ARRANJO INSTITUCIONAL
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- Mirela da Fonseca Benke
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1 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Coordenação Geral: Gabinete do Governador Secretarias de Estado da Habitação e do Meio Ambiente
2 ARRANJO INSTITUCIONAL Coordenação Geral Gabinete do Governador: assessoria especial Secretaria da Habitação Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano/CDHU SP Secretaria de Meio Ambiente Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais, Instituto de Botânica, Fundação Florestal e Polícia Militar Ambiental As ações prevêem parcerias entre as secretarias estaduais e os municípios da área de abrangência do Programa
3 OBJETIVO GERAL Promover a conservação, o uso sustentável e a recuperação socioambiental da Serra do Mar, dos Mosaicos Juréia Itatins e das Unidades de Conservação Marinhas e seus entornos no Estado de São Paulo, gerando benefícios sociais e ecológicos e promovendo a efetiva proteção da biodiversidade e dos mananciais
4 A SERRA DO MAR
5 A IMPORTÂNCIA DA SERRA DO MAR IMPORTÂNCIA AMBIENTAL Maior corredor biológico contínuo da Mata Atlântica no país ha Riquíssima em paisagens naturais e biodiversidade vegetal e animal Regulação climática Proteção das encostas contra erosão e escorregamentos Alimentação e abrigo de importantíssimos e numerosos mananciais de água doce Contígua às maiores concentrações urbanas do país
6 A IMPORTÂNCIA DA SERRA DO MAR IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA Separa a maior zona portuária exportadora e importadora da região mais industrializada e mais populosa do país Transposta por uma densa rede de ligações rodoviárias e ferroviárias, oleodutos, gasodutos, linhas de transmissão Instalações industriais e energéticas importantíssimas em seu topo esopé Essa condição logística vital para o país implica que toda essa infra- estrutura instalada não pode de forma alguma ter sua funcionalidade e operacionalidade ameaçadas por acidentes geológico-geotécnicos direta ou indiretamente provocados por formas indevidas de ocupação territorial da Serra
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8 SERRA DO MAR: GEOLOGIA E GEOTECNIA região do país mais susceptível a escorregamentos de solos e rochas escorregamentos ocorrem já naturalmente em episódios de grande pluviosidade, sendo incrivelmente potencializados por ações diretas ou indiretas do homem desmatamento, cortes e aterros, alterações na drenagem, poluição aérea, etc. aflorestaé o único fator natural inibidor dos escorregamentos
9 VALE DO RIO MOGI, CUBATÃO SP
10 CARAGUATATUBA SP
11 SERRA DAS ARARAS RJ
12 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA SERRA DO MAR PRIMEIRA ETAPA Município de Cubatão
13 SERRA DO MAR ENTRE PLANALTO PAULISTANO E BAIXADA SANTISTA REGIÃO DEFINIDA PELO CORREDOR ANCHIETA-IMIGRANTES
14 Situação Geral das Áreas de Intervenção Município de Cubatão Cota 500 Cota 95/100 Pinhal do Miranda Cota 400 Cota 200 Sítio dos Queirozes Água Fria Pilões Vila dos Pescadores Parque Estadual da Serra do Mar
15 BAIRROS COTA: VERTENTE ESQUERDA DO RIO CUBATÃO
16 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA SERRA DO MAR PROJETO CUBATÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Remoção total e reassentamento dos moradores residentes nos núcleos urbanos de Água Fria, Pilões, Sítio dos Queirozes, Cotas 500 e 400; Remoção e reassentamento dos moradores do Bairro-Cota 200, e dos Bairros- Cota 100/95 e Pinhal do Miranda/Fabril que ocupam setores de alto risco geológico-geotécnico; geotécnico; Urbanização e regularização fundiária dos núcleos remanescentes que serão consolidados e promoção da sustentabilidade socioambiental desses núcleos e das áreas de reassentamento; Recuperação ambiental/reflorestamento das áreas desocupadas e sua reintegração ao Parque Estadual da Serra do Mar Implantação de Jardim Botânico em área do PESM atualmente ocupada irregularmente pelo núcleo da Água Fria.
17 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA SERRA DO MAR Propostas de Consolidação/Urbanização - Estimativa: famílias Fabril Bairros-Cota 100/95 Pinhal do Miranda Litoral Bairro-Cota 200
18 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA SERRA DO MAR PROJETO CUBATÃO BAIRROS COTA ABORDAGENS DE TRABALH0: MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO URBANIZAÇÃO DOS NÚCLEOS GEOTECNICAMENTE CONSOLIDÁVEIS NA SERRA REASSENTAMENTO DAS FAMÍLIAS REMOVIDAS EM NOVOS BAIRROS ESPECIALMENTE CONSTRUÍDOS EM ÁREAS SEGURAS
19 Grande impacto ambiental à época da construção da Via Anchieta. Início da formação dos Bairros-Cota
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22 COTA 400
23 Localização Bairro-Cota 200 Fabril Bairros-Cota 100/95 Pinhal do Miranda Litoral Rodovia Anchieta Bairro-Cota 200
24 Bairros-Cota 100/95, Pinhal do Miranda/Fabril
25 TENDÊNCIA ATUAL: OCUPAÇÃO DAS ENCOSTAS MAIS ÍNGREMES E DE VERTENTES DE DRENAGENS NATURAIS
26 GROTÃO: OCUPAÇÃO RECENTE EM CONDIÇÕES DE RISCO GEOTÉCNICO MUITO GROTÃO: OCUPAÇÃO RECENTE EM CONDIÇÕES DE RISCO GEOTÉCNICO MUITO ALTO NO BAIRRO PINHAL DO MIRANDA
27 CENÁRIO DE EXPANSÃO PINHAL DO MIRANDA/GROTÃO
28 CENÁRIO DE EXPANSÃO NA COTA 200
29 O contínuo avanço para as cotas mais altas e íngremes Cota 200
30 A temerária cultura da produção de um patamar plano via A temerária cultura da produção de um patamar plano via corte/aterro na encosta
31 Escorregamento de aterro frontal à edificação
32 Roças de banana e mandioca facilitam a infiltração de água e Roças de banana e mandioca facilitam a infiltração de água e desestruturam os solos superficiais
33 ASPECTO DO PRECÁRIO SISTEMA ATUAL DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
34 ZONEAMENTO DE RISCO GEOLÓGICO-GEOTÉCNICO COTA 100/95 E PINHAL/FABRIL
35 ZONEAMENTO DE RISCO GEOLÓGICO-GEOTÉCNICO COTA 200
36 GRAU DE RISCO BAIXO (R1) CLASSIFICAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE GRAUS DE RISCO SIGNIFICADO Nas condições atuais não há risco evidente de acidentes geotécnicos ou hidráulicos localizados. Não exige intervenções específicas de estabilização geotécnica, além das recomendações de caráter geral. Recomendações: - melhoria do sistema de impermeabilização e drenagem superficial, urbanização e adoção do Regulamento Técnico - pode sofrer algum adensamento de moradias condicionado a liberação técnica oficial - remoção para situações localizadas ou caso fora dos limites da Área Desafetada MÉDIO (R2) Nas condições atuais há risco de acidentes geotécnicos ou hidráulicos de pequeno pq e médio portes. Exige intervenções de estabilização leves. Recomendações: - implantação de medidas de estabilização geotécnica indicadas, melhoria do sistema de impermeabilização e drenagem superficial, urbanização e adoção do Regulamento Técnico Código de Obras - pode sofrer algum adensamento de moradias condicionado a liberação técnica oficial - remoção para situações localizadas ou caso fora dos limites da Área Desafetada. ALTO (R3) MUITO ALTO (R4) Nas condições atuais há riscos de acidentes geotécnicos ou hidráulicos graves. Exige intervenções de estabilização geotécnica de pequeno e médio portes. Recomendações: - implantação de medidas de estabilização geotécnica indicadas, melhoria do sistema de impermeabilização e drenagem superficial, urbanização e adoção do Regulamento Técnico - não deve sofrer adensamento de moradias. -remoção para situações indicadas no projeto ou caso fora dos limites da Área Desafetada ou por avaliação custo-benefício. Nas condições atuais há riscos de acidentes geotécnicos ou hidráulicos graves. Recomendação: - remoção de todas as edificações existentes, recuperação florestal da área remanescente e eventuais serviços de estabilização geotécnica.
37 CRITÉRIOS ADOTADOS PARA DECISÃO DE REMOÇÃO DE EDIFICAÇÕES RISCO GEOTÉCNICO (critério principal) p EXTERIOR DO PERÍMETRO DE DESAFETAÇÃO FAIXA DE 15 METROS INTERIOR AO PERÍMETRO DE DESAFETAÇÃO FAIXAS LATERAIS DE 15 METROS AO LONGO DAS DRENAGENS NATURAIS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS LINHAS DE ALTA TENSÃO FAIXA OPERACIONAL DE 30 METROS CONTÍGUA À VIA ANCHIETA NECESSIDADE DE INTERVENÇÕES URBANÍSTICAS (casos isolados)
38 PLANTA GERAL DE REMOÇÕES COTA 100/95 E PINHAL/FABRIL
39 PLANTA GERAL DE REMOÇÕES COTA 200
40 BALANÇO GERAL DAS REMOÇÕES BAIRROS EDIFICAÇÕES A SEREM CONSOLIDADAS (1) EDIFICAÇÕES A SEREM REMOVIDAS (2) (1) (2) TOTAL DE EDIFICAÇÕES CADASTRADAS (3) Cota Cota Cota Cota 100/ Pinhal/Fabril Água Fria/Pilões / Sítio dos Queirozes Total (1) Edificações consolidadas: aquelas que permanecerão nas áreas de urbanização e serão regularizadas; (2) Edificações removidas: aquelas que serão demolidas por se situarem em área do Parque Estadual da Serra do Mar ou estarem sem áreas de risco ou em decorrência das obras de urbanização; (3) Total de edificações: inclui edificações não residenciais (Comércios, serviços e igrejas/templos). A estimativa é de cerca de famílias residentes.
41 GANHOS EM REFLORESTAMENTO Bairros Áreas que serão desocupadas, reflorestadas e reincorporadas ao Parque Est. da Serra do Mar (valores aproximados em m²) Cota Cota Cota 100/95, Pinhal/ Fabril Água Fria TOTAL
42 PROJETO DE URBANIZAÇÃO COTA 100/95, PINHAL, FABRIL
43 PROJETO DE URBANIZAÇÃO BAIRRO COTA 200
44 Bases Técnicas e Conceituais dos Serviços de Urbanização O fator geológico-geotécnico geotécnico PREMISSA BÁSICA Devido sua grande susceptibilidade a escorregamentos, o fator geológico-geotécnicogeotécnico é o fator crítico para qualquer tipo de intervenção na Serra do Mar. CONSEQUÊNCIAS PARA OS TRABALHOS DE URBANIZAÇÃO As ações preventivas de inibição dos fatores mais comuns de instabilização - cortes/aterros, desmatamento e infiltração de água constituíram a conduta técnica que norteou todos os trabalhos de urbanização dos núcleos consolidados: infraestrutura urbana, saneamento, drenagem.
45 LINHAS PRINCIPAIS DE INTERVENÇÃO NOS TRABALHOS DE URBANIZAÇÃO CONDUTA TÉCNICA Inibição dos fatores mais comuns de instabilização: cortes/aterros, desmatamento e infiltração de água redução máxima da infiltração de água no terreno e a facilitação máxima da drenagem de águas infiltradas estabilização e contenção de terrenos já instabilizados ou potencialmente instáveis através de obras e serviços simples e leves impedimento radical da execução de cortes ou aterros recuperação florestal imediata das áreas desurbanizadas Implementação do Plano de Sustentabilidade Geotécnica elaboração e divulgação de Regulamento Técnico com regras técnicas de conduta para os moradores e para a administração pública.
46 PLANO DE SUSTENTABILIDADE GEOTÉCNICA Ações Preventivas Contra Instabilizações Redução Máxima da Infiltração de Água no Terreno e Drenagem Estabilização e Contenção de Terrenos Monitoramento Geotécnico Regulamento Técnico
47 INTEGRAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO COM OS SISTEMAS DE DRENAGEM, DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO
48 DETALHES DO PROJETO DE REURBANIZAÇÃO NOS BAIRROS-COTA 100/95 E PINHAL DO MIRANDA/FABRIL
49 COTA 200: ESPAÇO DE IMPLANTAÇÃO DA ÁREA DE EVENTOS
50 O REASSENTAMENTO DAS FAMÍLIAS REMOVIDAS DIRETRIZES CONCEITUAIS Novos assentamentos não são entendidos simplistamente como novos núcleos urbanos quantitativamente i capazes de abrigar bi as famílias removidas, mas como completos espaços urbanos capazes de atender às suas necessidades integrais de moradia e vivência humana e comunitária. O conceito urbanístico buscou reproduzir as condições naturais de um bairro consolidado, em que as diversas atividades id d acham-se harmoniosamente mescladas, contemplando comércio, serviços, transportes, cultura e lazer.
51 OS NOVOS BAIRROS ESPECIALMENTE CONCEBIDOS PARA O REASSENTAMENTO DAS FAMÍLIAS REMOVIDAS
52 JARDIM CASQUEIRO EDIFÍCIOS DE 4 E 8 PAVIMENTOS -CICLOVIAS E VIAS DE PEDESTRES
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PROJETO DE REVITALIZAÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA ENSEADA GUARUJÁ ESTUDO TÉCNICO ISSA
10. ACERVO FOTOGRÁFICO O presente capítulo apresenta um acervo fotográfico, que tem como objetivo demonstrar os riscos a que está submetida a população ocupante das encostas na região da Enseada, bem como
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