Microbiologia Prof. Márcia G. Perdoncini
|
|
|
- João Victor Barata Bugalho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS DE IMPORTÂNCIA EM ALIMENTOS
2 Microrganismos patogênicos de importância em alimentos: Espécies patogênicas de microrganismos Contaminam e se proliferam em alimentos
3 As doenças de origem alimentar podem ser divididas em duas grandes categorias: Infecções Intoxicações Microbiologia 1) INFECÇÕES: Causadas pela ingestão de células viáveis do microrganismo patogênico, as quais, uma vez no interior do organismo, colonizam órgãos ou tecidos específicos, com a conseqüente reação dos mesmos à sua presença, desenvolvimento, multiplicação ou toxinas porventura elaboradas. Ex. Salmonella, Shigella, etc
4 3.2) INTOXICAÇÕES: Provocadas pela ingestão de quantidades variáveis de toxinas, formadas em decorrência da intensa proliferação do microrganismo patogênico no alimento. Ex. Clostridium botulinum, Sthaphylococcus aureus e cepas específicas de Bacillus cereus.
5 INFECÇÕES DE ORIGEM ALIMENTAR
6 1) Salmonella spp Características do microrganismo: pertence à família Enterobacteriaceae; são bacilos Gram negativos.
7 Reservatório natural: TGI de homens e animais Mais freqüente em: Aves: perus e galinhas Comum também em: Suínos, bovinos, eqüinos e animais silvestres (roedores, répteis e anfíbios) Insetos como moscas e baratas: São veículos de contaminação A partir do reservatório natural, contaminam: Matérias primas e alimentos processados Mais comum: carne e derivados
8 Em relação à sintomatologia, modo de disseminação e patogenicidade as salmonelas são divididas em dois grupos: 1º Grupo: Salmonella typhi e Salmonella paratyphi A, B, C ( febres tifóides e para tifóides ) 2º Grupo: Formado pelas demais salmonelas Causam gastrenterites São menos severas e mais freqüentes
9 Prevenção: Microbiologia Adoção de medidas higiênico-sanitárias no manuseio, processamento do alimento Controle de rações e alimentos para animais Adoção de práticas higiênicas na criação, transporte e abate de animais Á nível industrial: não misturar matéria prima com produto final (distinguir ambas as operações) Realizar programas de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos; Prevenir de contaminações cruzadas
10 Evitar a proliferação: Através de medidas de natureza física ou química: Controle de temperatura, desidratação, acidificação, etc) Em alimentos preparados ou processados: devem ser rapidamente resfriados abaixo de 7 o C (armazenados sob congelamento ou refrigeração) Alimentos consumidos em temperaturas mais altas: manter sempre acima de 60 ºC (limite superior de crescimento de Salmonella)
11 Além de todas estas medidas, deve-se evitar riscos de contaminação pós-processamentoprocessamento ou recontaminação: Supervisão da higiene pessoal e manuseio de alimentos; Limpeza e desinfecção rigorosa de equipamentos e utensílios em contato com a matéria-prima; Os equipamentos devem ser distintos para matéria- prima e alimentos cozidos; Separar áreas em contato com matéria-prima daquelas em que se manuseiam alimentos submetidos à cocção; Controle microbiológico de qualidade do ambiente, alimento em processamento e produto final.
12 2) Shigella spp Microbiologia Características do microrganismo: Família: Enterobacteriaceae; São bacilos Gram-negativos; Reservatório natural: trato intestinal de homens e primatas (raramente isolada de outros animais)
13 Alimentos altamente manuseados: São mais susceptíveis Sintomas: dores abdominais agudas Pirexia e prostração Diarréia pronunciada com perda de sangue e muco Náuseas e vômitos podem ocorrer. Período de infecção varia entre 12 a 50 horas
14 Medidas de controle: Baseiam-se em práticas preventivas: Adoção de métodos de higiene Limpeza e sanificação rigorosa do ambiente industrial Controle da penetração de insetos e roedores no recinto de processamento Refrigeração dos alimentos (limita o crescimento: mais lembrar que a dose de infecção é baixa ) Facilmente destruídas por processamentos térmicos de pasteurização.
15 3) Escherichia coli enteropatogênica: Família: Enterobacteriaceae Características do microrganismo: Bacilos Gram-negativos, não esporulados
16 Patogenia Existem diferentes cepas de E. coli enteropatogênica: Cepas enterotoxigênicas (ETEC) Cepas invasivas (EIEC) Cepas enteropatogênicas clássicas (EPEC): Cepas enterohemorrágicas (EHEC) Escherichia coli enteroagregativa (AeggEC)
17 Em geral os alimentos envolvidos com a E. coli são: Carnes assadas, molhos, carne de porco e frango, queijos e tortas diversas Medidas preventivas para controle ( além daqueles já mencionadas para outras enterobactérias): Higiene rigorosa na manipulação de alimentos Refrigeração adequada Cocção antes do consumo Em alimentos destinados para o consumo infantil a presença de E.coli enteropatogênica é intolerável.
18 4. Yersinia enterocolitica: Família: Enterobacteriaceae Reservatório: : TGI de homens e outros animais (cães, suínos, bovinos, felinos, aves e outros animais) Contamina água e alimentos Crescem bem à baixas temperaturas, inclusive de refrigeração
19 Sintomatologia: Gastrenterite aguda com dores abdominais e fezes sanguinolentas, pode não ocorrer febre Prevenção: Medidas higiênicas e de sanificação A refrigeração não é tão evidente.
20 5. Campylobacter jejuni: Características do microrganismo: Pertencem à família Campylobacteriaceae Bacilos curvos, espiralados, muito finos e compridos Gram-negativos, Estão associados com: casos de gastroenterite, endocardite, meningite, abcessos e lesões da pele, pericardite, artrite, peritonite, colocistite e infecções do trato urinário
21 6. Vibrio cholerae: Características do microrganismo: Família: Bacilos Gram-negativos retos ou curvos; Vibrionaceae (ampla ocorrência no ambiente, especialmente no marinho e com muitas espécies halófilas) Reservatório: Trato intestinal humano (atinge água e alimentos irrigados com água contaminada)
22 O processo patológico é o mais severo das doenças diarréicas: Período de incubação: : 1 à 5 dias Início: : diarréia leve ou abrupta e intensa, vômitos Em formas graves de diarréia o paciente pode entrar em choque após 12 horas (intensa perda de fluidos) Pode ocorrer morte em 24 horas se não houver tratamento
23 Os alimentos podem ser contaminados: Pelo emprego de esgotos ou esterco como fertilizantes de vegetais que são consumidos crus; Pelo uso de água contaminada para preparar refrescos ou alimentos não cozidos; Pelo uso de água contaminada para lavar frutas e hortaliças sem prévia cocção; Pela captura de peixes e moluscos em águas contaminadas; Pelo armazenamento de alimentos em frascos contaminados; Pelo contato de alimentos com moscas e outros insetos; Pelo manuseio de alimentos sob condições inadequadas de higiene.
24 Ocorre em: Áreas pobres, densamente povoadas, deficiente em saneamento básico e precárias condições higiênicas da população Importância no aspecto de saúde pública: Caracteriza-se como uma doença pandêmica, podendo se alastrar de forma explosiva por países e continentes. Controle da disseminação: Águas cloradas, Tratamento térmico, Rigorosa higiene, Refrigeração e congelamento
25 7. Vibrio parhaemolyticus: Características do microrganismo: Pertencente à família Vibrionaceae; Bacilo reto ou curvo, Microbiologia Distribuído no ambiente marinho Resiste à refrigeração e congelamento Possui baixa resistência térmica
26 Processo infeccioso: Microbiologia Gastroenterite (diarréia aquosa e intensa, dores abdominais, náuseas, vômitos, febre pouco pronunciada). Período de incubação: : 2 a 48 horas (12 a 24 horas) Duração da doença: : dias Alimentos envolvidos: peixes, moluscos, crustáceos (marinhos); Japão peixe cru alta incidência Medidas de prevenção: Cocção adequada; Refrigeração; Congelamento; Evitar contaminação cruzada; Cuidar com reinfecção de pratos prontos; Higiene e sanificação
27 8. Clostridium perfringens: Características do microrganismo: Bacilo Gram positivo Anaeróbio Esporulado Família: Bacillaceae
28 Habitat: Microbiologia Solo, poeira, água, fezes humanas e animais Alimentos envolvidos: Farinhas, amidos, queijos tipo frescal, carnes moídas, lingüiças, produtos desidratados e peixes.
29 9. Listeria monocitogenes: Características: Bacilo Gram-positivo Não formador de esporos
30 Medidas de controle: Microbiologia Para se prevenir infecções de origem alimentar por L. monocytogenes é necessário que haja um controle no local de processamento de alimentos. Deve-se prevenir a entrada desta bactéria no ambiente na indústria de alimentos.
31 Outras medidas a serem tomadas no local de produção são: limpeza e sanificação dos equipamentos; construção da indústria de maneira a impedir a entrada de animais, poeira e insetos; evitar o contato do produto final com a matéria prima, evitando, assim, a contaminação cruzada; apresentação pela indústria de um setor de controle de qualidade que se aplique não somente aos parâmetros de processamento, mas também ao controle do ambiente, inclusive do pessoal.
32 INTOXICAÇÕES DE ORIGEM ALIMENTAR
33 1. Bacillus cereus: Família: Bacillaceae Microbiologia Características do microrganismo: Bacilo Gram-positivo grande
34 Patogenia (duas formas): 1. Síndrome diarréica: Período de incubação: 8 a 16 h Duração: 12 a 24 h Sintomas: dores abdominais, diarréias intensas, raramente náuseas e vômitos. 2. Síndrome emética: (semelhante ao S. aureus) Período de incubação: 1 a 5 h Duração da doença: 6 a 24 h Sintomas: náuseas, vômitos intensos, diarréia e dores abdominais.
35 Prevenção: como está presente geralmente na matéria prima, deve-se inibir sua multiplicação no alimento preparado: Refrigeração ou Manutenção da temperatura acima de 55º C
36 2) Staphylococcus aureus: Família: Micrococaceae Características do microrganismo: Cocos Gram-positivos Reservatório: homens e animais (mucosa nasal, garganta, cabelos e pele) em mais de 50% da população humana
37 Intoxicação: Ocorre pela intensa proliferação das células de S. aureus no alimento (10 5 a 10 6 UFC/g de alimento), onde as enterotoxinas são liberadas no alimento, causando intoxicação quando ingeridas, independente se células viáveis da bactéria forem ou não ingeridas também. Período de incubação: 0,5 à 8 horas (2 a 4 h) Sintomas: náuseas, vômitos, diarréias, dores abdominais;
38 Prevenção: Medidas de higiene; Refrigeração; Cocção (mata a bactéria, mas não inativa a enterotoxina) Evitar a recontaminação; Não manter alimentos na temperatura entre 15 e 60 ºC por períodos superiores a 2 horas. Microbiologia
39 3. Clostridium botulinum: Características do microrganismo: Bacilos Gram positivos São formadores de esporos Amplamente distribuído na natureza; Habitat natural: solo
40 Período de incubação: 12 a 48 horas Sintomas: Gastrintestinais: náuseas, vômitos, diarréias e etc Microbiologia Neurológicos: fraqueza, lassidão, tontura ou vertigens, sintomas oftálmicos (visão embaçada, diplopia, pupila dilatada e fixas, etc), paralisia faringolaringeal, disfonia, disfagia, paralisia de músculos respiratórios e diafragmáticos, asfixia e morte Ausência de febre
41 As toxinas são destruídas pelo aquecimento de 80 ºC/30 min ou 100 ºC/ alguns minutos
42 Medidas de controle: Para que um alimento não seja causador de botulismo é necessário impedir que a neurotoxina botulínica venha a ser formada Portanto é necessário impedir a germinação dos esporos e a proliferação das células de C. botulinum quando a toxina é formada: Tratamento térmico adequado (destruição dos esporos) Métodos químicos e físicos (diminuição de Aw, acidificação,etc) Nitritos e nitratos: conservantes químicos utilizados há muito tempo na preparação de produtos cárneos, visando o controle do botulismo. Sua eficiência é dependente do ph e aw da carne e pode ser aumentada pela adição dos conservantes ascorbato ou isoascorbato.
Doenças de origem alimentar. alimentar
Doenças de origem alimentar Definições Intoxicação alimentar Ingestão de alimento contendo toxina produzida pelo microrganismo. Exemplo: Botulismo, estafilococose. Definições Infecção alimentar Ingestão
Vigilância Sanitária de Alimentos. Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II
Vigilância Sanitária de Alimentos Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II Clostridium perfringens Intestino Microbiota normal Solo Água Produto cárneo Clostridium perfringens
Doenças Transmitidas por Alimentos. Prof.: Alessandra Miranda
Doenças Transmitidas por Alimentos Prof.: Alessandra Miranda Origem das Doenças Biológica Química Físicas Grupos Vulneráveis Crianças de 0 a 5 anos Mulheres grávidas Doentes e pessoas com baixa imunidade
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1 TERMOS CORRESPONDENTES : Doenças Transmitidas por Água e Alimentos (DTAs); Doenças Veiculadas por Água e Alimentos; Enfermidades Veiculadas por Água e Alimentos;
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Curso: Técnico em Agroindústria
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Curso: Técnico em Agroindústria Contaminação dos alimentos Professora: Roberta M. D. Cardozo Contaminação dos Alimentos Você já se sentiu ou
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA)
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Medicina Veterinária Preventiva Disciplina de Saúde Pública DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA) Francielle Liz Monteiro
Bactérias associadas às infecções gastrointestinais
Bactérias associadas às infecções gastrointestinais Infecções do trato gastrointestinal (TGI) Infecções do trato gastrointestinal (TGI) Intoxicações Ingestão de toxinas pré-formadas produzidas por bactérias
Universidade Federal do Rio de Janeiro Disciplina: Saúde Coletiva. Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)
Universidade Federal do Rio de Janeiro Disciplina: Saúde Coletiva Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) A nossa comida é segura? Segurança de Alimentos = Alimentos sem Perigos à Saúde do Consumidor
Shigella. Topicos. Prof. Assoc. Mariza Landgraf. Introdução. Características da doença Tratamento Prevenção e Controle 03/04/2017
Shigella Prof. Assoc. Mariza Landgraf Depto Alimentos e Nutrição Experimental Topicos Introdução Histórico Características do microorganismo Fatores Características da doença Tratamento Prevenção e Controle
Fontes de m.o. 16/09/2015. Fontes de m.o. Plantas. algumas plantas produzem metabolitos antimicrobianos. interiores geralmente estéreis
1 2 Plantas interiores geralmente estéreis algumas plantas produzem metabolitos antimicrobianos frutos e hortícolas têm m.o. superficiais variam com: tipo de solo fertilizantes e água qualidade do ar 1
Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos
Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos Profa. Vânia Lúcia da Silva Microrganismos patogênicos causadores de doenças Principais patógenos bacterianos veiculados por alimentos: Clostridium
DTA. Profª. Natália Pessoa 24/03/2014
Colaboração: Profª. Fernanda de Alvarenga Martins DTA Profª. Natália Pessoa 1) Assinale a alternativa que corresponde ao microrganismo responsável por uma doença, veiculada por alimentos, causada por uma
03/11/2011. Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos. Microrganismos patogênicos causadores de doenças. Profa. Vânia Lúcia da Silva
Bactérias de interesse clínico transmitidas por alimentos Profa. Vânia Lúcia da Silva Microrganismos patogênicos causadores de doenças Principais patógenos bacterianos veiculados por alimentos: Clostridium
Vigilância Sanitária de Alimentos. Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)
Vigilância Sanitária de Alimentos Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) Doenças Transmitidas por Alimentos Surto: Dois ou mais envolvidos que ingeriram um alimento em comum
CLOSTRIDIOSES EM AVES
CLOSTRIDIOSES EM AVES Instituto Biológico Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola Greice Filomena Zanatta Stoppa CLOSTRIDIOSE Infecções provocadas por toxinas ou bactérias do gênero
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1 Denominações Correspondentes: Doenças Transmitidas por Água e Alimentos (DTAs) Doenças Veiculadas por Água e Alimentos Enfermidades Veiculadas por Água e Alimentos
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O. Curso: Técnico em Agroindústria. Professora: Roberta M. D.
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Segurança Alimentar e Curso: Técnico em Agroindústria Professora: Roberta M. D. Cardozo Segurança Alimentar Grupos ou espécies de microrganismos
Campylobacter jejuni
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE LEITE E DERIVADOS Campylobacter jejuni Airton Agostinetto Pelotas, novembro de 2008. Introdução Gênero Campylobacter; Características; Patogenia;
Staphylococcus aureus
Intoxicação Estafilocócica Agente causador: Staphylococcus aureus Staphylococcus aureus Uma das causas mais prevalentes de gastrenterites ao redor do mundo Intoxicação clássica ingestão de 1 ou mais toxinas
Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação de Vigilância das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar. Vigilância Epidemiológica do Botulismo
Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação de Vigilância das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Vigilância Epidemiológica do Botulismo Descrição Botulismo Doença neurológica Instalação súbita
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1 Denominações Correspondentes: Doenças Transmitidas por Água e Alimentos (DTAs) Doenças Veiculadas por Água e Alimentos Enfermidades Veiculadas por Água e Alimentos
Salmonella spp. Prof. Bernadette D G M Franco 2018
Salmonella spp Prof. Bernadette D G M Franco 2018 família Enterobacteriaceae gram-negativo Principais Características bastonete (0,7-1,5 x 2-5µm) anaeróbios facultativos maioria móvel (flagelos peritríquios)
Segurança dos alimentos sob a perspectiva da culinária JAPONESA. Portaria Municipal 1109/2016
Segurança dos alimentos sob a perspectiva da culinária JAPONESA Portaria Municipal 1109/2016 SUSHI Porto Alegre 188 Estabelecimentos! Moda Tendência Mudança de hábitos Mais saudável E O SUSHI? QUE TIPO
DOENÇAS DE ORIGEM BACTERIANA VEICULADAS POR ALIMENTOS
DOENÇAS DE ORIGEM BACTERIANA VEICULADAS POR ALIMENTOS Dado à grande diversidade de alimentos disponíveis ao homem, das mais diferentes fontes de origem animal e vegetal, muitas vezes é inevitável que estes
06/10/2017. Microbiologia da água
06/10/2017 Microbiologia da água Água Água potável 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso ao saneamento básico países em desenvolvimento. 1,5 milhões de crianças morrem por ano, tendo como causa as diarréias.
Microbiologia ambiental 30/09/201 4
Microbiologia ambiental 30/09/201 4 Microbiologia da água 30/09/ 2014 Água Microbiologia da água Águas naturais Rios Estuários Oceanos Água potável Água potável 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso ao
Infecção Intestinal/ Coprocultura
Microbiologia Clínica Infecção Intestinal/ Coprocultura Carlos Cardoso Biomédico Salvador, 2012 Infecção do Trato Urinário Patogenia Aderência Invasão Toxinas Reação inflamatória Colonização Infecção
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde. Rejane Maria de Souza Alves COVEH/DEVEP/SVS/MS 2006
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Rejane Maria de Souza Alves COVEH/DEVEP/SVS/MS 2006 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Vigilância Epidemiológica da Síndrome Hemolítica
DTA por Bacillus cereus
1 CARACTERISTICAS GERAIS DO B. cereus: Bastonete Gram Positivo Esporulado; Facultativo; Grupo B. cereus exceto B. anthracis Amplamente distribuído na natureza; Presente na microbiota intestinal do homem
Leite como veiculador de Doenças
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados Leite como veiculador de Doenças 20 de Setembro de 2016 Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL [email protected] [email protected] www.uel.br/laboratorios/inspecao
D TA p o r C l o s tridium p e r f r ingens
Características de C. perfringens: Características Gerais: Bastonete Gram Positivo Esporulado; Imóvel; Capsulado; Anaeróbio (considerado aerotolerante); Cápsula Não exigentes nutricionalmente; Tempo de
Doenças veiculadas por água contaminada
Doenças veiculadas por água contaminada FORMAS DE CONTAMINAÇÃO Contato da pele com água contaminada; Ingestão de água contaminada; Ausência de rede de esgoto, falta de água ou práticas precárias de higiene;
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS EM PATÊ DE PEITO DE PERU SABOR DEFUMADO DURANTE 45 DIAS DE ARMAZENAMENTO
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS EM PATÊ DE PEITO DE PERU SABOR DEFUMADO DURANTE 45 DIAS DE ARMAZENAMENTO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS
BACTÉRIAS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
BACTÉRIAS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações? Análise
Bactérias Gram negativas de grande relevância em saúde humana
Bactérias Gram negativas de grande relevância em saúde humana Prof. Cláudio Galuppo Diniz GN oportunistas: Infecções endógenas Contaminantes secundários em lesões GN patógenos obrigatórios: Doenças do
TIA TOXINFEÇÕES ALIMENTARES
TIA TOXINFEÇÕES ALIMENTARES TIC Campylobacter Campilobacteriose TIA frequente em países industrializados; Várias espécies responsáveis por gastroenterites -> C. jejuni é o mais frequente; Campilobacterioses
IMPORTÂNCIAS DAS BACTÉRIAS
Cultura bacteriana A N T I B I O G R A M A IMPORTÂNCIAS DAS BACTÉRIAS * NA ECOLOGIA Ciclo do nitrogênio e decompositoras * NA INDÚSTRIA ALIMENTÍCEA Vinagre, Queijos, Coalhadas, Iogurtes etc. * NA INDÚSTRIA
" O professor é aquele que faz brotar duas idéias onde antes só havia uma"
" O professor é aquele que faz brotar duas idéias onde antes só havia uma" Profª. Leila Larisa Medeiros Marques Email: [email protected] http://www.pessoal.utfpr.edu.br/leilamarques/ OBJETIVO DA
HIDROSFERA: 3/4 DO PLANETA
HIDROSFERA: 3/4 DO PLANETA DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E INDICADORES MICROBIOLÓGICOS 97,4% : Águas marinhas 1,8% : Águas congeladas 0.8% : Águas doces DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA Doenças causadas pelo
TREINAMENTO EM BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO
TREINAMENTO EM BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO Manipulador de Alimentos Perigos, Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) Coordenação e Apresentação Luciana Riato Sanches Cumprimento as regras da resolução
Surto de Infecção Alimentar por Salmonella enterica sorotipo Enteritidis em festa de casamento, Município de São Paulo Setembro de 2006
Surto de Infecção Alimentar por Salmonella enterica sorotipo Enteritidis em festa de casamento, Município de São Paulo Setembro de 2006 Geraldine Madalosso Centro de Controle e Prevenção de Doenças-CCD
Profa. Patricia Dalzoto Departamento Patologia Básica Universidade Federal do Paraná
Microbiologia da água Profa. Patricia Dalzoto Departamento Patologia Básica Universidade Federal do Paraná Água Microbiologia da água Águas naturais Rios Estuários Oceanos Água potável Análise microbiológica
Challenge testing and shelf-life studies
Challenge testing and shelf-life studies 20 Junho 2008 Gonçalo Almeida e Tim Hogg Escola Superior de Biotecnologia, Universidade Católica Portuguesa Segurança Alimentar Garantir que os alimentos não apresentam
Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora!
As salmonelas são microrganismos que estão largamente disseminados na natureza, habitando o tubo digestivo de mamíferos, aves répteis. Encontram-se classificadas entre as enterobactérias na tribo Salmonelleae,
Alterações microbianas em alimentos Wladimir Padilha da Silva
Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos Disciplina de Princípios e Métodos de Conservação de Alimentos Alterações microbianas em alimentos Wladimir
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações?
TIA TOXINFEÇÕES ALIMENTARES
TIA TOXINFEÇÕES ALIMENTARES CONSEQUÊNCIAS DA CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA ALIMENTOS DECOMPOSIÇÃO DOS ALIMENTOS: perda de valor nutritivo, diminuição do PV (prazo de validade) e putrefações; DOENÇAS TRANSMITIDAS
DTA ESTAFILOCÓCICA. Intoxicação alimentar típica causada por enterotoxinas estafilocócicas;
INTRODUÇÃO: Intoxicação alimentar típica causada por enterotoxinas estafilocócicas; Principal espécie envolvida nos surtos é Staphylococcus aureus; Na legislação de alimentos: Estafilococos de Grupo Coagulase
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA ESPECIALIZAÇÃO EM PRODUÇÃO, HIGIENE E TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA ESPECIALIZAÇÃO EM PRODUÇÃO, HIGIENE E TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL SURTOS DE TOXINFECÇÃO ALIMENTAR NOTIFICADOS E INVESTIGADOS
Prevenção de Toxinfeções Alimentares
Boas práticas de Segurança Alimentar Prevenção de Toxinfeções Alimentares Material de apoio à formação em contexto escolar: Terceiro ciclo (7º, 8º e 9º anos) PARTE I ---------------------- Origem da Toxinfeção
Epidemiologia e microbiologia básica: Clostridium botulinum
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação de Vigilância das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Epidemiologia e microbiologia básica: Clostridium botulinum Greice Madeleine
Clostridiose Alimentar (C. perfringens)
CLOSTRIDIOSE ALIMENTAR (C. botulinum) Clostridiose Alimentar (C. perfringens) Nomes populares Clostridium perfringens Agente causador Clostridium perfringens Espécies acometidas Aves e mamíferos. Sintomas
Bactérias associadas às infecções gastrointestinais. Ana Luísa Almeida Regina Mestranda do PPGCBio
Bactérias associadas às infecções gastrointestinais Ana Luísa Almeida Regina Mestranda do PPGCBio Infecções do trato gastrointestinal A maioria dessas doenças resulta da ingestão de alimento ou água contaminados
HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR
HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR A higiene é um conjunto de regras que promove a limpeza e o asseio. Conjunto de regras que combate á sujidade e os factores nocivos, possibilitando assim a todo o indivíduo
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações?
Vírus associados à surtos alimentares (Rotavirus, Norovirus e Hepatite A)
Vírus associados à surtos alimentares (Rotavirus, Norovirus e Hepatite A) Disciplina : Microbiologia Curso: Nutrição Professora: Adriana de Abreu Corrêa ([email protected]) DOENÇAS TRANSMITIDAS POR
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE MÃOS DE MANIPULADORES, MÁQUINAS DE MOER CARNE E FACAS DE CORTE, EM SUPERMERCADOS DA CIDADE DE APUCARANA- PR
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE MÃOS DE MANIPULADORES, MÁQUINAS DE MOER CARNE E FACAS DE CORTE, EM SUPERMERCADOS DA CIDADE DE APUCARANA- PR SOUZA M. C; TOLEDO E. A Resumo Este trabalho teve como objetivo identificar
Doenças Transmitidas por Alimentos ( DTA s) Victor Maximiliano Reis Tebaldi
Doenças Transmitidas por Alimentos ( DTA s) Victor Maximiliano Reis Tebaldi Doenças de origem alimentar são todas as ocorrências decorrentes da ingestão de alimentos que podem estar contaminados com
Ecologia Microbiana. Microbiologia do Ar
Ecologia Microbiana Microbiologia do Ar Microbiologia do ar Análise microbiológica do ar Entrada ar Aparelho de impacto sólido Entrada ar Aparelho de impacto líquido Origem dos microrganismos do ar A superfície
Utilizada para diagnóstico das infecções no trato urinário. As infecções podem ser causadas por higiene inadequada, retenção urinária, obstrução
Utilizada para diagnóstico das infecções no trato urinário. As infecções podem ser causadas por higiene inadequada, retenção urinária, obstrução urinária, uso de catéteres, ato sexual... Origem das amostras;
Grupo: Andressa, Carla e Thalita. Sequência lógica de aplicação do sistemas de APPCC
Grupo: Andressa, Carla e Thalita Sequência lógica de aplicação do sistemas de APPCC Equipe responsável: A equipe destinada a aplicação de Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle (APPCC) é composta
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias Meningite Agente etiológico: Neisseria meningitidis (meningococo). Inflamação das meninges (membranas que cobrem o cérebro e a medula). Sintomas Febre; Dor de cabeça; Rigidez
em sorvetes Introdução
MICROBIOLOGIA em sorvetes 44 O controle microbiológico de sorvetes é de fundamental importância e por não sofrer qualquer processo de cocção ou esterilização após seu preparo final, como acontece com outros
Boas Práticas para a Conservação dos Alimentos. Palestrante: Liza Ghassan Riachi CICLO DE PALESTRAS ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
Boas Práticas para a Conservação dos Alimentos Palestrante: Liza Ghassan Riachi CICLO DE PALESTRAS ALIMENTAÇÃO E SAÚDE Evitar contaminação e DTAs Qualidade do Alimento Proteção da Saúde Contaminação Física
QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições
QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, É AQUELA PREPARADA COM OS CUIDADOS DE HIGIENE E QUE
Alterações devido ao crescimento e atividade microbiana. Rosana Colussi Pós doutoranda Labgrãos
Alterações devido ao crescimento e atividade microbiana Rosana Colussi Pós doutoranda Labgrãos Tipos de alterações dos alimentos Alterações benéficas ou desejáveis Amadurecimento de frutos, fermentação
Princípios e Recomendações Maio 2006 João Carlos Dória Médico Veterinário D. R. Veterinária
SEGURANÇA ALIMENTAR Princípios e Recomendações Maio 2006 João Carlos Dória Médico Veterinário D. R. Veterinária Princípios da segurança alimentar A política de segurança dos alimentos deve basear-se numa
GABARITO: PROVA ESCRITA
1 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Alimentos GABARITO: PROVA ESCRITA EDITAL 005/2014-PPGTA - SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA O PROGRAMA
Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos no Brasil
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação de Vigilância das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos no Brasil
Introdução. Graduando do Curso de Nutrição FACISA/UNIVIÇOSA. 3
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE PRESUNTOS FATIADOS COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE VIÇOSA, MG Sofia Ferreira Macedo 1, Danielli Carvalho de Oliveira 2, Ana Paula Boroni Moreira 3, Cristiane Sampaio Fonseca 4, Érica
Deterioração: altamente perecíveis f (% H 2
Processo Térmico Em um processo térmico com alimento, o principal objetivo é reduzir a atividade de materiais biológicos indesejáveis, como microorganismos e enzimas. Em alguns processos mudanças nas propriedades
CLOSTRIDIOSES. Clostridioses. Clostridioses. Clostridioses. Clostridioses. Clostridioses CLOSTRIDIOSE 22/06/2011. Solo. Vegetais Água.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DISCIPLINA: HIGIENE ANIMAL DOCENTE: JEAN BERG ALVES DA SILVA CLOSTRIDIOSES PRELECIONISTA: MANUELLA DE OLIVEIRA CABRAL ROCHA Etiologia Clostridium ssp. Mais de 150
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE CARNE BOVINA MOÍDA COMERCIALIZADA EM LIMOEIRO DO NORTE-CE
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE CARNE BOVINA MOÍDA COMERCIALIZADA EM LIMOEIRO DO NORTE-CE Josilene Izabel de Oliveira Almeida (1); Maria Josikelvia de Oliveira Almeida (1); Bruno Felipe de Oliveira (1); Candido
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS DE TRANSMISSÃO HÍDRICA E ALIMENTAR. DENISE FIGUEIREDO Medica-Veterinária
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS DE TRANSMISSÃO HÍDRICA E ALIMENTAR DENISE FIGUEIREDO Medica-Veterinária SistemaVE-DTHA/RS HISTÓRICO 1972 :Início das primeiras notificações e investigações Ve +VISA
Legislação referente à matéria. Doenças transmissíveis por alimentos (DTA) Prof. Dra. Prhiscylla Sadanã Pires
Doenças transmissíveis por alimentos (DTA) Prof. Dra. Prhiscylla Sadanã Pires Fonte: http://www.anvisa.gov.br/divulga/public/alimentos/cartilha_gicra_final.pdf 1. DTA a) Conceito b) Classificação c) Contaminação
AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DAS POLPAS E SUCOS DE FRUTAS, UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
CONEXÃO FAMETRO 2017: ARTE E CONHECIMENTO XIII SEMANA ACADÊMICA ISSN: 2357-8645 AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DAS POLPAS E SUCOS DE FRUTAS, UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Alícia Freitas de Sousa¹ Larissa Pereira
Zoonoses SALMONELOSE ETIOLOGIA ETIOLOGIA ETIOLOGIA 17/06/2011. Salmonelose Leptospirose Tuberculose
Zoonoses Salmonelose Leptospirose Tuberculose SALMONELOSE EDINAIDY SUIANNY ROCHA DE MOURA MENEZES É uma doença infecciosa provocada por um grupo de bactérias do gênero Salmonella, que pertencem à família
IMTSP. Doenças Transmitidas por Alimentos e Água. Profa. Dra.Luciana R. Meireles J. Ekman Laboratório de Protozoologia
IMTSP Doenças Transmitidas por Alimentos e Água Profa. Dra.Luciana R. Meireles J. Ekman Laboratório de Protozoologia [email protected] Gastroenterites Ingestão de água e alimentos microorganismos patogênicos
3/23/17. https://www.ted.com/talks/maryn_mckenna_what_do_we_do_whe n_antibiotics_don_t_work_any_more?language=en
https://www.ted.com/talks/maryn_mckenna_what_do_we_do_whe n_antibiotics_don_t_work_any_more?language=en 1 Escherichia, Klebsiella, Proteus Thomas Hänscheid Definições e terminologia Enterobacteriaceae
AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE QUEIJO MINAS FRESCAL PRODUZIDOS POR PEQUENOS PRODUTORES RURAIS DO MUNICIPIO DE GUARAPUAVA E REGIÃO
AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE QUEIJO MINAS FRESCAL PRODUZIDOS POR PEQUENOS PRODUTORES RURAIS DO MUNICIPIO DE GUARAPUAVA E REGIÃO Mariele dos SANTOS, [email protected], Tatiana Vanessa Silva, [email protected]
Objectivos. Identificar procedimentos de prevenção e controlo dos microrganismos na produção e confeção alimentar.
Objectivos Identificar procedimentos de prevenção e controlo dos microrganismos na produção e confeção alimentar. Identificar as normas e procedimentos de higiene no manuseamento e manipulação dos alimentos
Análise de perigos e pontos críticos de controle - APPCC. Prof. Uelinton Pinto
Análise de perigos e pontos críticos de controle - APPCC Prof. Uelinton Pinto Planejamento da aula à Embasamento no plano APPCC (1h) aula expositiva à Realização de atividade em grupo - 1h e 30 min. à
TÍTULO: APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE MICROBIOLOGIA PREDITIVA EM PATÊ DE PEITO DE PERU PARA BACTÉRIAS LÁTICAS
TÍTULO: APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE MICROBIOLOGIA PREDITIVA EM PATÊ DE PEITO DE PERU PARA BACTÉRIAS LÁTICAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE
SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA
INTRODUÇÃO SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA Nos dias de hoje, é indiscutível a necessidade do controle da presença de microrganismos nas rações de aves, devido principalmente às mudanças recentes nas
TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA E SOLOS TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Prof: Daniel M. Tapia T. Eng. Agrônomo MSc 2006 Controle da contaminação
