paralelas e sentios opostos formam um binário. soma estas uas forças é zero, logo não prouzem efeito e translacção, mas prouzem efeito e rotação porque a soma os momentos estas uas forças em relação a um ponto qualquer O não é zero. III-4

5 soma os momentos prouzios pelas uas forças em relação a um ponto O é: r + r = r r Como r r = r, logo M = r ( ) ( ) O vector M é enominao momento o binário, é um vector normal ao plano que contém as uas forças com intensiae M = r sin θ ( ) = b em que é a istância entre as linhas e acção as forças e -. O sentio e M é efinio pela regra a mão ireita r r r O 3.7. inários equivalentes Da efinição e momento e um binário conclui-se que ois binários, um formao por uas forças 1 e - 1, e o outro por uas forças e -, têm momentos iguais se 1 1 = e se os ois binários se situarem no mesmo plano ou em planos paralelos e tiverem o mesmo sentio. III-5

EQUILÍBRIO DA ALAVANCA

EQUILÍBRIO DA ALAVANCA EQUILÍBRIO DA ALAVANCA INTRODUÇÃO A Alavanca é uma as máquinas mais simples estuaas na Grécia antiga. Ela consiste e uma barra rígia que gira em torno e um ponto fixo enominao fulcro. A balança e ois braços

Leia mais

Forças exteriores representam a acção de outros corpos sobre o corpo rígido em análise.

Forças exteriores representam a acção de outros corpos sobre o corpo rígido em análise. 1. Corpos Rígidos Nesta secção será feito o estudo de forças aplicadas a um corpo rígido. Estudar-se-á a substituição de um dado sistema de forças por um sistema de forças equivalente mais simples, cálculo

Leia mais

Módulo V Força e Campo Elétrico

Módulo V Força e Campo Elétrico Móulo V Clauia Regina Campos e Carvalho Móulo V orça e Campo létrico orça létrica: As interações, e atração ou e repulsão, entre corpos carregaos positiva ou negativamente são forças e natureza elétrica

Leia mais

Leis de Newton. 1.1 Sistemas de inércia

Leis de Newton. 1.1 Sistemas de inércia Capítulo Leis e Newton. Sistemas e inércia Supomos a existência e sistemas e referência, os sistemas e inércia, nos quais as leis e Newton são válias. Um sistema e inércia é um sistema em relação ao qual

Leia mais

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA 81 1 SOLENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOLENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores, ou por uma única espira são, para efeitos práticos, bastante fracos. Uma forma e se prouzir campos magnéticos

Leia mais

Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Física. Referências bibliográficas: H S T.

Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Física. Referências bibliográficas: H S T. Universiae eeral o Paraná Setor e Ciências Eatas Departamento e ísica ísica III Prof. Dr. Ricaro Luiz Viana Referências bibliográficas: H. -4 S. -5 T. 18- Aula Lei e Coulomb Charles Augustin e Coulomb

Leia mais

Forças exteriores representam a acção de outros corpos sobre o corpo rígido em análise.

Forças exteriores representam a acção de outros corpos sobre o corpo rígido em análise. Nesta secção será feito o estudo de forças aplicadas a um corpo rígido. Estudar-se-á a substituição de um dado sistema de forças por um sistema de forças equivalente mais simples, cálculo de produtos externos

Leia mais

Lista de Exercícios de Cálculo 3 Segunda Semana - 01/2016

Lista de Exercícios de Cálculo 3 Segunda Semana - 01/2016 Lista e Exercícios e Cálculo 3 Seguna Semana - 01/2016 Parte A 1. Se l tem equações paramétricas x = 5 3t, y = 2 + t, z = 1 + 9t, ache as equações paramétricas a reta que passa por P ( 6, 4, 3) e é paralela

Leia mais

Física II. Lei de Gauss

Física II. Lei de Gauss Física II 1) Três cargas Q 1 =5µC, Q 2 =-80µC e Q 3 = 10 µc estão ispostas em triângulo. Q 1 está a 50cm e Q 2 (seguno o eixo os xx ) e Q 3 está a 30cm e Q 1 e a 40cm e Q 2 no sentio positivo o eixo yy.

Leia mais

Modulo 5 Lei de Stevin

Modulo 5 Lei de Stevin Moulo 5 Lei e Stevin Simon Stevin foi um físico e matemático belga que concentrou suas pesquisas nos campos a estática e a hirostática, no final o século 16, e esenvolveu estuos também no campo a geometria

Leia mais

QUESTÕES PROPOSTAS RESOLUÇÃO POR ETAPAS

QUESTÕES PROPOSTAS RESOLUÇÃO POR ETAPAS Fisica 1.. C Da Terra à Lua Pág. 30A 4.1. (C) As forças»f 1 e»f têm sentios contrários. 4.. (B) O bloco terá nas uas situações movimento uniformemente acelerao. Na situação A, como as forças têm o mesmo

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos P.44 Daos: 5 6 C; $ B 4 J Da expressão o trabalho a força elétrica: $ B ( B ) 4 5 6 ( B ) B 5 4 6 Esse resultao inica ue B. B P.45 Se os potenciais e e B valem, respectivamente, 5 e, em relação a um certo

Leia mais

A maioria dos corpos podem ser considerados rígidos, isto é, não se deformam quando sujeitos à acção de forças.

A maioria dos corpos podem ser considerados rígidos, isto é, não se deformam quando sujeitos à acção de forças. CAPÍTULO 3 CORPOS RÍGIDOS E SISTEMAS EQUIVALENTES DE FORÇAS Nem sempre é possível considerar todos os corpos como partículas. Em muitos casos, as dimensões dos corpos influenciam os resultados e deverão

Leia mais

DIFERENÇA DE POTENCIAL. d figura 1

DIFERENÇA DE POTENCIAL. d figura 1 DIFERENÇ DE POTENCIL 1. Trabalho realizao por uma força. Consieremos uma força ue atua sobre um objeto em repouso sobre uma superfície horizontal como mostrao na figura 1. kx Esta força esloca o objeto

Leia mais

Força Elétrica. Sabendo que o valor de m 1 é de 30 g e que a aceleraçăo da gravidade local é de 10 m/s 2, determine a massa m 2

Força Elétrica. Sabendo que o valor de m 1 é de 30 g e que a aceleraçăo da gravidade local é de 10 m/s 2, determine a massa m 2 Força Elétrica 1. (Ueg 01) Duas partículas e massas m 1 e m estăo presas a uma haste retilínea que, por sua vez, está presa, a partir e seu ponto méio, a um fio inextensível, formano uma balança em equilíbrio.

Leia mais

Trabalho de uma carga elétrica 2017

Trabalho de uma carga elétrica 2017 Trabalho e uma carga elétrica 017 1. (Uem 016) Uma molécula é formaa por ois íons, um positivo e outro negativo, separaos 10 por uma istância e 3,00 10 m. Os móulos a carga elétrica o íon positivo e o

Leia mais

QUESTÕES COMENTADAS DE MECÂNICA

QUESTÕES COMENTADAS DE MECÂNICA QUESTÕES COMENTDS DE MECÂNIC Prof. Inácio Benvegnú Morsch CEMCOM Depto. Eng. Civil UFGS ) Calcule as reações em para a viga isostática representaa na figura () kn/m,5 m Solução: Este cálculo fica simplificao

Leia mais

Resoluções dos testes propostos

Resoluções dos testes propostos os funamentos a física 3 Uniae A Resoluções os testes propostos 1 T.56 Resposta: a I. Correta. A força elétrica tem a ireção o vetor campo elétrico, que é tangente à linha e força no ponto consierao. II.

Leia mais

Exercícios propostos

Exercícios propostos Os funamentos a Física Volume 3 1 Capítulo 3 Trabalho e potencial elétrico P.44 Daos: 5 1 6 C; $ B 1 4 J Da expressão o trabalho a força elétrica: $ B (V V B ) 1 4 5 1 6 (V V B ) V V B 1 5 1 4 6 Esse resultao

Leia mais

APLICAÇÕES DA TRIGONOMETRIA ESFÉRICA NA CARTOGRAFIA E NA ASTRONOMIA

APLICAÇÕES DA TRIGONOMETRIA ESFÉRICA NA CARTOGRAFIA E NA ASTRONOMIA APLICAÇÕES DA TRIGONOMETRIA ESFÉRICA NA CARTOGRAFIA E NA ASTRONOMIA Aplica-se a trigonometria esférica na resolução e muitos problemas e cartografia, principalmente naqueles em que a forma a Terra é consieraa

Leia mais

Prof. André Motta - A) 3s; 10 m/s; 20 m/s B) 3s; 15 m/s; 30 m/s C) 6s; 10 m/s; 20 m/s D) 6s; 20 m/s; 40 m/s

Prof. André Motta - A) 3s; 10 m/s; 20 m/s B) 3s; 15 m/s; 30 m/s C) 6s; 10 m/s; 20 m/s D) 6s; 20 m/s; 40 m/s Simulao 1 Física AFA/EFOMM 1- A face inferior e uma camaa e nuvens é plana e horizontal. Um rojão estoura entre o solo e a camaa e nuvens. Uma pessoa situaa na mesma vertical e junto ao solo vê o clarão

Leia mais

Aula 7- Metodologia de verificação da segurança do EC7 para estruturas de suporte rígidas. Aplicações.

Aula 7- Metodologia de verificação da segurança do EC7 para estruturas de suporte rígidas. Aplicações. Aula 7- Metoologia e verificação a segurança o EC7 para estruturas e suporte rígias. Aplicações. Paulo Coelho - FCTUC Mestrao em Engª. Civil - Construções Civis ESTG/IPLeiria Verificação a Segurança: M.

Leia mais

TD DE FÍSICA 2 Resolucões das Questões de Potencial elétrico e Trabalho da Força Elétrica PROF.: João Vitor

TD DE FÍSICA 2 Resolucões das Questões de Potencial elétrico e Trabalho da Força Elétrica PROF.: João Vitor TD DE ÍSICA 2 esolucões as Questões e Potencial elétrico e Trabalho a orça Elétrica PO.: João Vitor esposta a questão 1: [I] Correta. Se não fosse uma superfície equipotencial, haveria movimento e cargas,

Leia mais

## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## , determine t 1 3. Isolando o vetor t : Temos o vetor t procurado!

## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## , determine t 1 3. Isolando o vetor t : Temos o vetor t procurado! ## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## LISTA DE EXERCÍCIOS Operações com Vetores na Forma Algébrica [Analítica] no R [página 7] 5) Daos os vetores u i j Inicialmente, antes e substituir

Leia mais

CURSO APOIO FÍSICA RESOLUÇÃO 20 /

CURSO APOIO FÍSICA RESOLUÇÃO 20 / FÍSICA CURSO APOIO 0. Um veículo trafega por uma avenia retilínea e o gráfico mostra a variação o móulo e sua velociae, em função o tempo, em três trechos. Os intervalos e tempo ecorrios em caa um os trechos

Leia mais

PROVA de FÍSICA MÓDULO II do PISM ( ) QUESTÕES OBJETIVAS. 09. Leia, com atenção:

PROVA de FÍSICA MÓDULO II do PISM ( ) QUESTÕES OBJETIVAS. 09. Leia, com atenção: PROVA e FÍSIA MÓDUO II o PISM (2004-2006) QUESTÕES OBJETIVAS 09. eia, com atenção: Use, se necessário: Aceleração gravitacional g = 0 m/s 2 Densiae a água = 000 kg/m alor latente e vaporização a água =

Leia mais

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico Móulo III Clauia Regina Campos e Carvalho Móulo III Carga létrica, orça e Campo létrico Carga létrica: Denomina-se carga elétrica a proprieae inerente a eterminaas partículas elementares, que proporciona

Leia mais

Introdução à Termologia

Introdução à Termologia Introução à Termoloia Termoloia é a parte a Física que estua a eneria térmica. Definições importantes: Eneria interna: É a soma as enerias cinéticas as moléculas e um corpo. Calor (eneria térmica: É a

Leia mais

FACULDADES OSWALDO CRUZ ESCOLA SUPERIOR DE QUIMICA

FACULDADES OSWALDO CRUZ ESCOLA SUPERIOR DE QUIMICA AULDADS OSWALDO RUZ SOLA SUPRIOR D UIMIA letrostática 0 Alternativa É uantizaa porue só aparece em múltiplos inteiros a carga elementar: n e 0 Alternativa c n e, 0 n,6 0 n, 0 n 0 5 elétrons 6 0 omo 0,

Leia mais

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA EETROMAGNETSMO 105 1 SOENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores ou por uma única espira são bastante fracos para efeitos práticos. Assim, uma forma e se conseguir

Leia mais

Aula 02. Assunto: Vetores Hidrostática Dilatação Térmica Força Elétrica

Aula 02. Assunto: Vetores Hidrostática Dilatação Térmica Força Elétrica Aula 0 Assunto: Vetores Hirostática Dilatação Térmica orça Elétrica 1. (UC-96) As figuras a e b, abaixo, inicam, caa uma elas, uas caminhaas sucessivas e 0m e comprimento, realizaas sobre uma superfície

Leia mais

CAPÍTULO 05: Dimensionamento: Estados Limites Últimos

CAPÍTULO 05: Dimensionamento: Estados Limites Últimos Capítulo 5 - Dimensionamento: Estaos Limites Últimos 81 CAPÍTULO 05: Dimensionamento: Estaos Limites Últimos Seguno a NBR 7190/97, cujas prescrições estão embasaas no Métoo os Estaos Limites, para que

Leia mais

que Q = 10-6 C e d = 0,3m. O meio é o vácuo. É 9.10 9 2

que Q = 10-6 C e d = 0,3m. O meio é o vácuo. É 9.10 9 2 FÍSI - ELETRIIDDE - TRLH E PTENIL S RESPSTS ESTÃ N FINL DS EXERÍIS. 1. Uma carga elétrica puntiforme = 1µ é transportaa e um ponto até um ponto e um nos casos a e b inicaos. mita, em caa caso, 6. Determine

Leia mais

Força elétrica e campo elétrico Prof. Caio

Força elétrica e campo elétrico Prof. Caio 1. (Fuvest) Os centros e quatro esferas iênticas, I, II, III e IV, com istribuições uniformes e carga, formam um quarao. Um feixe e elétrons penetra na região elimitaa por esse quarao, pelo ponto equiistante

Leia mais

Eletromagnetismo I. Prof. Ricardo Galvão - 2 Semestre Preparo: Diego Oliveira. Aula 24. A Lei da Indução de Faraday

Eletromagnetismo I. Prof. Ricardo Galvão - 2 Semestre Preparo: Diego Oliveira. Aula 24. A Lei da Indução de Faraday Eletromagnetismo I Prof. Ricaro Galvão - 2 emestre 2015 Preparo: Diego Oliveira Aula 24 A Lei a Inução e Faraay Na aula passaa iscutimos a força eletromotriz ε = E l em um circuito e mostramos que se o

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos os funamentos a física 3 Uniae A Capítulo Campo elétrico Resoluções os exercícios propostos.3 Daos: q 0 C; 0 N (vertical, escenente); a) Intensiae: 0 q 0 07 N/C Direção: vertical (a mesma e ) Sentio: escenente

Leia mais

FORÇA TICA FORÇA A RESULTANTE

FORÇA TICA FORÇA A RESULTANTE ESTÁTIC TIC Estuda a causa dos movimentos, sem se preocupar com os movimentos. FORÇ gente capaz de produzir variações no estado de movimento de um corpo e ou produzir deformações neste corpo. É uma grandeza

Leia mais

FÍSICA IV Problemas Complementares 2 O modelo ondulatório da luz: interferência e

FÍSICA IV Problemas Complementares 2 O modelo ondulatório da luz: interferência e FÍSICA IV Problemas Complementares 2 O moelo onulatório a luz: interferência e ifração 21 e Setembro e 2009 Problema 1 Quano uma componente monocromática a luz troca e meio, a sua freqüência permanece

Leia mais

Mecânica Analítica REVISÃO

Mecânica Analítica REVISÃO Mecânica Analítica REVISÃO Prof. Nelson Luiz Reyes Marques Vínculos São limitações às possíveis posições e velociaes as partículas e um sistema mecânico, restringino a priori o seu movimento. É importante

Leia mais

RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS PÁGINA

RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS PÁGINA -6-- www.pascal.com.br EXERCÍCIOS SUPER FÍSICA (aula 4) Prof. Eson Osni Ramos 0. (UEL - 96). e I. Está correta, a esfera foi eletrizaa por inução. II. Está erraa. III. Está erraa, a esfera ficou eletrizaa

Leia mais

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 01 Circuitos Magnéticos

SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 01 Circuitos Magnéticos SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Aula 01 Circuitos Magnéticos Tópicos a Aula e oje Proução e campo magnético a partir e corrente elétrica Lei circuital e Ampère Intensiae e campo magnético ()

Leia mais

A Regra da Cadeia. 14 de novembro de u(x) = sen x. v(x) = cos x. w(x) = x 5

A Regra da Cadeia. 14 de novembro de u(x) = sen x. v(x) = cos x. w(x) = x 5 A Regra a Caeia 4 e novembro e 0. As operações algébricas entre funções (soma, prouto, etc) fornecem uma grane iversiae e novas funções para os iferentes casos que vimos até agora. Porém, existe uma outra

Leia mais

Mais derivadas. g(x)f (x) f(x)g (x) g(x) 2 cf(x), com c R cf (x) x r, com r R. rx r 1

Mais derivadas. g(x)f (x) f(x)g (x) g(x) 2 cf(x), com c R cf (x) x r, com r R. rx r 1 Universiae e Brasília Departamento e Matemática Cálculo 1 Mais erivaas Neste teto vamos apresentar mais alguns eemplos importantes e funções eriváveis. Até o momento, temos a seguinte tabela e erivaas:

Leia mais

Física Fascículo 07 Eliana S. de Souza Braga

Física Fascículo 07 Eliana S. de Souza Braga Física Fascículo 7 Eliana S e Souza raga Ínice Eletrostática Resumo Teórico 1 Eercícios Gabarito4 Eletrostática Resumo Teórico Força eletrostática lei e oulomb F K Q = Q 1 Vácuo: 1 K K = = 9 1 N m 4 πε

Leia mais

O trabalho realizado pela força elétrica corresponde a energia recebida pelo elétron. 15 4

O trabalho realizado pela força elétrica corresponde a energia recebida pelo elétron. 15 4 Aprimorano os Conhecimentos e Eletriciae ista 4 Potencial Elétrico Energia Potencial Elétrica Euilíbrio Elétrico os Conutores Prof.: Célio Normano. (.C.SA-BA) Num tubo e TV, os elétrons são aceleraos em

Leia mais

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2.

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2. Interação Gravitacional Vimos que a mola é esticaa quano um corpo é suspenso na sua extremiae livre. A força que estica a mola é e origem eletromagnética e tem móulo igual ao móulo o peso o corpo. O peso

Leia mais

ISEL CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA SEMESTRE Mar.05 a Jul.05. MECÂNICA DE MATERIAIS I 1º Teste repetição ( )

ISEL CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA SEMESTRE Mar.05 a Jul.05. MECÂNICA DE MATERIAIS I 1º Teste repetição ( ) ISL URSO NGNHRI MÂNI SMSTR Mar.05 a Jul.05 MÂNI MTRIIS I 1º Teste repetição (0-07-05) P Problema 1 ig.1 representa uma pá mecânica. O mecanismo e accionamento (pá,,,h,,,b,,i,j) é composto por um sistema

Leia mais

As linhas de força de um campo elétrico uniforme

As linhas de força de um campo elétrico uniforme UNIDD Capítulo 2 Campo elétrico Michael Faraay, cientista e conferencista inglês, introuziu os conceitos e campo elétrico e e linhas e força. Uma carga elétrica colocaa num ponto e um campo elétrico fica

Leia mais

RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO - FÍSICA

RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO - FÍSICA RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO - FÍSICA SOLUÇÃO CB. A carga final é numericamente igual a área o trapézio, estacaa na figura. 4,5 A 00.00 mah.00 0 A,6 0 s.880as.880 C. SOLUÇÃO CB. Ao tocar a esfera, o eo funcionará

Leia mais

Movimento Dulce Godinho

Movimento Dulce Godinho Forças e Movimento 02-20092009 1 Forças na Nossa Vida Inúmeras situações devidas à existência de forças: Forças Gravíticas São sempre atractivas Forças Eléctricas Atractivas ou repulsivas Forças Magnéticas

Leia mais

Aula 1- Distâncias Astronômicas

Aula 1- Distâncias Astronômicas Aula - Distâncias Astronômicas Área 2, Aula Alexei Machao Müller, Maria e Fátima Oliveira Saraiva & Kepler e Souza Oliveira Filho Ilustração e uma meição e istância a Terra (à ireita) à Lua (à esquera),

Leia mais

FACENS FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA

FACENS FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA FAENS FAULDADE DE ENGENHARIA DE SOROABA TEORIA DAS ESTRUTURAS Deslocamentos em Estruturas Lineares O Princípio os Trabalhos Virtuais Prof. JOSÉ LUIZ F. e ARRUDA SERRA SUÁRIO 01. O Princípio os trabalhos

Leia mais

Controle Estatístico de Qualidade. Capítulo 14 (montgomery)

Controle Estatístico de Qualidade. Capítulo 14 (montgomery) Controle Estatístico e Qualiae Capítulo 4 (montgomery) Amostragem e Aceitação Lote a Lote para Atributos Introução A Amostragem poe ser efinia como a técnica estatística usaa para o cálculo e estimativas

Leia mais

AULA 2. Equilíbrio Químico

AULA 2. Equilíbrio Químico AULA 2 Equilíbrio Químico Objetivos Definir reações reversíveis. Definir equilíbrio químico. Escrever as expressões as constantes e equilíbrio. Conhecer os fatores que afetam o equilíbrio químico. Introução

Leia mais

a prova de Matemática da FUVEST 2ª fase

a prova de Matemática da FUVEST 2ª fase a prova e Matemática a FUVEST ª fase - 00 Matemática QUESTÃO 0 QUESTÃO 0 A iferença entre ois números inteiros positivos é 0. Ao multiplicar um pelo outro, um estuante cometeu um engano, teno iminuío em

Leia mais

MECÂNICA GERAL EQUILÍBRIO DE MOMENTOS E MOMENTO DE UM BINÁRIO

MECÂNICA GERAL EQUILÍBRIO DE MOMENTOS E MOMENTO DE UM BINÁRIO MECÂNICA GERAL EQUILÍBRIO DE MOMENTOS E MOMENTO DE UM BINÁRIO Prof. Dr. Daniel Caetano 2019-1 Objetivos Compreender o equilíbrio de momentos Compreender a noção de binário de forças Treinar o cálculo de

Leia mais

Professora: Engª Civil Silvia Romfim

Professora: Engª Civil Silvia Romfim Proessora: Engª Civil Silvia Romim LIGAÇÕES EM ESTRUTURAS DE MADEIRA Generaliaes Ligações com pinos metálicos Ligações com cavilhas Ligações com pregos Ligações com parausos LIGAÇÕES GENERALIDADES Devio

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 3 POTENCIAL ELÉTRICO e CAPACITORES

LISTA DE EXERCÍCIOS 3 POTENCIAL ELÉTRICO e CAPACITORES Eletriciae e Magnetismo ET7F - Laboratório LIST DE EXERÍIOS 3 POTENIL ELÉTRIO e PITORES. Determine o potencial no vácuo no ponto P evio às cargas puntiformes = u, =-5u e 3= 8u. =9cm(R: 500kV) -. Determine

Leia mais

PROVA MODELO 2 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROVA MODELO 2 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PROVA MODELO PROPOSTA DE RESOLUÇÃO GRUPO I O nome os reagentes a reação trauzia pela equação é: NO " monóxio e azoto O 3 " ozono Qualquer uma as seguintes proprieaes é aceitável, ao que elas são praticamente

Leia mais

Inúmeras situações devidas à existência de forças: Forças Magnéticas

Inúmeras situações devidas à existência de forças: Forças Magnéticas Forças e Movimento 1 Forças na Nossa Vida Inúmeras situações devidas à existência de forças: Forças Gravíticas São sempre atractivas Forças Eléctricas Atractivas ou repulsivas Forças Magnéticas Atractivas

Leia mais