O Amor em "Os Lusíadas"
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- Francisca Chaves Arantes
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1 O Amor em "Os Lusíadas" Cláudio Carvalho Fernandes UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS DEPARTAMENTO DE LETRAS DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À LITERATURA PORTUGUESA O AMOR EM OS LUSÍADAS 1
2 Teresina abril INTRODUÇÃO A temática do amor (ou Amor) encontra-se comumente associada às formas de poema lírico, sendo o próprio lirismo definido como o gênero de poesia em que o artista expresa sentimentos, emoções, tornando-a (a poesia) subjetiva. Ao fazer-se tal consideração de modo absoluto, pode parecer estranho que se fale do tema em um poema épico como Os Lusíadas, de Camões. No artigo Bucolismo e Eticidade n Os Lusíadas, Luís de Sousa Rebelo comenta e os qu estudiosos da epopéia camoniana várias vezes têm levantado a questão da mistura gêneros que no poema se oferece numa época em que a retórica tradicional mantinha u ma dos 2
3 compartimentação estrita entre eles e respeitava os códigos estilísticos que lhes são ineren tes. Rebelo afirma que os modos lírico e épico combinam-se n Os Lusíadas, contrastando-se seus valores numa ambivalência em que os aspectos ou variações do modo poético lírico projetados sobre a narrativa de natureza épica parecem transgredir, à primeira vista, a noção dos três estilos ou tons elementares que têm como modelo a roda de Virgílio da retórica medieval. O mesmo Rebelo observa que se Camões não pode ser acusado, dentro deste dogmatismo estilístico, de jamais passar as fronteiras que definem os respectivos modos, já a transição de um gênero para outro no curso de uma narrativa épica é efetuada por ele com u ma arte e sutileza cuja originalidade tem sido devidamente evidenciada. Os modos estilísticos, que adotou e integrou dentro da grande tradição clássica com fina originalidade, permitiram-lhe uma maior amplitude de reflexão sobre o sentido ético da conduta individual e na sua relação com a sociedade, fazendo-lhe compreender a grandeza e os logros da condição humana. O filósofo alemão Heidegger, ao procurar a essência da poesia em Hölderlin, não afast ou a possibilidade de ser ela conceitual e, ao mesmo tempo, lírica. De fato, é constante poétic a, através dos tempos, o aspecto lírico, presente, inclusive, na obra dos grandes épicos co mo em Homero, nas cenas de amor de Circe ou na espera do amado por Penélope (Odisséia) ; ou como em Camões, nas cenas do Adamastor e de Inês de Castro (Os Lusíadas). Assim, os interlúdios líricos são comuns às epopéias clássicas, já desde a Odisséia e Il Homero, e a Eneida, de Virgílio, não sendo Camões o seu precursor. íada de Comentando sobre convenção e inovação na poética camoniana, Maria Leonor Carva lhão Buesco diz que não existe um Camões lírico, ao lado, ou até versus, um Camões pico. é A voz lírica e a voz épica não são senão uma única voz poética, cujos registros podem, certamente, percorrer toda a escala possível do poético. Ética e Estética, Convenç ão e Inovação, Modelo e Dissidência, são marcos de uma identidade literária complexa mas coerente, que torna uno o diverso e que se apropria igualmente do Lírico e do Épico. 3
4 O AMOR EM OS LUSÍADAS O Amor é um dos temas mais ricos da poética camoniana, dividindo-se em dois aspectos : o Amor visto como idéia (neoplatonismo) e o amor como manifestação da carnalidade. Inês de Castro, O gigante Adamastor e A Ilha dos Amores são episódios com característi cas líricas dentro do épico. Para que melhor se compreenda sua inserção em Os Lusía das, convém examinar as raízes das tradições clássica e medieval. O século XVI é o século do Renascimento da cultura clássica, humanist antropocêntrica, em oposição ao caráter religioso teocêntrico da cultura medieval. Em linhas gerais, essa transformação ideológica deve-se à crise do feudalismo (sistema econô mico baseado na posse do feudo, ou da terra) e à emergência do mercantilismo (sistema econômico baseado no comércio), que promove a ascensão da classe burguesa, responsável pelas práticas comerciais, e o conseqüente declínio da aristocracia feudal. Interessava, portanto, à burguesia, no século XVI, substituir o teocentrismo medieval por um racionalismo que favorecesse eventos da importância das grandes navegações para o crescimento do mercantilismo: a descoberta de novas terras, de novas mercadorias a serem vendidas, de novos caminhos marítimos, implicou a descoberta de novos valores ideológico s e culturais. Valores mais próximos do paganismo grego do que do espiritualismo cristão. No entanto, a tradição medieval não foi extinta. a e Em Camões, o poder de integração da experiência do homem na expressão estética alcança níveis que constituem a expressão total de uma época, na sua obra confluem as diversas tendências do Humanismo e do Renascimento. Camões persegue uma visão idealizada da mulher, elevada a elemento de purificação de e divinização da alma do poeta. Através dessa visão idealista, pretende atingir a supremacia do Bem e da Beleza. Mas a vivência de Camões não lhe permite realizar-se plenamente na idealização da 4
5 mulher, como seu modelo Petrarca sugeria. Freqüente nele é o apelo carnal que ora transparece como conflito, opondo-se à concepção do amor ideal, ora surge como vigoro sa união. Episódios como A Ilha dos Amores de Os Lusíadas exemplificam esse sentid o de solicitação erótica, na tentativa de demonstrar a possibilidade de se atingir o entendimento de conceitos como Beleza e Bem através da consumação do amor, isto é, quando há a adequação do espírito à forma. Nesse processo antitético ( espiritualidade e materialid ade, sensualismo e idealização ) está a grande tensão lírica camoniana. O poeta não ch ega a resolver os problemas da contradição; portanto, não chega à sintese, à racionalização. No episódio do gigante Adamastor (como em alguns outros de mesma natureza mitológica ) observa-se a presença da idéia de Amor, no empenho do gigante em proteger o ambiente em que vivia sua amada. Também no episódio de Inês de Castro encontra-se igualmente a concepção idealista de um Amor elevado, sublime, que transcende os limites humanos, para o bem ou para o mal de seus protagonistas. É o verdadeiro Amor, amor puro, que está no mundo das ideias. CONCLUSÃO A poética de Camões tendo como temática o Amor apresenta-se marcada por u ma dualidade, que representa as próprias dimensões básicas do fazer poético em que o autor se insere como protótipo do homem em sua relação dialética com o mundo: espírito clá ssico e espírito medieval; razão e emoção; humanismo e religiosidade; vontade sempre urgente de crescer e medo do novo; impulso e retração; exterioridade, objetividade, macrocosmo e interioridade, subjetividade, microcosmo. 5
6 BIBLIOGRAFIA BUESCU, Maria Leonor Carvalhão. Convenção e Inovação na Poética Camon iana. ENCICLOPÉDIA BARSA, Volume 11. RJ-SP, Encyclopaedia Britannica Editores, MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa através dos textos. 21ª edição, revis ta e atualizada. São Paulo, Cultrix, PASSONI, Célia A. N. Lírica de Camões. 2ª edição, revisada e ampliada.. São Paulo, Editora Núcleo, REBELO, Luís de Sousa. Bucolismo e Eticidade n Os Lusíadas (Interne t) Obra original disponível em: 6
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