PRODUÇÃO INTEGRADA DE ALGODÃO
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- Camila Nunes de Abreu
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1 PRODUÇÃO INTEGRADA DE ALGODÃO Alderi Emídio de Araújo Eng o Agr o,fitopatologista, D.Sc. VIII Congresso Brasileiro de Algodão São Paulo 20 de setembro de 2011 Foto: GBCA
2 O que é a Produção Integrada? Produtos agropecuários submetidos a controle permanente de todos os processos que os envolvem Caracterizam-se pela segurança oferecida ao consumidor e aos trabalhadores rurais Asseguram a conservação do meio ambiente
3 Produzir algodão de forma sustentável, com boa qualidade e valor agregado, capaz de conquistar novos mercados, nacionais e internacionais, onde a rastreabilidade seja requerida para a comercialização
4 Projeto: Ministério da Agricultura pecuária e Abastecimento; Embrapa; CNPq Vigência: Agosto de 2009 a agosto de 2012 Objetivo Geral: elaborar normas técnicas para produção integrada de algodão herbáceo a partir dos conhecimentos e tecnologias disponíveis nas diferentes áreas de conhecimento agronômico Alexandre C.B. Ferreira
5 Objetivos específicos Instituir um Comitê Gestor; Formar grupos técnicos de trabalho para diagnosticar a cadeia produtiva do algodão brasileiro, e subsidiar a execução deste trabalho; Definir as diretrizes e normas para a produção integrada de algodão; Elaborar e divulgar as Normas Técnicas Específicas da Produção Integrada de Algodão;
6 Desenvolver e implantar um sistema de rastreabilidade para trabalhar com as informações sobre os processos produtivos, pré e pós-colheita, inseridos nas normas técnicas da Produção Integrada de Algodão; Elaborar o caderno de campo e de pós-colheita de forma a permitir a rastreabilidade do algodão e possibilitar posteriormente a sua certificação; Implantar unidades demonstrativas de cultivo do algodão no Sistema de Produção Integrada de Algodão e no sistema convencional GRUPO SCHLATTER
7 Viabilizar técnicas de monitoramento da ocorrência de pragas, doenças e plantas daninhas, visando o uso racional de agrotóxicos; Monitorar as características químicas e físicas do solo, e a nutrição do algodoeiro, visando o uso racional de fertilizantes; Identificar e executar ações de pesquisa necessárias à implantação da PIALGO Alexandre C.B. Ferreira
8 Avaliar os impactos ambientais, econômicos e sociais dos sistemas PIALGO e convencional; Monitorar a qualidade tecnológica da fibra do algodão; Elaborar publicações técnicas sobre o sistema PIALGO; Treinar e capacitar técnicos multiplicadores e executores, pesquisadores, extensionistas, consultores e agricultores em PIALGO;
9 Documentos orientadores Grade de agroquímicos; Cadernos de campo e pós-colheita (importante para o processo de rastreabilidade); Normas Técnicas Específicas NTE (descreve os procedimentos que devem ser adotados pelos produtores, com vistas à certificação. As áreas temáticas serão definidas e os itens divididos em obrigatórios, recomendados, proibidos e permitidos com restrição); Listas de verificação campo/algodoeiras (Documento básico para auditorias / certificadoras)
10 Importante: Não é um sistema punitivo A adesão é voluntária O produtor ganha por gerar um produto diferenciado Visa a melhoria do sistema produtivo objetivando torná-lo economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo
11 Fundamental a participação dos agricultores, associações, algodoeiras, empresas de consultorias, instituições de pesquisa, ensino e extensão, de vigilância e defesa sanitária vegetal; Mais um instrumento oficial de apoio ao produtor de algodão, com uma ação participativa dos atores envolvidos na cadeia produtiva, visando manter o sistema de produção sustentável Reforça a imagem de profissionalismo competência e de qualidade do algodão produzido construída pelos produtores brasileiros Se antecipa a possíveis medidas protecionistas de países importadores que levem em consideração aspectos relacionados aos diferentes elos da cadeia produtiva
12 Ações desenvolvidas Reuniões com representantes de diferentes segmentos da cadeia produtiva Primeira versão das Normas Técnicas do Sistema Instalação de duas Unidades Piloto baseadas nas Normas Técnicas (Santa Helena de Goiás e Chapadão do Sul Um Workshop para discussão do Manejo Integrado de Pragas em algodão, milho e soja na região dos Chapadões
13 Ações previstas Seminário de capacitação e sensibilização de técnicos em Produção Integrada de Algodão Treinamento de Técnicos em Identificação de Pragas do Algodoeiro Nova Unidade Piloto na Fazenda São Caetano do Grupo Schlatter em Chapadão do Sul
14 Produção Integrada de Agodão Resultados da Unidade Piloto Chapadão do Sul Local: Fazenda São Caetano-Grupo Schatter Área: 30ha Cultivar: FMT 701 Produtividade a área convencional: Produtividade na Área PIALGO:
15 Thank you Alexandre C.B. Ferreira
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