Aula 15 Parábola. Objetivos
|
|
|
- Benedicto Gusmão Figueira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MÓDULO 1 - AULA 15 Aula 15 Parábola Objetivos Descrever a parábola como um lugar geométrico determinando a sua equação reduzida nos sistemas de coordenadas com eixo x paralelo à diretriz l e origem no vértice V. Determinar as coordenadas do foco F, do vértice V e da diretriz l. Esboçar o gráfico da parábola, a partir da sua equação, e fazer translações. Localizar o ponto de máximo ou de mínimo e calcular o seu valor. Conceitos: Sistemas de coordenadas cartesianas e distâncias no plano. Referências: Aulas 13 e 14. Várias residências têm antenas instaladas no telhado para recepção de som e imagens transmitidas por satélite. Todos conhecem as antenas parabólicas. E por que usamos estas antenas? Antes de responder, precisamos conhecer as propriedades da parábola. A superfície da antena é obtida pela rotação de uma parábola em torno de uma reta fixa, o seu eixo de simetria. Os faróis de automóveis e espelhos para telescópios astronômicos também têm superfície parabólica. A trajetória seguida por vários objetos em movimento é uma parábola. Por exemplo: uma bola de basquete quando lançada na cesta, uma bola de futebol quando chutada, uma bala disparada por um revólver ou por um canhão etc. Na Figura 15.2 vemos a trajetória percorrida pela bala de um canhão. Figura 15.1: Antena parabólica. Figura 15.2: Trajetória de uma bala de canhão. Fixemos no plano uma reta l e um ponto F não pertencente a l. A parábola é o lugar geométrico dos pontos P do plano eqüidistantes da reta l e do ponto F. A saber, parábola={ P d(p, F ) = d(p, l) }. A distância de um ponto a uma reta é definida como a menor das distâncias de P aos pontos Q da reta. Vimos, na AULA 16, que d(p, l) = 217 CEDERJ
2 d(p, P ), onde P é o ponto de interseção da reta l com a perpendicular a l passando por P, chamado pé da perpendicular a l passando por P. Portanto, parábola = { P d(p, F ) = d(p, P ) }, onde P é o pé da perpendicular à reta l passando por P. Figura 15.3: Parábola de vértice V, foco F e diretriz l. A reta l é chamada diretriz, o ponto F, foco, e o ponto V de interseção do eixo de simetria com a parábola, vértice. Para encontrar a equação de uma parábola, vamos fixar um sistema de coordenadas. Para isto, seja 2p, onde p > 0, a distância de F à reta l. Consideramos a origem O situada na reta perpendicular à reta l passando por F e eqüidistante de F e l. O eixo x será a reta paralela a l, com uma orientação fixada. A reta perpendicular a l passando por F será o eixo y, com a orientação conveniente (lembre-se de que girando a parte positiva do primeiro eixo, o eixo x, no sentido anti-horário em torno de O, obtemos o sentido positivo do segundo eixo, o eixo y). Figura 15.4: Parábola, sua diretriz l e foco F, escolha dos eixos x e y, com d(f, l) = 2p. A posição relativa de F com respeito à diretriz l e à escolha dos eixos coordenados está ilustrada na Figura Observe que a origem O = (0, 0) do sistema de coordenadas construído é o vértice da parábola. Temos dois casos a considerar. CEDERJ 218
3 MÓDULO 1 - AULA 15 Primeiramente, vamos determinar a equação da parábola no caso em que F = (0, p) e a equação da reta diretriz é y = p, conforme o desenho à esquerda da Figura Para cada ponto P = (x, y), o ponto P l, pé da perpendicular passando por P, é P = (x, p). Portanto, um ponto P = (x, y) pertence à parábola d(p, F ) = d(p, P ) d((x, y), (0, p)) = d((x, y), (x, p)) (x 0) 2 + (y p) 2 = (x x) 2 + (y ( p)) 2 x 2 + (y p) 2 = (y + p) 2, elevando ao quadrado, x 2 + (y p) 2 = (y + p) 2, desenvolvendo os quadrados, x 2 + y 2 2py + p 2 = y 2 + 2py + p 2, somando y 2 p 2 + 2py x 2 = y. Como p > 0 e x 2 0 para todo x R, temos y = x2 0. Logo, os pontos da parábola diferentes da origem estão acima do eixo x. O gráfico desta equação, ilustrado na Figura 15.5, é { } { ( ) Graf(y = x2 ) = (x, y) y = x2 = x, x2 x R Na Figura 15.6 estão os gráficos das parábolas y = x2 4, y = x2 e y = 2x 2. }. Figura 15.5: Parábola y = x2 foco F = (0, p). Exemplo 15.1 com Figura 15.6: Parábolas y = x2 4, y = x 2 e y = 2x 2. Vamos encontrar as coordenadas do foco e a equação da diretriz da parábola y = 1 4 x2. Escrevendo 1 = 1, obtemos = 4, logo p = 1. Então, o foco é 4 F = (0, p) = (0, 1) e a diretriz é y = p = 1. Consideremos, agora, o caso em que F = (0, p) e a equação da reta diretriz é y = p, conforme o desenho à direita da Figura CEDERJ
4 Para cada ponto P = (x, y), o ponto P passando por P, é P = (x, p). Portanto, um ponto P = (x, y) pertence à parábola d(p, F ) = d(p, P ) d((x, y), (0, p)) = d((x, y), (x, p)) l, pé da perpendicular (x 0) 2 + (y ( p)) 2 = (x x) 2 + (y p) 2 x 2 + (y + p) 2 = (y p) 2, elevando ao quadrado, x 2 + (y + p) 2 = (y p) 2, desenvolvendo os quadrados, x 2 + y 2 + 2py + p 2 = y 2 2py + p 2, somando y 2 p 2 2py, x 2 = y. Como p < 0 e x 2 0 para todo x R, temos y = x2 0. Logo, os pontos da parábola diferentes da origem estão abaixo do eixo x. O gráfico desta equação, ilustrado na Figura 15.7, é { } { ( ) Graf(y = x2 ) = (x, y) y = x2 = x, x2 x R }. Exemplo 15.2 Figura 15.7: Parábola y = x2. Vamos determinar as coordenadas do foco e a equação da diretriz da parábola de equação y = 2x 2. Escrevendo 2 = 1, obtemos p = 1. 8 F = (0, p) = (0, 1) e a equação da diretriz é y = p = Então, Exemplo 15.3 Qual é a equação da parábola com foco F = (0, 5 ) e vértice V = (0, 0)? 2 Escrevendo a equação da parábola na forma reduzida y = x2, sabendo que F = (0, p), temos que p = 5 2. Logo, p = 5 2, = = 10, 1 = 1 y = x2 = x e CEDERJ 220
5 MÓDULO 1 - AULA 15 é Nos dois casos considerados a equação da parábola na forma reduzida y = ax 2, onde a R e a 0 o foco é F = (0, 1 1 ) e a equação da diretriz é y =. 4a 4a O gráfico da equação é Graf(y = ax 2 ) = { (x, y) y = ax 2 } = { (x, ax 2 ) x R }. Observe, na Figura 15.8, como o gráfico desta equação se comporta, em termos do número real a. Figura 15.8: A parábola y = ax 2, para a > 0 e a < 0. Exemplo 15.4 Qual é o subconjunto C = {(x, y) y = 2x 2 12x + 16}? Para identificar este subconjunto do plano, vamos tentar escrever a equação que relaciona as variáveis x e y, na forma reduzida da equação da parábola. y = 2x 2 12x + 16, colocando 2 em evidência, = 2(x 2 6x + 8), completando o quadrado do polinômio em x, = 2((x 2 6x + 9) 9 + 8), = 2((x 3) 2 1), fazendo o produto por 2, = 2(x 3) 2 2. Desta maneira, obtemos y + 2 = 2(x 3) 2. Esta equação é de uma parábola. Por quê? Sabemos que y = 2x 2 é uma parábola com vértice V = (0, 0), foco F = (0, 1 ) = (0, 1 ) = (0, 1 1 ), diretriz y = = 1 e o eixo de simetria 4a a 8 é x = 0. Quando esta parábola é transladada de h = 3 unidades horizontalmente e de k = 2 unidades verticalmente, uma parábola congruente é obtida tendo equação y k = 2(x h) 2, que é equivalente a y +2 = 2(x 3) 2. A Figura 15.9 ilustra o gráfico destas duas parábolas. 221 CEDERJ
6 Figura 15.9: Parábolas y = 2x 2 e y + 2 = 2(x 3) 2. y = 2x 2 y + 2 = 2(x 3) 2 vértice: (0, 0) (h, k) = (3, 2) foco: (0, 1 ) 4a 8 1 (h, k + 4a 8 8 diretriz: y = 1 4a 8 y = k 1 4a 8 8 eixo de simetria: x = 0 x = h = 3 Duas figuras são congruentes se deslocando uma delas podemos fazer coincidir uma com a outra. De modo geral, a parábola y = ax 2 tem vértice (0, 0) e eixo de simetria x = 0. Quando esta parábola é transladada de h unidades, horizontalmente, e de k unidades, verticalmente, uma parábola congruente é obtida, tendo equação y k = a(x h) 2. A figura ao lado ilustra esta translação. O vértice O = (0, 0) é transladado para (h, k) e o foco, a diretriz e o eixo de simetria são transladados como indicado a seguir: Figura 15.10: y = ax 2 e y k = a(x h) 2. y = ax 2 y k = a(x h) 2 vértice: (0, 0) (h, k) foco: (0, 1 1 ) (h, k + ) 4a 4a diretriz: y = 1 y = k 1 4a 4a eixo de simetria: x = 0 x = h Observe que no vértice (h, k) temos x 0 = h e y 0 = k, onde k é o valor mínimo ou máximo de y, para todo P = (x, y) que está na parábola de equação y k = a(x h) 2. Pois: (i) Se a > 0, então a parábola está voltada para cima e y = a(x h) 2 + k 0 + k = a(h h) 2 + k = a(x 0 h) 2 + k = y 0, CEDERJ 222
7 MÓDULO 1 - AULA 15 logo y y 0, portanto k é o valor mínimo de y. (ii) Se a < 0, então a parábola está voltada para baixo e y = a(x h) 2 + k 0 + k = a(h h) 2 + k = a(x 0 h) 2 + k = y 0, logo y y 0, portanto k é o valor máximo de y. Resumo Você aprendeu a descrever a parábola como um lugar geométrico, a determinar a sua equação reduzida, a partir da sua propriedade geométrica, no sistema de coordenadas com origem no vértice, eixo x paralelo à diretriz l e eixo y como o eixo de simetria; a esboçar o seu gráfico; a fazer translações; a determinar as coordenadas do foco F, do vértice V e a equação da diretriz l, a partir da equação reduzida; a determinar o ponto de máximo ou mínimo e o seu valor máximo ou mínimo, respectivamente, x 0 = h e y 0 = k, onde V = (h, k). Exercícios 1. Determine o foco, a equação da diretriz e esboce o gráfico de cada uma das seguintes parábolas: (a) y = 8x 2 (b) y = 8x 2 (d) y = 16x 2 (e) 2y = 5x 2 (g) y 1 16 x2 = 0 (h) y = 3 4 x2 (c) y = 16x 2 (f) 2y = 5x 2 (i) y = 5 4 x2 2. Determine a equação reduzida da parábola, o vértice, a equação da diretriz, a equação do eixo de simetria e esboce o gráfico. (a) y = 1 4 x2 x + 4 (b) 8y + x 2 + 4x + 12 = 0 (c) 2y = x 2 + 4x 4 (d) 20y x 2 + 2x + 39 = 0 (e) y = 2x x 2 (f) x 2 + 6x 8y + 17 = 0 3. Determine o valor de x para o qual y assume o valor máximo ou mínimo, em cada uma das parábolas do exercício anterior. 4. Determine a equação reduzida da parábola que satisfaz a propriedade dada e esboce o gráfico: 223 CEDERJ
8 (a) Foco F = (0, 3 4 ) e diretriz y = 3 4. (b) Foco F = (0, 5 ) e vértice (0, 0). 8 (c) Diretriz y = 3 e vértice (0, 0). 2 (d) Vértice (2, 5) e diretriz y = 7. (e) Vértice (0, 0), eixo de simetria vertical e o ponto (2, 2) está na parábola. (f) Vértice (0, 0), eixo de simetria x = 0 e passa pelo ponto (2, 3). (g) Foco F = (4, 5) e diretriz y = 1. (h) Vértice (4, 1) e diretriz y = Determine a interseção da parábola com o eixo y: (a) y = 1 4 x2 x + 4 (b) 8y + x 2 + 4x + 12 = 0 (c) 2y = x 2 + 4x 4 (d) 20y x 2 + 2x + 39 = 0 (e) y = 2x x 2 (f) x 2 + 6x 8y + 17 = 0 6. Esboce os subconjuntos do plano: A parábola y = ax 2 + bx + c, assim como uma reta não-vertical, divide o plano em dois subconjuntos disjuntos: os pontos acima (y > ax 2 + bx + c) e os pontos abaixo da parábola (y < ax 2 + bx + c). (a) A = { (x, y) 2x 3 y < 4x x 2 }. (b) B = { (x, y) x 2 2x y < 4x x 2 }. (c) C = { (x, y) 2x + 8 y x 2 }. (d) D = { (x, y) x 2 2 y < 2x 2 + 6x + 7 }. Auto-avaliação Se você souber determinar o vértice, o foco e a equação da diretriz da parábola, a partir da sua equação reduzida e esboçar o seu gráfico, então pode passar para a próxima aula. É claro que resolveu os exercícios 1 a 5! Vamos para a Aula 19. Continuaremos a estudar a parábola e aprenderemos a sua propriedade reflexiva! CEDERJ 224
Objetivos. Aprender a propriedade reflexiva da parábola.
Aula 16 Parábola - continuação MÓDULO 1 - AULA 16 Objetivos Descrever a parábola como um lugar geométrico, determinando a sua equação reduzida nos sistemas de coordenadas com eixo y paralelo à diretriz
Aula 19 Elipse - continuação
MÓDULO 1 - AULA 19 Aula 19 Elipse - continuação Objetivos Desenhar a elipse com compasso e régua com escala. Determinar a equação reduzida da elipse no sistema de coordenadas com origem no ponto médio
MÓDULO 1 - AULA 21. Objetivos
Aula 1 Hipérbole - continuação Objetivos Aprender a desenhar a hipérbole com compasso e régua com escala. Determinar a equação reduzida da hipérbole no sistema de coordenadas com origem no ponto médio
Aula 14 Círculo. Objetivos
Aula 1 Círculo MÓDULO 1 - AULA 1 Objetivos Determinar a equação do círculo de centro C e raio r, como um lugar geométrico. Aprender os conceitos de retas tangente e normal num ponto P de um círculo. Esboçar
Objetivos. Expressar o vértice da parábola em termos do discriminante e dos
MÓDULO 1 - AULA 17 Aula 17 Parábola - aplicações Objetivos Expressar o vértice da parábola em termos do discriminante e dos coeficientes da equação quadrática Expressar as raízes das equações quadráticas
Geometria Analítica - Aula
Geometria Analítica - Aula 19 246 IM-UFF K. Frensel - J. Delgado Aula 20 Vamos analisar a equação Ax 2 + Cy 2 + Dx + Ey + F = 0 nos casos em que exatamente um dos coeficientes A ou C é nulo. 1. Parábola
6. FUNÇÃO QUADRÁTICA 6.1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
47 6. FUNÇÃO QUADRÁTICA 6.1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Na figura abaixo, seja a reta r e o ponto F de um determinado plano, tal que F não pertence a r. Consideremos as seguintes questões: Podemos obter,
CÔNICAS NÃO DEGENERADAS Cônicas 3 CÔNICAS Estudaremos as (seções) cônicas, curvas planas que são obtidas da intersecção de um cone circular com um pla
CÔNICAS CLASSIFICAÇÃO DE CÔNICAS Cônicas CÔNICAS NÃO DEGENERADAS Cônicas 3 CÔNICAS Estudaremos as (seções) cônicas, curvas planas que são obtidas da intersecção de um cone circular com um plano. Cônicas
Este trabalho foi licenciado com a Licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada
1. Introdução Definição: Parábola é o lugar geométrico dos pontos do plano cujas distâncias entre uma reta fixa, chamada de reta diretriz, e a um ponto fixo situado fora desta reta, chamado de foco da
Notas de Aulas 3 - Cônicas Prof Carlos A S Soares
Notas de Aulas 3 - Cônicas Prof Carlos A S Soares 1 Parábolas 11 Conceito e Elementos Definição 1 Sejam l uma reta e F um ponto não pertencente a l Chamamos parábola de diretriz l e foco F o conjunto dos
GGM Geometria Analítica I 19/04/2012- Turma M1 Dirce Uesu
GGM0016 Geometria Analítica I 19/04/01- Turma M1 Dirce Uesu CÔNICAS DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA Exercício: Acesse o sitio abaixo e use o programa: http://www.professores.uff.br/hjbortol/disciplinas/005.1/gma04096/applets/conic/co
GGM Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Geometria Analítica Básica 20/12/2012- GGM - UFF Dirce Uesu
GGM0016 Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Geometria Analítica Básica 0/1/01- GGM - UFF Dirce Uesu CÔNICAS DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA Exercício: Acesse o sitio abaixo e use o programa: http://www.professores.uff.br/hjbortol/disciplinas/005.1/gma04096/applets/conic/co
Aula 18 Cilindros quádricos e identificação de quádricas
MÓDULO 2 - AULA 18 Aula 18 Cilindros quádricos e identificação de quádricas Objetivos Estudar os cilindros quádricos, analisando suas seções planas paralelas aos planos coordenados e estabelecendo suas
Aula 8 Cônicas - Translação de sistemas de coordenadas
Aula 8 Cônicas - Translação de sistemas de coordenadas MÓDULO 1 - AULA 8 Objetivos Entender a mudança de coordenadas pela translação do sistema cartesiano. Identificar uma cônica transladada a partir da
Notas de Aulas 3 - Cônicas Prof Carlos A S Soares
Notas de Aulas 3 - Cônicas Prof Carlos A S Soares 1 Parábolas 1.1 Conceito e Elementos Definição 1.1 Sejam l uma reta e F um ponto não pertencente a l. Chamamos parábola de diretriz l e foco F o conjunto
Aula Exemplos diversos. Exemplo 1
Aula 3 1. Exemplos diversos Exemplo 1 Determine a equação da hipérbole equilátera, H, que passa pelo ponto Q = ( 1, ) e tem os eixos coordenados como assíntotas. Como as assíntotas da hipérbole são os
Matemática I Cálculo I Unidade B - Cônicas. Profª Msc. Débora Bastos. IFRS Campus Rio Grande FURG UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
Unidade B - Cônicas Profª Msc. Débora Bastos IFRS Campus Rio Grande FURG UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE 22 12. Cônicas São chamadas cônicas as curvas resultantes do corte de um cone duplo com um plano.
MAT Poli Cônicas - Parte II
MAT2454 - Poli - 2011 Cônicas - Parte II Neste texto apresentamos definições de elipse, hipérbole e parábola e deduzimos suas equações reduzidas. Nos exercícios são apresentadas as propriedades ópticas
0 < c < a ; d(f 1, F 2 ) = 2c
Capítulo 14 Elipse Nosso objetivo, neste e nos próximos capítulos, é estudar a equação geral do segundo grau em duas variáveis: Ax + Bxy + Cy + Dx + Ey + F = 0, onde A 0 ou B 0 ou C 0 Para isso, deniremos,
Preliminares de Cálculo
Preliminares de Cálculo Profs. Ulysses Sodré e Olivio Augusto Weber Londrina, 21 de Fevereiro de 2008, arquivo: precalc.tex... Conteúdo 1 Números reais 2 1.1 Algumas propriedades do corpo R dos números
Matemática I Tecnólogo em Construção de Edifícios e Tecnólogo em Refrigeração e Climatização. y = ax² + bx + c
47 6. Função Quadrática É todo função que pode ser escrita na forma: f: R R y = ax² + bx + c Em que a, b e c são constantes reais e a 0, caso contrário a função seria afim. Já estudamos um tipo de função
Aula Elipse. Definição 1. Nosso objetivo agora é estudar a equação geral do segundo grau em duas variáveis:
Aula 18 Nosso objetivo agora é estudar a equação geral do segundo grau em duas variáveis: Ax + Bxy + Cy + Dx + Ey + F = 0, onde A 0 ou B 0 ou C 0 Vamos considerar primeiro os casos em que B = 0. Isto é,
Coordenadas e distância na reta e no plano
Capítulo 1 Coordenadas e distância na reta e no plano 1. Introdução A Geometria Analítica nos permite representar pontos da reta por números reais, pontos do plano por pares ordenados de números reais
Porque?
Porque? 6 Parábola Dados um ponto F e uma reta d, com F d, seja p = d(f,d). Chamamos parábola o conjunto dos pontos P do plano que são equidistantes de F e d, i. é., d(p,f)= d(p,d). 7 Elementos da Parábola
54 CAPÍTULO 2. GEOMETRIA ANALÍTICA ( ) =
54 CAPÍTULO. GEOMETRIA ANALÍTICA.5 Cônicas O grá co da equação + + + + + = 0 (.4) onde,,,, e são constantes com, e, não todos nulos, é uma cônica. A equação (.4) é chamada de equação geral do grau em e
54 CAPÍTULO 2. GEOMETRIA ANALÍTICA ( ) =
54 CAPÍTULO. GEOMETRIA ANALÍTICA.5 Cônicas O grá co da equação + + + + + = 0 (.4) onde,,,, e são constantes com, e, não todos nulos, é uma cônica. A equação (.4) é chamada de equação geral do grau em e
1. A partir da definição, determinar a equação da parábola P, cujo foco é F = (3, 4) e cuja diretriz é L : x + y 2 = 0. (x 3) 2 + (y + 4) 2 =
QUESTÕES-AULA 18 1. A partir da definição, determinar a equação da parábola P, cujo foco é F = (3, 4) e cuja diretriz é L : x + y = 0. Solução Seja P = (x, y) R. Temos que P P d(p, F ) = d(p, L) (x 3)
SECÇÕES CÔNICAS E SUPERFÍCIES QUÁDRICAS Prof. Vasco Ricardo Aquino da Silva
SECÇÕES CÔNICAS E SUPERFÍCIES QUÁDRICAS Prof. Vasco Ricardo Aquino da Silva SECÇÕES CÔNICAS Usando o programa winplot visualize as cônicas disponíveis em nosso AVA Moodle. 1. Elementos da Elipse: F1, F2:
Geometria Analítica. Cônicas. Prof. Vilma Karsburg
Geometria Analítica Cônicas Prof. Vilma Karsburg Cônicas Sejam duas retas e e g concorrentes em O e não perpendiculares. Considere e fixa e g girar 360 em torno de e, mantendo constante o ângulo entre
Gráfico da função quadrática e inequações de segundo grau. Primeiro Ano do Ensino Médio
Material Teórico - Módulo Função Quadrática Gráfico da função quadrática e inequações de segundo grau Primeiro Ano do Ensino Médio Autor: Prof. Fabrício Siqueira Benevides Revisor: Prof. Antonio Caminha
Aula 15 Superfícies quádricas - cones quádricos
Aula 15 Superfícies quádricas - cones quádricos MÓDULO - AULA 15 Objetivos Definir e estudar os cones quádricos identificando suas seções planas. Analisar os cones quádricos regrados e de revolução. Cones
As funções quadráticas são usadas em diversas aplicações: - Equacionamento do movimento de um ponto com aceleração constante.
Módulo 4 FUNÇÕES QUADRÁTICAS 1. APRESENTAÇÃO As funções quadráticas são usadas em diversas aplicações: - Equacionamento do movimento de um ponto com aceleração constante. - Modelagem de trajetórias na
Portal OBMEP. Material Teórico - Módulo Cônicas. Terceiro Ano do Ensino Médio
Material Teórico - Módulo Cônicas Parábolas Terceiro Ano do Ensino Médio Autor: Prof. Fabrício Siqueira Benevides Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 1 Introdução ω Nesta aula vamos revisar o conceito
Distância entre duas retas. Regiões no plano
Capítulo 4 Distância entre duas retas. Regiões no plano Nesta aula, veremos primeiro como podemos determinar a distância entre duas retas paralelas no plano. Para isso, lembramos que, na aula anterior,
A primeira coisa a fazer é saber quais são as equações das curvas quando elas já se encontram na melhor
Identificação de Cônicas Uma equação do segundo grau ax + bxy + cy + dx + ey + f = 0 define de maneira implícita uma curva no plano xy: o conjunto dos pontos (x, y) que satisfazem a equação. Por exemplo,
Fundação Cecierj / Consórcio Cederj Rua Visconde de Niterói, 36 - Mangueira - Rio de Janeiro, RJ - CEP Tel: () Fax: () President
Pré-Cálculo Volume - Módulo 3ª edição Jorge J Delgado Gómez Maria Lúcia T Villela Apoio: Faperj - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro Fundação Cecierj / Consórcio
Matemática Básica II - Trigonometria Nota 01 - Sistema de Coordenadas no Plano
Matemática Básica II - Trigonometria Nota 01 - Sistema de Coordenadas no Plano Márcio Nascimento da Silva Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA Curso de Licenciatura em Matemática [email protected]
Universidade Federal do Pará Curso de Licenciatura em Matemática PARFOR Lista de Exercícios Referentes a Prova Substitutiva de Geometria Analítica
1 Universidade Federal do Pará Curso de Licenciatura em Matemática PARFOR Lista de Exercícios Referentes a Prova Substitutiva de Geometria Analítica 1. Determine a distância entre os pontos A(-2, 7) e
Resumo: Nestas notas faremos um breve estudo sobre as principais propriedades. mínimos, gráficos e algumas aplicações simples.
Universidade Estadual de Maringá - Departamento de Matemática Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de Sobrevivência c Publicação Eletrônica do KIT http://www.dma.uem.br/kit Equação quadrática Prof. Doherty
Aula 10 Produto interno, vetorial e misto -
MÓDULO 2 - AULA 10 Aula 10 Produto interno, vetorial e misto - Aplicações II Objetivos Estudar as posições relativas entre retas no espaço. Obter as expressões para calcular distância entre retas. Continuando
Resumo: Nestas notas faremos um breve estudo sobre as principais propriedades. mínimos, gráficos e algumas aplicações simples.
Universidade Estadual de Maringá - Departamento de Matemática Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de Sobrevivência c Publicação Eletrônica do KIT http://www.dma.uem.br/kit Equação quadrática Prof. Doherty
Geometria Analítica I
Geom. Analítica I Respostas do Módulo I - Aula 14 1 Geometria Analítica I 10/03/011 Respostas dos Exercícios do Módulo I - Aula 14 Aula 14 1. a. A equação do círculo de centro h, k) e raio r é x h) + y
Capítulo 1. f : A B. elementos A com elementos de B ilustradas nos seguintes diagramas.
Capítulo 1 Funções Sejam A e B conjuntos não vazios. Uma função com domínio A e contradomínio B é uma regra f que a cada elemento em A associa um único elemento em B. A notação usual para uma função f
Capítulo 2. f : A B. 3. A regra em (3) não define uma função de A em B porque 4 A está associado a mais de um. elemento de B.
Departamento de Matemática Disciplina MAT154 - Cálculo 1 Capítulo 2 Funções 2.1 Definição Sejam A e B conjuntos não vazios. Uma função com domínio A e contradomínio B é uma regra f que a cada elemento
Aula 17 Superfícies quádricas - parabolóides
Objetivos Aula 17 Superfícies quádricas - parabolóides Apresentar os parabolóides elípticos e hiperbólicos identificando suas seções planas. Estudar os parabolóides regrados e de revolução. Nas superfícies
Capítulo 2. f : A B. elementos A com elementos de B ilustradas nos seguintes diagramas.
Capítulo 2 Funções Sejam A e B conjuntos não vazios. Uma função com domínio A e contradomínio B é uma regra f que a cada elemento em A associa um único elemento em B. A notação usual para uma função f
Obter as equações paramétricas das cônicas.
MÓDULO 1 - AULA 1 Aula 1 Equações paramétricas das cônicas Objetivo Obter as equações paramétricas das cônicas. Estudando as retas no plano, você viu que a reta s, determinada pelos pontos P = (x 1, y
Capítulo 2. Retas no plano. 1. Retas verticais e não-verticais. Definição 1
Capítulo 2 Retas no plano O objetivo desta aula é determinar a equação algébrica que representa uma reta no plano. Para isso, vamos analisar separadamente dois tipos de reta: reta vertical e reta não-vertical.
PARTE 4. ESFERAS E SUPERFÍCIES QUÁDRICAS EM GERAL (Leitura para Casa)
PARTE 4 REVISÃO DE PLANOS, CILINDROS, SUPERFÍCIES DE REVOLUÇÃO, ESFERAS E SUPERFÍCIES QUÁDRICAS EM GERAL (Leitura para Casa) Vamos agora faer uma revisão de planos, cilindros, superfícies de revolução,
Objetivos. em termos de produtos internos de vetores.
Aula 5 Produto interno - Aplicações MÓDULO 1 - AULA 5 Objetivos Calcular áreas de paralelogramos e triângulos. Calcular a distância de um ponto a uma reta e entre duas retas. Determinar as bissetrizes
CÔNICAS - MAT CÁLCULO II - Bacharelado Química - Diurno 2 o SEMESTRE de 2009 Professor Oswaldo Rio Branco ELIPSE
CÔNICAS - MAT 2127 - CÁLCULO II - Bacharelado Química - Diurno 2 o SEMESTRE de 2009 Professor Oswaldo Rio Branco No plano euclidiano consideremos F 1 e F 2 dois pontos (focos) distintos. ELIPSE (1) Se
Aula 10 Regiões e inequações no plano
MÓDULO 1 - AULA 10 Aula 10 Regiões e inequações no plano Objetivos Resolver inequações do segundo grau. Analisar sistemas envolvendo inequações do primeiro e segundo graus. Resolver inequações modulares
Aula 3 A Reta e a Dependência Linear
MÓDULO 1 - AULA 3 Aula 3 A Reta e a Dependência Linear Objetivos Determinar a equação paramétrica de uma reta no plano. Compreender o paralelismo entre retas e vetores. Entender a noção de dependência
Estudante: Circunferência: Equação reduzida da circunferência: Circunferência: Consideremos uma circunferência de centro C (a, b) e raio r.
Gênesis Soares Jaboatão, de de 014. Estudante: Circunferência: Circunferência: A circunferência é o conjunto de todos os pontos de plano equidistantes de outro ponto C do mesmo plano chamado centro da
Mat. Mat. Monitor: Gabriella Teles
Mat. Professor: Alex Amaral Monitor: Gabriella Teles Geometria analítica plana: hipérbole e parábola 16 nov RESUMO Parábola Consideremos em um plano uma reta diretriz e um ponto Foco não pertencente a
Jorge M. V. Capela, Marisa V. Capela. Araraquara, SP
Cônicas e Equações Quadráticas Jorge M. V. Capela, Marisa V. Capela Instituto de Química - UNESP Araraquara, SP [email protected] Araraquara, SP - 2017 1 Parábolas 2 3 4 5 Introdução Parábolas Parábolas
FUNÇÃO QUADRÁTICA PROFESSOR AUGUSTO CORRÊA ENEM 2016
FUNÇÃO QUADRÁTICA PROFESSOR AUGUSTO CORRÊA ENEM 2016 FUNÇÃO QUADRÁTICA Definição: Chama-se função polinomial do 2 o grau ou função quadrática toda função f: do tipo 2 f ( x) ax bx c, com {a, b, c} e a
7. Determine a equação da parábola que passa pelos pontos P (0, 6), Q(3, 0) e R(4, 10).
Lista 3: Cônicas - Engenharia Mecânica Professora Elisandra Bär de Figueiredo 1. Determine a equação do conjunto de pontos P (x, y) que são equidistantes da reta x = e do ponto (0, ). A seguir construa
Revisão de Pré-Cálculo PÁRABOLAS. Prof. Dr. José Ricardo de Rezende Zeni Departamento de Matemática, FEG, UNESP Lc. Ismael Soares Madureira Júnior
Revisão de Pré-Cálculo PÁRABOLAS Prof. Dr. José Ricardo de Rezende Zeni Departamento de Matemática, FEG, UNESP Lc. Ismael Soares Madureira Júnior Guaratinguetá, SP, Março, 2018 Direitos reservados. Reprodução
CÔNICAS E QUÁDRICAS. Álgebra Linear e Geometria Analítica Prof. Aline Paliga
CÔNICAS E QUÁDRICAS Álgebra Linear e Geometria Analítica Prof. Aline Paliga 11.1 CÔNICAS Pierre de Fermat (1601-1665) estabeleceu o princípio fundamental da Geometria Analítica, segundo o qual, uma equação
Aula 22 O teste da derivada segunda para extremos relativos.
O teste da derivada segunda para extremos relativos. MÓDULO 2 - AULA 22 Aula 22 O teste da derivada segunda para extremos relativos. Objetivo: Utilizar a derivada segunda para determinar pontos de máximo
Geometria Analítica II - Aula 5 108
Geometria Analítica II - Aula 5 108 IM-UFF Aula 6 Superfícies Cilíndricas Sejam γ uma curva contida num plano π do espaço e v 0 um vetor não-paralelo ao plano π. A superfície cilíndrica S de diretriz γ
Aula 9 Cônicas - Rotação de sistemas de coordenadas
MÓDULO 1 - AULA 9 Aula 9 Cônicas - Rotação de sistemas de coordenadas Objetivos Entender mudanças de coordenadas por rotações. Identificar uma cônica rotacionada a partir da sua equação geral. Identificar
Aula 2 A distância no espaço
MÓDULO 1 - AULA 2 Objetivos Aula 2 A distância no espaço Determinar a distância entre dois pontos do espaço. Estabelecer a equação da esfera em termos de distância. Estudar a posição relativa entre duas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE MATEMÁTICA Aluno(a): Professor(a): Curso:
5 Geometria Analítica - a Avaliação - 6 de setembro de 0 Justique todas as suas respostas.. Dados os vetores u = (, ) e v = (, ), determine os vetores m e n tais que: { m n = u, v u + v m + n = P roj u
Cônicas são curvas obtidas pela interseção de um plano com um cone circular de duas folhas
CÔNICAS Cônicas são curvas obtidas pela interseção de um plano com um cone circular de duas folhas Parábola Elipse Hipérbole Circunferência 1.Parábola 1.1 Definição Parábola é o lugar geométrico de todos
3.2 Determine a equação da circunferência de raio 5, tangente à reta 3x +4y =16no ponto A (4, 1).
3.1 Obtenha a equação e esboce o gráfico da circunferência caracterizada por: (a) Centro C (, 1) eraior =5; (b) Passa pelos pontos A (1, ),B(1, 1) e C (, 3) ; (c) Inscrita no triângulo determinado pelas
Plano cartesiano, Retas e. Alex Oliveira. Circunferência
Plano cartesiano, Retas e Alex Oliveira Circunferência Sistema cartesiano ortogonal O sistema cartesiano ortogonal é formado por dois eixos ortogonais(eixo x e eixo y). A intersecção dos eixos x e y é
Hipérbole. Sumário. 6.1 Introdução Hipérbole Forma canônica da hipérbole... 6
6 Hipérbole Sumário 6.1 Introdução....................... 2 6.2 Hipérbole........................ 2 6.3 Forma canônica da hipérbole............. 6 6.3.1 Hipérbole com centro na origem e reta focal coincidente
APLICAÇÕES DE CÔNICAS NA ENGENHARIA
O que você deve saber sobre APLICAÇÕES DE CÔNICAS NA ENGENHARIA As equações das curvas chamadas cônicas recebem esse nome devido à sua origem (a intersecção de um cone por um plano) e podem ser determinadas
Questão 2: Considere a hipérbole descrita pela equação 9x 2 16y 2 = 144. vértices, focos e esboce seu gráco.
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba - DAMAT MA71B - Geometria Analítica e Álgebra Linear Prof a Dr a Diane Rizzotto Rossetto LISTA 8 - Cônicas e Quádricas
Equações paramétricas das cônicas
Aula 1 Equações paramétricas das cônicas Ao estudarmos as retas no plano, vimos que a reta r que passa por dois pontos distintos P 1 = x 1, y 1 ) e P = x, y ) é dada pelas seguintes equações paramétricas:
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio Grande do Sul Campus Rio Grande CAPÍTULO 4 GEOMETRIA ANALÍTICA
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio Grande do Sul Campus Rio Grande CAPÍTULO 4 GEOMETRIA ANALÍTICA 4. Geometria Analítica 4.1. Introdução Geometria Analítica é a parte da Matemática,
Funções quadráticas. Matemática - UEL Compilada em 18 de Março de 2010.
Matemática Essencial Funções quadráticas Conteúdo Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel.br/matessencial/ 1 A função quadrática
f(x) x x 2 e que se encontra representada
Escola Secundária com º ciclo D. Dinis 0º Ano de Matemática A TEMA Funções e Gráficos Generalidades. Funções polinomiais. Função módulo. Aula 5 do plano de trabalho nº Resolver os exercícios 5,, 8, 9 e
Geometria Analítica - Sistemas de Coordenadas no Plano
Geometria Analítica - Sistemas de Coordenadas no Plano Cleide Martins DMat - UFPE Turmas E1 e E3 Cleide Martins (DMat - UFPE) Retas e Elipses Turmas E1 e E3 1 / 1 Para denir um sistema de coordenadas no
Geometria Analítica I
Geom. Analítica I Respostas do Módulo I - Aula 7 1 Geometria Analítica I 01/03/2011 Respostas dos Exercícios do Módulo I - Aula 7 Aula 7 1. a. Procedendo como nos Exemplos 7.1 e 7.2, ou a Proposição 7.15
MAT Poli Roteiro de Estudos sobre as Cônicas
MAT25 - Poli - 2003 Roteiro de Estudos sobre as Cônicas Martha Salerno Monteiro Departamento de Matemática IME-USP Uma equação quadrática em duas variáveis é uma equação da forma a + by 2 + cxy + dx +
DEFINIÇÃO. Dados dois pontos F 1 e F 2 chamamos elipse o conjunto dos pontos P do plano tais que d(p,f 1 )+d(p,f 2 )=2a. Cônicas 4
CÔNICAS Cônicas ELIPSE Cônicas 3 DEFINIÇÃO Dados dois pontos F 1 e F chamamos elipse o conjunto dos pontos P do plano tais que d(p,f 1 )+d(p,f )=a. Cônicas 4 ELIPSE Cônicas Elipse é o conjunto dos pontos
Concluimos dai que o centro da circunferência é C = (6, 4) e o raio é
QUESTÕES-AULA 17 1. A equação x 2 + y 2 12x + 8y + 0 = 0 representa uma circunferência de centro C = (a, b) e de raio R. Determinar o valor de a + b + R. Solução Completamos quadrados na expressão dada.
PROFESSOR: ALEXSANDRO DE SOUSA
E.E. Dona Antônia Valadares MATEMÁTICA ENSINO MÉDIO - 1º ANO Função Quadrática PROFESSOR: ALEXSANDRO DE SOUSA http://donaantoniavaladares.comunidades.net FUNÇÃO QUADRÁTICA Seja a, b e c números reais
Capítulo 3 - Geometria Analítica
1. Gráficos de Equações Capítulo 3 - Geometria Analítica Conceito:O gráfico de uma equação é o conjunto de todos os pontos e somente estes pontos, cujas coordenadas satisfazem a equação. Assim, o gráfico
Aula 4. Coordenadas polares. Definição 1. Observação 1
Aula Coordenadas polares Nesta aula veremos que há outra maneira de expressar a posição de um ponto no plano, distinta da forma cartesiana Embora os sistemas cartesianos sejam muito utilizados, há curvas
Geometria Analítica II - Aula 4 82
Geometria Analítica II - Aula 4 8 IM-UFF K. Frensel - J. Delgado Aula 5 Esferas Iniciaremos o nosso estudo sobre superfícies com a esfera, que já nos é familiar. A esfera S de centro no ponto A e raio
21 e 22. Superfícies Quádricas. Sumário
21 e 22 Superfícies uádricas Sumário 21.1 Introdução....................... 2 21.2 Elipsoide........................ 3 21.3 Hiperboloide de uma Folha.............. 4 21.4 Hiperboloide de duas folhas..............
Aula Transformações
Aula 6 6. Transformações O gráfico de uma função f permite obter os gráficos de outras funções, via transformações elementares. Para simplificar, nesta seção consideraremos somente funções cujo domínio
Aula Exemplos e aplicações. Exemplo 1. Nesta aula apresentamos uma série de exemplos e aplicações dos conceitos vistos.
Aula 16 Nesta aula apresentamos uma série de exemplos e aplicações dos conceitos vistos. 1. Exemplos e aplicações Exemplo 1 Considere os pontos A = (1, 2, 2), B = (2, 4, 3), C = ( 1, 4, 2), D = (7, 1,
1. Em cada caso, obtenha a equação e esboce o grá co da circunferência.
3. AS CÔNICAS CÁLCULO VETORIAL - 2017.2 3.1 A circunferência 1. Em cada caso, obtenha a equação e esboce o grá co da circunferência. (a) Centro C ( 2; 1) e raio r = 5: (b) Passa pelos pontos A (5; 1) ;
Geometria Analítica Exercícios Cônicas em posição geral
Geometria Analítica Exercícios Cônicas em posição geral Cleide Martins DMat - UFPE Turmas E1 e E3 Cleide Martins (DMat - UFPE) Soluções Turmas E1 e E3 1 / 16 Resolução dos exercícios da aula 15 Classique
MAT 0143 : Cálculo para Ciências Biológicas
MAT 0143 : Cálculo para Ciências Biológicas Aula 2/ Quarta 26/02/2014 Sylvain Bonnot (IME-USP) 2014 1 Resumo Aula 1 1 Informaçãoes gerais: Email: [email protected] Site: ver o link para MAT 2110 na pagina
MATEMÁTICA A - 11o Ano Funções - Derivada (extremos, monotonia e retas tangentes) Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano Funções - Derivada extremos, monotonia e retas tangentes) Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Temos que, pela definição de derivada num ponto, f ) fx)
INSTITUTO FEDERAL DE BRASILIA 4ª Lista. Nome: DATA: 09/11/2016
INSTITUTO FEDERAL DE BRASILIA 4ª Lista MATEMÁTICA GEOMETRIA ANALÍTICA Nome: DATA: 09/11/016 Alexandre Uma elipse tem centro na origem e o eixo maior coincide com o eixo Y. Um dos focos é 1 F1 0, 3 e a
MAT Poli Cônicas - Parte I
MAT2454 - Poli - 2011 Cônicas - Parte I Uma equação quadrática em duas variáveis, x e y, é uma equação da forma ax 2 +by 2 +cxy +dx+ey +f = 0, em que pelo menos um doscoeficientes a, b oucénão nulo 1.
J. Delgado - K. Frensel - L. Crissaff Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
178 Capítulo 10 Equação da reta e do plano no espaço 1. Equações paramétricas da reta no espaço Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que
GEOMETRIA ANALÍTICA CONTEÚDOS. Distância entre pontos Equação da reta Distância ponto reta Coeficientes Equação da circunferência.
GEOMETRIA ANALÍTICA CONTEÚDOS Distância entre pontos Equação da reta Distância ponto reta Coeficientes Equação da circunferência. AMPLIANDO SEUS CONHECIMENTOS Neste capítulo, estudaremos a Geometria Analítica.
1 Cônicas Não Degeneradas
Seções Cônicas Reginaldo J. Santos Departamento de Matemática-ICE Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi [email protected] 11 de dezembro de 2001 Estudaremos as (seções) cônicas,
