Challenge testing and shelf-life studies
|
|
|
- Benedicta Marques Van Der Vinne
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Challenge testing and shelf-life studies 20 Junho 2008 Gonçalo Almeida e Tim Hogg Escola Superior de Biotecnologia, Universidade Católica Portuguesa
2 Segurança Alimentar Garantir que os alimentos não apresentam perigo para o consumidor quando são preparados e/ou consumidos de acordo com o uso para o qual foram destinados. Vol.1B Codex alimentarius Shelf-life The period during which the product maintains its microbiological safety and sensory qualities at a specific storage temperature. It is based on identified hazards for the product, heat or other preservation treatments, packaging method and other hurdles or inhibiting factors that may be used. Codex Alimentarius CAC/RCP 46 (1999)
3 Shelf-life Assegurar que o produto não representa um perigo quando são preparados e/ou consumidos de acordo com o uso para o qual foram destinados dentro do seu shelf-life Obrigação legal Imperativo de negócio Assegurar que o produto não sofre uma degradação biológica (ou química) que, durante o seu shelf-life diminua a sua aceitabilidade pelo consumidor. A abordagem geral para determinar ambos os tipos pode ser semelhante mas as orientações externas e metodologias são frequentemente distintos.
4 Abordagem genérica para a determinação do shelf-life 1. Utiliza sistemas virtuais, quando existem, para balizar estudos físicos. (Microbiologia preditiva é o exemplo mais óbvio). 2. Executar ensaios com base em pior - cenário recorrendo de condições de abuso quando apropriadas. (Ferramentas probabilisticas [Monte-Carlo] representam novas possibilidades). 3. No caso de segurança microbiologica Challenge-Testing é quase sempre aconselhavel. No caso de criterios qualitativos, sistemas não adulterados podem servir melhor.
5 Shelf-life Selecção / identificação do sistema alimento / embalagem / regime de conservação Exposição as condições ambientais ao longo do tempo Determinação do ponto de viragem entre aceitavel e não aceitavel Considerações Formulações específicas, próximidade com outras referências, orientações legais ou da cadeia alimentar, challenge test ou não Considerações Abuso (temperatura, ph etc) ou condições reais. Considerações Margens de segurança
6 MICROBIOLOGICAL CHALLENGE TESTING Simular em laboratório o que ocorre num produto: - durante o processo - durante a distribuição - subsequente manipulação Envolve a inoculação do produto com microrganismos relevantes e/ou o armazenamento sob condições ambientais controladas, de modo a determinar o risco em termos de segurança do produto ou a estabelecer a estabilidade do produto.
7 MICROBIOLOGICAL CHALLENGE TESTING Serve para; determinar a capacidade que um alimento tem para suportar o crescimento de microrganismos deteriorantes ou patogénicos Determinar se um processo de inactivação microbiológica está a cumprir com os objectivos p.e. Na validação de um ponto crítico num plano de HACCP. Determinar o tempo de vida útil de alimentos armazenados sob as condições ambientais pretendidas.. Validar modelos predictivos
8 1.Selecção de microrganismos Histórico do alimento. Associação a toxinfecções alimentares. Ex. Cl. botulinum e atmosferas modificadas S. aureus em produtos com a w baixa O microrganismo ideal seria o isolado de uma formulação semelhante. Utilização de um cocktail de estirpes do mesmo organismo. Verificar a possibilidade de antagonismo de estirpes antes de proceder ao estudo. A preparação da suspensão do microrganismo deve ser feita de uma forma padronizada. Utilização de microrganismos geneticamente marcados Utilização de microrganismos testemunhas em vez de patogénicos. Ex. Cl. sporogenes em vez de Cl. botulinum L. innocua em vez de L. monocytogenes
9 Tipo de alimento Molhos para saladas MAP (vegetais, carnes, pescado, aves) Produtos de confeitaria Organismo Salmonella, S.aureus Clostridium botulinum (proteolitico e não proteolitico e outros: Salmonella, L. monocytogenes, E. coli enterohemorrágica Salmonella, S.aureus Mollhos temperatura ambiente Produtos lácticos Fórmulas com novos aditivos Salmonella, S.aureus Salmonella, S.aureus, Cl. botulinum, L.monocytogenes Salmonella, S.aureus, Cl. botulinum, L.monocytogenes
10 ph a w Organismo > 4,6 > 0,85 Staphylococcus aureus > 5,0 > 0,93 Bacillus cereus > 4,6 > 0,94 Salmonella spp > 4,6 > 0,95 Escherichia coli O157 > 4,6 > 0,92 Listeria monocytogenes > 5,5 > 0,93 Clostridium perfringens
11 2. Inóculo Depende do objectivo do estudo: células/g para a estabilidade do produto células/g para validar processos de redução do número de microrganismos.
12 3. Duração do estudo Deverá ser conduzido, pelo menos, durante o tempo de vida do produto. É desejável prolongar o estudo para além do prazo de validade do produto, permitindo a verificação das consequências do abuso pelo consumidor. Algumas agências requerem estudos com uma duração do prazo de validade mais pelo menos um terço. O estudo deverá ser feito, no caso dos produtos refrigerados, à temperatura de refrigeração e sob temperaturas de abuso. A frequência do teste deve ser diária, se o prazo de validade é dado em dias. A recolha de dados deverá ser entre 5 e 7 pontos iniciando-se sempre ao tempo zero
13 3. Duração do estudo Duração 24h 5 dias 6 14 dias dias dias dias Pontos Intervalo Cada 24h iniciando-se ao tempo 0 Cada 1-3 dias iniciando-se ao tempo 0 Cada 3-4 dias iniciando-se ao tempo 0 Cada 3 dias iniciando-se ao tempo 0 Cada 4 dias iniciando-se ao tempo 0
14 3. Formulação Quando se avalia uma formulação deverão considerar-se os factores que influenciam a estabilidade microbiológica. Factores intrinsecos (ph, aw ou aditivos) podem ser chave na prevenção do crescimento microbiano. Exemplos: O ph alvo é 4,8 ± 0,2. É importante realizar o teste a ph 5,0. O ácido sórbico é usado na concentração de 0,15 ± 0,05%. O teste deverá realizar-se com 0,10%.
15 4. Condições de armazenamento Se o produto vai ser comercializado sob condições específicas (p.e. atmosfera modificada ou vácuo) as amostras utilizadas para o estudo deverão estar acondicionadas da mesma forma. As temperaturas utilizadas durante o estudo deverão ser as mesmas que durante a distribuição, armazenamento e exposição. Um produto refrigerado poderá estar sujeito a temperaturas de abuso. O estudo deverá contemplar temperaturas representativas desse abuso.
16 5. Interpretação dos resultados Na análise de dados verifica-se o comportamento do microrganismo. Morreu, permanece estável, aumentou o número? No fim do período não deverá ser detectada toxina bacteriana, no caso de microrganismos produtores de toxinas. Quando utilizado na validação de um ponto do processo, os dados recolhidos deverão demonstrar se a redução microbiana esperada foi alcançada.
17 Recomendações Bacillus cereus O critério preferido é a ausência de toxina. Um aumento de 3 log indica a necessidade de um controlo tempo/temperatura. Inóculo inicial: 1000 UFC/g Arroz e batatas estão associados a intoxicações.
18 Recomendações Campylobacter spp e Shigella spp Estes microrganismos têm vias de contaminação semelhantes à Salmonella. Como requerem condições fastidiosas de crescimento não é relevante usar em Challenge testing.
19 Recomendações Clostridium botulinum O requerido é a ausência da toxina. Deverá ser realizado o challenge testing com este microrganismo em produtos com história de causar toxinfecções, Sous vide, vácuo e MAP.
20 Recomendações Clostridium perfringens Inóculo inicial: 100 UFC/g Um aumento de 3 log implica perda do controlo do perigo. É necessária uma dose > 10 5 UFC/g para causar doença.
21 Recomendações Listeria monocytogenes Um nível de 100 UFC/g no momento do consumo é suficiente para a protecção do consumidor. Os alimentos que permitem o crescimento de L.monocytogenes representam alto risco. O aumento de 1 log é indicação de perda do controlo do microrganismo.
22 Recomendações Salmonella O crescimento da população de Salmonella deve ser inferior a 1 log. O mesmo aplica-se a E.coli enterohemorrágica
23 Recomendações Staphylococcus aureus Não deve ocorrer a formação da toxina durante o estudo. Pode-se efectuar o estudo considerando como limitante um crescimento < 3 log. Inóculo inicial: 1000 UFC/g É recomendado fazer o estudo com S.aureus em alimentos que sofram muita manipulação humana.
Monitoramento de patógenos em alimentos de origem animal em estabelecimentos com SIF. Nelmon Oliveira da Costa DIPOA/SDA/MAPA
Monitoramento de patógenos em alimentos de origem animal em estabelecimentos com SIF Nelmon Oliveira da Costa DIPOA/SDA/MAPA Garantia da inocuidade dos alimentos Controle do Ponto de Origem Controle do
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica. Maria Adelaide Teles
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica Maria Adelaide Teles Segurança Alimentar Legislação aplicável Regulamento (CE) Nº 178/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 28 de janeiro de 2002 Criação
Diretor da Unidade de Microbiologia
Controlo de Qualidade Microbiológico (28 Ensaios Acreditados) O Laboratório é acreditado pelo IPAC (Instituto Português da Acreditação) epelo ILAC (International a Laboratory ato Accreditation Cooperation)
Alterações microbianas em alimentos Wladimir Padilha da Silva
Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos Disciplina de Princípios e Métodos de Conservação de Alimentos Alterações microbianas em alimentos Wladimir
1.2. Quais os principais agrupamentos de boas práticas/requisitos que devem ser considerados?
CAPÍTULO 1 1.1. Qual a relevância da implementação das boas práticas como pré-requisito para a implementação de um sistema de segurança alimentar, e do Codex Alimentarius em particular? 1.2. Quais os principais
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle
Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle Carina Branta Lopes Rios Engenheira de Alimentos 10 de outubro de 2016 História Desenvolvido pela Pillsburry Company em resposta as solicitações da NASA;
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS EM PATÊ DE PEITO DE PERU SABOR DEFUMADO DURANTE 45 DIAS DE ARMAZENAMENTO
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS EM PATÊ DE PEITO DE PERU SABOR DEFUMADO DURANTE 45 DIAS DE ARMAZENAMENTO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS
Unidade de Saúde Pública PREPARAÇÃO E CONFECÇÃO DE ALIMENTOS
PREPARAÇÃO E CONFECÇÃO DE ALIMENTOS PREPARAÇÃO E CONFECÇÃO DE ALIMENTOS Os cuidados de higiene durante a preparação e confecção dos alimentos tem como objectivo evitar a sua contaminação e preservar a
INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS GELADOS COMESTÍVEIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS
Doenças Transmitidas por Alimentos. Prof.: Alessandra Miranda
Doenças Transmitidas por Alimentos Prof.: Alessandra Miranda Origem das Doenças Biológica Química Físicas Grupos Vulneráveis Crianças de 0 a 5 anos Mulheres grávidas Doentes e pessoas com baixa imunidade
Introdução. Graduando do Curso de Nutrição FACISA/UNIVIÇOSA. 3
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE PRESUNTOS FATIADOS COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE VIÇOSA, MG Sofia Ferreira Macedo 1, Danielli Carvalho de Oliveira 2, Ana Paula Boroni Moreira 3, Cristiane Sampaio Fonseca 4, Érica
MICROBIOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS MINIMAMENTE PROCESSADAS
MICROBIOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS MINIMAMENTE PROCESSADAS Prof. Assoc. Mariza Landgraf Depto Alimentos e Nutrição Experimental/FCF/USP e-mail: [email protected] I Simpósio Ibero-Americano de Frutas e
Vigilância Sanitária de Alimentos. Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II
Vigilância Sanitária de Alimentos Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II Clostridium perfringens Intestino Microbiota normal Solo Água Produto cárneo Clostridium perfringens
PROGRAMAS DE SEGURANÇA E HORTALIÇAS. Dilma Scala Gelli
PROGRAMAS DE SEGURANÇA EM PÓS-COLHEITA P DE FRUTAS E HORTALIÇAS AS Dilma Scala Gelli Segurança a dos alimentos relacionados com frutas e hortaliças as Está relacionada com o controle de perigos e respectivos
Princípios e Recomendações Maio 2006 João Carlos Dória Médico Veterinário D. R. Veterinária
SEGURANÇA ALIMENTAR Princípios e Recomendações Maio 2006 João Carlos Dória Médico Veterinário D. R. Veterinária Princípios da segurança alimentar A política de segurança dos alimentos deve basear-se numa
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE CARNE BOVINA MOÍDA COMERCIALIZADA EM LIMOEIRO DO NORTE-CE
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE CARNE BOVINA MOÍDA COMERCIALIZADA EM LIMOEIRO DO NORTE-CE Josilene Izabel de Oliveira Almeida (1); Maria Josikelvia de Oliveira Almeida (1); Bruno Felipe de Oliveira (1); Candido
Avaliação do uso da radiação gama na conservação de carnes: uma revisão
Avaliação do uso da radiação gama na conservação de carnes: uma revisão Flávia Regina PASSOS 1 ; Eduardo Mendes RAMOS 2 ; Richtier Gonçalves da CRUZ 3 1 Professora e Mestranda em Produção Vegetal da UFV-CRP;
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 5 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO Pasteur Laboratório de Pesquisa e Controle Microbiológico
Acção de Sensibilização sobre Higiene e Segurança Alimentar. 15 de Março de 2007
Acção de Sensibilização sobre Higiene e Segurança Alimentar 15 de Março de 2007 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004 Higiene dos géneros alimentícios (aplicável a partir de 1 de
BACTÉRIAS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
BACTÉRIAS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações? Análise
Ecologia Microbiana. Microbiologia do Ar
Ecologia Microbiana Microbiologia do Ar Microbiologia do ar Análise microbiológica do ar Entrada ar Aparelho de impacto sólido Entrada ar Aparelho de impacto líquido Origem dos microrganismos do ar A superfície
TÍTULO: APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE MICROBIOLOGIA PREDITIVA EM PATÊ DE PEITO DE PERU PARA BACTÉRIAS LÁTICAS
TÍTULO: APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE MICROBIOLOGIA PREDITIVA EM PATÊ DE PEITO DE PERU PARA BACTÉRIAS LÁTICAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE
Fontes de m.o. 16/09/2015. Fontes de m.o. Plantas. algumas plantas produzem metabolitos antimicrobianos. interiores geralmente estéreis
1 2 Plantas interiores geralmente estéreis algumas plantas produzem metabolitos antimicrobianos frutos e hortícolas têm m.o. superficiais variam com: tipo de solo fertilizantes e água qualidade do ar 1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS DEPARTAMENTO Engenharia de Alimentos
Doenças de origem alimentar. alimentar
Doenças de origem alimentar Definições Intoxicação alimentar Ingestão de alimento contendo toxina produzida pelo microrganismo. Exemplo: Botulismo, estafilococose. Definições Infecção alimentar Ingestão
ID Área Classe de Ensaios Classe de Matriz Matriz Determinação Técnica Método Tipo de Escopo Situação do ensaio
Nome do Laboratório: EUROFINS DO BRASIL ANÁLISES DE ALIMENTOS LTDA Nome Empresarial: EUROFINS DO BRASIL Endereço: RODOVIA ENGENHEIRO ERMÊNIO DE OLIVEIRA PENTEADO KM 57,7 S/Nº Bairro: TOMBADOURO CEP: 13337300
GABARITO: PROVA ESCRITA
1 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Alimentos GABARITO: PROVA ESCRITA EDITAL 005/2014-PPGTA - SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA O PROGRAMA
Fatores que influenciam no crescimento. microbiano
Fatores que influenciam no crescimento microbiano Fatores Intrínsecos 1. Atividade da água (Aa) 2. Potencial Hidrogeniônico ph 3. Potencial de Oxido-Redução - Eh 4. Conteúdo de nutrientes 5. Constituintes
Descontaminação convencional e emergente de produtos IV Gama. II Seminário IV Gama. Hortofrutícola em Portugal Marta Abreu
Descontaminação convencional e emergente de produtos IV Gama II Seminário IV Gama. Hortofrutícola em Portugal Marta Abreu Tópicos Principais dificuldades no controlo microbiológico de hortofrutícolas minimamente
Indicativa CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS. Salmonella sp/25g Aus 5 0 Aus - moídas; miúdos de bovinos, suínos e outros mamíferos. Coliformes a 45 o C/g
PADRÕES MICROBIOLÓGICOS SANITÁRIOS DO BRASIL, PARA CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS Base legal: REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE OS PADRÕES MICROBIOLÓGICOS PARA ALIMENTOS, aprovado pela Resolução-RDC nº 12, de 2 de
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA)
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Medicina Veterinária Preventiva Disciplina de Saúde Pública DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA) Francielle Liz Monteiro
Planos de Amostragem para análise microbiológica de
Planos de Amostragem para análise microbiológica de 03/05/2016 Laercio Goularte D Una Consultoria Ltda. Amostra Representativa Qualquer unidade representa o lote, porém, pode não representar adequadamente
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1 TERMOS CORRESPONDENTES : Doenças Transmitidas por Água e Alimentos (DTAs); Doenças Veiculadas por Água e Alimentos; Enfermidades Veiculadas por Água e Alimentos;
A MICROBIOLOGIA NA INDÚSTRIA DE LÁCTEOS: AS VANTAGENS DE UM GERENCIAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES. André Oliveira Gerente de Soluções Industriais
A MICROBIOLOGIA NA INDÚSTRIA DE LÁCTEOS: AS VANTAGENS DE UM GERENCIAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES. André Oliveira Gerente de Soluções Industriais Tópicos da apresentação LEGISLAÇÃO x GARANTIA DA QUALIDADE
" O professor é aquele que faz brotar duas idéias onde antes só havia uma"
" O professor é aquele que faz brotar duas idéias onde antes só havia uma" Profª. Leila Larisa Medeiros Marques Email: [email protected] http://www.pessoal.utfpr.edu.br/leilamarques/ OBJETIVO DA
RPIMA Rede Portuguesa sobre Informação Microbiológica de Alimentos
RPIMA Rede Portuguesa sobre Informação Microbiológica de Alimentos Silvia Viegas Unidade de Observação e Vigilância DEPARTAMENTO DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Reunião Anual PotrFIR 2010-10-28 Museu do Oriente
CONTROLE DE QUALIDADE DE MEIOS DE CULTURA UTILIZADOS PARA ENSAIOS MICROBIOLÓGICOS DE ALIMENTOS
CONTROLE DE QUALIDADE DE MEIOS DE CULTURA UTILIZADOS PARA ENSAIOS MICROBIOLÓGICOS DE ALIMENTOS J.M. Tibola 1, R.S. Castro 1, F.M.S. Godinho 1, E.M.M. Rossoni 1 1- Fundação de Ciência e Tecnologia CIENTEC
Microbiologia Prof. Márcia G. Perdoncini
MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS DE IMPORTÂNCIA EM ALIMENTOS Microrganismos patogênicos de importância em alimentos: Espécies patogênicas de microrganismos Contaminam e se proliferam em alimentos As doenças
PROGRAMA CEPAS CONTROLE CONTROLLAB. Controle Interno para Bacteriologia Mais sustentabilidade e qualidade aos processos microbiológicos
PROGRAMA CEPAS CONTROLE CONTROLLAB Controle Interno para Bacteriologia Mais sustentabilidade e qualidade aos processos microbiológicos A Controllab, em sua busca contínua de prover as melhores soluções
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE SANDUÍCHES NATURAIS COMERCIALIZADOS EM ARAPONGAS PARANÁ SILVA, M.C; TOLEDO, E
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE SANDUÍCHES NATURAIS COMERCIALIZADOS EM ARAPONGAS PARANÁ SILVA, M.C; TOLEDO, E RESUMO O objetivo desta pesquisa foi avaliar a qualidade higiênica sanitária de sanduíches naturais
Controlo do Risco na cadeia de valor
Controlo do Risco na cadeia de valor Lisboa, 19 de maio 2016 Raquel Moreira Agenda Enquadramento Conceitos-chave Análise do risco Avaliação do risco caso estudo Gestão do risco em segurança alimentar Slide
Deterioração: altamente perecíveis f (% H 2
Processo Térmico Em um processo térmico com alimento, o principal objetivo é reduzir a atividade de materiais biológicos indesejáveis, como microorganismos e enzimas. Em alguns processos mudanças nas propriedades
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações?
Segurança dos alimentos sob a perspectiva da culinária JAPONESA. Portaria Municipal 1109/2016
Segurança dos alimentos sob a perspectiva da culinária JAPONESA Portaria Municipal 1109/2016 SUSHI Porto Alegre 188 Estabelecimentos! Moda Tendência Mudança de hábitos Mais saudável E O SUSHI? QUE TIPO
JOÃO PALERMO NETO FMVZ/USP
JOÃO PALERMO NETO FMVZ/USP Chapecó, 03 de Dezembro de 2014 O emprego de medicamentos veterinários e de aditivos em medicina veterinária vem contribuindo de forma marcante para o sucesso da produção animal
Global Standard for Food Safety Issue 5 - BRC
Global Standard for Food Safety Issue 5 - BRC http://www.brc.org.uk/standards Luísa Pestana Bastos 1 Referencial Global para a Segurança Alimentar 2 OBJECTIVO Desenvolvido para ajudar as empresas a cumprir
ESTABILIDADE TÉRMICA DE BACTERIOCINA PRODUZIDA POR Lactobacillus sakei
ESTABILIDADE TÉRMICA DE BACTERIOCINA PRODUZIDA POR Lactobacillus sakei CONTESSA, C. R.¹, SOUZA, N. B.¹, GONÇALO, G. B.¹, ALMEIDA, L.¹, MANERA, A. P.¹, MORAES, C. C.¹ 1 Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
SeminárioIACA "O CONTROLO DA QUALIDADE NA FILEIRA DA ALIMENTAÇÃO ANIMAL: APPCC E DIOXINAS. 17 dejunho2011. Laura Carvalho
PRÉ REQUISITOS E SISTEMA APPCC (ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRITICOS DE CONTROLO) APLICADOS AO SECTOR DA ALIMENTAÇÃO ANIMAL SeminárioIACA "O CONTROLO DA QUALIDADE NA FILEIRA DA ALIMENTAÇÃO ANIMAL: APPCC
Painel: Como vencer as barreiras de sanidade Tema: Desafios para o setor de alimentos Palestrante: Rafael Martins Felicio - MAPA
Painel: Como vencer as barreiras de sanidade Tema: Desafios para o setor de alimentos Palestrante: Rafael Martins Felicio - MAPA OBRIGADO! São objetivos da defesa agropecuária assegurar: I - a sanidade
UTILIZAÇÃO DE BAIXAS TEMPERATURAS NA CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS
UTILIZAÇÃO DE BAIXAS TEMPERATURAS NA CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS Ivo Rodrigues 2007/2008 1. Aplicação do frio na conservação de Alimentos... prolongar a vida útil dos alimentos minimizando as reacções de
BRC Sistema de Gestão da Qualidade
Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior Agrária Licenciatura em Engenharia Alimentar Gestão Qualidade BRC Sistema de Gestão da Qualidade Realizado por: Andreia Rocha nº3526 Liliana Sousa nº3600
AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE QUEIJO MINAS FRESCAL PRODUZIDOS POR PEQUENOS PRODUTORES RURAIS DO MUNICIPIO DE GUARAPUAVA E REGIÃO
AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE QUEIJO MINAS FRESCAL PRODUZIDOS POR PEQUENOS PRODUTORES RURAIS DO MUNICIPIO DE GUARAPUAVA E REGIÃO Mariele dos SANTOS, [email protected], Tatiana Vanessa Silva, [email protected]
CRITÉRIOS MICROBIOLÓGICOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ALIMENTOS. Denise Hentges
CRITÉRIOS MICROBIOLÓGICOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ALIMENTOS Denise Hentges Avaliação quanto às condições: - processamento - armazenamento - distribuição para o consumo - vida útil - risco à saúde
PESQUISA DE SALMONELLA EM MOLHOS PRODUZIDOS E COMERCIALIZADOS EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO NA CIDADE DE MONTES CLAROS MG
PESQUISA DE SALMONELLA EM MOLHOS PRODUZIDOS E COMERCIALIZADOS EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO NA CIDADE DE MONTES CLAROS MG L. L. R. Borges 1, A. D. B. Guimarães², K. V. de Almeida³, R. T. Careli 4, L. A. Borges
PLANO HACCP ANÁLISE DE PERIGOS E IDENTIFICAÇÃO DAS MEDIDAS PREVENTIVAS PERIGO RELEVANTE? SIM
ANÁLISE DE S E IDENTIFICAÇÃO DAS Página: 1 de 5 ETA 1- Recepção do leite de vaca S patogénicos durante o transporte. Químico: Potencial contaminação com antibióticos. RELEVÂNCIA DO Abusos de temperatura,
Produtos minimamente processados. Definições, processamento e factores de qualidade.
Produtos minimamente processados. Definições, processamento e factores de qualidade. Margarida Moldão Martins UTL/ISA/DAIAT Terminologia Produtos minimamente processados Produtos hortofrutícolas minimamente
VALIDAÇÃO DO PROCESSO DE HIGIENIZAÇÃO DA ALFACE(Lactuca sativa L.) SERVIDA EM UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO. 1. INTRODUÇÃO
VALIDAÇÃO DO PROCESSO DE HIGIENIZAÇÃO DA ALFACE(Lactuca sativa L.) SERVIDA EM UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO. DECOL, Luana Tombini 1 ; MASSAUT, Khadija Bezerra 1 ; ORTIZ, Ândria Sampaio 1, 1 ALEIXO,
REFERENCIAL TÉCNICO BRC
REFERENCIAL TÉCNICO BRC Data António Mantas Luísa P. Bastos 1 REFERENCIAL BRC - ENQUADRAMENTO Todos os sectores envolvidos no fornecimento de produtos alimentares, incluindo os retalhistas, têm a obrigação
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O. Curso: Técnico em Agroindústria. Professora: Roberta M. D.
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Segurança Alimentar e Curso: Técnico em Agroindústria Professora: Roberta M. D. Cardozo Segurança Alimentar Grupos ou espécies de microrganismos
Biofilmes Bacterianos
Biofilmes Bacterianos Biofilmes Bactérias isoladas x Bactérias em associação Biofilmes: Comunidades de bactérias aderidas a superfícies sólidasou semi-sólidas, envoltas por uma matriz de polímeros extracelulares
1) A selecção do método mais adequado para a conservação de alimentos, depende de factores ambientais e de factores intrínsecos ao próprio alimento. I
1) Quais as condições para que ocorra doença por via da acção de agentes biológicos? 2) Qual a diferença entre intoxicação e infecção alimentar? 3) Quais os microrganismos mais frequentemente considerados
DOENÇAS DE ORIGEM BACTERIANA VEICULADAS POR ALIMENTOS
DOENÇAS DE ORIGEM BACTERIANA VEICULADAS POR ALIMENTOS Dado à grande diversidade de alimentos disponíveis ao homem, das mais diferentes fontes de origem animal e vegetal, muitas vezes é inevitável que estes
XI Encontro de Iniciação à Docência
7CTDTQAMT06-p AVALIAÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIA DE 10 AMOSTRAS DE SORVETE DE CHOCOLATE FABRICADO POR UMA INDÚSTRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA PB Dayana do Nascimento Ferreira (1) ; Natália Pires Ramos (1),
Autor(es) LETICIA FERREIRA DE CAMARGO. Co-Autor(es) ANA CAROLINA MAZZO BALSAN CAMILA PADOVAN BAPTISTA JÉSSICA SANTOS RODRIGUES.
8º Simposio de Ensino de Graduação IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS PARA O PROCESSAMENTO DE HAMBÚRGUER DE TILÁPIA ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DO PRIMEIRO PRINCÍPIO DO SISTEMA APPCC Autor(es) LETICIA FERREIRA DE CAMARGO
Lista de Ensaios sob Acreditação Flexível Intermédia L
Lista de Ensaios sob Acreditação Flexível Intermédia L-47- A entidade a seguir indicada está acreditada como Laboratório de Ensaios, segundo a norma NP EN ISO/IEC 725:25 Endereço Address Contacto Contact
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO. Determinação da alcalinidade pelo método titulométrico. SMWW, 22ª Edição, Método
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 6 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO CQLAB - Consultoria e Controle de Qualidade Ltda. Determinação
INTRODUÇÃO. COMO FAZER O HACCP FUNCIONAR REALMENTE NA PRÁTICA* Sara Mortimore PREPARAÇÃO E PLANEAMENTO ETAPA 1 INTRODUÇÃO
ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MESTRADO EM ENGENHARIA ALIMENTAR SEGURANÇA ALIMENTAR INTRODUÇÃO Sistema de controlo simples e lógico COMO FAZER O FUNCIONAR REALMENTE NA PRÁTICA* Sara Mortimore Ana Santos,
Contaminantes de origem química e biológica em alimentos para crianças
Contaminantes de origem química e biológica em alimentos para crianças Paula Alvito, Carla Martins, Elsa Vasco, Maria João barreira, Rosália Furtado e Maria Antónia Calhau [email protected]
DTA por Bacillus cereus
1 CARACTERISTICAS GERAIS DO B. cereus: Bastonete Gram Positivo Esporulado; Facultativo; Grupo B. cereus exceto B. anthracis Amplamente distribuído na natureza; Presente na microbiota intestinal do homem
PLANO DE VALIDAÇÃO PPRO s E PCC s
PCC1 - Lavagem/ desinfecção (Etapa 4) - Concentração (dosagem) do desinfectante desinfecção De acordo com as instruções do fabricante das pastilhas desinfectantes 1 - Análises microbiológicas a saladas
Prevenção de Toxinfeções Alimentares
Boas práticas de Segurança Alimentar Prevenção de Toxinfeções Alimentares Material de apoio à formação em contexto escolar: Terceiro ciclo (7º, 8º e 9º anos) PARTE I ---------------------- Origem da Toxinfeção
Análise de perigos e pontos críticos de controle - APPCC. Prof. Uelinton Pinto
Análise de perigos e pontos críticos de controle - APPCC Prof. Uelinton Pinto Planejamento da aula à Embasamento no plano APPCC (1h) aula expositiva à Realização de atividade em grupo - 1h e 30 min. à
REFRIGERAÇÃO UTILIZAÇÃO DE BAIXAS TEMPERATURAS NA CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS
REFRIGERAÇÃO Ivo Rodrigues 2007/2008 1. Objectivos da refrigeração de Alimentos... prolongar a vida útil dos alimentos aumentando as possibilidades de conservação (geral) 1 1. Objectivos da refrigeração
PORTARIA Nº 32, DE 14 DE MARÇO DE 2014.
A3Q LABORATÓRIOS Nome Empresarial: A3Q LABORATÓRIOS LTDA. CNPJ: 05.642.544/0001-70 Endereço: Rua Uruguai, nº 533 Bairro: Alto Alegre CEP: 85.805-010 Cidade: Cascavel/PR Fone/Fax: (45) 3333 6000 Responsável
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações?
ESTABILIDADE MICROBIOLÓGICA DE MORCELAS DE ARROZ DE PRODUÇÃO ARTESANAL
Revista da UIIPS Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém, Vol. VI, N. º 3, 2018, pp. 59-63 ISSN: 2182-9608 https://revistas.rcaap.pt/uiips/ ESTABILIDADE MICROBIOLÓGICA DE MORCELAS
FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS DE CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO MICROBIANO EM ALIMENTOS
FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS DE CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO MICROBIANO EM ALIMENTOS SOBREVIVÊNCIA DOS MICRORGANISMOS EM UM ALIMENTO Fatores Intrínsecos; Atividade de Água (Aa); ph; Potencial de Oxidorredução;
11/03/2018 INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS ASPECTOS HISTÓRICOS. INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS ASPECTOS HISTÓRICOS. No Inicio, a alimentação era baseada nos abundantes recursos da natureza. O homem passou a plantar, criar animais e produzir seus alimentos.
Segurança Alimentar. Auditoria (ISO 8408)
Segurança Alimentar Auditorias 1 Auditoria (ISO 8408) exame sistemático e independente para determinar se as actividades e resultados relacionados com a qualidade estão de acordo com o esperado e se os
ADEQUAÇÃO MICROBIOLÓGICA DO QUEIJO MINAS ARTESANAL PRODUZIDO NA REGIÃO DE UBERLÂNDIA-MG
1 ADEQUAÇÃO MICROBIOLÓGICA DO QUEIJO MINAS ARTESANAL PRODUZIDO NA REGIÃO DE UBERLÂNDIA-MG SILVIA CASSIMIRO BRASÃO 1, JOCASTA RODRIGUES IASBECK 1, DRIENE BASTOS SOARES 1, EDUARDO ALMEIDA FREITAS 1, GUILHERME
