LITERATURA INTRODUÇÃO
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- Oswaldo Jerónimo Caires Filipe
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1 LITERATURA INTRODUÇÃO
2 CONCEITO
3 DICIONÁRIO HOUAISS (1) É um conjunto de obras que, valendo-se da ficção ou não, expressa a visão particular do autor a partir de uma linguagem específica obtendo, assim, beleza artística.
4 SIGMUND FREUD O escritor é como uma criança, para a qual a brincadeira é algo muito sério. O ser humano, conforme cresce, sente vergonha de brincar e, em contato com a realidade, começa a forjar na Arte sua fuga.
5 CARACTERÍSTICAS
6 ARISTÓTELES: MÍMESE E VEROSSIMILHANÇA Mímese designa a ação ou a faculdade de imitar; atrelada à noção de representação da realidade, ligada intrinsecamente ao conceito de verossimilhança A função fundamental da arte é parecer verdadeira, ser verossímil, e despertar a ilusão de que se baseia na impressão da verdade. A obra mimética é aquela que é verossímil, seja ou não verdadeira.
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8 ARISTÓTELES: CATARSE A catarse pode ser compreendida como uma espécie de purgação, na qual as emoções se purificam. O leitor se identifica com o sofrimento do poeta, sofre solidário a ele, porém, após a leitura, retoma sua própria identidade, a qual foi enriquecida pela experiência ficcional.
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10 RECURSOS LITERÁRIOS NÍVEIS DE USO DA LINGUAGEM, VOZES DO DISCURSO E FOCO NARRATIVO
11 NÍVEIS DE USO DA LINGUAGEM
12 DENOTAÇÃO É quando a palavra aparece no seu sentido básico (dicionário). Ex.: A traíra é muito ardilosa e desconfiada, portanto, é difícil fisgá-la.
13 CONOTAÇÃO É quando a palavra aparece no sentido figurado, expressivo ou emotivo, permitindo, assim, diferentes interpretações. Ex.: Minha amiga revelou-se uma tremenda traíra ao tentar seduzir meu namorado.
14 VOZES DO DISCURSO
15 DISCURSO DIRETO Torna a personagem viva para o leitor, ao modo de uma cena teatral. Pode surgir através de verbos introdutórios e/ou recursos gráficos. Ex.: Não gosto disso disse a menina em tom zangado.
16 DISCURSO INDIRETO Transmiti o conteúdo sem, necessariamente, utilizar a forma linguística que teria sido empregada, sendo estruturado por subordinação frasal. Ex.: A menina disse em tom zangado, que não gostava daquilo.
17 DISCURSO INDIRETO LIVRE O narrador insere a fala da personagem de forma sutil, sem fazer uso das marcas do discurso direto. Ex.: A menina perambulava pela sala irritada e zangada. Eu não gosto disso! E parecia que ninguém a ouvia.
18 FOCO NARRATIVO
19 NARRADOR-PERSONAGEM Escrito em primeira pessoa, o narrador é um dos personagens, tendo relação íntima com os elementos da narrativa. Podemos caracterizar a visão desse tipo de narrador como não-confiável por estar impregnada de subjetivismo.
20 EXEMPLO Quando nos álbuns de adolescente eu respondia com orgulho que não acreditava no amor; era então que eu mais amava. Também não sabia no que dá mentir: Comecei a mentir por precaução, e ninguém me avisou do perigo de ser precavida, e depois nunca mais a mentira descolou de mim. E tanto menti que comecei a mentir até a minha própria mentira. E isso - já atordoada eu sentia - era dizer a verdade. Até que decaí tanto que a mentira eu a dizia crua, simples, curta: eu dizia a verdade bruta. (LISPECTOR, Clarice. Fundo de gaveta.)
21 NARRADOR-OBSERVADOR Escrito em terceira pessoa, o narrador observa os fatos e os apresenta com certa neutralidade por não participar do universo psíquico dos personagens da narrativa.
22 EXEMPLO Suspenso em frente deles está o grande arco da nação Araguaia, ornado nas pontas das penas vermelhas da arara. [...] É a insígnia do chefe dos guerreiros, a qual Camacan, pai de Jaguarê, conquistou na mocidade e ainda conserva, pois ninguém ousa disputá-ia. (ALENCAR, José. Ubirajara.)
23 NARRADOR-ONISCIENTE Escrito em terceira pessoa, o narrador conhece o universo psíquico das personagens. Utiliza frequentemente o discurso indireto livre.
24 EXEMPLO Todavia o escrevente vivia ainda inquieto, amargurava-o encontrar o pároco instalado ali todas as noites, com a face próspera, a perna trançada, gozando a veneração das velhas. A Ameliazinha, sim, agora portava-se bem, e era-lhe fiel, era-lhe fiel..., mas ele sabia que o pároco a desejava, a cocava. E apesar do juramento dela pela sua salvação, da certeza que não havia nada - temia que ela fosse lentamente penetrada por aquela admiração caturra das velhas, para quem o senhor pároco era um anjo. (QUEIROS, Eça. O crime do padre Amaro.)
25 FIM Professora Andreia Raupp andreiaraupp.blogspot.com
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