Análise de uma seqüência de DNA
|
|
|
- Nelson Deluca Back
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise de uma seqüência de DNA Statistics for Biology and Health (Ewens, W.J. & Grant, G.R.) Capítulo 5 Carla Rêgo Monteiro
2 # Construção de uma seqüência # Modelar DNA # Verificar Sinais de um DNA # Long Repeats # r-scans # Análise de Padrões
3 # Shotgun Sequencing Analisar uma seqüência de DNA : Construir a seqüência Difícil de construir seqüências longas. Construir várias seqüências pequenas. ( algumas sobrepostas) Problema : Juntar as seqüências que se sobrepõem em contigs. ( Shotgun sequencing)
4 Cobertura: Uma cobertura de nx é obtida se para uma seqüência de DNA de tamanho G, o tamanho total de fragmentos sequenciados é ng. Genoma humano Duas estratégias são usadas para seqüênciar o genoma humano. 1-Dividir o genoma em peças de tamanho 100,000 com localizações conhecidas. ( shotgun sequencing com 8Xcobertura) 2- Partir o genoma em peças bem pequenas. ( whole shotgun sequencing com alta cobertura)
5 Construindo um DNA Questões: 1- Qual é a proporção média do genoma coberto pelos contigs? 2- Qual é o número médio de contigs? 3-Qual o tamanho médio de um contig?
6 Suponha que temos Nfragmentos de mesmo tamanho L de um genoma de tamanho G. G>>L Assim a cobertura a = NL/G Os fragmentos são escolhidos aleatoriamente do genoma. Assim a posição do lado esquerdo de uma seqüência tem a mesma probabilidade de ser escolhida em cada intervalo do genoma. P e ~Unif(0,G) P( x<p e <x+h) = Observe que podemos escolher 0, 1, 2,...N fragmentos cuja a posição esquerda esteja dentro do intervalo h.
7 Defina X como o número de fragmentos com a posição esquerda no intervalo h. X~ Bin(N, h/g) E(X) = B(N, h/g) Poi (Nh/G) (quando n é grande e h/g pequeno) Seja L o tamanho do intervalo. X~Poi(a), a=nl/g P(X>1) = 1- P(X=0) = 1- e -a
8 1- A probabilidade que um ponto aleatoriamente escolhido seja coberto por no mínimo um fragmento será P(X>1) = 1- e -a Então se queremos uma probabilidade de cobertura de 99% o número médio de fragmentos cobrindo um ponto será 0.99= 1- e -a a=4.6 cobertura de 4.6X
9 2- Número médio de contigs Cada contig tem um único fragmento mais a direita. Então o número médio de contigs será igual o número médio de fragmentos mais a direita. NxP(X=0)= Ne -a = Ne -NL/G P(X=0)= probabilidade que nenhum outro fragmento ter seu ponto final do lado esquerdo neste fragmento.
10 Quanto maior a menor o número de contigs. O número de contigs é maximizado quando a=1, cobertura 1X. Seja G= 100,000, L=500 a Número médio de contigs Problema: Alta cobertura é difícil. ( junk DNA)
11 3- Tamanho médio do contig Seja d a distância entre o ponto final do lado esquerdo de um fragmento e o ponto final do lado esquerdo do fragmento seguinte. D~Geo(N/G) Exp(N/G) Então o fragmento 2 irá sobrepor o fragmento 1 se D < L P(D<L) = = 1 - e -NL/G = 1 - e -a
12 Um contig é construído até que um fragmento pare de sobrepor o anterior. Seja Y o número de sucessivos fragmentos sobrepostos até a sobreposição falhar. Y~Geo(1- e -a ) O número médio de sucessivos fragmentos sobrepostos num contig.é E(Y) = = e a -1
13 Suponha que temos n fragmentos num contig. Então o tamanho total deste contig será L( o tamanho do último fragmento) + (n 1) distâncias
14 Nós vimos que D i ~ Exp( ). = N/G 0<d i < Queremos 0<d i <L (d i ) = P( x<d i <x+h 0<d i <L) = Assim o tamanho médio das distâncias é E(D i * )=
15 Observe que os D i s são independentes e que nós não sabemos quantos D i s teremos. S= D i é uma variável aleatória E(S)= E(Y)E(D i * ) = (e a -1) Então o tamanho médio de um contig será
16 Exemplo: L=500, a=2 e G=100,000 N=aG/L= A proporção média do genoma coberto pelos contigs é 1- e -2 = 86.5% 2- O número médio de contigs é 400e -2 = O tamanho médio de um contig é 500(e 2-1)/a 1598 ncleotídeos L ~ f L (l) E(L) a =
17 #Contigs Ancorados Existem pequenas seqüências no DNA que são únicas e cuja localização são conhecidas e providem marcadores. Uma âncora é um ponto no genoma que localiza qualquer fragmento cobrindo ele. Um fragmento ancorado é qualquer fragmento que contém pelo menos uma âncora. Um contig ancorado é uma coleção de fragmentos colocados juntos por âncoras.
18 Questões: 1- Qual é a proporção média do genoma coberto pelos contigs ancorados? 2- Qual é o número médio de contigs ancorados? 3-Qual o tamanho médio de um contig ancorado?
19 # Modelando o DNA N-Transcritas Região Transcrita N-Transcritas Região Promotora Região reguladora Éxon Íntron Éxon Íntron... 5' 3' Região N-Cod Região N-Cod Região Codificantes Íntrons - Regiões não codificantes Íntrons e Éxons tem diferentes propriedades estatísticas. Modelos são ajustados com base nestas propiedades. Testes são construídos para verificar se um fraguimento de DNA é parte de uma região codificante de um gene. Training data são usados para ajustar estes modelos.
20 Suposições: Nucleotídeos em várias posições são considerados independentes e identicamente distribuídos. ( modelo mais simples) Para observar diferenças entre regiões codificantes e não codificantes, observa-se a diferença entre freqüências dos 4 nucleotídeos A,G,C,T em duas regiões ( íntron vs éxon) Suposição de independência é satisfeita? Teste - Markov Chains H 0 : nucleotídeos de um site independe dos nucléotídeos do site precedente. H 1 : um determinado nucleotídeo de um site depende dos nucleotídeos do site precedente.
21 Seja Yij o número de vezes, em uma seqüência de DNA de interesse, que um nucleotídeo do tipo i é seguido pelo nucleotídeo j. i,j = 1,...,4; 1=a, 2=g, 3=c, 4=t Nucleotídeo j no site k+1 a g c t Total a Y 11 Y 12 Y 13 Y 14 Y 1. Nucleotídeo i no site k g Y 21 Y 22 Y 23 Y 24 Y 2 c Y 31 Y 32 Y 33 Y 34 Y 3 t Y 41 Y 42 Y 43 Y 44 Y 4 Total Y.1 Y.2 Y.3 Y.4 Y sob H 0
22 Modelos de Markov de primeira ordem ajustam-se melhor aos dados do que modelos assumindo independência. Modelos de Markov de ordem maiores são considerados ainda melhor.
23 # Modelando Sináis no DNA Um Sinal é uma pequena seqüência de DNA. Genes contém sinais no DNA para indicar os começo e o fim de regiões codificadoras. ( limite entre éxon e íntron) Um mesmo sinal pode aparecer em várias seqüências de DNA. Membros de um sinal: Seqüências que contém o mesmo sinal.
24 Questão: São todos os membros de um sinal conhecidos? Resp: Não. Solução: Usar membros conhecidos de um sinal para acessar a probabilidade de que uma determinada seqüência de DNA seja membro daquele sinal.
25 Exemplo: Para investigar sinais de um DNA humano pode se usar um conjunto de membros de sinais obtidos de um banco de dados de genes humanos. Alguns sinais são mais complexos do que outros ( Modelos mais complexos)
26 # Matrizes Ponderadas: Independência Testes para verificar se uma determinada seqüência de DNA é membro de um sinal são mais simples quando temos garantida a seguinte suposição: Um nucleotídeo de qualquer posição no sinal é independente do nucleotídeo de uma outra posição no sinal. Verificando independência: H 0 : O nucleotídeo de qualquer posição no sinal é independente do nucleotídeo de uma outra posição no sinal. H 1 : Pelo menos um nucleotídeo de uma posição no sinal não é independente do nucleotídeo de uma outra posição no sinal.
27 Seja Yij o número de vezes, em um sinal que um nucleotídeo do tipo i esta na posição a e um nucleotídeo j esta na posição b. i,j = 1,...,4 ; 1=a, 2=g, 3=c, 4=t a,b = 1,...,n n é o tamanho do sinal. Teremos tabelas comparando pares de posições a, b. Tabela 2 Nucleotídeo j na posição b a g c t Total Nucleotídeo i na posição b a Y 11 Y 12 Y 13 Y 14 Y 1. g Y 21 Y 22 Y 23 Y 24 Y 2 c Y 31 Y 32 Y 33 Y 34 Y 3 t Y 41 Y 42 Y 43 Y 44 Y 4 Total Y.1 Y.2 Y.3 Y.4 Y
28 Exemplo: Se o sinal é de tamanho 5, teremos 10 tabelas. Problema: Múltiplos Testes. Seja 95% o nível de confiança escolhido. (.95) 10 =0.599 = = 0.40 por chance estaremos rejeitando mais Alternativa: Testes de Bonferroni : /g ; g = número de testes.
29 Uma vez que não rejeitamos a hipótese de independência Matriz Ponderada M para um sinal de tamanho n Posição n a p 11 p 12 p p 1n Nucleotídeo g p 21 p 22 p p 2n c p 31 p 32 p p 3n t p 41 p 42 p p 4n Total pij = proporção de casos, no training data, que o nucleotídeo i aparece na posição j do sinal
30 Nucleotídeo Matriz Ponderada M para um sinal de tamanho 5 Posição a g c t Total Exemplo : Sinal atata P(s M) =.33x.21x.19x.26x.21 =
31 Se rejeitarmos a hipótse de independência? Dependências de primeira ordem - Markov Distribuição de probabilidade das posições. primeira posição a g c t p a p g p c p t p i =proporção de casos, no training data, que o nucleotídeo i aparece na posição 1 do sinal
32 segunda a n-ésima posição : A distribuição de probabilidade do nucleotídeo i na posição k depende do nucleotídeo na posição k-1. ( k=2,...n) Matrizes de probababilidade de transição Markov Chain K-ésima posição p aa p ag p ac p at p ga p gg p gc p gt p ca p cg p cc p ct p ta p tg p tc p tt p ij = probabilidade que o nucleotídeo i ocorra na posição k dado que o nucleotídeo j estava na posição k-1. (Estimadas pelo training data)
33 # Máxima dependência Dependencias de ordes maiores : matrizes de tranzição ainda maiores. (Limite de dados) Dependências mais informativas Decomposição de máxima dependência- MDD- (Burge-1997) Achar a posição que tem mais influência nas outras posições
34 Construir uma tabela nxn cuja posição (i,j) é o valor observado da estatística X 2 obtida em tabelas como a Tabela 2. Tabela de X total * * * * * * 72.4 * * A posição 4 é a que apresenta maior influência.
35 Contruir um Modelo que determina as distribuições das posicões 1,2,3 e 5 condicional a posição 4. Dividir os membros de um sinal no training data em 4 subconjuntos, T a, T g, t c e T t T x = todas as seqüências com o nucleotídeo x na posição 4. x = a, g, c,t n x = números de seqüências em T x. n= n a + n g + n c + n t = total de membros no training data. p x = n x /n = probabilidade do nucleotídeo x estar na posição 4.
36 Para cada subconjunto T x calcular a matriz ponderada M x. Assim, o modelo M consiste das distribuições {p a, p g, p c, p t } com 4 matrizes ponderadas { M a, M g, M c, M t } Probabilidade de uma sequencia s ser membro deste sinal é P(s M) Se o nucleotídeo x ocorre na posição 4 de s a matrix ponderada M x é usada. Assim P(s M) = p x.p 1.p 2.p 3.p 5, p k = é a proporção de casos, no subconjunto T x, que o nucleotídeo i aparece na posição k. ( obtido de M x )
37 Exemplo : Sinal atata - posição 4 = t, p t =.40 Matriz Ponderada M t para um sinal de tamanho 5 Nucleotídeo Posição a g c t Total P(s M) = p t.p 1.p 2.p 3.p 5 = 0.40x0.33x0.21x.19x0.21=
38 Este processo pode ser repitido recursivamente. Considere agora o subconjunto T x Ache a posição mais influente entre as posições restantes, 1,2,3,5( tabela X 2 ). Considere a posição 2 Divida T x em 4 subgrupos, T xa, T xg, T xc e T xt T xy = todas as seqüências com o nucleotídeo x na posição 4 e o nucleotídeo y na posição 2. y = a, g, c,t. n xy = números de seqüências em T xy. n x = n xa + n xg + n xc + n xt - total de membros no subconjunto T x. p xy = n xy /n x = probabilidade do nucleotídeo y estar na posição 2 e nucleotídeo x esta na posição 4.
39 Para subconjunto conjunto T xy calcular a matriz ponderada M xy. Assim P(s M) = p x.p xy.p 1.p 3.p 5. p k obtida da matriz M xy O processo é repetido enquanto se tem pelo menos 100 membros em cada subgrupo. T xyzw... >100
40 # Long Repeats Interesse em um determinado nucleotídeos, a. Questão: Há significativa evidência de longas repetições deste nucleotídeo? Teste H 0 : As sequências do nucleotídeo a ocorre de forma aleatória na seqüência. H 1 : Há tendência a longas repetições do nucleotídeo a Considere uma seqüência de DNA de tamanho N. Suponha que a probabilidade que o nucleotídeo a ocorra em qualquer site é um valor conhecido p. Sucesso - se ocorre a no site i (p) Fracasso- se não ocorre a no site i (1-p)
41 Seja Y = o número de sucessos, a, até aparecer a primeira falha, c,g,t. Y é o tamanho da repetição de a. Y ~ Geo(p) P(Y = y) = p y (1-p) y = 0,1,2... Estatística do Teste Suponha agora que temos n sequências,( s,s,...,f), independentes observadas. Seja Y max = o tamanho da maior seqüência, a estatística do teste. y = o tamanho observado da maior seqüência Então p-valor = P( Y max y) = 1- (1-p y ) n sob a hipótese H 0
42 Quem é n? aaaac aat g g aac aaat O número de seqüências é igual ao número de falhas ocorridas. N(1-p) é o número experado de n. p-valor = 1 - (1-p y ) N(1-p) Uma aproximação deste p-valor pode ser encontrada usando exponencial aproximação quando N é grande e (1-p)Np y 1e n=n(1-p). Assim p-valor * Conecção com BLAST
43 Exemplo: Seja N=100,000, p = 0.25 e y=10 n = 100,000x0.75 = 75,000 p-valor = não rejeita H 0 ao nível de 0.05 p-valor* = As seqüências de a aparencem de forma aleatória.
44 O número de falhas numa seqüência, n, é aleatório. n~ Bin(N, 1-p), E(n) = N(1-p) p-valor 1- (1 - (1-p)p y ) N = O p-valor* ainda aproxima bem. Assumindo a aproximação exponencial Distribuição de Y max : e são funções de p.
45 Questão: Há significativa evidência de longas repetições em qualquer nucleotídeo? Distribuição de Y max : P - soma dos quadrados das proporções dos 4 nucleotídeos.
46 # r-scans Palavra : gaga Observar no fragmento L se esta palavra ocorre n vezes. Palava <<<L Questão: Estas palavras ocorrem aleatoriamente no fragmento de tamanho L?
47 Testes : Karlin & Macken(1991) H 0 : Os pontos onde as palavras aparecem são iid variáveis aleatórias Unif(0,L) H 11 : Os pontos ocorrem em uma overly dispersed fashion ou H 12 : Os pontos ocorrem in a clumped fashion
48 Testes H 0 vs H 11 Sejam U 1,...U n+1 subinterlavos em (0,1) definidos por n pontos no qual a palavra de interesse ocorre. Estatística do teste : U max E(U max ) = Var(U max ) = n p-valor =
49 Estatística do teste - rscans R 1 (r)=u 1 + U U r R 2 (r)= U 2 + U U r+1 R n-r+1 (r)= U n-r U n R max (r)= a estatística do teste
50 Testes H 0 vs H 12 Sejam U 1,...U n+1 subinterlavos em (0,1) definidos por n pontos no qual a palavra de interesse ocorre. Estatística do teste : U min p-valor =, n
51 Estatística do teste - rscans R 1 (r)=u 1 + U U r R 2 (r)= U 2 + U U r+1 R n-r+1 (r)= U n-r U n R min (r)= a estatística do teste
52 #Análise de Padrão Seja uma sequência de nucleotídeos de tamanho N iid. Interesse : gaga Questões: 1- Qual é o número médio de vezes que a palavra gaga aparece na seqüência? 2-Qual é o tamanho médio entre duas ocorrências desta palavra?
53 Razões 1-Suspeita que a palavra gaga ocorre na seqüência mais freqüênte que ela deveria se seguisse um padrão iid. As freqüências gggg, ggga,gaag são diferêntes da freqüência de gaga - iid. 2-Descobrir sinais promotores comuns a região upstream do gene através de padrões encontrados no DNA. Criar dicionários de palavras, de diferentes tamanhos, com suas respectivas probabilidades. Qualquer palavra que ocorrer mais freqüênte que o esperado na região upstream é candidato a ser um sinal promotor.
54 #Overlaps Counted Questão: 1-Qual o número médio de vezes que a palavra gaga aparece na seqüência? (Sobreposições) 2-Qual a distancia média entre ocorrências da palavra.
55 Número de Ocorrências( Sobreposições) H 0 : A palavra gaga ocorre aleatoriamente Y 1 (N) = número de vezes que a palavra gaga ocorre na seqüência de DNA de tamanho N. Suposição: Os nucleotídeos ocorrem independentes em cada site com P(a)=P(g)=P(c)=P(t)=0.25 P(I j = 1) = P(g estar na posição j-3, a estar na posição j-2, g estar na posição j-1, a estar na posição j) = (0.25) 4 = 1/256 Y 1 (N) = I 4 + I I N Y 1 (N) Bin(N 3, 1/256)
56 A distribuição de Y(N) depende da palavra. gagag gagaga N 6 E(Y 1 (N) ) = (N 3) / 256 Var(Y 1 (N) ) = (281N- 895) / Estatística do Teste : (N grande) p-valor = P( Z z)
57 Exemplo: N=100,000, y(n)=4023 E(Y 1 (N) ) = (N 3) / 256 = Var(Y 1 (N) ) = (281N- 895) / = P-valor = rejeita H 0 ao nível 0.05
58 Variância para qualquer palavra Seja w j = 1 se as primeiras j letras da palavra de interesse são iguais e na mesma ordem que as últimas letras. = 0 caso contrário Var(Y 1 (N) ) =
59 Distância entre as ocorrências Y 2 (N) = a distância até a próxima ocorrência da palavra após o site i. geométrica E(Y 2 (N) ) = 256 Var(Y 2 (N) ) = depende da palavra
60 Y 3 (N) = número de sites até a primeira ocorrência da palavra de interesse. começando na origem) E(Y 3 (N) ) = Var(Y 2 (N) ) =
61 Exemplo : N=1,000,000 Palavra Experânça Variância Y 1 (N) Y 2 (N) Y 3 (N) Y 1 (N) Y 2 (N) Y 3 (N) gaga gggg gaag gagc * Y 2 (N) = a distância até a próxima ocorrência da palavra após o site i. Y 3 (N) = número de sites até a primeira ocorrência da palavra de interesse, Y 1 (N) = número de vezes que a palavra gaga ocorre na seqüência de DNA de tamanho N.
62 # Repetições sem contar as sobreposições Reocorrências das palavras Seja R 1 a primeira ocorrência da palavra - primeira reocorrência; R 2 a segunda ocorrência da palavra que não se sobrepõe a 1 o ; R 3 a terceira ocorrência da palavra que não se sobrepõe a 2 o ; Razão: Como as seqüências são cortadas.
63 Distância entre as ocorrências Seja Y 4 (N) o número médio de sites entre consecutivas reocorrências (distância). E(Y 4 (N) ) = Var(Y 4 (N) ) = Mesma distribuição de Y 3 (N)
64 Número de reocorrências( sem sobreposições) Seja Y 5 (N) o número de reocorrências em uma seqüência de tamanho N. E(Y 5 (N) ) N / Var(Y 5 (N) )
65 Exemplo : N=1,000,000 Palavra Experânça Variância Ocorrências Distâncias Ocorrências Distâncias Y 1 (N) Y 5 (N) Y 3 (N) Y 4 (N) Y 1 (N) Y 5 (N) Y 3 (N) Y 4 (N) gaga gggg gaag gagc * Y 1 (N) = número de vezes que a palavra gaga ocorre na seqüência de DNA de tamanho N. Y 5 (N) = número de reocorrências em uma seqüência de tamanho N. Y 3 (N) = número de sites até a primeira ocorrência da palavra de interesse, Y 4 (N) = número médio de sites entre consecutivas reocorrências.
Introdução à genética quantitativa usando os recursos do R
Introdução à genética quantitativa usando os recursos do R Marisa R. Cantarino 1 Julia M. P. Soler (orientadora) 2 1 Introdução Um dos principais desafios da pesquisa genética atualmente é estabelecer
Vetores Aleatórios, correlação e conjuntas
Vetores Aleatórios, correlação e conjuntas Cláudio Tadeu Cristino 1 1 Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Brasil Segundo Semestre, 2013 C.T.Cristino (DEINFO-UFRPE) Vetores Aleatórios 2013.2
Cláudio Tadeu Cristino 1. Julho, 2014
Inferência Estatística Estimação Cláudio Tadeu Cristino 1 1 Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brasil Mestrado em Nutrição, Atividade Física e Plasticidade Fenotípica Julho, 2014 C.T.Cristino
Logo, para estar entre os 1% mais caros, o preço do carro deve ser IGUAL OU SUPERIOR A:
MQI 00 ESTATÍSTICA PARA METROLOGIA - SEMESTRE 008.0 Teste 6/05/008 GABARITO PROBLEMA O preço de um certo carro usado é uma variável Normal com média R$ 5 mil e desvio padrão R$ 400,00. a) Você está interessado
CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES. Comentários sobre as provas de estatística e financeira ICMS RJ
Comentários sobre as provas de estatística e financeira ICMS RJ Caríssimos, Acabei de voltar de uma longa auditoria em que visitamos inúmeros assentamentos federais do INCRA no interior do estado. Ou seja:
Simulação Estocástica
Simulação Estocástica O que é Simulação Estocástica? Simulação: ato ou efeito de simular Disfarce, fingimento,... Experiência ou ensaio realizado com o auxílio de modelos. Aleatório: dependente de circunstâncias
Exercício de Revisao 1
Exercício de Revisao 1 Considere que seu trabalho é comparar o desempenho de dois algoritmos (A e B) de computação gráfica, que usam métodos diferentes para geração de faces humanas realistas. São sistema
CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES
Caríssimos. Recebi muitos e-mails pedindo ajuda com eventuais recursos para as provas do BACEN. Em raciocínio lógico, eu não vi possibilidade de recursos, apesar de achar que algumas questões tiveram o
Aula 4 Estatística Conceitos básicos
Aula 4 Estatística Conceitos básicos Plano de Aula Amostra e universo Média Variância / desvio-padrão / erro-padrão Intervalo de confiança Teste de hipótese Amostra e Universo A estatística nos ajuda a
Novas Tecnologias de Sequenciamento
Novas Tecnologias de Sequenciamento Tecnologias de sequenciamento Sanger (Capilaridade) Uma das inovações tecnológicas de maior influência na pesquisa biológica, desde que foi lançada em 1977 Abordagem
Introdução à análise de dados discretos
Exemplo 1: comparação de métodos de detecção de cárie Suponha que um pesquisador lhe apresente a seguinte tabela de contingência, resumindo os dados coletados por ele, oriundos de um determinado experimento:
Probabilidade. Distribuição Exponencial
Probabilidade Distribuição Exponencial Aplicação Aplicada nos casos onde queremos analisar o espaço ou intervalo de acontecimento de um evento; Na distribuição de Poisson estimativa da quantidade de eventos
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Arquitetura e Urbanismo DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL ESTIMAÇÃO AUT 516 Estatística Aplicada a Arquitetura e Urbanismo 2 DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL Na aula anterior analisamos
Probabilidade. Distribuição Exponencial
Probabilidade Distribuição Exponencial Aplicação Aplicada nos casos onde queremos analisar o espaço ou intervalo de acontecimento de um evento; Na distribuição de Poisson estimativa da quantidade de eventos
LISTA DE EXERCÍCIOS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS
LISTA DE EXERCÍCIOS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS 1. Construir um quadro e o gráfico de uma distribuição de probabilidade para a variável aleatória X: número de coroas obtidas no lançamento de duas moedas. 2. Fazer
Avaliando o que foi Aprendido
Avaliando o que foi Aprendido Treinamento, teste, validação Predição da performance: Limites de confiança Holdout, cross-validation, bootstrap Comparando algoritmos: o teste-t Predecindo probabilidades:função
Aula de Exercícios - Variáveis Aleatórias Discretas - Modelos Probabiĺısticos
Aula de Exercícios - Variáveis Aleatórias Discretas - Modelos Probabiĺısticos Organização: Airton Kist Digitação: Guilherme Ludwig Exercício Se X b(n, p), sabendo-se que E(X ) = 12 e σ 2 = 3, determinar:
Probabilidade. Distribuição Normal
Probabilidade Distribuição Normal Distribuição Normal Uma variável aleatória contínua tem uma distribuição normal se sua distribuição é: simétrica apresenta (num gráfico) forma de um sino Função Densidade
Teorema Central do Limite e Intervalo de Confiança
Probabilidade e Estatística Teorema Central do Limite e Intervalo de Confiança Teorema Central do Limite Teorema Central do Limite Um variável aleatória pode ter uma distribuição qualquer (normal, uniforme,...),
COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder
Comentário Geral: Prova muito difícil, muito fora dos padrões das provas do TCE administração e Economia, praticamente só caiu teoria. Existem três questões (4, 45 e 47) que devem ser anuladas, por tratarem
Universidade Federal do Paraná Departamento de Informática. Reconhecimento de Padrões. Revisão de Probabilidade e Estatística
Universidade Federal do Paraná Departamento de Informática Reconhecimento de Padrões Revisão de Probabilidade e Estatística Luiz Eduardo S. Oliveira, Ph.D. http://lesoliveira.net Conceitos Básicos Estamos
TÉCNICAS DE ANÁLISE DE DADOS
observação = previsível + aleatória aleatória obedece algum modelo de probabilidade ferramenta: análise de variância identificar fatores, controláveis, que expliquem o fenômeno ou alterem a característica
7Testes de hipótese. Prof. Dr. Paulo Picchetti M.Sc. Erick Y. Mizuno. H 0 : 2,5 peças / hora
7Testes de hipótese Prof. Dr. Paulo Picchetti M.Sc. Erick Y. Mizuno COMENTÁRIOS INICIAIS Uma hipótese estatística é uma afirmativa a respeito de um parâmetro de uma distribuição de probabilidade. Por exemplo,
Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa E. alternativa B. alternativa E. A figura exibe um mapa representando 13 países.
Questão A figura eibe um mapa representando países. alternativa E Inicialmente, no recipiente encontram-se 40% ( 000) = 400 m de diesel e 60% ( 000) = = 600 m de álcool. Sendo, em mililitros, a quantidade
Tecido 1 2 3 4 5 6 7 A 36 26 31 38 28 20 37 B 39 27 35 42 31 39 22
Teste para diferença de médias Exemplo Dois tipos diferentes de tecido devem ser comparados. Uma máquina de testes Martindale pode comparar duas amostras ao mesmo tempo. O peso (em miligramas) para sete
Aula 11 Esperança e variância de variáveis aleatórias discretas
Aula 11 Esperança e variância de variáveis aleatórias discretas Nesta aula você estudará os conceitos de média e variância de variáveis aleatórias discretas, que são, respectivamente, medidas de posição
Por que o quadrado de terminados em 5 e ta o fa cil? Ex.: 15²=225, 75²=5625,...
Por que o quadrado de terminados em 5 e ta o fa cil? Ex.: 15²=225, 75²=5625,... 0) O que veremos na aula de hoje? Um fato interessante Produtos notáveis Equação do 2º grau Como fazer a questão 5 da 3ª
Método Monte-Carlo. Alexandre Rosas. 23 de Março de 2009. Departamento de Física Universidade Federal da Paraíba
Departamento de Física Universidade Federal da Paraíba 23 de Março de 2009 O que são os métodos de Monte-Carlo? Métodos numéricos que utilizam amostragem estatística (em contraposição a métodos determinísticos)
Variáveis aleatórias contínuas e distribuiçao Normal. Henrique Dantas Neder
Variáveis aleatórias contínuas e distribuiçao Normal Henrique Dantas Neder Definições gerais Até o momento discutimos o caso das variáveis aleatórias discretas. Agora vamos tratar das variáveis aleatórias
Universidade Estadual de Santa Cruz. Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas. Especialização em Matemática. Disciplina: Estruturas Algébricas
1 Universidade Estadual de Santa Cruz Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas Especialização em Matemática Disciplina: Estruturas Algébricas Profs.: Elisangela S. Farias e Sérgio Motta Operações
PROBABILIDADE. Aula 5
Curso: Psicologia Disciplina: Métodos Quantitativos Profa. Valdinéia Data: 28/10/15 PROBABILIDADE Aula 5 Geralmente a cada experimento aparecem vários resultados possíveis. Por exemplo ao jogar uma moeda,
Distribuições: Binomial, Poisson e Normal. Distribuição Binomial
Distribuições: Binomial, Poisson e Normal Distribuição Binomial Monitor Adan Marcel e Prof. Jomar 1. Uma remessa de 800 estabilizadores de tensão é recebida pelo controle de qualidade de uma empresa. São
Teorema do Limite Central e Intervalo de Confiança
Probabilidade e Estatística Teorema do Limite Central e Intervalo de Confiança Teorema do Limite Central Teorema do Limite Central Um variável aleatória pode ter uma distribuição qualquer (normal, uniforme,...),
DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE
DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE i1 Introdução Uma distribuição de probabilidade é um modelo matemático que relaciona um certo valor da variável em estudo com a sua probabilidade de ocorrência. Há dois tipos
CRITÉRIOS PARA A DETERMINAÇÃO DOS INTERVALOS DE CLASSE
CRITÉRIOS PARA A DETERMINAÇÃO DOS INTERVALOS DE CLASSE Número de classes a considerar (k): a) Tabela de Truman L. Kelley n 5 10 25 50 100 200 500 1000 k 2 4 6 8 10 12 15 15 b) k=5 para n 25 e para n >25.
A distribuição Weibull-Poisson
A distribuição Weibull-Poisson Estela Maris P. Bereta - DEs/UFSCar Francisco Louzada-Neto - DEs/UFSCar Maria Aparecida de Paiva Franco - DEs/UFSCar Resumo Neste trabalho é proposta uma distribuição de
(b) Qual a probabilidade de ter sido transmitido um zero, sabendo que foi recebido um (1.0) zero?
Grupo I 5.0 valores 1. Um sistema de comunicação binária transmite zeros e uns com probabilidade 0.5 em qualquer dos casos. Devido ao ruído existente no canal de comunicação há erros na recepção: transmitido
Exercícios Resolvidos da Distribuição Binomial
. a. Estabeleça as condições exigidas para se aplicar a distribuição binomial? b. Qual é a probabilidade de caras em lançamentos de uma moeda honesta? c. Qual é a probabilidade de menos que caras em lançamentos
Teste de hipóteses com duas amostras. Estatística Aplicada Larson Farber
8 Teste de hipóteses com duas amostras Estatística Aplicada Larson Farber Seção 8.1 Testando a diferença entre duas médias (amostras grandes e independentes) Visão geral Para testar o efeito benéfico de
Trabalhando com Pequenas Amostras: Distribuição t de Student
Probabilidade e Estatística Trabalhando com Pequenas Amostras: Distribuição t de Student Pequenas amostras x Grandes amostras Nos exemplos tratados até agora: amostras grandes (n>30) qualquer tipo de distribuição
Análise de Variância com dois ou mais factores - planeamento factorial
Análise de Variância com dois ou mais factores - planeamento factorial Em muitas experiências interessa estudar o efeito de mais do que um factor sobre uma variável de interesse. Quando uma experiência
MAT 461 Tópicos de Matemática II Aula 3: Resumo de Probabilidade
MAT 461 Tópicos de Matemática II Aula 3: Resumo de Probabilidade Edson de Faria Departamento de Matemática IME-USP 19 de Agosto, 2013 Probabilidade: uma Introdução / Aula 3 1 Probabilidade Discreta: Exemplos
RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 14.12.14
FGV Administração - 1.1.1 VESTIBULAR FGV 015 1/1/01 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA TARDE MÓDULO DISCURSIVO QUESTÃO 1 Um mapa de um pequeno parque é uma região em forma de quadrilátero,
5. BLOCOS ALEATORIZADOS QUADRADOS LATINOS
5. BLOCOS ALEATORIZADOS e QUADRADOS LATINOS Vamos analisar 4 tipos de experimentos: I) Projetos completamente aleatorizados II) Projetos em blocos aleatorizados III) Quadrados Latinos IV) Quadrados Greco-Latinos
Distribuição Uniforme Discreta. Modelos de distribuições discretas. Distribuição de Bernoulli. Distribuição Uniforme Discreta
Distribuição Uniforme Discreta Modelos de distribuições discretas Notas de Aula da Profa. Verónica González-López e do Prof. Jesús Enrique García, digitadas por Beatriz Cuyabano. Acréscimos e modicações:
Probabilidade. Distribuição Binomial
Probabilidade Distribuição Binomial Distribuição Binomial (Experimentos de Bernoulli) Considere as seguintes experimentos/situações práticas: Conformidade de itens saindo da linha de produção Tiros na
INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL MÉTODOS DE PLANEAMENTO. Capítulo II Método PERT
INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL MÉTODOS DE PLANEAMENTO Capítulo II Método PERT António Carlos Morais da Silva Professor de I.O. i II. Método PERT...II-. Introdução...II- 2. Duração da Actividade...II- 3. Estimativas
Primeira Lista de Exercícios de Estatística
Primeira Lista de Exercícios de Estatística Professor Marcelo Fernandes Monitor: Márcio Salvato 1. Suponha que o universo seja formado pelos naturais de 1 a 10. Sejam A = {2, 3, 4}, B = {3, 4, 5}, C =
Hipótese Estatística:
1 PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA TESTE DE HIPÓTESE SÉRGIO KATO Trata-se de uma técnica para se fazer inferência estatística. Ou seja, a partir de um teste de hipóteses, realizado com os dados amostrais,
CAPÍTULO 9 Exercícios Resolvidos
CAPÍTULO 9 Exercícios Resolvidos R9.1) Diâmetro de esferas de rolamento Os dados a seguir correspondem ao diâmetro, em mm, de 30 esferas de rolamento produzidas por uma máquina. 137 154 159 155 167 159
AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas
1 AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas Ernesto F. L. Amaral 19 e 28 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro:
Somatórias e produtórias
Capítulo 8 Somatórias e produtórias 8. Introdução Muitas quantidades importantes em matemática são definidas como a soma de uma quantidade variável de parcelas também variáveis, por exemplo a soma + +
2 Modelo Clássico de Cramér-Lundberg
2 Modelo Clássico de Cramér-Lundberg 2.1 Conceitos fundamentais Nesta sessão introduziremos alguns conceitos fundamentais que serão utilizados na descrição do modelo de ruína. A lei de probabilidade que
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ (UFPI) ENG. DE PRODUÇÃO PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ (UFPI) ENG. DE PRODUÇÃO PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA 2 LISTA N O 2 Prof.: William Morán Sem. I - 2011 1) Considere a seguinte função distribuição conjunta: 1 2 Y 0 0,7 0,0
MODELOS PROBABILÍSTICOS MAIS COMUNS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS
MODELOS PROBABILÍSTICOS MAIS COMUNS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS Definições Variáveis Aleatórias Uma variável aleatória representa um valor numérico possível de um evento incerto. Variáveis aleatórias
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Grafos Cliques Maximais Para determinar os cliques maximais de um grafo G podemos usar o método de Maghout em Dado o grafo abaixo, calcule Determine os conjuntos independentes maximais em
AV2 - MA 12-2012. (a) De quantos modos diferentes posso empilhá-los de modo que todos os CDs de rock fiquem juntos?
Questão 1. Num porta-cds, cabem 10 CDs colocados um sobre o outro, formando uma pilha vertical. Tenho 3 CDs de MPB, 5 de rock e 2 de música clássica. (a) De quantos modos diferentes posso empilhá-los de
PE-MEEC 1S 09/10 118. Capítulo 4 - Variáveis aleatórias e. 4.1 Variáveis. densidade de probabilidade 4.2 Valor esperado,
Capítulo 4 - Variáveis aleatórias e distribuições contínuas 4.1 Variáveis aleatórias contínuas. Função densidade de probabilidade 4.2 Valor esperado, variância e algumas das suas propriedades. Moda e quantis
Resoluções comentadas de Raciocínio Lógico e Estatística - SEPLAG-2010 - EPPGG
Resoluções comentadas de Raciocínio Lógico e Estatística - SEPLAG-010 - EPPGG 11. Em uma caixa há 1 bolas de mesmo tamanho: 3 brancas, 4 vermelhas e 5 pretas. Uma pessoa, no escuro, deve retirar n bolas
Empresa de Pesquisa Energética (EPE) 2014. Analista de Projetos da Geração de Energia
Empresa de Pesquisa Energética (EPE) 2014 Analista de Projetos da Geração de Energia Oi, pessoal! Vou resolver as quatro questões de Estatística (53 a 56) da prova elaborada pela banca Cesgranrio para
16.36: Engenharia de Sistemas de Comunicação Aula 14: Códigos cíclicos e detecção de erros
16.36: Engenharia de Sistemas de Comunicação Aula 14: Códigos cíclicos e detecção de erros Eytan Modiano Códigos Cíclicos Um código cíclico é um código de bloco linear onde c é uma palavra-chave, e também
Introdução à Análise Química QUI 094 ERRO E TRATAMENTO DE DADOS ANALÍTICOS
Introdução a Analise Química - II sem/2012 Profa Ma Auxiliadora - 1 Introdução à Análise Química QUI 094 1 semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos ERRO E TRATAMENTO DE DADOS ANALÍTICOS Introdução
3. Características amostrais. Medidas de localização e dispersão
Estatística Descritiva com Excel Complementos. 77 3. Características amostrais. Medidas de localização e dispersão 3.1- Introdução No módulo de Estatística foram apresentadas as medidas ou estatísticas
Aula de Exercícios - Testes de Hipóteses
Aula de Exercícios - Testes de Hipóteses Organização: Airton Kist Digitação: Guilherme Ludwig Testes de Hipóteses Exemplo Para decidirmos se os habitantes de uma ilha são descendentes da civilização A
ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA
ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA Os biólogos supunham que apenas as proteínas regulassem os genes dos seres humanos e dos
Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida 1
Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida 1 Aula 7 Covariância e suas aplicações Roteiro Introdução Covariância Valor esperado, Variância e Desvio-padrão da soma entre duas variáveis aleatórias Retorno
Introdução à Probabilidade e Estatística
Professor Cristian F. Coletti Introdução à Probabilidade e Estatística (1 Para cada um dos casos abaixo, escreva o espaço amostral correspondente e conte seus elementos. a Uma moeda é lançada duas vezes
Algoritmos de Busca em Tabelas
Dentre os vários algoritmos fundamentais, os algoritmos de busca em tabelas estão entre os mais usados. Considere por exemplo um sistema de banco de dados. As operações de busca e recuperação dos dados
2. Método de Monte Carlo
2. Método de Monte Carlo O método de Monte Carlo é uma denominação genérica tendo em comum o uso de variáveis aleatórias para resolver, via simulação numérica, uma variada gama de problemas matemáticos.
Métodos de Monte Carlo
Departamento de Estatística - UFJF Outubro e Novembro de 2014 são métodos de simulação São utilizados quando não temos uma forma fechada para resolver o problema Muito populares em Estatística, Matemática,
Resoluções comentadas das questões de Estatística da prova para. ANALISTA DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS E METAS da PREFEITURA/RJ
Resoluções comentadas das questões de Estatística da prova para ANALISTA DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS E METAS da PREFEITURA/RJ Realizada pela Fundação João Goulart em 06/10/2013 41. A idade média de todos
Distribuições de Probabilidade Distribuição Binomial
PROBABILIDADES Distribuições de Probabilidade Distribuição Binomial BERTOLO PRELIMINARES Quando aplicamos a Estatística na resolução de situações-problema, verificamos que muitas delas apresentam as mesmas
Bioestatística Aula 3
Aula 3 Castro Soares de Oliveira Probabilidade Probabilidade é o ramo da matemática que estuda fenômenos aleatórios. Probabilidade é uma medida que quantifica a sua incerteza frente a um possível acontecimento
INE 5111 Gabarito da Lista de Exercícios de Probabilidade INE 5111 LISTA DE EXERCÍCIOS DE PROBABILIDADE
INE 5 LISTA DE EERCÍCIOS DE PROBABILIDADE INE 5 Gabarito da Lista de Exercícios de Probabilidade ) Em um sistema de transmissão de dados existe uma probabilidade igual a 5 de um dado ser transmitido erroneamente.
Introdução à Simulação
Introdução à Simulação O que é simulação? Wikipedia: Simulação é a imitação de alguma coisa real ou processo. O ato de simular algo geralmente consiste em representar certas características e/ou comportamentos
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Processamento Digital de Imagens
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Processamento Digital de Imagens Prof Fabrízzio Alphonsus A M N Soares 2012 Capítulo 2 Fundamentos da Imagem Digital Definição de Imagem: Uma imagem
Aplicações de Escritório Electrónico
Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho
Introdução teórica aula 6: Capacitores
Introdução teórica aula 6: Capacitores Capacitores O capacitor é um elemento capaz de armazenar energia. É formado por um par de superfícies condutoras separadas por um material dielétrico ou vazio. A
Exercícios Resolvidos da Distribuição de Poisson
. a. Qual é a diferença entre as distribuições de Poisson e inomial? b. Dê alguns exemplos de quando podemos aplicar a distribuição de Poisson. c. Dê a fórmula da distribuição de Poisson e o significado
Trabalhamos na aula passada:
Gestão de Projetos Profa. Tatiana Maia Iniciamos as Etapas de Planejamento... Trabalhamos na aula passada: 1. Declaração de Escopo 2. Definição de atividades 1 Para que serve a Declaração de Escopo? Para
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO GRUPO: ESTATÍSTICA DATA: HORÁRIO: NOME DO CANDIDATO: CPF: ASSINATURA: INSTRUÇÕES:
Unidade de Ensino Descentralizada de Colatina Coordenadoria de Informática Disciplina: Probabilidade e Estatística Prof. Leandro Melo de Sá
Unidade de Ensino Descentralizada de Colatina Coordenadoria de Informática Disciplina: Probabilidade e Estatística Prof. Leandro Melo de Sá 2006/2 Unidade 2 - PROBABILIDADE Conceitos básicos * Probabilidade:
4. σ 2 Var X p x q e σ Dp X Podemos escrever o modelo do seguinte modo:
Distribuições de Probabilidades Quando aplicamos a Estatística na resolução de problemas administrativos, verificamos que muitos problemas apresentam as mesmas características o que nos permite estabelecer
Simulação de Evento Discreto
Simulação de Evento Discreto Simulação de evento discreto As variáveis de estado modificam-se apenas pela ocorrência de eventos Os eventos ocorrem instantaneamente em pontos separados no tempo São simulados
Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções
Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções 1. INTRODUÇÃO Ao se obter uma sucessão de pontos experimentais que representados em um gráfico apresentam comportamento
TIPO DE PROVA: A. Questão 3. Questão 1. Questão 2. Questão 4. alternativa E. alternativa A. alternativa B
Questão TIPO DE PROVA: A Em uma promoção de final de semana, uma montadora de veículos colocou à venda n unidades, ao preço único unitário de R$ 0.000,00. No sábado foram vendidos 9 dos Questão Na figura,
ESTATÍSTICA. Comando da Aeronáutica. EXAME DE ADMISSÃD Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica 2013
ESTATÍSTICA Comando da Aeronáutica EXAME DE ADMISSÃD Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários da Aeronáutica 013 1 8 Poisson ESPECIALIDADE 31) Seja X uma variável aleatória com função de densidade
Premium até 10 S.M. 180 60 30 20 10 a 20 S.M. 80 40 40 40 20 a 30 S.M. 60 30 60 70 mais de 30 S.M. 40 20 70 160
1 MQI 2003 Estatística para Metrologia semestre 2008.01 LISTA DE EXERCÍCIOS # 1 PROBLEMA 1 Uma empresa de TV a cabo toma uma amostra de 1000 clientes, com o objetivo de verificar a relação entre a renda
Introdução a Química Analítica. Professora Mirian Maya Sakuno
Introdução a Química Analítica Professora Mirian Maya Sakuno Química Analítica ou Química Quantitativa QUÍMICA ANALÍTICA: É a parte da química que estuda os princípios teóricos e práticos das análises
Olá pessoal! Sem mais delongas, vamos às questões.
Olá pessoal! Resolverei neste ponto a prova para AFRE/SC 2010 realizada pela FEPESE no último final de semana. Nosso curso teve um resultado muito positivo visto que das 15 questões, vimos 14 praticamente
1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3.
1 1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. Modelo de Resultados Potenciais e Aleatorização (Cap. 2 e 3
NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes
NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes Setembro/2013 Introdução Estimativas acuradas do volume de produtos e serviços processados pela
MÓDULO 6 INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE
MÓDULO 6 INTRODUÇÃO À PROBBILIDDE Quando estudamos algum fenômeno através do método estatístico, na maior parte das vezes é preciso estabelecer uma distinção entre o modelo matemático que construímos para
Distribuição de Erlang
Distribuição de Erlang Uma variável aleatória exponencial descreve a distância até que a primeira contagem é obtida em um processo de Poisson. Generalização da distribuição exponencial : O comprimento
(a 1 + a 100 ) + (a 2 + a 99 ) + (a 3 + a 98 ) +... + (a 50 + a 51 ).
Questão 1. A sequência 0, 3, 7, 10, 14, 17, 21,... é formada a partir do número 0 somando-se alternadamente 3 ou 4 ao termo anterior, isto é: o primeiro termo é 0, o segundo é 3 a mais que o primeiro,
Distribuição Binomial
Distribuição Binomial Exemplo Na manufatura de certo artigo, é sabido que um entre dez artigos é defeituoso. Qual a probabilidade de que uma amostra casual de tamanho quatro contenha: (a) Nenhum defeituoso?
94 (8,97%) 69 (6,58%) 104 (9,92%) 101 (9,64%) 22 (2,10%) 36 (3,44%) 115 (10,97%) 77 (7,35%) 39 (3,72%) 78 (7,44%) 103 (9,83%)
Distribuição das 1.048 Questões do I T A 94 (8,97%) 104 (9,92%) 69 (6,58%) Equações Irracionais 09 (0,86%) Equações Exponenciais 23 (2, 101 (9,64%) Geo. Espacial Geo. Analítica Funções Conjuntos 31 (2,96%)
Considerando-se a expressão trigonométrica x = 1 + cos 30, um dos possíveis produtos que a representam é igual a
Comentadas pelo professor: Vinicius Werneck Raciocínio Lógico 1- Prova: ESAF - 2012 - Receita Federal - Auditor Fiscal da Receita Federal Sabendo-se que o conjunto X é dado por X = {x R x² 9 = 0 ou 2x
Qual é Mesmo a Definição de Polígono Convexo?
Qual é Mesmo a Definição de Polígono Convexo? Elon Lages Lima IMPA, Rio de Janeiro Quando pensamos num polígono convexo, imaginamos seus vértices todos apontando para fora, ou seja, que ele não possui
