MODELAGEM DE SISTEMAS
|
|
|
- Eliana Regueira Beretta
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MODELAGEM DE SISTEMAS Profa. Rosemary Melo
2 Representa a parte dinâmica do sistema Utilizado para modelar atividades, que podem ser um método ou um algoritmo, ou mesmo um processo completo. Na visão de caso de uso o diagrama de atividades: Exibe o fluxo dentro de um caso uso em particular Exibe o fluxo entre casos de uso
3 Composto por um conjunto de símbolos usados para representar o fluxo de execução de um sistema que indicam: Quais atividades precedem quais Quais podem ser realizadas em paralelo Quais são os fluxos alternativos
4 Características São semelhantes aos antigos fluxogramas. Pode ser utilizado para modelar mais de uma atividade Pode ser usada para representar dois tipos de fluxo: de controle e de objetos. Uma transição entre atividades é gerada simplesmente pelo término de uma atividade e não por eventos externos.
5 Principais elementos: Atividade Ação Fluxo de Controle Estados iniciais e finais Decisões Barras de Sincronização Fluxo de Objetos Ação de Envio e de Aceitação de Sinal Ação de Chamada de Comportamento Partições ou Raias
6 Atividade É composta por um conjunto de ações, ou seja, os passos necessários para que a atividade seja concluída. Representa o desempenho de algum comportamento em um fluxo de execução. O significado de uma atividade depende do contexto em que o diagrama é utilizado. Pode ser: uma tarefa realizada por uma pessoa no caso da representação de um processo manual um processo no caso de um sistema automatizado um método no caso de descrição de um outro método
7 Ação Elemento mais básico de uma atividade. Representa um passo, uma etapa que deve ser executada em uma atividade. Representação gráfica: Esse exemplo representa a ação inicial da atividade de emissão de saldo, onde se deve receber o número da conta informada pelo cliente.
8 Fluxo de Controle Conector que liga duas ações, enviando sinais de controle. Pode conter uma descrição, uma condição de guarda ou uma restrição. A Restrição, que é chamada de peso neste diagrama, determina, por exemplo, o número mínimo de sinais que devem ser transmitidos pelo fluxo. Um sinal (token) pode conter valores de controle, objetos ou dados, estes dois últimos só podem ser transmitidos por fluxo de objeto.
9 Fluxo de Controle Representação gráfica
10 Estado inicial e final Todo diagrama de atividade possui um estado inicial e um final. Estado inicial indica o início do fluxo de execução. Estado final indica o término do fluxo de execução. ESTADO INICIAL E FINAL Estado Inicial Estado Final
11 Decisão Decisão é um recurso utilizado para controlar desvios no fluxo de controle de um diagrama de atividade. Ele é composto de condições booleanas e cada condição, quando satisfeita, dispara uma transição correspondente. Pode ser usado também para unir fluxos de controle divididos anteriormente por outro ponto de decisão.
12 Decisão Representação gráfica [Não] [Sim]
13 Decisão Exemplo
14 Decisão Exemplo
15 Barras de Sincronização Também definida como Nó de Bifurcação / União. São usadas para especificar forks e joins. Um fork representa a divisão de um único fluxo de controle em vários fluxos de controle concorrentes. Um join representa a sincronização de dois ou mais fluxos de controle concorrentes.
16 Barras de Sincronização Os sincronizadores são utilizados para indicar o início e o término de atividades paralelas. Permite especificar quais as atividades podem ser realizadas concorrentemente e quais são os pontos de sincronização. Uma sincronização pode ter muitas transições de entrada e uma de saída ou muitas transições de saída e uma transição de entrada.
17 Barra de Sincronização - Representação gráfica
18 Barra de Sincronização- Exemplo Modelagem de Sistemas
19 Final de Fluxo Representa o encerramento de uma rotina representada pelo fluxo, mas não de toda a atividade.
20 Fluxo de Objetos É um conector que pode ter objetos ou dados passando por ele. Representa o fluxo de valores (objetos ou dados) que são enviados a partir de um nó de objeto (instância de uma classe) ou para um nó de objetos. Nó de objeto representa uma instância de uma classe que pode está disponível em um determinado ponto da atividade. O fluxo de objeto pode ser utilizado para modificar o estado de um objeto, definindo um valor para um de seus atributos ou mesmo instanciando ou destruindo o objeto.
21 Fluxo de Objetos - Exemplo Neste exemplo, após o atendimento do pedido ter sido concluído, atualiza-se um objeto de classe Pedido para determinar que este foi concluído, passando-se em seguida para o nó de ação Enviar pedido.
22 Alfinetes (Pins) Nós de objeto que representam uma entrada para uma ação ou uma saída de uma ação. Fornecem valores para as ações e recebem os valores resultantes delas. Quando o tipo de entrada e saída é o mesmo, usa-se um único retângulo no centro do fluxo de dois nós de ação, conforme apresentado no slide anterior.
23 Alfinetes - Exemplo O nó do objeto pedido é uma informação de saída do nó de ação da esquerda e uma informação de entrada para o nó de ação da direita.
24 Ação de Envio de sinal É uma ação que representa o envio de um sinal para um objeto ou ação. Representa, por exemplo, a transmissão de um sinal para um dispositivo externo, normalmente um item de hardware. Representado por um retângulo com uma protuberância triangular em seu lado direito.
25 Ação de Evento de Aceitação É uma ação que representa a espera de um evento de acordo com determinadas condições. Representa, por exemplo, o recebimento de um sinal de um dispositivo externo, normalmente um item de hardware. É representado por um retângulo com uma reentrância triangular em seu lado direito.
26 Envio e recebimento de sinal- Exemplo Modelagem de Sistemas
27 Ação de Evento de Tempo de Aceitação É variação do evento de aceitação que leva em consideração o tempo para que o evento possa ser disparado. No exemplo abaixo, quando o horário de final de expediente for atingido é disparado a tarefa de Realizar backup.
28 Conectores São atalhos para fluxo, utilizados quando existe uma distância relativamente grande entre os nós que o fluxo precisa ligar. Deve haver sempre pares de conectores com a mesma nomenclatura, uma vez que um conector é um atalho.
29 Ação de Chamada de Comportamento Invoca a execução de um comportamento, sendo este, em geral, uma atividade. Apresenta um símbolo de ancinho apontando para baixo em seu canto inferior direito. Usada para invocar uma atividade que já foi modelada em outro diagrama.
30 Partições de Atividade Permite representar o fluxo de um processo que passa por diversos setores ou departamentos de uma empresa, ou mesmo um processo que é manipulado por diversos atores. As partições podem ser tanto horizontais como verticais. Cada pista é encabeçada pelo nome da unidade organizacional, entidade ou objeto responsável pelas ações e atividades aí localizadas.
31 Diagrama de Atividades Partições Modelagem de Sistemas
32 Exemplo de Diagrama de Atividade Realizar Depósito Modelagem de Sistemas
33 Exemplo de Diagrama de Atividade Encerrar Conta Modelagem de Sistemas
34 Exercício 1. Desenvolva o diagrama de atividades referente ao processo de venda de ingressos para um sistema de controle de cinema sabendo que: Ao selecionar a opção de venda de ingressos, o sistema deverá apresentar todas as sessões ainda não encerradas. Cada sessão deve informar o título do filme e a sala em que será apresentado. A partir da listagem apresentada, o funcionário deverá selecionar a sessão desejada pelo cliente. Finalmente, o funcionário deverá gerar o ingresso referente à sessão escolhida.
Diagramas de Atividade
Diagramas de Atividade Finalidade Esclarece fluxos de controles ou atividades em operações complexas e em casos de uso. Destaca a lógica de realização de uma tarefa; Decompõe uma atividade em subatividades
Diagrama de Atividade
Introdução o É semelhante aos fluxogramas; o É utilizado, para modelar atividades; o É formado por estados (que representam as atividades) e transições. Diagrama de Atividade o É associado a um Caso do
Diagrama de Atividades. Ricardo Roberto de Lima UNIPÊ APS-I
Diagrama de Atividades Ricardo Roberto de Lima UNIPÊ 2008.1 APS-I Diagramas de atividades Variação de uma máquina de estados Os estados são as atividades representando a execução de operações. As transições
ANÁLISE DE SISTEMAS. Diagrama de atividades. por. Antônio Maurício Pitangueira
ANÁLISE DE SISTEMAS Diagrama de atividades por Antônio Maurício Pitangueira 1 Diagrama de atividade Há diversos diagramas da UML que descrevem os aspectos dinâmicos de um sistema. diagramas de estados,
Diagrama de Atividades
Diagrama de Atividades Diagrama de Atividades Caso especial do diagrama de Estados Maior ênfase ao nível de Algoritmo Semelhança com Fluxogramas Descrever os PASSOS a serem percorridos para a conclusão
Diagramas de. Atividades. PDF created with pdffactory trial version
Diagramas de Diagramas de Os Diagramas de mostram o fluxo entre atividades (ações nãoatômicas) São um caso especial dos Diagramas de Estados, com a maioria das transições resultantes do término das atividades
Diagrama de Atividades
Diagrama de Atividades É essencialmente um gráfico de fluxo onde apresenta o fluxo de controle de uma atividade para outra. Inicialmente era visto como um caso especial do Diagrama de Gráficos de Estados,
Diagrama de Máquina de Estados
Análise e Projeto de Sistemas OO Diagrama de Máquina de Estados Demonstra o comportamento de um elemento através de um conjunto de transições de estado. Um Estado representa a situação em que um objeto
UML Diagrama de Atividades
CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação UML Diagrama de Atividades Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Análise e Projeto de Sistemas Faculdade de Computação
Análise e Projeto Orientados a Objetos
Análise e Projeto Orientados a Objetos Diagrama UML de atividades Diretoria Acadêmica de Gestão e Tecnologia da Informação Diagramas de atividades Úteis para visualização de sequências de ações e fluxos,
Diagrama de Atividades
Diagrama de Atividades Profa Simone Sawasaki Tanaka [email protected] Diagramas da UML Diagrama de Atividade Um Diagrama de atividade é essencialmente um gráfico de fluxo, mostrando o fluxo de controle
Tópicos da Aula. Alguns Diagramas UML. Diagramas Principais. Diagramas de Interação: Sequência e Colaboração. Tipos de Diagramas de Interação
Engenharia de Software Aula 10 Tópicos da Aula Diagramas de Interação: Sequência e Colaboração Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo [email protected] 09 Abril 2012 Alguns Diagramas UML
27/02/2016 UML. Prof. Esp. Fabiano Taguchi DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA
UML Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com [email protected] DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA DIAGRAMA DE SEQUENCIA Preocupa-se com a ordem temporal em que as mensagens são trocadas,
Trata-se de uma variação do diagrama de estado com um propósito um pouco diferente do diagrama de estado:
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Atividade 6 Diagrama de Atividade 6.1 Definição
Diagrama de Atividades
Diagrama de Atividades Régis Patrick Silva Simão Régis Simão Diagrama de Atividades 1/40 Agenda Introdução Nó Inicial e Nó Final Ações ou Atividades Fluxos ou Arestas Conectores Objetos Pinos Decisões
Diagrama de Sequência. Diagrama de Sequência. Atores. O que representam? Linha de Vida. Objetos
DCC / ICEx / UFMG Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Preocupa-se com a ordem temporal em que as mensagens são trocadas Pode ser usado para detalhar um Caso de Uso Identifica O evento
Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula III Concepção Visão Geral do Sistema. Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN
Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula III Concepção Visão Geral do Sistema Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN 1 Introdução Fase de concepção do UP Analista vai em busca das primeiras informações sobre
5 Diagrama de Estado. 5.1 Definição
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Estado Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação:
Diagrama de Atividades
Diagrama de Atividades Viviane Torres da Silva [email protected] http://www.ic.uff.br/~viviane.silva/es1 O que é? Diagrama criado para modelagem de processos Herda várias características do DTE (Diagrama
Diagrama de Casos de Uso. Interagindo com o Usuário
Diagrama de Casos de Uso Interagindo com o Usuário Diagrama de Casos de Uso Procura, por meio de uma linguagem simples, possibilitar a compreensão do comportamento externo do sistema por qualquer pessoa,
Diagrama de Atividades. Professor: André Gustavo Bastos Lima
UML Unified Modeling Language Diagrama de Atividades Professor: André Gustavo Bastos Lima Diagrama de Atividades Representação de fluxo de atividades seqüenciais i e concorrentes; Ênfase na transferência
Modelagem Temporal com UML
Modelagem Temporal com UML! Tipo especial de diagrama de estados, onde são representados os estados de uma atividade, ao invés dos estados de um objeto.! Estados de Atividade: "Exemplo 1: passos de um
Modelagem Dinâmica. Toda a ação é designada em termos do fim que procura atingir. Niccolo Maquiavel. O pensamento é o ensaio da ação.
Modelagem Dinâmica Toda a ação é designada em termos do fim que procura atingir. Niccolo Maquiavel O pensamento é o ensaio da ação. Sigmund Freud Modelagem Dinâmica Identifica e modela os aspectos do sistema
POO Paradigma Orientado a Objetos. POO Paradigma Orientado a Objetos. POO Paradigma Orientado a Objetos. POO Paradigma Orientado a Objetos
UEG - Universidade Estadual de Goiás (Câmpus Posse) Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas II Turma: 4 Semestre Ano: 2016 Professor: José Ronaldo Leles Júnior O que é? É uma forma de abordar um problema.
APÊNDICE D Unified Model Language (UML)
APÊNDICE D Unified Model Language (UML) 299 APÊNDICE D Unified Model Language (UML) Apresenta-se neste Apêndice uma visão geral sobre a UML (Unified Modeling Language), focalizando-se nos conceitos e definições
Introdução. Diagramas de Interação. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução. Os modelos de análise não respondem a algumas perguntas:
Diagramas de Interação Os modelos de análise não respondem a algumas perguntas: Como as operações do sistema são executadas internamente? A que classes estas operações internas pertencem? Quais objetos
Panorama da notação UML
Panorama da notação UML A notação UML (Unified Modeling Language linguagem de modelagem unificada) evoluiu desde que foi adotada a primeira vez como um padrão em 1997. Uma revisão maior para o padrão foi
Modelagem de Processos Redes de Petri e Workflow nets. Silvana Pereira Detro
Modelagem de Processos Redes de Petri e Workflow nets Silvana Pereira Detro Redes de Petri Propostas por Carl Adam Petri (1962), constituem se em uma técnica de modelagem que permite a representação de
Manual de Utilização Pedido Eletrônico Zeus Representante
Manual de Utilização Pedido Eletrônico Zeus Representante Help Desk Unidade de Negócios D. Center 1 Índice INTRODUÇÃO...3 ENVIAR E RECEBER...4 DIGITAR PEDIDO...6 VISUALIZAR OS ITENS DO PEDIDO... 9 FLEX...
UML Itens Estruturais - Interface UML UML UML
Itens Estruturais - Interface Coleção de operações que especificam serviços de uma classe ou componente Descreve o comportamento visível externamente Raramente aparece sozinha. Em geral vem anexada à classe
Realizações de. Diagramas de Interação. Diagrama de Sequência. Análise e Projeto de Sistemas OO. Diagrama de Interação:
Análise e Projeto de Sistemas OO Realizações de O Diagrama Use Case apresenta uma visão externa do sistema Diagramas de Interação descrevem como use cases são realizados como interações entre associações
Modelagem de Processos com IDEF0
Modelagem de Processos com IDEF0 Luiz Lourenço de Mello Filho Mestre em Economia Empresarial pela Universidade Candido Mendes e em Computação Aplicada e Automação pela Universidade Federal Fluminense,
Manual de Utilização Pedido Eletrônico Zeus
Manual de Utilização Pedido Eletrônico Zeus Help Desk Unidade de Negócios D. Center 1 Índice INTRODUÇÃO...3 ENVIAR E RECEBER...4 DIGITAR PEDIDO...6 VISUALIZAR OS ITENS DO PEDIDO... 9 ENVIAR PEDIDOS...10
ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS
ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS FLUXAGRAMAÇÃO DE PROCESSOS Curso Técnico em Administração Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA 15.063-PR 1 FLUXOGRAMA Permite à equipe de analistas uma visão completa
Modelagem de Processos. Prof a. Silvia Inês Dallavalle de Pádua
Modelagem de Processos Prof a. Silvia Inês Dallavalle de Pádua 1 BIBLIOGRAFIA DEBEVOISE, T;GENEVA,R. The microguide Process Modeling in BPMN. Booksurge, 2008. VALLE, R.; OLIVEIRA, S.B. Análise e modelagem
Modelagem ou Diagrama de Caso de Uso
Modelagem ou Diagrama de Caso de Uso Objetivos principais: Delimitar o contexto de um sistema Documentar os requisitos Ajudar no entendimento dos requisitos Descrever os requisitos funcionais Facilitar
Para trabalhar com memórias I2C é necessário compreender os seguintes itens:
7UDEDOKDQGRFRPPHPyULDV,&[[[[ Por Renie S. Marquet em 01.02.2005 (http://reniemarquet.sites.uol.com.br) Este documento descreve os procedimentos para utilização de memórias 24xxxx nos barramentos I2C, porém,
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE Departamento de Informática Ivan Mathias Filho [email protected] Programa Capítulo 5 Sistemas Reativos Definição Sistemas Reativos Exemplos Máquinas de Estados 1 Programa
Introdução a UML e seus diagramas
Introdução a UML e seus diagramas A Unified Modelling Language (UML) é uma linguagem ou notação de diagramas para especificar, visualizar e documentar modelos de software orientados por objetos. O UML
Introdução à Lógica de Programação
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Introdução à Lógica de Programação 1 Resolução de problemas usando computador Computador: ferramenta para processamento automático de dados Processamento
UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2
UML 2 Guia Prático Gilleanes T.A. Guedes Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 Novatec Sumário Sobre o autor...11 Estrutura deste Guia...12 Capítulo 1 Introdução à UML...13
Diagramas de Estado: (um pouco) história. Diagramas de Transição de Estado. Inventados por David Harel (State Charts)
Diagramas de Transição de Estado Diagramas de Estado: (um pouco) história Inventados por David Harel (State Charts) D. Harel. Statecharts: A Visual Formalism for Complex Systems. In Science of Computer
Introdução aos Algoritmos
Introdução aos Algoritmos Aula 05 Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa http://www2.ufersa.edu.br/portal/professor/diogopedrosa [email protected] Universidade Federal Rural do Semiárido Bacharelado
FLUXOGRAMA. Nickerson Fonseca Ferreira
1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS JOÃO CÂMARA FLUXOGRAMA Nickerson Fonseca Ferreira [email protected] Introdução 2 Um algoritmo pode ser representado
Tópicos da Aula. A Linguagem UML. A Linguagem UML. De onde surgiu? Fundadores da UML. Introdução à UML e Diagrama de Casos de Uso.
Engenharia de Software Aula 07 Tópicos da Aula Introdução à UML e Introdução a UML Visão geral de alguns diagramas Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo [email protected] 28 Março 2012 A
Análise de Sistemas 3º Bimestre (material 2)
Análise de Sistemas 3º Bimestre (material 2) Professor: José Ronaldo Leles Júnior Turma: 2º ano do curso de Sistemas de Informação UEG Universidade Estadual de Goiás Campus Posse POO Paradigma Orientado
DIAGRAMA DE ESTADOS. g DIAGRAMA. g ESTADO. g TRANSIÇÃO ENTRE ESTADOS
DIAGRAMA DE ESTADOS g DIAGRAMA g ESTADO g TRANSIÇÃO ENTRE ESTADOS 1 I. DIAGRAMA DE ESTADOS g Um diagrama de estados é uma das formas de se visualizar uma máquina de estados g Máquinas de Estado permitem
BPMN - Business Process Modeling Notation Uma Notação para a Modelagem de Processos. Renata Guanaes
BPMN - Business Process Modeling Notation Uma Notação para a Modelagem de Processos Renata Guanaes Tópicos Motivação - Porque modelar processos Como definir Nível de Detalhe (Granularidade do Processo)
3ª EDIÇÃO Gilleanes T. A. Guedes
3ª EDIÇÃO Gilleanes T. A. Guedes Novatec Copyright 2009, 2011, 2018 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra,
Análise e Modelação de Sistemas
Análise e de Sistemas Classe T09 comportamental: Diagramas de estado Referências: Conceptual Modeling of Informa;on Systems (Chapter 13) Aulas AMS do IST 2 comportamental em UML Comportamento baseado em
1 - A capacidade de fluxo que corresponde a capacidade máxima que pode passar pelo arco.
CONCEITOS DE REDE Uma rede é formada por um conjunto de nós, um conjunto de arcos e de parâmetros associados aos arcos. Nós Arcos Fluxo Interseções Rodovias Veículos Rodoviários Aeroportos Aerovia Aviões
Organização Sistemas e Métodos. Tópico 7 Organogramas
Organização Sistemas e Métodos Tópico 7 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivos... 3 3. Benefícios e Limitações... 3 4. Regras Gerais... 4 5. Significado dos componentes... 4 6. Tipos... 4 6.1 Organograma
Introdução aos Algoritmos
Introdução aos Algoritmos Aula 05 Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa http://www2.ufersa.edu.br/portal/professor/diogopedrosa [email protected] Universidade Federal Rural do Semiárido Bacharelado
Análise e projeto de sistemas
Análise e projeto de sistemas Conteúdo: UML O processo de desenvolvimento de software Prof. Patrícia Lucas A linguagem de modelagem unificada (UML) A UML teve origem em uma tentativa de se unificar os
BPMN Business Process Management Notation
Business Process Management Notation Parte 1 ENG1518/3VC Sistemas de Informação Gerenciais Prof. Marcos Villas [email protected] 1 Objetivo Criar um mecanismo simples para o desenvolvimento de modelos
Classes o Objetos. Classes, objetos, métodos e variáveis de instância
Classes o Objetos Um recurso comum de cada aplicativo feito até agora é que todas as instruções que realizavam tarefas localizavam-se no método main. Se você tornar parte de uma equipe de desenvolvimento
Acompanhamento de ordens Cadastro Carteira
MANUAL FOLHAINVEST Acompanhamento de ordens Nesta página é possível acompanhar a posição de todas as ordens incluídas nos últimos cinco dias. As ordens podem ser filtradas pela situação, exibindo por exemplo
TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS
TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS MÓDULO 4 Os Diferentes Tipos e Padrões de Fluxogramas Há muitos tipos diferentes de fluxograma, cada um com sua aplicação específica. A seguir apresentaremos os
Análise e Projeto de Sistemas I. Curso de Sistemas de Informação. Karla Donato Fook DESU / DComp.
Análise e Projeto de Sistemas I Curso de Sistemas de Informação Karla Donato Fook [email protected] DESU / DComp 2018 2 1 Técnica que orienta a análise de sistemas para a essência do negócio ao qual
Estruturas de Repetição
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas de Repetição Aula Tópico 4 (while, for) 1 Problema 10 Suponha que soma (+) e subtração (-) são as únicas operações disponíveis em C. Dados dois números
ÁREA DE FORMAÇÃO: FAZER PAGAMENTOS CHEQUES
ÁREA DE FORMAÇÃO: FAZER PAGAMENTOS CHEQUES Índice Características Modalidades de emissão Endosso Encargos Consequências do uso indevido Cuidados a ter na emissão 2 Características Os cheques são um instrumento
Treinamento GVCollege Módulo Acadêmico - Pedagógico
Treinamento GVCollege Módulo Acadêmico - Pedagógico 2014 GVDASA Sistemas Pedagógico 2 AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações
MODELAGEM DE SISTEMAS. Introdução a Computação e Engenharia de Software. Profa. Cynthia Pinheiro
MODELAGEM DE SISTEMAS Introdução a Computação e Engenharia de Software Profa. Cynthia Pinheiro Introdução Modelagem de Sistemas: A modelagem de um sistema auxilia o analista a entender a funcionalidade
Treinamento GVcollege Módulo Acadêmico - Pedagógico
Treinamento GVcollege Módulo Acadêmico - Pedagógico 2013 GVDASA Sistemas Pedagógico 2 AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações
MER Modelo de entidade e Relacionamento. Prof. Me. Hélio Esperidião
MER Modelo de entidade e Relacionamento Prof. Me. Hélio Esperidião Objetivos: Compreender os aspectos tecnológicos relacionados aos principais dispositivos de memória computacional. Banco de dados Podemos
BPMN. Prof a. Silvia Inês Dallavalle de Pádua
BPMN Prof a. Silvia Inês Dallavalle de Pádua 1 BIBLIOGRAFIA DEBEVOISE, T;GENEVA,R. The microguide Process Modeling in BPMN. Booksurge, 2008. VALLE, R.; OLIVEIRA, S.B. Análise e modelagem de processo de
AULA 06: PROGRAMAÇÃO EM MÁQUINAS PARALELAS
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 06: PROGRAMAÇÃO EM MÁQUINAS PARALELAS Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação PROGRAMAÇÃO PARALELA
Modelagem de Casos de Uso (Parte 1)
Modelagem de Casos de Uso (Parte 1) Introdução (1) Objetivos Principais dos Casos de Uso: Delimitação do contexto de um sistema Documentação e o entendimento dos requisitos Descrição dos requisitos funcionais
Engenharia de Software. Aula 2.4 Modelos de Casos de Uso. Prof. Bruno Moreno
Engenharia de Software Aula 2.4 Modelos de Casos de Uso Prof. Bruno Moreno [email protected] Comportamento do Sistema Refere-se às funcionalidades do sistema Requisitos funcionais; O comportamento
COMO CRIAR PEDIDOS A PARTIR DA CESTA DE PRODUTOS
Esse guia considera que o catálogo já esteja atualizado, caso haja dúvidas de como atualizar o catálogo favor consultar o Guia de Atualização do Catálogo. Abra o programa e clique no botão Clique aqui
