OS SENTIMENTOS SEGUNDO A ANÁLISE DO COMPORTAMENTO
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- Alexandra Ventura Dias
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1 OS SENTIMENTOS SEGUNDO A ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Alessandra dos Reis de Souza* Annamaria Coelho de Castilho** JUSTIFICATIVA De acordo com a concepção behaviorista radical de Skinner, o homem não é um objeto controlado pelo ambiente, reflexo de determinações externas e alheias a ele. O autor enfatiza estar lidando com o organismo em sua totalidade e em contínua inter relação com o meio, só podendo ser entendido a partir dessa. O sujeito age e sente, como produto de sua própria ação. (MICHELETTO; SÉRIO, 1993) Ao contrário do que muitos pensam, sentimentos não são fenômenos mentais, abstratos, que ficam armazenados em algum lugar oculto da mente, e se expressam publicamente quando alguma coisa externa os evoca. Mas de acordo com a concepção skinneriana, os sentimentos são manifestações corporais, concretas do organismo, que associadas com a interação da pessoa com eventos ambientais sociais ou físicos, se desencadeiam. Sendo assim, não há sentimentos sem uma manifestação corporal correspondente (GUILHARDI, 2002). Com relação à nomeação dos sentimentos, vale ressaltar que originalmente todas as palavras usadas para designá-los começaram como metáforas, e que a transferência sempre tenha sido do público para o privado. Nenhuma palavra parece ter sido originalmente cunhada para denominar um sentimento, mas os termos usados frequentemente recorrem a contingência que origina esses eventos privados como estímulo discriminativo (SKINNER, 1991), o termo usado para descrevê-lo quase sempre provém daquela para designar a causa da condição sentida (GUILHARDI, 2002). Quanto menos elaboradas forem as condições para se ensinar uma pessoa a nomear sentimentos e quanto menos palavras existirem para tal, menos essa pessoa os discriminará (GUILHARDI, 2002). Dessa forma, o contato com uma comunidade que apresenta um repertório verbal rico favorece o desenvolvimento da percepção e da nomeação de sentimentos. Para ensinar seus membros a denominar os sentimentos, a comunidade verbal precisa de algumas evidências, a fim de poder utilizar uma terminologia mais adequada. Uma boa maneira de chegar a essas evidências é observar a interação *Acadêmico do curso de Psicologia da Faculdade União de Campo Mourão UNICAMPO. **Mestre em psicologia pela Universidade Estadual de Maringá UEM. Docente do curso de psicologia da Faculdade União de Campo Mourão UNICAMPO. ISSN:
2 da pessoa com seu ambiente físico e social. Essas interações são chamadas de contingências de reforçamento, que inclui pelo menos três componentes que se influenciam reciprocamente: antecedente (A), resposta (R) do indivíduo diante do antecedente e consequente (C), aquilo que se segue ao comportamento produzido pelo próprio comportamento. Dessa forma comportamentos e sentimentos são produtos colaterais das contingências de reforçamento. (GUILHARDI, 2002) É fácil confundir o que sentimos como uma causa, porque nós o fazemos enquanto estamos nos comportando, mas os eventos que são de fato responsáveis pelo que fazemos e sentimos, encontram-se no passado. A nossa compreensão dos sentimentos pode ser esclarecida através da análise experimental do comportamento, pois por esclarece os papéis dos ambientes passados e presentes (SKINNER, 1991). Para o analista do comportamento, não se pode alterar os sentimentos diretamente. Sentimentos são produtos de contingências. Ao identificar as variáveis relevantes, através da análise funcional, o terapeuta proporá mudanças comportamentais que alterem o ambiente do cliente, dessa forma altera-se também o organismo que se comporta. Embora os sentimentos não sejam causadores do nosso comportamento, é importante estudá-los, pois são comportamentos respondentes (RICO; GOLFETO; HAMASAKT, 2012). O analista do comportamento trabalha com as contingências de reforçamento em que as coisas são vistas e as contingências verbais, sob as quais vêm a ser descritas (SKINNER, 1991). Os nomes dados aos sentimentos não são essenciais para a análise, mas sim as variáveis ambientais em que acontecem. A atuação do analista do comportamento baseia-se na compreensão da função dos comportamentos do cliente de forma que possa ensiná-lo a reduzir ou eliminar o sofrimento (RICO; GOLFETO; HAMASAKT, 2012). O papel do terapeuta é colocar o cliente em contato com seus sentimentos e com a expressão pública e privada dos mesmos. Entretanto, o cliente não sabe descrever o que sente e por que, dessa forma cabe ao analista do comportamento modelar repertórios de identificação e descrição das variáveis em que comportamentos e sentimentos são função, fazendo com que o cliente se torne apto a ampliar seu repertório e/ou modificar seu comportamento (RICO; GOLFETO; HAMASAKT, 2012). Saberes Unicampo 199
3 Com relação ao trabalho do analista do comportamento, vale ressaltar que: Em termos de psicoterapia, a maioria dos relatos envolvem os comportamentos encobertos. Os clientes frequentemente vêm com a certeza de que seus problemas são causados por sentimentos, pensamentos, etc, isto é, as pessoas acreditam que os comportamentos encobertos são as causas de seus problemas. Assim, uma das principais metas do terapeuta comportamental é conseguir levar seus clientes a perceber e identificar como seus comportamentos encobertos são apenas um dos elos da contingência tríplice a ser analisada e como eles se relacionam a outros eventos do mundo interno e externo. A competência do terapeuta deve proporcionar a criação de condições para a discriminação das contingências que controlam os comportamentos, assim, o terapeuta é um facilitador que sinaliza as contingências do comportamento de seu cliente permitindo que este se torne um observador mais acurado de seu próprio comportamento, já que os comportamentos encobertos são menos acessíveis e geralmente ficam sob controle de contingências frequentemente desconhecidas pelos indivíduos. A partir do momento que adquire esta habilidade, o indivíduo estará mais apto para decidir se quer ou não modificar seu comportamento. A terapia baseia-se na ideia de que pensamentos podem gerar os sentimentos e os comportamentos que constituem a queixa do paciente. (CARVALHO, 1991, p. 35) A identificação de pensamentos que podem gerar sentimentos durante a sessão é um ponto crucial para uma adequada demonstração das distorções cognitivas em ocorrência. O paciente aprende a detectar seus pensamentos e sentimentos como primeiro passo para manejá-los, e compreender como se relacionam mutuamente para produzir um determinado comportamento, o que é essencial para o alivio do sofrimento. (CARVALHO, 1991) O presente projeto visa contribuir com a apresentação do papel do analista do comportamento no que se refere aos sentimentos de seus clientes. Ao expor formas as dimensões do sentimento para a Análise do Comportamento, o mesmo será apresentado como manifestação corporal, produto das contingências de reforçamento (A - R- C), auxiliando não somente a compreensão dos profissionais da área, mas também de todos os que se interessarem pelo assunto. OBJETIVO GERAL Apresentar o papel do analista do comportamento no que se refere ao manejo dos sentimentos de seus clientes. 200 Saberes Unicampo
4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar a concepção Analítico Comportamental do sentimento Expor sobre a atuação do terapeuta frente aos sentimentos. METODOLOGIA Para elaboração do presente trabalho foram realizadas leituras de acordo com as orientações recebidas em supervisão, onde foi possível delimitar os itens que compõem este projeto. Trata-se, portanto, de uma revisão bibliográfica, através de fontes primárias, secundárias e terciárias, tendo como referência básica autores como: Borloti, Fonseca, Charpinel, Lira (2009); Carvalho (1991); Garcia-Serpa, Meyer, Del Prette (2003); Guilhardi (2002, 2004); Micheletto, Sério (1993); Skinner (1991); Rico, Golfeto, Hamasakt (2012). Sobre a pesquisa bibliográfica, é importante destacar que ela é decorrente de registros disponíveis, a partir de pesquisas anteriores, utilizando-se de dados teóricos de outros pesquisadores, que foram devidamente registrados, assim o pesquisador trabalha através dessas contribuições (SEVERINO, 1941) Logo, para elaboração do texto completo, os seguintes passos serão adotados: retomar a leitura dos materiais selecionados, bem como a pesquisa e delimitação de mais referências pertinentes ao tema. Realizar fichamentos que visam contribuir para a escrita final. O texto será escrito e revisado com o objetivo de ser apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORLOTI, E.; FONSECA, K. A.; CHARPINEL, C. P.; LIRA, K. M. Uma análise etimológico-funcional de nomes de sentimentos. Campinas SP Disponível em: CARVALHO, S. G. O lugar dos sentimentos na Ciência do Comportamento e na Psicoterapia Comportamental. São Paulo, 1991 Disponível em: GARCIA-SERPA, F. A.; MEYER, S. B.; DEL PRETTE, Z. A. P. Origem social do relato de sentimentos: evidência empírica indireta. São Paulo Disponível em: Saberes Unicampo 201
5 GUILHARDI, H. J. Auto-estima, autoconfiança e responsabilidade. Instituto de Análise de Comportamento e Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Disponível em: stima_conf_respons.pdf GUILHARDI, H. J. Considerações sobre o papel do terapeuta ao lidar com os sentimentos do cliente. São Paulo Disponível em: MICHELETTO, N; SÉRIO, T. M. A. P. Homem: Objeto ou Sujeito para Skinner? São Paulo Disponível em: _objeto_ou_sujeito_para_skinner_nilza_e_teia.pdf SKINNER, B. F. O lugar do sentimento na Análise do Comportamento. Campinas, SP Disponível em: ar_sentimento.pdf RICO, V. V.; GOLFETO, R.; HAMASAKT, E. I. M. Sentimentos. In: HÜNER, M. M. C.; MOREIRA, M. B. (Orgs.). Temas clássicos da psicologia sob a ótica da análise do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012, p CRONOGRAMA Março e Abril: Pesquisa em fontes afetas, leitura de livros e artigos, seleção de textos, fichamentos e elaboração do projeto. Maio, Junho, Julho, Agosto: Pesquisa em fontes afetas, leitura de livros e artigos, seleção de textos, fichamentos, elaboração do artigo. Setembro: Pesquisa em fontes afetas, leitura de livros e artigos, seleção de textos, fichamentos, elaboração do artigo. Outubro: Pesquisa em fontes afetas, leitura de livros e artigos, seleção de textos, fichamentos, elaboração do artigo, finalização do artigo, revisão final. Novembro: Pesquisa em fontes afetas, leitura de livros e artigos, seleção de textos, fichamentos, revisão final. 202 Saberes Unicampo
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