Aula 1. Teoria da Computação III
|
|
|
- Gabriel Victor Gabriel Melgaço de Oliveira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula 1 Teoria da Computação III
2 Complexidade de Algoritmos Um problema pode ser resolvido através de diversos algoritmos; O fato de um algoritmo resolver um dado problema não significa que seja aceitável na prática.
3 Complexidade de Algoritmos A escolha de um algoritmo na maioria das vezes é feita através de critérios subjetivos como 1) facilidade de compreensão, codificação e depuração; 2) eficiencia na utilização dos recursos do computador e rapidez. A análise de algoritmo fornece uma medida objetiva de desempenho proporcional ao tempo de execução do algoritmo.
4 Complexidade de Algoritmos Por que analisar a eficiência de algoritmos se os computadores estão cada dia mais rápidos?
5 Complexidade de Algoritmos
6 Complexidade de Algoritmos Tempo Tamanho do Problema
7 Complexidade de Algoritmos
8 Complexidade de Algoritmos A eficiência de um algoritmo pode ser medida através de seu tempo de execução. É a melhor medida??? O tempo de execução não depende somente do algoritmo, mas do conjunto de instruções do computador, a qualidade do compilador, e a habilidade do programador.
9 Complexidade de Algoritmos O tempo de execução de um algoritmo para uma determinada entrada pode ser medido pelo número de operações primitivas que ele executa. Como esta medida fornece um nível de detalhamento grande convém adotar medidas de tempo assintótica.
10 Complexidade de Algoritmos Medidas de Complexidade Complexidade é também chamada esforço requerido ou quantidade de trabalho. Complexidade no pior caso : Considera-se a instância que faz o algoritmo funcionar mais lentamente; Complexidade média : Considera-se todas as possíveis instâncias e mede-se o tempo médio.
11 Complexidade de Algoritmos Medidas de Complexidade A complexidade pode ser calculada através do: Tempo de execução do algoritmo determinado pelas instruções executadas :quanto tempo é necessário para computar o resultado para uma instância do problema de tamanho n; Espaço de memória utilizado pelo algoritmo : quanto espaço de memória/disco é preciso para armazenar a(s) estrutura(s) utilizada(s) pelo algoritmo. O esforço realizado por um algoritmo é calculado a partir da quantidade de vezes que a operação fundamental é executada. Para um algoritmo de ordenação, uma operação fundamental é a comparação entre elementos quando à ordem.
12 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades A complexidade exata possui muitos detalhes A escolha de um algoritmo é feita através de sua taxa de crescimento Esta taxa é representada através de cotas que são funções mais simples. A ordem de crescimento do tempo de execução de um algoritmo fornece uma caracterização simples de eficiência do algoritmo.
13 Complexidade de Algoritmos O (1) : constante mais rápido, impossível O (log log n) : super-rápido O (log n) : logarítmico muito bom O (n) : linear é o melhor que se pode esperar se algo não pode ser determinado sem examinar toda a entrada O (n log n) : limite de muitos problemas práticos, ex.: ordenar uma coleção de números O (n 2 ) : quadrático O (n k ) : polinomial ok para n pequeno O (k n ), O (n!), O (n n ) : exponencial evite!
14 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades Imagine um algoritmo com complexidade an 2 +bn+c desprezamos os termos de baixa ordem ignoramos o coeficiente constante Logo o tempo de execução do algoritmo tem cota igual a n 2, O(n 2 ).
15 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades A complexidade por ser vista como uma propriedade do problema, o que significa dar uma medida independente do tratamento do problema, independente do caminho percorrido na busca da solução, portanto independente do algoritmo.
16 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades Considere dois algoritmos A e B com tempo de execução O(n 2 ) e O(n 3 ), respectivamente. Qual deles é o mais eficiente?
17 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades Considere dois programas A e B com tempos de execução 100n 2 milisegundos,e 5n 3 milisegundos, respectivamente, qual é o mais eficiente? Se considerarmos um conjunto de dados de tamanho n<20, o programa B será mais eficiente que o programa A. Entretanto, se o conjunto de dados é grande, a diferença entre os dois programas se torna bastante significativa e o programa A é preferido.
18 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades Considere dois computadores : A que executa 10 9 instruções por segundo; B que executa 10 7 instruções por segundo. Considere que dois algoritmos de ordenação: P 1 - linguagem de máquina para A cujo código exije 2n 2 instruções para ordenar n números; P 2 - linguagem de alto nível para B cujo código exije 50nlog 2 n instruções. Quanto tempo A e B demoram para ordenar um milhão de números?
19 Complexidade de Algoritmos Comparação entre Complexidades Para ordenar um milhão de números, A demora enquanto B demora
20 É interessante comparar algoritmos para valores grandes de n. Para valores pequenos de n, mesmo um algoritmo ineficiente não custa muito para ser executado Complexity 20
21 Introdução Objetivos: Apresentar as notações assintóticas usadas para descrever a taxa de crescimento de funções de custo de algoritmos Tópicos: Notação O Notação Ω Notação Θ Classes de comportamento assintótico Algoritmo Exponencial versus Polinomial Como calcular a complexidade de limite superior (big Oh) de algoritmos Complexity 21
22 Custo Assintótico de Funções O custo assintótico de uma função f(n) representa o limite do comportamento de custo quando n cresce. Geralmente, um algoritmo que é assintoticamente mais eficiente será a melhor escolha para valores grandes de n. Complexity 22
23 Dominação Assintótica Definição: f(n) domina assintoticamente g(n) se existem duas constantes positivas c e m tais que, para n >= m, temos g(n) <= c. f(n) c.f(n) g(n) m n Exemplo: Seja g(n) = n e f(n) = -n2 Temos que n <= -n2 para todo n N. Fazendo c = 1 e m = 0 a definição é satisfeita. Logo, f(n) domina assintoticamente g(n) Complexity 23
24 Notação O Notação trazida da matemática por Knuth (1968): Lê-se: g(n) = O(f(n)) g(n) é de ordem no máximo f(n) f(n) domina assintoticamente g(n) (f(n) é um limite assintótico superior para g(n)) O(f(n)) representa o conjunto de todas as funções que são assintoticamente dominadas por uma dada função f(n). Se g(n) O(f(n)) então g(n) = O(f(n)) Formalmente: g(n) = O(f(n)), c > 0 e n 0 0 <= g(n) <= c.f(n), n >= n 0 Complexity 24
25 Notação O Se dizemos que g(n) = O(n 2 ) Significa que existem constantes c e m g(n) <= c. n 2 para n >= m Exemplo: g(0) = 1 g(1) = 4 g(n) = (n+1) 2 (n+1) 2 <=cn 2 n 2 + 2n + 1 <= cn 2 2n + 1 <= (c-1)n 2 n (n+1) 2 2n Complexity 25
26 Notação Ω Ω define um limite inferior para a função, por um fator constante. Escreve-se g(n) = Ω(f(n)), se existirem constantes positivas c e n0 para n >= n 0, o valor de g(n) é maior ou igual a c.f(n) Neste caso, diz-se que f(n) é um limite assintótico inferior para g(n). Formalmente: g(n) = Ω(f(n)), c > 0 e n 0 0 <= c.f(n) <= g(n), n >= n 0 A notação Ω é usada para expressar o limite inferior do tempo de execução de qualquer algoritmo para resolver um problema específico Exemplo: O limite inferior para qualquer algoritmo de ordenação que utiliza comparação de chaves é Ω(n log n). Complexity 26
27 Comportamento Assintótico de Funções Assim, existem duas notações principais na análise assintótica de funções: O e Ω O(f(n)) depende do algoritmo (limite superior) Ω(f(n)) depende do problema (limite inferior) Complexity 27
28 Notação Θ A notação Θ limita a função por fatores constantes. g(n) = Θ(f(n)) se existirem constantes positivas c1 e c2 e n0 tais que para n >= n0, o valor de g(n) está sempre entre c1.f(n) e c2.f(n) inclusive. Neste caso, dizemos que f(n) é um limite assintótico firme para g(n). Formalmente: g(n) = Θ(f(n)), c 1 > 0 e c 2 > 0 e n 0 0 <= c 1.f(n) <= g(n) <= c 2. f(n), n >= n 0 Complexity 28
29 Exemplo de uso da Notação Θ Provem que 1/2n 2 3n = Θ(n 2 ) Achem constantes c 1 > 0, c 2 > 0, n > 0, tais que: c 1.n 2 <= 1/2n 2 3n <= c 2.n 2 Complexity 29
30 Classes de Comportamento Assintótico f(n) = O(1) (complexidade constante) O uso do algoritmo independe do tamanho de n. Neste caso, as instruções do programa são executadas um número fixo de vezes. f(n) = O(log n) (complexidade logaritmica) Ocorre tipicamente em algoritmos que resolvem um problema transformando-o em problemas menores. Nestes casos, o tempo de execução pode ser considerado como sendo menor que uma constante grande. Exemplos: n = log 2 n ~ 10; n = 10 6 log 2 n ~20. f(n) = O(n) (complexidade linear) Em geral, um pequeno trabalho é realizado sobre cada elemento de entrada. Esta é a melhor situação possível para um algoritmo que tem que processar n elementos de entrada ou produzir n elementos de saída. Cada vez que n dobra de tamanho n dobra. Complexity 30
31 Classes de Comportamento Assintótico f(n) = O(n log n) Este tempo de execução ocorre tipicamente em algoritmos resolvidos com o método dividir&conquistar. Exemplos: n = 1 milhão n log n ~20 milhões; n = 2 milhões, n log n ~ 42 milhões, pouco mais que o dobro. f(n) = O(n 2 ) (complexidade quadrática) Algoritmos desta ordem de complexidade ocorrem quando os itens são processados aos pares, em um laço dentro de outro. São úteis para resolver problemas de tamanho pequeno métodos diretos de ordenação. Complexity 31
32 Classes de Comportamento Assintótico f(n) = O(n 3 ) (complexidade cúbica) Algoritmos desta ordem são úteis apenas para resolver pequenos problemas. f(n) = O(2 n ) (complexidade exponencial) Algoritmos desta ordem geralmente não são úteis sob o ponto de vista prático. Eles ocorrem na solução de problemas quando se usa a força bruta para resolvêlos. Complexity 32
33 Relação entre as ordens Onde estão n! e n n? Complexity 33
34 Algoritmo Exponencial Versus Polinomial Um algoritmo cuja função de complexidade é O(cn ), c > 1, é chamado de algoritmo exponencial de tempo de execução. Um algoritmo cuja função de complexidade é O(p(n)), onde p(n) é um polinômio, é chamado de algoritmo polinomial de tempo de execução. A distinção entre os dois torna-se significativa quando n cresce. Um problema é considerado intratável se ele é tão difícil que não existe um algoritmo polinomial para resolvê-lo (torres de hanoi, damas e xadrez generalizados), enquanto um problema é considerado bem resolvido quando existe um algoritmo polinomial para resolvê-lo. Complexity 34
35 Princípios para a Análise de Algoritmos -- Prática Tempo de execução para: 1. Atribuição, leitura e escrita: O(1) Exceção linguagens que permitem atribuição direta em vetores de tamanho grande 2. Seqüência: comando de maior tempo 3. Decisão: avaliação da condição: O(1); comandos dentro: regra Laço: avaliação do término: O(1); comandos dentro: regra 2. Complexity 35
36 5) Programa com procedimentos não recursivos: o tempo de execução de cada procedimento deve ser calculado separadamente um a um. Inicia-se com aqueles que não chamam outros. A seguir são avaliados aqueles que chamam os que não chamam outros, utilizando os tempos já calculados. 6) Programa com procedimentos recursivos: para cada procedimento é associada uma função de complexidade f(n) desconhecida, onde n mede o tamanho dos argumentos para o procedimento. Complexity 36
37 Operações com a Notação O f(n) = O(f(n)) c. O(f(n)) = O(f(n)) se c = constante O(f(n) + O(f(n)) = O(f(n)) O(O(f(n))) = O(f(n)) O(f(n)) + O(g(n)) = O(max(f(n),g(n))) O(f(n))O(g(n)) = O(f(n)g(n)) f(n)o(g(n)) = O(f(n)g(n)) Regra da Soma Suponha 3 trechos de programas cujos tempos de execução são O(n), O(n 2 ) e O(n log n). O tempo dos 2 primeiros é O(max(n,n 2 )) que é O(n 2 ) e dos 3 é O(max(n 2, n log n) que é O(n 2 ). Regra do Produto Produto de [log n + k + O(1/n)] por [n + O(raiz(n))] = n log n + kn + O(raiz(n) log n) Complexity 37
38 Exemplo Procedure Ordena (var A: vetor); { ordena o vetor em ordem ascendente} Var i, j, min, x: integer; Begin (1) For i:= 1 to n-1 do Begin (2) min := i; (3) for j:= i + 1 to n do (4) if A[j] < A[min] (5) then min := j; {troca A[min] e A[i]} (6) X := A[min]; (7) A[mim] := A[i]; (8) A[i] := X; End; End; Complexity 38
39 Análise do Programa O programa contém 2 laços, um dentro do outro. Laço mais externo: (2) a (8) Laço mais interno: (4) e (5) Começamos pelo mais interno: comando de atribuição e avaliação da condição levam tempo constante. Como não sabemos se o corpo da decisão vai ou não ser executado, considera-se o pior caso: assumir que a linha (5) sempre será executada. O tempo para incrementar o índice do laço e avaliar sua condição de termo é também O(1). O tempo para executar uma vez o laço composto por (3), (4) e (5) é O(max(1,1,1)) = O(1). Seguindo regra da soma para a notação O. Complexity 39
40 Como o número de iterações do laço é n-i então o tempo gasto é O(n-i. 1) = O(n i). Seguindo a regra do produto para notação O. O corpo do laço mais externo contém, além do laço interno, os comandos de atribuição nas linhas (2), (6), (7), (8). O tempo das linhas (2) a (8) é: O(max(1,(n-i),1,1,1)) = O(n-i) A linha (1) é executada n-1 vezes, o tempo total do programa é: N-1 (n i) = n(n 1)/2 = n 2 /2 n/2 = O(n 2 ) 1 Considerando o número de comparações como a mais relevante (4): n 2 /2 n/2 comparações Considerando o número de trocas (6), (7), (8) a mais relevante: 3(n- 1) trocas. Complexity 40
41 Procedimento Recursivo para calcular n! function fat(n: integer): integer; Begin (1) If n <= 1 (2) then fat := 1 (3) Else fat := n * fat (n-1) End; Seja T(n) o tempo de execução para fat(n) (1)-> O(1) (2)-> O(1) (3)-> O(1) + T(n-1) Assumindo custos de T(n) = 1 + T(n 1) multiplicações T(n-1) = 1 + T(n-2) T(n) = 1 + T(n 1) n > = 2... T(2) = 1 + T(1) T(1) = 0 pois não T(n) = T(1) multiplica n 1 vezes Método da Iteração: expande a recorrência e expressa ela como uma soma. Relação de Recorrência, Complexity 41
42 Resolvendo Recorrências Análise Assintótica O objetivo é encontrar uma função (chute) tal que T(n) = O(f(n)) e provar por indução em n. Expansão de termos Expande a recorrência e expressa ela como soma. Método mais utilizado. Complexity 42
É interessante comparar algoritmos para valores grandes de n. Para valores pequenos de n, mesmo um algoritmo ineficiente não custa muito para ser
É interessante comparar algoritmos para valores grandes de n. Para valores pequenos de n, mesmo um algoritmo ineficiente não custa muito para ser executado 1 Fazendo estimativas e simplificações... O número
ESTRUTURAS DE DADOS prof. Alexandre César Muniz de Oliveira
ESTRUTURAS DE DADOS prof. Alexandre César Muniz de Oliveira 1. Introdução 2. Pilhas 3. Filas 4. Listas 5. Árvores 6. Grafos 7. Complexidade 8. Ordenação 9. Busca Sugestão bibliográfica: ESTRUTURAS DE DADOS
Medida do Tempo de Execução de um Programa. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR
Medida do Tempo de Execução de um Programa David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Classes de Comportamento Assintótico Se f é uma função de complexidade para um algoritmo F, então
Medida do Tempo de Execução de um Programa
Medida do Tempo de Execução de um Programa Livro Projeto de Algoritmos Nívio Ziviani Capítulo 1 Seção 1.3.1 http://www2.dcc.ufmg.br/livros/algoritmos/ Comportamento Assintótico de Funções O parâmetro n
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Aula 04 Prof. Fernando Freitas Classes de Comportamento Assintótico Se f é uma função de complexidade para um algoritmo F, então O(f) é considerada a complexidade assintótica ou o
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 3
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 3 Prof. André Backes 2 A notação grande-o é a forma mais conhecida e utilizada de análise Complexidade do nosso algoritmo no pior caso Seja de tempo ou de espaço É o caso mais
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Parte 3 Prof. Túlio Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC202 Aula 06 Algoritmos e Estruturas de Dados I Como escolher o algoritmo mais adequado para uma situação? (continuação) Exercício
Complexidade de algoritmos Notação Big-O
Complexidade de algoritmos Notação Big-O Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Engenharia da Computação Poli - UPE Motivação O projeto de algoritmos é influenciado pelo estudo de seus comportamentos Problema
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 06: Análise de Algoritmos (Parte 3) Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes
CES-11. Noções de complexidade de algoritmos. Complexidade de algoritmos. Avaliação do tempo de execução. Razão de crescimento desse tempo.
CES-11 Noções de complexidade de algoritmos Complexidade de algoritmos Avaliação do tempo de execução Razão de crescimento desse tempo Notação O Exercícios COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Importância de análise
Algoritmo. Exemplo. Definição. Programação de Computadores Comparando Algoritmos. Alan de Freitas
Algoritmos Programação de Computadores Comparando Algoritmos Um algoritmo é um procedimento de passos para cálculos. Este procedimento é composto de instruções que definem uma função Até o momento, vimos
CT-234. Estruturas de Dados, Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural. Carlos Alberto Alonso Sanches
CT-234 Estruturas de Dados, Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural Carlos Alberto Alonso Sanches Bibliografia T.H. Cormen, C.E. Leiserson and R.L. Rivest Introduction to algorithms R. Sedgewick
Quantidade de memória necessária
Tempo de processamento Um algoritmo que realiza uma tarefa em 10 horas é melhor que outro que realiza em 10 dias Quantidade de memória necessária Um algoritmo que usa 1MB de memória RAM é melhor que outro
Projeto e Análise de Algoritmos
Projeto e Análise de Algoritmos Aula 01 Complexidade de Algoritmos Edirlei Soares de Lima O que é um algoritmo? Um conjunto de instruções executáveis para resolver um problema (são
Complexidade de Algoritmos
Complexidade de Algoritmos! Uma característica importante de qualquer algoritmo é seu tempo de execução! é possível determiná-lo através de métodos empíricos, considerando-se entradas diversas! é também
Análise de complexidade
Introdução Algoritmo: sequência de instruções necessárias para a resolução de um problema bem formulado (passíveis de implementação em computador) Estratégia: especificar (definir propriedades) arquitectura
Análise e Projeto de Algoritmos
Análise e Projeto de Algoritmos Prof. Eduardo Barrére www.ufjf.br/pgcc www.dcc.ufjf.br [email protected] www.barrere.ufjf.br Consumo de tempo assintótico Seja A um algoritmo para um problema
Análise de Algoritmos Estrutura de Dados II
Centro de Ciências Exatas, Naturais e de Saúde Departamento de Computação Análise de Algoritmos Estrutura de Dados II COM10078 - Estrutura de Dados II Prof. Marcelo Otone Aguiar [email protected]
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Estes slides são adaptações de slides do Prof. Paulo Feofiloff e do Prof. José Coelho de Pina. Algoritmos p. 1 Introdução CLRS 2.2 e 3.1 AU 3.3, 3.4 e 3.6 Essas transparências foram
Análise de algoritmos. Parte I
Análise de algoritmos Parte I 1 Recursos usados por um algoritmo Uma vez que um procedimento está pronto/disponível, é importante determinar os recursos necessários para sua execução Tempo Memória Qual
Teoria da Computação. Aula 3 Comportamento Assintótico 5COP096. Aula 3 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior. Sylvio Barbon Jr
5COP096 Teoria da Computação Aula 3 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior 1 Sumário 1) Exercícios Medida de Tempo de Execução. 2) Comportamento Assintótico de Funções. 3) Exercícios sobre Comportamento Assintótico
Teoria da Computação Aula 8 Noções de Complexidade
Teoria da Computação Aula 8 Noções de Complexidade Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Motivação: Por que estudar algoritmos? Perguntas: - Por que estudar algoritmos se os computadores
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 05: Análise de Algoritmos (Parte 2) ASN Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Computação, DECOM Material elaborado com base nos slides do Prof. Reinaldo
Análise de Complexidade de Algoritmos
Análise de Complexidade de Algoritmos Algoritmos e Estruturas de Dados 2009/2010 Introdução Algoritmo: conjunto claramente especificado de instruções a seguir para resolver um problema Análise de algoritmos:
ANÁLISE DE COMPLEXIDADE DOS ALGORITMOS
1/18 ANÁLISE DE COMPLEXIDADE DOS ALGORITMOS Algoritmos 2/18 Algoritmos Algoritmo - sequência de instruções necessárias para a resolução de um problema bem formulado (passíveis de implementação em computador)
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 05: Análise de Algoritmos (Parte 2) Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes
Área que visa determinar a complexidade (custo) de um algoritmo, com isso é possível:
Área que visa determinar a complexidade (custo) de um algoritmo, com isso é possível: Comparar algoritmos: existem algoritmos que resolvem o mesmo tipo de problema. Determinar se o algoritmo é ótimo :
Melhores momentos AULA 1. Algoritmos p.38/86
Melhores momentos AULA 1 Algoritmos p.38/86 Definições x := inteiro i tal que i x < i + 1 x := inteiro j tal que j 1 < x j Exercício A1.B Mostre que n 1 2 n 2 n 2 e n 2 n 2 n + 1 2 para qualquer inteiro
Elementos de Análise Assintótica
Elementos de Análise Assintótica Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 23 de Março de 2018 Aula de hoje Nesta aula veremos: Elementos de Análise Assintótica
Análise de algoritmos Parte I
Parte I SCE-8 Introdução à Ciência da Computação II Rosane Minghim Algoritmo Noção geral: conjunto de instruções que devem ser seguidas para solucionar um determinado problema Cormen et al. (2002) Qualquer
Técnicas de análise de algoritmos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS Técnicas de análise de algoritmos Algoritmos e Estruturas de Dados I Natália Batista https://sites.google.com/site/nataliacefetmg/ [email protected]
Complexidade de Algoritmos
Complexidade de Algoritmos Complexidade de Algoritmos Definição A Complexidade de um Algoritmo consiste na quantidade de trabalho necessária para a sua execução, expressa em função das operações fundamentais,
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Algoritmos Seqüência de instruções necessárias para a resolução de um problema bem formulado Permite implementação computacional COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Um algoritmo resolve
Complexidade assintótica de programas
Complexidade assintótica de programas Técnicas de análise de algoritmos são consideradas partes integrantes do processo moderno de resolver problemas, permitindo escolher, de forma racional, um dentre
2. Complexidade de Algoritmos
Introdução à Computação II 5952011 2. Complexidade de Algoritmos Prof. Renato Tinós Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 2.1. Introdução 2.1.1. Revisão de Pseudo-Código 2.1.2.
03 Análise de Algoritmos (parte 3) SCC201/501 - Introdução à Ciência de Computação II
03 Análise de Algoritmos (parte 3) SCC201/501 - Introdução à Ciência de Computação II Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2010/2 Moacir
Teoria da Computação Aula 9 Noções de Complexidade
Teoria da Computação Aula 9 Noções de Complexidade Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Análise de um Algoritmo em particular Qual é o custo de usar um dado algoritmo para resolver um
Teoria da computabilidade Indecidíveis Decidíveis
Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Algoritmos e Estruturas de Dados I Professor: Mário Luiz Rodrigues Oliveira Teoria da computabilidade Indecidíveis Decidíveis Teoria da complexidade Intratáveis:
Introdução. Última alteração: 10 de Outubro de Transparências elaboradas por Charles Ornelas, Leonardo Rocha, Leonardo Mata e Nivio Ziviani
Introdução Última alteração: 10 de Outubro de 2006 Transparências elaboradas por Charles Ornelas, Leonardo Rocha, Leonardo Mata e Nivio Ziviani Projeto de Algoritmos Cap.1 Introdução Seção 1.1 1 Algoritmos,
7. Introdução à Complexidade de Algoritmos
7. Introdução à Complexidade de Algoritmos Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 7. Introdução à Complexidade de Algoritmos Estruturas de Dados 1 / 1 Análise de Algoritmos
Lista de Exercícios 6: Soluções Funções
UFMG/ICEx/DCC DCC Matemática Discreta Lista de Exercícios 6: Soluções Funções Ciências Exatas & Engenharias o Semestre de 06 Conceitos. Determine e justifique se a seguinte afirmação é verdadeira ou não
André Vignatti DINF- UFPR
Notação Assintótica: Ω, Θ André Vignatti DINF- UFPR Limitantes Inferiores Considere o seguinte trecho de código: void main () { /* trecho que le N da entrada padrao */ for (i = 0 ; i< N; i++) puzzle(i);
Projeto de Algoritmos Introdução
Projeto de Algoritmos Introdução Última alteração: 30 de Agosto de 2010 Transparências elaboradas por Charles Ornelas Almeida, Israel Guerra e Nivio Ziviani Projeto de Algoritmos Cap.1 Introdução 1 Conteúdo
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada.
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] Grafos e Algoritmos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro.
Comportamento Assintótico. Algoritmos e Estruturas de Dados Flavio Figueiredo (http://flaviovdf.github.io)
Comportamento Assintótico Algoritmos e Estruturas de Dados 2 2017-1 Flavio Figueiredo (http://flaviovdf.github.io) 1 Até Agora Falamos de complexidade de algoritmos com base no número de passos Vamos generalizar
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas Complexidade de Algoritmos 2012 DI, PUC-Rio Estruturas de Dados Avançadas 2012.2 1 Introdução Complexidade computacional Termo criado por Hartmanis e Stearns (1965)
Projeto e Análise de Algoritmos
Projeto e Algoritmos Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais [email protected] 26 de Maio de 2017 Sumário A complexidade no desempenho de Quando utilizamos uma máquina boa, ela tende a ter
Busca Binária. Aula 05. Busca em um vetor ordenado. Análise do Busca Binária. Equações com Recorrência
Busca Binária Aula 05 Equações com Recorrência Prof. Marco Aurélio Stefanes marco em dct.ufms.br www.dct.ufms.br/ marco Idéia: Divisão e Conquista Busca_Binária(A[l...r],k) 1:if r < lthen 2: index = 1
Teoria dos Grafos Aula 7
Teoria dos Grafos Aula 7 Aula passada Implementação BFS DFS, implementação Complexidade Aplicações Aula de hoje Classe de funções e notação Propriedades da notação Funções usuais Tempo de execução Comparando
Noções de complexidade de algoritmos
Noções de complexidade de algoritmos 358 Tempo de Execução A avaliação de desempenho de um algoritmo quanto executado por um computador pode ser feita a posteriori ou a priori. Uma avaliação a posteriori
Análise de Complexidade de Algoritmos. mario alexandre gazziro
Análise de Complexidade de Algoritmos mario alexandre gazziro Definição A complexidade de um algoritmo consiste na quantidade de esforço computacional necessária para sua execução. Esse esforço é expresso
Introdução à Ciência da Computação II
Introdução à Ciência da Computação II 2semestre/200 Prof Alneu de Andrade Lopes Apresentação com material gentilmente cedido pelas profas Renata Pontin Mattos Fortes http://wwwicmcuspbr/~renata e Graça
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Algoritmos Seqüência de instruções necessárias para a resolução de um prolema em formulado Permite implementação computacional COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Um algoritmo resolve
Capítulo. Análise de Algoritmos. 6.1 Complexidade de Algoritmos 6.1
Capítulo 6 Análise de Algoritmos A eficiência (ou desempenho) de um programa é medida em termos do espaço de armazenamento e pelo tempo que ele utiliza para realizar uma tarefa. Mais precisamente, um programa
PCC104 - Projeto e Análise de Algoritmos
PCC104 - Projeto e Análise de Algoritmos Marco Antonio M. Carvalho Departamento de Computação Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Universidade Federal de Ouro Preto 16 de agosto de 2018 Marco Antonio
Lista de Exercícios 6 Funções
UFMG/ICEx/DCC DCC Matemática Discreta Lista de Exercícios 6 Funções Ciências Exatas & Engenharias o Semestre de 06 Conceitos. Determine e justifique se a seguinte afirmação é verdadeira ou não para todas
Complexidade de Algoritmos
Complexidade de Algoritmos O que é um algoritmo? Sequência bem definida e finita de cálculos que, para um dado valor de entrada, retorna uma saída desejada/esperada. Na computação: Uma descrição de como
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 1. Prof. André Backes. Como resolver um problema no computador? Precisamos descrevê-lo de uma forma clara e precisa
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 1 Prof. André Backes Algoritmos 2 Como resolver um problema no computador? Precisamos descrevê-lo de uma forma clara e precisa Precisamos escrever o seu algoritmo Um algoritmo
4º 20/10/2003. ÍNDICE
Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF. Departamento de Ciência da Computação DCC. Curso de Ciência da Computação. Análise e Projeto de Algoritmos 4º período. Filippe Jabour. Atualizado em 20/10/2003.
ALGORITMOS AVANÇADOS UNIDADE I Análise de Algoritmo - Notação O. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 1.1 - Algoritmo 1.2 - Estrutura de Dados 1.2.1 - Revisão de Programas em C++ envolvendo Vetores, Matrizes, Ponteiros, Registros
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Tiago Eugenio de Melo
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected] www.tiagodemelo.info Observações O conteúdo dessa aula é parcialmente proveniente do Capítulo 11 do livro Fundamentals of
Introdução à Análise Algoritmos
Introdução à Análise Algoritmos Notas de aula da disciplina IME 4-182 Estruturas de Dados I Paulo Eustáquio Duarte Pinto (pauloedp arroba ime.uerj.br) abril/218 Ordenação por SELEÇÃO: Idéia: Dado um vetor
5. Análise de Complexidade de Algoritmos. João Pascoal Faria (versão original) Ana Paula Rocha (versão 2003/2004) Luís Paulo Reis (versão 2005/2006)
5. Análise de Complexidade de Algoritmos João Pascoal Faria (versão original) Ana Paula Rocha (versão 2003/2004) Luís Paulo Reis (versão 2005/2006) FEUP - MIEEC Prog 2-2006/2007 Introdução Algoritmo: conjunto
Algoritmos e Estrutura de Dados. Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira
Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 3 Conceitos Básicos de Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira Definição de Algoritmo Informalmente... Um Algoritmo é qualquer procedimento computacional bem definido
Algoritmos e Estruturas de Dados I Aula 06 Custos de um algoritmo
Algoritmos e Estruturas de Dados I Aula 06 Custos de um algoritmo Prof. Jesús P. Mena-Chalco 1Q-2019 1 lista 3 7-2 6 NULL Node *Busca(int x, Node *lista) { while (lista!=null && lista->data!=x) lista =
7. Introdução à Complexidade de Algoritmos
7. Introdução à Complexidade de Algoritmos Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 7. Introdução à Complexidade de Algoritmos Estruturas de Dados 1 / 1 Análise de Algoritmos
Construção de Algoritmos II Aula 06
exatasfepi.com.br Construção de Algoritmos II Aula 06 André Luís Duarte Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. Salmos 90:4 Recursividade e complexidade
Análise e Projeto de Algoritmos
Análise e Projeto de Algoritmos Mestrado em Ciência da Computação Prof. Dr. Aparecido Nilceu Marana Faculdade de Ciências I think the design of efficient algorithms is somehow the core of computer science.
Análise e Projeto de Algoritmos
Análise e Projeto de Algoritmos Prof. Eduardo Barrére www.ufjf.br/pgcc www.dcc.ufjf.br [email protected] www.barrere.ufjf.br A Disciplina... Lecionada por dois professores: Eduardo Barrére Foco
Complexidade de Algoritmos
60 Desempenho 50 40 30 20 Algoritmo1 Algoritmo2 Algoritmo3 10 0 Complexidade de Algoritmos INFORMÁTICA BÁSICA Prof. Demétrios Coutinho C a m p u s P a u d o s F e r r o s D i s c i p l i n a d e A l g
Teoria da Computação. Computabilidade e complexidade computacional
Teoria da Computação Computabilidade e complexidade computacional 1 Computabilidade e Complexidade Computabilidade: verifica a existência de algoritmos que resolva uma classe de linguagens trata a possibilidade
ANÁLISE DE ALGORITMOS
ANÁLISE DE ALGORITMOS Paulo Feofiloff Instituto de Matemática e Estatística Universidade de São Paulo agosto 2009 Introdução P. Feofiloff (IME-USP) Análise de Algoritmos agosto 2009 2 / 102 Introdução
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas Complexidade de Algoritmos 1 Introdução Complexidade computacional Termo criado por Juris Hartmanis e Richard Stearns (1965) Relação entre o tamanho do problema e
Estruturas de Dados 2
Estruturas de Dados 2 Recorrências IF64C Estruturas de Dados 2 Engenharia da Computação Prof. João Alberto Fabro - Slide 1/31 Recorrências Análise da Eficiência de Algoritmos: Velocidade de Execução; Análise
Análise de algoritmos
Análise de algoritmos Introdução à Ciência de Computação II Baseados nos Slides do Prof. Dr. Thiago A. S. Pardo Análise de algoritmos Existem basicamente 2 formas de estimar o tempo de execução de programas
Módulo 7. Complexidade de Algoritmos. Algoritmos e Estruturas de Dados II C++ Rone Ilídio
Módulo 7 Complexidade de Algoritmos Algoritmos e Estruturas de Dados II C++ Rone Ilídio Tempo de execução de um programa Qual algoritm executará mais rápido? int main(){ SYSTEMTIME inicio,fim; GetSystemTime(&inicio);
ESTRUTURA DE DADOS I AULA I
ESTRUTURA DE DADOS I AULA I PROF. ME. HÉLIO ESPERIDIÃO O que é um dado? Dado pode ser definido como a matéria-prima originalmente obtida de uma ou mais fontes (etapa de coleta). o que é a informação A
Projeto e Análise de Algoritmos
Projeto e Análise de Algoritmos A. G. Silva Baseado nos materiais de Souza, Silva, Lee, Rezende, Miyazawa Unicamp Ribeiro FCUP 18 de agosto de 2017 Conteúdo programático Introdução (4 horas/aula) Notação
