AULA 06: PROGRAMAÇÃO EM MÁQUINAS PARALELAS
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- Eugénio Canela
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1 ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 06: PROGRAMAÇÃO EM MÁQUINAS PARALELAS Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação
2 PROGRAMAÇÃO PARALELA Há vários modelos de programação paralela em uso atualmente: Memória compartilhada Threads Passagem de mensagens Dados paralelos Híbridos Modelos de programação paralela existem como uma abstração acima da arquitetura de hardware e de memória.
3 PROGRAMAÇÃO PARALELA Apesar de não ser evidente, os modelos não são específicos para um determinado tipo de arquitetura. Pode ser implementado em qualquer hardware Não existe o melhor modelo. No entanto há melhores implementações de alguns modelos sobre outros. Qual modelo utilizar?
4 MODELO DE MEMÓRIA COMPARTILHADA
5 MODELO DE MEMÓRIA COMPARTILHADA As tarefas compartilham um espaço de endereço comum. As leituras e escritas podem ser simultaneamente. Geralmente são utilizados mecanismos do tipo semáforos para controlar o acesso à memória compartilhada. Uma vantagem para o programador. Não existe a necessidade de comunicação explicita de dados entre as tarefas. Dificuldade de entender e gerenciar a localidade dos dados.
6 MODELO DE MEMÓRIA COMPARTILHADA Precisam manter os dados locais no processador. Para minimizar os acessos à memória que ocorrem quando múltiplos processadores utilizam o mesmo dado. Os SMPs (multicore) representam uma implementação comum de uma arquitetura de memória compartilhada.
7 MODELO DE THREADS
8 MODELO DE THREADS No modelo de threads, cada processo (tarefa) pode ter múltiplos caminhos de execução concorrente. O programa principal é escalonado para ser executado pelo SO. O programa principal é executado sequencialmente, mas cria tarefas (threads) que podem ser escalonadas e executadas simultaneamente pelo SO. Cada thread tem dados locais e compartilha recursos como o programa principal. Isso diminui o overhead associado com a replicação dos recursos entre vários processos. Cada thread tem uma visão global de memória, para compartilhar o espaço de memória com o programa principal.
9 MODELO DE THREADS As threads se comunicam umas com as outras por meio da memória global. Isso requer sincronização para garantir a consistência dos dados durante a execução das threads. As threads podem ser criadas ou destruídas, mas o programa principal continua ativo. Para fornecer os recursos compartilhados necessários até que a tarefas seja concluídas
10 MODELO DE THREADS Threads são comumente associadas com arquiteturas de memória compartilhada e sistemas operacionais. Uma biblioteca de sub-rotinas que são chamadas a partir do código fonte paralelo Um conjunto de diretivas de compilador no código paralelo ou serial. O programador é responsável por determinar todo o paralelismo
11 MODELO DE THREADS OpenMP Padrão definido e apoiado pelos maiores fabricantes de hardware e software do mundo. API OpenMP Fortan (28/10/1957) API OpenMP C/C++ (Final de 1998) Portável e multiplataforma (Unix e Windows) É fácil e simples de usar A Microsoft tem sua própria implementação de threads Não relacionada com o padrão Unix POSIX ou OpenMP
12 MODELO DE THREADS Posix Threads Especificado pelo padrão IEEE POSIX c (1995) Somente linguagem C Conhecido como Pthreads A maioria dos fabricantes de hardware já fornecem pthreads Paralelismo explícito Reque muita atenção do programador para detalhes de codificação
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14 MODELO DE PASSAGEM DE MENSAGENS
15 MODELO DE PASSAGEM DE MENSAGENS Conjunto de tarefas que utilizam a memória local durante a computação. Várias tarefas podem residir na mesma máquina. As tarefas trocam dados através de comunicação, enviando e recebendo mensagens A transferência de dados em geral requer operações de cooperação a serem executadas por cada processo Operação de envio deve ter uma operação de recepção correspondente.
16 MODELO DE PASSAGEM DE MENSAGENS O programador é responável por determinar todo o paralelismo. Várias bibliotecas disponíveis desde a década de 1980 Muitas diferenças. Dificuldade de desenvolver aplicações portáveis MPI Padrão da indústria para ambientes de passagem de mensagens.
17 MODELO DE PASSAGEM DE MENSAGENS
18 MODELO DE PASSAGEM DE MENSAGENS Para arquitetura de memória compartilhada, as implementações do MPI geralmente não utilizam redes para a comunicação entre as tarefas. Ao invés disso é utilizada a memória compartilhada (cópia de memória ) por razões de desempenho.
19 MODELO DE PARALELO DE DADOS
20 MODELO PARALELO DE DADOS A maioria das tarefas paralelas envolve a execução de operações em um conjunto de dados. Os dados são geralmente organizados em uma estrutura, como uma matriz ou um cubo. Um conjunto de tarefas trabalham coletivamente na mesma estrutura de dados. No entanto, cada tarefa opera em uma partição diferente da mesma estrutura de dados.
21 MODELO PARALELO DE DADOS Tarefas executam a mesma operação em sua partição de trabalho. Adicionar valores a cada elemento de um array Em arquiteturas de memória compartilhada, todas as tarefas podem ter acesso à estrutura de dados armazenada na memória global. Em arquitetura de memória distribuída, a estrutura de dados é dividida e distribuída na memória local de cada processador.
22 MODELO PARALELO DE DADOS
23 MODELO PARALELO DE DADOS IMPLEMENTAÇÃO Escreve-se um programa definindo a organização paralela dos dados A organização pode ser definida por uma biblioteca de dados paralelos, ou por diretivas do compilador.
24 OUTROS MODELOS
25 OUTROS MODELOS Além dos modelos já mencionados há outros modelos de programação paralela. Três dos mais comuns são descritos: Híbrido SPMD MPMD
26 OUTROS MODELOS HÍBRIDO Combinação de dois ou mais modelos de programação paralela Combinação do modelo de passagem de mensagens (MPI) com o modelo de threads (POSIX Threads) ou o modelo de memória compartilhada (OpenMP) Combinação de dados paralelos com passagem de mensagens em arquitetura de memória distribuída (utiliza-se passagem de mensagens para transmitir dados entre as tarefas, de forma transparente para o programador).
27 OUTROS MODELOS SINGLE PROGRAM MULTIPLE DATA (SPMD) Modelo de programação de alto nível que pode ser construído a partir da combinação dos modelos de programação paralela previamente mencionados. O processamento é colaborativo entre todas as máquinas. O código executado em todas é o mesmo (single program) Os dados (multiple data) são trocados de modo coordenado entre os processos
28 OUTROS MODELOS SINGLE PROGRAM MULTIPLE DATA (SPMD) Programsa SPMD geralmente possuem a lógica necessária em seu programa para permitir que diferentes tarefas se ramifiquem ou condicionalmente executem apenas as partes do programa que se destinam a executar. Todas as tarefas podem utilizar diferentes dados.
29 OUTROS MODELOS MULTIPLE PROGRAM MULTIPLE DATA (MPMD) Modelo de programação de alto nível que pode ser construído a partir da comunicação dos modelos de programação paralela. Um único processo chamado mestre controla todas as tarefas que serão dadas para os outros processos. Todos podem executar o mesmo programa ou diferentes programas.
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