LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS
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- Flávio Almada Filipe
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1 LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS Gênero Clostridium Prof. Dr. Mario Julio Avila-Campos
2 Características Gerais de Clostridium spp. Espécie Doença Transmissão Ação da toxina Microbiota Exógena C. tetani Tétano Esporos penetram ferimento Bloqueia liberação de transmissores inibitórios C. botulinum Botulismo Ingestão da exotoxina Bloqueia liberação de acetil-colina Microbiota Residente C. perfringens - Gangrena Esporos penetram ferimento - Intoxicação alimentar Ingestão da exotoxina Lecitinase Super antígeno C. difficile Colite pseudomembranosa Desequilíbrio da microbiota por antibióticos Citotoxina danifica mucosa do cólon
3 Grupos de espécies de Clostridium Grupo I: C. perfringens Grupo II: C. tetani Grupo III: C. botulinum Grupo IV: C. difficile Grupo V: C. ramosum
4 Microbiota Exógena Clostridium tetani
5 Características Gerais - Bacilos Gram positivos, esporulados e produtores de exotoxinas; - Anaeróbios estritos e não fermentam açúcares; - Encontrados no solo, poeira e fezes de humanos e animais; - Patogenicidade: exotoxina plasmidial - tetanospasmina e tetanolisina (hemolisina).
6 Tétano - Origem - Hipócrates (400 a.c.): manifestações clínicas. - Carle e Rattone (1884): descreve agente etiológico - Paralisia muscular espásmica (sintomas neurológicos - SNC) causa rigidez. - Inibição da liberação do ácido gama-aminobutíricoaminobutírico (GABA) e glicina nos neurônios motores. - GABA: Principal neurotransmissor neurossináptico no SNC causando sedação; o tônus muscular e a excitabilidade neuronal. inibidor Regula
7 Clostridum tetani Toxina elaborada no sítio do trauma ou lesão. Liga-se rapidamente ao tecido neural: paralisia e espasmos. Produz 2 toxinas (metaloproteases). 1. Tetanolisina (48 Kda): hemolisina sensível ao O Tetanospasmina (150 Kda): sensível ao calor (50 o C).
8 Tipos de Tétano Clostridum tetani 1. Generalizado: rigidez nos músculos voluntários (facetrismo, tronco). 2. Localizado: espasmos, aumento tônus muscular. 3. Cefálico: paralisia facial rígida (nervo craniano). 4. Neonatal: infecção umbilical. Riso sardônico
9 Fluxo neural retrógrado Toxina tetânica bloqueia a produção de neurotransmissores (GABA, Glicina) causando excitação desenfreada dos neurônios motores. Toxina tetânica Ca ++ Ca ++ Sangue Toxina tetânica Neurônio Pos-sináptico Ação da toxina tetânica Contração muscular espasmódico
10 Diagnóstico - Baseia-se no quadro clínico - Morte por interferência na respiração - Mortalidade elevada no tétano generalizado Prevenção - Imunização com toxóides - Cuidados das feridas contaminadas - Profilaxia com antitoxina - Administração de penicilina
11 Clostridium botulinum Microbiota Exógena
12 Botulismo Latim - Botulus = salsicha Surtos epidêmicos devido a salsichas de origem caseira. Primeira descrição da doença na Europa (Alemanha) no século XVIII Ocorrência súbita com manifestações neurológicas de evolução dramática e de elevada letalidade
13 Clostridum botulinum Resistente a ph ácido, e a 60 o C x 20 min. Alimentos mal conservados ou inadequadamente esterilizados. Produz potente neurotoxina. Existem 7 tipos toxigênicos: - Tipo A, B, E e F: homem. - Tipo E: peixes. - Tipo C C1: Neurotoxina - Aves. C2: Permeabilidade vascular - ovinos e bovinos. - Tipo D: Bovino, ovino, equino. - Tipo G: C. argentinense.
14 Toxina Botulínica - Exotoxina potente, neurotrópica, letal por ingestão; - Sem cor, sem odor, estável em condições ambientais; - Inativada a > 85 ºC por 5 min; - Sintomas de 2 h a 5 dias. - Paralisia flácida originada no sistema nervoso periférico - Inibe a liberação neuromuscular de esquelética Acetilcolina (bloqueio colinérgicas e motoras voluntárias) na das junção junções
15 Toxina botulínica Axon terminal Acetilcolina Toxina botulínica bloqueia a produção de Acetilcolina nas vesículas sinápticas. Lúmen intestinal Ca ++ Ca ++ Cadeia pesada Cadeia leve Sangue Toxina botulínica Receptor para Acetilcolina Ação da toxina botulínica Paralisia flácida muscular Contração muscular (normal)
16 Tipos de botulismo Botulismo Alimentar: Toxina pré-formada. Dor abdominal, Paralisia flácida e respiratória. Botulismo Ferimento: Forma rara. Feridas em contato com toxinas. Botulismo Infantil: Botulismo Bovino: Coloniza trato gastrintestinal de recém nascidos. Ingestão de toxina com alimentos (mel de abelha). Paralisia muscular e morte. Ingestão de carcaças com toxinas.
17 Botulismo ferimento Botulismo infantil Alimentar (incubação 6 h a 8 dias) Alimentar (geléia de mocotó)
18 Botulismo Humano - Sintomatologia inicial: Constipação, debilidade, vertigem, alterações da visão (turva, dupla ou fotofobia), xerostalmia, flacidez das pálpebras, rouquidão, afonia, distúrbios de deglutição, flacidez muscular generalizada (face e pescoço cabeça pendente).
19 Botulismo - Tratamento - Soroterapia: soro anti-botulínico específico ou polivalente (anti-a, B, E e F) ou Trivalente: A, B e E. - Tratamento de suporte: nutrição parenteral, ventilação mecânica, tratamento de infecções secundárias. - Recuperação lenta (meses): até terminações do axônio motor se regenerem. - Profilaxia: vacina Pentavalent (A-E) Toxoid (CDC/Atlanta).
20 1) Aerossol: incapacita ou mata 10% das pessoas até 500 m a partir do ponto de origem do aerossol. Obs. 1 g de toxina cristalina (dispersada e inalada) mata > 1 milhão de pessoas. Bioterrorismo - Disseminação 2) sabotagem de alimentos/bebidas - Períodos de incubação: 1-5 dias. Ingerido (24-36 h); inalado até 5 dias. - Duração da doença: Morte (3 dias) ou hospitalização (meses) - Letalidade: elevada 60%.
21 Aplicações Médicas - Tratamento do estrabismo desde 1981; - Blefarospasmo: contrações da pálpebra (piscam e fecham olhos involutariamente); - Distonia cervical: Movimentos intermitentes da cabeça e pescoço; - Distonia Laringeal: Contrações da pregas vocais, som prejudicado.
22 APLICAÇÕES MÉDICAS botox estrabismo
23 Microbiota Residente Clostridium difficile
24 Características Gerais Clostridium difficile -Finney (1983): descreve colite pseudomembranosa - Hall & Toole (1935): em recém nascidos sadios descobre Bacillus difficilis (hoje Clostridium difficile) - Bacilos Gram-positivos, forma endosporos - Habitam intestino humano e animais - Considerados microbiota residente suplementar - Presente em ± 3% adultos e ± 66% crianças
25 Clostridium difficile Colite pseudomembranosa ou colite associada a antibióticos. Produz 2 toxinas Toxina A: Enterotoxina (libera fluidos) Toxina B: Citotoxina (efeito citopático). Ocorrência do processo: Diarréia Febre, cólicas leucocitose Perfuração intestinal Morte
26 Crescimento em meio cicloserina, cefoxitina, frutose, ágar (CCFA) Coloração de Gram
27 Fatores na aquisição hospitalar de C. difficile
28 Transmissão hospitalar de C. difficile
29 Colite pseudomembranosa Colite nodular Colite crônica - Paciente HIV+
30 Patogênese 1. Toxina A enterotoxina: - Aumento da permeabilidade da mucosa; - Passagem de água e eletrólitos para luz intestinal; - Destruição das zonas oclusivas do epitélio. 2. Toxina B citotoxina: - Destruição do citoesqueleto; - Despolimeriza os filamentos de actina.
31 Ação das exotoxinas A (TcdA) e B (TcdB) de C. difficile. Algumas espécies podem produzir a toxina binária (CDT).
32 Efeito citotóxico de C. difficile em células VERO Controle Efeito citotóxico 1216 bp 1050 bp (Toxina A) (Toxina B) Detecção de genes tcda e tcdb por PCR-multiplex
33 Kits comerciais para detecção das toxinas A e B
34 Tratamento - 25% a 40% de pacientes com colite ulcerativa precisam de cirurgia: remoção cólon (intestino grosso) e reto - Uso de Metronidazol (500 mg) 3 vezes/dia durante 10 dias - Uso de vancomicina (125 mg) 4 vezes/dia durante 10 dias - Transplante de microbiota fecal (91% efetivo) - Uso de probióticos
35 Microbiota Residente Clostridum perfringens
36 Clostridum perfringens A mais isolada de espécimes clínicos: queimaduras, feridas traumáticas, aspiração pulmonar, trato vaginal, abortos, etc. Produz dupla hemólise: Toxinas alfa e teta. Não produz aminoácidos essenciais para seu crescimento, por isso, lisa células eucarióticas. Produz grandes (NetB, TpeL) e pequenas toxinas (colagenases, neuraminidases). Toxina TpeL: citotoxicidade e apoptose em células eucarióticas.
37 Clostridium perfringens α (alfa) θ (teta) Dupla hemólise lecitinase
38 Clostridium perfringens Tipos de C. perfringens segundo a produção de toxinas 1. Tipo A: produz toxina alfa (fosfolipase C). 2. Tipo B: produz toxinas alfa, beta e epsilon. 3. Tipo C: produz toxina alfa e beta (necrotizante). 4. Tipo D: produz toxinas alfa e epsilon (permease). 5. Tipo E: produz toxinas alfa e iota (necrotizante).
39 Toxina NetB (Necrotic Enteritis Toxin B-like) e TpeL (toxin C. perfringens Large Cytotoxin) - Em humanos e animais produzem EN - Homologia com as toxinas A e B. - Atividade na membrana induzindo a formação de poros. - Ação citotóxica produzindo arredondamento celular. - Induzem apoptose.
40 C. perfringens: Formas de infecção alimentar
41 Etapas na produção de gangrena gasosa Dano tecidual e contaminação (esporos) Reação inflamatória Edema, extravasamento de fluido Perfusão tecidual; pobre oxigenação (Eh) Ativação de fagócitos e leucócitos Germinação de esporos Redução de Eh e ph Produção de toxinas, agressinas e gás Bloqueio no suprimento sanguíneo Toxemia, choque, hipotensão, falha múltipla de órgãos, e Morte.
42 Gangrena gasosa
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