Introdução ao empreendedorismo
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- Luiz Guilherme Barateiro Alves
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1 Introdução ao empreendedorismo UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA. UCB Virtual. Empreendedorismo. Disponível em: < Acesso em: 25 de março de Acesso ao conteúdo com login e senha. Um dito popular afirma que os empresários nascem, não se fazem. Este dito nos toca de diversas maneiras ao abordar o tema do empreendedorismo. De forma geral, a noção de empreendedorismo é associada com as noções de ter ou desenvolver um empreendimento e de ser um empresário. Comumente associamos aspectos positivos ou negativos à imagem do empreendedor, como por exemplo, o lado positivo é ser audacioso, persistente e ter uma clara visão de futuro; e o lado negativo é ser uma pessoa esquisita, que gosta de correr riscos e que se ocupa só consigo mesmo e com o dinheiro. Compartilhamos parcialmente com estas ideias porque pensamos que o empreendedor é isso e muito mais. Entendemos o empreendedorismo como uma atitude, uma postura perante a vida, um estado de espírito que nos motiva e impulsiona para sonhar e agir, para sermos AGENTES DE MUDANÇA e transformação. Um grande pensador e empreendedor contemporâneo, FERNANDO FLORES (1995), diz que o ser humano alcança sua plenitude não na sua reflexão abstrata, mas quando atua se envolvendo com a mudança, inovando-a no cotidiano e principalmente quando se torna conscientemente o protagonista da sua história. Este ser humano na plenitude do seu ser, é consciente do seu papel na comunidade à qual pertence e se sente responsável pelo passado e pelo futuro que têm em comum. Assim, retornando ao dito popular mencionado no começo, poderíamos contrapor outro assim: empreendedores nascemos e nos fazemos. O desafio de nos tornarmos empreendedores é o desafio de sermos responsáveis pelo nosso futuro e pelo futuro da comunidade em que vivemos. Por isso, existem empreendedores criando empresas e gerando empregos, participando dos processos de governo com responsabilidade, realizando atividades sociais, enxergando oportunidades nos momentos de crise, desempenhando seu trabalho com altos níveis de inovação,
2 agenciando programas educativos e de conscientização ambiental, aprendendo na organização, promovendo uma melhor qualidade de vida nas organizações, entre outros. Entendemos o empreendedor como um agente de mudanças, onde quer que ele esteja. Empreendedor não diz respeito somente àquelas pessoas que criam novas empresas, é um termo mais abrangente que se refere a uma atitude, a uma postura diferenciada diante das situações da vida. Características Empreendedoras e Intraempreendedoras Vejam as principais características do empreendedor e do intraempreendedor quando dentro das organizações: Aceitação do risco - O empreendedor aceita riscos, ainda que seja, muitas vezes, cauteloso e precavido. A verdade é que ele os aceita em alguma medida. Autoconfiança - O empreendedor tem autoconfiança, isto é, acredita em si mesmo. Se não acreditasse, seria difícil para ele tomar iniciativas. Acreditar em si mesmo faz o indivíduo arriscar mais, ousar, oferecer-se para realizar tarefas desafiadoras, enfim, torna-o mais empreendedor. Automotivação e entusiasmo - Pessoas empreendedoras são capazes de se automotivarem com desafios e tarefas em que verdadeiramente acreditam. Não necessitam de prêmios externos, como recompensação financeira, por exemplo. São capazes de se entusiasmarem com suas próprias idéias e projetos. Controle e influência - O empreendedor acredita que sua realização depende de si mesmo e não de forças externas sobre as quais não tem controle. Ele se vê como capaz de controlar a si mesmo e de influenciar o meio de tal modo que possa atingir seus objetivos. Decisão e responsabilidade - O empreendedor não fica esperando que os outros decidam por ele. Ele toma as decisões e se responsabiliza pela decisão tomada e pelas conseqüências.
3 Energia - Há situações que requerem uma dose de energia para se lançar em novas realizações, que usualmente exigem intensos esforços iniciais. O empreendedor dispõe dessa reserva de energia, vinda provavelmente de seu entusiasmo e motivação. Iniciativa - A iniciativa, enfim, é a capacidade daquele que, tendo um objetivo qualquer, age: arregaça as mangas e parte para a solução, sem esperar que os outros (o governo, o empregador, o parente, o padrinho etc) venham resolver os seus problemas. Os empreendedores são pessoas que começam coisas novas. Otimismo - O empreendedor é otimista, o que não quer dizer sonhador ou iludido. Acredita nas possibilidades que o mundo oferece, acredita na possibilidade de solução dos problemas, acredita no potencial de desenvolvimento da vida. Persistência - O empreendedor, por estar motivado, convicto, entusiasmado e crente nas possibilidades, é capaz de persistir até que as coisas comecem a funcionar adequadamente. Sem temor do fracasso e da rejeição - O empreendedor fará tudo o que for necessário para não fracassar, mas não é atormentado pelo medo paralisante do fracasso. Pessoas com pouco amor próprio e medo do fracasso preferem não tentar correr o risco de errar - ficam, então, paralisadas. Voltado para equipe - O empreendedor em geral não é um fazedor, no sentido obreiro da palavra. Ele cria equipe, delega, acredita nos outros. Obtém resultados por meio dos outros. Empreendedorismo e Intraempreendedorismo: uma questão de atitude FILION (1993), um dos principais pesquisadores sobre empreendedorismo no Canadá, define o empreendedor como uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões. Nós concordamos com esta noção porque, segundo ela, um empreendedor pode ser uma pessoa que inicia projetos sociais e comunitários; um colaborador que desafia seu próprio tempo e recursos, introduzindo inovações e provocando a expansão da empresa; um
4 gestor público que mobiliza sua equipe ou gera novas políticas governamentais; e mesmo aquele que gera um auto-emprego como profissional autônomo. No Brasil, para além das distinções empresariais vinculadas ao empreendedorismo de um modo geral, há um movimento orquestrado pelo Governo no setor de tecnologias da informação no qual se destaca o trabalho do FERNANDO DOLABELA (1999), professor da UFMG. A alavancagem da indústria de software no Brasil passa pela influência do trabalho deste autor que, há cerca de uma década, quando teve início o ainda hoje prioritário programa de governo Softex, vem se dedicando ao desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil. FLORES (1995), afirma que o ser humano vive em plenitude quando é empreendedor. Esta ideia nos atrai mais porque vê o ser humano não como um consumidor da vida, mas como um criador de mundo. Esse empreendedor é consciente de sua vida na comunidade e isso requer compartilhar o passado e o futuro e exercer solidariedade. A totalidade dos textos pesquisados, seja na Internet, em livros, ou em cursos promovidos por instituições brasileiras, invariavelmente apresenta o empreendedor como aquele que se torna empresário. Nós, por outro lado, acreditamos que ser empreendedor é desenvolver um potencial que todo ser humano tem, independentemente de se a pessoa é um empresário ou não. Ser empreendedor é uma questão de atitude e, por isso, o empreendedorismo é fundamental para qualquer maneira de ganhar a vida, seja como funcionário ou como dono de empresa. Ser empreendedor não é uma questão de talento só para alguns escolhidos. Estamos convencidos que é uma qualidade em potencial que, ao contrário do que se pensa, é muito comum entre a população em geral. Para se definir um perfil empreendedor, a profissão é um critério irrelevante. Qualquer pessoa - desde que se oriente pela ação e por resultados, que perceba o mundo como um imenso e inesgotável espaço de
5 possibilidades, que tenha visões, imaginação e que, ao longo de sua existência, construa um histórico de realizações - pode ser considerada um empreendedor. O Que é Empreendedorismo e Intraempreendedorismo? Empreendedorismo tem a ver com o fenômeno humano e se traduz na maneira de estar e agir no mundo. Já o intraempreendedorismo é a aplicação do empreendedorismo dentro de uma organização. Essa atitude compreende três capacidades básicas: A capacidade de observação diferenciada do mundo - Isto é, a capacidade de tomar a iniciativa, buscar soluções inovadoras e agir no sentido de realizar objetivos pessoais ou comunitários. Essa capacidade está marcada por um sentimento de querer fazer antes mesmo do fazer propriamente dito. O empreendedorismo, nesse sentido, é uma questão de atitude. A capacidade de realizar ações significativas - Uma vez instalado o querer fazer, atitude imprescindível e necessária para a ação exitosa, empreender também compreende o sentido de realização, ou seja, o sentido de realizar a ação, sem a qual o sentimento anterior do querer, da atitude, se tornaria inócuo. A capacidade de gerar resultados úteis para a sociedade - Observação privilegiada e ações significativas não bastam por si só. Empreendedorismo também requer a geração de resultados úteis para a sociedade. O empreendedorismo, nesse sentido, é uma questão de consciência social e, mesmo que não estejamos enfatizando a atividade, estaremos, nesta disciplina, discutindo o papel do empreendedor como corresponsável social. A rapidez das mudanças, e a complexidade da nossa atual sociedade da Informação num mundo globalizado e de transformações cada vez mais rápidas, nos impelem para uma atuação profissional dinâmica, empreendedora, com visão global, voltada para um futuro construído com as sólidas bases do presente. A nova visão empresarial volta-se para as
6 pessoas como agentes proativos e empreendedores. São as pessoas que geram e fortalecem a inovação e que produzem, vendem, servem ao cliente, tomam decisões, lideram, motivam, comunicam, supervisionam, gerenciam e dirigem os negócios e são, ainda, as grandes responsáveis por todos os resultados produzidos. Hoje, vivemos num mundo onde as competências exigidas não são as mesmas de há vinte anos, e as exigências para sobreviver num mercado de grande competitividade crescem a cada instante. Intraempreender é desenvolver as características de um empreendedor dentro da sua organização. O intraempreendedor precisa não apenas liderar uma equipe, ser proativo, mas ser muito mais; assumir responsabilidades, envolver-se com o processo, influenciar as pessoas que terá junto de si. O ambiente interno de grande parte das empresas é, ainda hoje, caracterizado por profissionais com comportamentos que mais se aproximam aos tradicionais gerentes e não de empreendedores, segundo Schumpeter (1988), ao distinguir aqueles que fazem "novas combinações" dos que "mantêm o fluxo": a atividade empreendedora não se restringe ao proprietário de empresas ou ao capitalista, mas a todos que realizam novas combinações de recursos do ambiente econômico, distinguindo-os dos dirigentes de empresas, que têm como objetivo operar um negócio estabelecido e a manter o fluxo circular da economia operante. Stevenson e Jarillo (1990, p.23) fazem um paralelo entre o empreendedorismo individual e o corporativo, quando conceituam o intraempreendedorismo como um processo pelo qual, indivíduos - tanto dentro como fora de organizações perseguem oportunidades a despeito dos recursos que controlam. O intraempreendedor é o gerente ou o executivo que age como se estivesse empreendendo seu próprio negócio, dentro de uma organização já estabelecida.
7 Referências DOLABELA, F. Oficina do empreendedor. Cultura Editores: SP, FILION, L.J. Artigo: Visão e Relações: Elementos para um Metamodelo Empreendedor, Revista de Administração de Empresas, pg 50-61, São Paulo, FGV, nov/dez Visão e Relações: Elementos para um metamodelo da atividade empreendedora. - International Small Business Journal, Tradução de Costa, S.R.. O planejamento do seu sistema de aprendizagem empresarial: Identifique uma visão e avalie seu sistema de relações - Revista de Administração de Empresas, FGV, São Paulo, jul/set.1991, pag.31(3): O empreendimento e o empreendedor. visão e relações: elementos para um meta modelo da atividade empreendedora. New York: International Small Business Journal, v. 27, n. 4, p , out./dez FLORES, F. Creando organizaciones par el futuro. Santiago, Chile, 1995.
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