Hidroponia em Lima, Peru
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- Margarida Sintra Fortunato
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1 Hidroponia em Lima, Peru Jovita Abensur Rios e Horacio Chicata Blancas, Imagen Educativa, Peru - [email protected] Fotos: Imagen Educativa - 1: hidroponia na escola; 2: variedade de cultivos em um pequeno espaço; 3: os excedentes são bem vendidos no comércio local A ONG Imagen Educativa organizou uma conferência eletrônica sobre o tema agricultura urbana, em abril. Os três tópicos principais para discussão foram: Segurança Alimentar; Hidroponia; e Projetos Sustentáveis para o Desenvolvimento da Agricultura Urbana. Mais informações sobre a conferência podem ser encontradas em: www. imageneducativa.org A hidroponia é uma tecnologia caracterizada pela ausência de solo, permitindo o crescimento de safras de alta qualidade em pequenos espaços urbanos, exigindo menos tempo, menos trabalho e menos insumos. Os cultivos são realizados dentro de contenedores que, em alguns casos, recebem irrigação direta de água enriquecida com soluções nutritivas, ou, em outros casos, são irrigados através de um substrato que também serve para fixar as raízes, garantir a umidade adequada e fornecer o oxigênio necessário para algumas espécies de plantas. Os resultados são espetaculares, tanto em termos de colheita como em termos do baixo custo dos insumos. A hidroponia para os segmentos mais pobres da população baseia-se no seguinte conceito: produzir legumes frescos, saudáveis e abundantes com pouco consumo de água e pouco esforço físico mas com bastante dedicação e perseverança em pequenos espaços em casa, aproveitando-se muitas vezes sobras orgânicas que iriam para o lixo." Essa tecnologia agrícola urbana dá um uso produtivo ao tempo ocioso de membros da família. O potencial produtivo dos cultivos hidropônicos, quando desenvolvido em condições ótimas, é maior do que a produtividade gerada pelos sistemas hortícolas tradicionais ( A horta hidropônica popular, manual técnico da FAO). file:///c /Documents%20and%20Settings/Administrador...itorio/CD%20AU%20Portugues%20(F)/AU10/AU10peru.html (1 of 5)14/12/ :18:40 p.m.
2 O Projeto Em Lima, Peru, a ONG Imagem Educativa começou a trabalhar em 1993 para promover a agricultura urbana como uma estratégia para melhorar a nutrição, a renda familiar e a qualidade ambiental. O foco se concentra na hidroponia, já que ela é a tecnologia mais viável para práticas educacionais, domésticas e comerciais. Ela viabiliza a produção de plantas comestíveis, medicinais, aromáticas e ornamentais nas áreas periféricas de Lima, onde é difícil o trabalho agrícola por causa das pobres condições do solo e da falta de água para irrigação. Buscando melhorar a segurança alimentar da população de baixa renda que vive nas áreas periféricas de Lima, três estratégias foram usadas: hortas hidropônicas em escolas e em domicílios, para auto consumo; hortas hidropônicas domésticas para fins comerciais; e a constituição de uma empresa virtual para dinamizar as vendas dos produtos. A idéia de se implantar hortas hidropônicas em escolas primárias e secundárias, incluídas no currículo escolar nacional, permitiria a transferência da tecnologia para amplas camadas da população e contribuiria para enriquecer os programas acadêmicos de biologia, química, física, matemática e ecologia. A produção das hortas também poderia melhorar a nutrição dos estudantes, que seriam encorajados a replicar o método em suas casas. Com esse objetivo, mais de 200 professores foram treinados na tecnologia hidropônica e no desenvolvimento de projetos de hortas hidropônicas escolares. Os treinandos estabeleceram hortas hidropônicas em 42 escolas em vários distritos da região metropolitana de Lima. Os cultivos incluíam hortaliças, plantas aromáticas e medicinais, e, em menor extensão, ração para porquinhos-da-índia cuja carne é muito consumida no Peru. A produção é distribuída gratuitamente entre os estudantes que trabalharam na horta, e, em alguns casos raros, é vendida para pais de alunos. file:///c /Documents%20and%20Settings/Administrador...itorio/CD%20AU%20Portugues%20(F)/AU10/AU10peru.html (2 of 5)14/12/ :18:40 p.m.
3 A implementação de hortas hidropônicas domésticas para o auto-abastecimento das famílias foi outra estratégia usada para reforçar a segurança alimentar da população. O projeto foi implementado em Marcavilca e em Armatambo, dois assentamentos informais no distrito de Chorrillos, na região metropolitana de Lima. Esses assentamentos são caracterizados pela falta de áreas para o plantio de hortas domésticas ou comunitárias, e pela alta concentração de casas precárias e sem acabamento, construídas usando-se materiais descartados, muitas delas a 40 ou 50 anos atrás. O projeto buscou transferir as tecnologias hidropônicas para a produção de alimentos para o consumo familiar e, eventualmente, para comercialização. Três hortas hidropônicas demonstrativas foram implantadas, para servirem como ferramenta didática para treinar mais de 100 famílias. Cerca de 60% dos treinandos eram mulheres. Isso levou ao estabelecimento de 43 hortas domésticas para auto-abastecimento, todas localizadas sobre telhados. Sua produção melhorou a nutrição das famílias e reduziu suas despesas, já que menos dinheiro era necessário para comprar comida. Para gerar renda, hortas domésticas com finalidades comerciais foram desenvolvidas no assentamento de Delicias de Villa, também no distrito de Chorrillos, Lima, empregando a mão-deobra familiar ociosa e usando espaços até então improdutivos (telhados e quintais) pertencentes aos participantes. No total, 18 hortas foram financiadas pelo projeto e mais 8 foram financiadas por seus proprietários. Depois de três anos, o projeto desenvolvia-se e se expandia, graças a um fundo rotativo chamado Fundo Hidropônico Doméstico (FONDHIDROF). Esse recurso foi doado por uma instituição financeira que cooperava com o projeto inicial, e permitiu à ONG que promovia e executava o projeto administrar duas carteiras de empréstimos: uma para investimentos e capital de giro para hortas domésticas; outra para investimento e capital de giro para a empresa virtual de comercialização. Embora as microempresas domésticas de hidroponia não fossem eficientemente gerenciadas, a renda que elas geraram, por meio da venda de seus produtos, foi bem acima da média gerada pelos programas sociais internacionais. A renda média gerada em períodos de trabalho de 40 dias foi de US$ 116 por horta, com duas horas diárias de trabalho, gerando,em média, US$ 87 por mês. Essa renda gerada é significativa, dado o nível de pobreza dos participantes, cuja renda familiar mensal média, para a maioria dos participantes, no início do projeto, não excedia US$ 116. Se os participantes aumentassem sua área de produção em file:///c /Documents%20and%20Settings/Administrador...itorio/CD%20AU%20Portugues%20(F)/AU10/AU10peru.html (3 of 5)14/12/ :18:40 p.m.
4 até três vezes o tamanho original, como muitos deles acabaram fazendo, sua renda aumentava para uma média mensal de US$ 261, trabalhando em tempo integral. Na busca de uma estratégia que fechasse todo o ciclo desde a produção até a comercialização, foi criada uma Companhia Popular Virtual para Comercialização de Produtos Hidropônicos. Seguindo um modelo de negócio não tradicional, a companhia é uma combinação holística de produtores, consumidores e a agência promotora. Os produtores participam como fornecedores privilegiados dentro de um esquema que é similar a uma franquia; eles se tornaram microempresários, têm acesso a crédito e asseguram o seu próprio progresso. As vendas durante os primeiros quatro anos de operações, entre setembro de 1998 e dezembro de 2002, e as projetadas até agosto de 2003, são mostradas na Figura 1. Atualmente, os produtos estão sendo vendidos na rede de supermercados Wong, uma das maiores do Peru. Em março de 2000 uma nova cadeia de supermercados populares, chamada Metro, começará a operar em áreas urbanas e periurbanas. Flutuações na produção e venda revelam uma falta de regularidade que pode ser explicada pelas condições sazonais, bem como por outras dificuldades. Também tem havido constantes falhas no fornecimento e nas entregas. Em ambas as redes de supermercados, a demanda é apenas parcialmente atendida. Os principais problemas que têm afetado o fornecimento estão relacionados com a disponibilidade dos produtos e o acesso a eles. Com relação à acessibilidade dos produtos pelos consumidores, os principais fatores que afetam os níveis de venda em cada loja, em ordem de importância, são: a disponibilidade e a localização das prateleiras de venda (gôndolas) nas lojas, a preservação da qualidade dos produtos nessas prateleiras, a file:///c /Documents%20and%20Settings/Administrador...itorio/CD%20AU%20Portugues%20(F)/AU10/AU10peru.html (4 of 5)14/12/ :18:40 p.m.
5 demonstração e a promoção dos produtos por meio de promotores de venda bem treinados, e mais publicidade através de impressos. Sumario Revista No.10 file:///c /Documents%20and%20Settings/Administrador...itorio/CD%20AU%20Portugues%20(F)/AU10/AU10peru.html (5 of 5)14/12/ :18:40 p.m.
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