PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO
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- Júlio César Lemos Sabala
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1 PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO Perspectivas, Impactos e Desafios, na Visão dos Agentes do Setor Elétrico PAC e os Aspectos Regulatórios da Geração Luiz Fernando Leone Vianna
2 Quem é APINE? Constituída em 26 de setembro de associados que representam a experiência de mais de MW no mundo inteiro, 3 vezes a do Brasil Associação que congrega Produtores Independentes, Engenharia Consultiva, Advogados, Fornecedores e EPCistas Objeto: Representar seus associados junto aos poderes públicos e outras instituições, visando a oferta de energia elétrica no País pela iniciativa privada Atualmente a Apine representa no Brasil: MW de capacidade instalada Cerca de 43% da capacidade instalada no Brasil
3 Associados da APINE
4 Associados da APINE
5 Associados da APINE QUANTA GERAÇÃO ENEL BRASIL PARTICIPAÇÕES
6 Agenda 1. Objetivos do Setor Elétrico 2. Requisito de Expansão 3. Percepção do Risco pelo Investidor 4. Medidas do PAC sobre o Setor Elétrico 5. Aperfeiçoamentos para o Setor
7 Principais Objetivos do Setor Elétrico Modicidade Tarifária Garantia do Suprimento Assegurar a expansão da oferta
8 Necessidade de Expansão da Oferta: Com Restrição de Gás MWmed Oferta Nova Contratada MWmed Oferta Existente Demanda Oficial Demanda com crescimento histórico (10 Anos 3,2%)
9 Racional do Investidor Antes da Decisão PREÇO = CUSTO + REMUNERAÇÃO + RISCO Depois da Decisão REMUNERAÇÃO = PREÇO - CUSTO - SINISTRO Se não ocorrer o sinistro RESULTADO Remuneração superior ao esperado Remuneração inferior ao esperado Se ocorrer o sinistro
10 Contexto Atual: Brasil e Setorial Brasil Reforma política? Reforma da previdência? Reforma tributária? Gastos correntes crescerão menos que o crescimento do PIB? Quando virá o grau de Investment Grade? Incertezas Setor Elétrico Projetos estruturantes (especiais) se viabilizam no momento oportuno? Expansão nuclear? Usinas leiloadas não atrasam? Restrições sócio-ambientais? Aspectos regulatórios? Custo Brasil Incertezas
11 Medidas do PAC específicas para o Setor Elétrico MP 351/2007 PLV 013/2007 (itens específicos do setor elétrico) Art. 20 Regulamenta o pagamento do UBP Art. 21 Cria a figura da Potencia Injetada para a co-geração Art. 22 Flexibiliza o Produtor Independente Autônomo (PIA) Art. 23 Ajusta e possibilita a implantação da Reserva Estrutural de Energia Art. 24 Possibilita antecipação do início da entrega dos CCEARs Possibilita concessões de UHs se transformarem em PIEs Art. 25 Limita em 5 anos o prazo para postergação do início do UBP Art. 26 Estende, para o autoprodutor organizado sob a forma de SPE, os benefícios relativos ao pagamento de alguns encargos setoriais
12 Benefícios do PAC (a) Usinas Licitadas na Modalidade de Concessão Onerosa UHE Salto R. Verdinho Salto Serra do Facão Foz do Chapecó Estreito Pai Querê Couto Magalhães % PIE 100% 100% 60% 100% 40% 5% 100% Potência PIE - MW Total 1.781
13 Benefícios do PAC (b) Desoneração Fiscal (PIS/COFINS) Custo de Instalação (R$/kW-instalado) Antes do PAC Após o PAC PCH Hidrelétrica Térmica a Carvão Térmica a GN CC Térmica a GN CS Redução de 8% no custo de instalação
14 Benefícios do PAC (c) Novas condições de financiamento do BNDES Antes do PAC Após o PAC UHEs UTEs PCHs UHEs UTEs PCHs Participação BNDES em Itens Financiáveis 80% 80% 80% 85% 80% 80% Debt máximo 70% 70% 70% 75% 70% 70% Amortização (1) Custo Financeiro 80% TJLP 20% IPCA 80% TJLP 20% IPCA (ou Cesta Moedas) 100% TJLP 100% TJLP 80% TJLP 20% IPCA (ou Cesta Moedas) 100% TJLP Remuneração básica 1,5% 1,5% 1,5% 1,0% (2) 1,0% 1,0% ICD mínimo 1,30 1,30 1,30 1,20 (3) 1,30 1,30 (1) 20 anos para projetos iguais ou superiores a MWméd. (2) 0,5% para projetos iguais ou superiores a MWméd (3) Desde que a TIR do projeto seja igual ou superior a 8% a.a.
15 Benefícios do PAC (d) Biomassa 1 Óleo C Tetos dos Leilões Nuclear Gás CC Carvão GNL Hidro Preço médio dos LENs R$/MWh 1- Bagaço de cana-de-açucar
16 Aperfeiçoamentos para o Setor Ampliação e Sustentabilidade do mercado livre Necessidade de incentivos para a ampliação da oferta Incerteza quanto a recontratação da energia para o mercado regulado a partir de 2013 Leilões de energia por disponibilidade para todas as fontes? Volatilidade dos preços de curto prazo Riscos sócio-ambientais continuam sem equacionamento Madeira? Angra III? Termelétricas a carvão mineral Regulamentação da CDE? Política de gás natural
17 Conclusão O PAC, sem sombra de dúvidas vem no sentido de impulsionar novos empreendimentos hidrelétricos As novas condições de financiamento do BNDES favorecem as taxas de retorno dos empreendimentos de geração de energia Há necessidade de avanços regulatórios A questão do licenciamento ambiental está no caminho crítico dos empreendimentos de geração e o custo ambiental/prazo de licenciamento pode vir a inviabilizar alguns desses empreendimentos A questão do gás natural como insumo para geração de energia elétrica, carece de regulamentação adequada
18 Obrigado! ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES INDEPENDENTES DE ENERGIA ELÉTRICA APINE SHS Quadra 6, Ed. Business Center Tower - Brasil XXI, bl C - Sala 212 Brasília DF CEP: Telefones: (61) / / / Fax: (61) [email protected] Luiz Fernando Leone Vianna
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