1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS
|
|
|
- Catarina Gomes Galindo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso através do diálogo e da visão sistêmica que caracteriza a gestão do Itaú. Os órgãos colegiados abaixo relacionados têm poder decisório, garantindo agilidade na tomada de decisões e fomentando a comunicação e a integração entre as áreas, que trazem suas contribuições e pontos de vista no intuito de agregar valor à Organização. Tais estruturas de gestão não são rígidas, ou seja, em função das matérias a serem apreciadas pelos órgãos colegiados, poderão ser convidados, para as suas reuniões, outros executivos envolvidos com o assunto. A estrutura matricial e colegiada da administração do Banco Itaú é um de nossos maiores diferenciais competitivos. Mais do que isso, lança as bases de uma organização que se pretende perene e sustentável no longo prazo, mantendo foco estrito na performance dos negócios visando a criação de valor para os acionistas com ética, transparência e Governança Corporativa. 1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Objetivo: Estabelecer estratégias e política de recursos humanos. a) Estabelecer política de admissão, promoção, encarreiramento e desligamento. b) Definir critérios para preencher os níveis no organograma do Banco. c) Estabelecer política de concessão de benefícios e de remuneração fixa e variável, sempre ponderando a realidade de mercado, as prioridades comerciais e os níveis de remunerações internos. d) Criar programas de formação e desenvolvimento de recursos humanos. e) Estabelecer política de comunicação do Banco com os funcionários. f) Estabelecer diretrizes nas relações trabalhistas e sindicais. 1.1 Comitê da Diversidade Objetivo: Fornecer diretrizes voltadas à Diversidade Corporativa, identificar e propor ações. a) Discutir e definir ações de Diversidade Corporativa na Organização. b) Discutir conceitos que envolvam o tema diversidade. 2. COMISSÃO DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS E CUSTOS Objetivo: Analisar e aprovar processos que envolvam racionalização de custos e aumento da produtividade. a) Reavaliar e atualizar o premissamento que envolve os vários serviços/processos, com os objetivos de racionalização de custos e aumento da produtividade. b) Definir mudanças de procedimentos que viabilizem reduções de custos e o aumento da produtividade. c) Estabelecer parâmetros de produtividade associados aos diversos serviços. d) Avaliar o comportamento histórico das despesas administrativas e suas tendências. e) Avaliar as despesas administrativas em comparação com indicadores de mercado e da concorrência. 3. COMITÊ DE ÉTICA Objetivo: Integrar a ética às práticas de negócios do Banco Itaú e, através da sua permanente atualização, alinhar os códigos de condutas setoriais. a) Atualização permanente dos códigos de condutas setoriais do Banco Itaú.
2 b) Acompanhamento da integração da ética às práticas de negócios do Banco Itaú. c) Monitoramento dos comitês de éticas setoriais do Banco Itaú. d) Acompanhamento dos indicadores de clima ético do Banco Itaú. e) Deliberação sobre questões éticas do Banco Itaú. Banco Itaú S.A. 4. COMISSÃO EXECUTIVA DO PROGRAMA ITAÚ SOCIAL Objetivo: Orientar a atuação da Fundação Itaú Social, através do Programa Itaú Social, definindo as diretrizes para os programas, projetos e apoios nos campos da educação e saúde preferencialmente nas comunidades onde o Itaú atua. a) Definir critérios para os investimentos a serem realizados pela Fundação Itaú Social. b) Acompanhar os investimentos realizados. c) Orientar distribuição dos recursos gerados pela Fundação Itaú Social. d) Analisar o resultado dos programas e projetos implementados. 5. COMISSÃO EXECUTIVA DE ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS Objetivo: Definir as estratégias para o Programa de Previdência Complementar do Itaú. a) Aprovar projetos e propostas relacionadas aos planos de previdência dos funcionários. b) Determinar as diretrizes na forma de participação das patrocinadoras em relação ao Programa de Previdência Complementar do Itaú. c) Avaliar o cenário nacional em relação à previdência complementar. d) Decidir sobre novos patrocínios em planos de previdência complementar. e) Autorizar a criação e extinção de órgãos na estrutura organizacional das patrocinadoras ligadas à prestação de serviços previdenciários. f) Aprovar a indicação de representantes das patrocinadoras nas fundações. 6. COMISSÃO PRODUTO SUSEP - SEGUROS DO RAMO VIDA Objetivo: Definir as estratégias para os segmentos de Previdência, Seguros de Vida e Capitalização. a) Avaliar o cenário da Previdência Complementar no Brasil, no âmbito das mudanças e aspectos ligados à legislação. b) Avaliação dos resultados das operações de Seguros, Previdência e Capitalização. c) Avaliar e decidir quanto às mudanças estratégicas na atuação comercial, bem como aprovação de recursos necessários. d) Analisar a atuação e desempenho das operações de Seguros, Previdência e Capitalização no período. e) Decidir estratégia de produtos. 7. COMISSÃO EXECUTIVA OPERACIONAL Objetivo: Adequar as condições operacionais das agências, das Plataformas UPJ e Itaú-Empresas, Personnalité, Itaucred, às estratégias comerciais definidas pela CEB, visando otimização e resultados. a) Definir prioridades no desenvolvimento de sistemas, envolvendo: - produtos/serviços de agências;
3 - gestão de clientes, produtos, unidades e segmento de mercado. b) Definir critérios, propor e acompanhar planos de investimentos em infra-estrutura de informática. c) Definir, propor e acompanhar planos de continuidade de negócios. d) Definir e implantar novas formas de organizar o atendimento e a prestação de serviços nas agências e plataformas UPJ e Empresa. e) Acompanhar e definir padrões de qualidade para os serviços oferecidos a clientes. f) Coordenar e validar as definições trazidas pela Comissão de Informática e CTB. 8. COMISSÃO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO a) Estabelecer diretrizes para o desenvolvimento dos negócios de Crédito Imobiliário. b) Orientar as políticas de crédito, políticas de distribuição dos produtos por meio de canais e metas de produção. c) Orientar o desenvolvimento de novos produtos. d) Definir recursos a serem alocados para atingir os objetivos estabelecidos. e) Acompanhar resultados. 9. COMISSÃO EXECUTIVA DE MARKETING a) Avaliação das ações de marketing Itaú. b) Acompanhamento da imagem e da gestão da marca Itaú. c) Análise do posicionamento e campanhas Itaú e principais concorrentes. d) Exame do visual externo e interno das agências Itaubanco. e) Resultados de pesquisas de imagem. 10. COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE CENÁRIOS MACROECONÔMICOS a) Projetar taxas de juros, inflação, "spreads", taxas de câmbio, PIB e variáveis externas. b) Determinar os cenários de estresse otimista, pessimista e mega pessimista em relação as variáveis macroeconômicas citadas acima. 11. COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS FINANCEIROS a) Administração dos recursos provenientes das Reservas Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização e o patrimônio da Fundação Itaubanco. b) Estabelecer diretrizes para administração destes recursos com objetivo de rentabilidade a longo prazo. c) Definir modelos de avaliações, estratégias de alocação de recursos em ativos financeiros definidos. 12. COMISSÃO INTERNACIONAL E TRADING a) Definir política de investimento e captação no mercado financeiro internacional. b) Definir políticas de liquidez e investimentos das unidades externas. c) Avaliar as operações internacionais do Banco Itaú, suas agências externas e subsidiárias e Banco Itaú Europa.
4 d) Avaliar o portfolio de títulos, empréstimos e novas oportunidades de investimentos. e) Avaliar a situação patrimonial externa, passivos comerciais e financeiros e alternativas de captação de recursos. f) Debater sobre posições de risco, limites e política de hedge. g) Avaliar os negócios de trading de papéis de renda fixa, em suas diversas unidades externas. h) Analisar as operações da mesa proprietária das unidades externas e subsidiárias do Banco Itaú e Banco Itaú Europa. i) Avaliar os riscos externos consolidados em suas diferentes perspectivas: risco de transferência, taxa de juros, moedas, gaps e crédito. j) Avaliar o resultado de toda a operação externa do Itaú associado à Comissão Superior de Administração de Riscos Financeiros, Área de Tesouraria e Mercados Financeiros e Área de Mercados de Capitais. 13. COMISSÃO DE PREVENÇÃO E COMBATE A ATOS ILÍCITOS Objetivo: Definir, acompanhar e avaliar os resultados Inspetoria e Prevenção à Lavagem de Dinheiro no Conglomerado Itaú. a) Definição de Políticas Corporativas sobre Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate a Fraudes. b) Alinhamento do Itaú HF às melhores práticas internacionais de prevenção e combate a atos ilícitos. c) Aprovação de metodologias e sistemas. d) Análise dos resultados qualitativos e quantitativos da prevenção e combate à lavagem de dinheiro. e) Análise dos resultados qualitativos e quantitativos da prevenção e combate às fraudes. f) Acompanhamento do posicionamento dos sinistros do Itaú em comparação ao mercado. g) Acompanhamento dos assuntos relativos a desvios de conduta de funcionários. h) Definição e acompanhamento do orçamento de fraudes e sinistros. i) Acompanhamento das ações de atendimento às solicitações de autoridades (CPIs - Comissões Parlamentares de Inquérito, CPMIs - Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito, Ministério Público, Banco Central, Autoridades Judiciais, etc.). j) Acompanhamento da gestão de ações cíveis (gestão Auditoria Interna). k) Acompanhamento dos processos relacionados ao atendimento à rede e clientes - revisão aprimoramento. l) Acompanhamento das ações relacionadas à segurança lógica das informações. 14. COMISSÃO EXECUTIVA BANCÁRIA O principal objetivo da CEB é dirigir as operações das carteiras comercial, de crédito rural e ao consumidor efetuadas pelas Áreas Comerciais, visando equilibrar o desenvolvimento, a rentabilidade e a segurança dos negócios. Existem quatro classificações para as CEBs: Áreas Comerciais de Agências, Corporate e Empresas; Personnalité; Itaucred; Reuniões Especiais. Dentre suas principais atribuições, destacam-se: a) Administrar a concessão de crédito pela rede de atendimento Itaú e propor à Comissão Superior de Crédito diretrizes nesta matéria; b) Administrar os spreads bancários e tarifas, de forma a melhor combinar a maximização das margens financeiras e receitas com o desenvolvimento dos negócios; c) Alocar recursos a financiamentos usando o máximo potencial operacional da rede;
5 d) Assegurar a competitividade dos produtos e serviços fornecidos pela rede através de definição de estratégia, inovações e reformulações; e) Definir política de investimento em tecnologia para o auto-atendimento; f) Estabelecer metas e critérios de avaliação da rede de atendimento e acompanhar os resultados. 15. COMITÊ EXECUTIVO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - Propor as políticas de responsabilidade sócio-ambiental do Itaú. - Avaliar o alinhamento das ações de responsabilidade sócio-ambiental ao posicionamento da instituição. - Propor ao Grupo Executivo sugestões de posicionamento e iniciativas relevantes sobre o tema. - Analisar e aprovar os projetos/sugestões apresentados pela Comissão de Responsabilidade Socioambiental. - Criar Grupos de Trabalho para o aprofundamento de temas relacionados à responsabilidade socioambiental. - Aprovar o Balanço Social Comissão de Responsabilidade Socioambiental - Acompanhar as ações de responsabilidade socioambiental praticadas pelo mercado. - Analisar os resultados da participação do Itaú em pesquisas de responsabilidade socioambiental e discutir riscos e oportunidades. - Propor projetos/ sugestões alinhados ao posicionamento do Itaú. - Propor alternativas para uma maior divulgação e disseminação dos conceitos de responsabilidade sócio-ambiental no âmbito interno e externo. - Definir prioridades para a estratégia de comunicação interna e externa.
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 30/10/2014 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 5.1 Identificação dos riscos...
DISSEMINAÇÃO ATUARIAL: PERSPECTIVAS PARA A PROFISSÃO ADRIANA OKADA
DISSEMINAÇÃO ATUARIAL: PERSPECTIVAS PARA A PROFISSÃO ADRIANA OKADA Novos Cenários Crises Recentes: Desaquecimento Econômico e Baixo Retorno Financeiro Mudanças Econômicas Maior Concorrência Novos Cenários
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
Por que abrir o capital?
Por que abrir capital? Por que abrir o capital? Vantagens e desafios de abrir o capital Roberto Faldini Fortaleza - Agosto de 2015 - PERFIL ABRASCA Associação Brasileira de Companhias Abertas associação
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL
1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria de
Questionário para Instituidoras
Parte 1 - Identificação da Instituidora Base: Quando não houver orientação em contrário, a data-base é 31 de Dezembro, 2007. Dados Gerais Nome da instituidora: CNPJ: Endereço da sede: Cidade: Estado: Site:
1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS
1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir
Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014
Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014 INTRODUÇÃO O Banco Mercedes-Benz do Brasil considera a gestão de riscos como um dos pilares de sustentação de seus objetivos estratégicos.
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS
1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria
Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado -
Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015 - Risco de Mercado - Sumário: 1. Introdução:... 3 2. Objetivo:... 3 3. Diretrizes de Gestão:... 3 4. Atribuições e Responsabilidades:... 4 Conselho de Administração:...
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 Objetivo. 2 Diretrizes. 2.1 Princípios para Gerenciamento do Risco de Liquidez
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ 1 Objetivo Apresentar o modelo de gerenciamento de Risco de Liquidez no Banco Safra e os princípios, as diretrizes e instrumentos de gestão em que este modelo
Gerenciamento de Riscos Pilar 3
Gerenciamento de Riscos Pilar 3 2º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ
POLÍTICA DE INVESTIMENTOS
POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Segurança nos investimentos Gestão dos recursos financeiros Equilíbrio dos planos a escolha ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 A POLÍTICA DE INVESTIMENTOS...4 SEGMENTOS DE APLICAÇÃO...7 CONTROLE
2.1. Risco de Crédito De acordo com resolução 3721 - CMN-, define-se o risco de crédito como:
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO 1. Introdução A Diretoria da Grazziotin em atendimento ã Resolução 3721 de abril/2009, divulga sua Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito alinhada
Marcones Libório de Sá Prefeito
Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração
POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
Sumário: 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. ABRANGÊNCIA / ÁREAS ENVOLVIDAS:... 2 04. RESPONSABILIDADES:... 2 04.01. Responsáveis pela execução das atribuições desta política... 2
Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional
CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO
UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco
UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco Responsável: Controle de Riscos Aprovação: BRCC Propósito deste documento Promover transparência quanto à estrutura de gestão de riscos
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam
MBA Gestão de Riscos Financeiros, Corporativos e Compliance EMENTAS DISCIPLINAS
MBA Gestão de Riscos Financeiros, Corporativos e Compliance EMENTAS DISCIPLINAS ESTRUTURA DO PROGRAMA O MBA Gestão de Riscos Financeiros, Corporativos e Compliance é composto pelas seguintes disciplinas,
MASTER IN PROJECT MANAGEMENT
MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como
1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO
1. INTRODUÇÃO Atendendo à legislação pertinente aos investimentos dos Regimes Próprios de Previdência Social RPPS, em especial à Resolução n 3.922 de 25 de novembro de 2010 do Conselho Monetário Nacional
Risco de Crédito. Risco de Crédito. 1. Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito
1. Estrutura de Gerenciamento de Em observância à resolução 3.721/2009 do Banco Central do Brasil, o Banco GMAC S.A, doravante denominado Chevrolet Serviços Financeiros, instituiu sua estrutura de gerenciamento
9) Política de Investimentos
9) Política de Investimentos Política e Diretrizes de Investimentos 2010 Plano de Benefícios 1 Segmentos Macroalocação 2010 Renda Variável 60,2% 64,4% 28,7% 34,0% Imóveis 2,4% 3,0% Operações com Participantes
Risco de Mercado ESTRUTURA
Risco de Mercado Em atendimento a Resolução 3.464/2007 do Conselho Monetário Nacional, o Banco Fidis ponderou a natureza das operações e a complexidade dos produtos associados aos seus negócios e implementou
MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS
MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS Branding Corporativo O que é Branding. O que é uma marca. História da Marcas. Naming. Arquitetura de Marcas. Tipos de Marcas. Brand Equity. Gestão de Marcas/Branding.
Gerenciamento de Projetos Fundamentos
Gerenciamento de Fundamentos MBA EM GESTÃO DE PROJETOS - EMENTAS Definição de Projeto. Contexto e Evolução do Gerenciamento de. Areas de conhecimento e os processos de gerenciamento do PMI - PMBoK. Ciclo
POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS
POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1
PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS ESTADO DA BAHIA
_ LEI Nº 429/07 Cria a Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Teixeira de Freitas, Estado da Bahia. Faço saber que a Câmara Municipal
Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h
Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história
Governança Corporativa:
Abril 15 Governança Corporativa: Qual papel? Onde estamos... Nossa estrutura de Governança: NÍVEL DE GOVERNANÇA Assembléias de Associados 10 representantes dos associados efetivos + todos os associados
Líder em consultoria no agronegócio
MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 3. Gestão empresarial 3.1 Gestão empresarial Objetivo: prover
www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP
www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP Como desenvolver uma abordagem eficaz de gerenciamento de capital e um processo interno de avaliação da adequação de capital (ICAAP) A crise financeira de
RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG
SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO A Um Investimentos S/A CTVM, conforme definição da Resolução nº 3.721/09, demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco de crédito.
Gestão de Programas Estruturadores
Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais
4º Trimestre 2013 1 / 15
Divulgação das informações de Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido e Adequação do Patrimônio de Referência. (Circular BACEN nº 3.477/2009) 4º Trimestre 2013 Relatório aprovado na reunião
ESTRUTURA DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (PROFIAP)
ESTRUTURA DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (PROFIAP) OBRIGATÓRIAS (6 disciplinas de 60 h cada = 360 h) Estado, Sociedade e Administração Pública O Estado, elementos constitutivos, características
www.pwc.com.br Como melhorar a gestão da sua empresa?
www.pwc.com.br Como melhorar a gestão da sua empresa? Como melhorar a gestão da sua empresa? Melhorar a gestão significa aumentar a capacidade das empresas de solucionar problemas. Acreditamos que, para
Risco de Crédito. Estrutura Organizacional
Risco de Crédito Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,
Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE
Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE
e) visa estabelecer diretrizes aplicáveis ao posicionamento estratégico de comunicação e marketing das entidades integrantes do Sicoob.
1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing: Política Institucional de Comunicação e Marketing a) é elaborada por proposta da área de Comunicação e Marketing da Confederação Nacional das
Jornada do CFO 2015 Transformação estratégica das empresas. Anselmo Bonservizzi, Sócio líder de Estratégia e Operações da Deloitte
Jornada do CFO 2015 Transformação estratégica das empresas Anselmo Bonservizzi, Sócio líder de Estratégia e Operações da Deloitte Desafios do atual momento econômico Os principais segmentos da economia
Ementário do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial
01 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I EMENTA: Introdução à administração de recursos humanos; orçamento de pessoal; processo de recrutamento e seleção de pessoal; processo de treinamento e desenvolvimento
ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação
ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação A Dinâmica da Terra é uma empresa onde o maior patrimônio é representado pelo seu capital intelectual. Campo de atuação: Elaboração de estudos,
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO Setembro 2013 2 1 INTRODUÇÃO Este documento resume as informações relativas à estrutura de gerenciamento do risco de crédito do BR Partners Banco de Investimentos
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura
Secretaria de Gestão Pública de São Paulo. Guia de Avaliação de Maturidade dos Processos de Gestão de TI
Secretaria de Gestão Pública de São Paulo Guia de Avaliação de Maturidade dos Processos de Gestão de TI Objetivos As empresas e seus executivos se esforçam para: Manter informações de qualidade para subsidiar
Análise do Ambiente estudo aprofundado
Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade
Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de TI (GRG e ATHIVA)
Projeto 1: Elaboração dos Planos Diretores de TI da Administração Pública de Pernambuco Projeto 2: Elaboração do Plano de Governo em TI Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de
Gerenciamento de Riscos Risco de Liquidez
Gerenciamento de Riscos Risco de Liquidez 5. Risco de Liquidez O Risco de Liquidez assume duas formas distintas, porém intimamente relacionadas: risco de liquidez de ativos ou de mercado e risco de liquidez
Parecer do Comitê de Auditoria
Parecer do Comitê de Auditoria 26/01/2015 Introdução Título do documento De acordo com o que estabelece o seu regimento interno, compete ao Comitê de Auditoria assegurar a operacionalização dos processos
GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia
GERENCIAMENTO DE RISCOS Pilar III Basiléia 3º Trimestre 2015 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
Título: PRSA - Política de Responsabilidade Socioambiental POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. PRINCÍPIOS... 3 5. DIRETRIZES...
Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução
1 Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES 1. Introdução A Gestão de Riscos de Mercado é a atividade por meio da qual uma instituição financeira administra os riscos resultantes de variações nas
Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica
Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente
ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020
ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida
PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO
Conforme 97ª reunião do Conselho de Administração, Pauta 041/11 de 30/11/11 PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO 1. OBJETIVO 1.1. O Plano Básico de Organização tem por objetivo estabelecer a estrutura geral de
Alinhamento entre Estratégia e Processos
Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão
MANUAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO
1 - INTRODUÇÃO Define-se como risco de mercado a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Cooperativa, o que inclui os riscos das operações
Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.
Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar
PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020
PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3
Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob)
1/7 Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Módulo I Apresentação 1. Com a finalidade de promover a harmonização, a integração e a racionalização
Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues
Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI Prof. Fernando Rodrigues Nas empresas atuais, a Tecnologia de Informação (TI) existe como uma ferramenta utilizada pelas organizações para atingirem seus objetivos.
8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária. Rio de Janeiro Agosto - 2010
Normas Internacionais de Supervisão 8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária Rio de Janeiro Agosto - 2010 Sumário: 1. Solvência II 2. International Association of Insurance Supervisors IAIS 3.
MMX - Controladas e Coligadas
POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.
Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de geração de valor. Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa
Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de geração de valor Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Transformação para uma TI empresarial Criando uma plataforma de
Credit Suisse (Brasil) Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) Julho de 2015
Credit Suisse (Brasil) Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) Julho de 2015 Sumário 1. Aplicação... 02 2. Definições... 02 2.1 Risco socioambiental... 02 2.2 Partes relacionadas... 02 2.3 Termos...
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA
1. INTRODUÇÃO 1.1 A CAIXA A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério da Fazenda. Instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional
ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL
ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas
GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito
GRADE DE DISCIPLINAS MBA em Gestão de Crédito Disciplinas (*) Modalidade H/A (**) Núcleo Contabilidade Contabilidade Financeira Presencial 24 Contabilidade dos Investimentos em Participações Societárias
A Academia está alinhada também aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros UNPSI, coordenados pelo UNEP/FI órgão da ONU dedicado às questões da
- 1 - Prêmio CNSeg 2012 Empresa: Grupo Segurador BBMAPFRE Case: Academia de Sustentabilidade BBMAPFRE Introdução A Academia de Sustentabilidade BBMAPFRE foi concebida em 2009 para disseminar o conceito
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento
WWW.OUTSIDE.COM.BR Outside On-Line LTDA Telefone: +55 (19) 3869-1484 (19) 9 9441-3292 (claro) Email: [email protected]
MARKETING DIGITAL Ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos
Estrutura da Apresentação
Fundos de Pensão e Investimentos Socialmente Responsáveis em Mercados Emergentes Wagner Pinheiro de Oliveira Presidente da Petros Novembro de 2004 São Paulo Estrutura da Apresentação Importância Macroeconômica
PROGRAMA DE INOVAÇÃO NA CRIAÇÃO DE VALOR (ICV)
PROGRAMA DE INOVAÇÃO NA CRIAÇÃO DE VALOR (ICV) Termo de Referência para contratação de Gestor de Projetos Pleno 14 de Agosto de 2015 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE GESTOR DE PROJETOS PLENO O presente
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 ) Introdução
1 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ 1 ) Introdução A Diretoria Executiva da Grazziotin Financeira, em atendimento à Resolução CMN 4.090 de maio/2012 implementou sua estrutura de Gerenciamento
Política de Logística de Suprimento
Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração
Política Anual de Investimentos. Período : 01/2010 a 12/2010
Regime Próprio de Previdência Social de Varginha(MG) Política Anual de Investimentos Período : 01/2010 a 12/2010 Política de Investimentos do RPPS do Município de Varginha(MG), aprovada em30/12/2009. 1.
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL
1 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2013.1 Atualizado em 7 de agosto BRUSQUE de 2013 pela Assessoria (SC) de Desenvolvimento 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 INTRODUÇÃO
b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;
1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Institui o Programa de Fortalecimento Institucional da ANAC. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício das competências
Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.
1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,
MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano
MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano SNHIS / FNHIS - Lei nº 11.124/05 REQUISITOS PARA ADESÃO DOS MUNICÍPIOS AO
Unidade III. Mercado Financeiro. Prof. Maurício Felippe Manzalli
Unidade III Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Lembrando da aula anterior Conceitos e Funções da Moeda Política Monetária Política Fiscal Política Cambial
REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA
REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA ÍNDICE CAPÍTULO I - DA FINALIDADE CAPÍTULO II - DO GLOSSÁRIO CAPÍTULO III - DA CONSTITUIÇÃO DO PGA CAPÍTULO IV - DAS FONTES DE CUSTEIO ADMINISTRATIVO CAPÍTULO
Gestão de Riscos na Embrapa
Gestão de Riscos na Embrapa Gestão de riscos na Embrapa - Agenda A Embrapa Ponto de partida Reestruturação Organizacional Política de gestão de risco Metodologia Alinhamento de processos Contexto atual
Curso Superior de Tecnologia em Marketing. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h
Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história
