Teoria da computabilidade Indecidíveis Decidíveis
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- Matilde Silva Gabeira
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1 Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Algoritmos e Estruturas de Dados I Professor: Mário Luiz Rodrigues Oliveira Teoria da computabilidade Indecidíveis Decidíveis Teoria da complexidade Intratáveis: não são conhecidas soluções polinomiais determinísticas e nem se sabe se elas existem. (E se usarmos supercomputadores e/ou computador quântico??? Ex: TSP, para 25 cidades e considerando 4 bilhões de instruções por
2 segundo; solução daqui 123x10 6 anos!!!). Simplex é exceção. Tratáveis: existem soluções polinomiais determinísticas Depois que um problema é analisado e decisões de projeto são finalizadas é necessário estudar as várias opções de algoritmos a serem utilizados Análise de algoritmos trata de: provar que um algoritmo está correto e estimar/prever o consumo de recursos pelo algoritmo. Corretude e eficiência Critérios: tempo, espaço, simplicidade e facilidade de codificação, boas práticas de engenharia de software...
3 Análise empírica x modelo matemático (analítico) Análise empírica: implementam-se os algoritmos e realizam-se testes para escolher o melhor. Problemas com essa abordagem: não podemos testar todas as entradas possíveis, dificuldade de seleção da amostra de dados, aspectos de implementação tais como: habilidade do programador, linguagem de programação, compiladores, quantidade de memória, hierarquia de memória e arquitetura do sistema computacional interferem no resultado Exitem situações nais quais a análise empírica é indicada???
4 Modelo matemático: prever os recursos que um algoritmo necessitará. O objetivo é modelar o comportamento do algoritmo sem implementá-lo. Comparam-se algoritmos e não programas. Problemas com essa abordagem: definição das variáveis usadas no modelo matemática e análise do comportamento do algoritmo para possíveis cenários Há a necessidade de definir um modelo de computação genérico/idealizado. Neste curso adota-se o modelo RAM Devemos escolher uma operação básica/elementar/relevante/mais significativa. Qual operação escolher? A operação que mais contribui para o tempo de execução do algoritmo
5 A análise da eficiência de um algoritmo concentra na ordem de crescimento da operação básica. Assim devemos contar quantas vezes as operações básicas são executadas É usual definir uma função de complexidade para medir o tempo de execução de um algoritmo Uma função de complexidade de tempo f(n) mede o tempo necessário para executar um algoritmo em um problema de tamanho n É necessário distinguir um problema de suas instâncias. Um problema é uma coleção de instâncias
6 A complexidade de tempo na realidade não representa tempo diretamente, mas o número de vezes que determinada operação considerada relevante é executada Assim, a análise da eficiência de algoritmos se concentra na ordem de crescimento da operação básica de um algoritmo, como o principal indicador de sua eficiência Funções de complexidade têm como parâmetro o tamanho da entrada e para alguns algoritmos a eficiência depende, também, do tipo da entrada e não apenas do tamanho da entrada: pior caso, melhor caso e caso médio Preferência para o pior caso: maior tempo de execução sobre todas as entradas de
7 tamanho n. Fornece um limite superior para o tempo de execução do algoritmo. É de fácil identificação e cálculo. Para diversos algoritmos ocorre com frequência e em muitos casos há uma proximidade entre o pior caso e o caso médio Melhor caso: menor tempo de execução sobre todas as entradas de tamanho n. É de pouca utilidade, pois pode nunca ocorrer na prática. Não é uma boa escolha Caso médio: É a média dos tempos de execução de todas as entradas de tamanho n. Na teoria é necessário supor distribuições de probabilidade. É o caso esperado e intuitivamente seria o caso ideal. Pode envolver problemas matemáticos complexos
8 O tamanho n da entrada fornece uma medida de dificuldade de resolver o problema Para valores pequenos de n qualquer algoritmo custa pouco A análise de algoritmos é realizada para grandes valores de n Usa-se o conceito de comportamento assintótico e notação O Notação O (complexidade assintótica) indica uma relação de pertinência. Assim, g(n) = O (f(n)), f(n) é o limite de g(n) e f(n) cresce numa taxa não maior que f(n). Embora a literatura tenha consagrado o uso do sinal de igualdade, é preferível dizer g(n) pertence a O(f(n)) e não g(n) = O (f(n))
9 Formalmente, g(n) <= c * f(n), para uma constante c positiva e para todo n >= m Essa definição estabelece que somente precisam existir certos c e m, mas não dá nenhuma sugestão de como qualquer esses valores constantes. No geral, existem infinitos pares de c e m que garantem a relação g(n) = O (f(n)) Em geral, um algoritmo que é assintoticamente mais eficiente será a melhor escolha para todas as entradas? Não Além da notação Big O, existem outras notações: teta (envelope), ômega maiúsculo (limite inferior), ômega minúsculo e o pequeno
10 Desprezam-se constantes aditivas e multiplicativas e termos de menor ordem em taxa (ordem) de crescimento A análise assintótica reduz o problema a uma resposta menos precisa, porém é fácil de derivar e interpretar. Não há necessidade de preocupar com valor da constante envolvida As constantes dependem do tempo real e exato de cada operação. O modelo de computador genérico adotado (RAM) ignora o custo real das operações. Dessa forma, ignoramos as constantes Não se diz T(n) = O(2n) e sim T(n) = O(n)
11 Mudar o hardware afeta a taxa de crescimento por um fator constante, mas não altera a ordem de complexidade dos algoritmos Técnicas de análise de algoritmos são consideradas partes integrantes do processo moderno de resolver problemas, permitindo escolher, de forma racional, um dentre vários algoritmos disponíveis para uma mesma aplicação. Se a mesma medida de custo é aplicada a diferentes algoritmos, então é possível compará-los e escolher o mais adequado para resolver o problema em questão Assim, ao compararmos 2 ou mais algoritmos podemos considerar como mais eficiente o com menor taxa de crescimento. Lembre-se
12 essa afirmativa é válida desde que o tamanho da entrada seja suficientemente grande (comportamento assintótico) Exitem situações nais quais a análise teórica não é indicada??? A complexidade de um problema é a complexidade do melhor algoritmo que o resolve Diz-se que um algoritmo para resolver determinada classe de problema é ótimo se a complexidade assintótica do seu pior caso for igual ao limite inferior para essa classe de problema
13 Tendo feito a análise assintótica, como verificar que a implementação do algoritmo tem o desempenho previsto pela análise? Dificuldades que podem surgir: como explicar quando os resultados de sua análise não estão de acordo com o comportamento observado do programa? Como comparar os resultados se a análise assintótica considera valores quando n tende ao infinito e o tempo real de processamento deve ser medido para valores finitos e determinados de n? Pode-se calcular a taxa entre T(n) (tempo medido) e f(n) (função de complexidade) para cada valor de n do experimento e observar como a taxa se comporta à medida que n cresce. Se a taxa divergir, provavelmente f(n) está muito pequeno e se convergir para uma
14 constante, então, provavelmente, a análise está correta. E se f(n) estiver muito grande??? Então: 1. f(n) não é um limite restrito 2. foi feita uma análise para o pior caso e o mesmo não foi contemplado nos testes experimentais 3. houve um erro e a análise está incorreta 4. eventos do sistema computacional (escalonamento processos, memória virtual e outros) estão influenciando nas tomadas de tempo real
15 N+2 8N 6N-2 6N Fonte: autor N! 2^N Fonte: autor
16 1.for i:=1 to n 1 do O(1) 2.begin 3. min:= i; O(1) 4. for j:= i + 1 to n do O(1) 5. if A[j] < A[min] then O(1) 6. min:=j; O(1) 7. x:= A[min]; O(1) 8. A[min]:= A[i]; O(1) 9. A[i]:= x; O(1) 10.end; A estrutura de repetição delimitada pelas linhas 4-6 é executada quantas vezes? n i vezes Quais as operações executadas dentro da estrutura de repetição mais externa? 4 comandos de atribuição (linhas 3, 7, 8 e 9) e a estrutura de repetição das linhas 4-6 Quantas vezes a linha 1 é executada? N 1 Qual a complexidade assintótica desse algoritmo? O(n²)
17 Referências Bibliográficas: Esse resumo é baseados nos seguintes textos: ZIVIANI, Nivio. Projeto de Algoritmos Com implementação em Pascal e C. 3. ed. Revisada e Ampliada. São Paulo: Cengage Learning, 2011 CORMEN, T. et al. Algoritmos: Teoria e Prática. Editora Campus, 2002 PREISS, Bruno R. Estruturas de Dados e Algoritmos padrões de projetos orientados a objetos com Java. Editora Campus, 2001
18 SIPSER, Michael. Introdução à Teoria da Computação. 2ª edição. Cengage Learning, 2007 DROZDEK, Adam. Estruturas de dados e algoritmos em C++. Cengage Learning, 2002
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