Algoritmos Avançados Análise de Complexidade
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- Marcela Benke Bernardes
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1 CCAE Centro de Ciências Aplicadas e Educação UFPB - Campus IV - Litoral Norte Algoritmos Avançados Análise de Complexidade
2 COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Definição: A Complexidade de um Algoritmo consiste na quantidade de trabalho necessária para a sua execução, expressa em função das operações fundamentais, as quais variam de acordo com o algoritmo, e em função do volume de dados
3 COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Um algoritmo serve para resolver um determinado problema, e todos os problemas têm sempre uma entrada de dados O tamanho dessa entrada (N) tem geralmente efeito direto no tempo de resposta de um algoritmo Dependendo do problema a ser resolvido, já existem algoritmos prontos ou que podem ser adaptados O problema é: qual algoritmo escolher?
4 COMO COMPARAR DUAS SOLUÇÕES PARA UM MESMO PROBLEMA? Tomemos duas soluções para localizar um elemento em um vetor: LIN e BIN Temos dois computadores diferentes, A e B, sendo A um Core 2 Duo e B um Celeron. Tamanho (n) Tempo de execução de LIN em A Tempo de execução de BIN em B 16 8 ns ns ns ns ns ns ns ns Qual é a melhor solução? LIN ou BIN? 4
5 COMO COMPARAR DUAS SOLUÇÕES PARA UM MESMO PROBLEMA? Tamanho (n) Tempo de execução de LIN em A Tempo de execução de BIN em B 16 8 ns ns ns ns ns ns ns ns ns ns ns ns ns ns ,072 x ,536 x ns ou 1 ano ns ou cerca de 1,4 segundos 5
6 COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Pode-se falar de dois tipos de complexidade de algoritmos : Complexidade Espacial: Quantidade de recursos utilizados para resolver o problema; Complexidade Temporal: Quantidade de tempo utilizado. Pode ser vista também como o número de instruções necessárias para resolver um determinado problema; Em ambos os casos, a complexidade é medida de acordo com o tamanho dos dados de entrada (n) Estamos mais interessados em calcular a Complexidade Temporal de um algoritmo!
7 COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Existem três perspectivas para análise de complexidade: Melhor Caso Caso Médio Pior Caso Nas três perspectivas, a função f(n) retorna a complexidade de um algoritmo com entrada de tamanho n
8 ANÁLISE DO MELHOR CASO Definido pela letra grega (Ômega) Exprime o menor tempo de execução de um algoritmo para uma entrada de tamanho n É pouco usado, por ter aplicação em poucos casos. Ex.: O algoritmo de pesquisa sequêncial em um vetor tem complexidade f(n) = (1) A análise assume que o número procurado seria o primeiro selecionado na lista. Abordagem otimista!
9 ANÁLISE DO CASO MÉDIO Definido pela letra grega (Theta) Deve-se obter a média dos tempos de execução de todas as entradas de tamanho n, ou baseado em probabilidade de determinada condição ocorrer Ex.: O algoritmo de pesquisa sequêncial em um vetor tem complexidade f(n) = (n/2) Em média será necessário visitar n/2 elementos do vetor até encontrar o elemento procurado Melhor aproximação Muito difícil de determinar na maioria dos casos
10 ANÁLISE DO PIOR CASO Representado pela letra grega O O maiúsculo. Trata-se da letra grega ômicron maiúscula Baseia-se no maior tempo de execução sobre todas as entradas de tamanho n É o método mais fácil de se obter. Ex.: O algoritmo de pesquisa sequêncial em um vetor tem complexidade f(n) = O(n) No pior caso será necessário visitar todos os n elementos do vetor até encontrar o elemento procurado Abordagem pessimista!
11 A NOTAÇÃO O Tempo (ou espaço) é contabilizado em número de passos do algoritmo (unidade de armazenamento) Análise do algoritmo determina uma função que depende do tamanho da entrada n. 10n 3 + 4n -10 à medida que n aumenta, o termo cúbico começa a dominar A constante do termo cúbico tem relativamente a mesma importância que a velocidade da CPU 11
12 A NOTAÇÃO O Desprezar constantes aditivas ou multiplicativas Número de passos 3n será aproximado para n Interesse assintótico termos de menor grau podem ser desprezados n 2 + n será aproximado para n 2 6n 3 + 4n - 9 será aproximado para n 3 12
13 CÁLCULO DA COMPLEXIDADE Foi visto que, para calcular a complexidade de um algoritmo, deve-se analisar o pior caso A análise deve ser feita de acordo com a tabela a seguir Número de Operações f(n) c x f(n) f(n) + f(n) f(n) + g(n) f(n) x g(n) Complexidade O(f(n)) O(f(n)) O(f(n)) O(max(f(n),g(n)) O(f(n) x g(n))
14 CÁLCULO DA COMPLEXIDADE: ALGORITMO ITERATIVO void FloidWarshall(int dist[][]) { int i; int j; int k; for ( k = 0; k < n; k++ ) { for ( i = 0; i < n; i++ ) { for ( j = 0; j < n; j++ ) { int a = dist[i][j]; int b = dist[j][k]; int c = dist[k][j]; n * ( n * ( n * ( ) ) ) 3 + n * n * n * 6 dist[i][j] = min(a, b + c ); 3 + 6n 3 O(n 3 ) int min(int a, int b) { if(a < b) return a; return b; n * ( n * ( n * ( ) ) )
15 CÁLCULO DA COMPLEXIDADE: ALGORITMO RECURSIVO A questão se complica um pouco quando se trata de algoritmos recursivos Embora não haja um método único para esta avaliação, a complexidade de um algoritmo recursivo é definida em função de componentes como: Complexidade da base Complexidade do núcleo Profundidade da recursão Número de vezes que o procedimento recursivo é invocado Depende do tamanho do problema e da taxa de redução do tamanho do problema É justamente em sua determinação que reside o problema! 15
16 CÁLCULO DA COMPLEXIDADE: ALGORITMO RECURSIVO int fatorial( int n ) { if( n == 0 ) { return 1; //Base else { return n * fatorial( n 1 ); // Núcleo A redução se dá de uma em uma unidade, de n até chegar a 0 Logo, a profundidade da recursão é n Tanto o núcleo quando a base executam apenas uma operação A base é executada uma única vez e o núcleo n - 1 vezes Logo, o número de operações executadas é ((n 1) * 1) + 1, resultando em uma complexidade O(n) 16
17 ORDENS DE ALGORITMOS Complexidade Constante Complexidade Linear Complexidade Logarítmica Complexidade Log Linear Complexidade Quadrática Complexidade Cúbica Complexidade Exponencial Complexidade Fatorial
18 COMPLEXIDADE CONSTANTE - O(1) São os algoritmos onde a complexidade independe do tamanho n de entradas É o único em que as instruções dos algoritmos são executadas um número fixo de vezes if (condição == true) then { realiza alguma operação em tempo constante else { realiza alguma operação em tempo constante
19 COMPLEXIDADE LINEAR O(N) Uma operação é realizada em cada elemento de entrada, ex.: pesquisa de elementos em uma lista for (i = 0; i < N; i = i + 1 ) { if (condição == true) then { realiza alguma em tempo constante else { realiza alguma operação em tempo constante
20 COMPLEXIDADE LOGARÍTMICA - O (LOGN) Ocorre tipicamente em algoritmos que dividem o problema em problemas menores int PesquisaBinaria ( int array[], int chave, int N){ int inf = 0; int sup = N - 1; int meio; while (inf <= sup) { meio = (inf+sup)/2; if (chave == array[meio]) return meio; else if (chave < array[meio]) sup = meio-1; else inf = meio+1; return -1; // não encontrado
21 COMPLEXIDADE LOG LINEAR O (NLOGN) Ocorre tipicamente em algoritmos que dividem o problema em problemas menores, porém juntando posteriormente a solução dos problemas menores void merge(int inicio, int fim) { if (inicio < fim) { int meio = (inicio + fim) / 2; merge(inicio, meio); merge(meio + 1, fim); mesclar(inicio, meio, fim);
22 COMPLEXIDADE QUADRÁTICA O (N²) Itens são processados aos pares, geralmente com um loop dentro do outro void bubblesort(int[] a) { for (int i = 0; i < a.length-1; i++) { for (int j = 0; j < a.length-1; j++) { if (a[j] > a[j+1]) { swap(a, j, j+1);
23 COMPLEXIDADE CÚBICA O(N³) Itens são processados três a três, geralmente com um loop dentro do outros dois int dist[n][n]; int i, j, k; for ( k = 0; k < N; k++ ) for ( i = 0; i < N; i++ ) for ( j = 0; j < N; j++ ) dist[i][j] = min( dist[i][j], dist[i][k] + dist[k][j] );
24 COMPLEXIDADE EXPONENCIAL O (2 N ) Utilização de Força Bruta para encontrar a solução de um problema. A solução geralmente é baseada diretamente no enunciado do problema e nas definições dos conceitos envolvidos Ex.: Utilizando apenas números é possível criar 10 n senhas de n dígitos Um algoritmo de força bruta para quebrar uma dessas senhas tem complexidade O(2 n )
25 COMPLEXIDADE FATORIAL O(N!) Também é baseada na utilização de força bruta para encontrar a solução de um problema Consiste em testar todas as possíveis permutações existentes na solução à procura da solução ótima para o problema Ex.: Problema do Caixeiro Viajante Encontrar a rota mínima para visitar várias cidades sem repetir nenhuma É um problema base para o projeto de microchips, sequênciamento de genôma e muitas outras aplicações Não possui solução exata eficiente (Problema NP) Utilização de heurísticas para aproximar a solução ótima 25
26 ORDENS DE COMPLEXIDADE Imagine um computador que leva 1ms para executar uma operação. A tabela abaixo indica o tempo aproximado de execução de um algoritmo com diferentes ordens de complexidades para 3 tamanhos de entrada n O(n) Log(n) nlog(n) O(n 2 ) O(n 3 ) O(2 n ) O(n!) s 0.004s 0.064s 0.256s 4s 1m5s 663 anos s 0.005s 0.16s 1s 33s 49 dias sec s 0.009s 4.608s 4m22s 37h sec... 26
27 LIMITES SUPERIOR E INFERIOR Todas as ordens de complexidade vistas definem o Limite Superior (Upper Bound) dos Algoritmos Qualquer que seja o tamanho da entrada, o tempo de execução crescerá com velocidade igual ou inferior a apontada pela análise de complexidade. Algumas otimizações podem ser feitas para melhorar o limite superior; Existem, porém, os Limites Inferiores (Lower Bound) para certos problemas, que são pontos a partir dos quais não é mais possível otimizar uma solução algorítmica
28 LIMITES SUPERIOR E INFERIOR Dado um problema de Multiplicação de 2 matrizes N X N. A solução trivial tem complexidade O(n 3 ); Sabemos assim que a complexidade deste problema não deve superar O(n 3 ), uma vez que existe um algoritmo com está ordem complexidade que o resolve; Este limite superior de um algoritmo pode mudar se alguém descobrir um algoritmo melhor.
29 LIMITES SUPERIOR E INFERIOR Strassen resolveu o problema com uma complexidade de O(nlog 7) Outros pesquisadores melhoraram ainda mais este resultado. Atualmente o melhor resultado é o de Coppersmith e Winograd de O(n ). O limite superior de um algoritmo é parecido com o recorde mundial de uma modalidade de atletismo. Ele é estabelecida pelo melhor atleta (algoritmo) do momento. Assim como o recorde mundial, o limite superior pode ser melhorado por um algoritmo (atleta) mais veloz. 29
30 LIMITES SUPERIOR E INFERIOR Às vezes é necessário mostrar que, para um dado problema, qualquer que seja o algoritmo a ser usado, requer um certo número mínimo de operações: o Limite Inferior Para o problema de multiplicação de matrizes de ordem n, apenas para ler os elementos das duas matrizes de entrada leva O(n 2 ). Assim uma cota inferior trivial é (n 2 ).
31 LIMITES SUPERIOR E INFERIOR Na analogia anterior, o limite inferior não dependeria mais do atleta. Seria algum tempo mínimo que a modalidade exige, qualquer que seja o atleta. Um limite inferior trivial para os 100 metros seria o tempo que a velocidade da luz leva para percorrer 100 metros no vácuo. Se um algoritmo tem uma complexidade que é igual ao limite inferior do problema então o algoritmo é ótimo. O algoritmo de CopperSmith e Winograd é de O (n ) mas o limite inferior é de (n²). Portanto não é ótimo. Este limite superior ainda pode ser melhorado 31
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