Equações Diofantinas Lineares
|
|
|
- Stella Lagos Mota
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Equações Diofantinas Lineares Equações, com uma ou mais incógnitas, e que se procuram soluções inteiras esignam-se habitualmente por Equações iofantinas. Vamos apenas consierar as equações iofantinas lineares, isto é, equações o tipo ax + by = c, com a, b, c Z. Lema Sejam a e b inteiros não ambos nulos tais que mc(a, b) = 1. Se ax + by = 0, para certos X, Y Z, então existe n Z tal que X = nb e Y = na. Demonstração. Suponhamos que ax + by = 0, para certos X, Y Z. Se a = 0, como mc(a, b) = 1, então b = ±1 e a equação fica 0X + (±1)Y = 0. Logo, Y = 0 = n 0 e X = n (±1), para qualquer n Z. Se a 0, e ax = by segue que a by. Como mc(a, b) = 1 então a Y. Isto significa que existe um inteiro n tal que an = Y. Substituino Y na equação inicial obtemos X = nb. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
2 Teorema Sejam a, b Z não simultaneamente nulos e = mc(a, b). As soluções inteiras a equação ax + by = 0 são pares a forma com n Z. X = nb e Y = na Demonstração. Suponhamos que existem X, Y Z tais que ax + by = 0. Diviino esta igualae por, obtemos a X + b Y = 0. Como mc( a, b ) = 1, então, existe n Z tal que X = n b e Y = n a. Como para qualquer n Z, a nb soluções inteiras a equação ax + by = 0 são pares a forma com n Z. + b na X = nb = nab+nab e Y = na = 0, concluimos que as Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
3 Poemos agora provar o caso geral. Teorema Sejam a, b, c Z, com a e b não simultaneamente nulos, e seja = mc(a, b). A equação ax + by = c tem solução inteira se e só se c. Neste caso, existem infinitas soluções inteiras aas por pares a forma xc + nb yc na X = e Y = com n Z e x, y Z : = xa + yb. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
4 Demonstração. A equação ax + by = c tem solução inteira se e só se c. ( ) Suponhamos que ax + by = c tem solução, isto é, que existem X, Y Z tais que ax + by = c. Como a e b, então ax + by, ou seja, c. ( ) Suponhamos que c. Existem inteiros x e y tais que = ax + by. Multiplicano ambos os membros pelo inteiro c xc, obtemos c = a + b yc. Fazeno X 0 = xc yc e Y0 = temos uma solução inteira a equação. Resta provar a seguna parte o teorema. Suponhamos que o par orenao e inteiros (X, Y ) é uma solução e ax + by = c. Subtraino, membro a membro, as igualaes ax 0 + by 0 = c e ax + by = c vem que a(x 0 X ) + b(y 0 Y ) = 0. E, o par orenao (X 0 X, Y 0 Y ) é uma solução inteira a equação ax + by = 0. Sabemos que as soluções e ax + by = 0 são a forma X = nb n Z. Portanto, X 0 X = nb Y = yc na, com n Z. e Y 0 Y = na e Y = na, com e, ou seja, X = xc+nb Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
5 O Teorema anterior poe escrever-se na forma e um algoritmo. Algoritmo (Soluções e uma equação iofantina linear) Input: termos a, b, c Z, a, b não ambos nulos, a equação ax + by = c Determinar mc(a, b) e x, y Z tais que mc(a, b) = ax + by (utilizano o Algoritmo e Euclies - versão alargaa) mc(a, b) if c then Output: Não existem soluções inteiras else X x c+n b, Y y c n a, com n Z en Output: X e Y, forma geral as soluções inteiras a equação ax + by = c Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
6 gap> a:=1492;; b:=1066;; c:=-4;; gap> L:=Gcex(a,b); rec(gc:=2,coeff1:=-5,coeff2:=7,coeff3:=533,coeff4:=-746) gap> :=L.gc;; x:=l.coeff1;; y:=l.coeff2;; gap> IsInt(c/); true # logo a equacao aa tem solucao # gap> = x*a + y*b; true gap> SolEqDiofantinaLinear:=n->[(x*c+n*b)/,(y*c-n*a)/]; function( n )... en gap> SolEqDiofantinaLinear(0); [ 10, -14 ] gap> SolEqDiofantinaLinear(1); [ 543, -760 ] gap> SolEqDiofantinaLinear(9376); [ , ] Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83 Exemplo Com a ajua o GAP vamos eterminar soluções a equação iofantina linear 1492X Y = 4.
7 Definição (Mínimo Múltiplo Comum) O mínimo múltiplo comum e ois inteiros a e b não nulos é o menor inteiro positivo que é simultaneamente múltiplo e ambos. Vamos enotar este inteiro por mmc(a, b). Exemplo Vamos eterminar o mínimo múltiplo comum e 10 e 12. Começamos por consierar os conjuntos os múltiplos positivos os ois números: M 10 = {10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110, 120, 130,...} e D 12 = {12, 24, 36, 48, 60, 72, 84, 96, 108, 120, }. Ora D 10 D 12 = {60, 120,...}. Logo mmc(10, 12) = min D 10 D 12 = 60. Exercício Construa uma função GAP para eterminar o mínimo múltiplo comum e ois números inteiros não nulos. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
8 A função GAP LcmInt permite eterminar o mínimo múltiplo comum e ois inteiros iferentes e 0. gap> LcmInt(23,12); 276 gap> Teorema Sejam a e b inteiros positivos. Qualquer múltiplo comum e a e b é múltiplo e mmc(a, b). Demonstração. Seja s um inteiro múltiplo comum e a e b. Diviamos s por m = mmc(a, b). Existem números inteiros q e r tais que s = mq + r, com 0 r < m. Done, r = s mq e portanto r é um múltiplo comum e a e b (por s e m o serem). Como r é menor o que m, não poe ser positivo, pois m, por efinição, é o menor múltiplo comum positivo e a e b. Portanto r = 0 e s m. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
9 Proposição Sejam a e b inteiros positivos. (i) Seno n N, tem-se mmc(na, nb) = n mmc(a, b). (ii) Se for um ivisor comum positivo e a e b, então mmc ( a, ) b = 1 mmc(a, b). Demonstração. (i) Sejam n N e h = mmc(a, b). Pretenemos provar que mmc(na, nb) = nh. Ora h é um múltiplo comum e a e b, one nh é um múltiplo comum e na e nb. Portanto, mmc(na, nb) nh. Por outro lao, temos que mmc(na, nb) = ina = jnb, para alguns i, j inteiros positivos. Como ina = jnb é múltiplo comum e a e b, então é múltiplo e h (pelo mesmo resultao anterior) e, portanto, é múltiplo e nh. Assim, mmc(na, nb) é multiplo e nh, pelo que mmc(na, nb) nh. Logo, mmc(na, nb) = nh, ou seja, mmc(na, nb) = n mmc(a, b). (ii) Seja um ivisor positivo comum a a e a b. Por (i) temos que mmc(a, b) = mmc ` a, ` b = mmc a,. b Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
10 Teorema (Relação entre o MDC e o MMC) Sejam a e b inteiros positivos. Então mmc(a, b) mc(a, b) = a b. Demonstração. Se mc(a, b) = 1, basta provar que mmc(a, b) = a b. Como a mmc(a, b), existe q N tal que mmc(a, b) = qa. Como também b mmc(a, b), tem-se que b qa. Dao que a e b são primos entre si, então b q, ou seja, q = tb, para algum t N. Constatamos assim que mmc(a, b) = tab e, portanto, que mmc(a, b) ab. Mas, como mmc(a, b) é, por efinição, o menor os múltiplos comuns positivos e a e b e ab é um múltiplo comum positivo e a e b, só poe ser mmc(a, b) = ab. Suponhamos agora que mc(a, b) = > 1. Então mc ` a, b = 1. Estamos, agora, nas conições a primeira parte esta prova, assim mmc ` a, ` b mc a, b = a b 2. Multiplicano ambos os membros por obtemos que mmc(a, b) mc(a, b) = a b, como preteníamos. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
11 Números Primos e Teorema Funamental a Aritmética Teorema Qualquer natural maior ou igual a 2 tem pelo menos um ivisor primo. Demonstração. Seja n 2 um número inteiro positivo. Consieremos o conjunto D = { N > 1 e n}. Este conjunto é não-vazio, pois n D. Pelo Princípio e Boa Orenação, D tem um elemento mínimo, igamos p. Suponhamos que p não é primo. Então, k N : k p, 1 < k < p, ou seja, p = zk para algum z N. Por outro lao, como p D, então p n, ou seja, n = tp, para algum t N. Assim, n = tp = tzk, one resulta que k n e portanto, que k D. Mas, isto contraria o facto e que p é o mínimo e D. A contraição resultou e supor que p não é primo. Logo, p é primo. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
12 A existência um número infinito e primos foi provaa por Euclies. Actualmente, existem iversas emonstrações este facto. Corolário (Euclies) Há uma infiniae e números primos. Demonstração. Suponhamos que há um número finito e primos istintos, igamos p 1, p 2,..., p k, para certo k N. Seja n = p 1p 2... p k + 1. Pelo teorema anterior existe um número primo que ivie n, ou seja, i {1, 2,..., k} tal que p i n. Além isso, como p i p 1p 2... p k, temos que p i n p 1p 2... p k, ou seja, p i 1, o que não poe ser, pela efinição e primo. A contraição resultou e supor que existe um número finito e primos. Logo, existem infinitos números primos. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
13 Corolário Seja n 2 um inteiro. Se nenhum número primo p n ivie n, então n é um número primo. Demonstração. Seja n 2 tal que nenhum número primo menor ou igual a n ivie n. Suponhamos que n não é primo. Então, n = ab, para alguns inteiros 1 < a, b < n. Sabemos que existem primos p e q tais que p a e q b. Como p e q também iviem n então, por hipótese, p, q > n. Temos então n = ab pq > n n = n, o que é absuro. O absuro resultou e supor que n não é primo. Logo, n é um número primo. Exemplo Vejamos que 193 é um número primo. Tem-se 193 < 196 = 14. Os números primos menores o que 14 são 2, 3, 5, 7, 11, 13 e nenhum eles ivie 193. Logo, 193 é um número primo. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
14 O Crivo e Eratóstenes permite obter listas e números primos. Algoritmo (Crivo e Eratóstenes) Input: um número inteiro n 2 Definir a lista L = [2,..., n] e a lista vazia M repeat Escolher o menor número m a lista L Colocar m na lista M Remover toos os múltiplos e m a lista L until L ficar vazia Output: M, lista e primos menores ou iguais a n Exercício Implemente no GAP o Crivo e Eratóstenes e faça uma lista com os números primos entre 1 e Confirme o resultao comparano com a lista preefinia Primes presente no GAP. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
15 O exemplo seguinte á conta e algumas funções existentes no GAP para liar com números primos. Exemplo gap> IsPrimeInt(10453); true gap> IsPrimeInt(1043); false gap> IsPrime(2*3*5*7*11+1); true gap> PrevPrimeInt(45); 43 gap> NextPrimeInt(45); 47 gap> NextPrimeInt(47); 53 Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
16 Lema (Lema e Euclies) Sejam p um primo e a, b inteiros. Se p ivie ab, então p ivie a ou p ivie b. Demonstração. Suponhamos que p ivie ab, mas não ivie a. Pretenemos provar que p ivie b. Como p não ivie a, temos mc(p, a) = 1. Então, por um resultao anterior, vem que p ivie b. O Lema e Euclies poe ser generalizao para um qualquer prouto finito e inteiros. Corolário Sejam p um primo e a 1, a 2,..., a k inteiros. Se p a 1 a 2... a k então existe um ínice i {1, 2,..., k} tal que p a i. Exercício Use o Princípio e Inução para provar o resultao anterior.. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
17 Teorema (Teorema Funamental a Aritmética) Qualquer inteiro maior que 1 é primo ou um prouto e primos. Este prouto é único a menos a orem os factores. Demonstração. Vamos utilizar a seguna forma o Princípio e Inução para provar a existência e uma factorização e a em primos. Seja S o conjunto e inteiros que são primos ou proutos e primos. Sem úvia, 2 S. Suponhamos, agora, que para algum inteiro n, S contém toos os inteiros k, com 2 k < n. Queremos provar que n S. Se n é primo, então n S, por efinição e S. Se n não é primo, então n = ab, para alguns inteiros 1 < a, b < n. Como, por hipótese e inução, a e b pertencem a S, temos que caa um estes inteiros é um primo ou um prouto e primos. Portanto, n é também um prouto e primos. Logo, por inução, concluímos que S = {a Z a > 1}, ou seja, qualquer inteiro a > 1 poe ser escrito como um prouto e números primos. Resta provar a uniciae. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
18 Suponhamos que a tem uas factorizações em números primos: a = p 1p 2... p s = q 1q 2... q t, one p 1, p 2,..., p s e q 1, q 2,..., q t são números primos. Da primeira factorização temos que p 1 a, logo p 1 q i, para algum i {1, 2,..., t}. Trocano e renumerano os primos a seguna factorização (se necessário) poemos assumir que i = 1 e que p 1 q 1. Como q 1 é primo, segue-se que p 1 = q 1. Cancelano este primo as uas factorizações temos: p 2... p s = q 2... q t. Continuano este processo repetiamente, esgotam-se toos os primos e uma as factorizações. Se uma as factorizações se esgotar antes a outra, as factorizações reuzias expressam 1 como um prouto e primos p i ou q j, o que não poe ser pois, p i, q j > 1. Portanto, as uas factorizações esgotam os seus primos por cancelamento em simultâneo. Logo, s = t e p i = q i (epois e uma troca conveniente os factores primos). A factorização e a > 1 em números primos poe conter factores repetios. É comum escrevê-la na forma a = p α1 1 pα pαn n = n i=1 pα i i, (α i 1) que se iz a factorização e a em potências primas. Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
19 O exemplo seguinte á conta e algumas funções existentes no GAP para liar com factorizações. Exemplo gap> FactorsInt(32); [ 2, 2, 2, 2, 2 ] gap> FactorsInt(6820); [ 2, 2, 5, 11, 31 ] gap> PrimePowersInt(32); [ 2, 5 ] gap> PrimePowersInt(6820); [ 2, 2, 5, 1, 11, 1, 31, 1 ] gap> PrintFactorsInt(32);Print("\n"); 2^5 gap> PrintFactorsInt(6820);Print("\n"); 2^2*5*11*31 gap> Álgebra (Curso e CC) Ano lectivo 2005/ / 83
, com k 1, p 1, p 2,..., p k números primos e α i, β i 0 inteiros, as factorizações de dois números inteiros a, b maiores do que 1.
Como seria de esperar, o Teorema Fundamental da Aritmética tem imensas consequências importantes. Por exemplo, dadas factorizações em potências primas de dois inteiros, é imediato reconhecer se um deles
ALGORITMO DE EUCLIDES
Sumário ALGORITMO DE EUCLIDES Luciana Santos da Silva Martino lulismartino.wordpress.com [email protected] PROFMAT - Colégio Pedro II 25 de agosto de 2017 Sumário 1 Máximo Divisor Comum 2 Algoritmo
Projecto Delfos: Escola de Matemática Para Jovens 1 Teoria dos Números 09/09/2011
Projecto Delfos: Escola e Matemática Para Jovens 1 Teoria os Números 09/09/2011 Funções aritméticas Este texto e apoio baseia-se no seguno capítulo e Tom M. Apostol, Introuction to Analytic Number Theory.
Elementos de Matemática Finita
Elementos de Matemática Finita Exercícios Resolvidos - Princípio de Indução; Algoritmo de Euclides 1. Seja ( n) k n! k!(n k)! o coeficiente binomial, para n k 0. Por convenção, assumimos que, para outros
a = bq + r e 0 r < b.
1 Aritmética dos Inteiros 1.1 Lema da Divisão e o Algoritmo de Euclides Recorde-se que a, o módulo ou valor absoluto de a, designa a se a N a = a se a / N Dados a, b, c Z denotamos por a b : a divide b
Os números inteiros. Álgebra (Curso de CC) Ano lectivo 2005/ / 51
Os números inteiros Abordaremos algumas propriedades dos números inteiros, sendo de destacar o Algoritmo da Divisão e o Teorema Fundamental da Aritmética. Falaremos de algumas aplicações como sejam a detecção
Elementos de Matemática Finita
Elementos de Matemática Finita Exercícios Resolvidos 1 - Algoritmo de Euclides; Indução Matemática; Teorema Fundamental da Aritmética 1. Considere os inteiros a 406 e b 654. (a) Encontre d mdc(a,b), o
Introdução à Teoria dos Números Notas de Aulas 3 Prof Carlos Alberto S Soares
Introdução à Teoria dos Números 2018 - Notas de Aulas 3 Prof Carlos Alberto S Soares 1 Números Primos e o Teorema Fundamental da Aritmética Em notas anteriores já definimos os números primos, isto é, números
Introdução à Teoria dos Números Notas de Aulas 3 Prof Carlos Alberto S Soares
Introdução à Teoria dos Números 2018 - Notas de Aulas 3 Prof Carlos Alberto S Soares 1 Números Primos e o Teorema Fundamental da Aritmética Em notas anteriores já definimos os números primos, isto é, números
Dado um inteiro positivo n, definimos U(n) como sendo o conjunto dos inteiros positivos menores que n e primos com n. Não é difícil ver que a
Exemplo (U(n)) Dado um inteiro positivo n, definimos U(n) como sendo o conjunto dos inteiros positivos menores que n e primos com n. Não é difícil ver que a multiplicação módulo n é uma operação binária
30 a Aula AMIV LEAN, LEC Apontamentos
30 a Aula 20041124 AMIV LEAN, LEC Apontamentos (RicaroCoutinho@mathistutlpt) 301 Equações iferenciais e orem n Comecemos com consierações gerais sobre equações e orem n; nomeaamente sobre a sua relação
Lista de Exercícios de Cálculo 3 Segunda Semana - 01/2016
Lista e Exercícios e Cálculo 3 Seguna Semana - 01/2016 Parte A 1. Se l tem equações paramétricas x = 5 3t, y = 2 + t, z = 1 + 9t, ache as equações paramétricas a reta que passa por P ( 6, 4, 3) e é paralela
## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## , determine t 1 3. Isolando o vetor t : Temos o vetor t procurado!
## RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS DO MATERIAL BÁSICO DE ESTUDO ## LISTA DE EXERCÍCIOS Operações com Vetores na Forma Algébrica [Analítica] no R [página 7] 5) Daos os vetores u i j Inicialmente, antes e substituir
MA14 - Aritmética Unidade 8 Resumo. Equações Diofantinas Lineares
MA14 - Aritmética Unidade 8 Resumo Equações Diofantinas Lineares Abramo Hefez PROFMAT - SBM Julho 2013 Aviso Este material é apenas um resumo de parte do conteúdo da disciplina e o seu estudo não garante
Teorema (Algoritmo da Divisão)
Teorema (Algoritmo da Divisão) Sejam a e b números inteiros, com b > 0. Então existem números inteiros q e r, únicos e tais que a = bq + r, com 0 r < b. Demonstração. Existência: Consideremos S = {a bk
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida
CÁLCULO I Prof. Eilson Neri Júnior Prof. Anré Almeia Aula n o 0: Derivaas e Orem Superior e Regra a Caeia Objetivos a Aula Definir e eterminar as erivaas e orem superior; Conhecer e aplicar a regra a caeia;
Programa Combinatória Aritmética Racional MATEMÁTICA DISCRETA. Patrícia Ribeiro. Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/ / 52
1 / 52 MATEMÁTICA DISCRETA Patrícia Ribeiro Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/2019 2 / 52 Programa 1 Combinatória 2 Aritmética Racional 3 Grafos 3 / 52 Capítulo 1 Combinatória 4 / 52 Princípio
Já sabemos como determinar todas as soluções de uma equação diofantina linear, caso esta seja resolúvel. Para conguências temos:
Seguidamente vamos determinar valores de b (em termos de a e n) para os quais a congruência ax b (mod n) tem solução. Se a = 0 esta congruência tem solução x se e só se n b, e, neste caso, qualquer x Z
é uma proposição verdadeira. tal que: 2 n N k, Φ(n) = Φ(n + 1) é uma proposição verdadeira. com n N k, tal que:
Matemática Discreta 2008/09 Vítor Hugo Fernandes Departamento de Matemática FCT/UNL Axioma (Princípio da Boa Ordenação dos Números Naturais) O conjunto parcialmente (totalmente) ordenado (N, ), em que
MAT Álgebra I para Licenciatura 2 a Lista de exercícios
MAT0120 - Álgebra I para Licenciatura 2 a Lista de exercícios 1. Quais são os números de cifras iguais que são divisíveis por 3? Idem, por 9? Idem por 11? 2. Determinar mmc (56, 72) e mmc (119, 272). 3.
a = bq + r e 0 r < b.
1 Aritmética dos Inteiros 1.1 Lema da Divisão e o Algoritmo de Euclides Recorde-se que a, o módulo ou valor absoluto de a, designa a se a N a = a se a / N Dados a, b Z denotamos por a b : a divide b ou
a) Falsa. Por exemplo, para n = 2, temos 3n = 3 2 = 6, ou seja, um número par.
Matemática Unidade I Álgebra Série - Teoria dos números 01 a) Falsa. Por exemplo, para n =, temos 3n = 3 = 6, ou seja, um número par. b) Verdadeira. Por exemplo, para n = 1, temos n = 1 =, ou seja, um
1. O que podemos dizer sobre a imagem da função. f : Z Z, f(x) = x 2 + x + 1?
1 Congruências e aritmética modular Vamos considerar alguns exemplos de problemas sobre números inteiros como motivação para o que se segue. 1. O que podemos dizer sobre a imagem da função f : Z Z, f(x)
MA14 - Aritmética Unidade 9 Resumo. Teorema Fundamental Da Aritmética
MA14 - Aritmética Unidade 9 Resumo Teorema Fundamental Da Aritmética Abramo Hefez PROFMAT - SBM Aviso Este material é apenas um resumo de parte do conteúdo da disciplina e o seu estudo não garante o domínio
CAPÍTULO 7. ( p)= -1 p2. Segue que a reta tangente no ponto de abscissa p é y 1. f( x)- f() Exercícios f( x)= sen px. Exercícios
CAPÍTULO 7 Eercícios 7 8 f 3-9 f sen p Eercícios 73 8 f ' ( p) - p Segue que a reta tangente no ponto e abscissa p é y - - ( - p) p p p Para y, - p e, portanto, p; ou seja, a reta tangente no ponto e abscissa
a prova de Matemática da FUVEST 2ª fase
a prova e Matemática a FUVEST ª fase - 00 Matemática QUESTÃO 0 QUESTÃO 0 A iferença entre ois números inteiros positivos é 0. Ao multiplicar um pelo outro, um estuante cometeu um engano, teno iminuío em
Aritmética Racional MATEMÁTICA DISCRETA. Patrícia Ribeiro. Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/ / 42
1 / 42 MATEMÁTICA DISCRETA Patrícia Ribeiro Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/2019 2 / 42 1 Combinatória 2 3 Grafos 3 / 42 Capítulo 2 4 / 42 Axiomática dos Inteiros Sejam a e b inteiros. Designaremos
Roteiro da segunda aula presencial - ME
PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência Matemática Elementar Departamento de Matemática Universidade Federal da Paraíba 29 de outubro de 2014 PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência
Ficha de Trabalho de Matemática do 8º ano Soluções da ficha de preparação para a ficha de avaliação de Matemática Lições nº,, = 1 10
Escola Secunária com ºCEB e Lousaa Ficha e Trabalho e Matemática o 8º ano 00 Soluções a ficha e preparação para a ficha e avaliação e Matemática Lições nº,, Resolve caa uma as equações seguintes: 4 5 Resposta:
Teorema (Teorema fundamental do homomorfismo)
Teorema (Teorema fundamental do homomorfismo) Seja ϕ : G H um homomorfismo de grupos. Então G/ ker ϕ ϕ(g). Demonstração. Vamos mostrar que a correspondência ψ : G/ ker ϕ ϕ(g) dada por ψ(g ker ϕ) = ϕ(g)
Matemática para Ciência de Computadores
Matemática para Ciência de Computadores 1 o Ano - LCC & ERSI Luís Antunes [email protected] DCC-FCUP Complexidade 2002/03 1 Inteiros e divisão Definição: Se a e b são inteiros com a 0, dizemos que a divide
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida
CÁLCULO I Prof. Eilson Neri Júnior Prof. Anré Almeia Aula n o 08: Regra a Caeia. Derivação Implícita. Derivaa a Função Inversa. Objetivos a Aula Conhecer e aplicar a regra a caeia; Utilizar a notação e
Introdução à Teoria de Grupos Grupos cíclicos Grupos de permutações Isomorfismos Teorema de Lagrange Subgrupos normais e grupos quociente
Classes laterais Sejam G um grupo, H um subconjunto de G e a um elemento de G. Usamos as seguintes notações: ah = {ah h H} e Ha = {ha h H}. Definição (Classe lateral de H em G) Seja H um subgrupo do grupo
1 Congruência. 2. m mmc(n, m) m a b. De 1) e 2) segue que: a b mod n e a b mod m.
1 Congruência Exercício 1.1. Proposição 23. (7) a b mod n e a b mod m a b mod mmc(n, m) De fato, ( ) Se a b mod n n a b, se a b mod n m a b. nm a b, como mmc(n, m) nm então mmc(n, m) a b a b mod mmc(n,
Introdução à Teoria dos Números - Notas 4 Máximo Divisor Comum e Algoritmo de Euclides
Introdução à Teoria dos Números - Notas 4 Máximo Divisor Comum e Algoritmo de Euclides 1 Máximo Divisor Comum Definição 1.1 Sendo a um número inteiro, D a indicará o conjunto de seus divisores positivos,
Matemática Discreta. Fundamentos e Conceitos da Teoria dos Números. Universidade do Estado de Mato Grosso. 4 de setembro de 2017
Matemática Discreta Fundamentos e Conceitos da Teoria dos Números Professora Dr. a Donizete Ritter Universidade do Estado de Mato Grosso 4 de setembro de 2017 Ritter, D. (UNEMAT) Matemática Discreta 4
1 Congruências e aritmética modular
1 Congruências e aritmética modular Vamos considerar alguns exemplos de problemas sobre números inteiros como motivação para o que se segue. 1. O que podemos dizer sobre a imagem da função f : Z Z, f(x)
A Regra da Cadeia. 14 de novembro de u(x) = sen x. v(x) = cos x. w(x) = x 5
A Regra a Caeia 4 e novembro e 0. As operações algébricas entre funções (soma, prouto, etc) fornecem uma grane iversiae e novas funções para os iferentes casos que vimos até agora. Porém, existe uma outra
Introdução à Teoria de Grupos Grupos cíclicos Grupos de permutações Isomorfismos
Observação Como para k > 1 se tem (a 1, a 2,..., a k ) = (a 1, a k )(a 1, a k 1 ) (a 1, a 2 ), um ciclo de comprimento par é uma permutação ímpar e um ciclo de comprimento ímpar é uma permutação par. Proposição
Álgebra A - Aula 12 Sistemas de congruências
Álgebra A - Aula 12 Sistemas de congruências Elaine Pimentel Departamento de Matemática, UFMG, Brazil 2 o Semestre - 2010 Equações lineares ax b (mod n) Se a possui um inverso α em Z n, então: α(ax) αb
Aritmética. Somas de Quadrados
Aritmética Somas de Quadrados Carlos Humberto Soares Júnior PROFMAT - SBM Objetivo Determinar quais números naturais são soma de dois quadrados. PROFMAT - SBM Aritmética, Somas de Quadrados slide 2/14
CÁLCULO I. 1 Funções Exponenciais Gerais. Objetivos da Aula. Aula n o 25: Funções Logarítmicas e Exponenciais Gerais. Denir f(x) = log x
CÁLCULO I Prof. Eilson Neri Júnior Prof. Anré Almeia Aula n o 25: Funções Logarítmicas e Eponenciais Gerais Objetivos a Aula Denir f() = log Denir f() = a Funções Eponenciais Gerais Denição. Se a > 0 e
Sistemas lineares. x,..., x são as incógnitas; 1 Introdução
Sistemas lineares Vamos pensar na seguinte situação-problema: Um terreno e 8000 m² eve ser iviio em ois lotes. O lote maior everá ter 000 m² a mais que o lote menor. Vamos calcular a área que caa lote
3.8 O Teorema da divergência ou Teorema de Gauss
144 CAPÍTULO 3. INTEGRAI DE UPERFÍCIE 3.8 O Teorema a ivergência ou Teorema e Gauss O Teorema e tokes relaciona uma integral e superfície com uma e linha ao longo o boro a superfície. O Teorema e Gauss
Modulo 5 Lei de Stevin
Moulo 5 Lei e Stevin Simon Stevin foi um físico e matemático belga que concentrou suas pesquisas nos campos a estática e a hirostática, no final o século 16, e esenvolveu estuos também no campo a geometria
CÁLCULO I. 1 Regras de Derivação. Objetivos da Aula. Aula n o 12: Regras de Derivação. Apresentar e aplicar as regras operacionais de derivação;
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. Anré Almeia Prof. Eilson Neri Júnior Aula n o 2: Regras e Derivação Objetivos a Aula Apresentar e aplicar as regras operacionais e erivação; Derivar funções utilizano
Usando indução pode então mostrar-se o seguinte:
Proposição Sejam G e H grupos cíclicos finitos. Então G H é cíclico se e só se ord(g) e ord(h) forem primos entre si. Exercício Faça a demonstração da proposição anterior. Usando indução pode então mostrar-se
CIC 111 Análise e Projeto de Algoritmos II
CIC 111 Análise e Projeto de Algoritmos II Prof. Roberto Affonso da Costa Junior Universidade Federal de Itajubá AULA 21 Number theory Primes and factors Modular arithmetic Solving equations Other results
Aula 4 - Números Primos, MDC e MMC
Polos Olímpicos de Treinamento Intensivo (POTI) Curso de Teoria dos Números - Nível Aula 4 - Números Primos, MDC e MMC Prof. Samuel Feitosa Arquivo Original 1 1 Documento:...gaia/educacional/matematica/teoria
III Corpos rígidos e sistemas equivalentes de forças
III Corpos rígios e sistemas equivalentes e forças Nem sempre é possível consierar toos os corpos como partículas. Em muitos casos, as imensões os corpos influenciam os resultaos e everão ser tias em conta.
Aula 18. Carlos Amaral Fonte: Cristiano Quevedo Andrea
Aula 8 Carlos Amaral Fonte: Cristiano Queveo Anrea UTFPR - Universiae Tecnológica Feeral o Paraná DAELT - Departamento Acaêmico e Eletrotécnica Curitiba, Junho e Comparação entre técnicas e controle Técnica
CÁLCULO I. 1 Regras de Derivação. Objetivos da Aula. Aula n o 12: Regras de Derivação. Apresentar e aplicar as regras operacionais de derivação;
CÁLCULO I Prof. Marcos Diniz Prof. Anré Almeia Prof. Eilson Neri Júnior Prof. Emerson Veiga Prof. Tiago Coelho Aula n o : Regras e Derivação Objetivos a Aula Apresentar e aplicar as regras operacionais
Se mdc(a,m) = 1, como a é invertível módulo m, a equação. ax b (mod m)
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 3 Carlos Gustavo Moreira Aula 8 Equações lineares módulo n e o teorema chinês dos restos 1 Equações Lineares Módulo m Se mdc(a,m) = 1,
Mais derivadas. g(x)f (x) f(x)g (x) g(x) 2 cf(x), com c R cf (x) x r, com r R. rx r 1
Universiae e Brasília Departamento e Matemática Cálculo 1 Mais erivaas Neste teto vamos apresentar mais alguns eemplos importantes e funções eriváveis. Até o momento, temos a seguinte tabela e erivaas:
Gabarito da lista de Exercícios sobre Técnicas de Demonstração
Universidade Federal Fluminense Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Fundamentos Matemáticos para Computação Professora: Raquel Bravo Gabarito da lista de Exercícios sobre Técnicas de Demonstração
Exemplos: Os números 12, 18 e 30 têm conjuntos de divisores respectivamente iguais a:
Lista de atividades sobre MDC. Nesta aula, definiremos e estudaremos métodos para calcular o máximo divisor comum e o mıınimo múltiplo comum de números naturais, bem como algumas de suas propri edades.
U.C Matemática Finita. 6 de junho de Questões de escolha múltipla
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior U.C. 21082 Matemática Finita 6 de junho de 2018 - Resolução e Critérios de Avaliação - Questões de escolha múltipla 1. (Exame e P-fólio De quantas maneiras
Números Primos, MDC e MMC. O próximo teorema nos diz que os primos são as peças fundamentais dos números inteiros:
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível Prof. Samuel Feitosa Aula 4 Números Primos, MDC e MMC. Definição 1. Um inteiro p > 1 é chamado número primo se não possui um divisor d
Inteiros. Inteiros. Congruência. Discrete Mathematics with Graph Theory Edgar Goodaire e Michael Parmenter, 3rd ed 2006.
Inteiros Inteiros. Congruência. Referência: Capítulo: 4 Discrete Mathematics with Graph Theory Edgar Goodaire e Michael Parmenter, 3rd ed 2006 1 Números reais A relação binária em R é uma ordem parcial
Resoluções dos testes propostos
os funamentos a física Uniae A Capítulo Campo elétrico Resoluções os testes propostos 1 T.5 Resposta: Daos: F e 10 N; q 50 mc 50 10 C A carga q é negativa. ntão a força elétrica F e e o vetor campo elétrico
Método para resolver equações diofantinas com coeficientes no conjunto dos números racionais
Artigo Original DOI:10.5902/2179460X14529 Ciência e Natura, Santa Maria, v. 37 E. Especial PROFMAT, 2015, p. 47 57 Revista o Centro e Ciências Naturais e Exatas - UFSM ISSN impressa: 0100-8307 ISSN on-line:
Gabarito Lista 2, Álgebra I
Gabarito Lista 2, Álgebra I Os seguintes dois Exercicio são muito uteis para mostrar os outros. Exercicio 1. Seja k Z positivo. Assim k divide o produto de q.q. k inteiros consecutivos. Demonstração: È
Universidade do Minho
Teórica n o 1 2007-02-22 Apresentação do docente e da disciplina. Algumas revisões de teoria de números elementar. O algoritmo de Euclides estendido; demonstração do teorema que fundamenta o algoritmo.
Algebra Christian Lomp 2004
Álgebra Christian Lomp 2004 2 Sumário 1 Preliminares 5 1.1 Lógica............................... 5 1.2 Conjuntos............................. 8 1.3 O princípio da Indução...................... 10 1.4 Relações..............................
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/30 3 - INDUÇÃO E RECURSÃO 3.1) Indução Matemática 3.2)
Algoritmo de Euclides Estendido, Relação de Bézout e Equações Diofantinas. Tópicos Adicionais
Algoritmo de Euclides Estendido, Relação de Bézout e Equações Diofantinas Relação de Bézout e Aplicações Tópicos Adicionais Algoritmo de Euclides Estendido, Relação de Bézout e Equações Diofantinas Relação
Álgebra Linear Exercícios Resolvidos
Álgebra Linear Exercícios Resolvidos Agosto de 001 Sumário 1 Exercícios Resolvidos Uma Revisão 5 Mais Exercícios Resolvidos Sobre Transformações Lineares 13 3 4 SUMA RIO Capítulo 1 Exercícios Resolvidos
n Programação Dinâmica n Exemplo: Sequência de Fibonnaci n Problemas de Otimização n Multiplicação de Matrizes n Principios de Programação Dinâmica
Proeto e Análise e Algoritmos Altigran Soares a Silva Universiae Feeral o Amazonas Departamento e Ciência a Computação Roteiro Exemplo: Sequência e Fibonnaci Problemas e Otimização Multiplicação e Matrizes
2007/2008 Resolução do 1 o exame
Introdução à Álgebra 2007/2008 Resolução do 1 o exame 1. Diga, em cada caso, se a afirmação é verdadeira ou falsa, justificando a sua resposta com uma demonstração, ou um contra-exemplo. Nesta questão,
Cálculo do MDC e MMC
META: Apresentar o algoritmo do Cálculo do MMC e do MDC entre dois números OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Executar de maneira correta os algoritmos do Cálculo do MMC e do MDC.
Números Inteiros Algoritmo da Divisão e suas Aplicações
Números Inteiros Algoritmo da Divisão e suas Aplicações Diferentemente dos números reais (R), o conjunto dos inteiros (Z) não é fechado para a divisão. Esse não-fechamento faz com que a divisão entre inteiros
NÚMEROS ESPECIAIS. Luciana Santos da Silva Martino. lulismartino.wordpress.com PROFMAT - Colégio Pedro II
Sumário NÚMEROS ESPECIAIS Luciana Santos da Silva Martino lulismartino.wordpress.com [email protected] PROFMAT - Colégio Pedro II 27 de outubro de 2017 Sumário 1 Primos de Fermat, de Mersenne e em
Álgebra A - Aula 02 Teorema da fatoração única, Propriedade fundamental dos primos, números primos
Álgebra A - Aula 02 Teorema da fatoração única, Propriedade fundamental dos primos, números primos Elaine Pimentel Departamento de Matemática, UFMG, Brazil 2 o Semestre - 2010 Teorema da fatoração única
A resolução desses problemas pode geralmente ser feita com o seguinte procedimento: Problemas de divisibilidade 1
Três VIPs da Teoria dos Números É claro, VIP significa Very Important Problems. Os problemas discutidos aqui, além de suas variações, são bastante comuns em Olimpíadas de Matemática e costumam ser resolvidos
EQUILÍBRIO DA ALAVANCA
EQUILÍBRIO DA ALAVANCA INTRODUÇÃO A Alavanca é uma as máquinas mais simples estuaas na Grécia antiga. Ela consiste e uma barra rígia que gira em torno e um ponto fixo enominao fulcro. A balança e ois braços
Matemática Discreta. Introdução à Teoria de Números - Exercícios 1 o ano /2011
Lic. em Ciências da Computação Matemática Discreta Introdução à Teoria de Números - Exercícios 1 o ano - 2010/2011 1. Determine o quociente e o resto na divisão de: (a) 310156 por 197; (b) 32 por 45; (c)
Portal da OBMEP. Material Teórico - Módulo de Divisibilidade. MDC e MMC - Parte 1. Sexto Ano
Material Teórico - Módulo de Divisibilidade MDC e MMC - Parte 1 Sexto Ano Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 1 Máximo divisor comum Nesta aula, estudaremos métodos para
Aula Distância entre duas retas paralelas no espaço. Definição 1. Exemplo 1
Aula 1 Sejam r 1 = P 1 + t v 1 t R} e r 2 = P 2 + t v 2 t R} duas retas no espaço. Se r 1 r 2, sabemos que r 1 e r 2 são concorrentes (isto é r 1 r 2 ) ou não se intersectam. Quando a segunda possibilidade
MATEMÁTICA 1 MÓDULO 2. Divisibilidade. Professor Matheus Secco
MATEMÁTICA 1 Professor Matheus Secco MÓDULO 2 Divisibilidade 1. DIVISIBILIDADE 1.1 DEFINIÇÃO: Dizemos que o inteiro a é divisível pelo inteiro b (ou ainda que a é múltiplo de b) se existe um inteiro c
