Reflexões sobre Reforma Política
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- Raquel Freire Eger
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1 Reflexões sobre Reforma Política Texto Faculdade Assis Gurgacz Cascavel Paraná 27.Set.2013
2 Roteiro da Apresentação 1a. Parte: Circunstâncias Históricas 2a. Parte: Identificado os caminhos (doutrina de José Afonso da Silva) 3a. Parte: Propostas Conclusões
3 Constituições Brasileiras Constituições promulgadas (democráticas) Constituições outorgadas (impostas) Ressalva: Os anos estão relacionados somente para fins didáticos não havendo uma correlação com proporcional com a linha do tempo t Imperial de 1934 de ª Republicana de 1934 de 1946 Cidadã
4 A Ruptura Negociada Marcelo Cerqueira em seu livro O Risco do Jurídico (2009) descreve que no Brasil temos como característica a ruptura negociada, quando transições ou mudanças na ordem jurídica e política são realizadas sem derramamento de sangue t Imperial de 1934 de ª Republicana de 1934 de 1946 Cidadã
5 A Ruptura Negociada Quando aconteceu! Independência do Brasil Maioridade de D. Pedro II Proclamação da República Fim da Ditadura Vargas Abertura Democrática de 1985 Quando não aconteceu! Revolução de 30 Golpe de 1964 AI t Imperial de 1934 de ª Republicana de 1934 de 1946 Cidadã
6 Democracia ou Governo Central? 67 anos de Império 41 anos de República Velha 106 anos de Governo Central anos de Democracia 15 anos de Ditadura Vargas 24 anos de Ditadura Militar Mas a conta aritmética não reflete a realidade 85 anos de Democracia anos t Imperial de 1934 de ª Republicana de 1934 de 1946 Cidadã
7 O Novo Federalismo André Regis em seu livro O Novo Federalismo (2008) descreve como vivemos em um sistema imperial com a proeminência do poder central em detrimento da federação
8 Identificando Caminhos A única solução para o Brasil é a política. Fora isso é o caos.
9 Reformar o quê e para quê? Larga camada do povo mais carente acalenta a cultura paternalista, que vem do coronelismo, e espera do Chefe do Poder Executivo, em todos os níveis de governo, a solução de seus problemas e dificuldades pessoais.
10 Governabilidade e Representatividade Reforma = fazer de novo A Reforma Política é mais do que a simples reforma eleitoral
11 Limites para uma reforma política Forma do Estado Inciso I do 4º do art. 60 da CF: Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir a forma federativa de Estado.!
12 Limites para uma reforma política Sistema de Governo Art. 2º, caput, do ADCT da CF: No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá através de plebiscito, a forma (república ou monarquia constitucional) e o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) que devem vigorar no país.!
13 Limites para uma reforma política Sistema de Governo art. 2º, caput, do ADCT da CF: No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá através de plebiscito, a forma (república ou monarquia constitucional) e o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) que devem vigorar no país.!
14 Limites para uma reforma política Sistema de Governo Não se encontrando entre os princípios fundamentais e desde que assegurado o princípio da separação de poderes, que é intocável pelo constituinte derivado, pode ser objeto de reforma, após a realização, se for ou se fosse o caso, de novo plebiscito, previsto por uma Emenda Constitucional.! Cármen Lúcia Antunes Rocha
15 Limites para uma reforma política Voto inciso II do 4º do art. 60 da CF: Não será objeto de deliberação a proposta de! emenda tendente a abolir o voto direto, secreto, universal e periódico. O voto obrigatório ou facultativo não está nessa limitação
16 O que deve ser analisado na reforma política Bicameralismo ou Unicameralismo José Afonso da Silva já defendeu o federalismo unicameral, todavia reconhece que o modelo bicameral está mais arraigado sendo difícil modificá-lo, pelo que propõe o bicameralismo inigualitário
17 O que deve ser analisado na reforma política 1º do Art. 45 da CF: O número total de Deputados, bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal, será estabelecido por lei complementar, proporcionalmente à população, procedendo-se aos ajustes necessários, no ano anterior às eleições, para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de oito e mais de setenta deputados.!
18 O que deve ser analisado na reforma política Sistema Partidário A pulverização partidária numa Câmara dos Deputados com 518 membros não se consegue uma maioria parlamentar para dar base à governabilidade Uma reforma partidária deverá abranger: a) fidelidade partidária b) cláusula de barreira c) voto de legenda
19 O que deve ser analisado na reforma política Sistema Partidário Fidelidade Partidária O TSE adotou a fidelidade partidária (e foi confirmada pelo STF), entendendo que a cadeira na casa legislativa pertence ao partido.! A crítica que é feita é que ela estendeu a interpretação da Câmara dos Deputados (eleição proporcional) também para o Senado Federal (eleição majoritária).
20 O que deve ser analisado na reforma política Declarado inconstitucional pelo STF pelas ADI e Sistema Partidário Cláusula de Barreira (art. 13 da Lei nº 9.096/95) Art. 13. Tem direito a funcionamento parlamentar, em todas as Casas Legislativas para as quais tenha elegido representante, o partido que, em cada eleição para a Câmara dos Deputados obtenha o apoio de, no mínimo, cinco por cento dos votos apurados, não computados os brancos e os nulos, distribuídos em, pelo menos, um terço dos Estados, com um mínimo de dois por cento do total de cada um deles.
21 Propostas Alguns autores, defendem que proporcionalidade seja considerada nacionalmente e não por unidade federativa, com a modificação do 1º do art. 45 da Federal. Voto de Legenda com três modalidades: (1) Lista aberta (2) Lista fechada não hierarquizada (3) Lista fechada e hierarquizada
22 Propostas Art.169 da Comissão Afonso Arinos estabelecia que o sistema eleitoral seria misto, elegendo-se metade da representação pelo critério majoritário, em distritos uninominais, concorrendo um candidato por partido, e metade através de listas partidárias. A soma dos votos obtidos, em todos os distritos, pelos candidatos de cada partido servirá de base para a distribuição das cadeiras, de modo a assegurar, quanto possível, a representação proporcional das legendas.
23 Propostas Projeto Milton Campos/Edgar Costa! Dividia os Estados em distritos eleitorais na mesma quantidade das cadeiras na Câmara dos Deputados Não seriam permitidas coligações Um candidato por partido Cada candidato em um distrito (Projeto EC) ou Cada candidato em até três distritos (Projeto MC)
24 Propostas José Afonso da Silva defende a eleição proporcional com o voto distrital numa evolução do modelo adotado no projeto Edgar Costa/Milton Campos afirmando que o sistema de representação proporcional é o único sistema eleitoral capaz de instrumentar a formação de um regime democrático autêntico em oposição a sistemas oligárquicos dominantes.
25 Conclusões A reforma política sempre foi discutida tão logo se estabeleceu o regime político no país Na grande maioria dos casos as mudanças só ocorreram quando era interesse da própria elite dominante salvo as exceções dos tribunais (TSE e STF) que avançaram em um ou outro assunto fazendo quase um ativismo da reforma política
26 Conclusões De nada adianta protestar se quando lhe perguntarem o que você quer, você não souber apresentar uma solução!!
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