Circuitos Resistivos (Parte 1)
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- Rodrigo Malheiro Gusmão
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1 Capítulo 2 Circuitos Resistivos (Parte 1)
2 Neste Capítulo Relações e x i para Resistências e Fontes Sistemas de Equações Algébricas Evidenciam-se os principais resultados da análise de circuitos sem entrar na complexidade da solução de sistemas de equações íntegro-diferenciais Os resultados serão exportados para domínios mais complexos nos outros capítulos 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 2
3 Solução de Circuitos Variáveis de Interesse Correntes, Tensões, Energias e Potências Equações de Base Leis de Kirchhoff Relações e x i para Resistências, Fontes, Indutâncias, Capacitâncias etc. Recai-se em Sistemas de Equações Algébricas ou Íntegro-Diferenciais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 3
4 Seção 2.1 Resistência Equivalente
5 Equivalência de Circuitos de Dois Terminais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 5
6 Resistência Equivalente 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 6
7 Equivalentes Série e Paralelo 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 7
8 Equivalentes Série e Paralelo 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 8
9 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 9
10 Divisores de Tensão e Corrente 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 10
11 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 11
12 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 12
13 Figura /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 13
14 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 14
15 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 15
16 Problemas Selecionados Anti-Quiz -> 2.2 letra (d) 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 16
17 Seção 2.2 Algumas Conseqüências da Linearidade
18 Conseqüência 1 Em um circuito excitado por apenas uma fonte independente, se o valor da fonte for multiplicado por uma constante A, a resposta também o será. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 18
19 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 19
20 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 20
21 Conseqüência 2 Teorema da Superposição A resposta à várias fontes independetes é a soma das respostas de cada fonte independente com as outras fontes em repouso. Fonte em Repouso Fonte de Tensão -> Curto-Circuito (e = 0V). Fonte de Corrente -> Circuito Aberto (i = 0A). Fontes Dependentes Não podem ser postas em repouso no emprego da superposição, pois suas tensões/correntes controladas dependem de outras partes do circuito. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 21
22 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 22
23 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 23
24 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 24
25 Problemas Selecionados Anti-Quiz -> 2.4 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 25
26 Seção 2.3 Teoremas de Thévenin e Norton
27 Teoremas de Thévenin e Norton TEOREMA DE THÉVENIN TEOREMA DE NORTON 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 27
28 Teoremas de Thévenin e Norton Demonstração Livro-Texto -> Textos que acompanham as figuras: (pp.56-57), (pp ) e (pp. 65, 66 e 68). Alternativa no quadro. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 28
29 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 29
30 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 30
31 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 31
32 Exemplo Qual a resistência equivalente vista dos terminais da fonte de tensão? 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 32
33 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 33
34 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 34
35 Exemplo (2.3-2) 2) 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 35
36 Exemplo (2.3-3) 3) 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 36
37 Exemplo (2.3-4) Observe que R eq = e oc / i sc 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 37
38 Exemplo (2.3-5) FAZER!!! 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 38
39 Exemplo (2.3-6) 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 39
40 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 40
41 Equivalentes de Thévenin e Norton Observe que R eq = e oc / i sc 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 41
42 Métodos para o Cálculo de R eq Operações série e paralelo. Aplicação de uma fonte independente aos terminais e fazer R eq = e/i para a fonte. Cálculo de e oc e i sc. Obs: fontes independentes internas desligadas. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 42
43 Outros Teoremas Reciprocidade e Substituição - Priscilla e Andrés Milmann Cardoso e Leandro Couto Compensação Kamiroski e Groschoski Máxima Transferência de Energia - Carrilho Deslocamento Santiago e Anderson Tellegen Antônio David e Morelli Miller Condé, Azevedo e de Freitas Livro: Desoer e Kuh 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 43
44 Problemas Selecionados Problemas de 2.10 a 2.21 Anti-Quiz -> 2.21 (b) Pesquisa dos outros Teoremas Enunciado Exemplo Ilustrativo 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 44
45 Fim da Parte 1
46 Capítulo 2 Circuitos Resistivos (Parte 2)
47 Seção 2.4 Topologia de Circuitos
48 Solução de Circuitos Variáveis de Interesse Correntes, Tensões, Energias e Potências Equações de Base Leis de Kirchhoff Relações e x i para Resistências, Fontes, Indutâncias, Capacitâncias etc. Recai-se em Sistemas de Equações Algébricas ou Íntegro-Diferenciais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 48
49 Neste Capítulo Relações e x i para Resistências e Fontes Sistemas de Equações Algébricas Evidenciam-se os principais resultados da análise de circuitos sem entrar na complexidade da solução de sistemas de equações íntegro-diferenicais Os resultados serão exportados para domínios mais complexos nos outros capítulos 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 49
50 Métodos Formais É desejável o desenvolvimento de procedimentos gerais e sistemáticos para se resolverem circuitos de qualquer grau de complexidade. As únicas relações necessárias devem ser as Leis de Kirchhoff e as Equações dos Elementos. Por que isso? Sistematização, Automatização Serão apresentados dois métodos: Equações Nodais Correntes de Laços 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 50
51 Organização de Circuitos em Ramos Um circuito típico consiste em várias partes com dois terminais, cada uma das quais é caracterizada por uma relação corrente tensão conhecida. Observa-se que isso não se aplica a todos os casos (ilustrar). 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 51
52 Organização de Circuitos em Ramos Circuitos particionados em Ramos (partes com dois terminais) ligados por nós. Consideram-se em geral os ramos e nós essenciais. Letras: B : número de ramos essenciais N : número de nós essenciais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 52
53 Exemplo de Equacionamento B = 5 N = 3 2B = 10 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 53
54 Exemplo de Equacionamento Circuito com B ramos contém 2B icógnitas. B correntes de ramo e B tensões de ramo. Como encontrar 2B equações algébricas independentes para obter os valores das 2B icógnitas? B equações pela lei de Ohm (lei dos elementos) N-1 equações pela LKC B-N+1 equações pela LKT A princípio, deve-se resolver um sistema com 2B equações e 2B icógnitas. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 54
55 B=5 Equações LI pela Lei de Ohm e 1 = 3i e 2 = 6i 2 e 3 = 3i 3 e 4 = 2i e 5 = 2i 5 i 1 = (e 1-18)/3 i 2 = e 2 /6 i 3 = e 3 /3 i 4 = (e 4-36)/2 i 5 = e 5 /2 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 55
56 N-1=2 Equações LI pela LKC i 1 + i 2 + i 3 = 0 -i 3 +i 4 +i 5 = 0 Outras? 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 56
57 B-N+1=3 Equações LI pela LKT e 1 = e 2 e 2 = e 3 + e 4 e 4 = e 5 Outras? 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 57
58 Equações Nodais Três das cinco tensões de ramo podem ser expressas como funções das outras duas (desde que estas sejam LI). Por exemplo, {e 2, e 4 } Todas as correntes de ramo podem ser expressas em termos das tensões escolhidas. As correntes encontradas podem ser substituídas nas equações da LKC. Sistema com 2 equações e 2 icógnitas. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 58
59 Equações de Laços Quaisquer duas correntes podem ser escritas em termos das outras três (desde que estas sejam LI). Por exemplo, {i 1, i 3, i 5 } {i 1, i 2, i 3 } não Todas as correntes de ramo podem ser expressas pelas três correntes escolhidas. Reescrevem-se as equações da LKT pelas correntes escolhidas. Obtém-se um sistema com 3 equações e 3 icógnitas. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 59
60 Teoremas para as Equações Nodais Há exatamente N-1 equações independentes pela LKC que podem ser obtidas fazendo-se a soma das correntes que saem de N-1 nós iguais a zero. Todas as tensões de ramo podem ser expressas em função de N-1 tensões independentes pela LKT. Tensões de Nó. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 60
61 Teoremas para as Correntes de Laços Há B-N+1 equações independentes pela LKT que podem ser escritas pela escolha conveniente de laços no circuito. Todas as correntes de ramo podem ser expressas em função de B-N+1 correntes independentes pela LKC. Correntes de Malha. Correntes de Ligação. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 61
62 Circuito, Grafo e Grafo Orientado 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 62
63 Grafo Conectado, Laços 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 63
64 Árvores e Ligações 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 64
65 Laços Independentes 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 65
66 Grafo Planar 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 66
67 Malhas 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 67
68 Seção 2.5 Equações Nodais
69 Nó de Referência 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 69
70 Método das Equações Nodais Escolhe-se um nó como referência para as tensões: Definir N-1 tensões de nó. Obter N-1 equações a partir das LKC sobre os nós escolhidos, tendo por icógnitas as N-1 tensões de nó, e resolver o sistema. As outras tensões e correntes são expressas como funções das tensões de nó escolhidas. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 70
71 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 71
72 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 72
73 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 73
74 Equações Nodais Num circuito com N nós com somente fontes de corrente independentes, as equações nodais simplificadas têm a forma seguinte: G 11 e 1 G 12 e G 1,N-1 e N-1 = i 1 -G 21 e 1 + G 22 e G 2,N-1 e N-1 = i 2 -G N-1,1 e 1 G N-1,2 e G N-1,N-1 e N-1 = i N-1 Onde e j : tensão do nó j em relação ao nó de referência (j = 1,2,,N-1) G jj : soma das condutâncias de todos os ramos resistivos que possuem um terminal no nó j G jk = G kj : soma das condutâncias dos ramos resistivos entre os nós j e k i j : soma algébrica das correntes entrando no nó j, provenientes de fontes de corrente ligadas ao nó 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 74
75 Matriz de Condutâncias: Forma Matricial G 11 G 12 -G 1,N-1 -G 21 G 22 -G 2,N-1 Simétrica e Inversível -G N-1,1 G N-1,2 G N-1,N-1 Forma matricial das Equações Nodais: Onde GE = I E : vetor-coluna das tensões nodais I : vetor-coluna das fontes correntes que entram/saem dos nós. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 75
76 Método Nodal Funciona bem com ramos contendo fontes de corrente independentes, pois suas tensões são icógnitas. Dica: transformar fontes de tensão em série com resistência em fontes de corrente em paralelo com resistência. Casos especiais Um ramo é uma fonte dependente. Um ramo é uma fonte de tensão independente. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 76
77 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 77
78 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 78
79 Exemplo CONCEITO DE SUPERNÓ 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 79
80 Exemplo solução alternativa 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 80
81 Exemplo Conceito de Supernó 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 81
82 Problemas Selecionados Fazer os todos os problemas que faltam no livro. Calcular V cb e I c, com R x =20kΩ, R y =80kΩ, R c =0,82kΩ, R e =0,20kΩ, V cc =7,5V, V be =0,6V e β=39. Usar o método das equações nodais. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 82
83 Seção 2.6 Equações de Laços
84 Método das Equações de Laços Correntes de ligação ou correntes de malha. Selecionar L = B-N+1 correntes de laço LI. Obter L equações pela LKT associadas aos L laços, tendo por icógnitas às L correntes de laço, e resolver o sistema. As outras correntes e tensões são funções das L correntes de laço. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 84
85 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 85
86 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 86
87 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 87
88 Equações de Laços Num circuito que contém L laços/malhas e somente fontes independentes de tensão, as equações de laços têm a forma: R 11 i 1 ±R 12 i 2 ± ±R 1L i L = e 1 ±R 21 i 1 +R 22 i 2 ± ±R 2L i L = e 2 ±R L1 i 1 ±R L2 i 2 ± +R LL i L = e L Onde i j : corrente de laço (j = 1,2,,N-1) R jj : soma das resistências no laço j R jk = R kj : soma das resistências entre os laços k e j Sinal + se as correntes de laço tiverem o mesmo sentido, e Sinal se as correntes de laço tiverem sentidos contrários. e j : soma algébrica das tensões de fontes no laço j Sinal + se a fonte tende a produzir a corrente no laço j. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 88
89 Forma Matricial Matriz das Resistências: R 11 ±R 12 ±R 1L ±R 21 R 22 ±R 2L Simétrica e Inversível ±R L1 ±R L2 R LL Forma matricial das Equações Nodais: RI = E Onde E : vetor-coluna das fontes de tensão nos laços. I : vetor-coluna das correntes de laço. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 89
90 Método de Laços/Malhas Tudo OK com ramos contendo fontes de tensão independentes, pois suas correntes são icógnitas. É conveniente tratar cada elemento como um ramo separado e combinar resistências em paralelo em um único ramo. Casos especiais Ramos com fontes dependentes Ramos com fontes de corrente independentes 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 90
91 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 91
92 Escolha das correntes 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 92
93 Exemplo CONCEITO DE SUPERMALHA 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 93
94 Exemplo solução alternativa 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 94
95 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 95
96 Exemplo /12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 96
97 Problemas Selecionados Fazer os todos os problemas que faltam no livro. Calcular V cb e I c, com R x =20kΩ, R y =80kΩ, R c =0,82kΩ, R e =0,20kΩ, V cc =7,5V, V be =0,6V e β=39. Usar o método das correntes de laço. 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 97
98 Seção 2.7 Duais
99 Duais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 99
100 Duais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 100
101 Duais 2/12/2009 Capítulo 2 - Circuitos Resistivos 101
102 Fim da Parte 2
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5) No circuito abaixo, determine a potência gerada pela bateria de 5 V.
) Determine Vab (i7 é desconhecido). V = 0V ab ) Obtenha os circuitos equivalentes de Thévenin e Norton do seguinte circuito. R.: 3) Determine a resistência equivalente R ab vista dos terminais ab do circuito
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