Introdução a Orientação a Objetos e UML
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- Andreia Conceição Alencastre
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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Introdução a Orientação a Objetos e UML 879SCC Projeto e Desenvolvimento de Sistemas de Informação 1 o Semestre de 2014
2 Resumo Modelo de Processo de Software Definição de Orientação a objetos Histórico de OO Linguagens OO Vantagens da OO Introdução à Orientação a Objetos Introdução à UML
3 Introdução Necessidade de abordagens para desenvolver software de maneira organizada e estruturada Análise Estruturada Análise Essencial Análise OO
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5 Conceitos básicos Orientação a objetos (OO) é uma abordagem de programação que procura explorar nosso lado intuitivo. Os objetos da computação são análogos aos objetos existentes no mundo real. No enfoque de OO, os átomos do processo de computação são os objetos que trocam mensagens entre si. Essas mensagens resultam na ativação de métodos, os quais realizam as ações necessárias.
6 Conceitos básicos Os objetos que compartilham uma mesma interface, ou seja, respondem as mesmas mensagens, são agrupados em classes. Objeto é algo dinâmico: é criado por alguém, tem uma vida, morre ou é morto por alguém. Assim durante a execução do sistema, os objetos podem: Ser construídos Executar ações Ser destruídos Tornar-se inacessíveis
7 Histórico de OO A OO surgiu no final da década de 60, quando dois cientistas dinamarqueses criaram a linguagem Simula (Simulation Language) 1967 Linguagem de Programação Simula-67 conceitos de classe e herança O termo Programação Orientada a Objeto (POO) é introduzido com a linguagem Smalltalk (1983)
8 Histórico de LOO FINS DOS ANOS 80 => Paradigma de Orientação a Objetos Abordagem adequada e prática para o desenvolvimento de software Linguagens OO Puras: Smalltalk (~1980), Eiffel(~1985), Ruby Projetadas para OO e com elementos procedimentais: java(1990) Python (1990) Liguagens procedimentais que foram estendidas: C++ (1986), Object-Pascal(1986) e outras
9 Histórico de OO Surgiram vários métodos de análise e projeto OO CRC (Class Responsability Collaborator, Beecke e Cunningham, 1989) OOA (Object Oriented Analysis, Coad e Yourdon, 1990) Booch (1991) OMT (Object Modeling Technique, Rumbaugh, 1991) Objectory (Jacobson, 1992) Fusion (Coleman, 1994) UML (Unified Modeling Language, 1997)
10 Vantagens de OO Abstração de dados: os detalhes referentes às representações das classes serão visíveis apenas a seus atributos; Compatibilidade: as heurísticas para a construção das classes e suas interfaces levam a componentes de software que são fáceis de combinar; Diminuição da complexidade: as classes delimitam-se em unidades naturais para a alocação de tarefas de desenvolvimento de software;
11 Vantagens de OO Reutilização: o encapsulamento dos métodos e representação dos dados para a construção de classes facilitam o desenvolvimento de software reutilizável, auxiliando na produtividade de sistemas; Extensibilidade: facilidade de estender o software devido a duas razões: Herança: novas classes são construídas a partir das que já existem; As classes formam um estrutura fracamente acoplada, o que facilita alterações; Manutenibilidade: a modularização natural em classes facilita a realização de alterações no software.
12 Vantagens de OO Maior dedicação à fase de análise, preocupando-se com a essência do sistema; Mesma notação é utilizada desde a fase de análise até a implementação. Frente a essas vantagens, a abordagem OO tem se mostrado popular e eficaz.
13 Conceitos de Orientação a Objetos Classes e objetos Abstração Encapsulamento Atributos Métodos e mensagens Associações entre classes Herança Polimorfismo
14 Tudo em OO é objeto Objetos Objeto, no mundo físico, é tipicamente um produtor e consumidor de itens de informação Definição (mundo do software) Qualquer coisa, real ou abstrata, a respeito da qual armazenamos dados e métodos que os manipulam Martin, Odell (1995) Abstração de uma entidade do mundo real de modo que essa entidade possui várias características
15 Classes e Objetos
16 Classes Agrupamento de objetos similares. Todo objeto é uma instância de uma classe. Os objetos representados por determinada classe diferenciam-se entre si pelos valores de seus atributos. Conjunto de objetos que possuem propriedades semelhantes (atributos), o mesmo comportamento (métodos), os mesmos relacionamentos com outros objetos e a mesma semântica.
17 Abstração Processo pelo qual conceitos gerais são formulados a partir de conceitos específicos. Detalhes são ignorados, para nos concentrarmos nas características essenciais dos objetos de uma coleção
18 Abstração
19 Encapsulamento Permite que certas características ou propriedades dos objetos de uma classe não possam ser vistas ou modificadas externamente, ou seja, ocultam-se as características internas do objeto Outras classes só podem acessar os atributos de uma classe invocando os métodos públicos; Restringe a visibilidade do objeto, mas facilita o reuso
20 Atributos Representam um conjunto de informações, ou seja, elementos de dados que caracterizam um objeto Descrevem as informações que ficam escondidas em um objeto para serem exclusivamente manipuladas pelas operações daquele objeto São variáveis que definem o estado de um objeto, ou seja, são entidades que caracterizam os objetos Cada objeto possui seu próprio conjunto de atributos.
21 Métodos São procedimentos definidos e declarados que atuam sobre um objeto ou sobre uma classe de objetos Métodos são invocados por mensagens Cada objeto possui seu próprio conjunto de métodos
22 Diagrama Métodos e Mensagens Código
23 Atributos e Métodos Leitor Nome Número datanascimento alterarnome emprestarlivro revervarlivro
24 Atributos e Métodos
25 Atributos e Métodos
26 Conceitos básicos Associações entre classes
27 Herança Mecanismo que permite que características comuns a diversas classes sejam colocadas em uma classe base, ou superclasse. As propriedades da superclasse não precisam ser repetidas em cada subclasse. Por exemplo, JanelaRolante e JanelaFixa são subclasses de Janela. Elas herdam as propriedades de Janela, como uma região visível na tela. JanelaRolante acrescenta uma barra de paginação e um afastamento.
28 Herança Superclasse Janela Subclasse Janela Rolante Janela Fixa (Herança)
29 Herança Generalização/Especialização
30 Herança
31 Herança Múltipla Uma classe é declarada como uma subclasse de mais de uma superclasse: Estudante Pós Graduação Professor Estagiário Docência
32 Polimorfismo O polimorfismo significa várias formas Em OO é uma propriedade segundo a qual pode existir, em um programa, vários métodos com o mesmo nome operando em classes diferentes. Ao receber uma mensagem para efetuar uma operação, é o objeto que determina como a operação deve ser efetuada; Permite a criação de várias classes com interfaces idênticas, porém objetos e implementações diferentes.
33 Polimorfismo Exemplos: O operador + pode ser usado com inteiros, pontos-flutuantes ou strings. A operação mover pode atuar diferentemente nas classes Janela e PeçadeXadrez. A operação inserir pode ser definida tanto na classe Pilha como na classe Fila.
34 Introdução à UML Histórico Ferramentas de apoio Diagramas da UML
35 Introdução à UML UML (Unified Modelling Language) É uma linguagem para especificação, construção, visualização e documentação de sistemas. É uma evolução das linguagens para especificação de conceitos de Booch, OMT e OOSE e também de outros métodos de especificação de requisitos orientados a objetos ou não.
36 Histórico da UML Início em Outubro de 1994: Booch e Jim Rumbaugh começaram um esforço para unificar o método de Booch e OMT Object Modeling Technique). Uma primeira versão chamada Unified Method, foi divulgada em outubro de Jacobson juntou-se a grupo, agregando o método OOSE (Object- Oriented Software Engineering).
37 Histórico da UML O esforço dos três resultou na liberação da UML versão 0.9 e 0.91 em junho e outubro de Em janeiro de 1997, foi liberada a versão 1.0 da UML. Adotada como padrão segundo a OMG (Object Management Group, ) em Novembro de 1997 UML 2.0 em 2004
38 Histórico da UML
39 Ferramentas de Apoio Diversas empresas lançaram ferramentas para : auxiliar a modelagem e projeto de sistemas utilizando UML; gerar código a partir da modelagem e projetos e; realizar engenharia reversa, ou seja, obter o modelo em UML a partir do código.
40 Ferramentas de Apoio Exemplos: A família Rational Software Modeler (da Rational Software Corporation ( www- 306.ibm.com/software/rational) que é uma ferramenta visual de modelagem e projeto baseada na UML 2.0. ArgoUML- free Company.html (lista de ferramentas que envolvem a UML), entre elas Jude (agora Astah) e Visual Paradigm StatUML: free
41 Diagramas da UML Diagramas de Casos de Uso Diagramas de classe Diagramas de Comportamento Diagrama de Sequência Diagrama de Comunicação Diagrama de Estado Diagrama de Atividade Diagramas de Implementação Diagrama de Componente Diagrama de Implantação
42 Material sobre UML (Rational) (Object Management Group) Page-Jones, M.; Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML, Makron Books, Furlan, J.D.; Modelafem de Objetos Através da UML, Makron Bools, Rumbaugh, J., Jacobson, I., Booch, G; The Unified Modeling Language Reference Manual, Addison- Wesley, c1999. Conallen,J.; Building Web Applications with UML, Addison-Wesley, Fowler, M, Scott, K.; UML Essencial, Bookman, 2000.
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