CONTROLE DE PARASITAS INTERNOS EM OVINOS
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- Armando Valente Neiva
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICA DISCIPLINA DE DOENÇAS PARASITÁRIAS MATERIAL DE APOIO DIDÁTICO Professor: [email protected] CONTROLE DE PARASITAS INTERNOS EM OVINOS INTRODUÇÃO A taxa de crescimento diminui e a perda de peso é comum; ocorre redução na produção de lã; pobre performance reprodutiva; a produção de leite diminui, tendo como conseqüência baixos pesos dos cordeiros; gastos com medicamentos e alta mortalidade. SINAIS perdas de nutrientes e danos na mucosa intestinal. anemia é um sinal característico sinais de má nutrição devido à falta de apetite, diarréia e perda de nutrientes. Infecções secundárias Quando perdem proteína sanguínea podem apresentar um edema submandibular os sinais não são tão evidentes.parasitismo inaparente ou subclínico,estes animais podem ter diarréias intermitentes, redução no ganho ou até mesmo, perda de peso, pobre performance reprodutiva e diminuição na produção de lã e leite. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS E O CONTROLE DA VERMINOSE dependem dos fatores topográficos, temperatura, precipitação pluviométrica, pastagem ANIMAIS SUSCEPTÍVEIS À VERMINOSE RAÇAS IDADE - os cordeiros jovens sofrem mais com a verminose. Com 14 dias eles começam a consumir alimentos sólidos e, conseqüentemente, a ingestão de pasto vai aumentando gradativamente a partir desta idade. Em casos de alta lotação das pastagens, é comum cordeiros com 45 dias de idade, diminuírem sua taxa de crescimento e até morrerem por causa dos vermes. ESTADO NUTRICIONAL - animais mal nutridos podem apresentar sinais de verminose e morrerem por causa de um grau de infestação por vermes que em animais bem nutridos poderia passar despercebido.
2 ESTRESSE - o estresse contribui para uma queda de resistência dos animais o que pode torna-los mais susceptíveis a problemas com a verminose. Portanto, é importante estar preparado para esta situação quando se realiza transporte de ovinos ou diante de qualquer situação estressante. ESTADO FISOLÓGICO - O terço final da gestação é um dos períodos em que o animal necessita de altos níveis de nutrientes, pois é o momento destinado ao crescimento fetal. Desta forma, a alimentação canaliza-se prioritariamente ao cordeiro, e a ovelha torna-se mais sensível à verminose. O stress provocado pelo parto também contribui para o aumento na postura de ovos de parasitas. Este mesmo fato ocorre com fêmeas lactantes, destacando-se, principalmente as de parto gemelar. Como a urgência após o parto é a produção leiteira, estas fêmeas chegam a perder peso e, dificilmente as suas exigências nutricionais são completamente atendidas. Este momento também se agrava com o desenvolvimento de larvas hipobióticas, com o estabelecimento de novas larvas infectantes e com o aumento da fecundidade dos vermes adultos. Já com relação aos cordeiros no pós desmame, a interrupção da lactação leva a uma condição de stress, tornando estes animais também mais sensíveis à verminose e, se houver como agravante um manejo sanitário inadequado, culminará no aumento da mortalidade. Desta forma, cria-se um ciclo que produz um rápido aumento no grau de infestação dos animais e dos campos, sendo maior o problema quando o cordeiro permanece por um período prolongado de tempo com a mãe, estabelecendo-se uma competição entre mães e filhos pelos pastos e concentrados disponíveis, sendo que, a própria ovelha contamina com ovos de parasitas as pastagens que servem de alimento para os cordeiros. CONTROLE DA VERMINOSE ATRAVÉS DA COLETA DE FEZES E EXAMES LABORATORIAIS A coleta de fezes deve ser feita a cada 28 dias, por categoria e/ou por piquete. Em rebanhos pequenos devem ser colhidas no mínimo 10 a 15 amostras. Em rebanhos grandes deve-se colher 10% de cada categoria ou lote. As fezes devem ser retiradas diretamente do reto, acondicionadas individualmente em frascos ou sacos de plásticos identificados e preservadas no gelo até a chegada no laboratório. Quando a contagem média de opg (ovos por grama de fezes) for superior a 500, a aplicação de vermífugo é recomendada. Sete dias após a desverminação deve-se realizar outra coleta de fezes, dos mesmos animais, para verificar a eficácia do verrmífugo utilizado, que deverá ser superior a 90%. Em casos de dúvidas quanto ao resultado do opg, principalmente quando não há redução do mesmo na coleta de fezes seguinte, recomenda-se fazer o cultivo de larvas, para se verificar o gênero do helminto responsável pelo suposto fracasso da medicação utilizada. O uso de vermífugos através deste critério permite a manutenção de uma carga residual de vermes no rebanho que funciona como uma pré-munição e permite a sobrevivência de vermes sensíveis à medicação, os quais competem naturalmente com as estirpes resistentes, o que não acontece com as medicações regulares supressivas. Tem-se verificado que quanto maior for a pressão anti-helmíntica nos rebanhos, mais rapidamente se estabelece a resistência. Por isso, a desverminação mensal do rebanho não é adequada, por tornar os vermes resistentes aos diferentes tipos de vermífugos. PERÍODOS ESTRATÉGICOS DE DESVERMINAÇÃO Existem determinados períodos em que a desverminação é fundamental:
3 OUTRAS OPÇÕES a) Carneiros e ovelhas antes da estação reprodutiva b) Ovelhas nas últimas duas semanas de gestação (cuidar com o manejo das ovelhas e princípio ativo dos vermífugos para evitar abortos) c) Ovelhas no início da lactação d) Cordeiros e ovelhas no desmame Para as demais categorias e períodos, colher as fezes mensalmente para verificar a necessidade real da aplicação de vermífugos. OUTRAS MEDIDAS PARA CONTROLAR A VERMINOSE EM UM REBANHO Os vermífugos não podem por si só resolver satisfatoriamente o controle da verminose ovina. Muito pelo contrário, o uso indiscriminado de anti-helmínticos, causando resistência dos parasitas, é um problema sério que deve ser evitado. Portanto, cuidados na aplicação destes medicamentos e outras medidas de controle precisam ser considerados. * DOSE DO VERMÍFUGO A subdosagem tem que ser evitada, por isso, quando pistolas dosificadoras são utilizadas, tem que se verificar se estão dosando corretamente. Quando não há como pesar os animais, deve-se estimar a dose com base no animal mais pesado da categoria e utiliza-la para todos os animais. Nunca aplicar doses abaixo da recomendada por ser uma das causas da resistência dos parasitas. * MANEJO NA DESVERMINAÇÃO Aplicar corretamente o vermífugo e se certificar para que todos os animais sejam desverminados quando for necessário. * HORA DA APLICAÇÃO DO VERMÍFUGO
4 Quando no manejo de uma propriedade os animais são recolhidos durante a noite em apriscos com piso ripado, a desverminação deve ser realizada no fim da tarde para que os animais permaneçam por no mínimo 8 horas presos, eliminando os ovos de parasitas em local apropriado e não contaminando as pastagens. * CONTATO COM AS FEZES O piso ripado, que permite que as fezes caiam e fiquem distantes dos animais, é indicado em instalações para controlar a verminose. O local onde as fezes ficam depositadas deve ser isolado. O confinamento é recomendado para evitar a verminose em cordeiros, mas se o piso não for adequado e a alimentação for contaminada com os ovos dos parasitas, este tipo de manejo não será eficiente. * AQUISIÇÃO DE OVINOS Animais adquiridos de outras propriedades ou região devem ser avaliados através dos exames de fezes e, se necessário, desverminados antes de serem colocados junto com outros animais e nas pastagens. * PASTAGENS Atenção especial deve ser dada aos animais quando forem colocados em novas pastagens que estavam sem animais por um longo período. Coletas de fezes e desverminações são recomendadas antes dos animais entrarem nos piquetes, para evitar a contaminação. Rotação de pastagens x desenvolvimento e sobrevivência dos estágios de vida livre dos nematódeos no ambiente Descontaminação da pastagem pelo uso de diferentes espécies de herbívoros As pastagens utilizadas principalmente por ovelhas e cordeiros podem ser descontaminadas utilizando-se bovinos adultos por um período mínimo de 3 meses. O rodízio das áreas de pastejo com a agricultura é outra opção para reduzir a utilização de vermífugos no rebanho. É importante ter em mente que não se consegue manter um rebanho sadio em pastagens doentes. * DESMAME PRECOCE E CONFINAMENTO Em criações intensivas onde a lotação das pastagens é elevada, os cordeiros são muito prejudicados pela verminose. Entretanto, existem técnicas de manejo que contornam este problema. O desmame precoce, a aplicação de vermífugo nos cordeiros e o confinamento dos
5 mesmos em instalações apropriadas, são exemplos do controle da verminose ovina através do manejo. * OBSERVAÇÃO DOS ANIMAIS Sempre que os animais forem manejados para tosquia, pesagem, casqueamento, deve-se observa-los cuidadosamente com relação ao comportamento, consistência das fezes, e verificar se a mucosa ocular se encontra de coloração rósea, indicando ausência de anemia. A Sem anemia ( Não aplicar AH) B- Sem anemia ( Não aplicar AH) C- No Limite (Aplicar AH em caprinos) D Anemia moderada- risco para o animal E Anemia Grave pode ser fatal para o animal A
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7 RECOMENDAÇÕES PARA REDUZIR O DESENVOLVIMENTO E A DISSEMINAÇÃO DE NEMATÓDEOS RESISTENTES administração da droga na dose correta; o número de tratamentos anuais deve ser restringido ao mínimo necessário; os grupos de anti-helmínticos devem ser utilizados em esquema de rodízio anual; parasitas resistentes não devem ser adquiridos junto com os animais; as fazendas devem ser avaliadas periodicamente para verificar a presença de nematódeos resistentes.
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