Efeito Fotoelétrico: ao tema
|
|
|
- Antônia Wagner Laranjeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Efeito Fotoelétrico. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Instituto de Física. Departamento de Física. Física do Século XXA (FIS1056). Prof. César Augusto Zen Vasconcellos. Lista 4 (Site: Tópicos. Quantização da Luz e da Energia. Efeito Fotoelétrico. Teoria dos Fótons de Einstein (Albert Einstein, Alemanha, ). Efeito Fotoelétrico: ao tema uma introdução Para explicar a freqüência da distribuição da radiação de uma cavidade de corpo negro, Max Planck propôs, como vimos, em 1901, de maneira ad hoc, que a energia da radiação poderia existir somente em estados discretos de energia que são proporcionais à freqüência 1, sendo a radiação eletromagnética composta portanto por quanta de luz 2 ou fótons 3. Para compreender o alcance da hipótese de Planck, é importante lembrar que a energia média dos quanta de luz é dada, na teoria de Planck, por Ē = = n=0 E n P (E n ) n=0 P (E n ) hν exp hν/k BT 1 = hc/λ exp hc/k BT λ 1 (1) 1 Ver artigo original de Max Planck, em português, em 2 Denominação proposta por Albert Einsten em Denominação proposta em 1926 pelo químico Gilbert Newton Lewis (EUA, ), o descobridor da ligação química covalente. Figura 1: Catástrofe dos Ultravioletas. Créditos: Figura 2: Distribuição Estatística de Planck. Créditos: onde P (E n ) representa a distribuição discretizada de Boltzmann 4 (distribuição de Planck). Esta suposição implica em que os modos mais altos de freqüência seriam menos populados de modo a evitar a catástrofe dos ultravioletas da Lei de Rayleigh-Jeans. O efeito fotoelétrico é provavelmente a mais direta e mais convincente demonstração da existência dos fótons bem como da natureza 4 Conhecida também como distribuição de Maxwell- Boltzmann. 1
2 2 César A. Zen Vasconcellos. Departamento de Física (IF-UFRGS). corpuscular da luz, na medida em que este efeito fornece evidências inquestionáveis da quantização do campo eletromagnético e das limitações da teoria clássica de Maxwell. Albert Einstein recebeu o Prêmio Nobel em Física em 1921 por sua explicação do efeito fotoelétrico e por suas contribuições à física teórica. Efeito Fotoelétrico O efeito fotoelétrico se refere à emissão (ejeção) de elétrons da superficie de um material, geralmente metálico, devido à incidência de ondas eletromagnéticas (luz). Energia contida na luz incidente é absorvida pelos elétrons no metal que adquirem assim energia suficiente para serem ejetados da superfície do material 5. Este efeito foi observado pela primeira vez por Heinrich Hertz em 1887, sendo também conhecido como efeito Herz. Hertz observou que eletrodos iluminados com luz de comprimento de onda na faixa ultravioleta criavam faíscas elétricas. O equipamento experimental para o efeito fotoelétrico consiste tipicamente em um tubo transparente (de vidro ou quartzo) mantido em vácuo e contendo uma placa de um metal alcalino 6, que é denominada de placa emissora ou 5 Hoje sabemos que os elétrons que orbitam no átomo sofrem forças de atração. Mas, se receberem energia suficiente, poderão abandonar suas orbitais. O efeito fotoeléctrico ocorre devido à incidência de um feixe de radiação com energia superior à energia de remoção dos elétrons orbitais do metal. A energia cinética destes elétrons corresponde ao excesso de energia para sua remoção. 6 Metais alcalinos: lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio. A palavra álcali é derivada de um termo arábico que quer dizer cinza de platina. Uma das características mais importantes dos metais alcalinos é a semelhança de suas propriedades químicas, sendo metais leves e pouco rígidos; possuem pontos de fusão, de ebulição e densidade baixos e são altamente reativos, não sendo encontrados livres na natureza. Todavia, seus compostos estão entre os mais estáveis ao calor de modo que sua decomposição térmica é altamente cátodo e outra, denominada de placa coletora ou ánodo, que consiste de um metal nobre 7. O experimento consiste em iluminar a placa emissora com luz de uma freqüência ν suficientemente alta e bem definida (e portanto com um comprimento de onda λ da mesma forma bem definido) e medir a eventual corrente elétrica que pode ocorrer entre o cátodo e o ánodo, como mostra a figura (3). O emissor e o coletor são mantidos a uma diferença de potencial V. Se os elétrons emitidos (hoje conhecidos como fotoelétrons) forem suficientemente energéticos para atingir o coletor, serão por ele capturados, captura esta que se manifestará na forma de uma corrente elétrica, i, que passa pelo amperímetro µa. A freqüência ν, a intensidade I da luz, a diferença de potencial V e o material do emissor podem ser variados. Figura 3: Experimento do efeito fotoelétrico. Créditos: improvável. 7 Metais nobres, são metais resistentes à corrosão e oxidação (por exemplo, rutênio, ródio, paládio, prata, ósmio, irídio, platina, ouro).
3 Física do Século XXA. Lista 4: Efeito Fotoelétrico. 3 Resultados Experimentais do Efeito Fotoelétrico Os resultados experimentais do efeito fotoelétrico podem ser sintetizados na seguinte forma: 1. A corrente elétrica medida no amperímetro surge quase que instantaneamente ao processo de iluminação do emissor, mesmo para luz incidente de baixa intensidade; o atraso entre o tempo de iluminação e o do surgimento de corrente elétrica é da ordem de 10 9 s, ou seja, o processo é praticamente instantâneo, e é independente da intensidade da luz incidente. 2. Fixadas a freqüência e a diferença de potencial, a corrente elétrica mostra-se diretamente proporcional à intensidade da luz incidente. Portanto, ao aumentar a intensidade da radiação incidente, aumenta o número de elétrons ejetados do cátodo. 3. Fixadas a freqüência e a intensidade da luz incidente, a corrente elétrica decresce à medida em que a diferença de potencial cresce; a corrente elétrica então cessa para um certo valor de V, o chamado potencial elétrico de frenagem ou de corte, V 0 ; esta quantidade, que é independente da intensidade da luz incidente, representa a diferença de potencial necessária para impedir que os fotoelétrons mais rápidos atinjam o coletor, reduzindo assim a corrente a zero. 4. Para um dado material emissor, o potencial de frenagem varia linearmente com a freqüência na seguinte forma funcional ev 0 = hν ew 0 ; (2) para atingirem a placa coletora, os fotoelétrons devem ter uma energia cinética K e ev ; V 0 corresponde ao valor do potencial de frenagem para o qual K e < ev = ev 0 ; fixado o material, ew 0 é uma constante; ew 0 varia porém de material para material; mas o valor de h permanece sempre constante para todos os materiais. Predições da Teoria de Maxwell para o Efeito Fotoelétrico A teoria de Maxwell era baseada no conceito de propagação ondulatória da luz e na idéia, clássica, de que a energia transportada pela onda apresentava uma distribuição contínua. Assim, segundo Maxwell, a energia incidente seria distribuída uniformemente sobre a superfície metálica do emissor. Portanto, com respeito ao primeiro ítem referente aos resultados experimentais do efeito fotoelétrico, a corrente elétrica medida no amperímetro não deveria surgir, segundo a física clássica, quase que instantaneamente ao processo de iluminação do emissor, mesmo para luz incidente de baixa intensidade. Ou seja, a expectativa dos físicos à época era de que o atraso entre o tempo de iluminação do cátodo e o surgimento de corrente elétrica não poderia ser da ordem de 10 9 s e nem ser independente da intensidade da luz incidente. Isto porque o tempo necessário para que houvesse energia suficiente, em uma área equivalente a um átomo, para ejeção de elétrons podia ser calculado. E o resultado levava a um tempo de cerca de 60s, ou seja, muito maior do que o valor determinado experimentalmente, de cerca de 10 9 s. Portanto, o tempo necessário para que um átomo irradiado por uma fonte acumule energia suficiente para emissão eletrônica é, do ponto de vista clássico, muito maior do que o valor determinado experimentalmente. Este resultado experimental não era portanto explicado pela física clássica. Ademais, usando a teoria clássica de Maxwell, quanto mais intensa for a luz in-
4 4 César A. Zen Vasconcellos. Departamento de Física (IF-UFRGS). cidente, mais energia se distribuiria sobre o cátodo e maior seria a energia cinética dos elétrons ejetados pois absorveriam maior quantidade de energia e isto se refletiria em uma maior energia cinética de emissão. Assim, a energia cinética média dos elétrons emitidos cresceria, segundo a teoria clássica, com a intensidade da luz incidente. Esta predição da teoria clássica também não era observada experimentalmente. Isto porque, quando examinamos o segundo item dos resultados experimentais referentes ao efeito fotoelétrico, este resultado indica que ao aumentarmos a intensidade da luz incidente, ao contrário do que era esperado na física clássica, a luz incidente não arranca os elétrons do metal com maior energia cinética. O que realmente acontece é que uma maior quantidade de eléctrons é ejetada. A Teoria dos Quanta de Luz de Albert Einstein Einstein, em 1905, resolveu de maneira bem sucedida ambos os paradoxos acima enumerados, propondo que a luz incidente consiste de porções discretas (quanta) de matéria (ou fótons), que interagem com os elétrons no metal de maneira similar a partículas elementares, em substituição à concepção de Maxwell de ondas contínuas. Na visão quântica, a energia carregada por um fóton é absorvida inteiramente por um único elétron. Se o elétron é ejetado do material, a diferença entre a energia absorvida pelo elétron e a energia com a qual o elétron estava ligado à superfície do material aparece como energia cinética do elétron. Na mecânica quântica, para uma dada freqüência ν, cada fóton carrega energia onde h é a constante de Planck. E = hν, (3) Esta interpretação física explica porque a corrente elétrica medida no amperímetro, em uma experiência do efeito fotoelétrico, surge quase que instantaneamente ao processo de iluminação do emissor, mesmo para luz incidente de baixa intensidade: como os fótons se propagam à velocidade da luz, o intervalo de tempo t entre o processo de absorção de um fóton com energia hν pelo átodo e a correspondente ejeção de um elétron é inversamente proporcional a c, pois t = x v = x fc, (4) onde v = fc é a velocidade do elétron e x caracteriza a distância entre o cátodo e o ánodo sendo f um valor fracionário. Um valor típicos de f é Usando portanto por simplicidade x/f = 0, 0299m, e para a velocidade da luz 8 c 2, m/s obtemos respectivamente t 10 9 s e t s. O aumento da intensidade da luz incidente por sua vez corresponde, na teoria de Einstein, ao aumento do número de fótons incidentes por unidade de tempo (fluxo), enquanto a energia de cada fóton permanece constante à medida em que a freqüência da radiação permaneça constante. Assim, na teoria de Einstein, ao aumentar a intensidade da radiação incidente, aumentaria o número de elétrons ejetados do cátodo devido ao correspondente aumento de fótons incidentes, supondo cada fóton como sendo responsável pela ejeção de um único elétron, explicando assim o segundo resultado experimental do efeito fotoelétrico anteriormente apresentado. Mas cada elétron teria a mesma energia cinética dos demais (supondo ademais elétrons sendo ejetados de orbitais equivalentes). Da mesma forma, na teoria de Einstein, ao aumentarmos a freqüência da radiação 8 A velocidade da luz no vácio é igual a c = 2, m/s.
5 Física do Século XXA. Lista 4: Efeito Fotoelétrico. 5 incidente, mas mantendo a intensidade da radiação inalterada, ocorreria aumento correspondente na energia cinética média dos elétrons ejetados, pois o número de fótons da radiação permaneceria o mesmo, ejetando portanto o mesmo número de elétrons do caso anterior, mas as energias dos fótons que seriam absorvidos pelos elétrons seriam maiores. Além disso, a determinação experimental da taxa de crescimento da energia dos elétrons ejetados em função do crescimento correspondente da freqüência permite inferir-se a lei ev 0 = hν ew 0 bem como a determinação da constante de Planck, h. Albert Einstein recebeu o Prêmio Nobel em Física em 1921 por sua explicação do efeito fotoelétrico e por suas contribuições à física teórica. Problemas 1. Azuis versus vermelhos. A afirmação a seguir está certa ou errada? Responda por quê? A luz vermelha, de baixa freqüência, provoca a ejeção de elétrons de uma peça de metal. Na visão clássica, a luz é representada por uma onda contínua cuja energia está distribuída por toda a extensão da onda. É fato, porém, que quando aumetamos a intensidade da luz incidente, uma quantidade maior de elétrons é ejetada da peça de metal, contradizendo assim a visão da teoria de Maxwell que sugere que os elétrons ejetados deveriam moverse, neste caso, mais rapidamente. Quando a luz incidente é de cor azul, os elétrons ejetados são muito mais rápidos e, portanto, têm muito maior energia cinética do que no caso anterior da incidência de luz de cor vermelha. A razão para tal é que a luz pode se comportar não apenas como uma onda contínua, mas também como um feixe discreto de energia contendo partículas chamadas de fótons. 2. Afirmamos no corpo do texto que A teoria de Maxwell era baseada no conceito de propagação ondulatória da luz e na idéia, clássica, de que a energia transportada pela onda apresentava uma distribuição contínua. Assim, segundo Maxwell, a energia incidente seria distribuída uniformemente sobre a superfície metálica do emissor. Se a afirmação do item anterior (vermelhos versus azuis) for totalmente verdadeira, então o problema da teoria de Maxwell em explicar o efeito fotoelétrico se resumiria a considerar que a energia transportada pela onda apresentava uma distribuição contínua. Maxwell não estaria portanto equivocado em considerar que a luz podia ser representada por uma onda. Certo ou errado? Por quê? 3. Quando se faz incidir luz monocromática pode observar-se ou não o efeito fotoelétrico, ou seja somente se observa efeito fotoeléctrico a partir de um comprimento de onda mínimo incidente, valor esse que depende do metal. Este é um aspecto para o qual a teoria clássica da radiação não apresentava explicação. Certo ou errado? Por quê? 4. Considere uma superfície de potássio localizada a uma distância igual a 75cm de um bulbo de uma lâmpada de 100W. Suponha que a energia irradiada pelo bulbo corresponde a cerca de 5% da potência de entrada do sistema. Tratando cada átomo de potássio como um disco circular de diâmetro igual a 1Å, determine o tempo necessário para cada átomo absorver uma quantidade de energia igual à sua função trabalho de 2.0eV,
6 6 César A. Zen Vasconcellos. Departamento de Física (IF-UFRGS). de acordo com a interpretação ondulatória da propagação da luz. Solução: 57, 6s. e E vermelho. Considerando-se essas informações, é correto afirmar que: a) E verde > E vermelho e λ verde > λ vermelho ; b) E verde > E vermelho e λ verde < λ vermelho ; c) E verde < E vermelho e λ verde > λ vermelho ; d) E verde < E vermelho e λ verde < λ vermelho ; 6. Quando uma experiência do efeito fotoelétrico é realizada usando-se o cálcio como emissor, os seguintes valores para o potencial de frenagem são encontrados: λ em Å ν em Hz 1,18 0,958 0,822 0,741 V 0 em Volts 1,95 0,98 0,50 0,14 Figura 4: Efeito fotoelétrico. Créditos: 5. O LED é um componente eletrˆnico do tipo semicondutor (diodo emissor de luz (L.E.D = Light Emitter Diode)). A tecnologia utilizada em um LED é similar àquela utilizada nos chips dos computadores, transformando energia elétrica em luz, mas de forma diferente daquela que ocorre em lâmpadas convencionais. As lâmpadas utilizam filamentos metálicos, radiação ultravioleta e descarga de gases, entre outras para a geração de luz. Nos LEDs, a transformação de energia elétrica em luz ocorre quando elétrons, na matéria, passam de um nível de maior energia para um outro de menor energia. Dois tipos comuns de LEDs são os que emitem luz de cor vermelha e os que emitem luz de cor verde. Sabe-se que a frequência da luz vermelha é menor do que a da luz verde. Seja λ verde o comprimento de onda da luz emitida pelo LED verde e E verde a diferença de energia entre os níveis desse LED enquanto que para o LED vermelho, essas grandezas são, respectivamente, λ vermelho Encontre o valor da constante de Planck a partir destes dados. Solução: 6, Js. 7. A energia cinética de fotoelétrons varia entre zero e 4, J, quando luz de comprimento de onda igual a 3000 Åincide sobre uma superfície. a) Qual é o potencial de frenagem para esta luz? b) Qual é o comprimento de onda limiar para este material? c) O emissor em um tubo fotoelétrico tem um comprimento de onda limiar igual a 6000Å. Determine o comprimento de onda da luz incidente em um tubo com potencial de frenagem, para esta luz, igual a 2, 5V. Solução: a) 2, 5V ; b) 7590Å; c) 2713Å. 8. Suponha que o comprimento de onda de luz incidente em um experimento do efeito fotoelétrico é modificado de 3000Å para 3010Å. Determine a correspondente modificação no potencial de frenagem. Solução: V.
2. Propriedades Corpusculares das Ondas
2. Propriedades Corpusculares das Ondas Sumário Revisão sobre ondas eletromagnéticas Radiação térmica Hipótese dos quanta de Planck Efeito Fotoelétrico Geração de raios-x Absorção de raios-x Ondas eletromagnéticas
Parte 2. Licenciatura em Química Física III
Parte 2 Licenciatura em Química Física III Breve histórico O efeito fotoelétrico foi descoberto por Heinrich Hertz em 1887, ele estudava os efeitos das equações do eletromagnetismo propostas por Maxwell
EFEITO FOTOELÉTRICO. Propriedade corpuscular da radiação eletromagnética Reforço à teoria quântica de Planck (quanta de energia)
EFEITO FOTOELÉTRICO Elétrons são emitidos da matéria após absorverem a energia de uma radiação eletromagnética (de baixos comprimentos de onda visível ou UV) que incida sobre ela. Descoberto acidentalmente
Uma breve história do mundo dos quanta. Érica Polycarpo Equipe de Física Coordenação: Prof. Marta Barroso
Uma breve história do mundo dos Érica Polycarpo Equipe de Física Coordenação: Prof. Marta Barroso Tópicos da Segunda Aula Abordagem histórica Radiação de corpo negro Efeito fotoelétrico Espalhamento Compton
Física D Extensivo V. 8
Física D Extensivo V. 8 Exercícios 0) C f R X > f WZ 0) B 03) E 04) E raios X > luz Raios X são radiações eletromagnéticas com um comprimento de onda muito curto, aproximadamente de 0,06 até 0 Å. Formam-se
EFEITO FOTOELÉTRICO. Propriedade corpuscular da radiação eletromagnética Reforço à teoria quântica de Planck (quanta de energia)
EFEITO FOTOELÉTRICO Elétrons são emitidos da matéria após absorverem a energia de uma radiação eletromagnética (de baixos comprimentos de onda visível ou UV) que incida sobre ela. Descoberto acidentalmente
Física Moderna. A quantização da energia. Dualidade onda-partícula. O efeito fotoelétrico.
Física Moderna A quantização da energia. Dualidade onda-partícula. O efeito fotoelétrico. Efeito fotoelétrico Quando uma radiação eletromagnética incide sobre a superfície de um metal, elétrons podem ser
ATIVIDADE DE FÍSICA MODERNA LER E RESUMIR RESPONDER LISTA
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE MODELO VASCO DOS REIS VERIFICAÇÃO
AULA METAS: Introduzir o conceito de fóton no contexto. usar a teoria de Einstein para o efeito fotoelétrico
METAS: Introduzir o conceito de fóton no contexto da teoria de Einstein para o efeito fotoelétrico. Introduzir a teoria elementar do efeito Compton. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes
FÍSICA IV PROF. PIERRE VILAR DANTAS AULA 10-28/10/2017 TURMA: A HORÁRIO: 7M PIERREDANTASBLOG.WORDPRESS.COM
FÍSICA IV PROF. PIERRE VILAR DANTAS AULA 10-28/10/2017 TURMA: 0053- A HORÁRIO: 7M PIERREDANTASBLOG.WORDPRESS.COM 1 Introdução à Física Moderna 2 Objetivos do Aprendizado Explicar a absorção e emissão da
QUESTÕES DE FÍSICA MODERNA
QUESTÕES DE FÍSICA MODERNA 1) Em diodos emissores de luz, conhecidos como LEDs, a emissão de luz ocorre quando elétrons passam de um nível de maior energia para um outro de menor energia. Dois tipos comuns
4º bimestre - Volume 3, Capítulo 19
Página 1 de 7 4º bimestre - Volume 3, Capítulo 19 Testes propostos 4º bimestre 1 (Uneb-BA) De acordo com o físico Max Planck, que introduziu o conceito de energia quantizada, a luz, elemento imprescindível
Física Experimental C. Efeito fotoelétrico
4323301 Física Experimental C Efeito fotoelétrico Grupo: Nome No. USP No. Turma Introdução O Objetivo dessa experiência consiste em determinar a constante de Planck através da medida do efeito fotoelétrico
Introd. Física Médica
Introd. Física Médica O Efeito Foto Elétrico (EFE) Introdução a Física Médica O Efeito Foto Elétrico (EFE) Introdução a Fís sica Médica Heinrich HERTZ descobriu o Efeito FotoElétrico (1887): Quando a luz
Radiação do Corpo Negro
Aula-8 Fótons I Radiação do Corpo Negro Radiação Térmica Até agora estudamos fenômenos em que a luz é era considerada como onda. Porém, há casos em que a explicação convencional da teoria eletromagnética
O Efeito Fotoelétrico
O Efeito Fotoelétrico O efeito fotoelétrico é a emissão de elétrons por um material, geralmente metálico, quando exposto a uma radiação eletromagnética (como a luz) suficientemente energética, ou seja,
QUÍMICA I. Teoria atômica Capítulo 6. Aula 2
QUÍMICA I Teoria atômica Capítulo 6 Aula 2 Natureza ondulatória da luz A teoria atômica moderna surgiu a partir de estudos sobre a interação da radiação com a matéria. A radiação eletromagnética se movimenta
ÓPTICA GEOMÉTRICA PAULO SÉRGIO
ÓPTICA GEOMÉTRICA PAULO SÉRGIO Isaac Newton (1642 1727) Defensor da teoria corpuscular da luz. Explicava: a refração e a reflexão da luz a propagação retilínea a formação de sombras LUZ PARTÍCULAS OU
Introdução à Química Moderna
Introdução à Química Moderna Prof. Alex Fabiano C. Campos, Dr Radiação de Corpo Negro Objeto com T 0K:emite radiação eletromagnética. T 0K Física Clássica: vibração térmica dos átomos e moléculas, provoca
Aula 21 Fótons e ondas de matéria I. Física Geral IV FIS503
Aula 21 Fótons e ondas de matéria I Física Geral IV FIS503 1 Correção da aula passada: Energia relativística: uma nova interpretação m p = 1, 007276 u m 4 He = 4, 002603 u ΔE = (mhe 4m p )c 2 = 0, 026501
Instituto de Física USP. Física V - Aula 11. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física V - Aula 11 Professora: Mazé Bechara AVISOS 1. A aula de 21/3, quinta-feira será uma aula de aplicações. Excepcionalmente não haverá a sessão monitoria às 13h. 2. Na página
Efeito Fotoelétrico. Elétron ejetado. luz. Originalmente observado por Hertz em 1887
Efeito Fotoelétrico Efeito Fotoelétrico Elétron ejetado luz Originalmente observado por Hertz em 1887 Elétrons ejetados???? Efeito fotoelétrico: emissão de elétrons por uma placa (catodo) quando exposta
Efeito Fotoelétrico. AULA 3 META: Determinar a constante de Planck e da função trabalho do material que compõe uma célula fotoelétrica.
Efeito Fotoelétrico META: Determinar a constante de Planck e da função trabalho do material que compõe uma célula fotoelétrica. OBJETIVOS: Ao m da aula os alunos deverão: Entender o efeito fotoelétrico.
Instituto de Física USP. Física Moderna I. Aula 08. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física Moderna I Aula 08 Professora: Mazé Bechara Aula 08 Ondas eletromagnéticas. O efeito fotoelétrico e os fótons. A natureza dual da radiação eletromagnética 1. Aplicação relativa
a) Classifique todas as imagens obtidas da esquerda para a direita, na ordem que elas aparecem:
Resolução aula 4 1. (UMDMDD) Utilize a abreviação R para real, V para virtual, I para invertida, D para direita, ME para menor, IG para igual e MA para maior e responda as questões abaixo referente a figura
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN)
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN) Descobertos por Wilhelm Röntgen (1895) Primeiro prêmio Nobel em física (1901) Radiação extremamente penetrante (
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN)
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN) Descobertos por Wilhelm Röntgen (1895) Primeiro prêmio Nobel em física (1901) Radiação extremamente penetrante (
Seleção de comprimento de onda com filtros de interferência
Seleção de comprimento de onda com filtros de interferência O que você pode aprender... Energia do fóton Absorção de fóton Efeito fotoelétrico externo Função trabalho Fotocélula Filtro de interferência
CAPÍTULO 38 HALLIDAY, RESNICK. 8ª EDIÇÃO
FÍSICA QUÂNTICA: FÓTONS E ONDAS DE MATÉRIA Prof. André L. C. Conceição DAFIS CAPÍTULO 38 HALLIDAY, RESNICK. 8ª EDIÇÃO Fótons e ondas de matéria Revisão 1) Relatividade: Do Tempo: (dilatação temporal) Das
Max Planck Pai da Física Quantica
A Mecânica Quântica é a parte da física que estuda o movimento dos corpos microscópicos em altas velocidades. As principais conclusões da Física Quântica são que, em estados ligados, a energia não se troca
Efeito Foto-Elétrico
Efeito Foto-Elétrico e Emissão de elétrons provocada pela incidência de radiação eletromagnética sobre algum material Breve história do efeito fotoelétrico : Heinrich Hertz 1886 descoberta do efeito (com
Análise de alimentos II Introdução aos Métodos Espectrométricos
Análise de alimentos II Introdução aos Métodos Espectrométricos Profª Drª Rosemary Aparecida de Carvalho Pirassununga/SP 2018 Introdução Métodos espectrométricos Abrangem um grupo de métodos analíticos
EFEITO FOTOELÉTRICO (RELATÓRIO / EXPERIMENTO - 3)
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE FÍSICA DEPARTAMENTO DE FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO FIS 101 ESTRUTURA DA MATÉRIA I PROF.: Edmar M do Nascimento Turma: Teórica/ Prática Data: Janeiro de 2005 Equipe:
Dualidade onda-partícula
Dualidade onda-partícula Química Inorgânica Prof. Edson Nossol Uberlândia, 22/03/2018 Mecânica quântica Matéria e radiação podem se comportar com partículas ou ondas Radiação eletromagnética é constituída
Estrutura eletrônica da matéria - resumo
Estrutura eletrônica da matéria - resumo A NATUREZA ONDULATÓRIA DA LUZ COMO A RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA SE MOVE À VELOCIDADE DA LUZ, O COMPRIMENTO DE ONDA E A FREQUÊNCIA ESTÃO RELACIONADOS: νλ=c ONDE ν(ni)
Heinrich Rudolf HERTZ
Heinrich Rudolf HERTZ Hertz foi o físico alemão que demonstrou a existência da radiação eletromagnética, através da criação de equipamentos que emitiam e detectavam ondas de rádio. (1857-1894) Em 1887,
Disciplina: Física IV Física Moderna
Disciplina: Física IV Física Moderna Instrutor: Prof. Carlos Eduardo Souza - Cadu Sala: A2-15 (IF, andar 1P) Email: [email protected] Site do curso: http://cursos.if.uff.br/fisicaiv_xxi_0216/
ELÉTRONS EM ÁTOMOS. Depois do modelo de Rutherford: Como é o comportamento dos elétrons nos átomos? Rutherford: estrutura planetária, com o
ELÉTRONS EM ÁTOMOS Depois do modelo de Rutherford: Como é o comportamento dos elétrons nos átomos? Rutherford: estrutura planetária, com o núcleo correspondendo ao sol no nosso sistema solar e os elétrons
Natureza ondulatória da luz
Natureza ondulatória da luz Planck (900): a energia só pode ser liberada (ou absorvida) por átomos em certos pedaços de tamanhos mínimos, chamados quanta (quantum, no singular). A relação entre a energia
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS ÁTOMO DE BOHR. QFL-4010 Prof. Gianluca C. Azzellini
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS ÁTOMO DE BOHR Ondas Eletromagnéticas ONDAS ELETROMAGNÉTICAS ASPECTOS GERAIS A= amplitude (m) λ= comprimento de onda (m) ν= frequência (Hz= s -1 ) c= velocidade da luz=,998x10 8
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Edição de novembro de 2011 CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 3.1- Efeito
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física IV 2019/1 Lista de Exercícios do Capítulo 5 Origens da Teoria Quântica
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física IV 2019/1 Lista de Exercícios do Capítulo 5 Origens da Teoria Quântica 1) Calcule a energia de um quantum de luz de comprimento de onda
01. (ITA ) A tabela abaixo mostra os níveis de energia de um átomo do elemento X que se encontra no estado gasoso.
01. (ITA - 1999) A tabela abaixo mostra os níveis de energia de um átomo do elemento X que se encontra no estado gasoso. E 0 0 E 1 7,0 ev E 2 13,0 ev E 3 17,4 ev Ionização 21,4 ev Dentro das possibilidades
Instituto de Física USP. Física V - Aula 18. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física V - Aula 18 Professora: Mazé Bechara Aula 28 Discussão da 1ª prova e Apresentação do Tópico III 1. Soluções das questões da prova com comentários. Critérios de correção.
Aula 12 - Capítulo 38 Fótons e Ondas de Matéria
Aula 12 - Capítulo 38 Fótons e Ondas de Matéria Física 4 Ref. Halliday Volume4 Sumário Introdução O Fóton (quantum de luz) Radiação térmica O Efeito Fotoelétrico Os Fótons possuem Momento A luz como uma
UFJF PISM º DIA (FÍSICA)
UFJF PISM 2017 3 2º DIA (FÍSICA) 1 ATENÇÃO: 1. Utilize somente caneta azul ou preta. 2. ESCREVA OU ASSINE SEU NOME SOMENTE NO ESPAÇO PRÓPRIO DA CAPA. 3. O espaço que está pautado nas questões é para a
Professor: Renan Oliveira
Professor: Renan Oliveira TEXTO: 1 - Comum à questão: 1 Além do efeito fotoelétrico, o efeito Compton é também um experimento que pode ser prontamente explicado em termos do modelo de fóton para a luz,
FNC375N: Lista 3. Caráter corpuscular da radiação. 13 de outubro de 2004
FNC375N: Lista 3 13 de outubro de 2004 Caráter corpuscular da radiação Einstein ampliou a idéia de Planck, que quantizou a energia dos osciladores em equilíbrio com a radiação, considerando a quantização
Astrofísica Geral. Tema 04: Luz. Alexandre Zabot
Astrofísica Geral Tema 04: Luz Alexandre Zabot Índice Dualidade onda-partícula Onda eletromagnética Espectro eletromagnético Efeito Doppler Corpo negro Átomo de Bohr e a luz Leis de Kirchhoff para a luz
SEL PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel Max Planck (1901): teoria dos quanta E depende da freqüência de radiação (ou de λ): E = h ν ν = c / λ E = h c / λ 4. PRODUÇÃO
10 º Lista Física Moderna -DUDU
10 º Lista Física Moderna -DUDU 1. (Ufsc 2017) A natureza da luz é um tema que ocupa os estudiosos desde a antiguidade. As teorias corpuscular e ondulatória buscam a preferência de cientistas famosos para
Espectro Eletromagnético. Professor Leonardo
Espectro Eletromagnético VÉSPERA- VERÃO 2010 EFEITO FOTO ELÉTRICO VÉSPERA- VERÃO 2010 VÉSPERA- VERÃO 2010 Efeito Fotoelétrico Problemas com a Física Clássica 1) O aumento da intensidade da radiação incidente
Astrofísica Geral. Tema 04: Luz
Outline 1 Dualidade onda-partícula 2 Onda eletromagnética 3 Espectro eletromagnético 4 Efeito Doppler 5 Corpo negro 6 Átomo de Bohr e a luz 7 Leis de Kirchhoff para a luz 8 Efeitos da Atmosfera na luz
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva A radiação do corpo negro e as hipóteses de Planck Um corpo, em qualquer temperatura emite radiação, algumas vezes denominada radiação térmica. O estudo minucioso
Instituto de Física USP. Física Moderna I. Aula 10. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física Moderna I Aula 10 Professora: Mazé Bechara Aula 10 - Efeito Compton ou o espalhamento dos Raios-X na interação com a matéria 1. O Efeito Compton o que é.. As características
1. (Fuvest-SP) Resolução
1. (Fuvest-SP) Na estratosfera, há um ciclo constante de criação e destruição do ozônio. A equação que representa a destruição do ozônio pela ação da luz ultravioleta solar (UV) é O gráfico representa
Instituto de Física USP. Física V - Aula 14. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física V - Aula 14 Professora: Mazé Bechara Aula 14 - Efeito Compton ou o espalhamento dos Raios-X na interação com a matéria 1. Efeito ou espalhamento Compton o que é.. As características
Nome: Jeremias Christian Honorato Costa Disciplina: Materiais para Engenharia
Nome: Jeremias Christian Honorato Costa Disciplina: Materiais para Engenharia Por propriedade ótica subentende-se a reposta do material à exposição à radiação eletromagnética e, em particular, à luz visível.
Modelos atômicos (quânticos) Bohr Sommerfeld Professor: Hugo Cesário
Modelos atômicos (quânticos) Bohr Sommerfeld Professor: Hugo Cesário Rutherford Niels Bohr Max Planck Sommerfeld Modelos atômicos quânticos Problemas de Rutherford: Modelo entrou em choque com os conceitos
Instituto de Física USP. Física V - Aula 15. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física V - Aula 15 Professora: Mazé Bechara Aula 15 Espectros de absorção e emissão atômica e modelo atômico de Thomson. 1. Evidências experimentais da existência de estrutura nos
Radiação Eletromagnética como Partícula
Radiação Eletromagnética como Partícula O efeito fotoelétrico foi descoberto por Hertz em 1887, observando que a intensidade da descarga elétrica entre dois eletrodos aumentava quando fazia incidir, sobre
AULA 01 TEORIA ATÔMICA COMPLETA
AULA 01 TEORIA ATÔMICA COMPLETA - ESTRUTURA ATÔMICA; - MODELOS ATÔMICOS; - ESPECTROSCOPIA ATÔMICA; - PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS DOS ELÉTRONS; - NÚMEROS QUÂNTICOS E DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA. Estrutura Eletrônica
EFEITO FOTOELÉCTRICO
EFEITO FOTOELÉCTRICO 1. Resumo Neste trabalho pretende se efectuar a verificação experimental do efeito fotoeléctrico e, partindo daí, determinar o valor de uma das constantes fundamentais da natureza,
COLÉGIO RESSURREIÇÃO NOSSA SENHORA Data: 02/08/2017 Disciplina: Física. Série/Turma: 3ª série EM Professor(a): Marcos Diniz Período:.
COLÉGIO RSSURRIÇÃO NOSSA SNHORA Data: 02/08/2017 Disciplina: Física Lista xtra Série/Turma: 3ª série M Professor(a): Marcos Diniz Período: 3 o Valor:. Bimestre Aluno(a): nº Nota: Física Moderna feito Fotoelétrico
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO ÍNDICE 2.1- Radiação Térmica 2.2-
SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PARA A SEGUNDA AVALIAÇÃO
FÍSICA IV PROF. DR. DURVAL RODRIGUES JUNIOR SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PARA A SEGUNDA AVALIAÇÃO Como na Biblioteca do Campus I e do Campus II temos bom número de cópias do Halliday e poucas do Serway, os
Estrutura da Matéria BIK Prof. Fernando Carlos Giacomelli (Turma A)
Estrutura da Matéria BIK0102-15 Prof. Fernando Carlos Giacomelli (Turma A) [email protected] Bloco A - Sala 613-3 Torre 3 - CCNH - Santo André Dualidade Onda-Partícula: Descrição Clássica
A NATUREZA DA LUZ. c=3x10 Fig. 1.1 Sir Isaac Newton PROF. TONHO
AULA 19 NATUREZA DA LUZ APOSTILA 7 FSC-D ÓPTICA GEOM MÉTRICA TEORIA CORPUSCULAR A NATUREZA DA LUZ Em 1672, o físico inglês Isaac Newton apresentou uma teoria conhecida com modelo corpuscular da luz. Nessa
A radiação do corpo negro
A radiação do corpo negro Um corpo em qualquer temperatura emite radiações eletromagnéticas. Por estarem relacionadas com a temperatura em que o corpo se encontra, freqüentemente são chamadas radiações
Cap. 38 Fótons e ondas de matéria
Cap. 38 Fótons e ondas de matéria Problemas com a mecânica clássica: Radiação de corpo negro; Efeito fotoelétrico; O fóton; Efeito fotoelétrico explicado; Exemplo prático: fotoemissão de raios-x; Efeito
Sequência didática multimídia para o ensino do efeito fotoelétrico
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA SBF/CAPES Produto Educacional Sequência didática multimídia para o ensino do efeito fotoelétrico
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Primeira Edição junho de 2005 CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 3.1- Efeito
O efeito fotoeléctrico
O efeito fotoeléctrico 27 de Outubro de 2005 1 O efeito fotoeléctrico Desde os ns do século 19 que se sabe que certos metais podem emitir electrões por incidência da luz. A este efeito chama-se efeito
Principais modelos atômicos. Principais modelos atômicos Modelo Atômico de Rutherford (1911)
Principais modelos atômicos Modelo Atômico de Thomson (898) Com a descoberta dos prótons e elétrons, Thomson propôs um modelo de átomo no qual os elétrons e os prótons, estariam uniformemente distribuídos,
AULA 01 TEORIA ATÔMICA COMPLETA
AULA 01 TEORIA ATÔMICA COMPLETA - ESTRUTURA ATÔMICA; - MODELOS ATÔMICOS; - ESPECTROSCOPIA ATÔMICA; - PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS DOS ELÉTRONS; - NÚMEROS QUÂNTICOS E DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA. QUÍMICA estudo
Introdução: A teoria de Einstein para o efeito fotoelétrico
Introdução: Esta experiência tem por objetivo a caracterização do efeito fotoelétrico e a medida da constante de Planck com auxílio de uma célula fotoelétrica. A emissão de elétrons provocada por ação
Luz & Radiação. Roberto Ortiz EACH USP
Luz & Radiação Roberto Ortiz EACH USP A luz é uma onda eletromagnética A figura acima ilustra os campos elétrico (E) e magnético (B) que compõem a luz Eles são perpendiculares entre si e perpendiculares
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 3.1- Efeito
QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Capítulo 6 Estrutura eletrônica dos átomos David P. White
QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Capítulo 6 Estrutura eletrônica dos átomos David P. White Natureza ondulatória da luz Todas as ondas têm um comprimento de onda característico, λ, e uma amplitude, A.
1 - EFEITO FOTOELÉTRICO
1 - EFEITO FOTOELÉTRICO Introdução: Esta experiência tem por objetivo a caracterização do efeito fotoelétrico e a medida da constante de Planck com auxílio de uma célula fotoelétrica. A emissão de elétrons
Quantização da Carga, Luz e Energia
Quantização da Carga, Luz e Energia Prof. Jaime Urban 1 / 13 Quantização da Carga Elétrica Primeiras medidas de e e de e/m Michael Faraday (1791-1867) Condução da eletricidade em ĺıquidos - Lei da eletrólise
Noções básicas de quântica. Prof. Ms. Vanderlei Inácio de Paula
Noções básicas de quântica Prof. Ms. Vanderlei Inácio de Paula Noções de quântica O professor recomenda: Estude pelos seguintes livros/páginas sobre a Ligações químicas e faça os exercícios! Shriver Ed
Guia do Professor. Módulo: Efeito Fotoelétrico
Guia do Professor Módulo: Efeito Fotoelétrico Este módulo é uma adaptação da unidade Efeito Fotoelétrico Bloco X extraído do projeto Atualização dos currículos de Física no Ensino Médio de Escolas Estaduais:
INTRODUÇÃO À ASTROFÍSICA LIÇÃO 9 O PROBLEMA DO CORPO NEGRO
Introdução à Astrofísica INTRODUÇÃO À ASTROFÍSICA LIÇÃO 9 O PROBLEMA DO CORPO NEGRO Lição 8 O Problema do Corpo Negro A maior parte de toda a física do século XIX estava bem descrita através da mecânica
NATUREZA DUAL DA LUZ E EFEITO FOTOELÉTRICO. 1) A primeira hipótese cientificamente válida para explicar a natureza da luz:
NATUREZA DUAL DA LUZ E EFEITO FOTOELÉTRICO 1) A primeira hipótese cientificamente válida para explicar a natureza da luz: a) Data do antigo Egito, tendo sido elaborada pelo faraó Amenóphis IV em homenagem
O ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO
O ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO ONDAS: Interferência construtiva e destrutiva Onda 1 Onda 2 Onda composta a b c d e A luz apresenta interferência: natureza ondulatória: O experimento de Young (~1800) Efeito
Radiação térmica e a constante de Planck
Material complementar de física 4 Professores: Márcia e Fabris Radiação térmica e a constante de Planck Em 14 de dezembro de 19, Max Planck apresentou a Sociedade Alemã de Física o seu artigo sobre a eoria
MODELOS ATÔMICOS BIK0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA. Professor Hugo Barbosa Suffredini Site:
BIK0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA Crédito: Sprace MODELOS ATÔMICOS Professor Hugo Barbosa Suffredini [email protected] Site: www.suffredini.com.br Ondas (uma breve revisão...) Uma onda é uma perturbação
CLIMATOLOGIA. Radiação solar. Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira
CLIMATOLOGIA Radiação solar Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira Sistema Solar Componente Massa (%) Sol 99,85 Júpiter 0,10 Demais planetas 0,04 Sol x Terra massa 332.900 vezes maior volume
