Diagrama de Atividade
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- Lorenzo Lameira Álvaro
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1 PU-Rio Tópico 5 UML - E Diagrama de Atividade Luiz Antônio M. Pereira [email protected] [email protected] 1
2 PU-Rio E DA - Motivação Em muitas situações precisamos especificar Os passos necessários para a realização de uma tarefa Executada em paralelo por mais de um executor; Onde os passos se estruturam de forma não sequencial; om desvios causados por diversas condicionalidades; Onde artefatos são produzidos e trocados entre os executores. Um algoritmo complexo Envolvendo processamento em paralelo, pontos de sincronismo, desvios múltiplos (switches), intercalações, etc. 2
3 PU-Rio E DA - Motivação Diagramas de Atividade da UML são expressivos o suficiente para a modelagem completa de processos com muitas ações executadas em paralelo. 3
4 PU-Rio E DA - onceitos Antes da UML 2.0 eram entendidos como variantes do DTE, onde os estados são estados de atividade; Ação 1 Ação 2 Transição entre Ação 1 e Ação 2 só é trilhada quando Ação 1 termina, ou seja, o evento que provoca a transição é o evento de fim de Ação 1. 4
5 PU-Rio E DA - onceitos Dos diagramas que já existiam na UML, foi o que mais sofreu inovações na versão 2.0; DAs incorporaram nos últimos anos mecanismos para tratamento de paralelismo, partições hierarquizadas e em duas dimensões, pinos etc. 5
6 PU-Rio E DA - onceitos Enfocam o fluxo de controle entre ações do sistema (visão dinâmica); Esses diagramas especificam a ordem de execução das ações, cobrindo, portanto, parte da dimensão temporal do modelo de um sistema; Úteis para modelagem de programas concorrentes, onde se projetam graficamente as threads e pontos de sincronismo. 6
7 PU-Rio E DA - onceitos Vêm sendo usados em inúmeras outras aplicações, além das tradicionais especificações de algoritmos complexos: Processos de engenharia; Processos de negócios (fluxos de trabalho - workflows);... 7
8 PU-Rio E DA - Elementos da Notação Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" 8
9 PU-Rio E DA - Estados Inicial e Final Estado Inicial Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" 9
10 PU-Rio E DA - Estados Inicial e Final Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" Estado Final ou Ponto de Parada 10
11 PU-Rio E DA - Estados Inicial e Final Estado inicial: Indica o ponto de início da atividade; Só pode ter um no mesmo contexto. Estado final: Pode haver mais de um no mesmo diagrama; Quando atingido, a máquina é encerrada, indicando o ponto de término da atividade. 11
12 PU-Rio E DA Atividade e Ações Preparar afé Ação Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" Atividade 12
13 PU-Rio E DA Atividade e Ações Exemplos de ações: Preparar afé Imposto = Renda Líquida * 0,20 Preferencialmente usar nomes com verbos no infinitivo. 13
14 PU-Rio E DA Atividade e Ações Ação é a unidade fundamental para a especificação de um comportamento (UML); Representa algo indivisível (atômica); Atividade é composta de ações e/ou sub-atividades. 14
15 PU-Rio E DA Atividade e Ações Uma ação recebe um conjunto de entradas e as converte em um conjunto de saídas, embora ambos os conjuntos possam ser vazios; O conjunto de entradas para uma ação pode ser resultado das saídas de uma ou mais ações executadas anteriormente. 15
16 PU-Rio E DA - Transições Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" Transição 16
17 PU-Rio E DA Transições Também chamadas de fluxos; São trilhadas quando as atividades origem terminam. São não-qualificadas; ou Qualificadas com guardas : expressões lógicas que indicam as condições em que são trilhadas. As guardas são colocadas entre [ e ] ; 17
18 PU-Rio E DA Transições Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" Desvio ou branch Intercalação ou merge 18
19 PU-Rio E DA Transições Um desvio ou nó de decisão é um nó de controle que escolhe entre fluxos de saída; Fluxos de saída obrigatoriamente guardados com as respectivas condições de saída; 19
20 PU-Rio E DA Transições De um desvio podem partir vários fluxos, desde que as guardas especifiquem condições lógicas mutuamente excludentes. Em outras palavras: um desvio corresponde a um fluxo de controle de entrada com um fluxo de controle de saída. 20
21 PU-Rio E DA Transições [A] [senão] [B] [] [...]... 21
22 PU-Rio E DA Transições A contrapartida de um nó de decisão é um nó de intercalação; Recebe os vários fluxos de entrada (que correspondem aos desvios) e tem um único fluxo de saída. 22
23 PU-Rio E DA Transições Uma intercalação tem que ser colocada sempre que colocamos um nó de decisão, a menos que o fluxo termine ou que outra decisão precise ser tomada. [condição tal] Ação Tal Action1 23
24 PU-Rio E DA Separações e Junções Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" Separação ou fork Junção, união ou join 24
25 PU-Rio E DA Separações e Junções Separações: Uma transição de entrada e várias transições de saída; As atividades ligadas às transições de saída são executadas em paralelo (threads ou fios de execução); Em outras palavras: um fork corresponde a um fluxo de controle de entrada com dois ou mais fluxos de controle de saída. 25
26 PU-Rio E DA Separações e Junções Junções: São as contrapartidas das separações; Marcam pontos de sincronismo; Processamento só passa da junção quanto todos os fios de execução que nela convergem são terminados; A representação no modelo não é obrigatória pela UML. Múltiplos fluxos de entrada em uma ação caracterizam uma junção implícita. Action2 Action3 Action2 Action3 Action4 Action4 26
27 PU-Rio E DA - Partições Partições: Partições ou raias (swimlanes) são usadas quando há necessidade de se indicar quem executa as atividades; As ações executadas por determinado executor/setor são colocadas na raia desse determinado executor/setor; As raias podem ser hierarquizadas; As raias podem ser bi-dimensionais. 27
28 A2 A A1 Processamento Estoque Despacho PU-Rio E DA - Partições B B1 B2 28
29 PU-Rio E DA Fluxo de Objetos Objetos (artefatos) podem ser passados de uma ação a outra durante a execução de uma atividade; Objetos são denotados por retângulos que se situam no fluxo entre as ações que os passam e as que os recebem: Receber Pedido umafatura:fatura Atualizar Estoque 29
30 PU-Rio E DA Fluxo de Objetos O nome do objeto deve ser colocado no interior do retângulo na forma objeto:classe, A referência à instância ou à classe (uma ou outra) é opcional. Nomes aceitáveis: copiafatura:fatura, copiafatura, :Fatura 30
31 PU-Rio E DA Atividades Aninhadas Exemplos: Emitir Boleto de Mensalidade Emitir Boleto de Mensalidade Atividades aninhadas são detalhadas em outros diagramas 31
32 PU-Rio E DA Atividades Aninhadas Para manterem a consistência do modelo, os ASEs 1. riam um diagrama para modelarmos a atividade aninhada; 2. Permitem que arrastemos um diagrama para dentro de outro. 32
33 PU-Rio E DA Sinais e Eventos Temporais O envio de um sinal em um modelo de sistema pode estar associado ao lançamento de uma interrupção; A recepção de um sinal pode estar associada à execução da ação de tratamento dessa interrupção. «signal sending» Solicitar Pagamento «signal receipt» Pagamento onfirmado 33
34 PU-Rio E DA Sinais e Eventos Temporais Um evento temporal é algo que ocorre em um instante determinado (evento temporal fixo), ou após determinado tempo medido com relação à ocorrência de outro evento (evento temporal relativo); Um evento temporal pode dar origem a um fluxo. 34
35 PU-Rio E DA onsolidando... Preparar afé Receber Ficha [ficha válida] Ferv er Água olocar Pó no Filtro Despejar Água Ferv ente Sobre o Pó Despejar afé no opo olocar opo na Bandeja Despejar Açúcar no opo Informar "O afé Pode Ser Retirado" [senão] Informar "Ficha Inv álida" 35
36 PU-Rio E DA onsolidando... Processamento Atendimento Financeiro Receber pedido «signal sending» Solicitar Pagamento Preparar fatura cópia do pedido «signal receipt» Pagamento onfirmado Embalar pedido Notificar transportadora Organizar pedido 36
37 PU-Rio E Aspectos omplementares 37
38 PU-Rio E DA Fim de Fluxo Também chamado de cancelamento; Usado para denotar que um fio de execução terminou, mas a máquina continua ativa; Diferente do ponto de parada, que especifica que TODA a máquina se encerra naquele ponto; Notação: 38
39 PU-Rio E DA Fim de Fluxo [c2] B [c1] A E D 39
40 PU-Rio E DA - onectores Usados para evitar longas setas de fluxos; Usados em quebras de páginas. 40
41 PU-Rio E DA - Pinos Uma ação pode receber parâmetros (objetos, valores, listas de objetos ou de valores etc.) da ação anterior Uma ação pode passar parâmetros para a ação seguinte na sequência. Receber Fatura Pedido Receber Pagamento Podemos usar a notação de pinos. Receber Fatura Pedido Pedido Receber Pagamento 41
42 PU-Rio E DA - Transformações Usadas quando o parâmetro de entrada de uma ação é o resultado de uma operação aplicada no parâmetro de saída da ação anterior na sequência. As transformações devem ser livres de efeitos colaterais (não podem alterar o estado do ambiente). Elaborar Análise de rédito Laudo Nome Parecer Informar Resultado de Análise de rédito 42
43 PU-Rio E DA Regiões de Expansão Usadas para especificar conjuntos de ações que são realizadas em paralelo ou iterativamente. Aplicar Prov as Fluxo de Objetos Paralelo ou iterativo «parallel» Provas orrigir Prov a Lançar Nota Notas lassificar Alunos 43
44 PU-Rio E DA Especificando Us Problemas da especificação textual: Não é concisa; Dificilmente é completa; Pouco manutenível. Inserção, alteração e remoção de passos facilmente provoca inconsistências na especificação (a rastreabilidade); A tecnologia tipicamente usada (tabelas do Word com referências cruzadas) é de baixa usabilidade. ontinua... 44
45 PU-Rio E DA Especificando Us Problemas da especificação textual (cont): Precisam ser interpretadas e convertidas em diagramas pelos projetistas (é nessa etapa que a incompletude é evidenciada); Demandam retrabalho (novas entrevistas). 45
46 PU-Rio E DA Especificando Us Vantagens de uso: oncisão; ompletude mais facilmente buscada; enários podem ser facilmente identificados; Maior manutenibilidade; Especificação da colaboração Ator(es) Sistema feita visualmente, com o uso de ferramenta gráfica. 46
47 PU-Rio E DA Especificando Us Desvantagem de uso: Usuário em geral não é familiarizado com a notação dos DAs da UML. O caminho do meio: Analista especifica em DA e depois converte para texto, para homologação pelo cliente. 47
48 PU-Rio E DA Especificando Us Duas formas básicas de especificação com DAs: Especificando unicamente as ações do sistema; Vantagem: melhor estruturação do diagrama. Desvantagem: as ações dos atores não são evidenciadas. Incluindo também as ações dos atores na especificação. Em raias distintas; Usando cores distintas para as ações. 48
49 PU-Rio E DA Onde Mais Usar? Quando utilizar DAs (dicas do Fowler): Descrevendo um algoritmo complicado; Lidando com aplicações de processamento paralelo. Modelagem de negócios. 49
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