4º 20/10/2003. ÍNDICE
|
|
|
- Malu Barateiro Ferretti
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF. Departamento de Ciência da Computação DCC. Curso de Ciência da Computação. Análise e Projeto de Algoritmos 4º período. Filippe Jabour. Atualizado em 20/10/2003. ÍNDICE 1. Introdução Problemas computacionais e algoritmos O conceito de complexidade e suas cotas Modelos de computação Distinções entre funções de complexidade... 3 Tabela 1.1 Crescimento de funções típicas de complexidade... 3 Tabela 1.2 Instâncias solucionáveis X rapidez do computador Constante Multiplicativa... 4 Tabela 1.3 Constantes multiplicativas Tamanho de instâncias de problemas Ordens de grandeza na complexidade de algoritmos... 5 Figura f(n) = O(g(n))... 5 Figura f(n) = Ω(g(n))... 5 Figura f(n) = Θ(g(n)) Bibliografia:
2 1. Introdução 1.1 Problemas computacionais e algoritmos Problema: É uma pergunta de caráter geral a ser respondida. É descrito através de parâmetros de entrada e um enunciado das soluções que deve prover. Instância do problema: Obtém-se ao se fixar valores particulares para todos os parâmetros do problema. Exemplo: Enunciado: Ordenar uma lista de n números inteiros em ordem crescente. Parâmetros: Lista L = (M 1, M 2,..., M n ) de números inteiros. Solução: Uma lista contendo os mesmos números da lista dada como parâmetro, em ordem não decrescente. Instância: Por exemplo L = (3,-5,4,2-1). Algoritmo: Descrição passo a passo de como um problema é solucionável. Descrição finita. Passos bem definidos, sem ambigüidades e executáveis computacionalmente em um tempo finito. O algoritmo resolve o problema P se para qualquer instância I dos parâmetros de entrada é produzida uma solução correta (dados de saída). 1.2 O conceito de complexidade e suas cotas Complexidade de tempo, ou rapidez do algoritmo, relaciona o tamanho de uma instância ao tempo necessário para resolvê-la. A rapidez pessimista é aquela em que os dados de entrada são tais que o algoritmo terá um máximo de trabalho a ser feito. Tamanho da instância é a medida da quantidade de dados de entrada. Para o exemplo do item 1.1, o tamanho da instância corresponde ao número n de números a serem ordenados. Neste mesmo exemplo, o caso pessimista é o da lista de entrada em ordem decrescente. Cota Superior de Complexidade - CS(n): É a menor das complexidades dos diversos algoritmos conhecidos para resolver um problema, sendo n o tamanho da instância. Considere aqui rapidez como o tempo gasto para resolver o algoritmo. Cota Inferior de Complexidade - CI(n): É o limite inferior para as complexidades em tempo de todos os possíveis algoritmos (conhecidos ou não) que resolvem o problema. Aqui estamos interessados na complexidade inerente ou intrínseca do problema. A cota inferior nos diz que nenhum algoritmo pode resolver o problema com rapidez pessimista menor do que CI(n), para entradas arbitrárias do tamanho n. Em outras palavras, nenhum algoritmo pode resolver em menos tempo. A cota é uma propriedade do problema e não de um algoritmo em particular. 2
3 Em resumo, CI(n) é o mínimo sobre todos os algoritmos possíveis e CS(n) é o mínimo sobre todos os algoritmos conhecidos (ou existentes). CI(n) e CS(n) correspondem à rapidez mínima (tempo de execução mínimo) para o caso pessimista de uma instância de entrada de tamanho n. Aprimorar CS(n) significa descobrir um algoritmo que tenha rapidez máxima menor do que a dos outros. Aprimorar CI(n) significa encontrar um limite mínimo inferior ao anterior, para todos os algoritmos possíveis. Ou seja, aplicar técnicas que permitam aumentar a precisão com a qual o mínimo anterior foi obtido. Por fim, o objetivo é fazer com que as duas cotas coincidam: CS(n) = CI(n). Neste caso teremos o algoritmo ótimo. 1.3 Modelos de computação Ao invés de calcular exatamente os tempos de execução em máquinas específicas, a maioria das análises conta apenas o número de operações elementares. Consideraremos que cada operação elementar (a comparação entre dois valores por exemplo) gasta, para executar, uma unidade de tempo (critério do custo uniforme). A medida de complexidade é o crescimento assintótico dessa contagem de operações. 1.4 Distinções entre funções de complexidade Tabela 1.1 Crescimento de funções típicas de complexidade Função de Valor de n complexidade N 0, s 0, s 0, s n log n 0, s 0, s 0, s n 2 0,00004 s 0,00016 s 0,00036 s n 3 0,0008 s 0,0064 s 0,0216 s 2 n 0,10486 s s 1,2 x n 348,68 s 1,0 x ,0 x Obs.: Tempo de execução quando uma operação elementar no algoritmo é executável em um décimo de microssegundo (10-7 s). Tabela 1.2 Instâncias solucionáveis X rapidez do computador Função de Tamanho da maior instância solucionável em uma hora complexidade Computador padrão Computador 100 vezes mais rápido Computador 1000 vezes mais rápido n x 100 x 1000 x n log 2 n y 22,5 y 140,2 y n 2 z 10 z 31,6 z n 3 k 4,6 k 10 k 2 n m m + 6 m
4 3 n n n + 4 n + 6 Exemplo: Seja o problema de ordenar uma lista M de n (n 2) números inteiros em ordem crescente. Uma solução é que segue: para j := n-1 até 1 faça para i := 1 até j faça se M i > M i+1 então troque M i e M i+1 fim_se fim_para fim_para Análise: Operação elementar: A comparação do se da terceira linha. Cálculo do tempo de execução: A operação elementar será executada um número de vezes dado por (n-1) + (n-2) = ½ (n 2 n) Adotando a hipótese do custo uniforme (uma unidade de tempo para a execução de cada operação elementar) a ser vista mais adiante, temos que a complexidade do algoritmo é dada por f(n) = ½ (n 2 n) 1.5 Constante Multiplicativa Um algoritmo de complexidade rapidamente crescente com constante multiplicativa relativamente pequena pode ter melhor desempenho do que outro de complexidade lentamente crescente com uma maior constante multiplicativa, isto para pequenas instâncias. Tabela 1.3 Constantes multiplicativas Função de complexidade Valores de n p/ os quais o algoritmo é o mais rápido (tem o melhor desempenho) n 2000 n log n 200 n 2 10 n 3 10 (2 n ) 3 n n > n n n 20 6 n 9 1 n Tamanho de instâncias de problemas Suponha a entrada de um algoritmo como sendo um único número inteiro k e que ele requer um tempo c k para executar. Seja n(k) o comprimento da codificação do valor inteiro k. Se k for codificado na notação unária, então n(k) = k e o tempo de execução é c k. Critério de custos está associado à forma como o tamanho da entrada é calculado (argumento da função). Existem dois critérios. Definimos então o critério de custo uniforme: tamanho da entrada é medido em número de palavras. O custo de cada instrução é unitário. O custo de armazenamento de cada inteiro é unitário. Se k for codificado na notação binária, então n(k) = log 2 k e o tempo de execução é c 2 k. 4
5 Definimos então o critério de custo logarítmico: tamanho da entrada é medido em número de bits. O custo de cada instrução é proporcional ao número de bits necessários ao armazenamento do operando. O custo de armazenamento de cada inteiro é igual ao número de bits necessários a sua representação em ponto fixo. 1.7 Ordens de grandeza na complexidade de algoritmos Na determinação da complexidade de um algoritmo, ou seja, da função que relaciona o tamanho da instância do problema ao tempo que o algoritmo gasta para resolvê-lo, será adotada a noção de ordem de grandeza. Na matemática existem notações apropriadas para expressar a ordem de grandeza de uma função. Definição: f(n) = O(g(n)) (Lê-se: f de n é de ordem máxima g de n), se e somente se, existem duas constantes positivas c e n 0 tal que f(n) c g(n), para todo n n 0. Figura f(n) = O(g(n)) f, g c. g(n) f(n) n n 0 Definição: f(n) = Ω(g(n)) (Lê-se: f de n é de ordem mínima g de n), se e somente se, existem duas constantes positivas c e n 0 tal que f(n) c g(n), para todo n n 0. Figura f(n) = Ω(g(n)) f, g f(n) c. g(n) n 5 n 0
6 Definição: f(n) = θ(g(n)) (Lê-se: f de n é de ordem exata g de n), se e somente se, existem constantes positivas c 1, c 2 e n 0 tal que c 1 g(n) f(n) c 2 g(n), para todo n n 0. Figura f(n) = Θ(g(n)) f, g c 2. g(n) f(n) c 1. g(n) n n 0 Novamente nos reportando ao exemplo do item 1.1 temos: f(n) = ½ (n 2 n) ½ n 2, para n > 1 então, f(n) = O(n 2 ), ou seja, a complexidade do algoritmo é de ordem máxima n Bibliografia: [FORTUNA 2001] FORTUNA, Michel Heluey. UFJF. Notas de Aula [RAUL 1998] RAUL. UFJF. Notas de Aula [SZWARCFILTER E MARKEZON 1994] SZWARCFILTER, Jayme Luiz e MARKEZON, Lílian. Estrutura de dados e seus algoritmos. LTC Livros Técnicos e Científicos S.A., Rio de Janeiro, [TERADA 1991] TERADA, Routo. Desenvolvimento de algoritmos e estrutura de dados. Makron Books,
Complexidade de Algoritmos
Complexidade de Algoritmos O que é um algoritmo? Sequência bem definida e finita de cálculos que, para um dado valor de entrada, retorna uma saída desejada/esperada. Na computação: Uma descrição de como
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 3
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 3 Prof. André Backes 2 A notação grande-o é a forma mais conhecida e utilizada de análise Complexidade do nosso algoritmo no pior caso Seja de tempo ou de espaço É o caso mais
Aula 1. Teoria da Computação III
Aula 1 Teoria da Computação III Complexidade de Algoritmos Um problema pode ser resolvido através de diversos algoritmos; O fato de um algoritmo resolver um dado problema não significa que seja aceitável
Complexidade de algoritmos Notação Big-O
Complexidade de algoritmos Notação Big-O Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Engenharia da Computação Poli - UPE Motivação O projeto de algoritmos é influenciado pelo estudo de seus comportamentos Problema
CT-234. Estruturas de Dados, Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural. Carlos Alberto Alonso Sanches
CT-234 Estruturas de Dados, Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural Carlos Alberto Alonso Sanches Bibliografia T.H. Cormen, C.E. Leiserson and R.L. Rivest Introduction to algorithms R. Sedgewick
Projeto e Análise de Algoritmos
Projeto e Análise de Algoritmos Aula 01 Complexidade de Algoritmos Edirlei Soares de Lima O que é um algoritmo? Um conjunto de instruções executáveis para resolver um problema (são
Teoria da Computação Aula 9 Noções de Complexidade
Teoria da Computação Aula 9 Noções de Complexidade Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Análise de um Algoritmo em particular Qual é o custo de usar um dado algoritmo para resolver um
Algoritmo. Exemplo. Definição. Programação de Computadores Comparando Algoritmos. Alan de Freitas
Algoritmos Programação de Computadores Comparando Algoritmos Um algoritmo é um procedimento de passos para cálculos. Este procedimento é composto de instruções que definem uma função Até o momento, vimos
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada.
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] Grafos e Algoritmos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro.
ESTRUTURAS DE DADOS prof. Alexandre César Muniz de Oliveira
ESTRUTURAS DE DADOS prof. Alexandre César Muniz de Oliveira 1. Introdução 2. Pilhas 3. Filas 4. Listas 5. Árvores 6. Grafos 7. Complexidade 8. Ordenação 9. Busca Sugestão bibliográfica: ESTRUTURAS DE DADOS
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Aula 04 Prof. Fernando Freitas Classes de Comportamento Assintótico Se f é uma função de complexidade para um algoritmo F, então O(f) é considerada a complexidade assintótica ou o
Teoria da Computação. Computabilidade e complexidade computacional
Teoria da Computação Computabilidade e complexidade computacional 1 Computabilidade e Complexidade Computabilidade: verifica a existência de algoritmos que resolva uma classe de linguagens trata a possibilidade
Teoria dos Grafos Aula 7
Teoria dos Grafos Aula 7 Aula passada Implementação BFS DFS, implementação Complexidade Aplicações Aula de hoje Classe de funções e notação Propriedades da notação Funções usuais Tempo de execução Comparando
Introdução à Ciência da Computação II
Introdução à Ciência da Computação II 2semestre/200 Prof Alneu de Andrade Lopes Apresentação com material gentilmente cedido pelas profas Renata Pontin Mattos Fortes http://wwwicmcuspbr/~renata e Graça
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 06: Análise de Algoritmos (Parte 3) Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes
Análise de algoritmos. Parte I
Análise de algoritmos Parte I 1 Recursos usados por um algoritmo Uma vez que um procedimento está pronto/disponível, é importante determinar os recursos necessários para sua execução Tempo Memória Qual
Complexidade Assintótica
Complexidade Assintótica ACH2002 - Introdução à Ciência da Computação II Delano M. Beder Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) Universidade de São Paulo [email protected] 08/2008 Material baseado
Teoria da Computação Aula 8 Noções de Complexidade
Teoria da Computação Aula 8 Noções de Complexidade Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Motivação: Por que estudar algoritmos? Perguntas: - Por que estudar algoritmos se os computadores
Medida do Tempo de Execução de um Programa
Medida do Tempo de Execução de um Programa Livro Projeto de Algoritmos Nívio Ziviani Capítulo 1 Seção 1.3.1 http://www2.dcc.ufmg.br/livros/algoritmos/ Comportamento Assintótico de Funções O parâmetro n
ALGORITMOS AVANÇADOS UNIDADE I Análise de Algoritmo - Notação O. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 1.1 - Algoritmo 1.2 - Estrutura de Dados 1.2.1 - Revisão de Programas em C++ envolvendo Vetores, Matrizes, Ponteiros, Registros
BC1424 Algoritmos e Estruturas de Dados I Aula 05 Custos de um algoritmo e funções de complexidade
BC1424 Algoritmos e Estruturas de Dados I Aula 05 Custos de um algoritmo e funções de complexidade Prof. Jesús P. Mena-Chalco 1Q-2016 1 1995 2015 2 Custo de um algoritmo e funções de complexidade Introdução
Técnicas de Projeto de Algoritmos
UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - UNINOVE Pesquisa e Ordenação Técnicas de Projeto de Algoritmos Material disponível para download em: www.profvaniacristina.com Profa. Vânia Cristina de Souza Pereira 03 _ Material
André Vignatti DINF- UFPR
Notação Assintótica: Ω, Θ André Vignatti DINF- UFPR Limitantes Inferiores Considere o seguinte trecho de código: void main () { /* trecho que le N da entrada padrao */ for (i = 0 ; i< N; i++) puzzle(i);
Complexidade de Algoritmos
Complexidade de Algoritmos! Uma característica importante de qualquer algoritmo é seu tempo de execução! é possível determiná-lo através de métodos empíricos, considerando-se entradas diversas! é também
Análise de Algoritmos Estrutura de Dados II
Centro de Ciências Exatas, Naturais e de Saúde Departamento de Computação Análise de Algoritmos Estrutura de Dados II COM10078 - Estrutura de Dados II Prof. Marcelo Otone Aguiar [email protected]
PCC104 - Projeto e Análise de Algoritmos
PCC104 - Projeto e Análise de Algoritmos Marco Antonio M. Carvalho Departamento de Computação Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Universidade Federal de Ouro Preto 16 de agosto de 2018 Marco Antonio
Complexidade de Tempo e Espaço
Complexidade de Tempo e Espaço Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Complexidade de Tempo e Espaço junho - 2018 1 / 43 Este material é preparado usando
Elementos de Análise Assintótica
Elementos de Análise Assintótica Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 23 de Março de 2018 Aula de hoje Nesta aula veremos: Elementos de Análise Assintótica
Análise de Complexidade de Algoritmos. mario alexandre gazziro
Análise de Complexidade de Algoritmos mario alexandre gazziro Definição A complexidade de um algoritmo consiste na quantidade de esforço computacional necessária para sua execução. Esse esforço é expresso
Medida do Tempo de Execução de um Programa. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR
Medida do Tempo de Execução de um Programa David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Classes de Comportamento Assintótico Se f é uma função de complexidade para um algoritmo F, então
Pra início de conversa... O que é um algoritmo? Exemplos de algoritmos. Como podemos descrever algoritmos? Como podemos descrever algoritmos?
Pra início de conversa... O que é um algoritmo? Como podemos descrever algoritmos? avaliar algoritmos? Introdução à Análise de Algoritmos Prof. Cláudio E. C. Campelo http://claudiocampelo.com Derivado
Área que visa determinar a complexidade (custo) de um algoritmo, com isso é possível:
Área que visa determinar a complexidade (custo) de um algoritmo, com isso é possível: Comparar algoritmos: existem algoritmos que resolvem o mesmo tipo de problema. Determinar se o algoritmo é ótimo :
Introdução à Ciência da Computação II
Introdução à Ciência da Computação II Análise de Algoritmos: Parte I Prof. Ricardo J. G. B. Campello Este material consiste de adaptações e extensões de slides disponíveis em http://ww3.datastructures.net
Lista de Exercícios 6 Funções
UFMG/ICEx/DCC DCC Matemática Discreta Lista de Exercícios 6 Funções Ciências Exatas & Engenharias o Semestre de 06 Conceitos. Determine e justifique se a seguinte afirmação é verdadeira ou não para todas
É interessante comparar algoritmos para valores grandes de n. Para valores pequenos de n, mesmo um algoritmo ineficiente não custa muito para ser
É interessante comparar algoritmos para valores grandes de n. Para valores pequenos de n, mesmo um algoritmo ineficiente não custa muito para ser executado 1 Fazendo estimativas e simplificações... O número
Projeto e Análise de Algoritmos
Projeto e Análise de Algoritmos A. G. Silva Baseado nos materiais de Souza, Silva, Lee, Rezende, Miyazawa Unicamp Ribeiro FCUP 18 de agosto de 2017 Conteúdo programático Introdução (4 horas/aula) Notação
Otimização Combinatória - Parte 4
Graduação em Matemática Industrial Otimização Combinatória - Parte 4 Prof. Thiago Alves de Queiroz Departamento de Matemática - CAC/UFG 2/2014 Thiago Queiroz (DM) Parte 4 2/2014 1 / 33 Complexidade Computacional
Algoritmos Avançados Análise de Complexidade
CCAE Centro de Ciências Aplicadas e Educação UFPB - Campus IV - Litoral Norte Algoritmos Avançados Análise de Complexidade COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Definição: A Complexidade de um Algoritmo consiste
03 Análise de Algoritmos (parte 3) SCC201/501 - Introdução à Ciência de Computação II
03 Análise de Algoritmos (parte 3) SCC201/501 - Introdução à Ciência de Computação II Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2010/2 Moacir
Complexidade de Algoritmos
60 Desempenho 50 40 30 20 Algoritmo1 Algoritmo2 Algoritmo3 10 0 Complexidade de Algoritmos INFORMÁTICA BÁSICA Prof. Demétrios Coutinho C a m p u s P a u d o s F e r r o s D i s c i p l i n a d e A l g
1 a Lista Professor: Claudio Fabiano Motta Toledo Estagiário PAE: Jesimar da Silva Arantes
SSC0503 - Introdução à Ciência de Computação II 1 a Lista Professor: Claudio Fabiano Motta Toledo ([email protected]) Estagiário PAE: Jesimar da Silva Arantes ([email protected]) 1. O que significa
Lista de exercícios sobre contagem de operações Prof. João B. Oliveira
Lista de exercícios sobre contagem de operações Prof. João B. Oliveira 1. metodo m ( Vetor V ) int i, res = 0; para i de 1 a V.size res = res + V[i]; return res; Soma de elementos de um vetor, O( ). 2.
André Vignatti DINF- UFPR
Notação Assintótica: O André Vignatti DINF- UFPR Notação Assintótica Vamos expressar complexidade através de funções em variáveis que descrevam o tamanho de instâncias do problema. Exemplos: Problemas
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 05: Análise de Algoritmos (Parte 2) ASN Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Computação, DECOM Material elaborado com base nos slides do Prof. Reinaldo
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Algoritmos Seqüência de instruções necessárias para a resolução de um problema bem formulado Permite implementação computacional COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Um algoritmo resolve
Comportamento assintótico
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 2 Prof. André Backes 2 Na última aula, vimos que o custo para o algoritmo abaixo é dado pela função f(n) = 4n + 3 1 3 Essa é a função de complexidade de tempo Nos dá uma ideia
Aula 02 Notação Assintótica p. 4. Usodanotação O. Notação O. Notação O, Ω, ΘeExemplos. Intuitivamente... O(f(n)) funções que não crescem mais
Notação O Aula 02 Notação Assintótica Notação O, Ω, Θe Prof. Marco Aurélio Stefanes marco em dct.ufms.br www.dct.ufms.br/ marco Intuitivamente... O() funções que não crescem mais rápido que funções menores
MCTA028 Programação Estruturada Aula 19 Custos de um algoritmo e funções de complexidade
MCTA028 Programação Estruturada Aula 19 Custos de um algoritmo e funções de complexidade Prof. Jesús P. Mena-Chalco 3Q-2017 1 0 A = n-1... 2 0 A = n-1... - O programa funciona (está correto)? - Como medir/mensurar
ANÁLISE DE COMPLEXIDADE DOS ALGORITMOS
1/18 ANÁLISE DE COMPLEXIDADE DOS ALGORITMOS Algoritmos 2/18 Algoritmos Algoritmo - sequência de instruções necessárias para a resolução de um problema bem formulado (passíveis de implementação em computador)
CES-11. Noções de complexidade de algoritmos. Complexidade de algoritmos. Avaliação do tempo de execução. Razão de crescimento desse tempo.
CES-11 Noções de complexidade de algoritmos Complexidade de algoritmos Avaliação do tempo de execução Razão de crescimento desse tempo Notação O Exercícios COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Importância de análise
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 05: Análise de Algoritmos (Parte 2) Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes
Construção de Algoritmos II Aula 06
exatasfepi.com.br Construção de Algoritmos II Aula 06 André Luís Duarte Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. Salmos 90:4 Recursividade e complexidade
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Tiago Eugenio de Melo
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected] www.tiagodemelo.info Observações O conteúdo dessa aula é parcialmente proveniente do Capítulo 11 do livro Fundamentals of
Bacharelado em Ciência da Computação Matemática Discreta
Bacharelado em Ciência da Computação Matemática Discreta Prof. Diego Mello da Silva Instituto Federal de Minas Gerais - Campus Formiga 27 de fevereiro de 2013 [email protected] (IFMG) Matemática
FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Projeto a Análise de Algoritmos I Lista de Exercícios 1
FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Projeto a Análise de Algoritmos I Lista de Exercícios 1 Prof. Osvaldo. 1. Descreva alguns problemas associados ao emprego de metodologias
Aula 03: Análise de algoritmos melhor caso, pior caso e caso médio
Aula 03: Análise de algoritmos melhor caso, pior caso e caso médio David Déharbe Programa de Pós-graduação em Sistemas e Computação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Ciências Exatas
Análise de Algoritmos
Análise de Algoritmos Parte 3 Prof. Túlio Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC202 Aula 06 Algoritmos e Estruturas de Dados I Como escolher o algoritmo mais adequado para uma situação? (continuação) Exercício
Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia
Introdução à Análise de Algoritmos Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia Aula de hoje Nesta aula veremos: Sobre a disciplina Exemplo: ordenação Sobre a disciplina
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS
COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Algoritmos Seqüência de instruções necessárias para a resolução de um prolema em formulado Permite implementação computacional COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS Um algoritmo resolve
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 1. Prof. André Backes. Como resolver um problema no computador? Precisamos descrevê-lo de uma forma clara e precisa
ANÁLISE DE ALGORITMOS: PARTE 1 Prof. André Backes Algoritmos 2 Como resolver um problema no computador? Precisamos descrevê-lo de uma forma clara e precisa Precisamos escrever o seu algoritmo Um algoritmo
Análise e Projeto de Algoritmos
Análise e Projeto de Algoritmos Mestrado em Ciência da Computação Prof. Dr. Aparecido Nilceu Marana Faculdade de Ciências I think the design of efficient algorithms is somehow the core of computer science.
A única diferença entre o difícil e o impossível é que o último demora um pouco mais de tempo para ser alcançado..
Técnicas de Programação em Engenharia Elétrica I - Engenharia de Sistemas Embarcados - Introdução aos Algoritmos A única diferença entre o difícil e o impossível é que o último demora um pouco mais de
Complexidade Assintótica de Programas Letícia Rodrigues Bueno
Complexidade Assintótica de Programas Letícia Rodrigues Bueno Análise de Algoritmos 1. Introdução; Análise de Algoritmos 1. Introdução; 2. Conceitos básicos; Análise de Algoritmos 1. Introdução; 2. Conceitos
2. Complexidade de Algoritmos
Introdução à Computação II 5952011 2. Complexidade de Algoritmos Prof. Renato Tinós Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 2.1. Introdução 2.1.1. Revisão de Pseudo-Código 2.1.2.
Aula 10: Decidibilidade
Teoria da Computação Aula 10: Decidibilidade DAINF-UTFPR Prof. Ricardo Dutra da Silva Definição 10.1. Um problema de decisão P é um conjunto de questões para as quais as respostas são sim ou não. Exemplo
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas
INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas Complexidade de Algoritmos 2012 DI, PUC-Rio Estruturas de Dados Avançadas 2012.2 1 Introdução Complexidade computacional Termo criado por Hartmanis e Stearns (1965)
Análise e Projeto de Algoritmos
Análise e Projeto de Algoritmos Prof. Eduardo Barrére www.ufjf.br/pgcc www.dcc.ufjf.br [email protected] www.barrere.ufjf.br Consumo de tempo assintótico Seja A um algoritmo para um problema
Introdução à Programação Aula 02. Prof. Max Santana Rolemberg Farias Colegiado de Engenharia de Computação
Introdução à Programação Aula 02 Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação QUAIS SÃO OS COMPONENTES BÁSICOS DO HW DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL?
Teoria da Computação. Aula 3 Comportamento Assintótico 5COP096. Aula 3 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior. Sylvio Barbon Jr
5COP096 Teoria da Computação Aula 3 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior 1 Sumário 1) Exercícios Medida de Tempo de Execução. 2) Comportamento Assintótico de Funções. 3) Exercícios sobre Comportamento Assintótico
Complexidade computacional
Complexidade computacional CLRS sec 34.1 e 34.2 Algoritmos p. 1 Algumas questões Por que alguns problemas parecem ser (computacionalmente) mais difíceis do que outros? Algoritmos p. 2 Algumas questões
Módulo 7. Complexidade de Algoritmos. Algoritmos e Estruturas de Dados II C++ Rone Ilídio
Módulo 7 Complexidade de Algoritmos Algoritmos e Estruturas de Dados II C++ Rone Ilídio Tempo de execução de um programa Qual algoritm executará mais rápido? int main(){ SYSTEMTIME inicio,fim; GetSystemTime(&inicio);
Estruturas de Dados 2
Estruturas de Dados 2 Análise Empírica de Algoritmos IF64C Estruturas de Dados 2 Engenharia da Computação Prof. João Alberto Fabro - Slide 1/13 Análise da Eficiência de Algoritmos: Velocidade de Execução;
Teoria da Computação. Computabilidade
Cristiano Lehrer Introdução O objetivo do estudo da solucionabilidade de problemas é investigar a existência ou não de algoritmos que solucionem determinada classe de problemas. Ou seja, investigar os
Técnicas de análise de algoritmos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS Técnicas de análise de algoritmos Algoritmos e Estruturas de Dados I Natália Batista https://sites.google.com/site/nataliacefetmg/ [email protected]
01 Análise de Algoritmos (parte 2) SCC201/501 - Introdução à Ciência de Computação II
01 Análise de Algoritmos (parte 2) SCC201/501 - Introdução à Ciência de Computação II Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2010/2 Moacir
Medida do Tempo de Execução de um Programa. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR
Medida do Tempo de Execução de um Programa David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Medida do Tempo de Execução de um Programa O projeto de algoritmos é fortemente influenciado pelo
Teoria da computabilidade Indecidíveis Decidíveis
Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Algoritmos e Estruturas de Dados I Professor: Mário Luiz Rodrigues Oliveira Teoria da computabilidade Indecidíveis Decidíveis Teoria da complexidade Intratáveis:
Aula 10: Decidibilidade
Teoria da Computação Segundo Semestre, 2014 Aula 10: Decidibilidade DAINF-UTFPR Prof. Ricardo Dutra da Silva Definição 10.1. Um problema de decisão P é um conjunto de questões para as quais as respostas
