Desafios. Impactos nos pobres urbanos
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- Kléber Garrau Salazar
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1 Alimento para as cidades Nem as Metas de Desenvolvimento do Milênio nem as metas da Cúpula Mundial da Alimentação serão atingidas se não for dada a devida atenção às cidades e aos vínculos rural-urbanos.
2 Desafios Em 2008, a população urbana mundial superou em número a população rural pela primeira vez na história. Até 2030, espera-se que 60 por cento da população mundial estará vivendo nas cidades. Esse processo de urbanização está intimamente ligado ao crescimento da pobreza urbana e da insegurança alimentar. Atualmente, aproximadamente um terço da população mundial vive em favelas e assentamentos informais. Caso a tendência atual se mantenha, esse número poderá chegar a 2 bilhões até Com a expansão das cidades, crescem as necessidades alimentares das famílias urbanas. Embora os impactos da crise alimentar e financeira afetem tanto a população rural quanto a urbana, os pobres urbanos têm sofrido maior impacto dentre os afetados. Os consumidores urbanos dependem quase exclusivamente de compras de alimentos, e as variações nos preços de alimentos e na renda traduzem-se diretamente em menor poder de compra e no aumento dos níveis de insegurança alimentar, o que compromete a quantidade e qualidade dietética. Mudanças nos estilos de vida têm contribuído ainda mais para o aumento da desnutrição urbana e de doenças crônicas relacionadas à dieta. Impactos nos pobres urbanos De acordo com estimativas da FAO, o número de pessoas com fome crônica no mundo cresceu em pelo menos 100 milhões nos últimos anos, principalmente devido ao alto preço dos alimentos, e hoje chega a mais de 1 bilhão de pessoas, sendo os pobres urbanos, mulheres e crianças particularmente vulneráveis. Além disso, espera-se que a crise financeira e econômica continue afetando os pobres urbanos no futuro próximo, acompanhando as projeções de queda no crescimento das exportações e na entrada de capital. Mudanças no clima, juntamente com a crise humanitária, aumentam os desafios enfrentados pelas cidades e pelos pobres urbanos. A produção agrícola e a oferta de alimentos urbanos são cada vez mais afetadas pelas secas e enchentes. Mais e mais refugiados e deslocados internos estão buscando refúgio nos bairros urbanos, em lugar de nos campos, e a demanda por alimentos urbanos está crescendo.
3 Necessidade de investir nas cidades e nos programas alimentares urbanos O 4º Fórum Urbano Mundial citou a necessidade de políticas e intervenções para garantir que o número cada vez maior de pobres urbanos não seja deixado para trás. A dimensão alimentar da pobreza nas áreas urbanas ainda não foi traduzida em suficientes ações de políticas em muitos países. O vínculo rural-urbano se tornará cada vez mais importante. As políticas urbanas também precisam reconhecer o papel da agricultura urbana e peri-urbana no desenvolvimento urbano, garantir o fornecimento de alimentos nas áreas urbanas e melhorar a subsistência dos produtores urbanos pobres. Isso inclui a eliminação de barreiras e a provisão de incentivos para a agricultura urbana e periurbana (AUP), bem como a melhora na gestão de recursos naturais nas áreas urbanas e periurbanas. A AUP foi oficialmente reconhecida pela 15ª sessão do Comitê de Agricultura em Roma (1999) e posteriormente pela Cúpula Mundial da Alimentação: cinco anos depois (2002) e pela Força Tarefa de Alto Nível da ONU para a Crise Global de Alimentos (2008), como uma estratégia para reduzir a insegurança alimentar urbana e construir cidades mais resilientes durante a crise. A segurança alimentar urbana requer um suprimento constante de alimentos nutritivos e seguros durante todo o ano. Os consumidores urbanos geralmente dependem de alimentos comprados, principalmente das áreas rurais ou importados para o país. Muitos pobres urbanos há muito utilizam a agricultura urbana e periurbana como meio de subsistência e estratégia de sobrevivência. Em resposta aos altos preços de alimentos e interrupções no fornecimento de alimentos, esse número tem aumentado. As famílias urbanas envolvidas em AUP geralmente gozam de maior segurança alimentar e de uma dieta mais diversificada. A produção alimentar urbana e peri-urbana também ajuda a aumentar É preciso uma mudança no paradigma de desenvolvimento, planejamento e formulação de políticas, tanto na área urbana como agrícola, para garantir o acesso à segurança alimentar urbana, melhor gestão ambiental e o fortalecimento do vínculo rural-urbano.
4 a disponibilidade de alimentos saudáveis e acessíveis, principalmente frutas frescas, vegetais, ovos e laticínios, para um número maior de consumidores urbanos. Para garantir que a AUP contribua para uma melhor segurança alimentar urbana, é preciso ter suporte em termos de acesso a terra, orientação técnica e treinamento sobre boas práticas de produção, e educação para agricultores e consumidores. Além disso, os potenciais riscos à saúde, causados pelo uso de esgotos e agroquímicos, manuseio inadequado de alimentos, poluição urbana e a criação de animais próxima a pessoas, juntamente com a falta de saneamento, devem ser reduzidos. A produção, o processamento e a comercialização de alimentos também contribuem para a geração de renda e emprego pra muitas famílias urbanas pobres. A renda gerada pelo setor informal de alimentos é frequentemente equivalente ou maior que o salário mínimo oficial. O setor especificamente oferece uma oportunidade para a integração social e econômica de mulheres, recémchegados na área urbana, pessoas com HIV/ AIDS e jovens, e ajuda a reduzir a vulnerabilidade destes indivíduos com a diversificação das oportunidades de subsistência e por funcionar como uma rede de proteção em momentos de crise econômica. Para ser sustentável, o setor precisa receber suporte nas seguintes áreas: desenvolvimento de empresas; acesso a financiamento, mercados e recursos naturais chave, tais como terra e água; e capacitação de organizações de produtores. Construir cidades mais resilientes é uma questão chave para o desenvolvimento urbano futuro. A adaptação da cidade à mudança climática tem se tornado uma preocupação crescente e um número significativo de populações pobres está exposto a enchentes e deslizamentos de terra. A gestão paisagística multifuncional, com a integração de agricultura, terras e florestas, ajuda a tornar as cidades mais resilientes. Isso é feito não apenas com a diversificação das fontes de alimentos urbanos e oportunidades de renda, mas também mantendo áreas verdes abertas, aumentando a superfície de vegetação e a infiltração aquática, e contribuindo para a gestão sustentável da água e dos recursos naturais. A silvicultura urbana, incluindo a agrosilvicultura, ajuda especialmente a melhorar a qualidade do ar, reduzir o aquecimento urbano,
5 frear a erosão e aumentar a biodiversidade urbana. À medida que a água se torna cada vez mais escassa, a AUP oferece uma oportunidade ideal para utilizar de forma produtiva os resíduos orgânicos e esgoto urbanos, bem como a água de chuva coletada; e as diretrizes oficiais atualmente estão reconhecendo o uso de esgoto não-tratado, desde que sejam aplicadas estratégias suficientes de redução de risco. Técnicas e práticas apropriadas, bem como medidas para a redução dos riscos de saúde, devem ser promovidas para garantir a produção segura e ambientes saudáveis. As autoridades das cidades e nacionais, bem como as agências internacionais, tem um papel chave a desempenhar. A cooperação entre cidades vem crescendo, com autoridades municipais atuando em parcerias em múltiplos níveis que incluem os governos subnacionais, a sociedade civil e organizações não-governamentais, bem como o setor privado, em ações coordenadas para melhorar a infra-estrutura urbana, as condições de vida e a saúde. Isso deve resultar em intervenções integradas na produção alimentar urbana e peri-urbana, no processamento de alimentos e sistemas de comercialização, vínculos urbano-rurais, gestão aquática e de resíduos, e administração da terra mais modernos, e na promoção de culturas de alimentos saudáveis na esfera municipal.
6 O que a FAO está fazendo A FAO já está atuando com a prestação de assistência direta às cidades mediante uma variedade de programas e projetos, incluindo seu Programa Especial de Segurança Alimentar, seus Programas de Cooperação Descentralizada, suas operações emergenciais e o TeleFood. Essa assistência inclui o desenvolvimento de planos de ação e programas estratégicos específicos: para dar suporte à produção agrícola urbana e periurbana para melhorar o acesso à qualidade da irrigação aquática para a agricultura urbana e peri-urbana para melhorar a oferta alimentar urbana e sistemas de distribuição para dar suporte à produção pecuária e de laticínios de pequeno porte para promover a silvicultura urbana e peri-urbana para dar apoio emergencial para deslocados internos e outras comunidades de risco. A FAO disponibiliza informação e compartilha experiências mediante: a produção de materiais de consulta (e.g. diretrizes, manuais, livros de consulta) para autoridades locais e equipes técnicas, a organização de consultas e workshops com especialistas sobre suprimento alimentar urbano e nutrição e agricultura e silvicultura urbana e peri-urbana, o monitoramento e avaliação de indicadores de desempenho, incluindo o HORTIVAR ( Cidades que recebem assistência da FAO Programa de Cooperação Técnica Programa de Emergência e Reabilitação Fundos Fiduciários Unilaterais Programa de Cooperação do Governo/Programa de Cooperação Descentralizada do Governo TeleFood
7 Respostas e ações requeridas Países membros da FAO, autoridades municipais e instituições relevantes devem: conscientizar-se da necessidade de dar atenção especial à segurança alimentar urbana, especialmente de famílias pobres; disponibilizar orientação técnica e ferramentas de capacitação para melhorar a eficácia e sustentabilidade de sistemas de produção e pós-produção AUP, com atenção especial para o fortalecimento da subsistência e o aumento da disponibilidade de alimentos, segurança e acessibilidade; fornecer orientações de políticas na esfera municipal e nacional para integrar alimentos e agricultura como parte do planejamento do uso do solo territorial e urbano, levando em consideração a necessidade de fortalecer os vínculos rural-urbanos; promover a proteção e a melhoria do ambiente urbano e peri-urbano; melhorar a resiliência urbana e a adaptação a desastres naturais, incluindo a mudança climática, para reduzir os impactos negativos na agricultura, água e infra-estruturas urbanas e, consequentemente, criar oportunidades para uma economia significativa em orçamento e recursos humanos. A FAO busca maior colaboração, trabalho em rede e atividades conjuntas com organizações parceiras. No nível da ONU, a FAO e a ONU-HABITAT estão aumentando sua colaboração em várias áreas, tais como vínculos rural-urbanos e questões de posse de terra. A FAO também está envolvida em diversas iniciativas interativas entre agências para melhorar a qualidade da água e gestão de esgotos, nutrição e respostas humanitárias a crises em áreas urbanas. A FAO também colabora com a Fundação RUAF (uma Rede Internacional de Centros de Recursos em Agricultura Urbana e Segurança Alimentar) e outros parceiros engajados na área de alimentos e agricultura nas cidades, como o CGIAR (IWMI, CIP, Bioversity International), o Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento IDRC e CIRAD, o Banco Mundial, bem como com as autoridades locais e uma diversidade de ONGs/OSC parceiras.
8 A fome no mundo alcançará um recorde histórico em 2009, com 1,02 bilhões de pessoas passando fome a cada dia... Os pobres urbanos provavelmente enfrentarão os problemas mais graves na superação da recessão global, pois a menor demanda por exportações e a redução no investimento externo direto tem maior probabilidade de afetar mais os trabalhos urbanos.... FAO, 136 o Conselho, 2009 Para mais informações e recursos Favor visitar o site da iniciativa multidisciplinar da FAO Alimentos para as Cidades, em Crédito de fotos (de cima para baixo, da direita para a esquerda): capa FAO /Giuseppe Bizzarri, FAO/Giulio Napolitano, FAO/Jon Spaull; página 2 FAO/J. Koelen; página 3 FAO/Hoang Dinh Nam, FAO/Alessandra Benedetti, página 4 FAO/Giulio Napolitano, FAO/Rosetta Messori; página 5 FAO/Giulio Napolitano; página 6 FAO/Franco Mattioli, FAO/Peyton Johnson; contra capa Raghu Rai/Magnum Fotos para a FAO; FAO/Giuseppe Bizzarri.
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