ASPECTOS SOCIAIS E IMPLICAÇÕES DA ORTOREXIA
|
|
|
- Ruth Schmidt Caldeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ASPECTOS SOCIAIS E IMPLICAÇÕES DA ORTOREXIA Introdução ISABEL CRISTINA VASCONCELOS DE OLIVEIRA ISIS SIMÕES LEÃO PROF. DR. JOÃO CARLOS ALCHIERI Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal/RN/Brasil [email protected] Os transtornos da conduta alimentar (TCA) são derivações quantitativas ou qualitativas de uma conduta alimentar considerada normal, que ocasionam situações carenciais, alterações orgânicas, trocas da composição corporal e desajustes importantes da relação do indivíduo com o alimento e a sua volta (BARTRINA, 2007). De acordo com Alén (2006), os TCAs são mais presentes nas sociedades desenvolvidas, considerando que nestas sociedades não há problemas de falta de alimentos. Os transtornos alimentares mais comuns são a anorexia nervosa e bulimia, que constituem o foco de uma quantidade maciça de publicações científicas sobre o tema, bem como são freqüentemente abordados no senso comum por meios de comunicação. No entanto, ultimamente tem-se discutido sobre outro transtorno da conduta alimentar, a ortorexia, cujas implicações para a vida dos sujeitos igualmente preocupantes. A ortorexia constitui-se uma preocupação excessiva por alimentos ou comida saudável, conduzindo a uma dieta extremamente restritiva (CASTRO & FERREIRA, 2007). Isto é, a alimentação se converte em uma preocupação recorrente, passando o indivíduo grande parte do seu tempo pensando nela e se sentindo culpado se não cumpre tal dieta. A ortorexia não foi reconhecida como doença, não existindo, portanto, quadros validados ou presentes nos manuais diagnósticos em psiquiatria (CAMARGO, COSTA, UZUNIAN & VIEBIG, 2008; ZAMORA, BONAECHEA, SÁNCHEZ & RIAL, 2005). No entanto, dadas as suas implicações, considera-se relevante à abordagem do tema. Nesta perspectiva, o presente trabalho visa caracterizar a ortorexia, a partir da discussão dos seus aspectos sociais, abrangendo os tópicos: definição, características clínicas, critérios para realização do diagnóstico, grupos de risco, fatores que influenciam o desencadeamento dos transtornos, aspectos culturais (culto ao corpo) e implicações sociais para os indivíduos. Ortorexia Derivada do vocábulo grego que significa apetite correto, a ortorexia tem se configurado como uma recente inclusão nos transtornos alimentares. Tal dieta visa atingir a saúde pela desintoxicação do corpo de substâncias impuras, como aditivos alimentares, metais pesados das águas, alimentos e produtos químicos ou manipulados industrialmente (transgênicos ou processados), produtos desvitalizados (refinados ou não integrais), alimentos não frescos ou congelados, colorantes e conservantes (ARNAIZ, 2008). Na ortorexia, os indivíduos consomem exclusivamente alimentos procedentes da agricultura ecológica, livres de componentes transgênicos, artificiais, pesticidas ou herbicidas, consistindo, portanto, em uma obsessão e preocupação pelo saudável, natural ou biológico. A forma de preparação dos alimentos e dos materiais utilizados para ele também são parte de um ritual obsessivo. São pessoas meticulosas, organizadas, com uma exagerada necessidade de autocuidado e proteção. As pessoas ortoréxicas centram suas vidas na alimentação, concebida como um ritual em torno do valor da pureza corporal e mental. Essa espiritualidade culinária provoca aflição quando gastam grande parte do seu tempo no planejamento, compra e ingestão de comida. Os indivíduos costumam utilizar somente no preparo das refeições utensílios de madeira ou cerâmica, e supervisionam também
2 pessoalmente a preparação dos alimentos. Lêem, ainda, completamente a composição nutricional de todas as etiquetas, não comem fora de casa, ou deixam de comer por medo de que os alimentos não sejam adequados (CADAVAL, ESCAURIAZA, BARRUTIA, RODRIGO & ARANCETA, 2005). A dieta resultante dessas práticas é radicalmente diferente das seguidas no próprio contexto cultural, exigindo destes uma grande força de vontade (ARNAIZ, 2008). Dessa forma, considerando que os alimentos comuns da sua dieta alimentar diferem da maioria da população, isto pode ocasionar implicações graves como asilamento social. Bartrina (2007) considera a ortorexia um transtorno obsessivo compulsivo, ao passo que Alén (2006) destaca que a restrição dos alimentos conduz a uma má nutrição, tendo como consequências principais a perda de peso, mau humor, e desequilíbrios metabólicos, cardiovasculares e perda da capacidade imunitária, permitindo assim, o aparecimento de infecções oportunistas. Devido a esse quadro, se assemelha com outros transtornos de conduta alimentar, como a anorexia e a bulimia. No entanto, difere-se destes, pois a preocupação não está na quantidade de alimento consumido, e sim na qualidade deles. Segundo Arnaiz (2008), não há consenso entre os autores sobre a prevalência da ortorexia. Alguns sugerem que este afeta principalmente mulheres jovens (como a anorexia e bulimia nervosa), assim como se acredita que se manifesta tanto em homens, quanto em mulheres (considerando que o objetivo não é a perda de peso, e sim ter uma alimentação saudável). No entanto, Alén (2006) traz estimativas de que na Espanha sua prevalência seja de menos de 1% da população, sendo mais freqüentes em mulheres, sobretudo aquelas vegetarianas, macrobióticas, crudistas e frutistas. É importante ressaltar que, quanto ao sensível limite do que é considerado normal ou patológico, Sanchez e Moreno (2007) defendem que não se deve confundir uma preocupação com uma vida saudável com uma obsessão. Citam, para tanto, que um indivíduo vegetariano ou macrobiótico não necessariamente sofre desta enfermidade. O indivíduo com ortorexia dedica-se a pensar com preocupação e detidamente no que vai comer no dia e nos dias seguintes, caracterizando, assim, uma fase de compra meticulosa e hipercrítica de cada um dos ingredientes; há outra fase relacionada à preparação culinária destes ingredientes, tendo que estar presentes técnicas e procedimentos que não estejam relacionadas a perigo para a saúde. E por fim, a fase de satisfação, conforto ou culpabilidade em função do cumprimento adequado das fases precedentes (BARTRINA, 2007). Portanto, citam-se como direcionamentos diagnósticos para a ortorexia, um questionário com 10 perguntas proposto por Bartrina (2007), que se respondido afirmativamente a 4 ou 5 questões, significa uma necessidade de relaxamento com a alimentação. Ou ainda, se respondido afirmativamente a todas as questões, indica uma importante obsessão com a alimentação saudável, devendo relatar esta conduta a um profissional qualificado. As principais questões estão relacionadas a: (a) dedicar mais de três horas diárias a pensar em sua dieta saudável; (b) preocupar-se mais com a qualidade dos alimentos do que com o prazer de consumi-los; (c) diminuição de sua qualidade de vida conforme aumenta a qualidade da sua alimentação; (d) sentimentos de culpabilidade quando não cumpre com suas convicções dietéticas; (e) planejamento excessivo do que se comerá no dia seguinte; (f) isolamento social provocado pelo seu tipo de alimentação (BARTRINA, 2007). Por fim, no que concerne à intervenção da ortorexia, assim como em outros transtornos (não só de ordem alimentar), é muito importante a sua prevenção e o diagnóstico precoce, com vistas a um melhor prognóstico da doença. O primeiro passo do ponto de vista fisiológico é atender aos requerimentos nutricionais da pessoa, ao passo que paralelamente se reestrutura os hábitos alimentares, de forma que a nova dieta seja completa, equilibrada e que esteja bem distribuída ao longo do dia. A introdução de alimentos inicialmente rechaçados deve realizar-se gradualmente, à medida que se explica a importância de uma dieta variada e completa, contemplando os alimentos básicos nas quantidades necessárias (CADAVAL et al., 2005). Tal tratamento da ortorexia requer a intervenção de uma equipe de ajuda em que participem
3 médicos, psicoterapeutas e nutricionistas. É necessária uma exploração médica inicial que favoreça o consenso de uma dieta mais equilibrada e confortável. Em alguns casos preocupantes pode ser necessário o uso de antiserotoninérgicos. É provável que a maior parte dos pacientes não se mantenham aderidos ao tratamento, especialmente o farmacológico, já que são pessoas preocupadas com a pureza e dieta natural. Aspectos sociais e implicações da Ortorexia Em termos de conseqüências físicas e fisiológicas que podem resultar desta dieta pobre, estão anemia, hipervitaminose, deficiências de vitaminas, de oligoelementos, etc., podendo ocasionar também doenças mais graves, como hipotensão arterial e osteoporose (CADAVAL et al., 2005). Além destas consequências, a rigidez na dieta alimentar traz implicações sociais. A perda do contato social é uma das conseqüências dos TCA de forma geral. No caso da ortorexia, em virtude da restrição dos tipos de alimentos, comer provoca angústia e um retraimento social, ocasionando um abandono das atividades de ócio e recreação, principalmente os restaurantes, que se convertem em lugares proibidos para suas dietas. Isto é, não comem fora de casa, ou deixam de comer por medo de que os alimentos não sejam adequados. De acordo com Arnaiz (2008) a literatura psicológica e biomédica aponta uma prevalência maior em mulheres jovens, especialmente em aquelas que por desejo de distinção social, têm adotados hábitos vegetarianos ou de outras seitas alimentares. Os motivos que levam os indivíduos a adotarem dietas vegetarianas são os mais diversos: de cunho religioso, filosófico, motivos de saúde, amor aos animais, razões humanitárias (ALÉN, 2006). Por alguns destes motivos, a ortorexia se apresenta em níveis socioeconômicos altos e médio-altos e parece não afetar os setores marginais, considerando que esse tipo de comida é muito mais dispendioso financeiramente do que a normal e mais difícil de conseguir. Autores como Del Campo (2003), partindo da máxima o homem é o que come, especula sobre os significados simbólicos, sociológicos e econômicos dos alimentos. Destaca que as diferenças entre as comidas dos mundos (fazendo menção aos países desenvolvidos e subdesenvolvidos) dependem da rentabilidade dos produtos. Isto é, que estas diferenças não estão relacionadas às necessidades alimentares da população, mas ao perfil destas pessoas a quem o produto está sendo destinado. Já Sanchez e Moreno (2007) insistem na influência dos meios de comunicação, que cada vez dedicam mais tempo e espaço a temas dietéticos, de forma a incidir na emergente projeção de problemas mentais e transtornos endócrinos. Ou ainda, ao recorrente discurso do ecologicamente correto, que associa tais pressupostos a estilos de vida que promovem saúde. As influências do contexto sociocultural também se fazem presentes no desencadeamento da ortorexia; no entanto, acredita-se que esses ditames se assemelham mais a pressupostos da cultural oriental. Isto é, as essências de doutrinas religiosas são muito similares: o hinduísmo e o budismo, por exemplo, abraçam o vegetarianismo como parte do caminho que conduzem a verdadeira santidade. Entretanto, argumenta-se que o vegetarianismo possui um equilibrado sentido filosófico e moral da vida, que vai muito além de uma simples dieta de frutas e verduras (ALÉN, 2006). De acordo com Sanchez e Moreno (2007), dentre as razões que podem conduzir a ortorexia estão a obsessão por buscar uma melhor saúde, o medo de ser envenenado pela indústria alimentar e seus aditivos ou até ter encontrado uma razão espiritual para comer um determinado tipo de alimento. Acrescentam ainda que as vítimas destas alterações desejam obter todo tipo de benefícios físicos, psíquicos e morais. Vera (2007, 2008), que já considera a ortorexia uma patologia social, tem como precedentes, ainda, a obsessão por dietas e o culto ao corpo. O crescente interesse por dietas, assim como uma dimensão que está alcançando o segmento de produtos dietéticos e lights, são um indicador da cada vez mais preocupação
4 generalizada com das sociedades por um corpo como realidade física e da integração do trinômio saúde-beleza-imagem. Outro aspecto que pode contribuir para o quadro é o desconhecimento desta patologia. Sanchez e Moreno (2007), apresentando os resultados de um dos poucos estudos realizados sobre o tema no México, sugerem um desconhecimento do termo e do significado da ortorexia, bem como dos efeitos que esta pode causar na saúde. Por fim, Zamora et al. (2005) sugerem que a obsessão provoca uma perda das relações sociais e conduz a uma insatisfação afetiva que por sua vez favorece a preocupação excessiva pela comida. Na ortorexia, o paciente quer inicialmente melhorar sua saúde, tratar uma enfermidade ou perder peso até que a dieta se converte no centro da sua vida. Considerações Finais Para não incorrer no erro de atribuir que qualquer desvio do comum seja considerado patológico, esse capítulo visou discutir as principais características da ortorexia e suas relações com as questões sociais, sejam estas influências culturais ou consequências nas relações interpessoais. Os transtornos relativos à conduta alimentar, ou mais especificamente à ortorexia, perpassam as consequências fisiológicas (dietas desequilibradas, com deficiência de determinadas substância e excesso de outras ou consumo de fármacos) e psicológicas, e trazem implicações graves para a dimensão social na vida dos indivíduos. Neste artigo, foram discutidos os critérios utilizados para o diagnóstico ortorexia, ainda que não haja um consenso quanto a sua classificação. Também não há uma concordância quanto à etiologia destes, mas pesquisas, segundo Molina (2007), apontam para modelos multicausais, com fatores socioculturais, biológicos e psicológicos. Dentro destes fatores socioculturais, ressalta-se o culto ao corpo e distorções na imagem corporal como potencializadores dos transtornos. Finalmente, como implicações da ortorexia, Zamora et al. (2005) elencam perda das relações sociais e abandono de atividades de lazer ou ocupacionais importantes, por uma necessidade compulsiva de manter seu esquema de dieta e trabalho. Dada a estas consequências, sugere-se a realização de mais pesquisas sobre o tema, para que sejam obtidas mais informações sobre o transtorno, como prevalência, grupos de risco, características clínicas e implicações de ordem biológica e psicológica. Referências ALÉN, E. M. Perspectiva antropológica de un caso de ortorexia nerviosa. Cultura de los cuidados, v.10, n.20, p , ARNAIZ, M. G. Los trastornos del comportamiento alimentario: a propósito de la cultura. Topodrilo: sociedad, ciencia y arte, v.1, n.6, p , BARTRINA, J. A. Ortorexia o la obsesión por la dieta saludable. Archivos Latinoamericanos de Nutricion, v.57, n.4, p , CADAVAL, A., ESCAURIAZA, B. A., BARRUTIA, U. G., RODRIGO, C. P. & ARANCETA, J. Alimentos funcionales: Para una alimentación más saludable. Guía de alimentos funcionales. Disponível em: < URLINEA_I_ pdf>. Acesso 10 out 2009, CAMARGO, T. P. P., COSTA, S. P. V., UZUNIAN, L. G. & VIEBIG, R. F. Vigorexia: revisão dos aspectos atuais deste distúrbio de imagem corporal. Revista Brasileira de Psicologia do Esporte, São Paulo, v.2, n.1, p , 2008.
5 CASTRO, C. F. G. & FERREIRA, R. Vigorexia: estudio sobre la adicción al ejercicio. Un enfoque de la problemática actual. Monografia de Especialização. Universidad de Antioquia Instituto Universitario de Educación Física. Medellín, DEL CAMPO, E. F. Nunca es tarde si la sopa es buena. Cuadernos hispanoamericanos, n , p , MOLINA, J. M. R. Vigorexia: adicción, obsesión o dismorfia; un intento de aproximación. Salud y drogas, Alicante, v.7, n.2, p , 2007 SANCHEZ, R. M. & MORENO, A. M. Ortorexia y vigorexia: nuevos trastornos de la conducta alimentaria?. Trastornos de la Conducta Alimentaria, n.5, p , VERA, P. S. Estilo de vida y cuerpo en España: un análisis en la perspectiva de Pierre Bourdieu. Pampa, n.3, p , VERA, P. S. Genero, Clase y Gusto Alimentario. Una Aproximación Teórica. Caderno Espaço Feminino, v.19, n.1, p , ZAMORA, M. L. C., BONAECHEA, B. B., SÁNCHEZ, F. G., & RIAL, B. R. Ortorexia nerviosa. Un nuevo trastorno de la conducta alimentaria? Actas Esp Psiquiatr, v.33, n.1, p , Endereço para correspondência: Isabel Cristina Vasconcelos de Oliveira Rua José Jardim, 95, Ipês João Pessoa/PB [email protected]
ASPECTOS SOCIAIS DA VIGOREXIA
ASPECTOS SOCIAIS DA VIGOREXIA Introdução ISABEL CRISTINA VASCONCELOS DE OLIVEIRA ISIS SIMÕES LEÃO PROF. DR. JOÃO CARLOS ALCHIERI Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal/RN/Brasil [email protected]
COMPORTAMENTO DE RISCO PARA TRANSTORNOS ALIMENTARES EM UNIVERSITÁRIAS
Resumo COMPORTAMENTO DE RISCO PARA TRANSTORNOS ALIMENTARES EM UNIVERSITÁRIAS UMEBARA, L.M.; VIROTE, W. Os transtornos alimentares tiveram aumento na incidência nos últimos anos, principalmente entre a
Desnutrição na Adolescência
Desnutrição na Adolescência Adolescência CRIANÇA Desnutrição Anorexia/Bulimia Obesidade / Diabetes ADULTO Dietas não convencionais e restritivas Deficiência de ferro Cálcio, vitamina A, zinco, Vitamina
ESTADO NUTRICIONAL E FREQUÊNCIA ALIMENTAR DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS
ESTADO NUTRICIONAL E FREQUÊNCIA ALIMENTAR DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS SOUZA, J. P.; MARIN, T. Resumo O diabetes vem sendo considerado um grave problema de saúde pública. O objetivo do estudo foi
DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E TRANSTORNOS ALIMENTARES
DIRETRIZES SOBRE CO-MORBIDADES PSIQUIÁTRICAS EM DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS (ABEAD 2002) DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E TRANSTORNOS ALIMENTARES Introdução Quadros sugestivos de transtornos
DISTÚRBIOS ALIMENTARES. Christiane L. Arcanjo Endocrinologista
DISTÚRBIOS ALIMENTARES Christiane L. Arcanjo Endocrinologista 2018 Distúrbios Alimentares Classificação: Os transtornos alimentares são caracterizados por uma perturbação persistente na alimentação ou
NÚCLEO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO ADOLESCENTE NASAD
O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n.º 8.069/90 (BRASIL, 1990), circunscreve a adolescência como o período de vida que vai dos 12 aos 18 anos de idade e a Organização Mundial da Saúde (OMS) delimita
ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL. DIETAS Aula 7. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO NUTRICIONAL DIETAS Aula 7 Profª. Tatiane da Silva Campos DISTÚRBIOS DESEQUILÍBRIOS HOMEOSTÁTICOS Anorexia nervosa: Distúrbio crônico caracterizado pela
CONSUMO ALIMENTAR DE ESCOLARES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO NO MUNICÍPIO DE PALMAS TO
CONSUMO ALIMENTAR DE ESCOLARES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO NO MUNICÍPIO DE PALMAS TO Natália Cunha Ferreira 1, Geyce da Silva Sales 2, Maylla Luanna Barbosa Martins 3 1 Aluna do curso de nutrição; Campus
TÍTULO: COMPORTAMENTO ALIMENTAR ENTRE HOMENS E MULHERES COM TRANSTORNOS ALIMENTARES AUTOR(ES): CAROLINA HADDAD CUNHA, ALESSANDRA ÚBIDA BRAGA FERNANDES
TÍTULO: COMPORTAMENTO ALIMENTAR ENTRE HOMENS E MULHERES COM TRANSTORNOS ALIMENTARES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE FRANCA AUTOR(ES):
Bulimia Nervosa Anorexia: -Anorexia Nervosa -Anorexia Alcoólica. Obesidade Bibliografia Conclusão
Bulimia Nervosa Anorexia: -Anorexia Nervosa -Anorexia Alcoólica Obesidade Bibliografia Conclusão A Bulimia nervosa é um transtorno alimentar causado pela ingestão de grandes quantidades de alimentos, seguidos
Preocupação com a alimentação saudável
Preocupação com a alimentação saudável Projeto: Nossa alimentação nossa vida Você cuida da sua alimentação? Nosso objetivo é conhecer os alimentos e incentivar as pessoas a comerem alimentos mais saudáveis.
INTERVENÇÃO NUTRICIONAL NOS TRANSTORNOS ALIMENTARES
INTERVENÇÃO NUTRICIONAL NOS TRANSTORNOS ALIMENTARES Gisele Seabra Nutricionista colaboradora do GOTA/IEDE Especialista em Nutrição Clínica UFRJ Mestre em Nutrição Humana UFRJ Integrante do Grupo de Pesquisa
Princípios da Alimentação e Saúde
Princípios da Alimentação e Saúde Alimentação é mais que ingestão de nutrientes Recomendações sobre alimentação devem estar em sintonia com seu tempo Alimentação saudável deriva de sistema alimentar socialmente
Distúrbios e doenças ligadas à obesidade. Trabalho realizado por: Álvaro Santos Nº1 9ºA Miguel Oliveira Nº19 9ºA Carlos Azevedo Nº5 9ºA
Distúrbios e doenças ligadas à obesidade Trabalho realizado por: Álvaro Santos Nº1 9ºA Miguel Oliveira Nº19 9ºA Carlos Azevedo Nº5 9ºA Índice Introdução O que é a Obesidade? Doenças e distúrbios físicos
PAPEL DA NUTRIÇÃO NO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UMA REVISÃO NA LITERATURA
PAPEL DA NUTRIÇÃO NO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL: UMA REVISÃO NA LITERATURA João Paulo da Silva Lima¹; Carla Kilenny Tavares dos Santos²; Luana Suely Albuquerque de Lima³. INTRODUÇÃO Centro Universitário Tiradentes
Bons hábitos alimentares. Coma cinco vezes por dia (menor quantidade de alimentos por refeição).
A adopção de uma dieta alimentar e equilibrada é uma das medidas mais importantes para a prevenção de alguns riscos de acidentes cardiovasculares (cardíacos, cerebrais, hipertensão, diabetes e obesidade).
Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas
Dieta Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica. Cada cultura costuma caracterizar-se por dietas particulares. Contudo, popularmente, o emprego da palavra
ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO, NUTRIÇÃO E TREINAMENTO PERSONALIZADO
ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO, NUTRIÇÃO E TREINAMENTO PERSONALIZADO OBJETIVOS DO CURSO O curso de Especialização em Fisiologia do exercício, Nutrição e Treinamento Personalizado oportuniza
Obesidade. O que pesa na sua saúde.
Obesidade O que pesa na sua saúde. SiTUAçÃO DA OBESiDADE NO BRASiL E NO MUNDO A obesidade é apontada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como um dos maiores problemas de saúde pública em todo o mundo
UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O TRANSTORNO DA COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA (TCAP) 1
UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O TRANSTORNO DA COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA (TCAP) 1 Tainá Melissa Heinkel 2, Bruna Leticia Endl Bilibio 3, Pâmela Fantinel Ferreira 4. 1 Estudo realizado no Curso de
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" CÂMPUS DE JABOTICABAL SEÇÃO TÉCNICA DE NUTRIÇÃO
3ª PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS COMENSAIS DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA UNESP DE JABOTICABAL 1. INTRODUÇÃO As Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) têm como finalidade produzir refeições segundo padrões
Nutrição e Detox. Nutricionista Monique de Barros Elias Campos
Nutrição e Detox Nutricionista Monique de Barros Elias Campos Mestre em Alimentos e Nutrição (PPGAN -UNIRIO) Doutoranda em Alimentos e Nutrição (PPGAN- UNIRIO O QUE É DESTOXIFICAÇÃO? Destoxificacao ou
OBESIDADE E RELAÇÕES AFETIVAS: UMA PROBLEMÁTICA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO.
OBESIDADE E RELAÇÕES AFETIVAS: UMA PROBLEMÁTICA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO. Ana Cláudia Moraes da Silva, Claudinéia Maria de Oliveira, José Rogério de Paula Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium
TÍTULO: INGESTÃO DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS RICOS EM SÓDIO E ADIÇÃO DE SAL ÀS PREPARAÇÕES PRONTAS
TÍTULO: INGESTÃO DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS RICOS EM SÓDIO E ADIÇÃO DE SAL ÀS PREPARAÇÕES PRONTAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE
OBESIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UM ESTUDO SOBRE SUA OCORRÊNCIA
Patrocínio, MG, outubro de 2016 ENCONTRO DE PESQUISA & EXTENSÃO, 3., 2016, Patrocínio. Anais... Patrocínio: IFTM, 2016. OBESIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UM ESTUDO SOBRE SUA OCORRÊNCIA Rafaela de Oliveira
Dieta para vegetarianos
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Dieta para vegetarianos Monique de Barros Elias Campos Nutricionista
PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DO SEGUNDO ANO NA ÁREA DE ATUAÇÃO NUTROLOGIA PEDIÁTRICA
PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DO SEGUNDO ANO NA ÁREA DE ATUAÇÃO NUTROLOGIA PEDIÁTRICA 1. JUSTIFICATIVA PARA SOLICITAÇÃO DE CREDENCIAMENTO DO SEGUNDO ANO NA ÁREA DE ATUAÇÃO NUTROLOGIA PEDIÁTRICA As limitações
Nutrição na Adolescência. Profa. Msc. Milena Maia
Nutrição na Adolescência Profa. Msc. Milena Maia ADOLESCÊNCIA Segundo a OMS é o período da vida que se inicia aos 10 anos de idade e prolonga-se até os 19 anos, caracterizado por intensas modificações
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" CÂMPUS DE JABOTICABAL SEÇÃO TÉCNICA DE NUTRIÇÃO
4ª PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS COMENSAIS DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA UNESP DE JABOTICABAL 1. INTRODUÇÃO As Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) têm como finalidade produzir refeições segundo padrões
COMO MUDAR O COMPORTAMENTO ALIMENTAR NUTRIÇÃO COMPORTAMENTAL. Annie Bello, PhD Prof. Adjunta de Nutrição Clínica - UERJ
COMO MUDAR O COMPORTAMENTO ALIMENTAR NUTRIÇÃO COMPORTAMENTAL Annie Bello, PhD Prof. Adjunta de Nutrição Clínica - UERJ 4 CHAVES PARA A MUDANÇA DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR Módulo 2 COMER INTUITIVO + COMER
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL RESUMO
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Ana Paula Scherer de Brum* Patrícia Wolf** Paula Masiero*** RESUMO Para termos um corpo e uma mente sadia, devemos ter uma alimentação saudável, com propriedades que ajudam no desenvolvimento
Nutrição em Cuidados Paliativos Pediátrico
Nutrição em Cuidados Paliativos Pediátrico PRINCÍPIOS DO CUIDADO PALIATIVO o alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia
Anorexia/Bulimia. Trabalho realizado por: Ana Margarida Piloto Carla Sofia Veiga Catarina Isabel Cabral Sandra Catarina Dias
Anorexia/Bulimia Trabalho realizado por: Ana Margarida Piloto Carla ofia Veiga Catarina Isabel Cabral andra Catarina Dias 1 Anorexia Critérios rios de Diagnóstico Recusa de manter um peso igual ou superior
Gastronomia. Disciplina: ELEMENTOS DA NUTRIÇÃO. 1. Conceitos importantes no estudo da nutrição
Gastronomia Disciplina: ELEMENTOS DA NUTRIÇÃO 1. Conceitos importantes no estudo da nutrição 1- CONCEITOS IMPORTANTES NO ESTUDO DA NUTRIÇÃO ALIMENTO: Do ponto de vista clínico, qualquer substância que
Biologia. Qualidade de Vida das Populações Humanas. Hábitos Alimentares e Exercícios Físicos Parte 1. Prof. Daniele Duó
Biologia Qualidade de Vida das Populações Humanas Hábitos Alimentares e Exercícios Físicos Parte 1 Prof. Daniele Duó Hábitos Alimentares e Exercícios Físicos O QUE É SAÚDE? Saúde é um estado de completo
AVALIAÇÃO DO DESPERDÍCIO, QUALIDADE DO CARDÁPIO E PESQUISA DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES EM UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO
AVALIAÇÃO DO DESPERDÍCIO, QUALIDADE DO CARDÁPIO E PESQUISA DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES EM UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NA CIDADE DE SETE LAGOAS MG Anna Luiza Fernandes de SOUZA 1 Juliana Costa LIBOREDO
CULTURA E ALIMENTAÇÃO. Gastronomia Professora: Nádia Neves
CULTURA E ALIMENTAÇÃO Gastronomia Professora: Nádia Neves ALIMENTAÇÃO Alimentação = Essencial ao homem: - Existência humana; - Manutenção à vida (nutrientes necessários ao funcionamento do organismo).
GUIA BÁSICO DE SUPLEMENTAÇÃO MAGVIT
GUIA BÁSICO DE SUPLEMENTAÇÃO MAGVIT SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR O QUE É? Os suplementos vão muito além do mundo esportivo, sendo qualquer substância que venha a suprir necessidades de nutrientes no organismo,
Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci
Nutrição Aplicada à Educação Física Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci ARROZ 100 gramas CÁLCULO DE DIETA CH 25,1 PT 2,0 Lip 1,2 Consumo 300 gramas 100 gr
COMPORTAMENTO DA ALIMENTAÇÃO EM FAMÍLIA: o que impacta na alimentação de todos
VII CONGRESSO NACIONAL ILSI BRASIL COMPORTAMENTO DA ALIMENTAÇÃO EM FAMÍLIA: o que impacta na alimentação de todos Alicia Cobelo PROTAD-IPQ-HC-FMUSP PROCESSO DE ALIMENTAÇÃO NUTRIÇÃO O processo da alimentação
PERFIL DE USUÁRIOS DE PSICOFÁRMACOS ENTRE ACADÊMICOS DO CURSO DE FARMÁCIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO DO SUL DO BRASIL
PERFIL DE USUÁRIOS DE PSICOFÁRMACOS ENTRE ACADÊMICOS DO CURSO DE FARMÁCIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO DO SUL DO BRASIL ROSSATO, P. T. 1, JARDIM, F. C. 2, MEDEIROS, O. M. 3, MAGLIONE, R. L. 4, ZAGO, A.
Dra Fernanda Azevedo Nutricionista CRN 9885 Especialista em Nutrição funcional
ROTEIRO DE CONSULTA NUTRIÇÃO FUNCIONAL Dra Fernanda Azevedo Nutricionista CRN 9885 Especialista em Nutrição funcional Sumário O que é Nutrição Funcional Roteiro da Consulta Sinais e Sintomas Avaliação
O QUE SÃO OS RADICAIS LIVRES E O QUE É MEDICINA ORTOMOLECULAR?
XV O QUE SÃO OS RADICAIS LIVRES E O QUE É MEDICINA ORTOMOLECULAR? RADICAIS LIVRES Radicais livres são substâncias químicas (átomos ou moléculas) que, por terem em sua última camada um elétron a menos (desempareado),
LEIA. Instale as seguintes fonts grátis: Roboto 2014: 2014?q%5Bterm%5D=roboto&q%5Bsearch_check%5D=Y
LEIA Instale as seguintes fonts grátis: Roboto 2014: http://www.fontsquirrel.com/fonts/roboto- 2014?q%5Bterm%5D=roboto&q%5Bsearch_check%5D=Y Social Font icon: http://www.fonts2u.com/socialico.font CLÍNICA
EMAGRECIMENTO: caso. Annie Bello PhD. Doutora em Fisiopatologia - UERJ Prof. Adjunto Nutrição clínica - UERJ Nutricionista Ensino e Pesquisa - INC
EMAGRECIMENTO: caso Annie Bello PhD Doutora em Fisiopatologia - UERJ Prof. Adjunto Nutrição clínica - UERJ Nutricionista Ensino e Pesquisa - INC Fernanda, chega ao consultório por iniciativa própria. Ela
Palavras chave: Dietas da moda. Transtornos alimentares. Distúrbios alimentares.
DIETAS DA MODA E DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES Emanuella Silva de Amorim¹ Heitor Victor Santos da Silva² Ana Carolina Ribeiro de Amorim RESUMO Introdução: Com a influência da mídia ditando
Nutrição: Faz sentido para você? Dra. Fernanda Kamp
Nutrição: Faz sentido para você? Dra. Fernanda Kamp ALIMENTAR e NUTRIR, É A MESMA COISA? NUTRIÇÃO x ALIMENTAÇÃO ALIMENTOS e NUTRIENTES ALIMENTOS: Função primária (capacidade de nutrir) Toda a substância
INTRODUÇÃO. Quando falamos sobre emagrecimento, é bem comum que a primeira coisa
INTRODUÇÃO Quando falamos sobre emagrecimento, é bem comum que a primeira coisa que venha a mente sejam as dietas milagrosas e restritivas. Porém, como já mostramos diversas vezes, essas fórmulas causam
Atletas gastam muita energia nos treinos e nas competições, por isso precisam cuidar bem de sua saúde física e mental. Isto significa, entre outras
Atletas gastam muita energia nos treinos e nas competições, por isso precisam cuidar bem de sua saúde física e mental. Isto significa, entre outras coisas, que os atletas precisam manter uma alimentação
ATITUDE E COMPORTAMENTO ALIMENTAR DETERMINANTES DE ESCOLHAS ALIMENTARES
ATITUDE E COMPORTAMENTO ALIMENTAR DETERMINANTES DE ESCOLHAS ALIMENTARES Prof. ª Karina d Almeida INTRODUÇÃO Comportamento alimentar todo tipo de construto no âmbito da alimentação: consumo, modo de comer,
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO OBESIDADE
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO OBESIDADE Giuliana Inocente Guilherme Takashi Yano Mariana Strauss
Nutricionista em escolas da rede privada: perspectivas de atuação. Nutricionista Joseane Mancio CRN2 4510
Nutricionista em escolas da rede privada: perspectivas de atuação Nutricionista Joseane Mancio CRN2 4510 Onde podemos atuar??? Atribuições Resolução CFN CFN 380/2005 Alimentação Escolar Compete ao Nutricionista,
INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE MULHERES ADULTAS
INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE MULHERES ADULTAS SILVIA ALVES DA SILVA. 1 ; PATRÍCIA F.F. PIRES CECERE 2 RESUMO Objetivo: Verificar a influência da mídia no comportamento alimentar de
CARACTERÍSTICAS DA DIETA DO ADOLESCENTE D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E D I E T É T I C A II P R O F : S H E Y L A N E A N D R A D E
CARACTERÍSTICAS DA DIETA DO ADOLESCENTE D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E D I E T É T I C A II P R O F : S H E Y L A N E A N D R A D E ADOLESCÊNCIA OMS: 10 a 19 anos Estatuto da criança e do adolescente:
Nutrição para a beleza dos cabelos através dos alimentos
Beleza não põe mesa, Ou seja, aparência não é tudo. Mas é na mesa que a beleza começa. Ciência da nutrição visa Melhor aparência física e a saúde do paciente; Trata ou ameniza o envelhecimento cutâneo;
Identificar o Processo de Cuidado em Nutrição da AND e a Sistematização do Cuidado de Nutrição da ASBRAN. Diferenciar diagnóstico em nutrição,
Cristina Martins CRISTINA MARTINS Nutricionista pela UFPR Doutora em Ciências Médicas Nefrologia pela UFRS Mestre em Nutrição Clínica pela New York University, EUA Dietista-Nutricionista Registrada pela
BULIMIA NERVOSA A PERFEIÇÃO É A DOENÇA DA NAÇÃO
BULIMIA NERVOSA A PERFEIÇÃO É A DOENÇA DA NAÇÃO ¹Marceli Apª Pedroso Santos, ¹Pedro Luiz Moreira Dias, ¹Valeria Conceição Ferreira, ²Rogerio Marchete Resumo Método: trata-se de uma revisão bibliográfica
Nutrição Comportamental. Patricia Fernandes Nutricionista Clinica Ortomolecular e Funcional Mestranda em Alimentação e Nutrição PPGAN/ UNIRO
Nutrição Comportamental Patricia Fernandes Nutricionista Clinica Ortomolecular e Funcional Mestranda em Alimentação e Nutrição PPGAN/ UNIRO 1 Milhão VIGITEL - 2017. Nutrição & Comportamento Todo COMPORTAMENTO
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Morfofisiológica e Comportamento Humano Estudo anátomo-funcional de estruturas orgânicas na relação com manifestações emocionais. Comunicação e
DISMORFIA MUSCULAR E A SUA INFLUÊNCIA SOBRE A ALIMENTAÇÃO
DISMORFIA MUSCULAR E A SUA INFLUÊNCIA SOBRE A ALIMENTAÇÃO Janyelle Gomes Lino 8, Lívia Fernanda Ferreira de Freitas 1, Ana Karllota Estevam Luna 1, Ana Kelly Morais Santos 1, Átila Augusto Sobral Barbosa
DEPTO. DE ALIMENTOS E NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL B14 Célia Colli. intervenções preventivas no início da vida trazem benefícios para a vida inteira
1 NUTRIÇÃO E SAÚDE DEPTO. DE ALIMENTOS E NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL B14 Célia Colli 2 GRUPO DE NUTRIÇÃO ALIMENTOS E NUTRIÇÃO II/ FBA 417 Célia Colli Minerais em nutrição Fernando Salvador Moreno Dieta, nutrição
Plano de Estudos. Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398)
Plano de Estudos Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398) 1. o Ano - 1. o Semestre DES10220 Fisiologia do Exercício Motricidade 3 Semestral 78 DES10221
ALIMENTAÇÃO VIVA E ALCALINA CHAVES PARA UMA NUTRIÇÃO VITAL
ALIMENTAÇÃO VIVA E ALCALINA CHAVES PARA UMA NUTRIÇÃO VITAL ALIMENTAÇÃO VIVA- O QUE É? ALIMENTAÇÃO VIVA é uma forma de alimentação baseada em: Alimentos crus, Frutos frescos e secos (hidratados), Vegetais,
INSATISFAÇÃO CORPORAL E COMPORTAMENTO ALIMENTAR EM PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 INSATISFAÇÃO CORPORAL E COMPORTAMENTO ALIMENTAR EM PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA Juciane Tonon Chinarelli 1 ; Renata Cristina Casale Veronezzi 2 ; Angela
CONSUMO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO BÁSICA 1
CONSUMO ALIMENTAR DE ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Aline Bernard 2, Eva Teresinha De Oliveira Boff 3. 1 Pesquisa resultante do Trabalho de Conclusão do Curso em Nutrição da Unijuí 2 Nutricionista, Aluna
EMENTAS DE DISCIPLINAS - LICENCIATURA NÍVEL I
EMENTAS DE DISCIPLINAS - LICENCIATURA 31157-04 Anatomia Humana NÍVEL I Estudo sobre a estruturação do organismo humano com ênfase nas características morfológicas dos sistemas anatômicos respiratório,
Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9
Sumário Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9 PARTE I Introdução à profissão de enfermagem 1 Enfermagem uma profissão em evolução...21 Visão geral...22 Revisão histórica...22
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
EMENTAS DAS DISCIPLINAS 01. EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MÍDIA Educação e comunicação como práticas culturais. Mídias como expressão simbólica das diferenças culturais. A tecnologia como cultura e potencializadora
Terminologias e conceitos básicos em alimentação e Nutrição. Profª Patrícia Ceolin
Terminologias e conceitos básicos em alimentação e Nutrição. Profª Patrícia Ceolin NUTRIÇÃO??? A nutrição é a ciência que estuda a composição dos alimentos e as necessidades nutricionais do indivíduo,
Perturbações da Alimentação e da Ingestão. Carlos Marinho
Perturbações da Alimentação e da Ingestão Carlos Marinho Psiquilibrios As perturbações alimentares são atualmente uma importante causa de morbilidade física e psicossocial em adolescentes e jovens adultos.
Educação alimentar e analise dos hábitos em relação à alimentação em estudantes do ensino fundamental 2 no município de Itapuranga Goiás
Educação alimentar e analise dos hábitos em relação à alimentação em estudantes do ensino fundamental 2 no município de Itapuranga Goiás Sara Marques da Silva¹(IC)*, Lorena Dutra¹(IC), Ester Dias Ruas¹(IC),
Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar PeNSE
Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Estudos e Pesquisas Sociais Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar PeNSE Data 26/08/2016 Introdução Adolescência Transição
Bem-vindo ao questionário para paciente com Homocistinúria e cuidadores: Experiências de diagnóstico e outros aspectos relacionados
Bem-vindo ao questionário para paciente com Homocistinúria e cuidadores: Experiências de diagnóstico e outros aspectos relacionados O que é HCU Network Australia? HCU Network Australia é uma ONG (organização
ALIMENTOS PROCESSADOS E ULTRAPROCESSADOS: EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL COM POPULAÇÃO IDOSA
ALIMENTOS PROCESSADOS E ULTRAPROCESSADOS: EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL COM POPULAÇÃO IDOSA Fernanda Cruz Trombeta¹, Lais Estefane Sabará Estevam², Letícia Macagnan Janguas³, Tabatta Renata Pereira
Alimentação saudável para o sobrevivente de câncer. Nutr. Maria Emilia de S. Fabre
Alimentação saudável para o sobrevivente de câncer Nutr. Maria Emilia de S. Fabre Novlene Williams-Mills Foi medalha de bronze nas Olimpíadas de 2012 após ter sido diagnosticada com câncer de mama Irá
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA
PONTOS DAS PROVAS ESCRITA E DIDÁTICA CONCURSO DOCENTE, EDITAL Nº 10/2013 ÁREA DO CONHECIMENTO / MATÉRIA: Ciências Básicas da Saúde / Biointeração 1. Distúrbios Endócrinos do controle glicêmico: patologia,
SAÚDE COLETIVA: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA DIMINUIR OS DESAFIOS ENCONTRADOS NA CONTEMPORANEIDADE 1
SAÚDE COLETIVA: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA DIMINUIR OS DESAFIOS ENCONTRADOS NA CONTEMPORANEIDADE 1 Janaína Cunha Barbosa Dallo Especialista em nutrição esportiva e funcional-inespo. Especializanda em
Izabela Alves Gomes Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO
Izabela Alves Gomes [email protected] Nutricionista UERJ Mestranda em Alimentos e Nutrição - UNIRIO Rio de Janeiro - 2016 É considerado vegetariano todo aquele que exclui de sua alimentação todos os
18fev2016/CÉLIA COLLI FBA 417 Apresentação Do Curso Importância Do Estudo Da Nutrição GRUPO DE NUTRIÇÃO ALIMENTOS E NUTRIÇÃO II/ FBA 417
18fev2016/CÉLIA COLLI FBA 417 Apresentação Do Curso Importância Do Estudo Da Nutrição GRUPO DE NUTRIÇÃO ALIMENTOS E NUTRIÇÃO II/ FBA 417 Grupo de Nutrição do B14 Célia Colli Minerais em nutrição Silvia
A PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Psicologia Jurídica A PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO Profa. Ms. Joanna Heim PSICOLOGIA Contribuições Histórica Filosóficas Fisiológicas FILOSÓFICA(psyché = alma e logos=razão)
Distúrbios da Nutrição Subnutrição e Obesidade
Distúrbios da Nutrição Subnutrição e Obesidade Profa. Dra. Jacqueline Pontes Monteiro Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP SP Departamento de Puericultura e Pediatria Objetivos
